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Glam Magazine

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“Antígona” abre Festival de Cinema “Avanca 2017”

Esta quarta-feira dia 26, pelas 21h45 no Auditório Paroquial de Avanca, o 21º Festival Internacional de Cinema AVANCA 2017 abre com a cerimónia de entrega de prémios do ano anterior e com a estreia do filme “Antes que a noite venha - falas de Antígona” de Joaquim Pavão. O filme “Antes que a noite venha - falas de Antígona” foi rodado em Avanca e produzido pelo festival de Cinema AVANCA 2016 em colaboração com a Fugir do Medo e a Filmógrafo. Com autoria do realizador Joaquim Pavão e baseado na obra de Eduarda Dionísio, é protagonizado por Isabel Fernandes Pinto, Rui Pena e Claudinei Garcia. Esta obra será a primeira dos 128 filmes que serão exibidos no AVANCA 2017.

Caverna IX

A noite de entrega de prémios será transmitida via internet, num direto assegurado por alunos de televisão e vídeo da Escola Profissional Val do Rio, de Oeiras. Com uma forte presença de obras que aqui fazem a sua estreia, no AVANCA 2017 serão exibidos 16 filmes em estreia mundial e todos os filmes que integram a seleção competitiva em estreia nacional.

 

Destaque para as longas metragens “Kashtiban” de Majid Esmaeili (Irão), “Marisa en los bosques” de Antonio Morales (Espanha) e “Foro Íntimo” de Ricardo Mehedff (Brasil) que serão exibidas nas noites de quinta e sexta-feira no Auditório Paroquial de Avanca. Portugal será no entanto o país com mais filmes exibidos nas competições do festival. Pela primeira vez na competição internacional de cinema estarão presentes os seguintes 5 filmes: “Limbo” de Pedro Sousa, “Já passou” de Sebastião Salgado e Pedro Patrocínio, “Loop” de Manuel Caeiro, “Hei-de morrer onde nasci” de Miguel Munhá, “Esta Noite Que Nos Chama” de Francisco Morais e Miguel Pinto.

 

A presença portuguesa na seleção internacional estende-se à televisão, com os documentários “Palingénese” de Nuno Braumann e Pedro Koch e “Baptismo de Terra” de Vanessa Rodrigues e na competição vídeo “Placidez” de Luís Miranda, “Os peixes não voam assim” de Tiago Damas e “May I ? remix#” de Vasco Diogo.

 

O AVANCA 2017 será ainda o momento de estreia de vários filmes produzidos na região. Assim, serão exibidas as longas metragens “Canil” de Miguel Marques, “Sonho Longínquo no Equador” de Hamilton Trindade (uma coprodução com São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau) e “Ad Ventum - Em direção ao vento” de Bárbara Mateos (uma coprodução com Espanha).

Nas curtas metragens serão exibidos os filmes “A língua” de Adriana Martins da Silva, “Andorra Liechtenstein” de João Costa, “Your Turn” de David Rebordão, “Reis do Sertão” de Pablo Sant'Ana (uma coprodução com o Brasil), “Fim da linha” de Paulo D'Alva e António Pinto, “Vicente um corvo diferente” de Coletivo de Crianças A.E. de Ovar Sul, “Carga” de Luís Campos, “The Lever” de Evangelos Giovanis e Rosário Costa além do filme de Joaquim Pavão.

 

Paralelamente, serão exibidas mostras panorâmicas do cinema de países como a Itália, Japão, Croácia, Bulgária, Espanha, Hungria e Marrocos. Um Panorama do Cinema Português com longas e curtas metragens, tem particular realce, sobretudo ao permitir um continuado encontro com a nossa cinematografia que nos últimos anos têm vindo a crescer tanto em número como sobretudo qualidade.

Festival Caixa Alfama’17… Novas confirmações

O Fado é a identidade portuguesa, o coração e a alma, e por isso mesmo só poderia ser um estilo diverso, com muitos estilos dentro. O itinerário para a edição de 2017 do Caixa Alfama revela essa diversidade, com vozes e ambientes para todos os gostos. Desde a solenidade e a paz das igrejas de São Miguel e de Santo Estevão até ao espírito mais bairrista do Grupo Sportivo Adicence onde residirá o Palco Santa Maria Maior.

Nos dias 15 e 16 de setembro o Fado vai estar em todo o lado… incluindo à Janela!

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Este ano, a programação do palco do Grupo Sportivo Adicense está nas mãos de quem melhor conhece os fadistas do bairro de Alfama (mas não só!), a própria Junta de Freguesia de Santa Maria Maior. Esperam-se duas noites em que o lado mais bairrista do Fado emerge num espaço cheio de passado, presente e futuro. Dia 15, a jovem Ana Marta, uma filha de Alfama, partilha o palco com Jaime Dias, uma voz bem conhecida de todos aqueles que vivem o Fado por dentro. E na mesma noite, também sobem ao palco os fadistas Pedro Galveias e Vera Monteiro. O primeiro traz na bagagem um disco novo editado este ano e a segunda promete mostrar porque é uma das vozes mais promissoras da atualidade. Já no dia 16, a responsabilidade fica a cargo de Vítor Miranda e Henriqueta Baptista, artistas que conseguem juntar uma garra invulgar à experiência acumulada. E para completar este palco, há ainda a oportunidade de ouvir dois jovens que pelo percurso que têm trilhado já são certezas do Fado: Diogo Rocha e Sandra Correia. Todos os fadistas vão ser acompanhados por dois dos músicos mais promissores da nova geração: Ivan Cardoso e Sandro Costa.

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Como aconteceu nas anteriores edições do festival, também há Fado na Igreja de Santo Estevão, um dos espaços mais míticos do imaginário fadista. A responsabilidade é grande e os fadistas escolhidos estão à altura desse desafio. Na primeira noite, as estrelas são António Pinto Basto e Teresa Tapadas, um alentejano e uma ribatejana, dois fadistas ligados à tradição e que dispensam apresentações. Na segunda noite da Igreja de Santo Estevão, Gonçalo Salgueiro, umas das grandes vozes da música portuguesa, apresenta-se em Alfama com um poderoso trunfo: o novo disco “Sombras e Fado”, editado este ano. E no mesmo dia ainda há a oportunidade de ouvir Maria Ana Bobone, uma das vozes mais delicadas do Fado e com uma especial vocação para interpretar temas de cariz religioso: está, portanto, no sítio certo.

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Dia 15, na Igreja de São Miguel, há um espetáculo imperdível: “Os Fados da Minha Mãe”. Temas cuja figura central é a mãe, como “O xaile de minha mãe”, “Duas mães” ou “Minha mãe é pobrezinha”, vão ser interpretados pelos jovens fadistas Rosita, Pedro Ferreira, Nádia Bastos e Kiko. E quando há Fado numa igreja, há também a expectativa de ouvir repertório religioso, Fados cujo centro seja a fé do poeta. Por isso, na segunda noite, a programação completa-se com dois fadistas que se sentem particularmente à vontade nesse território: Luís Caeiro, um jovem alentejano que nos faz acreditar que foi Deus quem lhe deu aquela voz, e Rui Vaz, um jovem fadista que acabou de lançar o disco: “Fado em Prelúdio”.

 

O Fado à Janela regressa ao Largo de São Miguel, para encher ruas e ruelas de Alfama. Jorge Silva, Miguel Monteiro e José Manuel Rodrigues terão nas suas mãos uma Guitarra Portuguesa, uma Viola e um Baixo, respetivamente.

 

Mais novidades a anunciar brevemente.

Bonga arranca programação do próximo trimestre no Auditório de Espinho

Bonga, um dos grandes nomes da história da música africana, arranca programação do próximo trimestre no Auditório de Espinho. Verdadeiro ícone da música angolana, é detentor de uma discografia reconhecida mundialmente e considerado por muitos como o rei do semba.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

No seu currículo constam dezenas de discos, vários prémios e distinções (como do governo francês) e inúmeros concertos em prestigiados palcos internacionais. No seu novo álbum, “Recados de Fora”, Bonga, que acabou de celebrar o seu 74º aniversário, leva-nos num percurso fascinante pelas várias épocas e continentes, tendo sempre o Oceano Atlântico como elo de ligação.

 

Neste concerto, que marcará o arranque de uma nova temporada no Auditório de Espinho, o angolano apresentará também alguns dos clássicos que marcaram a sua carreira ao longo das últimas décadas.

 

Em Outubro, será Mark Eitzel. O  concerto está marcado para o dia 28 de Outubro, pelas 21h30. O mês de Novembro arranca ao som da música delicada de Benjamin Francis Leftwich, no dia 9. O final do mês chega com Sun Kil Moon, um dos concertos mais esperados do trimestre, a 24 de Novembro.
A restante programação será brevemente anunciada.  

Papa Roach em Portugal em concerto no Coliseu dos Recreios

Os norte-americanos Papa Roach vão marcar presença dia 17 de outubro no Coliseu de Lisboa para apresentar o mais recente longa-duração, “Crooked Teeth”, editado no passado mês de maio. O primeiro single do novo disco, “Help”, apresentado ao público em abril, entrou diretamente no topo da tabela de música rock da Billboard.

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A banda conhecida pelos sucessos "Last Resort", "Between Angels and Insects", "She Loves Me Not", "Getting Away with Murder", "Scars", "Forever", "Lifeline" e "Face Everything and Rise", conta com duas nomeações para Grammy e já vendeu até à data mais de 20 milhões de álbuns em todo o mundo.

 

O nono trabalho de originais vê a banda regressar às suas humildes origens, com a dupla de produtores Nicholas "RAS" Furlong e Colin Brittain. O disco produzido em Hollywood nasce da vontade de resgatar as sonoridades iniciais da banda e transformar os elementos clássicos de Papa Roach num dos melhores discos da sua carreira.

Os Papa Roach são Jacoby Shaddix (voz), Jerry Horton (guitarra), Tobin Esperance (baixo) e Tony Palermo (bateria).

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

17 de Outubro 2017 | 20.00h

MIMO Festival Amarante… Enchente de público em ano de consagração

Depois do sucesso da estreia em Portugal em 2016, o MIMO Festival Amarante deu este ano provas de que veio para ficar. Ao longo de três dias, a segunda edição do festival trouxe à cidade de Amadeo de Souza-Cardoso e Teixeira de Pascoaes mais de 60 mil pessoas, que se dividiram pelos diferentes palcos do MIMO.

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Música, cinema, poesia, workshops e palestras com vários dos artistas convidados, num total de 52 actividades, fizeram as delícias das milhares de pessoas - de diferentes gerações e vindas de vários pontos do país e do estrangeiro  - que participaram na edição deste ano do MIMO. Herbie Hancock, Jards Macalé, Tinariwen, Nação Zumbi, Anne Paceo, Girma Bèyènè & Akalé Wubé, Richard Bona e Mandekan Cubano, Hamilton de Holanda e Mayra Andrade foram alguns dos artistas e grupos que conquistaram a atenção de todos.

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"Amarante recebeu o MIMO de braços abertos e este ano quisemos retribuir reforçando a programação artística. Fizemos uma grande aposta e estamos muitos felizes porque é notória a satisfação do público. Além disso, é visível o impacto económico que o festival tem na cidade e no turismo da região Norte. Recebemos muitos elogios pelas propostas artísticas que fizemos, mas também pelo programa MIMO Sem Barreiras que desenvolvemos com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que tornou o festival mais acessível a todos", afirmou Lu Araújo, a directora do MIMO Festival que, depois de 13 anos no Brasil, resolveu trazer para Portugal o conceito deste que é mais do que um festival, é uma experiência cultural de acesso livre a todos.

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Para José Luís Gaspar, Presidente da Câmara de Amarante, "o balanço da edição 2017 do MIMO Amarante faz-se com duas palavras: estrondoso sucesso!" E, acrescenta, "sendo previsível o crescimento em relação à primeira edição, a verdade é que o festival voltou a superar as melhores expectativas. Trata-se, efetivamente, da confirmação da história de amor entre o MIMO e Amarante e também de um enorme sinal da consolidação do projecto em Portugal. Esta é uma aposta ganhar e isso sente-se na cidade e nas pessoas. Por tudo isto é, para mim, representante do Município, um gosto enorme poder anunciar o regresso do festival em 2018".

O MIMO Amarante está confirmado para 2018, acontece nos dias 20, 21 e 22 de Julho.

 

Fotografias: Iolanda Silva

Novas confirmações Vodafone Mexefest… Destroyer e Valete

O Festival mais cool do inverno lisboeta está de regresso. Nos dias 24 e 25 de Novembro, o Vodafone Mexefest volta a tomar conta da Avenida da Liberdade, para mexer com a cidade. Depois das confirmações de Charles Bradley, Cigarettes After Sex e Aldous Harding, o cartaz tem mais dois nomes a não perder, garantindo a diversidade e (sempre) qualidade do cartaz: os Destroyer e o rapper português Valete.

A aventura Destroyer começou ainda na década de 90 para materializar o fulgor criativo de Dan Bejar (também um dos membros da banda The New Pornographers). Aquilo que, no início, era um projeto a solo não demorou muito até se transformar em banda. Os primeiros registos, como “City Of Daughters” ou “Thief”, trouxeram as comparações a David Bowie, mas também algum estranhamento: havia ali algo de diferente. Essa diferença, que vem da vontade de fazer sempre novo, não se perdeu pelo caminho e é uma das forças da banda de Vancouver.

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Kaputt”, registo de 2011, deixou a crítica e o público definitivamente rendidos ao som dos Destroyer. O sucesso deve-se a canções como “Blue Eyes” ou “Chinatown”, com pop, jazz, soft rock e uma série de outras influências ao serviço das palavras originais de Dan Bejar. O último disco “Poison Season”, editado em 2015, reforça a influência do jazz já notada em “Kaputt”. Mas as influências não se ficam pelo jazz, e vão de Frank Sinatra até à escritora brasileira Clarice Lispector, sem nunca perder um apelo pop irresistível presente em canções com “Times Square”, por exemplo. Com novo álbum prometido para este ano, é com novidades e em excelente forma que os Destroyer vão apresentar-se no Vodafone Mexefest.

 

Formado em Ciências da Comunicação, Valete decidiu investir o seu espírito crítico ao serviço da música. O primeiro disco, “Educação Social”, colocou-o imediatamente na linha da frente dos rappers portugueses, com uma habilidade especial para dar voz a quem não a tem, tratando os problemas sociais com uma força poética invulgar. Estes atributos confirmaram-se em 2006 com o lançamento de “Serviço Público”. Temas como “Subúrbios”, “Monogamia” ou “Serviço Público” são alguns clássicos do hip hop português que saíram desse segundo disco de Valete.

 

Nos últimos anos Valete tem colaborado com outros artistas e projetos, mas foi adiando o lançamento de um novo álbum, fazendo crescer a expectativa dos fãs. A espera foi longa, mas chegou ao fim: 2017 foi o ano do regresso de Valete a estúdio e da edição surpresa de dois singles. O tema “Rap Consciente” é um grito de revolta contra um rap plástico, sem alma nem mensagem. O videoclipe tem a participação de Sam the Kid, Maze, Sagaz, Phoenix RDC, Kappa Jotta, B Skilla, Capicua, The Legendary Tigerman, entre outros, e conta já com mais de três milhões de visualizações no YouTube. “Poder” é um tema dedicado ao pai do rapper que faleceu em Abril de 2016. Segundo Valete, “Poder” “fala essencialmente de auto-superação e filantropia. Talvez as duas coisas pelas quais devemos viver”. No YouTube somam-se já mais de 1 milhão de visualizações. Espera-se, pois, um público afinado no concerto de Valete na edição deste ano do Vodafone Mexefest.

 

Da Alemanha chega o fado dos Estrada Fado Group

A aventura dos Estrada Fado Group surge quando Luís Delgado juntamente com o seu irmão fundou em 1977, uma banda com a designação “Os Atlânticos” que, pelas muitas digressões artísticas por toda a Europa, conquistou, pela sua lusofonia, um espaço especial além das fronteiras de Portugal.

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Na senda do sucesso do grupo, teve a ideia de formar um grupo especial de Fado, os Estrada Fado Group

Depois de uma longa pesquisa, conseguiu juntar em torno a este projeto, três talentosos músicos que se juntaram a este projeto multicultural: o SAZ turco é dedilhado talentosamente por Serdar Yayal, Rudi Linges ao piano e teclado. O jovem guitarrista Bastian Vogel juntamente com Luís Delgado dão a este quarteto uma harmonia muito especial.
”Estrada da Amizade” é o mais recente disco deste coletivo que enaltece a música Portuguesa fora de Portugal

Solidariedade Multicultural em Lisboa…

O mundo é cada vez mais global e inclusivo. Portugal também.

Acolhemos, de braços genuinamente abertos, várias comunidades que, em troca, nos enriquecem com a sua diversidade. Vivemos juntos num mesmo território. Partilhamos uma nação habitada por quem entende a diferença e a aplaude.

Quando acontece algo tão trágico como os incêndios que afetaram tantas famílias em Pedrógão Grande, estamos, mais uma vez, juntos. As ações de solidariedade e ajuda às vítimas têm, felizmente, sido muitas e fundamentais.

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A Comunidade Hindu de Portugal, presente no nosso país desde 1975 (devido à descolonização de Moçambique) leva a cabo iniciativas de âmbito religioso, cultural, social e educativo que contam com a participação dos seus cerca de 9000 membros e que, além de celebrarem as tradições da cultura hindu, fazem também uma ponte com a cultura portuguesa.

 

É nesse âmbito de partilha de culturas, tradições e, sim, preocupações que a Comunidade Hindu  de Portugal, juntamente com a Câmara Municipal de Lisboa, organiza um espetáculo solidário no próximo dia 28 de Julho, às 21 horas com o objetivo de angariar fundos que ajudem as vítimas dos incêndios de Pedrógrão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera.

O donativo de entrada custa 10 euros e, além de ser um contributo precioso para quem tanto precisa, é a oportunidade de ver um espetáculo que aproxima a cultura portuguesa da hindu: atuações culturais indianas, o rancho folclórico Casa do Minho, o coral orquestral Omkara e Paco Bandeira. Um alinhamento que reflete a proximidade entre duas culturas historicamente irmãs e que prova a total integração da comunidade hindu no nosso país.

Porque, assim com as tragédias não escolhem credo nem geografia, a solidariedade não pode, nunca, limitar-se por nenhum tipo de fronteiras.