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Glam Magazine

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Milhões de Festa'17… Horários para esta edição revelados

Estamos, a menos de duas semanas do início da décima edição do Milhões de Festa, que retorna a Barcelos de 20 a 23 de Julho. Nos artistas em cartaz, destacam-se nomes como The Gaslamp Killer, Graveyard, Powell, faUSt & GNOD, Hieroglyphic Being e mais de 60 artistas confirmados, de latitudes, longitudes e sonoridades tão díspares quanto ricas, que prometerão, das 18h de quinta-feira, dia 20, até à madruga de segunda-feira, 24, música sem parar, diversão sem fronteiras e, certamente, o melhor conjunto de memória deste verão.

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Conforme mandam as tradições, a inauguração do Milhões de Festa fica a cargo do incontornável Ensemble Insano, que com a coordenação de Pedro Oliveira (Green Machine, peixe : avião), junta sob a batuta de André Simão (lalala ressonance, Dear Telephone, Sensible Soccers) três gerações de músicos barcelenses que desde os anos 90 colocam, constantemente, a cidade minhota no centro das atenções dos melómanos portugueses.

O super-projecto dá início às celebrações que DJ Fitz, das 4h às 6h da madrugada de segunda-feira, encerrará da melhor maneira.

25º Curtas Vila do Conde… Atlantic Coast Orchestra

A Atlantic Coast Orchestra, conduzida pelo maestro Luis Miguel Clemente, vai interpretar no 25º Curtas Vila do Conde uma banda sonora original, composta por Andrew E. Simpson, para o clássico mudo de Buster Keaton, The General (Pamplinas Maquinista). Inspirado num acontecimento verídico, The General acompanha Johnny Gray (Buster Keaton) durante a Guerra Civil Americana, um maquinista com duas paixões: a sua noiva Annabelle Lee (Marion Mack) e o seu comboio, O General. Depois de ter sido rejeitado para combater na guerra, por ser considerado mais valioso como maquinista, Johnny Gray começa a ser considerado cobarde por Anabelle. Decidido a provar o contrário, Johnny mostra que é corajoso perseguindo sozinho um bando de espiões que roubaram o seu comboio, O General, onde seguia Annabelle. A comédia, realizada em 1926 por Buster Keaton e Clyde Bruckman, vai ser musicada, ao vivo, no Curtas Vila do Conde pelos músicos da Atlantic Coast Orchestra dirigidos pelo Maestro Luis Miguel Clemente.

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A Atlantic Coast Orchestra é um dos projetos orquestrais mais originais, inovadores e com maior projeção da atual cena musical portuguesa. Formada em 2015, a orquestra sinfónica tem como maestro titular Luis Miguel Clemente, a maestrina Ana Carolina Capitão como assistente e diretora artística, contando ainda com a colaboração ativa de Colin Metters enquanto maestro emérito e mentor. A Atlantic Coast Orchestra reúne alguns dos melhores jovens músicos profissionais, num grupo com uma extraordinária musicalidade, energia, irreverência e paixão, desenvolvendo uma atividade musical com elevados padrões artísticos.

 

Luis Miguel Clemente é considerado um dos maestros mais irreverentes e talentosos da cena musical portuguesa, detentor de uma técnica exemplar e de uma musicalidade excecional, granjeando coerentes interpretações das mais diversas partituras musicais. Desenvolve, desde 2001, uma intensa atividade musical como maestro, professor superior de direção de orquestra e também enquanto professor e investigador. Como maestro, apresentou-se já em países como Portugal, Espanha, Hungria, França, Inglaterra, Itália, Moldávia, EUA, Canadá, Croácia, Suíça e Roménia tendo sido distinguido com vários prémios de mérito artístico

 

Atlantic Coast Orchestra

The General, Buster Keaton, Clyde Bruckman - EUA (1926) - 79'

 

Teatro Municipal de Vila do Conde

8 de Julho 2017 | 21.45

“4:44” o novo álbum de Jay-Z já disponível…

Depois de ter estado durante uma semana disponível em exclusivo na plataforma TIDAL, a partir de hoje já está finalmente disponível nas lojas físicas e nas plataformas iTunes e Apple Music o novo álbum de Jay-Z, “4:44”, o seu primeiro disco de originais em quatro anos.

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Em apenas uma semana, o 13.º álbum de estúdio do rapper norte-americano conquistou a marca de disco de Platina nos EUA, tornando-se assim Jay-Z o primeiro artista de hip hop com 10 álbuns Platina no mercado norte-americano.

Além das colaborações de Frank Ocean, Damian Marley e Beyoncé, em “4:44” Jay-Z usa um excerto de uma música do Quarteto 1111, de José Cid e Tozé Brito, num dos temas. Em “Marcy Me” pode-se ouvir um sample da canção “Todo o Mundo É Ninguém”, que o grupo português lançou em 1970.

O álbum foi inteiramente produzido por No I.D., sendo que dele já foi retirado o single “The Story of O.J.”

Rodrigo Amado Northern Liberties

Regressado uma longa viagem pelos Estados Unidos e com ‘The Attic’ – numa triangulação com Gonçalo Almeida e Marco Franco – a recolher inúmeros elogios na imprensa internacional, o saxofonista Rodrigo Amado volta ao palco da ZDB com uma nova formação de nome Northern Liberties. Abrigo sucinto para este holding que reúne o músico português a três iluminados da sempre fértil cena jazz norueguesa, num intercâmbio de liberdade e fogo, em estreia viva por estes lados.

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Rodrigo Amado é uma figura mais do que reconhecida pelos frequentadores deste espaço. Figura imponente do jazz e da música improvisada europeia ao longo das últimas duas décadas, tem vindo a manter uma rota ascendente de reconhecimento e maturidade sustentada num campo lexical para onde convergem os espíritos mais abençoadas para se libertarem num sopro único. Amado tem na companhia do baterista Gard Nilssen, do contrabaxista Jon Rune Strom e do trompetista Thomas Johansson um alinhamento de mentes em comprimento de onda.

 

Galeria ZDB (Lisboa)

11 de Julho 2017 | 22.00h

Cut Copy acabam de revelar novo single: “Airborne”

Os Cut Copy estão de volta com “Airborne”, o primeiro single oficial da banda em quatro anos. Com partes iguais de guitarras, sintetizadores celestiais e uma linha de baixo forte, este tema viciante está em constante mutação, balançando-se entre imagens do caos (“jagged teeth made of glass, rising up”) e um refrão firme: “That don’t stop me.” A canção é a primeira novidade revelada do novo material que a banda australiana tem vindo a gravar em estúdios de todo o mundo. “Airborne” já está disponível para streaming e download, tendo sido produzida por Ben Allen (Deerhunter, Animal Collective) e assinala o primeiro lançamento dos Cut Copy pela Astralwerks.

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Esta semana, foram revelados pequenos excertos de “Airborne” em vários locais de todo o mundo – incluindo a Estação de Bedford Avenue em Nova Iorque e a Amoeba Records em Los Angeles – dando aos utilizadores de iPhone que se encontrassem próximos desses locais de ouvirem em primeira mão o tema.

Ao longo da última década os Cut Copy tornaram-se um nome de dimensão verdadeiramente internacional, esgotando concertos de grandes dimensões e liderando festivais prestigiados como Coachella, Ultra, Lollapalooza, Primavera Sound, Pitchfork Paris ou o Big Day Out, na Austrália. O espetáculo ao vivo dos Cut Copy distingue-se por uma grande energia, aliada à beleza da complexidade das suas canções. Temas que têm vários níveis, da melodia a secções com dissonâncias, referências a vários géneros musicais, incluindo o disco e o pós-punk, tudo isto é misturado de uma forma que dá origem a grandes canções pop.

 

Começaram por ser um projeto que nasceu no quarto do vocalista, Dan Whitford, tendo os Cut Copy evoluído para uma autêntica banda com a inclusão do guitarrista Tim Hoey, do baterista Mitchell Scott e do baixista Ben Browning. Os quatro álbuns de estúdio do quarteto incluem “Zonoscope” (2011), que venceu dois ARIA Awards e foi nomeado para um Grammy, e “Free Your Mind” (2013), que recebeu uma pontuação de 8/10 da “Under The Radar”.

 

As canções da banda já foram licenciadas para programas de televisão, jogos, anúncios, incluindo campanhas da Chevrolt, Netflix, Amazon e Levi's #LiveinLevis. A cultura DJing é uma parte importante da identidade dos Cut Copy, tendo o grupo criado uma mix célebre para a Fabric, a “Fabriclive.29”, além da compilação de música de dança “Oceans Apart”.

Modalisboa levou João Oliveira e Rita Afonso a Maastricht

A ModaLisboa continua a levar a Moda Portuguesa além fronteiras. Os jovens designers João Oliveira e Rita Afonso apresentaram no passado fim de semana as suas coleções no FashionClash, em Maastricht, no âmbito da parceria da ModaLisboa – Lisboa Fashion Week com o reconhecido festival de moda holandês.

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Depois do êxito das suas apresentações no Sangue Novo, João Oliveira e Rita Afonso foram convidados por Branko Popovic, diretor do FashionClash, para representar Portugal na edição deste ano do Festival de Moda de Maastricht, que reúne jovens designers de moda de todo o mundo. Os seus desfiles realizaram-se no sábado e foram um sucesso.

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João Oliveira apresentou “Society”, uma coleção de streetwear com detalhes influenciados pelo workwear, onde predominaram as silhuetas oversized e as sobreposições de peças. O jovem designer considera que “a vida é demasiado curta para usar roupas aborrecidas” e por isso explorou várias possibilidades de coordenação das peças para que os utilizadores possam “brincar”.

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Rita Afonso apresentou “Sou jarra, mas eu grito”, uma coleção de homenagem aos “gritos” das mulheres que, ao longo da história, quiseram ser artistas e se remediaram com as chamadas artes menores. A coleção “gritou” pela pintura das naturezas mortas, pelos quadros de tecelagem, pelas jarras e pelos frutos que substituíram os seios, as pernas e os corpos nus das artes maiores.

 

Fotografias: Team Peter Stigter

25º Curtas Vila do Conde… Os Concertos

Para qualquer festival de cinema, quer seja português ou estrangeiro, cumprir um quarto de século de programação sem interrupções é facto assinalável. Durante estes vinte e cinco anos, o Curtas Vila do Conde procurou divulgar e promover o cinema contemporâneo, mostrá-lo e discuti-lo durante a mais cinéfila das semanas à beira-mar. Já não temos conta das sessões, dos realizadores, das noites ou dos espectadores que passaram por cá, mas sabemos que foram imensos e das mais diversas proveniências. Acreditamos que ajudamos a antecipar o futuro do cinema, mostrando as suas diversas facetas ou mesmo as suas contradições: novos espaços, novos formatos, novas experiências. É também por causa dessa diversidade que o programa do 25º Curtas Vila do Conde olha para trás e para a frente, procurando fundir o passado com o futuro.

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Mais uma vez, o Curtas promove a muito aguardada secção Stereo, onde a música se funde com o cinema, misturando duas artes centrais do tempo contemporâneo. Este ano, o festival recebe espetáculos de Mão Morta, Capitão Fausto, Pega Monstro, Evols, Chassol e Atlantic Coast Orchestra