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Glam Magazine

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BISPO no MEO SUDOESTE….

BISPO actua esta sexta-feira, 4 de Agosto, no Festival MEO SUDOESTE. O rapper sobe ao Palco Moche x Spot para uma actuação que se prevê inesquecível, partilhando o palco com o produtor Fumaxa.

Capa_Bispo_Fora D'Horas

BISPO é um dos novos e mais carismáticos rappers da atualidade que, pelo meio digital, se tem emancipado e conquistado um público fiel. Com uma escrita crua e acompanhado de produtores como Sam The Kid, Intakto, Holly ou Fumaxa, o rapper da linha de Sintra fala directamente para um público jovem, que se revê na sua escrita, espelho de uma realidade partilhada pelo artista e pelos seus seguidores. Desde a “Origem”, álbum de estreia editado em 2015, BISPO tem dado inúmeros concertos de norte a sul do país, com audiências cada vez mais crescentes e colaborações com grandes nomes como Maze (Dealema) ou o já referido Sam The Kid.

 

Depois de “Recomeço”, mixtape lançada em 2012, “Passo-a-Passo”, mixtape lançada em 2013, e Bispoterapia, EP lançado em 2014, BISPO acaba de editar o seu novo EP: “Fora D’horas”, que inclui temas “Como Dá” (com Gson), “Puto strong” e “Como Deus quiser”.

Até ao final do ano, BISPO irá iniciar as gravações do seu próximo trabalho. 

BONS SONS 2017… Cartaz com o melhor da música portuguesa

O BONS SONS está de volta de 11 a 14 de Agosto, com a música de produção nacional a tomar conta da Aldeia. Vão ser quatro dias com mais de 40 actuações divididas por oito palcos, dedicados a programas distintos, com feira de artesãos, exposições de arte, espaço para crianças, comida tradicional e outras actividades que animam as ruas, praças e largos de Cem Soldos.

Este ano, volta-se a viver a Aldeia com um cartaz amplo, do fado ao indie-rock, do acústico ao electrónico, do rural ao urbano, das influências tradicionais às contemporâneas, entre artistas emergentes e consagrados.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Rodrigo Leão apresenta um novo concerto em nome próprio, onde reencontra a sua veia mais pop, enérgica e leve, com o regresso da “trindade básica” de guitarra, bateria e baixo, acompanhada pela voz de Ana Vieira, que gravou e tocou com o músico entre 2004 e 2010. Os Orelha Negra actuam, pela primeira vez, no BONS SONS, depois de um ano cheio de actuações quentes e esgotadas com temas que irão integrar o próximo álbum.

 

Passados 25 anos sobre a edição de “Mutantes S21”, os Mão Morta apresentam um concerto de celebração desse álbum, incluindo ainda três temas nunca tocados ao vivo e outros seis seleccionados pela banda, tendo por base letras que remetem para ambientes urbanos, relatando histórias de cidades. Com três álbuns editados e uma quantidade de seguidores cada vez maior, os Capitão Fausto trazem as canções orelhudas entre o rock e a pop, dando espaço, no registo mais recente, aos metais e aos instrumentos de sopro, a acompanhar as guitarras.

 

Samuel Úria vai cantar à Aldeia mensagens que darão prazer decifrar, com vários momentos aparentemente opostos, sussurros e complexidades que caracterizam o seu percurso até ao último disco, “Carga de Ombro”, editado em 2016. Uma das grandes surpresas de 2017 será Paulo Bragança, ícone irreverente do fado que, depois de vários anos a viver na Irlanda, está de regresso à música e aos palcos portugueses, oferecendo ao público do BONS SONS, uma capacidade interpretativa notável.

 

Afirmando-se no panorama musical português através de duas guitarras, da voz, da quase “ousadia” de uma mão cheia de canções e das vezes sem conta que fizeram o país de Sul a Norte e de Norte a Sul, os Virgem Suta trazem o som contemporâneo e singular das raízes portuguesas. De guitarra em punho, Frankie Chavez assume o conceito “one man band” e o resultado é um blues/folk composto por ambientes limpos e por outros mais crus e psicadélicos.

 

Personalidade incontornável da música portuguesa, Né Ladeiras rejeita todos os rótulos e partilha o seu talento apenas quando sente ter algo de novo a dizer. É de um desses longos silêncios que nascem o novo disco e o novo espectáculo que vem apresentar ao BONS SONS. Medeiros/Lucas junta Pedro Lucas e Carlos Medeiros na construção de uma topografia da música popular portuguesa, construindo paisagens emocionais em palco.

 

Fazem ainda parte do cartaz do BONS SONS 2017… Glockenwise, Throes+The Shine, Holy Nothing, The Poppers, Thunder & Co, Manuel Fúria, Señoritas, Octa Push, Whales, Filipe Sambado, Captain Boy, Marco Luz, Surma, LST, Joana Barra Vaz, Valter Lobo, José Cid, Sonoscopia, Les Saint Armand, Sampladélicos, Ana Jezabel e António Torres, Lander&Jonas, Carlota Lagido, Band'olim, Lucía Vives + João Raposo, Moços da Vila, Sanct'Irene, Singular Lugar, Filipe Valentim, Moçoilas, Rodrigo Affreixo, Txiga, Celeste/Mariposa, Groove Alvation, Zé Nuno, Sam U, Beatdizorder e Inês Lamim.

Anaquim celebram 10 Anos de carreira

Os Anaquim celebram 10 anos de carreira e a banda prepara-se para apresentar 2 concertos comemorativos desta aventira que teve inicio em Dezembro de 2007.

anaquim

"Da poeira das ruas, o Anaquim cimentou-se num mundo que tornou seu. Irrequieto como as folhas das árvores, juntou às Vidas dos Outros estórias que foi vivendo, amigos que foi fazendo e lugares que foi visitando. Neste concerto especial celebram-se os dez anos de um duende curioso que se multiplicou em cinco músicos cuja entrada em palco é apenas o início de uma conversa.

É hora de embarcar connosco nesta viagem desde 7 de Dezembro de 2007, data enciclopédica do primeiro ensaio, até aos dias de hoje, passando pelos três álbuns da banda e acrescentando-lhes algumas surpresas. Venha fazer parte deste verdadeiro "Dez"concerto ." José Rebola

 

4 de Novembro 2017 - CAE (Portalegre)

7 de Dezembro 2017 - Convento São Francisco (Coimbra)

 

A música mais ouvida no mundo também brilha n' O Sol da Caparica

O Hip hop é uma das coordenadas de luxo do complexo mapa musical de que se faz este festival que pode ter uma só língua, mas que tem muitas cores.

Vêm do Porto, do Catujal, de Almada, de Mem-Martins e de São Paulo, do lado de lá do Atlântico. Vêm dos anos 90, do início deste milénio, vêm de agora. E dirigem-se todos ao futuro: Dealema, Regula, Carlão, Bispo e Criolo são representações possíveis, na língua de Camões e de Chico Buarque, de uma cultura global de rimas e de batidas que é hoje a música mais ouvida do mundo.

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photo: Gonçalo Silva

 

Bispo, o mais jovem do grupo, explica que vem fechar o ciclo inaugurado com Fora d'Horas, o trabalho de temas como "Lembra-te" que lhe deu um enorme grau de notoriedade: "Vai ser um concerto especial. Preparo-me agora para um novo ciclo e sei bem que o público do Sol da Caparica é especial e que vai puxar por mim. Estou ansioso por subir ao palco", explica o rapper que acabou de assinar pela Sony e que deverá regressar às edições em 2018.

 

Carlão e Regula são dois pesos pesados dos dois lados da ponte 25 de Abril: juntaram esforços em 5:30, projeto em que também militava Fred Ferreira, e agora, cada um com os seus trabalhos a solo, vêm ambos à Caparica fazer a festa. Regula prepara a edição de “Ouro Sobre Azul” e virá com a mala carregada de bangers como "Pay Day". Carlão celebrará o espírito da margem sul com o seu novo hit, "Viver Para Sempre".

 

Do Porto os veteranos Dealema, o mais consistente grupo em mais de duas décadas de carreira, com uma discografia cheia de hits, mestres da "Geração dos 90" que vão levar todos a bordo do seu "Expresso do Submundo". A mesma língua, um outro sotaque, uma força desmedida. Fuse, Mundo Segundo, Ex-Pião, Maze e Dj Guze trazem o que melhor de hip hop se faz por terras Lusas.

 

E finalmente, do Brasil, chega Criolo: este mestre da palavra de São Paulo mistura hip hop com fermento para a massa, com um outro balanço, uma outra ginga, mais sambada, mais tropical. O homem que já acumula cinco álbuns - mais colaborações com Emicida e Ivete Sangalo - lançou “Espiral de Ilusão” já este ano e está cheio de novas rimas para agitar todos.

James TW regressa a Portugal para estreia em nome próprio

Depois de ter lançado, em 2016, o seu EP de estreia "First Impressions" e de ter feito a primeira parte do concerto de Shawn Mendes na Sala Tejo do MEO Arena, James TW regressa a Portugal para o seu primeiro concerto em nome próprio no país a 8 de Outubro, no Lisboa ao Vivo.

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O artista tem-se vindo a afirmar como uma das novas figuras da pop. A cada música que lança são milhares as visualizações no YouTube, como é o caso de "EX", ou o seu mais recente single "Please Keep Loving Me", que são algumas das novidades que apresentará neste espectáculo.

James TW cresceu numa pequena vila em Inglaterra, a duas horas de Londres. Aos 13 anos já tocava bateria, guitarra e piano. Foi com esta vertente multi-instrumentista que começou a dar nas vistas com covers de outros artistas no YouTube. Com influências do blues de John Mayer, ao jazz de Jamie Cullum, passando ainda pelas baladas de Ed Sheeran, James TW prova a cada tema que é um artista com algo a dizer, ou nas suas palavras: "Eu quero que a minha música estabeleça uma ligação com as pessoas, tendo letras com significado e melodias memoráveis."  

Tradição musical da Ilha Formosa apresenta-se no Museu do Oriente

A tradição dos sons orientais chega a Portugal pelas vozes do grupo coral Taiwan Chorus, num espectáculo que se realiza a 12 de Agosto, no auditório do Museu do Oriente.

Taiwan Chorus

Criado em 1992, o Taiwan Chorus dedica-se a preservar a tradição musical da região, com destaque para o folclore e canções de raiz popular. Dirigido por Wu Hung-Chang, director artístico e maestro do coro, Taiwan Chorus é actualmente composto por 90 membros e marca presença regular em diferentes festivais, contando já com uma intensa produção discográfica.

 

A entrada no concerto é livre, mediante o levantamento do bilhete no próprio dia e disponibilidade da sala.

 

Auditório do Museu do Oriente (Lisboa)

12 de Agosto 2017 | 17.00h

“Vem Surfar com a Pipa, Jaime e Kika”… de Filipa Leandro

A escritora Filipa Leandro, autora da Coleção Infanto-Juvenil “Vem Surfar com a Pipa, Jaime e Kika”, acaba de lançar no mercado o seu 7º livro!

Esta coleção baseada em factos verídicos, é sobre a sua família, uma família de surfistas, conceituada a nível nacional e internacional.

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Este 7º livro fala da vida de três irmãs muito especiais, que vivem na Nicarágua. O título é: “As Irmãs Resano” e faz parte de uma edição diferente, dentro da coleção “Vem Surfar com a Pipa, Jaime e Kika”, apelidada de “Internacional Groms Series”, onde serão sempre contadas histórias sobre miúdos extraordinários à volta do mundo, que de alguma maneira têm contacto com a Pipa, Jaime e Kika!

 

Esta é a história de 3 irmãs ainda pequenas, as irmãs Resano! Nascidas na Nicarágua, criadas no mar, são umas verdadeiras surfistas que têm tudo para chegar ao topo da competição mundial… bom surf, empenho, responsabilidade, foco, determinação. Venham-nas conhecer … elas são algo de muito especial… uma verdadeira força da natureza!!!

A autora procura entre aventuras familiares, transmitir ferramentas para as crianças terem mais força, confiança, coragem, independência… capacitá-las para o futuro que aí vem. “Empowering Kids é o Seu Lema”. Nas suas histórias transmite também muita alegria, valores e cultura!