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Glam Magazine

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Apresentação especial de "On The Quiet" de Xinobi no CCBeat

Está marcado e vai ser uma noite única. Xinobi vai estar, dia 8 de Setembro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa no CCBeat a apresentar o seu mais recente álbum "On The Quiet" num espetáculo muito especial e recheado de surpresas.

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O segundo álbum que Bruno Cardoso edita sugere o retrato de um percurso pessoal que evoca as vivências ‘punk’ que teve na sua formação e a progressiva construção de uma identidade que o encaminhou rumo às eletrónicas e à música de dança. A ideia de criar um disco como auto-retrato onde habitam os sons, as palavras e também o objeto físico em si é, logo à partida, o principal atrativo num primeiro contacto com “On The Quiet” álbum que, três anos depois de 1975, representa um seguro e bem mais focado segundo álbum na obra que Bruno Cardoso (com 39 anos) apresenta como Xinobi.

No plano musical o disco apresenta uma sequência coerente de temas que exploram diálogos entre o formato da canção e a zona de maior liberdade formal em terreno de trégua depois de uma noite de ritmos mais agitados, entre a house, periferias da pop e cercanias mais suaves do techno, conciliando ainda o canto e o spoken word para, sobre eletrónicas e batidas, lançar memórias, sugestões ou reflexões que, mesmo se por vezes usam palavras dos outros, no fim acabam sempre por nos falar de si mesmo.

 

O músico vem apresentar-se com a sua banda formada por Óscar Silva (Jibóia), Ana Miró (Sequin) e Vasco Cabeçadas, assim como contará com a presença de alguns convidados muito especiais para um concerto que será memorável.

 

Segunda edição do Moda Mar inaugura o edifício Real Vinícola

Custou, mas já está…
Após décadas de abandono e indefinição, o edifício da Real Vinícola regresso à vida da cidade no próximo sábado, e cheio de estilo. A inauguração está marcada para as 21h30 e contará com a segunda edição do Moda Mar, o evento dedicado à moda para os dias mais quentes e de praia.

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Nesta segunda edição, o Moda Mar contará com a presença da atriz Joana Duarte, que desfilará com as manequins da Best Models num espetáculo apresentado pela jornalista Rute Braga, do Porto Canal, no qual Carlão (ex-Pacman dos Da Weasel) assinará um momento musical. Assinalando o regresso de Matosinhos ao circuito principal da moda portuguesa, o Moda Mar mostrará as coleções de alguns dos melhores criadores nacionais, como Katty Xiomara, Júlio Torcato e Alexandra Oliveira, que traz a Matosinhos a marca de autor Pé de Chumbo.

 

O desfile permitirá ainda ficar a conhecer as propostas arrojadas e inovadoras dos novos criadores nacionais, no âmbito do projecto Portuguese Fashion News, aos quais se juntarão as coleções das marcas nacionais Coquelicot, Glüen, Philomena, Priscilla Wear, Ekena Bay, Lona, Nazareth Collection e Mad Dragon Seeker.

 

Originalidade e glamour não vão, pois, faltar, nem opções para os dias de praia que aí vêm e que ficarão marcados pela devolução da Real Vinícola à cidade. Primeiro edifício industrial de Matosinhos-Sul, construído entre 1897 e 1901 pela sociedade Meneres e Cª, a Real Vinícola foi integralmente recuperada pela Câmara Municipal de Matosinhos, naquela que é uma das maiores operações de reabilitação urbana realizada em Portugal nos últimos anos, representando um investimento total de mais de oito milhões de euros.

 

Encerrado desde 1930, o degradado quarteirão industrial foi adquirido pela Câmara Municipal de Matosinhos em 2000, tendo a sua reabilitação obedecido ao projeto do arquiteto Guilherme Vaz. Até ao final do ano, recorde-se, o edifício Real Vinícola vai acolher a Casa da Arquitectura-Centro Português de Arquitectura – que será o primeiro espaço expositivo português inteiramente dedicado ao estudo, à divulgação e valorização da arquitetura –, as novas instalações e o espaço de investigação da Orquestra Jazz de Matosinhos, um restaurante e um conjunto de estabelecimentos comerciais relacionados com a vocação industrial do imóvel.

 

O livro do ano…. “Na Boa!”

Diogo Faro tem-se destacado como comediante, mas chega-nos agora num papel completamente diferente. Depois da sua viagem à Índia onde viveu 3 meses como voluntário num templo Hindu, passou a ver a vida de outra forma como se tivesse um filtro de Instagram nos olhos chamado "optimismeville". E mesmo que isto possa soar cliché, a verdade é que percebeu que tinha algo mais para dar ao mundo. Inspirado em grandes pensadores da actualidade, criou o Instituto Português para os Altos Estudos da Felicidade e tem desenvolvido o seu trabalho a estudar precisamente a felicidade dos portugueses. As conclusões, até agora, são óptimas mas há sempre espaço para melhorar e é desta forma que surge este livro. Uma partilha do autor com os leitores sobre como podemos ser ainda mais felizes do que já somos, sendo que o leitor começa logo esse processo ao comprar este livro porque está a ajudar financeiramente o Diogo e o IPAEF gerando assim uma sensação de bem-estar para si mesmo, precisamente como nas religiões ou workshops de auto-ajuda.

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Ser feliz na Dinamarca e noutros países prósperos é fácil. Com uma boa lareira por perto e um ordenado confortável para se fazer umas viagens aos trópicos duas ou três vezes por ano, quem é que consegue ser infeliz? Já a felicidade em Portugal, onde o salário mínimo é mesmo mínimo, os transportes públicos estão sempre atrasados e é preciso dormir à porta da Segurança Social para se ser atendido, é um assunto intrigante que desperta o fascínio da comunidade científica mundial.

 

Numa linguagem rigorosa mas acessível, o presidente e fundador do Instituto Português Para os Altos Estudos da Felicidade (IPPAEF), Diogo Faro, explica aqui o extraordinário segredo da felicidade do povo português. «“Na boa”, “um gajo safa-se”, “claro que se desenrasca isso”, os problemas resolvem-se e a vida leva-se de sorriso na cara», escreve o autor. «Com mais ou menos sobressaltos, descobrimos constantemente maneiras de saltar de nenúfar em nenúfar mesmo quando à nossa volta tudo é um lago de problemas.» Porque de vez em quando é bom olharmo-nos ao espelho e gostarmos do que vemos, a leitura deste livro fará o leitor sentir-se ainda mais feliz.

Por si. Pelo seu país. Por todos nós.

 

Apresentações:

21 Julho às 21:30, na Fnac do NorteShopping

26 Julho às 18:30, na Fnac do Colombo

 

Uma edição: A Esfera dos Livros

Indie Music Fest 2017… Novas Confirmações

O Indie Music Fest apresenta mais cinco nomes para se juntarem ao Bosque do Choupal, em Baltar, nos dias 31 de Agosto, 1 e 2 de Setembro de 2017, para uma edição que promete ser histórica e que conta com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Paredes. Uma união há muito desejada e que agora ilustra esta celebração recheada de muitas surpresas. Para já as recentes confirmações para a edição 2017 do Indie Music Fest.

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Um dos nomes bastantes aguardados no Bosque do Choupal é sem duvida o de Manuel Fúria. O artista multifacetado vem apresentar o seu recente registo ”Viva Fúria”, álbum este já reconhecido como um dos grandes trabalhos de 2017. Voz afinada para debitar ilustrações lusófonas juntamente com Os Náufragos que são para além de Manuel Fúria na voz e guitarra,

Tomás Cruz na guitarra baixo e vozes, Tiago Brito na guitarra, Francisca Aires Mateus em Londres, Nuno Carrolo Santos na reserva, Carolina Bernardo nas vozes, Tomás Branco Gonçalves nas teclas e Vasco Magalhães na bateria.

 

Do coração alentejano, o groove synth-prog-pop-rock dos Marvel Lima. O Bosque vai ser invadido por uma mistura de géneros, onde o rock psicadélico, congas e groove marcam na criativa secção rítmica e na fusão pelas texturas sintetizadas influenciadas pelos anos 70.

 

Batidas electrónicas, ambientes Indie e melodias Pop caracterizam a sonoridade do portuense Jonny Abbey, onde a guitarra e os teclados são os instrumentos de eleição para uma combinação desinibidora do digital com o analógico. O álbum de estreia “Unwinding” leva-nos a viajar por ambientes alternativos, mantendo sempre a vertente “catchy” do estilo Synth-Pop. O ritmo urbano em perfeita harmonia com a natureza. Vai ser interessante.

 

O jazz também vai marcar posição neste edição do Indie Music Fest com Phantom Trio. A música deste trio é um espaço de acção e um laboratório sónico. Experimentemos ver e ouvir Fábio Almeida nos Saxofones, Sérgio Tavares no Contrabaixo e João Martins na Bateria.

Paulo Barreto irá para um dos palcos IMF com vários músicos, defender as canções de “EP of the Year”. Deixará fluir ritmos mais dançantes, deixará o Bosque do Choupal rendido nesta quinta edição, com o espírito Los Luchos no encontro entre as colunas e os nossos ouvidos.

É para dançar! É para festejar!

 

A estes nomes juntam-se ao Indie Music Fest 2017 os já anunciados Conjunto Corona, Them Flying Monkeys, Twins Transistors, Heavy Cross of Flowers, Paraguaii, The Miami Flu, Lucky Who, Moon Preachers, Killadelphia e El Señor.

 

Bosque do Choupal (Baltar)

31 de agosto, 1 e 2 de setembro de 2017

Seu Jorge já está na Madeira para actuar logo à noite no NOS Summer Opening

Seu Jorge chegou ontem à tarde à Madeira para actuar hoje à noite, a partir das 00h00, no palco do NOS Summer Opening, no Parque de Santa Catarina, no Funchal. Cantor, actor, compositor e multi-instrumentista é um dos maiores nomes da música brasileira e prometeu à chegada que a estreia na Madeira “vai ser demais”, não apenas pela “participação maravilhosa do Dengaz com a música dele no show”, mas porque antevê uma noite “maravilhosa” na ilha que viu muitas vezes “sempre que passava por cima de avião e ficava olhando e imaginando como seria chegar” a terras madeirenses.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Sobre o concerto de logo à noite, disse não ter um alinhamento rígido e promete cantar sobretudo aquilo que o público lhe pedir. “Trago todo o repertório consagrado pelo público daqui, desde as músicas que ouvem na rádio como aquelas que ouvem no disco e, eventualmente, alguma coisa que pode vir a ser uma surpresa. A gente não tem nenhum roteiro”, avança, sublinhando que também espera “que a plateia vá dizendo com gestos o que gostaria de ouvir para poder interpretar”.

 

Neste primeiro dia de festival, as portas abrem às 18h30. A banda madeirense SOU actua às 19h, os Átoa às 20h30, Bezegol & Rude Bwoy Banda às 22h15 e, finalmente, Seu Jorge sobe ao palco às 00h00.

Para amanhã está reservado mais um dia em cheio. O segundo e último dia arranca com os madeirenses Men on the Couch às 19h, seguindo-se Dillaz (20h30), Mundo Segundo & Sam The Kid (22h15) e Nelson Freitas fecha o cartaz com a actuação marcada para as 00h00.

Orquestra Jazz de Matosinhos interpreta banda-sonora dos filmes que marcaram os 100 anos do naufrágio do "Veronese"

Tendo como ponto de partida um filme histórico com imagens do trágico naufrágio do paquete Veronese, ocorrido ao 1913 na costa da Praia da Boa Nova, o cine-concerto da Orquestra Jazz de Matosinhos, estreado em 2013, aquando do centenário da tragédia.

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"O Naufrágio do Veronese" mostra de modo épico o socorro e resgate dos náufragos do navio inglês. Luís Tinoco compôs "Costa Muda", a peça que serve de banda-sonora a uma das primeiras produções da Invicta Film. Mas há mais. Para marcar o centenário da tragédia, os realizadores João Canijo, Tiago Guedes, Sandro Aguilar, Francisco Moura e Margarida Cardoso foram convidados a reinterpretar a História. A essas novas curtas-metragens juntam-se as músicas de Mário Laginha, Pedro Guedes, Carlos Azevedo, Ohad Talmor e Bernardo Sassetti, respectivamente.

 

Dia 28, a projecção dos filmes será acompanhada ao vivo pela Orquestra Jazz de Matosinhos, dirigida por Pedro Guedes.

 

Praça Guilhermina Suggia (Matosinhos)

28 de Julho 2017 | 22h00

Viagem Medieval cria 18 personagens históricas do burgo

Na sua 21ª edição, a Viagem Medieval vai apresentar 18 personagens históricas criadas de raiz por gente da terra, que prometem surpreender e interagir com os visitantes nos recantos mais inusitados do burgo, entre 2 e 13 de agosto. O objetivo é continuar a construir a diferença através da capacitação local, com gente da terra, que torna este evento único.

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Desde o início de junho que os 18 atores inscritos – alguns deles amadores outros com formação em teatro, na sua maioria pertencentes a associações de Santa Maria da Feira, mas também oriundos dos concelhos vizinhos de São João da Madeira, Oliveira de Azeméis e Ovar – preparam-se para vestir a pele de vendedores de água, vendedores de ar, aguadeiras, pregoeiros d’el rei, barregãs, clérigos, alcoviteiras, pedintes e falsários, durante os 12 dias da Viagem Medieval. Gente das Terras de Santa Maria que não quis perder esta oportunidade de formação e de participação ativa num evento de recriação histórica que é uma referência nacional e internacional.

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Com encenação e direção artística de Carlos Reis, este projeto de construção de personagens históricas do burgo resulta de um desafio lançado pela Viagem Medieval, em maio passado, ao movimento associativo local. Para além de receberem 40 horas de formação específica, assente no rigor histórico, os atores terão a oportunidade de pôr à prova as suas capacidades de improviso e de interação com o público durante o evento. Pretende-se que este seja mais um projeto diferenciador da Viagem Medieval, pelo trabalho de construção que o torna único e genuíno.

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A 21ª edição da Viagem Medieval realiza-se no centro histórico de Santa Maria da Feira de 2 a 13 de agosto de 2017, numa organização conjunta da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, empresa municipal Feira Viva e Federação das Coletividades de Cultura e Recreio do Concelho.

Ao longo de 12 dias serão recriados episódios do reinado de D. Afonso IV, tendo como mote a trilogia dos horrores – Fome, Peste e Guerra.

 

Fotografias: Paulo Homem de Melo

Os ritmos da Jamaica vão estar bem representados no Flower Power Fest Cascais

A maior festa de música dos anos 60 a 80, a Flower Power Fest, muda-se para Cascais e promete reunir a 3, 4 e 5 de agosto, na praia de Carcavelos, as mais emblemáticas bandas daquele período mágico do pop/rock.

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Inner Circle foram formados em 1968 pelos irmãos Ian (baixo) e Roger Lewis (guitarra), em Kingston. Em 1974, lançaram o seu primeiro álbum, “Rock The Boat”, com o selo da Trojan Records. A formação inicial da banda era: Funky Brown (vocal), Prilly (vocal), Stephen Cat Core (guitarra), Ibo Cooper (teclado), além dos irmãos Lewis.

Em 1976, Jacob Miller assumiria os vocais do Inner Circle e a banda começaria a fazer sucesso. Pouco tempo depois, os metais foram incorporados à banda, através de Llewellyn Chang (sax alto) e Leighton Johnson (trompet), ambos formados na banda Excelsior High School. Ao final de uma excursão aos Estados Unidos e Bermudas, Ibo Cooper e Stephen Cat Core deixam o Inner Circle para criarem a sua própria banda.

Ao grupo, juntou-se também o guitarrista Joe Ortiz, o qual de um toque de hard rock, jazz e blues ao som o grupo. O estilo da banda foi decisivamente marcado pelo acidente automobilístico que tirou a vida do vocalista Jacob Miller, em 23 de março de 1980. Após a morte de Jacob Miller, a banda se separa, mas, em 1982, ainda lança um álbum chamado “Something So Good”. Em 1986, os irmãos Lewis reativaram definitivamente os Inner Circle, com um novo vocalista: Calton Coffie, com o qual gravam “Black Roses”. Em 1987, os Inner Circle lançam o álbum “One Way”, que contém a canção "Bad Boys", a qual fez grande sucesso e é transformada em trilha a série de televisão Cops. Desde então, a banda auto-denomina-se "The Bad Boys of Reggae". Em 1993, o single "Sweat (A La La La La Long)" alcançaria o TOP 3 do Reino Unido (a canção "Bad Boys" havia conseguido apenas a 52º lugar) e a décima sexta posição no Billboard Hot 100. Em 1995, o vocalista Calton Coffie adoece e fica por um longo período inativo. Ao recuperar-se da doença, decide abandonar a banda para seguir carreira solo. O seu lugar é então ocupado pelo atual vocalista, Kris Bentley, que se estreou em 1997. “Da Bomb”, que foi lançado na América um ano mais tarde numa versão ligeiramente reconfigurada intitulada Speak My Language. A banda tem realizado longas digressões pelo mundo e continuou lançando novos álbuns, incluindo “Big Tings”, de 2000.

​A banda de reggae americana Big Mountain trouxe uma versão muito comercializada da música jamaicana para o mainstream americano quando a sua cover de "Baby, I Love Your Way" de Peter Frampton alcançou o Top Ten no início de 1994. No entanto, os seus três álbuns contêm música reggae roots combinada com algumas covers R & B-ish, e a sua formação inclui dois jamaicanos com excelentes credenciais: o guitarrista Tony Chin e o baterista Santa Davis - ambos tocaram com a banda de Peter Tosh e os Soul Syndicate.

Os Big Mountain foram originalmente formados em San Diego, na Califórnia, como Rainbow Warriors. Depois de vários anos de mudanças vertiginosas na programação e duas mudanças de nome - primeiro para Shiloh e finalmente para Big Mountain - o grupo formou-se com o vocalista / guitarrista Quino, com o guitarrista Jerome Cruz, os bateristas Gregory Blakney e Lance Rhodes, o tecladista Manfred Reinke e o baixista Lynn Copeland.

Essa formação lançou Wake Up em 1992 e prosseguiu com "Touch My Light" no início do ano seguinte. O single alcançou o número 51 na América, mas apenas um ano depois os Big Mountain começaram a experimentar vários guitarristas diferentes. Depois de várias mudanças, Tony Chin tornou-se disponível e juntou-se a Quino e a Copeland com as novas aquisições Santa Davis, James McWhinney (percussão) e os teclistas Billy Stoll e Michael Hyde. Durante as gravações do seu segundo álbum, o produtor de cinema Ron Fair pediu aos Big Mountain para gravarem uma cover de "Baby, I Love Your Way" para o seu filme, Reality Bites. Incluído na trilha sonora e no álbum Unity do grupo em 1994, o single alcançou o número seis nos EUA e tornou-se um sucesso mundial.

Apesar do sucesso dos Big Mountain nos tops, a maioria da comunidade reggae permaneceu fiel à banda.

O grupo encabeçou dois festivais consecutivos de Reggae Sunsplash na Jamaica durante as massivas tornés mundiais que cruzaram a Europa, América do Norte e do Sul, Ásia e Indonésia. O terceiro álbum “Resistance” foi lançado em 1995, seguido dois anos depois pelo “Free Up”.

Recentemente os Big Mountain lançaram um novo single “Here Comes The Sun”, um cover dos lendários The Beatles”.

 

EDPCOOLJAZZ arranca de forma brilhante…

Arrancou em força a 14ª Edição do EDPCOOLJAZZ. A força e energia ao vivo de Rodrigo y Gabriela, a intemporalidade comprovada dos The Pretenders e a mestria funky de Maceo Parker marcaram as primeiras noites do festival.

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Os 3 primeiros dias ficam marcados por espetáculos memoráveis.

A dupla arrebatadora Rodrigo y Gabriela, os icónicos e vigorosos The Pretenders, e ainda o incontornável funk master Maceo Parker, são pontos fortes destes primeiros dias. Márcia, Rita RedShoes e Da Chick mostraram a vitalidade da música feita em Portugal e à qual se juntou as performances no novo espaço Santa Casa Jazz Sessions.

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Maria Gadú é já o próximo espetáculo marcado para 23 de julho (domingo), que conta ainda com Filipe Catto.

O festival segue na 3a feira (25 de julho) com Jake Bugg e Jorge Palma, no dia seguinte (26 de julho) com Jamie Lidell e Luísa Sobral, terminando a 29 de Julho com Beatriz Pessoa e Jamie Cullum, no Parque dos Poetas.

 

Fotografias: Inês Lopes da Costa / Paulo Homem de Melo

Viana Bate Forte… Um festival de emoções, um festival no coração da cidade

Depois do sucesso da edição do ano passado, que levou milhares de pessoas ao centro histórico da cidade, o “Viana Bate Forte”, que em 2017 se realiza nos dias 15 e 16 de Setembro, volta a trazer a Viana do Castelo os maiores nomes da música nacional, como é o caso de Pedro Abrunhosa, Salvador Sobral, Richie Campbell, Dengaz, Capitão Fausto, Jimmy P e Luísa Sobral.

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O evento de entrada gratuita pretende não só trazer oferta cultural diversificada à cidade, como proporcioná-la a todos os seus cidadãos e visitantes, promovendo ainda projectos musicais locais e trazendo artistas internacionais, como é o caso de Julian Burdock e Marcelinho da Lua. Esta iniciativa é mais uma manifestação do forte desenvolvimento cultural que a região do Alto Minho atravessa, tendo sido local de composição e gravação de dois dos projectos que estarão presentes nesta edição do “Viana Bate Forte”. “Viva Fúria”, o último álbum de Manuel Fúria & os Náufragos, foi gravado nesta região do país e os Capitão Fausto estão a compor ao longo deste Verão o seu próximo trabalho que será lançado no primeiro trimestre do próximo ano.

 

Organizado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, o festival, que decorre no centro histórico da cidade, tem não só os vários monumentos e edifícios centenários como pano de fundo, mas também o Rio Lima, duas das principais atracções de uma cidade que se define cada vez mais como um dos destinos turísticos mais importantes de Portugal. Este ano o evento chega a um novo espaço da cidade. Além do Palco da República (na Praça da República), do Palco de Pedra (na Porta Mexia Galvão) e do Palco da Erva (na Praça da Erva), haverá ainda o Palco da Liberdade (na Praça da Liberdade).

A edição de 2017 conta com a participação dos seguintes artistas: Aerosoul, Capitão Fausto, Da Chick, Dengaz, Fat Cap, Jimmy P, Julian Burdock, Luísa Sobral, Manuel Fúria & os Náufragos, Marcelinho da Lua, Mimicat, Moonshiners, Ninja Kore, PAUS, Pedro Abrunhosa, Richie Campbell, Rita Redshoes, Salvador Sobral, Valas e Wildfire

Vodafone Vozes da Escrita com Catarina Wallenstein, Tomás Wallenstein, Marta Ren e Miguel Guedes

As sessões de leitura protagonizadas por nomes nacionais consagrados regressam ao Vodafone Paredes de Coura pelo terceiro ano consecutivo. Os convidados desta edição são a atriz Catarina Wallenstein e os músicos Tomás Wallenstein, Marta Ren e Miguel Guedes.

À semelhança do ano passado, os convidados aceitaram o desafio lançado pela Vodafone para formarem duplas e criarem duas sessões de leitura inéditas, a decorrer nos dias 17 e 18 de agosto, às 13h00, no Palco Jazz na Relva.

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A atriz Catarina Wallenstein, dona de um talento versátil que já a levou a trabalhar, entre outros, no cinema com Manoel de Oliveira e João Botelho, em teatro com Jorge Silva Melo e em televisão em várias produções de ficção nacional, e o músico Tomás Wallenstein, vocalista e letrista dos Capitão Fausto, apontado como um dos mais promissores novos autores da música nacional, inauguram as Vodafone Vozes da Escrita na quinta-feira, 17 de agosto.

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No dia seguinte, o palco é de Marta Ren e de Miguel Guedes. A cantora é uma das vozes com mais potencial em Portugal e que tem vindo a conquistar a Europa. Depois de 15 anos dedicados à música, Marta Ren revela-se com o novo projeto a solo e, a convite do Vodafone Paredes de Coura, volta a partilhar o palco com Miguel Guedes, com quem já fez um dueto. O vocalista dos Blind Zero, habitué do festival e que já conta com mais de 20 anos de percurso, vai dar a conhecer alguns dos poemas que mais o marcaram e acompanharam, numa versão anotada de memórias e pedaços de vida.

 

As Vodafone Vozes da Escrita surgiram em 2015, com a participação dos escritores Matilde Campilho, Pedro Mexia, Carlos Vaz Marques e Rui Cardoso Martins. No ano seguinte, os músicos Samuel Úria, Gisela João, Capicua e Adolfo Luxúria Canibal formaram duplas para dar vida a estas sessões de leitura, com os textos escolhidos a incluírem poesia, letras de canções, excertos de romances, crónicas, histórias e autores vários.

 

Para esta edição, os irmãos Catarina e Tomás Wallenstein e os amigos e cúmplices Marta Ren e Miguel Guedes prometem proporcionar aos presentes na Praia Fluvial do Taboão dois momentos bastante especiais, que só podem acontecer num festival tão singular como o Vodafone Paredes de Coura.