Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

Moonspell… “1755”… Novo álbum totalmente cantado em português

Os Moonspell e a Alma Mater Records orgulham-se de apresentar “1755”,  novo álbum dos Moonspell que irá incidir sobre o terramoto que devastou Lisboa no século XVIII. A ser editado a 3 de novembro, é o primeiro disco da banda totalmente cantado em português e tem o fadista Paulo Bragança como convidado no primeiro single a lançar em setembro "In Tremor Dei".

c4878248-508c-43fb-84fe-3ec668a35bdd

O novo disco será apresentado, pela primeira vez, ainda antes da sua edição e em sessão tripla da "Tour 1755": dois concertos em Lisboa (30 e 31 OUT) e um regresso muito aguardado ao Porto onde os Moonspell não tocam há mais de dois anos, no primeiro de novembro.

1755” será tocado na íntegra nestes concertos de apresentação em Lisboa e no Porto, que contam ainda com a presença do fadista Paulo Bragança em palco. O alinhamento para estes concertos inclui também temas mais obscuros da carreira dos Moonspell.

 

O disco é uma reflexão poética, musical e filosófica da banda sobre o evento de 1 de Novembro de 1755 em Lisboa e as suas repercussões no mundo civilizado. Serão 10 temas que na carreira da banda encontram ecos longínquos em discos como "Under the Moonspell" ou "Alpha Noir" mas que apresentam, sobretudo, uns Moonspell como nunca os ouviram a cantar um Portugal e uma Lisboa que não é solarenga, nem turística, nem luminosa.

 

É um disco de raiz Metal, com riffs vibrantes, orquestrações épicas e vozes e letras que testemunham a agonia daquele dia. A banda preocupou-se também em recriar a época, existindo uma fusão com elementos percussivos e melódicos que remete para os fins do século e para a atmosfera que se vivia na capital portuguesa na altura.

 

Um disco histórico, rigoroso e sério. A besta negra que fazia falta à Música contemporânea em Portugal.

Hercules & Love Affair apresentam o novo álbum "Omnion" no Lux em Novembro

Hercules & Love Affair estão de regresso com um novo disco, "Omnion", a editar a 1 de Setembro. A digressão de apresentação passa por Portugal, com um concerto único, dia 17 de Novembro, no Lux, em Lisboa.

foto

Em colaboração com David Wilson, artista e realizador nomeado para um Grammy Award, a banda desafiou artistas de renome internacional para criarem o suporte visual deste espectáculo, criando um conteúdo original e arrojado, com diferentes formas que se revelam e transformam todas as noites. Os bilhetes estarão à venda, a partir de sexta-feira, 21 de Julho, nos locais habituais.

O quarto álbum de Hercules & Love Affair , "Omnion", tema-título e segundo single, conta com a participação de Sharon Van Etten, numa música que indica um pouco mais do rumo tomado pela banda neste novo registo. "Omnion" tem onze canções que procuram inspirar o público para a tolerância e fé, nos tempos conturbados que se vivem.

Neste disco juntam-se a Andy Butler, Rogue Mary e Gustaph as vozes de Faris Badwan, vocalista dos Horrors, Mashrou' Leila, a mais influente banda de indie árabe, Sharon Van Etten, e as islandesas Sisý Ey. Mantendo uma "intensa relação com as drogas" desde a sua juventude, culminando num "grande abuso das drogas que me levava ao internamento por overdose todos os fins de semana", Butler encontra-se recuperado há quatro anos. "Omnion" é um trabalho rico, que revela a visão do mundo de Butler com esta nova dinâmica, capaz de encarar tanto a sua maldade como a sua beleza

 

"Don't Stop" é single de apresentação do novo trabalho de Diron Animal

Nascido e criado nos guetos de Cazenga, na capital Angolana, Luanda, Diron Animal, vocalista do colectivo Throes + The Shine estreia-se agora a solo com "Don't Stop", primeiro avanço do álbum de estreia "Alone" com lançamento marcado para Outubro.

080bd43a-1971-4bce-8fda-467d815c2e0f

A viver em Portugal há alguns anos, Diron Animal é reconhecido pela sua incrível presença em palco e pelos trajes sui generis. Influenciado pela música africana, Diron junta-lhe neste álbum algumas componentes eletrónicas para passar uma mensagem, em diferentes línguas (Português, Inglês e Kimbundo), do contexto árduo em que cresceu, envolvido em pessimismo, ganância e ambição desmedida, contexto que no entanto o ensinou a viver aproveitando as oportunidades, com esperança e canalizando todas as dificuldades para a criatividade.

Os riffs de baixo e o som único do Saxofone unem-se de forma singular para este "Don't Stop" que conta com um video igualmente fascinante para apresentar, de forma marcante, este novo projecto.

12 mil pessoas animaram a 5ª edição do NOS Summer Opening

Cerca de 12 mil pessoas passaram pelaa 5ª edição do NOS Summer Opening, no Funchal, num ano em que, pela primeira vez, o festival teve lotação esgotada logo no primeiro dia.
O balanço que fazemos é muito positivo porque sentimos as boas energias e vibrações que caracterizam NOS Summer Opening, vimos que as pessoas estavam felizes, vimos os artistas extremamente contentes por terem cá estado e tudo se conjugou para que fosse um fim-de-semana de festa e de Verão e para que seja o evento de Verão na Madeira”, referiu Gonçalo Camacho, da organização do festival.

a00

O responsável não pôde deixar de salientar o facto de, no primeiro dia, o festival ter atingido, pela primeira vez, lotação esgotada. “É um grande motivo de orgulho, foram cerca de 7 mil pessoas no Parque de Santa Catarina e o sábado foi igualmente uma das melhores noites, sendo que tivemos cerca de 5 mil pessoas no parque”, realçou. No total das duas noites, cerca de 12 mil pessoas passaram pelo Parque de Santa Catarina. “Foi a melhor edição de sempre do NOS Summer Opening”, acrescentou, avançando, “com toda a certeza, que o festival vai acontecer em 2018”.

a01

E ontem, último dia do festival, passaram primeiro pelo palco os madeirenses Men on the Coach. Depois, a actuação de Dillaz levou o muito público jovem ao rubro. A noite foi sempre em crescendo, e Mundo Segundo e Sam The Kid continuaram a levar boas vibrações ao público que cantou e dançou com esta actuação. “Eu sabia que era um festival especial, que era provavelmente o festival mais forte da ilha da Madeira e eu, pessoalmente, estou radiante, vou para casa mesmo com o coração cheio”, confessou Mundo Segundo.

Sam The Kid fez suas as palavras do companheiro de palco. “Estive cá no ano passado com os Orelha Negra e desde o ano passado que fiquei com vontade de voltar porque senti o público com muita fome de interagir”, afirmou, confessando que, tal como Mundo Segundo vai “muito satisfeito para casa”. “Foi melhor do que o que estava à espera”, acrescentou.

a02

O final ficou reservado para Nelson Freitas, o artista holandês com raízes cabo-verdianas que pôs muita gente a dançar ao ritmo dos sons quentes. “Correu tudo muito bem, o público deu muito amor e muita energia”, descreveu, garantindo que ficou “com muita vontade de voltar”. “Com este público maravilhoso, por mim seria já amanhã”, gracejou.

Com a sexta edição já garantida, já se pode dizer… até para o ano!

Matosinhos em Jazz…

Não é de agora que Matosinhos e o jazz estão numa relação séria. As noites de 28 e 29 de julho prometem, porém, aquecer ainda mais o antigo namoro da cidade com o género musical que Julio Cortázar definiu como sendo aquele que permite todas as imaginações. Bem a propósito, a primeira edição da iniciativa Matosinhos em Jazz trará à Praça Guilhermina Suggia dois concertos gratuitos e absolutamente imperdíveis: a reedição, a 29, do inesquecível encontro das canções de Gregory Porter com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, ocorrido há dois anos, e, a no dia 28, o concerto da OJM que evoca o naufrágio paquete Veronese, ocorrido em 1913.

ImageGen

Agora carregada com dois Grammy Awards na categoria de Melhor Álbum de Jazz Vocal (por “Liquid Spirit”, em 2014, e mais recentemente por “Take Me to the Alley”), a bagagem do norte-americano Gregory Porter carrega uma tonalidade vocal ímpar e um conjunto de canções que a revista “DownBeat” considera como sendo os prováveis standars do jazz do século XXI. Tal como sucedeu há dois anos no concerto na Casa da Música, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música conferirá uma feição única a um conjunto de temas que fundem elementos do jazz, do blues, do gospel e da soul.

 

Os arranjos para as composições daquele que é um dos mais destacados nomes do jazz mundial da atualidade ficaram a cargo de W. Friede, M. Fondse e T. Trapp, explorando as inúmeras possibilidades expressivas de uma música vibrante, cálida e emotiva. O concerto de Matosinhos será, refira-se, o único da digressão europeia de Gregory Porter em que o cantor e compositor atuará acompanhado por uma orquestra sinfónica.

 

Para o primeiro dia do Matosinhos em Jazz está guardada mais um presente da big band que leva o nome de Matosinhos a todo o mundo. Tendo como ponto de partida um filme histórico que mostra o trágico naufrágio do paquete Veronese, ocorrido em 1913 ao largo da Praia da Boa Nova, em Matosinhos, a Orquestra Jazz de Matosinhos preparou um cine-concerto em que as imagens do socorro e do resgate dos náufragos serão acompanhadas pela peça “Costa Muda”, composta por Luís Tinoco. Estreado em 2013, aquando do centenário da tragédia, na Casa da Música do Porto, o concerto incluirá ainda um conjunto de curtas-metragens realizadas por João Canijo, Tiago Guedes, Sandro Aguilar, Francisco Moura e Margarida Cardoso, às quais se somarão composições de Mário Laginha, Pedro Guedes, Carlos Azevedo, Ohad Talmor e Bernardo Sassetti, respetivamente.

 

Praça Guilhermina Suggia (Matosinhos)

28 e 29 de Julho 2017 | 22h00

O mundo das artes de rua rendido a Santa Maria da Feira…

Santa Maria da Feira foi a capital mundial da criação artística contemporânea para o espaço público entre os dias 24 e 27 de maio passado, com o acolhimento do FRESH STREET#2, a segunda edição do maior seminário internacional para profissionais do setor das artes de rua, em ligação direta com o Imaginarius, o maior festival português de artes de rua e uma referência internacional.

01

Cerca de 400 profissionais de 40 países juntaram-se aos 75.000 visitantes do festival, conquistando uma nova dinâmica, numa oportunidade única de promoção internacional do setor das artes de rua e circo contemporâneo português à escala global. Dois meses passados, a organização recolheu opiniões de alguns dos participantes, reveladoras de uma visão aglutinadora e transectorial, capaz de elevar Portugal a uma referência no espaço europeu neste domínio artístico em franca expansão internacional.

Tradicionalmente as artes de rua contextualizam-se por uma linguagem artística pouco reconhecida e com fortes ligações politicas, algo que muito mudou nos últimos 20 anos, através do desenvolvimento de novas abordagens e linguagens transdisciplinares um pouco por todo o mundo. Assim, o setor respira novos desafios e oportunidades como se reflete nas abordagens pós-seminário.

05

O coordenador da Circostrada Network, Stéphane Segreto-Aguilar (França), resume claramente a importância do seminário a um “momento bienal único” para “inspirar os profissionais presentes com bons exemplos de todo o mundo”.

Jens Frimann Hansen, diretor artístico do Helsingør Teater e do Passage Festival (Dinamarca), o FS#2 é um “importante espaço de encontro e partilha, onde os profissionais podem estar juntos para tecer interessantes discussões sobre artes de rua no contexto global atual”. Numa visão de futuro, Jens acredita que “as artes de rua têm uma grande capacidade de desenvolvimento, daí ser muito importante a discussão das artes no espaço público para potenciar a sua afirmação internacional”. Em contraponto, Maud Le Floc'h, diretora do Le pOlau – Pôle des arts urbains (França), vinca claramente a sua visão, acreditando que o planeamento urbano e a criação artística para o espaço público podem “conviver ativamente para uma mudança estrutural e de conteúdo no planeamento das cidades de hoje”. Maud reforça que é “essencial unir artistas e agentes de planeamento urbano para a criação de novas visões integradas e encontrar um compromisso entre quem planeia e vive nas cidades”. Mais, deverá “ser considerada uma nova competência polivalente nos agentes de planeamento urbano”.

02

As “artes de rua na atualidade conseguem unir as diferentes camadas da sociedade”, afirma Tanja Rutier, da HH Producties (Holanda), em sintonia com Cristina Farinha (Portugal), na sua defesa pela “democratização do espaço público” e a “importância das artes de rua para que as pessoas possam reclamar a utilização da própria cidade” de outros prismas e sem receios. Já Kim Cook, diretora do Burning Man (Estados Unidos da América), complementa este raciocínio com a sua visão relativa à “importância da convivência da tradição e contemporaneidade no espaço público dos nossos dias”, que na realidade “é cada vez menos público, com o alargamento das áreas privadas e da necessidade de encontrar soluções de convivência”.

 

O ativismo e a conexão do espaço público com as pessoas e o nosso dia-a-dia são assertivamente defendidos por Noeline Kavanagh, diretora artística do Macnas (Irlanda), e que defendeu no âmbito do FS#2 o “papel das artes de rua na influência de públicos e na decisão política”. Com um papel ativista e uma visão altruísta, Noeline defende que “temos de ser arquitetos da nossa imaginação, materializando-se como o antidoto dos nossos tempos, de forma a abrir o dialogo das pessoas com o espaço público e fortalecendo a responsabilidade de cada um de nós pela criatividade das nossas cidades”. A coesão da identidade europeia desenvolvida a partir da arte no espaço público foi outro dos fatores-chave a concluir, sendo que Tracy Geraghty, representante de Galway 2020 – Capital Europeia da Cultura, defende a necessidade de “fruir o nosso espaço comum, encarando a diferença como a alavanca para mutação de visões e estigmas sociais, capazes de transformar a nossa realidade à escala europeia”. Assim, devemos encarar as nossas cidades como “ferramenta de evolução artística e social”.

04

Os “desafios da qualificação” e o exemplo do Reino Unido, onde “as artes de rua existem como um setor organizado e ativo” são referidos por Angus MacKechnie, diretor do ISAN, como objeto de mudança e oportunidade no contexto europeu, com a vantagem clara da “partilha de ideias, criação e imaginação” de eventos como o FRESH STREET#2. Também Goro Osojnik, diretor do Ana Monro Theatre (Eslovénia), reforça a ideias da necessidade de “posicionar as artes de rua como qualquer outro domínio artístico, dai a importância de seminários como este para o setor, o seu reconhecimento e o seu posicionamento”. Com visão idêntica veio a Portugal Jong Yeoun Yoon, diretor artístico do Korea Street Arts Center (Coreia do Sul), afirmando que é essencial a “partilha de informação para o crescimento do mercado das artes de rua na Coreia”, onde nos “últimos 10 anos se lutou ativamente para a inclusão das artes de rua nos sistemas de financiamento às artes, até agora sem sucesso”.

03

Efetivamente, um fio condutor de debate com foco no posicionamento das artes de rua e no seu reconhecimento, algo que em Portugal aconteceu precisamente no FRESH STREET#2, onde na sua intervenção Miguel Horando, Secretário de Estado da Cultura, anunciou o reconhecimento das artes de rua e circo contemporâneo como disciplina especifica das artes performativas, vincando e oficializando este domínio de trabalho no nosso país, a partir de uma ação de reconhecimento e posicionamento internacional do setor em Portugal promovida pelo Imaginarius.

 

Em rescaldo destes 4 dias marcantes para a afirmação das artes de rua em Portugal, de forma interna e externa, Gil Ferreira, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira afirma que se viveu um momento “de celebração do espaço público”, num momento importante para Portugal através do seu “reconhecimento à escala europeia como um espaço privilegiado de diálogo intercultural alargado” e na “criação de visões sobre como poderá ser o futuro da criação artística contemporânea para o espaço público”.

 

O FRESH STREET volta a acontecer dentro de 2 anos, em Galway, na Irlanda, sendo que o Imaginarius voltará a integrar o grupo de trabalho responsável pela programação dos debates e sessões, ao nível da Circostrada Network. Com este processo, o Imaginarius continua na linha da frente e com uma presença ativa na transformação e reconhecimento unanime do setor das artes de rua à escala internacional.

Concertos Comemorativos dos 120 Anos do Teatro Diogo Bernardes

Ana Moura, Rui Veloso, Gabriel O Pensador e Pedro Abrunhosa & Comité Caviar nos Concertos Comemorativos dos 120 Anos do Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima. Os Concertos arrancam no primeiro fim-de-semana de agosto, com a fadista Ana Moura.

tdb_concertos_2017 (Medium)

A fadista que já vendeu mais de um milhão de discos por todo o mundo, actuará na noite de sábado, 4 de agosto, em Ponte de Lima. A lista de nomes sonantes a passar pela vila mais antiga de Portugal não pode ser contida pelas paredes do Teatro que motiva esta série de espetáculos e, precisamente por essa razão, todos decorrem em regime gratuito, no recinto da Expolima.

 

Ana Moura abre um ciclo que não é exclusivamente protagonizado por artistas nacionais. Pelo palco da Expolima, passa, no mesmo fim-de-semana, Rui Veloso. O artista, que celebra já 37 anos de carreira, traz a Ponte de Lima matizes de um repertório gravado numa dezena de álbuns de estúdio, na noite de domingo, 5 de agosto.

A programação não se fica por aqui e o segundo fim-de-semana de espetáculos é aberto pelo cantor e compositor brasileiro Gabriel O Pensador, que atua na noite de sábado, dia 11 de agosto.

Donos de muitos dos temas mais rodados nas rádios e sobejamente conhecidos do público, Pedro Abrunhosa & Comité Caviar estarão em concerto a 12 de agosto, na Expolima, a partir das 22h00.

 

São várias as dezenas de ações culturais a realizar no Município de Ponte de Lima durante o presente ano, mas a série de “Concertos Comemorativos dos 120 Anos do Teatro Diogo Bernardes” merece especial atenção pelo conjunto que apresenta.

Al Mouraria Fado Tour 2017

Com 14 anos de experiência, este grupo apresenta a garantia da experiência e a maturidade conseguida em centenas de concertos. Criado em 2003, fruto de um convite endereçado a um dos elementos para levar um grupo de fado a um Festival de Músicas do Mundo a realizar no sul de Espanha, o projecto haveria de continuar em face da excelente aceitação do público, tendo-se  solidificado no ano seguinte com atuações no país vizinho, e sobretudo no sul de Portugal.

Ao longo dos anos o grupo atuou por todo o país desde romarias populares até às salas dos melhores casinos do país, tendo sempre demonstrado estar preparado para lidar com o público mais variado.

0803a8cb-f72a-40c9-868c-39bfd7ef4937

Os festivais da World Music foram sempre também uma atração, tendo feito parte do cartaz de alguns deveras importantes como o Festival de Essaouira (Marrocos), Festival Cajandalouse (Casablanca), Festival Internacional de Cordoba, Festival Três Culturas (Toledo e Murcia), Festival Internacional de Granada, Festival Albhuera, Festival Med Loulé (3 vezes), e ainda outros.

 

Nos últimos concertos e por solicitação dos contratantes o grupo tem alternado temas de fado/tango com outros de álbuns anteriores abordando ainda alguns clássicos da música portuguesa.

 

28 de Julho 2017 | 21.30h - Praça da República (Campo Maior)

29 de Julho 2017 | 22.00h - Palco da Feira (Feira anual do presunto e enchidos) (Vila Nova de S. Bento)

4 de Agosto 2017 | 20.00h - Festival de Música À La Luz De La Mina (Nerva / Espanha)

5 de Agosto 2017 | 21.00h - Centro Cultural (Lagos)

16 de Setembro 2017 |19.30h - Auditorium (Vale do Lobo)

10 Cineastas filmam em Avanca… e 149 investigadores apresentam comunicações

A partir de quarta-feira dia 26, durante 5 dias, 10 cineastas premiados ajudam participantes a filmar nas ruas, nos campos e com as pessoas de Avanca.

imgWk2017_pt

O 21º Festival Internacional de Cinema AVANCA 2017, paralelamente à competição de filmes organiza o Creative Film Workshops, onde participantes inscritos integram equipas que filmam com cineastas convidados pelo festival. Este projeto procura ser um embate de criatividade, de experimentação fílmica, de explosão narrativa e de apuro técnico.

O AVANCA 2017 conta assim com cineastas da Áustria, Canadá, Cuba, Bélgica, Brasil, Espanha, Jordânia e Portugal. Todos os cineastas convidados são autores de obras distinguidas no AVANCA e com um percurso profissional assinalável.

 

Procurando filmar entre a ficção e o documentário, Jessica Rodríguez, jovem e surpreendente realizadora e escritora cubana cuja longa-metragem “Óculos escuros” tem sido uma revelação, orientará filmagens conjuntamente com o cineasta austríaco Chris Raiber do multipremiado “Nelly”, com a jovem revelação do cinema jordano Dalia Abuzeid e o documentarista português Luís Margalhau, que no ano passado viu o seu filme “Nós na Rua” ser distribuído pelo circuito comercial de cinema.

 

Marcia Paraiso, argumentista e cineasta brasileira autora do filme “A Lua em Sagitário”, irá orientar uma oficina de escrita para cinema. Também o diretor de fotografia brasileiro Ralf Tambke irá orientar uma oficina de cinema. Voltada para as técnicas de iluminação para cinematografia digital, procurará abordar a prática de iluminação baseado em cenas da cinematografia clássica mundial.

 

Na animação, a cineasta canadiana Janice Nadeau, distinguida com os prémios LUX, conjuntamente com os realizadores Arly Jones e Sami Natsheh de Espanha que trabalharam em filmes nomeados para o Óscar e venceram prémios Goya, irão procurar desenvolver projetos nesta área.

 

Os filmes produzidos que têm sido produzidos ou desenvolvidos nos workshops do AVANCA, têm tido ao percurso assinalável. O filme português mais premiado de sempre teve o seu primeiro desenvolvimento numa oficina do AVANCA e este ano o Festival vai abrir com um filme produzido na edição do ano anterior. Paralelamente, 149 conferências proferidas por investigadores vindos de países dos cinco continentes, marcam os dias do festival onde a conferência AVANCA | CINEMA vem permitir a divulgação do que está a acontecer pelos centros de investigação à volta do cinema, um pouco por todo o mundo.

Nesta conferência será atribuído à melhor comunicação, o Prémio Eng. Fernando Gonçalves Lavrador. Esta distinção foi criada em homenagem póstuma a um dos mais relevantes investigadores portugueses na área da semiótica, estética e teoria do cinema, cuja obra é fundamental e universal.

 

 

 

Com o propósito de ser um encontro e um apoio ao ato criativo de cineastas de todo o mundo, o 21º AVANCA 2017 é uma organização do Cine-Clube de Avanca e Município de Estarreja com o apoio do ICA / Ministério da Cultura, IPDJ, FCT, Região de Aveiro, Junta de Avanca, Agrupamento de Escolas e Paróquia de Avanca, para além de várias entidades locais, nacionais e estrangeiras.