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Glam Magazine

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Brasileiros Storen apresentam novo Single… "Insônia"

Os brasileiros Storen acabam de lançar “Insônia”, o seu novo single, tema que faz parte do novo album da banda a editar muito em breve.

Storen_promo.jpgOs Storen são uma banda de rock formada em Belo Horizonte em meados de 2010, a partir da união das vozes de Paloma Luiza e dos acordes da guitarra de Rodrigo Vilaça. O nome que em alemão quer dizer interferência, distúrbio; é na verdade uma referência a uma montanha onde as pessoas se retiram com a intenção de passar por grandes mudanças pessoais.

A banda lançou seu primeiro trabalho oficial em 2012, o single "Pra viver do seu lado", juntamente com um videoclipe dirigido por Mess Santos da Movie 3 Filmes (Naldo Benny, Daniel, Guilherme Arantes, Aliados, Fakenumber, entre outros), e no fim de 2013, foi lançado o álbum homónimo com a produção musical do carioca André Kostta (Diretor da Blast Stage Records) e do paulista Thiago Larrents (Guitarrista da banda Andragonia). Em 2015 juntaram-se à dupla a baixista Polly Alves e a baterista Ursula Patitucci. Atualmente os Storen apresentam um repertório com músicas pautadas por melodias vocais bonitas com batidas rápidas e riffs marcantes, misturando influências como o hard rock dos anos 80 e o grunge dos anos 90 com o rock pop dos anos 2000.

Preparam agora o lançamento do seu disco.

Falta menos de uma semana para o Festival F…

A menos de uma semana do inicio do Festival F, fica aqui a programação completa, com horários e distribuição dos concertos de 5 dos 7 Palcos: Ria, Sé, Quintalão, Castelo e Museu. Rui Veloso, Xutos & Pontapés, Carminho, Miguel Araújo, AGIR, Salvador Sobral, Dengaz, Mão Morta ou Jorge Palma entre muitos outros são alguns dos destaques do cartaz.

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Em 2017 as Tertúlias regressam ao Festival F, no final de cada tarde, nos Claustros da Sé. Valter Hugo Mãe modera três tertúlias sobre música, uma em cada dia, pelas 19h, com Salvador Sobral e Samuel Úria, no primeiro dia, Adolfo Luxúria Canibal, no segundo, e Júlio Resende com Júlio Machado Vaz, no último dia. A partir das 19h30 os temas são outros, dia 31 de agosto, sob o mote "Criar no Feminino", Sandra Barata Belo, Rita Redshoes e Sandra Correia, estarão à conversa com a moderação de Clara Henriques. No dia 1 de setembro, Nuno Markl e Nuno Artur Silva vão "Discutir o Humor", com moderação de João Gobern, e, por último, dia 2 de setembro, fala-se "Sobre Futebol", entre Rui Miguel Tovar e José Nunes, com a moderação de Fernando Alvim.

 

Após esgotar um dia em 2016, o Festival F aposta este ano na programação de três dias e num espaço largado, com um aumento de 20% da sua lotação, promovendo Faro como local privilegiado para a realização de um festival de música, valorizando o património, através da escolha da zona histórica de Vila Adentro, e a cultura, com uma programação de referência. Na sua 4ª edição, o festival afirma-se definitivamente no panorama dos grandes festivais de música em Portugal, sendo incluído no projeto Portuguese Music Festivals, promovido pelo Turismo de Portugal.

 

O Festival F, uma iniciativa do Município de Faro, do Teatro Municipal de Faro, S.M., da Ambifaro e da produtora Sons em Trânsito, é reconhecido pela Europe Festivals Association, que após um processo de avaliação distinguiu o Festival F com o selo EFFE - Europe for Festivals, Festivals for Europe, por dois anos consecutivos, em 2016 e 2017.

 

“I Think It’s You” é a estreia do Projeto ARY

É já no próximo dia 5 de Setembro que o projeto nacional ARY faz a sua estreia com “I Think It’s You”. Pode-se dizer que o rock alternativo enquadra-se na perfeição na sonoridade apresentada pelos ARY, projecto que surge em Viseu este ano de 2017.

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São quatro os elementos que fazem parte da banda, e que se conheceram em Lisboa, após fazerem parte de diferentes projetos, a vocalista Erika Martyns e Dénis Rhomays, na guitarra, começaram a compor juntos e formaram o que veio a ser a base do projecto ARY.

Com a experiência adquirida em três anos de concertos com os The 7Riots, com passagens no NOS Alive, Hard Rock Café Lisboa, RCA Club, Festa do Avante e muitos outros, Erika e Dénis levam já consigo um vasto conhecimento sobre como funciona a industria musical, e uma grande preparação para este novo projecto.

Topografias Imaginárias… cinema ao ar livre e visionamentos – Programação

O ciclo de visionamento comentado Topografias Imaginárias - organizado pelo Arquivo Municipal de Lisboa - Videoteca e, nesta quarta edição, integrado no Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-Americana de Cultura 2017 e com sessões de cinema ao ar livre - realiza-se nos primeiros dois fins-de-semana de setembro (dias 1, 2, 3, 8, 9 e 10), num percurso de seis paragens em locais menos óbvios da cidade de Lisboa, onde serão exibidos onze filmes, com entrada livre e transporte gratuito.

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1 de Setembro 2017

“O Descobrimento do Brasil”, de Humberto Mauro, Brasil, 1937

“O Caso J.”, de José Filipe Costa, Portugal/Brasil, 2017

 

18h00 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)

Visionamento comentado de O Descobrimento do Brasil por:

José Filipe Costa (cineasta), Eduardo Victorio Morettin (historiador do cinema brasileiro, professor, investiga as relações entre História e Cinema) e Tiago Baptista (historiador do cinema e diretor do ANIM - Arquivo Nacional de Imagem e Movimento)

 

21h30 Quinta do Alto (Alvalade)

Projeção de cinema ao ar livre O Descobrimento do Brasil + O Caso J.  

 

Encaramos desde logo e de frente uma das questões fundamentais deste programa: a relação entre centro e periferia e entre o “nós” e os “outros” na base da ideia de “capital ibero-americana” (relações que todo o programa desta Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura procura questionar). Seguimos a visão de um brasileiro sobre os portugueses que lhe “descobriram” o país e a visão de um português sobre um caso do Brasil contemporâneo. A uni-los está uma certa conceção do cinema como teatro documental e da cena cinematográfica como lente de aumentar.

 

2 de Setembro 2017

“Milagre na Terra Morena”, de Santiago Álvarez, Cuba/Portugal,1975

“Outro País”, de Sérgio Tréfaut, Portugal, 1999

 

18h30 Salão de Festas do Vale Fundão (Marvila) (Azinhaga Vale Fundão, 25)

Visionamento comentado por:

Olivier Hadouchi (programador e investigador, tem trabalhado sobre o “terceiro cinema”), Maria do Carmo Piçarra (jornalista, professora, tem investigado o cinema de propaganda produzido durante o Estado Novo) e Fernando Rosas (historiador)

 

21h30 Bairro Vale Fundão (Marvila) (Rua João Graça Barreto)

Projeção de cinema ao ar livre de Milagre na Terra Morena + Outro País

 

O filme de Sérgio Tréfaut segue as viagens que cineastas e fotógrafos fizeram a Portugal durante o 25 de Abril de 1974. Por entre essas viagens está a de Santiago Alvarez, cujo filme, realizado em Lisboa por essa altura, abre a sessão. A projeção é feita num bairro construído e habitado por emigrantes que viajaram para o Sul vindos do Norte de Portugal. No centro da sessão está então a viagem, aquela que a liberdade provocou e permitiu, e estão também as afinidades que os povos da América do Sul sentiram com Portugal nesse momento de ruptura.

 

3 de Setembro 2017

“Zéfiro”, de José Álvaro de Morais, Portugal, 1994

 

18h30 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)

Visionamento comentado por:

Anabela Moutinho (professora, programadora de cinema) Raquel Henriques da Silva (historiadora) e António Preto (professor, programador de cinema, ensaísta)

 

21h30 Miradouro de Santo Amaro (Alcântara) (Calçada de Santo Amaro)

Projeção de cinema ao ar livre de Zéfiro

 

Filme fundamental para a história do cinema português, Zéfiro é também um filme incontornável para a história de Lisboa e introduz neste programa uma outra maneira pela qual esta é uma cidade do Sul. Essa frase, título deste ciclo, é dita pelo narrador e resume o retrato que José Álvaro de Morais constrói: organizando uma viagem por Lisboa que é tanto temporal como espacial, o cineasta conta uma história da cidade, dos seus espaços e arquitetura, mas também dos povos que a habitaram ao longo dos tempos. A este nível, Lisboa aparece como resultado de uma inversão do mecanismo da aculturação: ela resulta, não de uma cristianização do islamismo, como habitualmente se pensa, mas sim de uma islamização do cristianismo, religião que permanece, hoje, na base da sua cultura. No adro da Capela de Santo Amaro, o filme levar-nos-á a olhar para os contornos da cidade que daí se vêem de uma maneira totalmente nova.

 

8 de Setembro 2017

“La Illusión viaja em tranvia”, de Luís Buñuel, México, 1953 (na foto)

 

18h30 Museu da Carris (Alcântara) (Rua Primeiro de Maio 101)

Visionamento comentado por:

Luísa Veloso (investigadora, coordena o projeto “o trabalho no ecrã”), Ana Alcântara (historiadora, trabalha sobre Lisboa, o operariado e os transportes) e António Roma Torres (psiquiatra, crítico de cinema)

 

21h30 Museu da Carris (Alcântara) (Rua Primeiro de Maio 101)

Projeção de cinema ao ar livre de La Illusión viaja em tranvia

 

Clássico do cinema mexicano, o filme segue a evasão de um grupo de trabalhadores da companhia de elétricos da Cidade do México. A sua viagem dura uma noite, desde que roubam um elétrico até que o devolvem, na manhã seguinte. Ao longo dessa noite, entram e saem do elétrico roubado personagens do quotidiano mais escondido da cidade. Numa sessão que decorrerá junto às oficinas da Carris, a magia da projeção transformará a Cidade do México em Lisboa (ou vice-versa).

 

9 de Setembro 2017

“Los barcos”, de Dominga Sotomayor, Chile/Portugal, 2016

“Fuera de cuadro”, de Márcio Laranjeira, Portugal/Argentina, 2010

“Mauro em Caiena”, de Leonardo Mouramateus, Brasil, 2012

“Où esta la jungle?”, de Iván Castiñeiras Gallego, França/Portugal/Brasil, 2015

 

17h30 Teatro de Carnide (Azinhaga das Freiras)

Visionamento comentado pelos realizadores e Álvaro Domingues (geógrafo, professor, o seu trabalho centra-se na Geografia Humana) e Teresa Castro (professora, tem investigado as relações entre cartografia e cinema).

 

21h00 Azinhaga do Serrado (Carnide)

Projeção de cinema ao ar livre de Los barcos, Fuera de cuadro, Mauro em Caiena e Où esta la jungle

 

No centro da sessão está o encontro entre questões de território e representação. Em Los barcos, a visão de uma turista (atriz argentina que vem a Lisboa apresentar um filme, num festival de cinema) sobre Lisboa, à procura do cliché em espaços imprevistos e periféricos. Em Fuera de cuadro, a relação entre mãe e filho é descrita através dos quadros que ela pinta e dos quais ele está fora, naquilo que acaba por ser um exercício que confunde o fora do quadro com o fora de campo cinematográfico. Mauro em Caiena segue a transformação do espaço pelos olhos e jogos de uma criança e Où est la jungle?, filme-deriva, age pela força da deslocação, problematizando o lugar contemporâneo dos índios amazónicos. Em todos eles o olhar (incluindo o cinematográfico) é operador de transformação.

 

10 de Setembro 2017

“Eldorado_XXI”, de Salomé Lamas, Portugal/França/Perú, 2016

 

18h00 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)

Visionamento comentado por: Salomé Lamas (cineasta), João Mário Grilo (cineasta, professor de cinema) e André Cepeda (fotógrafo)

 

21h30 Parque Tejo - Pista de Skaters (Parque das Nações) (Passeio do Tejo)

Projeção de cinema ao ar livre de Eldorado_XXI

 

Apesar de acompanhar a comunidade que vive na mais alta localidade do mundo, em La Rinconada y Cerro Lunar, nos Andes peruanos, Eldorado_XXI é um filme subterrâneo. É uma espécie de ensaio sobre o mais profundamente escondido e esquecido do mundo contemporâneo e que, contudo, sustém aquilo que decorre na superfície – é por isso mesmo o último filme deste programa, resume bem os movimentos deste Sul que temos vindo a explorar. Homens e mulheres que procuram ouro nas encostas descrevem aquela como uma “terra de ninguém” – impossível não ver este em continuidade com o filme anterior de Salomé Lamas, precisamente com esse título. As suas vozes descrevem o medo e a iminência da morte, morte e medo que vão ganhando forma e imagem, e vão assim afirmando-se numa presença simultaneamente terrível e fantástica que se vai instalando sobre todo o filme para no fim aparecer violentamente trancada naquela montanha, e não ser mais do que um sopro lançado por uma abertura escura na encosta nevada.

 

Damachine apresenta… Mynda Guevara e La Yang

Vinda do bairro da Cova da Moura em Lisboa, Mynda Guevara carrega no nome e na atitude uma sede de revolução que está intimamente ligada ao papel ainda muito minimizado das mulheres no rap. Partilhando com nomes como Juana Na Rap ou G Femma o crioulo como forma de expressão

verdadeira e emancipatória, tem vindo a conquistar uma posição de respeito, por força de uma lírica em reflexo do seu papel enquanto mulher, afro-descendente e rapper no seio de uma sociedade estratificada.

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Contando já com alguns anos de escrita, a jovem rapper prepara-se agora para lançar o EP “Mudjer na Rap” com produções de gente como L-Vin, Charlie Beats ou Lilocox após ter soltado feras dispersas tão marcantes como “Bu Ka Konxen”, “Hey Mana” ou “Magua Silenciosa”. Aquele grito de guerra essencial para a mudança.

 

La Yang, alias de Mariana Rosa que regressa aos pratos das Damas após estreia absoluta bem quente na companhia de Chima Hiro em Julho do ano passado - numa noite da Maternidade. Daquilo que nos foi dado a ouvir, é capaz de ser seguro esperar House, Techno e bifurcações UK Bass pelo seu lado mais celebratório e inclusivo, alinhadas pela vontade, entusiasmo e sentido de descoberta franca.

 

Damas (Lisboa)

8 de Setembro 2017 | 23.00h

Xutos & Pontapés estreiam novo tema… “Sementes do Impossível”

Os Xutos & Pontapés compuseram e gravaram “Sementes do Impossível”, para a banda sonora do filme “Índice Médio de Felicidade” de Joaquim Leitão, que faz uma radiografia lírica muito lúcida do quotidiano do nosso Portugal e, sobretudo, o enquadramento perfeito da narrativa do novo filme.

Xutos e Pontapes - Sementes do Impossivel - capa single

Índice Médio de Felicidade” é a adaptação ao cinema do romance com o mesmo título de David Machado - Prémio da União Europeia para a literatura em 2015 – e conta a história de Daniel, que durante a recente crise, e como milhares de portugueses, perdeu o emprego e deixou de poder pagar a prestação da casa. A sua mulher foi-se embora para a terra natal e levou os dois filhos com ela. Os seus dois melhores amigos encontram-se ausentes: Almodôvar foi preso quando, desesperado, procurava encontrar uma solução e Xavier está fechado em casa, profundamente deprimido porque o site que os três tinham criado para as pessoas se entre ajudarem foi um absoluto fracasso.

Mesmo assim, Daniel não desiste de ter esperança. Até que surge um inesperado pedido de ajuda que irá mudar tudo… e Daniel vai voltar a ser feliz.

 

“sementes do impossível germinadas com orgulho” é a frase que carateriza a esperança, quando esta teima em não aparecer bem como o apreço por sermos quem somos.

“Os Melhores do Mundo” a partir de 7 de Setembro

É já no próximo dia 7 de setembro que estreia “Os Melhores do Mundo”, o novo espetáculo de Commedia a la Carte que promete juntar em palco “os melhores improvisadores do mundo”.

A César Mourão e Carlos M. Cunha, no elenco fixo, junta-se Gustavo Miranda (formador num dos maiores grupos de improvisação brasileiro, Barbixas, e ator no “Portátil” de Porta dos fundos) e Marco Gonçalves (elemento do talkshow de sucesso brasileiro, Lady Night, da atriz Tatá Werneck,  expert em improvisação musical e um aclamado talento do Noite de Improviso, outro dos grandes grupos de referência em improvisação no Brasil) os dois atores “phenomenais” convidados, para improvisar e fazer rir nesta nova temporada. 

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No Teatro Villaret até ao dia 26 de novembro “os melhores do mundo” podem ser vistos de quinta-feira a domingo, às 21.30h. “Gustavo Miranda, o melhor improvisador colombiano do mundo, vai estrear-se com os Commedia a la Carte e junta-se ao elenco nos meses de setembro e outubro”, explica César Mourão. “Já Marco Gonçalves, o melhor improvisador brasileiro do mundo e que já improvisou com o grupo em 2013 para fazer “Commedia com sotaque”, fica aos comandos no Villaret até ao mês de novembro”, avança. Quanto ao espetáculo propriamente dito: “esse, é fraquinho!”, avisa o ator.

 

Depois da temporada no Villaret, “Os Melhores do Mundo” rumam ao norte para improvisar na cidade do Porto. Vão estar em cena no Teatro Sá da Bandeira de 30 novembro a 10 de dezembro, de quinta-feira a domingo, às 21.30h. César Mourão, Carlos M. Cunha e Marco Gonçalves são os responsáveis por fechar assim esta nova temporada dos Commedia a la Carte, que termina no Porto e não tem, para já, datas previstas para 2018.

 

Benjamin Clementine… Depois do concerto histórico em Paredes de Coura, lança novo single: “Jupiter”

O vencedor do Mercury Prize Benjamin Clementine acaba de lançar um novo single, que levanta assim a ponta do véu do seu muito aguardado segundo álbum, “I Tell A Fly”.

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Jupiter”, o novo single, sucede-se aos temas “Phantom of Aleppoville” e “God Save the Jungle”, os anteriores singles deste novo álbum. “I Tell A Fly” sucede-se ao álbum de estreia de Benjamin Clementine, “At Least for Now”, que foi premiado com o Mercury em 2015, e à colaboração deste ano com Damon Albarn para o último álbum dos Gorillaz. Após o lançamento de “I Tell A Fly”, Clementine voltará aos palcos europeus entre novembro e dezembro.

 

Informado por um visto dos EUA, descrevendo-o como "um alienígena", em “Jupiter” Clementine explora ideias de identificação, tanto pessoais como universais. “Ao abrir o visto tudo se clarificou para mim”, diz Clementine. “Para mim dizer ‘Jupiter’ era como dizer ‘Europa’ ou ‘Inglaterra’ ou ‘Edmonton’. Eu a vaguear pela América… Havia o Trump e a Clinton, mas já nada era seguro. É uma provocação às pessoas que são chamadas de alienígenas por outras pessoas, como se fossemos de outro planeta. Acho que seremos alienígenas para sempre.”

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