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Glam Magazine

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Alter Bridge em Portugal…

Já depois de terem completado uma vitoriosa campanha do outro lado do Atlântico, na América do Sul e de terem feito uma passagem veraneante pela Europa, os titãs do hard rock Alter Bridge preparam-se agora para conquistar de vez o velho continente.

A The Last Hero Tour tem paragem marcada em Portugal no dia 29 de Outubro e o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, vai receber uma banda em estado de graça. Comandada por Myles Kennedy, famoso pela sua associação a Slash na aventura a solo do guitarrista dos Guns N' Roses, por esta altura o quarteto norte-americano – cuja formação fica completa com ¾ dos Creed – conta já com mais de uma década de carreira sólida. Um percurso constante, apoiado com solidez em canções construídas a partir de riffs e vocalizações fortes, alicerçadas em ganchos orelhudos, uma distorção musculada e solos e arranjos exuberantes, sem nunca descurar a dose de melodia necessária para manter o público atento.

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Sem surpresas, é exatamente nessa fórmula testada com sucesso – os cinco álbuns que lançaram até ao momento entraram todos, sem exceção, na tabela de vendas nos Estados Unidos – que têm baseado o seu ouput criativo, espelhado em registos tão bem-sucedidos comercialmente como a estreia “One Day Remains”, “Blackbird”, “AB III” ou “Fortress” – de 2004, 2007, 2010 e 2013, respetivamente – e, já em 2016, “The Last Hero”. Editado no dia 7 de Outubro do ano passado, o quinto álbum dos Alter Bridge mostrou o quarteto oriundo de Orlando, na Florida – formado por Myles Kennedy (voz e guitarra), Mark Tremonti (guitarra e voz), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips (bateria) –, a elevar de forma muito inteligente os seus níveis de excelência. Usando como fonte de inspiração o “heroísmo intemporal”, as 13 canções de “The Last Hero” transformaram-se numa espécie de missão de conquista pessoal para os quatro músicos e, no final, o resultado é, a todos os níveis, avassalador.

 

Não havia, de resto, grande volta a dar – “Os heróis fazem força para nos destacarmos. A sua vontade, coragem e sacrifício podem trazer o melhor do mundo ao seu redor”, explica o poético press-release que acompanha de “The Last Hero”. Composto na ressaca do pico criativo atingido com o seu lançamento anterior – “Fortress” trepou de imediato ao #12 no Top 200 da Billboard e vendeu mais de 30,000 cópias só na semana em que foi posto à venda, tendo sido elogiado de forma unânime por parte da crítica –, Kennedy e companhia só podiam mesmo almejar ainda um pouco mais. Depois das pontuações máximas em revistas como a Total Guitar e a KERRANG!, das tours esgotadas na Europa e nos Estados Unidos, das aparições no VH1 e até na capa da Classic Rock, quando chegou de novo a hora de escrever, os Alter Bridge não tiveram outra alternativa senão fazer ainda mais e melhor e, verdade seja dita, não deixaram créditos por mãos alheias.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

29 de Outubro 2017

Alex D’Alva Teixeira conduz live stream do palco Red Bull Music Academy no Milhões de Festa

O mergulho à distância de um clique: a programação da Academia para a piscina do Milhões, com artistas como Jamal Moss, Mehmet Aslam ou Sly & The Family Drone, vai poder ser seguida em redbull.pt.

Alex D’Alva Teixeira será o anfitrião da emissão especial feita a partir do Palco Red Bull Music Academy para toda a Galáxia em redbull.pt. Alex, carismático vocalista dos D’Alva, agitador das redes de bom gosto, nativo mais do que natural dos melhores palcos do país, conduzirá a emissão especial que levará os concertos do palco mais fresco deste Verão e de todas as estações a qualquer lado onde exista um browser sintonizado em redbull.pt nos próximos dias 21, 22 e 23 de Julho.

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O festival que decorre em Barcelos conta este ano com um palco projectado pela Red Bull Music Academy que ocupa o mítico espaço da piscina que agora estará equipada com um sistema de som subaquático, para que a experiência seja ainda mais imersiva.

 

Jamal Moss, que o mundo também conhece como Hieroglyphic Being, conduzirá uma forte programação que inclui, no dia 21, as presenças de Barrio Lindo (Argentina / Alemanha), Lavoisier (PT), GPU Panic (PT), Orchestra of Spheres (Nova Zelândia) e Mehmet Aslam (Turquia).

A viagem em torno do globo prossegue no dia 22 de Julho com as actuações de MMMOOONNNOOO + Joaquim Albergaria (PT), O Bom, O Mau e o Azevedo (PT), Supa & Mvria (PT) e Sly & The Family Drone (UK).

Finalmente, no dia 23, o PALCO RBMA do Milhões contará com Ghost Wavves (PT), Mike El Nite (PT), Shame (UK), Sarathy Korwar (Índia) e, a fechar uma viagem que incluirá ritmos tropicais e punk, drone e jazz, electrónica e hip hop, psicadelismo exótico e ruideira global, Jamal Moss (EUA). 3 dias, 8 nacionalidades, 14 actuações, 20 horas de livestream.

“Camané canta Marceneiro” editado a 6 de Outubro

Camané canta Marceneiro”, o novo álbum de Camané, é editado dia 6 de Outubro. Inicialmente previsto para Maio, a edição de “Camané canta Marceneiro” acabou por ser adiada resultado da decisão de registar em DVD a apresentação do álbum ao vivo no palco da Culturgest perante uma assistência de apenas 100 pessoas.

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photo: Arlindo Camacho

 

A edição deste novo álbum concretiza uma vontade antiga de Camané em realizar uma homenagem a uma das suas maiores referências. “Queria entrar naqueles fados de forma verdadeira, sem imitar o Marceneiro. Mas tive primeiro de fazer o meu caminho. De criar o meu reportório. Só agora chegou o momento em que me consigo identificar tantos com os sentimentos vividos, como com os acontecimentos passados.”

 

Sucessor de “Infinito Presente”, editado em Maio de 2015, “Camané canta Marceneiro”, o seu oitavo registo de estúdio, conta, como os discos anteriores, com a produção, arranjos e direcção musical de José Mário Branco que co-assina com Manuela de Freitas a supervisão artística.

Diabo a Sete com "Verão em Alta" na Guarda

Com uma formação renovada, Diabo a Sete tem estado em digressão nacional, a apresentar o seu mais recente disco “Figura de Gente“, editado em Novembro de 2016 pela Sons Vadios e que tem sido reconhecido de forma muito positiva pela imprensa nacional e internacional.

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Com uma sonoridade muito própria, Diabo a Sete inspira-se na tradição musical para criar o seu reportório de temas originais com roupagens contemporâneas, em que a sinergia do grupo faz de cada concerto uma festa de celebração da música portuguesa.

 

Na próxima sexta-feira, dia 21 de Julho, o grupo dará um concerto nos claustros do Paço da Cultura da Guarda, às 22 horas, no âmbito do programa “Verão em Alta”, organizado pelo município.

Uma iniciativa para todos os públicos e de entrada livre

Jack Johnson regressa em setembro aos álbuns com “All the Light Above It Too”

Quatro anos depois de “From Here To Now To You” (2013), Jack Johnson anuncia o seu regresso com um novo álbum de estúdio, intitulado “All the Light Above It Too”, que será editado a 8 de setembro.

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Este que será o seu sétimo álbum de originais já está disponível em regime de pré-venda, sendo que quem fizer já a sua reserva recebe imediatamente e de forma gratuita o primeiro single de “All The Light Above It Too”, “My Mind Is For Sale”.

Simultaneamente, acaba também de ser lançado o lyric video deste “My Mind Is For Sale”.

O regresso de Jack Johnson à música em quatro anos é um dos mais aguardados da rentrée, sendo o músico sem dúvida um dos mais acarinhados cantautores folk rock das últimas duas décadas

"Gin and Street Food Sessions" está de volta a S. João da Madeira

O “Gin and Street Food Sessions” vai agitar S. João da Madeira, nos dias 21, 22 e 23 de julho. Depois do sucesso da primeira edição, em 2016, o evento, que celebra uma das bebidas mais trendy do momento, volta à Praça Luís Ribeiro com um programa repleto de música, espetáculos e muita animação, para ser vivido em família ou com amigos.

Uma iniciativa integrada na programação do “Verão de S. João”, promovido pela Câmara Municipal de S. João da Madeira, e que dinamiza a cidade sanjoanense até ao mês de setembro.

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A segunda edição está de regresso com algumas surpresas, entre as quais a participação do público que pode inscrever-se nesta iniciativa, para mostrar o seu savoir faire na preparação de gins. A organização garante um espaço próprio no evento, pelo que os interessados podem inscrever-se até dia 15 de julho, sábado, no site turismoindustrial.cm-sjm.pt, no separador “Eventos”. Trata-se de uma oportunidade imperdível para os verdadeiros amantes de Gin, que podem colaborar no “Gin and Street Food Sessions” ao lado de alguns dos melhores barmen.

 

Durante os três dias do “Gin and Street Food Sessions”, a Praça Luís Ribeiro e as ruas periféricas vão ser contagiadas pela descontração e pela música, que aliada a performances de grupos culturais da cidade, ocupam lugar de destaque na agenda do fim de semana. O programa arranca dia 21 de julho, às 18h30 com uma oficina criativa para os mais novos, e prolonga-se para lá da meia-noite, com a banda “Sardinha também é peixe” a subir ao palco às 22 horas. 

 

No sábado, 22 de julho, o programa inicia também com as oficinas criativas infantis, pelas 18h30. Seguem-se os Sambado à Noite, um grupo de samba nascido no Porto que vai levar à Praça Luís Ribeiro os sons ritmados e felizes das terras de Vera Cruz, com a promessa de pôr o público a dançar a partir das 19h30. Pelo final da noite, às 22h30, atuam os Dr1ve, a banda de pop rock portuguesa conhecida pelo dueto “A wish (keep fighting)”, com a Lúcia Moniz. Já no dia 23 de julho, os Cassette vão viajar até ao universo musical dos anos 80, para uma atuação que vai relembrar alguns dos maiores êxitos musicais da década.

 

Para os mais pequenos está reservada uma área infantil, com um programa próprio de animação que garantirá muitas gargalhadas e diversão.

 

Viviane canta tema lituano…

Já está disponível nas plataformas digitais a inesperada e muito aplaudida versão de "Sirdele Mano", emblemática canção Lituana, na voz de Viviane.

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Esta "aventura" de cantar um tema em lituano tornou-se um dos momentos altos da tournée que a cantora portuguesa fez no passado mês de Junho por várias cidades da Lituânia e que constituiu assinalável sucesso, com lotações esgotadas e a completa adesão do público local, havendo já várias propostas para um regresso em breve.

Ficou uma vez mais provado que, quando a qualidade existe, a música não tem fronteiras e é ponto de união entre culturas e povos, por diferentes que possam parecer.

Durante a estadia naquele país Báltico, Viviane realizou também um videoclip do mesmo tema

Super Bock Super Rock… The Art of Slowing Down de Slow J

O Segundo dia do 23ª Super Bock Super Rock prometia tratar as rimas e batidas por ‘tu’ e o jovem João Baptista (Slow J), uma das grandes afirmações musicais nacionais nos últimos meses, surgia no alinhamento natural de um festival que dedicava um dia inteiro ao hip-hop.

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Em 2016, o festival tinha aberto a porta ao jovem de Setúbal, com uma actuação fulminante no outrora designado palco Antena 3. Se “Cristalina” era o tema que em 2016 dava a conhecer Slow J fora do ciclo de culto em que o jovem se movimentava, em 2017 tinha-mos um álbum, e que álbum, inteirinho para explorar. “The Art of Slowing Down” era a premissa que o sucesso em palco no ano anterior seria, pelo menos, para repetir.

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Mas na realidade foi muito mais que isso… No palco EDP, Slow J surgia ao final da tarde para debitar as suas rimas, com batidas a cargo de Fred Ferreira e do outrora Francis Dale. Entra em palco ao som de “Não me mintas”, adaptando o clássico original de Rui Veloso, desfilando de seguida temas como “Arte”, “Casa” e “Tinta da Raiz”. O público vibra, sabe as letras de cor, participa, apoia do inicio ao fim a aventura deste jovem de 24 anos que inova com as suas canções, traz poesia e escrita elaborada, fala dos problemas atuais da sociedade como “Pagar as Contas”, onde conta em palco com a presença de Gson e Papi, sonha com uma “Vida Boa”, e não esquecendo a “Serenata”, um dos temas mais envolvente do álbum “The Art of Slowing Down”.

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Slow J conquista o seu espaço e o seu lugar neste segundo dia de festival. Sem duvida um dos concertos do dia que marca um festival que resolveu abandonar o rock por 24 horas em busca de sonoridades mais urbanas.

A vida como ela é, é aquilo que João Baptista traz a palco, rimas e batidas ao vivo.

Em 2018 regressa ao festival e desta vez pela porta maior…

 

Reportagem: Sandra Pinho

Fotografias: Paulo Homem de Melo

 

Danças do Mundo na Pedreira das Penas

A requalificada Pedreira das Penas, situada nas traseiras do Cineteatro António Lamoso, será palco da Gala de Abertura do Festival Danças do Mundo, organizado pela Casa da Gaia.

No dia 20 de julho, às 21h30, grupos do Canadá, Chile, Colômbia, Lituânia, México e Portugal vão protagonizar um momento multicultural, que marcará a abertura de dez dias de atuações, dentro e fora do concelho.

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A Gala de Abertura do Festival Danças do Mundo – 39º Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira será o primeiro espetáculo a apresentar ao público neste renovado espaço ao ar livre, que durante vários anos esteve ao abandono. A Pedreira das Penas foi requalificada ao abrigo de uma candidatura a fundos comunitários, que contemplou ainda a requalificação do Cineteatro António Lamoso e do antigo Matadouro Municipal, agora convertido no Imaginarius Centro de Criação, perspetivando a promoção e a dinamização integrada de espetáculos de rua e ao ar livre.

 

O festival Danças do Mundo, que abre em Santa Maria da Feira, traduz-se em 10 dias de festival, 8 países representados, 6 galas pelo concelho e um histórico de 39 edições a promover o melhor do folclore nacional e mundial. Este evento é reconhecido pelo CIOFF – Conselho Internacional das Organizações de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais, organização internacional que mantém relações consultivas formais com a UNESCO.

 

Sobre este evento, Gil Ferreira, vereador da Cultura, destaca “o valor artístico da programação, as oportunidades de promoção do diálogo multicultural no concelho, o impacto social nas comunidades por onde passa, assim como o contributo que dá para o objetivo da política cultural municipal de garantir uma oferta descentralizada no Concelho”.

Alberto Carneiro… Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo

Alberto Carneiro realizou três instalações que foram determinantes para o seu percurso e para toda a arte portuguesa posterior – O Canavial: memória-metamorfose de um corpo ausente, de 1968, Uma floresta para os teus sonhos, de 1970, e Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo, de 1973-1976. As três obras compõem situações telúricas nas quais a presença do campo, recriado no espaço expositivo pela rigorosa e cuidadosa organização de elementos do ciclo da natureza, produzem para o espectador máquinas de viajar no tempo e no espaço.

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A última destas peças, muito mais difícil de produzir porque inteiramente dependente do ciclo da Natureza, não é vista em Portugal desde 1991. Para esta apresentação no Porto foi necessário reservar um campo que, em outubro, foi semeado de centeio.

Trata-se de uma oportunidade rara de fruir a envolvência e a poética de Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo, numa circunstância em que é possível ver, na exposição Simultânea, na Culturgest em Lisboa, as outras instalações de referência do artista.

Durante a exposição será produzido um catálogo com documentação sobre as três instalações.

 

Por ocasião da inauguração será lançado o livro Intercriatividade. Sessões de criação colectiva concebidas e orientadas por Alberto Carneiro, CAPC 1979/80. O volume inclui facsímile do álbum referente às Oficinas de Interacção Criativa preparado por Alberto Carneiro em 1980, para além de textos de Catarina Rosendo e Mariana Brandão, que também realizou uma entrevista com o artista. Editado pelo Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, trata-se da memória de um importante projeto pedagógico e artístico orientado por Alberto Carneiro.

 

Exposição de 23 Julho a 1 Outubro 2017 / Curadoria Delfim Sardo

Culturgest Porto com Entrada gratuita

Eva Rap Diva é a Rainha Ginga do Rap Angolano

A rapper angolana chega a Portugal com o seu novo trabalho “Eva”, um álbum que fala de amor, da realidade do seu país de origem e do que é ser mulher nos dias de hoje. O primeiro avanço foi o tema “Final Feliz”, com a participação de Landrick. Em Janeiro, Eva lançou “Um assobio meu”, que conta com a participação de Gari Sinedima.

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Já neste mês de Julho, a rapper venceu Melhor Estrofe Do Ano, Melhor Single Do Ano (Um Assobio Meu) e Melhor Rapper Feminino Do Ano, no Angola Hip Hop Awards 2016.

Eva Rap Diva é única artista de toda a Lusofonia a conseguir estar em simultâneo com o mesmo tema/video em 3 TOP 10 diferentes da plataforma TRACE: Trace África #1, Trace Toca #1 e Trace Tropical, depois de ter estado em primeiro lugar no Top Kisom durante 5 semanas consecutivas. Eva foi ainda a primeira e única artista lusófona a ser convidada para actuar no prestigiado Essence Festival em Novembro de 2016 em Durban na África do Sul.

A “Raínha Nzinga do RAP” venceu o prémio de Melhor Artista RAP Feminina nos “Angola Hip Hop Music Awards 2015”.