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Glam Magazine

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MIMO apresenta... artistas de referência pela primeira vez em Portugal

A cidade de Amarante volta a ser palco do MIMO Festival Amarante que se realiza de 21 a 23 de Julho e conta com 52 actividades, entre música, cinema, programa educativo, fórum de ideias e poesia. Da programação fazem parte músicos de 10 nacionalidades (de Portugal, do Brasil, de França, da Etiópia, dos Camarões, de Cuba, dos EUA, de Inglaterra, de Cabo Verde e do Mali), alguns deles em estreia absoluta no nosso país, como é o caso do brasileiro Jards Macalé, da inglesa ALA.NI, da francesa Anne Paceo e do etíope e franceses Girma Bèyènè & Akalé Wubé.

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photo: Filipe Diniz

 

Com mais de 50 anos de carreira, o cantor e compositor carioca estreia-se em Portugal num momento de grande reconhecimento e visibilidade de sua obra. Autor de sucessos gravados por Maria Bethânia, Gal Costa, Elizeth Cardoso, Nara Leão, Luiz Melodia e O Rappa, Jards Macalé foi director musical do álbum "Transa" que Caetano Veloso editou no exílio em Londres, em 1972.

Considerado um cantor maldito, tal como Tom Zé, o músico brasileiro de 74 anos apresenta-se no MIMO com uma banda composta por músicos da nova geração para recordar canções marcantes como “Vapor barato”, “Negra melodia”, “Hotel das Estrelas”, "Mal secreto", “Let’s play that”, “Farinha do desprezo” e “Movimento dos barcos”, entre outras.

 

21 Julho 2017 | 20.30h - Museu Amadeo Souza-Cardoso

 

Em destaque na cena jazzistica francesa, tem quatro álbuns aclamados pela crítica e venceu importantes prémios como o Django de Ouro de “novo talento”, em 2010; e dois Victoires du Jazz, o primeiro em 2011 na categoria “revelação do ano”, e o segundo, em 2016, como “artista de jazz do ano”. Na estreia em Portugal, Anne Paceo vai apresentar o mais recente "Circles" com a cantora Leïla Martial, o saxofonista Émile Parisien e o tecladista Tony Paeleman.

Conhecida pelo seu "groove orgânico, poético e inspirado", descreve a crítica, Anne Paceo começou a tocar bateria com apenas 10 anos e aos 14 participou no festival “Les enfants de Barcelonnette”. Aos 19 já partilhava o palco com grandes nomes do Jazz e da world music e, durante os estudos no Conservatório de Paris, cruzou-se com o contrabaixista Charlie Haden, o baterista Billy Hart, a cantora Dianne Reeves e o saxofonista Kenny Garrett.

Cheia de talento e musicalidade, tem uma forma particular de se expressar. É incansável, já actuou em 40 países, e criou laços com músicos de várias áreas, do jazz à pop, da clássica à world music.

 

22 Julho 2017 | 20.30h - Museu Amadeo Souza-Cardoso

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photo: Ira Rokka

 

Inspirada pelo jazz e os musicais americanos dos anos 30 e 40, por vozes como as de Billie Holiday e Judy Garland, a artista londrina, de origem caribenha, é considerada uma revelação no cenário musical europeu. Em digressão com o álbum de estreia, “You & I”, ALA.NI estreia-se em Portugal no MIMO Amarante, ao lado do guitarrista Marvin Dolly. Depois de ter sido vocalista de Andrea Bocelli e Mary J. Blige, foi encorajada por Damon Albarn (Blur e Gorillaz) a lançar-se a solo. Em 2015 surpreendeu com os EPs “Spring”, “Summer”, “Autumn” e “Winter”, passando a ocupar espaço nobre em importantes publicações.

Com uma voz incrível e um sentido estético apurado, ALA.NI é uma artista completa, com experiência no mundo da dança e da moda. Em palco, tem uma presença arrebatadora. É romântica, amante da art déco e coleccionadora de coisas antigas, veja-se o microfone que usa em palco, a fazer lembrar as cantoras de rádio antigas.

 

23 Julho 2017 | 20.00h - Museu Amadeo Souza-Cardoso

 

Girma Bèyènè&Akale Wube©Cyril Fussien

photo: Cyril Fussien

 

Titã do ethio-jazz, como definiu o Washington Post, o cantor e pianista Girma Bèyènè ressurge no panorama da música internacional ao lado do quinteto parisiense Akalé Wubé, com o álbum “Mistakes on purpose”, lançado em Janeiro. O artista veterano de Adis Abeba, que se consagrou também como compositor e arranjador na Era de Ouro da música etíope moderna, desde que surgiu na década de 60, foi um dos mais criativos e produtivos de sua geração. Afastado dos palcos desde o início dos anos 80, altura em que se exilou nos EUA após a queda de Haïlé Sélassié, Girma Bèyènè foi redescoberto pelo produtor francês Francis Falceto, fundador da maravilhosa colecção “Ethiopiques” - da qual também fazem parte Alemayehu Eshete, Asnaketch Worku, Mahmoud Ahmed, Mulatu Astatke e Tilahun Gessesse -, que o apresentou ao quinteto Akalé Wubé e, juntos, editaram "Mistakes on purpose", um disco cheio de beleza e do swing do ethio-jazz.

 

Mas há mais, muito mais… O norte-americano Herbie Hancock; o brasileiro Rodrigo Amarante; o inconfundível Manel Cruz; os tuaregues Tinariwen; a sedutora Céu; o brasileiro Hamilton de Holanda & O Baile do Almeidinha convidam a cabo-verdiana Mayra Andrade; os pernambucanos Nação Zumbi; o contrabaixista africano e os cubanos Richard Bona & Mandekan Cubano; o fadista Ricardo Ribeiro; os regressados Três Tristes Tigres; o pianista Filipe Raposo; e o Quarteto Arabesco que vai partilhar o palco com Pedro Jóia e Coro da Câmara de Lisboa.

 

Além da música, fazem parte integrante do cartaz o Festival MIMO de Cinema que estreia em Portugal "Chico Science - Um Caranguejo Elétrico", de José Eduardo Miglioli, e conta ainda com "Vinicius de Moraes - Um Rapaz de Família" de Suzana Moraes, “Tim Maia” de Mauro Lima, “Mudar de Vida: José Mário Branco, Vida e Obra” de Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo, “I Love My Label – Discotexas” de António Sabino, Pedro Gonçalves e Igor Martins;

O Programa Educativo com workshop de Anne Paceo, ALA.NI, Rafael dos Anjos, oficina de Walter Areia e uma masterclasse com Pedro Jóia; o Fórum de Ideias com palestras de Manel Cruz, Nação Zumbi, Ricardo Ribeiro e Jards Macalé; a Chuva de Poesia com textos de poetisas de todo mundo como Sophia Breiner de Mello Andersen, as brasileiras Ana Cristina César e Hilda Hilst, a russa Marina Tsvietáieva, a norte-americana Emily Dickinson, a grega Safo e a indiana Rupi Kaur; e um Roteiro Cultural Guiado que visita a história, a tradição e a natureza de Amarante.

De acesso gratuito, o MIMO Festival Amarante realiza-se de 21 a 23 de Julho no Parque Ribeirinho, Museu Amadeo de Souza-Cardoso, Igreja de São Gonçalo, Igreja de São Pedro, Centro Cultural de Amarante e Cinema Teixeira de Pascoaes.

 

Capitão Fausto contam histórias com música, no Festival Grant's Stand Together!

Depois de duas noites esgotadas no Cinema São Jorge em Lisboa, o Festival Grant’s Stand Together volta ao Porto já este fim-de-semana, pela primeira vez na Fundação de Serralves, para duas noites com sala esgotada. À semelhança de Lisboa, uma série de personalidades cativantes aceitaram o convite do anfitrião Joaquim de Almeida e sobem a palco para partilhar histórias tão verdadeiras que nem vais acreditar: duas figuras míticas do cinema, António-Pedro Vasconcelos e Ricardo Trêpa; Capicua, a artista que mudou o panorama do Hip Hop; o carismático cantor Samuel Úria; o irreverente Tomás Wallenstein, vocalista de “Capitão Fausto” e o ator Jorge Corrula.

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Depois da sessão de Storytelling, é altura dos DJ’s contarem histórias com a sua música. O DJ Set de Capitão Fausto vai animar a festa com “UnBEATable Stories”, que é o mesmo que dizer – música que combina na perfeição com uma noite entre amigos e os cocktails deliciosos Grant’s.

 

Na segunda noite de Storytelling, Joaquim de Almeida já se sente em casa na Fundação de Serralves e desafia convidados especiais a virem ao palco partilhar histórias tão verdadeiras que nem vais acreditar.

O estilista Filipe Faísca já deixou a sua marca no mundo e vai revelar a sua experiência; o cozinheiro estrela Michelin Rui Paula; o comentador televisivo e promotor de moda Manuel Serrão também marca presença, assim como dois nomes incontornáveis da comédia nacional – o sensacional Eduardo Madeira e a grande Joana Marques. O comunicador e homem do norte Álvaro Costa completa o leque de storytellers numa noite imperdível

 

1 de Julho 2017 / Sala 1 | 21h30

Sessão de Storytelling - Joaquim de Almeida convida Samuel Úria, Tomás Wallenstein, Capicua, Ricardo Trepa, António Pedro Vasconcelos, Jorge Corrula

 

DJ Set Capitão Fausto | 23h30 - 03h00

"UnBEATable Stories” | Tomás Wallenstein, Salvador Seabra, Francisco Ferreira

 

2 de Julho 2017 / Sala 1 | 21h30

Sessão de Storytelling - Joaquim de Almeida convida Álvaro Costa, Eduardo Madeira, Chef Rui Paula, Filipe Faísca, Manuel Serrão, Joana Marques

 

A segunda edição do Festival Grant’s Stand Together na cidade do Porto regista um cartaz imperdível, com a programação sempre a cargo da H2N Phenomena-Makers!

Indian Rubber apresentam “Blinders”

Autores de um dos projetos de rock alternativo e psicadélico mais substanciais da atualidade, os Indian Rubber mostram agora o segundo avanço de “Pelsúun”, o EP recentemente lançado. Construído à base de baixo groovy, guitarras e sintetizadores, “Blinders” atesta bem a vitalidade do quinteto portuense.

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Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo. A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

O novo EP intitula-se “Pelsúun” e chega agora às principais lojas digitais, e será apresentado ao vivo já no próximo dia 1 de Julho no Espaço A, em Freamunde.

The Horrors em Lisboa e Porto para apresentar "V", o 5º álbum de estúdio

The Horrors lançam o seu álbum incrivelmente assertivo, “V”, a 22 de Setembro. Em Dezembro, chegam a Portugal para apresentar este novo trabalho ao vivo dia 9, no Hard Club, no Porto, e dia 10, no Lisboa Ao Vivo. Este disco surge na sequência do primeiro single, “Machine”, que revela a banda no seu melhor estilo majestoso e imperial, embora as dez faixas do álbum sejam tão diversificadas que quando a canção final, o futuro single, “Something To Remember Me By”, assume géneros como dance, trance e pop dos anos 80, isso pareça não só a coisa mais natural do mundo da música, como também a mais surpreendente. “V” apresenta o grupo no auge da sua força, demonstrando um sentido de exploração verdadeiramente libertador.

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"É um risco", refere Faris Badwan, ao discutir a audaciosa recusa da banda em ficar parada. "Mas a vida não é lá muito divertida sem riscos. É a antítese de ser criativo se soubermos sempre o que vamos fazer." O teclista Tom Cowan prossegue: "É natural, se realmente nos virmos a nós próprios como artistas, progredir e não jogar pelo seguro. Bowie antecipou a situação moderna de não ser capaz de ficar no mesmo sítio durante muito tempo, e eu fico frustrado com as bandas que não se mexem, porque isso depois transforma-se numa carreira."

 

As artes finais do álbum são do talentoso artista de efeitos visuais e realizador Erik Ferguson, conhecido pela sua visão criativa intrigante e abstracta. “V” foi gravado em Londres, com o produtor Paul Epworth, que trabalhou com FKA Twigs, Lorde, Rihanna, Adele, London Grammar, Florence + The Machine, Coldplay, U2 e Paul McCartney, entre muitos outros.

Este ano, The Horrors, após já terem actuado enquanto banda de suporte dos Depeche Mode em alguns dos seus concertos em estádios na Europa, irão tocar num pequeno espetáculo em Londres, no Omeara, a 11 de Julho, seguindo-se o Latitude Festival, a 14 de Julho, que será o único concerto em festivais no Reino Unido.

Plano Ecológico do BONS SONS com "Sê-lo Verde"

O BONS SONS é um dos festivais de música abrangidos pelo novo Programa "Sê-lo Verde", uma iniciativa do Ministério do Ambiente e Fundo Ambiental. Além das acções implementadas nas edições anteriores, este ano há um total de quatro medidas que terão apoio financeiro para sair do papel: a instalação de torneiras redutoras de caudal, a instalação de casas de banho secas no parque de campismo, eco-vídeos de sensibilização para boas práticas ambientais e actividades educativas dirigidas aos mais novos

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O Plano Ecológico desta edição do BONS SONS abarca as medidas já implementadas em anos anteriores do festival, indo mais além com a proposta de novas medidas. Centrado na necessidade de o festival marcar a aldeia e de a aldeia marcar o festival, não só cultural mas ambientalmente, foram definidas medidas adicionais que terão por base a poupança de recursos durante e após festival. A sua implementação será feita numa perspectiva de melhoria contínua, através da instalação de equipamentos e a adopção de práticas que envolvam toda a comunidade BONS SONS: habitantes, visitantes, concessionários e as estruturas regionais em que a Aldeia se insere.

 

O Programa "Sê-lo Verde" visa incentivar, nos grandes eventos de música, a adopção de boas-práticas ecológicas com impacto ambiental, social e económico, através do financiamento de medidas verdes. Este programa apoia medidas tangíveis e intangíveis que promovam junto do público a vertente ambiental do evento. Recorrendo a esta linha de financiamento do Ministério do Ambiente, o BONS SONS conseguiu apoio financeiro para a implementação de 4 medidas. Serão apoiadas, como medidas tangíveis, a redução dos consumos de água, através da instalação de torneiras redutoras de caudal, assim como a instalação de sanitários secos no Parque de Campismo. Ao nível das medidas intangíveis, o BONS SONS irá desenvolver um conjunto de vídeos de sensibilização, dinamizados por quem "Vive a Aldeia" e destinados a quem "Vem viver a Aldeia", bem como a dinamização de acções de educação ambiental no Espaço Criança.

 

Serão instaladas torneiras com redutores de caudais nos locais mais adequados, onde se poderão promover usos mais equilibrados (ex. pontos de lavagem de canecas) ou com maiores poupanças de água (ex. banhos no parque de campismo), ou locais que sejam utilizados durante todo o ano (ex: equipamentos da associação cultural SCOCS). Com a instalação destas torneiras são esperados três resultados: a natural redução dos consumos de água, uma melhoria na gestão da água por parte dos utilizadores, e uma redução que se irá estender para lá do período do festival.

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Outra medida que racionaliza a utilização de água é a instalação de casas de banho secas no Parque de Campismo. Será a primeira vez que acontece no BONS SONS e prevê-se que, em próximas edições, se aumente a sua utilização, aprendendo com a experiência e melhorando a sua eficácia. Com estes dispositivos prevê-se a redução do volume de efluentes líquidos encaminhados para tratamento em ETAR. Paralelamente, e numa perspectiva de reutilização de recursos, o composto resultante das pilhas de compostagem destes resíduos será disponibilizado à população para utilização nas suas hortas e jardins.

Os Sampladélicos lançam novo disco...

Em 2016, os Sampladélicos não se deixaram cair em Tradição com a edição física de um CD pela NOS Discos. Agora, um ano depois, voltam com “Cavalo de Tróia”, um trabalho mais combativo, onde as memórias podem de facto ser dançáveis e os encontros musicais virtuais gerarem um impacto ainda maior. Este segundo disco “Cavalo de Tróia” será disparado pela editora Azul de Tróia, fazendo jus ao nome e mantendo bem vivo o registo natural de Sampladélicos, que continuam a moldar as gravações vídeo do projecto “A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria” para fazer os seus vídeo/temas sem mais aditivos.

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A dupla audiovisual em questão, Tiago Pereira, realizador e mentor do projecto “A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria” (MPAGDP) e o músico Sílvio Rosado, demonstra bem o que é tradição oral e remistura - cruzando polifonia minhota com mandos de chamarritas, violas da terra com cante Alentejano e poetas populares algarvios com bombos da Beira Baixa, de uma forma bem vísivel, uma vez que todos os elementos dos vídeos estão síncronos com o áudio, podendo assim mostrar, para além de música, geografias e territórios que fazem parte de uma paisagem em constante transformação.

Com o lançamento do disco previsto para Outubro, os Sampladélicos irão estar até Agosto (altura do seu grande concerto de lançamento antecipado no Festival Bons Sons) a dar um cheirinho do que aí vem, lançando por mês um vídeo/tema. Neste segundo vídeo, “Mali do Milho Grosso”, vamos às origens da Beira Baixa da Celeste Rodrigues misturando-as com a Viola da Terra dos Açores do Rafael Carvalho, a viola espacial do Filho da Mãe, a bailarina Francisca Irina e a Mariana Maria da gare de Ourique, entre outros.

A dança chega ao Palco EDP no MEO Sudoeste

A pouco mais de um mês para o início da edição que celebra os 20 anos do MEO Sudoeste, ainda há uma novidade para juntar à programação do Festival, que vai levar à Zambujeira do Mar milhares de festivaleiros para a melhor semana de férias de sempre! O Palco EDP leva a energia contagiante da dança ao maior Festival do verão, com dois espetáculos distintos em palco, onde a música e a dança são as bases para que Blaya, juntamente com os bailarinos Nelson Stein, Nuno Bolicao, Fábio KRZE, Manuela Cabitango, Filipa Amaro e Joana Periquito, façam a festa sem deixar ninguém de fora.

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Nas quatro noites do recinto, serão dois os espetáculos que vão pôr todos a dançar: Blaya vai apresentar o espetáculo Electra, acompanhada pelos seis bailarinos, um percussionista e um DJ. Um espectáculo resultante da sinergia entre os quatro estilos urbanos de dança mais atuais – o kuduro, afro beat, dancehall e funk brasileiro – que promove a interação com público, e que se baseia no conceito de energia em movimento, tornando o Palco EDP no centro de todas as atenções.

A aquecer os ânimos para o espetáculo “Electra”, D-Fresh será o primeiro momento no Palco EDP, que apelará também à interação com o público: um medley feito de várias músicas conhecidas de todos os festivaleiros, que funcionará como uma espécie de batalha com várias coreografias. Natural do Brasil, Blaya é conhecida por muitos como uma provocadora bailarina e MC que acompanha os Buraka Som Sistema em palco, conseguindo prender as atenções do mundo inteiro com a sua presença e energia inesgotáveis.
 

Fábio KRZE – bailarino profissional e professor, já atuou com os Buraka Som Sistema e Aneselmo Ralph.
Filipa Amaro – já participou como bailarina numa série de programas de televisão, é licenciada em Dança pela Faculdade de Motricidade Humana, e dá aulas na academia de dança Jazzy.
Nuno Bolicao – apaixonado pelos ritmos Africanos, especializou-se em Kuduro e Afro House.  Fez participações em vídeos de diversos artistas, como Buraka Som Sistema, The Poppers, Kaysha e The Groove.
Manuela Cabitango – bailarina profissional de kuduro e afro-house, faz parte da African Dance Revue Malemba.
Joana Periquito – começou a dançar aos 8 anos e aos 12 integrou um grupo de competição de Hip Hop. Desde então tem competido a nível nacional e internacional. Há três anos que faz parte do núcleo de bailarinos da academia de dança Jazzy.
Nelson Stein – bailarino profissional, trabalha como professor de dança, coreógrafo, modelo e bailarino freelancer. Já atuou com Anselmo Ralph.

 

"Dominant Rush" dos Miss Lava já disponivel

Novo trabalho, editado pela editora lisboeta Raging Planet estará brevemente disponível nas restantes plataformas digitais e em Vinil. Em 2016, os Miss Lava lançaram "Sonic Debris", um dos álbuns mais aclamados do ano a nível nacional e internacional mas prometeram não ficar por aí. Em Maio deste ano, voltaram com o tema "Black Unicorn", tema esse que antecipava um novo EP que prometia agitar novamente as águas. Ontem, dia 27 de Junho, foi dia de "Dominant Rush", novo EP dos Miss Lava ficar disponível no Bandcamp e promete seguir as pisadas do último Longa Duração.

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“Dominant Rush” é como um satélite de “Sonic Debris”. Ganhou vida própria durante o processo de gravação do registo anterior. As 4 músicas que o compõem partilham uma tensão dominante que é agora libertada na galáxia discográfica dos Miss Lava.

Se “Black Unicorn” abre o EP com uma fúria escura, o cowbell de “Psychedelic Dojo” e de “Virtue and Vice” contagiam com o seu groove, enquanto que a última faixa “Twin Heads” propulsiona uma viagem de vertigem psicadélica na companhia de um convidado muito especial – Mike Ghost (Correia, Men Eater).

Dominant Rush” é assim a 5ª edição na discografia da banda. Sucede ao EP homónimo lançado em 2008 e aos álbuns “Blues For The Dangerous Miles” (2009) – votado pela Loud! como um dos 5 melhores álbuns nacionais desse ano -, “Red Supergiant” (2012) e “Sonic Debris” (2016) – votado pela Loud! como 2º melhor disco nacional do ano, pela Arte Sonora como um dos melhores 10 álbuns nacionais do ano e pelo Ruído Alternativo como 5º melhor disco nacional do ano. Produzido por Fernando Matias e pelos próprios Miss Lava, "Dominant Rush" vai poder ser ouvido ao vivo nas próximas datas da banda, já hoje no Feedback Open Air, no Montijo e no Vagos Metal Fest, no dia 13 de Agosto, com bandas como Hammerfall, Whitechapel e Chelsea Grin, entre outros.

Novo video para os Paraguaii... “Dream About The Things You Never Do”

“Dream About The Things You Never Do” é um lado B retirado do álbum homónimo de Paraguaii, lançado em Março deste ano. Visando a persistência do subconsciente em delinear sonhos perante a encruzilhada quotidiana, o vídeo apresenta uma intenção quase hipnótica. A sua linguagem visual surge enquanto apelo à necessidade de desconcertar o lado onírico dos lugares mais recônditos do cérebro.

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A energia traduzida no vídeo é da autoria de Pedro Bastos, do Bando à Parte, companhia responsável por vídeos de artistas como The Legendary Tigerman, Dead Combo, entre outros.

 

A banda continua em tour de apresentação para o disco passando, nas próximas semanas, por:

8 Julho 2017 - Vila das Aves

21 Julho 2017 - Festival Entremareas - Ortigueira (Espanha)

22 Julho 2017 - Casa da Música (Porto)

28 Julho 2017 - Vizela

14 Outubro 2017 - Carmo 81 (Viseu)

"Mutantes S.21" dos Mão Morta em nova edição

E assim passam 25 anos... "Mutantes S.21" dos Mão Morta faz este ano 25 anos! Para o comemorar, a Rastilho Records tem em curso uma nova edição deste clássico disco.

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Mão Morta... 25 anos de "Mutantes S.21", um dos grandes clássicos do Rock português.

Edição especial e comemorativa do 25º aniversário, Edição limitada e numerada a 500 cópias, Aqua Blue Vinyl with White Splatters com Artwork restaurado a partir da edição original, com inner sleeve com letras incluídas.

Festival Caixa Alfama’17… Cartaz completo dos Palcos do Museu do Fado

Pelo quinto ano consecutivo, o Fado volta a cumprir o seu destino, ser a estrela maior no coração de Lisboa, no bairro de Alfama.

Dias 15 e 16 de Setembro, o Festival Caixa Alfama está de regresso, com dez palcos espalhados pelo bairro, onde há espaço para as diferentes facetas do próprio Fado. Para revelar essa diversidade o Festival conta com a preciosa parceria do Museu do Fado, responsável pela programação dos palcos no Largo Chafariz de Dentro e no Auditório do Museu.

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No Largo do Chafariz de Dentro, a antecâmara do Festival, de entrada livre, é feita pelo trinar das melhores guitarras. No primeiro dia, 15 de setembro, essa tarefa fica a cargo de Luís Guerreiro e Pedro de Castro. O primeiro vem a Alfama mostrar todo o seu talento, um virtuosismo que já acompanhou nomes como Mariza, Camané, António Zambujo ou Carminho. Luís Guerreiro prepara também um disco a solo, outro motivo de interesse para este seu concerto no Largo Chafariz de Dentro, onde também vai atuar Pedro de Castro. Domina a guitarra portuguesa com a agilidade e mestria de quem nasceu já com essa vocação, e é constantemente requisitado para acompanhar à guitarra grandes vozes, como Ana Sofia Varela, Helder Moutinho, Ricardo Ribeiro, Katia Guerreiro, João Braga ou Celeste Rodrigues.

 

No dia 16, os melhores guitarristas do país continuam a ser o grande destaque deste palco. José Manuel Neto, uma das grandes referências da guitarra portuguesa, prepara um concerto imperdível, cuja base vai ser seu primeiro disco a solo: “Tons de Lisboa”. Paulo Soares, um dos mais versáteis guitarristas de sempre da guitarra portuguesa, tem estado sempre presente nos mais importantes festivais da especialidade e vai levar a Alfama as nuances de um instrumento cujo som é hoje património mundial reconhecido pela UNESCO.

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O Auditório do Museu do Fado é o palco ideal para ouvir as vozes das jovens fadistas que garantem o presente e o futuro do Fado. Dia 15, Matilde Cid promete dar a conhecer uma voz que amadurece no ambiente boémio da capital do Fado. Teresinha Landeiro é uma das fadistas mais representativas da nova geração da Canção de Lisboa. É por muitos considerada como a voz que vai trazer-nos uma lufada de ar fresco, transportando-nos a tradição e a raiz do passado para um presente que nos faz ter saudades do próprio futuro.

 

E se o primeiro dia neste palco é imperdível, o segundo tem o mesmo apelo. Nathalie regressa ao Caixa Alfama, depois do lançamento do disco “Fado Além”, um álbum em que a fadista luso-descente mostra toda a sua garra e talento. Nathalie prepara novo disco para 2017, com produção de José Mário Branco, e o Auditório do Museu do Fado é o lugar ideal para ficarmos a conhecer essas novidades. E por falar em novidades, também Tânia Oleiro promete levar o seu primeiro disco, “Terços de Fado”, até Alfama. Mas não se fica por aí. A fadista promete um momento de partilha, com a estreia de temas inéditos como o single: “Nova Rosa da Mouraria”.

 

15 de Setembro 2017

Palco Caixa – António Zambujo, Marina Mota, José Gonçalez & Sangre Ibérico

Museu do Fado / Auditório – Teresinha Landeiro, Matilde Cid

Museu do Fado / Largo do Chafariz de Dentro – Luís Guerreiro, Pedro Caixa

 

16 de Setembro 2017

Palco Caixa – Gisela João, Marco Rodrigues, Os Mestres (António Rocha, Artur Batalha, Cidália Moreira , Filipe Duarte, Maria Amélia Proença, Maria Armanda, Maria da Nazaré  e Nuno Aguiar)

Museu do Fado / Auditório – Nathalie, Tânia Oleiro

Museu do Fado / Largo do Chafariz de Dentro – José Manuel Neto, Paulo Soares

 

D. Afonso Henriques e D. Afonso VII de Leão e Castela confrontam-se na Rua Augusta

Em 1141 os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os de seu primo Afonso VII de Leão e Castela encontra-se em Arcos de Valdevez, protagonizando um dos momentos mais importantes da fundação da nacionalidade, o Recontro de Valdevez, uma contenda/torneio medieval que evitou uma batalha quase certa, dando uma importante vantagem aos portucalenses e às ambições autonomistas do seu jovem monarca.

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Quase 900 anos depois, o Município de Arcos de Valdevez leva a efeito uma Recriação Histórica do Recontro de Valdevez, que ocorrerá nesta vila minhota nos dias 7 a 9 de Julho, trazendo assim até à atualidade esse momento referencial da História portuguesa, utilizando para o efeito o cenário do Paço de Giela, notável Monumento Nacional recentemente reabilitado, que acolherá uma verdadeira viagem à idade média e ao século XII.

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No sentido de divulgar de forma alargada o Recontro, o Município arcuense leva a efeito uma apresentação pública deste evento em Lisboa, utilizando para o efeito a área do Arco da Rua Augusta, numa cidade ligada à vida do primeiro monarca português, com a sua conquista aos mouros em 1147. Desta forma ficam associados dois momentos fundamentais para a formação de Portugal e uma viva homenagem ao nosso primeiro rei Afonso Henriques.

A apresentação decorrerá de forma muito original e dinâmica, uma vez que será realizada uma performance de animação de época que contará com as personagens medievais de Afonso Henriques, Afonso VII, respetivas guardas e escudeiros, que farão uma alegoria do Recontro, num momento que contará igualmente com música e dança de época, num momento de comunicação diferente para todos os presentes.

 

Este momento de divulgação da Recriação Histórica do Recontro de Valdevez procura, assim, potenciar o evento e, de igual modo, assinalar a ligação umbilical entre Arcos de Valdevez e a formação da nacionalidade, bem como a importância futura que teve na vida de Afonso Henriques e nas suas futuras conquistas, como o caso de Lisboa.