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Glam Magazine

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Igor Willcox lança disco de estreia “#1”

Igor Willcox, descende de várias gerações de músicos Brasileiros, tendo como maior influência o seu pai, Paulo César Willcox (maestro, pianista e vibrafonista) bem como a sua mãe, Sonia Willcox (cantora). Igor Willcox, baterista e compositor, apresenta agora as músicas do seu primeiro álbum a solo, “#1”. O trabalho vai buscar elementos ao jazz, funky e fusion. O disco mostra igualmente o lado compositor do artista, explorando toda sua musicalidade, espontaneidade como baterista e com interação junto dos músicos.

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O CD conta com as participações de Bocato, Carlos Tomati, Vini Morales,Clayton Sousa, Glecio Nascimento, Rubem Farias, Bruno Alves, Erik Escobar, Jj Frannco, Fernando Rosa e Marcus Cesar. O quarteto já esteve presente em alguns dos principais clubs e festivais de Jazz de São Paulo tais como, Jazz nos Fundos, Jazz no Hostel, Omalley's, Madeleine, Jazz It Up, Bar de Cima, Qualcasa, The Orleans, Santos Jazz Festival, Play Jazz Festival, entre outros.

Igor já tocou e gravou com importantes artistas da cena nacional e internacional tais como; Jimmie Bo Horn, Camille Bertault, Guilherme Arantes, Família Lima, Sandy & Junior, Daniela Mercury, Rappin Hood, Fernanda Porto, Frejat, Gary Brown, entre outros artistas. A nivel instrumental já tocou e gravou com Bocato, Frank Colon (Weather Report), Tony Lakatos, Carlos Tomati, Michel Leme, Marcinho Eiras, Bocato, Lea Freire, David Richards, Arismar do Espírito Santo, Zerró Santos, Walmir Gil, Jarbas Barbosa, Djalma Lima, Wilson Teixeira, Rubem Farias, Erik Escobar, Decebal Badila, Sandro Haick, Lanny Gordin, Hélio Delmiro, e muitos outros…

 

  

Vocalista de Animal Collective anuncia data em Lisboa com novo disco

Sete anos após a sua estreia a solo, David Portner (Avey Tare) regressa mais ambicioso, mas imbuído na mesma fé e humanidade com “Eucalyptus” pela Domino. O músico dos Animal Collective edita o segundo disco a solo no final deste mês e dia 21 de Novembro, apresenta-o em Lisboa, num local a anunciar brevemente pela ZDB.

Com a companhia e cumplicidade de Noah Lennox (Panda Bear), David Portner (Avey Tare) tem vindo a calcorrear desde “Spirit They're Gone, Spirit They've Vanished”, esse fascinante mundo erigido e continuamente cartografado por Animal Collective, naquela que é uma das mais influentes e fascinantes trajectórias da música popular deste século. A mapear novas realidades na canção, com uma visão e sentido de descoberta tão genuína quanto ressonante e que é também domínio absoluto numa ainda breve discografia a solo.

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Face à aura negra e ambiente lamacento que permeava as canções subterrâneas de “Down There”, “Eucalyptus” encontra Avey Tare num espaço mental mais luminoso. Contando com os préstimos de Angel Deradoorian - ex-Dirty Projectors e sua parceira nos Slasher Flick's -, Susan Alcorn, Jessika Kenney ou Eyvind Kang, e captado na lente crepuscular do sol da Costa Oeste por Josh Dibb (Deakin) “Eucalyptus” revela um processo intuitivo onde a voz e as palavras ilusórias de Avey Tare se enredam num caleidoscópio de guitarras acústicas, coros etéreos, percussões rasteiras, lap steel, colagens oníricas, orquestrações dolentes e demais arranjos fantasma.

 

Influência directa da sua mudança para a Califórnia, “Eucalyptus” entrelaça a narrativa e o som num reflexo do ambiente em seu redor, a canalizar paisagens, figuras e histórias em canções esquivas que fluem em stream of consciousness, sem nunca se retrairem num miasma hermético ou opaco, por entre sombras da folk, country, pop ou electro-acústica. Chamamento para uma visão que se quer comunal e que terá neste dia um palco privilegiado, a anunciar.

Allah-Las… Estreiam-se em Lisboa no Musicbox

Allah-Las, o quarteto de LA que carrega com tudo o que a California tem de melhor: praia, sol, surf, longas estradas e música da boa. Regressam a Portugal e estreiam-se na cidade de Lisboa.

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Trabalhavam na mítica Amoeba record store quando surgiu Allah-Las em 2008. Conhecedores profundos de garage-rock dos anos 60, que denunciam logo na primeira longa duração em 2012 e voltaram a repetir em “Worship the Sun” em 2014, onde demonstram que sabem o que fazem, com o tremolo no momento certo a passar o surf-rock e dotados de um incrível bom gosto.

Em 2016 chegam com “Calico Review”, com a uma boa dose de nostalgia a Kinks, dando continuidade ao que já nos tinham habituado a ouvir, lançado pela Mexican Summer

A banda em tour europeia com o mais recente disco “Calico Review”, tem data de estreia no Musicbox, dia 26 de Julho às 22h30

Piquenique Dançante Sobre a Relva na Casa das Artes… Terceira edição

Porque foi um sonho de tarde de verão, no coração do Porto, num jardim em que a harmonia do verde e o som da Música trouxeram momentos únicos, repete-se mais uma vez este ano o Piquenique Dançante Sobre a Relva, que vai para a sua terceira edição...

02.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Numa organização que resulta da parceria entre a editora Sister Ray e a Meifumado Fonogramas e com o apoio da Direção Regional da Cultura do Norte, Turismo do Porto e Norte de Portugal, Porto Lazer, Super Bock e Somersby, o jardim da Casa Allen/Casa das Artes acolhe esta edição do Piquenique Dançante Sobre a Relva a 22 de julho, sábado, contando com seis concertos, DJ's e programação infantil, numa festa para todas as idades com entrada livre.

Em palco estarão PZ, Old Jerusalem, Barry White Gone Wrong, Desligado, Carbon e Rui David

00.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

À semelhança das edições anteriores, convida-se ao retomar da tradição do almoço de piquenique em família, ao farnel, ao merendeiro e à marmita, pois pretende-se que o Piquenique Dançante Sobre a Relva seja isso mesmo, com famílias, piqueniques e ambiente de festa, onde a música portuguesa crie a predisposição para fruir deste magnífico jardim Portuense. E, quem não levar cesta de piquenique, ou precisar de a complementar, pode contar que haverá comida e bebida para adquirir no local.

 

Jardins da Casa Allen / Casa das Artes (Porto)

22 de julho de 2017

“Life is Long”… Rodrigo Leão & Scott Matthew no Teatro das Figuras

Um compositor português com os olhos postos no mundo, um cantor australiano residente em Nova Iorque, cada um deles com uma aclamada carreira internacional. Desde o primeiro encontro, em 2011, a dupla tem sossegadamente vindo a trocar ideias, emoções, canções, pelo meio de carreiras que os têm levado aos quatro cantos do mundo. Pelo meio, Rodrigo experimentou com a electrónica e com a música para instalações artísticas, e gravou para a Deutsche Grammophon um trabalho com orquestra; e Scott lançou dois novos álbuns de material original.

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Agora, podemos finalmente ver os resultados desses anos de correspondência: um álbum inteiro assinado em parceria. "Life Is Long", lançado em Setembro de 2016 pela Universal Music, é a história de um encontro improvável que provou ser inevitável, entre um compositor conhecido pelas suas melodias enlevadas e uma voz que as leva ao patamar superior de magia.

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A magia que nasce quando dois artistas se juntam para irem mais longe do que conseguiriam separados – e é isso que faz da dúzia de temas de "Life is Long" pequenas jóias, que o tornam num álbum de uma beleza discreta mas arrebatadora, que fica muito para lá do seu final. Um disco que só poderia ver desta parceria mágica formada por Rodrigo Leão e Scott Matthew.

 

Teatro das Figuras (Faro)

21 de Julho 2017 | 21.30h

 

photos: Paulo Homem de Melo

Concertos do 25º Curtas Vila do Conde… Mão Morta… 25 anos de “Mutantes S.21”

No ano em que assinalam os 25 anos de "Mutantes S21", os Mão Morta juntam-se às celebrações do 25º aniversário do Curtas Vila do Conde e sobem ao palco do Teatro Municipal para uma apresentação integral do mítico álbum, com imagens manipuladas em tempo real a partir de um conjunto de ilustrações de reconhecidos artistas portugueses.

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A banda de Adolfo Luxúria Canibal regressa ao festival, onde atuou há nove anos, para um concerto de celebração de "Mutantes S21", o quarto álbum do grupo que colocou os Mão Morta no radar do rock português. Este concerto vai revisitar todos os temas do álbum, incluindo três que serão tocados ao vivo pela primeira vez. A estas escolhas juntam-se ainda seis outras canções selecionadas pela banda, tendo por base letras que remetem para ambientes urbanos, relatando estórias de cidades.

 

Tendo como premissa a edição especial de "Mutantes S21", que em 1992 foi lançada com banda desenhada, os Mão Morta convidaram 15 ilustradores portugueses - Alex Gozblau, André Coelho, André Covas, Ângela Vieira, António Gonçalves, Esgar Acelerado, João Lemos, João Maio Pinto, José Carlos Costa, Marco Mendes, Marco Moura, Miguel Ogoshi, Raquel Costa, Sebastião Peixoto e Tiago Manuel - para desenvolverem um trabalho alusivo a cada um dos temas do disco. Sobre essas ilustrações, João Martinho Moura, artista de Arte Digital, desenvolverá um trabalho de visuais, atuando em tempo real com a banda.

 

Com onze álbuns editados, os Mão Morta formaram-se em 1984. Reza a lenda que Joaquim Pinto encontrou-se com Harry Crosby, baixista dos Swans, durante um concerto da banda americana em Berlim, em outubro desse ano. "Tens cara de baixista", terá dito Crosby a Joaquim Pinto. No mês seguinte, Joaquim Pinto comprou um baixo e fundou, em conjunto com Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal, os Mão Morta. Braga, cidade dos arcebispos e bastião por excelência da direita ultraconservadora, via assim nascer, por ironia do destino, uma banda cuja postura viria, ao longo dos anos, afrontar os valores morais e políticos de uma sociedade culturalmente marcada pelo salazarismo

 

Teatro Municipal de Vila do Conde

15 de Julho 2017 | 00.00h

Barry White Gone Wrong… TORNADO TOUR

Depois do lançamento do seu muito aguardado disco homónimo, os Barry White Gone Wrong vão dedicar os próximos meses à sua apresentação. Guardando na memória a noite de apresentação do disco em Lisboa, no Sabotage Club, esta primeira etapa de digressão será especial e leva Peter de Cuyper à sua terra natal: a Bélgica.

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Num regresso que se adivinha emotivo, os concertos prometem ser memoráveis:

14 Julho 2017 – Riemst / Bélgica

15 Julho 2017 – Willebroek / Bélgica

16 Julho 2017 – Private BBQ Party (Willebroek) / Bélgica

 

Depois, a banda continua a digressão num regresso a Portugal. Seguem as datas já anunciadas:

21 Julho 2017 – O Ferroviário (Lisboa)

22 Julho 2017 (tarde) – Piquenique Dançante na Relva / Casa das Artes (Porto)

22 Julho 2017 (noite) – CRU (Famalicão)

24 Julho 2017 – Fortaleza de Sesimbra

2 Setembro 2017 – Olhos Music Festiva (Olhos de Fervença)

15 Setembro 2017 – Cine Incrível (Almada)

10 Novembro 2017 – Will’s Rock Club (Lousada)

 

Peter de Cuyper, Mário Moral, Miguel Décio, Pedro Frazão e Ivo Xavier não param e prometem que, muito brevemente, e ao longo da digressão são, ainda, de esperar novidades!

Jazz no Parque 2017… Joelle Léandre X 5

Com o Feminist Improvising Group e com Les Diaboliques, a contrabaixista Joelle Léandre confrontou a partir da década de 1970 o domínio masculino do mundo do jazz e até a tendência deste para o machismo e a misoginia, tornando-se num emblema da emancipação das mulheres na música. Neste concerto surge como o elemento pivô de um grupo português (incluindo uma espanhola residente no Porto, Angelica V. Salvi) feminino que homenageia esse percurso de resistência e diferenciação. As suas integrantes têm em comum serem experientes improvisadoras, algumas delas desenvolvendo igualmente actividade em outras áreas musicais – da música contemporânea ao rock.

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Joelle Léandre (contrabaixo, voz); Susana Santos Silva (trompete, fliscórnio); Maria Radich (voz, dança); Maria do Mar (violino); Joana Guerra (violoncelo, voz), Angélica V. Salvi (harpa, electrónica)

Estreia absoluta

 

Ténis do Parque de Serralves (Porto)

16 de Julho 2017 | 18.00h

Príncipe Real com cerca de 25 concertos de Fado durante o verão

Fado Real é o nome do evento promovido pela Eastbanc Portugal para promover e homenagear o Fado, a canção tradicional lisboeta, listada como Património Cultural Intangível da UNESCO. Esta ação a decorrer no Príncipe Real entre julho e agosto oferece três concertos semanais (3ª, 6ª e domingo) e terá a participação de fadistas como Teresinha Landeiro, Tânia Oleiro, José Manuel Rato, Cristina Clara, entre outros nomes.

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Os cerca de 25 concertos foram desenhados e adaptados ao caráter e perfil dos locais que os acolhem. Para além do Fado Tradicional, um concerto intimista no mais icónico bar lisboeta, o Pavilhão Chinês, outros géneros e influências musicais irão juntar-se ao Fado numa misteriosa cisterna, o Reservatório da Patriarcal (Fado & Outras Sonoridades). Já no edifício da Embaixada – Portuguese Shopping Gallery, concretamente no espaço da Gin Lovers, será o Fado Intemporal a fazer-se ouvir num cruzamento entre património e contemporaneidade, simbolizado por duas gerações de fadistas.

Trata-se de uma iniciativa que convida a explorar estas melodias e letras autenticamente portuguesas em três locais cheios de caráter e magia.

Fado Real também homenageia a sua casa-mãe, o "Príncipe Real", o bairro mais cool de Lisboa, que combina vistas esplêndidas, jardins românticos, mansões aristocráticas e um tecido urbano encantador com as lojas e os restaurantes mais trendy da capital.

 

Programa para os meses de julho e agosto:

- Terças-Feiras, Fado Tradicional das 19H00 às 20h00 no Pavilhão Chinês, Rua Dom Pedro V, n 89/ 91

- Sextas-Feiras, Fado & Outras Sonoridades das 19H00 às 20h00 no Reservatório da Patriarcal, Praça do Príncipe Real (centro do Jardim)

- Domingos, Fado Intemporal das 20H00 às 21h00 na Embaixada | Gin Lovers, Praça do Príncipe Real, nº 26

 

Fado Real é organizado pela Eastbanc Portugal, precursora de um projeto integrado comercial e residencial de reabilitação inovador em vários edifícios nobres de um dos mais emblemáticos bairros lisboetas.

 

Valas… Tour com mais de 50 datas percorre o país

No passado dia 1 de Julho, Johnny Valas levou a sua muito bem sucedida tour ao Sumol Summer Fest, no mesmo dia em que atuavam os grandes nomes internacionais Post Malone e Sean Paul. Valas, que teve como convidados a sua anterior banda, Matilha 401, não deixou a festa por fazer e conquistou a gigantesca plateia que já se encontrava à frente do palco principal.

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A Tour, com mais de 50 datas só em 2017, tem percorrido o país de norte a sul e ilhas, de onde se destaca a passagem por várias Semanas Académicas e pelo Caparica Primavera Surf Fest. Um dos pontos altos será o concerto do próximo dia 4 de Agosto no MEO Sudoeste.

 

15 Julho 2017 – Abrantes

21 Julho 2017 – RAYA Jovem Summer Fest (Campo Maior)

26 Julho 2017 – Discoteca Echos (Tavira)

28 Julho 2017 – Festival Marolas (Ílhavo)

30 Julho 2017 – Festival do Lavre

4 Agosto 2017 – Meo Sudoeste

5 Agosto 2017 – Côa Summer Fest

12 Agosto 2017 – Quarteira

13 Agosto 2017 – Gavião

24 Agosto 2017 – Festival da Povoação - Açores

 

Valas encontra-se a preparar o seu novo disco, com lançamento previsto para o inicio de 2018. Deste disco são já conhecidos 3 singles: “As Coisas”, “Acordar Assim” e “Alma Velha” em parceria com Slow J. Os 3 singles foram produzidos por Lhast, um dos maiores produtores da cena Hip Hop da atualidade.

Festival Caixa Alfama’17… Cartaz completo do Palco Tofa e Palco Amália

Nos dias 15 e 16 de Setembro, o Festival Caixa Alfama está de regresso. A proposta é vaguear pelo bairro de Alfama ao som do melhor guia possível: o Fado. E o itinerário para esta edição 2017 do Festival cresce à medida que os palcos são apresentados. Pode, agora, acrescentar-se mais dois pontos ao mapa do bairro: na Sociedade Boa União ergue-se o Palco TOFA e o Auditório Abreu Advogados – novidade desta edição – recebe o Palco Amália. Há experiência e juventude na proposta de cada palco, mas, essencialmente, muito Fado.      

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No Palco TOFA, situado na Sociedade Boa União, não faltam boas fontes de energia: além do melhor café, também a energia genuína do Fado mais bairrista. Apadrinhada por Fernando Maurício, Conceição Ribeiro, que atuará no dia 15, já leva muitos anos de Fado, sempre próxima do bairro, onde se sente verdadeiramente em casa. Além de Conceição Ribeiro, também Augusto Ramos promete uma primeira noite recheada de experiência Fadista na Sociedade Boa União. O fadista conta no currículo com inúmeras atuações, tanto para o público português como para as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo fora.

Mas também há tempo para os mais jovens no Palco TOFA. E é precisamente essa a proposta para o dia 16. Os vinte e dois anos de Miguel Xavier não o impedem de já ter encontrado uma vocação, entre os discos de Amália e Alfredo Marceneiro: ser Fadista. Mas o Miguel Xavier não é o único talento que pode descobrir na segunda noite na Sociedade Boa União. A vencedora do 2.º Grande Prémio Nacional do Fado da RTP, Joana Almeida, também promete mostrar o porquê de ser uma das vozes mais promissoras da atualidade

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No Palco Amália, a qualidade volta a ser o principal ingrediente das propostas apresentadas. Na noite de dia 15, o Auditório Abreu Advogados onde este palco se situa, recebe duas certezas da nossa música: Filipa Cardoso e Carolina. A primeira regressa ao Caixa Alfama depois de uma noite memorável em 2016. Filipa Cardoso prepara um novo disco a ser lançado ainda este ano e a expectativa é grande para ouvir essas novidades no Palco Amália. E por falar em novidades, também a Fadista Carolina promete trazer ao Caixa Alfama temas cheios de frescura. Depois do bem-sucedido disco de estreia editado em 2014, Carolina está agora de regresso com o disco “Encantado”.

Na segunda noite, dia 16, o Auditório Abreu Advogados recebe toda a elegância da Fadista Ana Sofia Varela. Vencedora do prémio “Amália Rodrigues” por duas vezes ao longo da sua carreira (categoria melhor intérprete e melhor disco com “Fados de Amor e Pecado”), a Fadista só pode sentir-se em casa no Palco Amália. Ana Sofia Varela é natural de Serpa e por isso conhece bem o sotaque do outro protagonista da noite. Buba Espinho é um jovem cantor alentejano cuja proposta é um encontro de dois patrimónios: o Fado e o Cante Alentejano. Depois da participação em grupos como “Adiafa” ou “A Moda Mãe”, Buba Espinho apresenta agora este projeto muito pessoal no Festival Caixa Alfama.

 

Já confirmados:

 

15 de Setembro 2017

Palco Caixa – António Zambujo, Marina Mota, José Gonçalez & Sangre Ibérico

Museu do Fado / Auditório – Teresinha Landeiro, Matilde Cid

Museu do Fado / Largo do Chafariz de Dentro – Luís Guerreiro, Pedro de Castro

Palco Ermelinda Freitas / Largo das Alcaçarias – Diogo Clemente, Miguel Ramos

Palco Tofa / Sociedade Boa União – Conceição Ribeiro, Augusto Ramos

Palco Amália / Auditório Abreu Advogados – Filipa Cardoso, Carolina

 

16 de Setembro 2017

Palco Caixa – Gisela João, Marco Rodrigues, Os Mestres (António Rocha, Artur Batalha, Cidália Moreira , Filipe Duarte, Maria Amélia Proença, Maria Armanda, Maria da Nazaré  e Nuno Aguiar)

Museu do Fado / Auditório – Nathalie, Tânia Oleiro

Museu do Fado / Largo do Chafariz de Dentro – José Manuel Neto, Paulo Soares

Palco Casa Ermelinda de Freitas / Largo das Alcaçarias – Paulo Bragança, Edu Miranda Trio, Júlio Resende “Fado Ensemble”

Palco Tofa / Sociedade Boa União – Miguel Xavier, Joana Almeida

Palco Amália / Auditório Abreu Advogados – Ana Sofia Varela, Buba Espinho

Alexander Search com entrada directa para o terceiro lugar do Top nacional

Alexander Search é um dos muitos heterónimos ingleses de Fernando Pessoa, e dá agora nome a uma nova banda de rock eletrónico com influências indie-pop, cujas canções têm por base os poemas assinados por este heterónimo Pessoano que passou a adolescência em África do Sul.

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A responsabilidade do projecto, que tem estreia marcada para amanha, dia 13 de Julho no Palco EDP do Super Bock Super Rock, é do pianista Júlio Resende, líder da banda e compositor das canções sobre os poemas de Alexander Search. Inspirado pelo universo da heteronímia Pessoana, Júlio Resende envolve o universo da banda numa ficção e assume também ele um heterónimo - Augustus Search - desafio alargado aos restantes elementos do conjunto.

Salvador Sobral é Benjamin Cymbra e dá voz às canções da autoria de Resende ou melhor, de Augustus Search. O guitarrista Daniel Neto assume o papel de Marvel K., cabendo a André Nascimento a personagem de Sgt. William Byng na vertente eletrónica. A bateria e percussão ficará a cargo do talentoso baterista de jazz Joel Silva, encarnando o misterioso Mr. Tagus.

O álbum de estreia, “Alexander Search” foi editado em finais de Junho tendo entrado para o 3º lugar do Top nacional de vendas.

Nos Alive'17… Uma edição de sucesso

O NOS Alive’17 fez história. O festival que esgotou os passes de três dias e os bilhetes diários a três meses da abertura de portas, viveu três dias intensos, com concertos considerados pelo público e pela crítica apoteóticos e um ambiente inigualável. Pelo Passeio Marítimo de Algés passaram ao longo dos três dias 125 atuações, nos palcos NOS, Heineken, NOS Clubbing, EDP Fado Cafe, Comédia, Coreto by Arruada e Pórtico NOS, e 165 mil pessoas, entre as quais 22 mil estrangeiros, provenientes de mais de 80 países.

A 11.ª edição fica marcada pelo nascimento do Rodrigo, o primeiro bebé NOS Alive, que decidiu nascer enquanto os pais assistiam ao concerto dos The xx, no espaço Saúda, a zona do festival exclusiva para grávidas. Com tranquilidade os pais seguiram para o Hospital Garcia da Horta, onde passadas 24 horas nasceu o Rodrigo, com os The Kills a ditarem a banda sonora no Passeio Marítimo de Algés.

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A transmissão levada a cabo pela RTP permitiu que todos aqueles que não conseguiram garantir o seu bilhete pudessem acompanhar em casa passo a passo desta edição. Ao longo dos 3 dias do festival mais de três milhões de portugueses contactaram com a RTP 1 durante as emissões de programas do NOS Alive. A média de reach de todas as emissões é de 944 mil espectadores. Já o online superou todas as expectativas e a RTP Online verificou, face aos resultados de 2016, um crescimento de 495% no número de visitas aos canais RTP Play dedicados ao NOS Alive e um aumento de 125% no número de visitas ao site do festival. Nos três dias de NOS Alive, para o total de conteúdos nos sites da RTP, registou-se um tráfego de cerca de 900 mil pageviews: RTP Play; Site NOS Alive; On demand e iFrames.

 

Através do Canal Oficial NOS Alive - um exclusivo NOS disponível na posição 700 - acompanharam o festival 852.924 pessoas, superando a performance do ano anterior e demonstrando o sucesso da aposta num formato inédito no panorama dos festivais nacionais. Já a Rádio Comercial garantiu aos seus ouvintes 34 horas de emissão em direto, 12 transmissões de concertos, 23 convidados em estúdios, 14 horas de vídeo gravadas, 214 fotografias publicadas, e conteúdos partilhados em todas as plataformas. A emissão levada a cabo pela Rádio Comercial contou com uma equipa de 32 pessoas.

 

No âmbito da iniciativa do Fundo Ambiental promovida pelo Ministério do Ambiente, o programa “Sê-lo Verde” 2017, os festivaleiros entregaram ao longo dos três dias, nos pontos de recolha, 138.510 copos usados. A Sociedade Ponto Verde fez também questão de manter a sua parceira com o NOS Alive, através da campanha “Reciclagem, Sempre!”, que pretende sensibilizar os festivaleiros a uma reciclagem contínua, mesmo fora de casa.

 

Nesta 11.ª edição celebrou-se ainda o 10º aniversário da parceria entre o NOS Alive e o Instituto Gulbenkian da Ciência (IGC), que já resultou no financiamento de 14 jovens cientistas. A inédita parceria estabelecida em 2008 entre um instituto de investigação científica e uma promotora musical levou à criação do programa de bolsas de investigação NOS Alive-IGC. Com duração de um ano, estas bolsas visam apoiar o início da carreira científica de jovens Portugueses recém-licenciados, possibilitando-lhes realizar um projeto científico num grupo de investigação do IGC com um período de trabalho numa instituição estrangeira.

 

Este ano, já abriu o concurso para duas bolsas de investigação NOS Alive-IGC. Com três projetos de investigação disponíveis a concurso nas áreas de doenças infecciosas, infeção e imunidade, e neurociências, os dois candidatos selecionados poderão escolher qual o projeto que querem desenvolver. O período de candidaturas termina a 31 de agosto. Todos os jovens cientistas que beneficiaram de uma bolsa NOS Alive-IGC continuam a fazer investigação científica. Três são atualmente investigadores doutorados em instituições científicas em Espanha e no Reino Unido, e sete estão neste momento a realizar doutoramento em Portugal ou no estrangeiro. O trabalho que desenvolveram no âmbito destas bolsas resultou já em 7 artigos científicos publicados e outros 3 estão em fase de preparação.

 

Em 2018 o NOS Alive está de regresso ao Passeio Marítimo de Algés nos dias 12, 13 e 14 de julho.

 

XXV Festival Sete Sóis Sete Luas

Durante quatro dias a música e os sabores da gastronomia de Espanha e Itália vão poder ser apreciados em Elvas durante a XXV edição do Festival Sete Sóis Sete Luas. Matteo Cancilleri, nos dias 14 e 15 de julho e Victor Basset, nos dias 21 e 22 de julho, são os dois chefs responsáveis pelos laboratórios de cozinha que vão decorrer na cafetaria do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), dedicados aos sabores da região da Sicília e de Valência. Quem quiser aprender a confecionar pratos da tradição gastronómica de cada chef deve inscrever-se na recepção do MACE, durante o período de funcionamento habitual do museu ou através do email: museus.património@cm-elvas.pt.

Cada laboratório de gastronomia está limitado a 15 participantes.

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Na Praça da República, em pleno coração do centro histórico de Elvas, nos dias 15 e 22 de julho, às 21:30 horas, o público terá oportunidade de degustar gratuitamente tapas de ambas as regiões, sendo o primeiro dia dedicado à Sicília e o segundo a Valência.

O ambiente de cada um dos países será mantido pelas atuações dos Agricantus (Sicília) no dia 15 e dos El Chinchilla (Castilla), no dia 22, ambas às 22.00 horas, após o período de degustação das tapas.

 

A banda Agricantus, nascida em Palermo na década de 90, traz a Elvas a sua “visão do mundo sem limites, a partir do qual extrai uma narrativa musical através de laços com as culturas dos cinco continentes”, assente no estilo de world music étnico-eletronica. El Chichilla é um cantor e compositor espanhol. A sua carreira musical iniciou-se em 1996 e “os ritmos da rumba, rock, pop e flamenco são as características distintivas de todos os seus quatro discos.” A sua música baseia-se em temas como a vida, o amor e desamor, campanha e liberdade.

 

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas e promete animar as noites de verão, na Praça da República.

 

“Tanto Mundo” nas fotografias de João Martins Pereira

Os rostos e expressões captados pelo fotógrafo João Martins Pereira no decurso das suas viagens pela China, Nepal, Butão, Tanzânia, Senegal, Indonésia, Etiópia e Índia, podem ser vistos na exposição “Tanto Mundo”, a partir de 14 de Julho, no Museu do Oriente.

A geografia humana e sensível de dois continentes mostra-se em 50 retratos que, nas palavras do seu autor, foram captados numa “descoberta de quem somos, a tentar perceber a diversidade que nos deveria unir, mas que, tantas vezes e quase sempre, nos separa”.

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Num registo exclusivamente a preto e branco, surgem retratados, entre outros, devotos em oração na cidade sagrada de Varanasi, membros da comunidade Mursi da Etiópia, ou ainda um bailarino da dança ritual indonésia do Barong, na qual se joga o eterno confronto ente o bem e o mal, como deixam antever as pinturas faciais e impressionantes esgares dos seus intérpretes.

Economista de formação, João Martins Pereira é um fotógrafo com particular interesse pela fotografia de viagem, de rua e de vida selvagem. Viajante apaixonado, cultiva o retrato espontâneo de rua, focando-se no elemento humano, na sua diversidade cultural, étnica e geográfica. “Faço retratos de rua, espontâneos. Surgem inesperadamente quando alguma força estranha me atrai. Um momento, um sentimento, uma emoção genuína que vem de outros olhares ao encontro do meu. Não há segunda oportunidade, não é possível encenar nem refazer”.

 

Museu do Oriente (Lisboa)

Exposição “Tanto Mundo” - Fotografia de João Martins Pereira

Inauguração 13 de Julho - 18.30  - até 10 de Setembro