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Glam Magazine

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Foo Fighters convidam as maiores bandas de Rock’n’Roll para mais de 12 horas de música ao vivo

A visão de Grohl tornar-se-á realidade a 7 de Outubro, quando o CAL JAM 17 dos Foo Fighters tomar de assalto o Glen Helen Regional Park em San Bernardino, Califórnia.

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Para além de ser o maior evento americano de um dia como cabeça-de-cartaz, no espírito California Jam original, esta maratona de um dia inteiro a comer, beber e ouvir rock’n’roll, contará com um alinhamento incrivelmente brutal: Queens of the Stone Age, Cage The Elephant, Liam Gallagher, The Kills, Royal Blood, Japandroids, Wolf Alice, Bob Mould, The Struts, Bully, Circa Waves, Babes in Toyland, Adia Victoria, Fireball Ministry, The Obsessed, Pinky Pinky, Starcrawler, White Reaper… e para complementar estas 12 horas de bons bomentos rock and roll, o Cal Jam 17 oferece campismo, carrosséis, um parque aquático, um estúdio de gravação móvel e muitas mais actividades. 

Reverence Santarém 2017… Gang of Four, Mono e mais confirmações

Mono, Gang Of Four, Oathbreaker, Bo Ningen e Siena Root encerram o cartaz da edição de 2017 do Reverence Santarém 2017, que decorre a 8 e 9 de Setembro, na idílica zona do Parque da Ribeira de Santarém, localizado nas margens do Rio Tejo. A 4ª edição do evento já descrito como “o melhor festival de música underground do sul da Europa”, contará novamente com um manancial impressionante de música tão alternativa como desafiante, do qual se destacam as seguintes novidades.

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Uma das grandes surpresas da edição de 2017 do Reverence é a presença dos japoneses Mono. O quarteto propõe-se, nas suas próprias palavras, a “comunicar o incomunicável”, refletindo as nuances de cada emoção humana em intensas viagens introspetivas de pós-rock expansivo. Após vários concertos esgotados nos últimos anos, a banda regressa a Portugal para um momento que certamente ficará na história do festival e na memória daqueles que o presenciarem

 

Os históricos Gang Of Four vão também marcar presença no Reverence. A banda britânica, formada em 1977, é autora de vários dos mais emblemáticos temas de post punk e promete mais um concerto pleno da energia que caracteriza as suas atuações, com uma mistura dos clássicos antigos, como “Damaged Goods” e “At Home He's A Tourist”, com temas mais recentes.

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Depois de várias atuações memoráveis, o coletivo belga regressa a Portugal para encabeçar o cartaz da 4ª edição do Reverence. Donos de um estilo muito próprio, os Oathbreaker provam que é possível encontrar equilíbrio entre harmonia e agressão, sem que sejam feitas concessões para qualquer dos lados. Pelo que se tem visto e ouvido, será uma das atuações mais esperadas do festival.

 

Descritos com rótulos tão vívidos como acid-punk e Krautcore, os Bo Ningen – formados por Taigen Kawabe no baixo e na voz, Kohhei Matsuda e Yuki Tsujii nas guitarras e Monchan Monna na bateria – são, sem margem para dúvidas, uma das mais excitantes propostas do rock alternativo actual. Apesar de todos os membros da banda serem provenientes de diferentes cidades do Japão, os músicos só se conheceram em Londres e, desde então, não mais têm parado de surpreender, assinando concertos incendiários e discos tão aplaudidos como “Line The Wall” e o mais recente “III”, que inclui colaborações com Jehnny Beth (das Savages) e Roger Robinson (dos King Midas Sound).

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Originalmente formados em 1997, os retro rockers suecos Siena Root foram buscar o seu nome às “cores quentes” da Toscânia – uma explicação, no mínimo, misteriosa e enigmática para descrever a derivação de rock progressivo, psicadélico e duro, fortemente enraízado na tradição dos 70s, que domina a música debitada por Oskar Lundström, KG West, Sam Riffer e Love H. Forsberg. Ao longo das últimas décadas, o quarteto aperfeiçoou o seu ofício à força de centenas de concertos e jam sessions, encapsuladas de forma genial em álbuns como “Far From The Sun”, “Root Jam” ou “A Dream Of Lasting Peace”, que chegou aos escaparates já este ano.

 

Referenciada como um dos principais selos de rock psicadélico underground da europa, a reputada editora londrina Fuzz Club irá comemorar o seu 5º aniversário numa parceria com o Reverence, o que trará às margens do Rio Tejo algum do melhor neo-psicadelismo que se faz hoje em dia no planeta. Aos já anunciados The Underground Youth, 10000 Russos, Throw Down Bones, Nonn, The Gluts juntam-se agora também os The Janitors, Dead Rabbits E Pretty Lightning.

 

Como anunciado anteriormente, o Reverence Santarém 2017 contará também com a participação dos Moonspell, Amenra, Esben And The Witch, Sinistro, Träd, Gräs Och Stenar, Hills, Desert Mountain Tribe, Is Bliss, Dr. Space, Groal E Quentin Gas & Los Zingaros.

 

O contingente nacional, fulcral na evolução do evento desde a sua primeira edição, em 2017 fica completo com um respeitável lote de bandas emergentes, a saber: Löbo, Névoa, Wildnorthe, Conjunto!Evite, Cows Caos, Pás De Problème, Zarco, Asimov & The Hidden Circus, Gossamers, Chinaskee & Os Camponeses, The Melancholic Youth Of Jesus, Cut, Tren Go! Sound System, Royal Bermuda, Two Pirates And A Dead Ship, I Am The Ghost Of Mars, Iguana E F’rrugem.

 

A digressão dos teatros e os novos projetos dos Capitão Fausto… a Entrevista

Com o novo álbum de estúdio anunciado esta semana, os Capitão Fausto falaram com a Glam Magazine sobre o próximo trabalho e a digressão dos teatros que se deu por terminada em abril deste ano. Já com três discos editados e com um grande sucesso nacional (não é sempre que se ganha um Globo de Ouro para Melhor Grupo na categoria Música, certo?), os cinco lisboetas preparam-se para voltar às músicas, passado por festivais e concertos pelo caminho. Salvador Seabra (bateria) fez as honras e conversou connosco sobre esta fase na carreira dos ecléticos Capitão Fausto.

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Glam (G.): No último concerto no Porto, foram acompanhados por um segundo baterista, porque te magoaste. Na faixa “Mil e quinze”, vocês falam em “parti um braço”. Não foi bem, mas foi quase…

Salvador (S.): Pois, na verdade, foi um dedo. Caí e magoei-me, não tem grande ciência nem grande história. É pena não ser muito interessante (risos).

 

G: Agora com a digressão dos teatros terminada, qual o foi o balanço destes meses?

S.: Foi muito positivo. Ficámos muito contentes porque houve um número muito maior de pessoas a virem a estes concertos do que a concertos de outras digressões. Tocámos sempre em salas maiores e estiveram sempre, se não cheias, bem compostas. Sinto que temos mais pessoas interessadas a virem ouvir-nos e isso alegra-nos.

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G.: No Porto, o vosso concerto teve quase toda a gente de pé a ouvirem-vos em plena Casa da Música. Sentiram mais proximidade com o público em situações assim?

S.: Sim. Essa coisa das pessoas estarem sentadas nos nossos concertos foi uma coisa muito diferente para nós. É usual estarem mais eufóricos e a saltar. Nesta digressão, estarem mais concentradas a ouvirem-nos foi um fator muito importante. Exigiu de nós uma concentração e foco maior porque tudo tinha de soar mesmo muito bem porque as pessoas estavam mais silenciosas. Nesse concerto, por acaso, as pessoas levantaram-se, mas na maioria não. Por ter sido algo tão distinto do que já tínhamos feito antes, isso deu-nos um gosto especial.

 

G.: A forma como se apresentavam em palco, talvez de forma mais composta, reflete também um pouco do tema do último álbum (Os Capitão Fausto têm os dias contados)?

S.: Acho que foi só uma opção estética que nós tomámos. Não tem a ver com a temática do disco, mas sim talvez com referências de bandas que gostamos que vemos a subirem a palco um pouco mais bem vestidos e pensámos: vamos também aperaltarmo-nos e arranjarmo-nos. É mais isso.

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G.: O novo álbum do José Cid tem uma música dedicada a vocês. O que representa para vocês, como fãs, chegarem a esse reconhecimento?

S.: É verdade e nós já a ouvimos! Ele fez uma versão de uma música nossa, mas com outra letra. Com um solo muito parecido com a “Zé Cid”, do Gazela. Está muito boa e aconselho toda a gente a ouvi-la. Nós somos grandes fãs dele, ficámos muito felizes e ele foi bastante simpático. Convidou-nos a irmos comer um leitão com ele e ir ouvir a música. Passámos uma excelente tarde solarenga em Mogofores, com um leitão e com vinho verde. Foi um dia mesmo bem passado!

 

G.: Com o Cuga Monga Conjunto confirmado para o festival Milhões de Festa, como é para vocês tocarem com as bandas que a vossa editora abraçou e verem o seu crescimento?

S.: A maior parte dessas bandas somos nós os cinco. Depois há os Ganso e o Luís Severo, que nos deve acompanhar também no Milhões. Em relação aos Ganso, que sempre acompanhámos e ajudámos, é um enorme prazer porque gostamos muito do que eles fazem. Divertimo-nos muito e os concertos do Conjunto são muito diferentes dos concertos de Capitão Fausto. É um bocado uma família. Como somos todos muito amigos e gostarmos do trabalho uns dos outros acaba por ser muito fixe partilharmos o nosso trabalho e atuarmos ao vivo todos juntos. Acho que é muito saudável.

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G.: Quais os próximos passos?

S.: Temos bastantes concertos marcados para o verão. E estamos a fazer o nosso próximo disco, que queremos gravar no final deste ano para sair no início de 2018. Ainda não sabemos que tipo de sonoridades vão recair no álbum, porque ainda estamos mesmo a começar a fazer as malhar novas. Está numa fase muito inicial do processo. Se vai ser diferente? Não sei. Mas já temos ideias.

 

G.: Vocês ficam sempre por Portugal em termos de concertos. Já pensaram em atuar mais lá fora?

S.: Nós gostamos muito de Portugal e de atuar aqui e não nos tem feito muita falta ir tocar a outro sítio. Estamos muito bem cá. Mas se surgir a oportunidade, também não vamos dizer que não. Não é por decisão nossa que nunca tocámos no estrangeiro, só não aconteceu.

 

Entrevista: Catarina Nascimento
Fotografias: Nuno Machado

 

Charles Bradley, Cigarettes After Sex e Aldous Harding são as primeiras confirmações do Vodafone Mexefest

O Vodafone Mexefest regressa a Lisboa nos dias 24 e 25 de novembro, transformando umas das principais artérias da capital na montra perfeita para ouvir, e descobrir, alguns dos artistas mais entusiasmantes do momento.

19105710_1980078378892775_1204949719439117176_nphoto: Paulo Homem de Melo

 

A encabeçar as primeiras confirmações para o Festival que todos os anos mexe com a cidade, destaque para o aguardadíssimo Charles Bradley & His Extraordinaires, cumprindo a promessa que manifestou no ano passado – quando se viu obrigado a cancelar a atuação no Vodafone Mexefest – de regressar ao Festival. Cigarettes After Sex (na foto) e Aldous Harding juntam-se à soul de Charles Bradley nestas primeiras confirmações.

 

Em 1962, o jovem Charles Bradley ouviu a voz do mítico James Brown e foi aí que se deu o encontro com sua própria vocação. Muito mais tarde, quando se apresentava como “Black Velvet”, num tributo ao próprio James Brown, foi descoberto por Gabriel Roth, co-fundador da Daptone Records. E para provar que nunca é tarde, em 2011 editou o seu primeiro disco: “No Time For Dreaming”. Entretanto já se seguiram mais dois álbuns, o último dos quais “Changes”, editado em 2016. A vida nem sempre fácil de Charles Bradley acrescentou grão àquela que agora é uma das melhores vozes americanas da atualidade. O documentário “Soul of America”, realizado por Poull Brien, mostra esse percurso profundamente americano. E não é à toa que Charles Bradley tem o dom de nos transportar para as décadas de 1960 e 1970, parecendo ser a personificação da soul music e do funk em pleno 2017. Uma viagem que – finalmente!, e depois da luta que o afastou dos palcos ao longo de vários meses – poderá ser feita, sem sair de Lisboa, no Vodafone Mexefest.

 

Os Cigarettes After Sex nasceram no ano de 2008 em El Paso, Texas. Só mais tarde se mudaram para Brooklyn, centro de alguma da melhor música produzida nos últimos anos. A banda liderada por Greg Gonzalez é um exemplo dessa boa música e do poder do YouTube na divulgação da mesma, com os Cigarettes After Sex a saltarem rapidamente do underground para os ouvidos de milhões de pessoas. O primeiro EP, “I”, foi editado em 2012, registo onde podemos encontrar temas tão cativantes como "Dreaming of You” ou "Nothing's Gonna Hurt You Baby”, uma das canções que explodiu no YouTube. O primeiro longa-duração da banda chegou já este ano. Um disco homónimo que inclui os singles "Affection" e "K.". Entre a slow pop e o rock alternativo com ecos de shoegaze, o som dos Cigarettes After Sex recebe a influência de nomes como Trinity Session, Julee Cruise, Red House Painters ou Cocteau Twins. Em novembro os Cigatettes After Sex prometem trazer o seu ambiente pop ao Vodafone Mexefest.

 

Vem da Nova Zelândia umas das vozes mais originais dos últimos dois anos. Mas os encantos de Aldous Harding não se ficam pela voz: o seu rosto e o seu corpo alimentam uma performance capaz de mostrar vulnerabilidade, sem nunca perder um charme e um carisma irresistíveis. Depois de lançar o seu primeiro álbum em 2015, registo muito elogiado pela crítica, a cantora neozelandesa editou “Party”. Este trabalho, lançado em maio deste ano, foi produzido por John Parish, produtor de PJ Harvey, Perfume Genious e Laura Jean. Com um lado sombrio transformado em beleza, a música de Aldous Harding é um gothic folk influenciado pelo jazz e até pelo indie rock. Com uma crueza desarmante, aqui as angústias estão todas ao serviço da melhor música. Para conferir em mais uma edição do Vodafone Mexefest

George Ezra é a mais recente confirmação para o EDP Vilar de Mouros 2017

É uma das revelações do momento e chega a Vilar de Mouros para uma atuação única e exclusiva em Portugal. O britânico George Ezra, elegeu Vilar de Mouros como um dos poucos festivais em que atuará este Verão. Na bagagem, Ezra traz o aclamado álbum de estreia, “Wanted on Voyage”, de 2014, que lhe valeu o aplauso unânime de público e crítica. O disco foi um dos mais vendidos em Inglaterra em 2014 e 2015, tendo tomado de assalto o “Top 10” de dez países, muito por força do single “Budapest”, que conquistou vários galardões de platina, da Alemanha à Nova Zelândia. Em consequência, Ezra somou nomeações para alguns dos mais importantes prémios de música, dos Brit Awards aos MTV Music Awards, passando pela BBC, Ivor Novello e You Tube, em que foi eleito um dos 50 artistas a seguir.

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Jovem cantautor – tem apenas 24 anos – Ezra navega entre a folk, os blues e o rock, facto a que não são alheias as influências maiores que gosta de citar: Bob Dylan, Woody Guthrie, Lead Belly e Howlin Wolf. Senhor de uma voz apaixonada e madura, descrita pela crítica como “fazendo mais sentido a um capitão de barco de pesca do Alabama do que a um natural de Bristol”, George Ezra estreou-se em disco em finais de 2013, com o EP “Did You Hear the Rain?”, em que se incluía o tema “Budapest”. Seguiu-se novo EP, “Cassy O’”, já em 2014, e, pouco depois, “Wanted on Voyage”, o álbum que confirmou definitivamente George Ezra como um dos mais talentosos artistas surgidos nos últimos anos. Ao ponto de já ter sido escolhido para a abertura de espetáculos de músicos tão importantes como o ex-Led Zeppelin Rober Plant, ou Sam Smith.

Em exclusivo, em Vilar de Mouros.

A música Portuguesa chega ao DOURO ROCK já em Agosto

O DOURO ROCK reforça a aposta na melhor música nacional na segunda edição do festival que se realiza dias 11 e 12 de Agosto no Peso da Régua. GNR, Blind Zero, Linda Martini, Capitão Fausto, You Can’t Win Charlie Brown, Marta Ren & The Groovelvets, Piruka e Bed Legs são os protagonistas de duas noites de festa na margem do rio Douro. Pop, rock, indie, funk, soul e hip-hop são os géneros musicais representados no DOURO ROCK num festival 100 por cento português onde as novas gerações da música se cruzam com nomes mais consagrados.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Tendo uma das paisagens mais bonitas do mundo como cenário, o DOURO ROCK instala-se junto às piscinas da Régua proporcionando uma experiência plena. Mais do que um festival de música, o DOURO ROCK promove o que de melhor esta região demarcada tem para oferecer. Património da Humanidade pela Unesco, o Douro apresenta-se como uma alternativa no concorrido calendários de festivais em Portugal e convida o público a conhecer a região ao som da melhor música nacional.

 

Recorde-se que a primeira edição do DOURO ROCK, em 2016, contou com Pedro Abrunhosa & Comité Caviar, Richie Campbell, Mundo Segundo, Sam Alone, Serushio, Capitão Mocho, Ledderplain e Sons do Douro.

Raquel Tavares é convidada dos Resistência… 25 Anos de Canções e Amigos

Raquel Tavares é a mais recente voz a juntar-se à festa com que a Resistência pretende assinalar esta viagem de 25 anos feita de canções e de amigos. Depois do anúncio de António Zambujo, a confirmação de Raquel Tavares vem reforçar a ideia de que esta é, na verdade, uma celebração da própria música portuguesa, como sempre foi, aliás, o grande propósito da Resistência.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Quando Raquel Tavares ganhou a sua primeira gala da Grande Noite do Fado, com apenas 12 anos de idade, em 1997, já o colectivo de vozes e guitarras tinha lançado os álbuns Palavras ao Vento (1991), Mano a Mano (1992) e Ao Vivo no Armazém 22 (1993). A fadista ouviu-os provavelmente na rádio nesses tempos formativos, antes de se lançar na sua própria aventura que desembocou em Raquel, o seu álbum de 2016 em que canta Caetano Veloso e Mallu Magalhães, Rui Veloso e... António Zambujo. Faz sentido, claro, que ambos se juntem agora a quem sempre procurou celebrar essa mesma ideia de lusofonia capaz de atravessar décadas e oceanos.

 

Fernando Cunha confessou que ter a Raquel Tavares em palco foi uma grande conquista para a Resistência: "A Raquel já cruzou o mundo com a nossa língua, já foi aplaudida nalguns dos melhores palcos internacionais, sabe bem o que significa cantar em português, como a canção certa pode levar o espírito de um povo muito longe. Faz sentido tê-la ao nosso lado, ao lado do António Zambujo que também aceitou o nosso convite".

 

A 13 de Outubro no MEO Arena e a 14 de Outubro no Pavilhão Multiusos de Guimarães, o colectivo formado por Alexandre Frazão (bateria), Fernando Cunha (voz e guitarra 12 cordas) Fernando Judíce (baixo), José Salgueiro (percussões), Mario Delgado (guitarra), Miguel Angelo (voz), Pedro Jóia (guitarra clássica), Olavo Bilac (voz) e Tim (voz e guitarra) voltará ao palco para, como escreveu Pedro Ayres no texto que acompanhava a edição do DVD com o registo do concerto do álbum Horizonte, de 2015, voltar a fazer “a apologia da canção de autores portugueses da música eléctrica e dos concertos cantados pela comunidade do público”. Só assim, aliás, faz sentido celebrar.

 

"Uma Autobiografia" de Rita Lee… abrangente, polémica, verdadeira

O livro da artista Rita Lee, publicado a 23 de junho pela Contraponto, é uma autobiografia exemplar, transparente e honesta. Um íntimo olhar sobre a vida de excessos e de grandes aventuras de uma das maiores estrelas do rock brasileiro, com mais de 55 milhões de discos vendidos. "Uma Autobiografia" é um livro no qual, sem qualquer pudor, Rita Lee revela tudo sobre os backstages da sua vida. Esta é uma obra que põe o dedo na ferida por diversas vezes e conta tudo sem receio de reações. São histórias e histórias apresentadas de forma cronológica que vão traçando não só o retrato de uma vida como do próprio Brasil. A infância e os primeiros passos na vida artística; a prisão em 1976; o encontro de almas com Roberto de Carvalho; o nascimento dos filhos, das músicas e dos discos clássicos; os tropeços e as glórias. Está tudo aqui num testemunho sincero, íntimo e sem preconceitos, não fosse esta autobiografia toda ela escrita e concebida – até a própria capa – pela própria Rita Lee, a  definitiva "rainha do rock" brasileiro, como a caracteriza Metrópoles, um dos maiores portais de notícias no Brasil.

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Uma obra exemplar também para Portugal: mostra o que uma autobiografia deve ser e abre caminho, na Contraponto, a outros livros em que os protagonistas contam tudo. No Brasil, vendeu mais de 100 mil exemplares no primeiro mês e tem tido excelentes críticas por parte da imprensa.

 

Rita Lee Jones, capricorniana, é cantora, compositora, instrumentista, atriz, escritora e ativista pelos direitos dos animais. Rainha do rock brasileiro, alcançou a impressionante marca de 55 milhões de discos vendidos, tendo iniciado a sua carreira nos anos 1960, em São Paulo, onde nasceu. Atuou diversas vezes em Portugal: a primeira, em 1969, quando tocou no Teatro Villaret e terminou a noite a dançar na discoteca Ad Lib, em Lisboa; a última, em 2008, num espetáculo esgotado, no Coliseu dos Recreios. Em Portugal, os discos de Rita Lee têm sido editados desde os anos 70, entre os quais se destacam Refestança (1977), Mania de Você (1979), Lança Perfume (1980), Saúde (1981), Flagra (1982), Bombom (1983), Vírus do Amor (1985), Flerte Fatal (1987), Bossa'n'Roll (1991), Balacobaco (2003), entre outros.

 

O prefácio esta a cargo de Rui Reininho… que deixa aqui alguns excertos:

"Aqui se revela o apelo irresistível de entrar na dança de Rita Lee Jones num jogo imparável de palavras e obras que nos vem de meados do século passado. A artista, envolvendo-nos numa delicodoce e ácida teia que envolve romance, novela, mistério, ciúme & aventura mas sobretudo amor e roquenrou proporciona-nos uma inesperada crónica dos bons, maus e outros costumes da sociedade dos Estados Unidos do Brasil.

Esta menininha franzina mas duríssima de roer, essa forcinha vinda de um impulso maior que a doce mediocridade, a vulgar aceitação das regras, leva-nos pela mão pela calada e aos sopetões ao terrível mundo do modernidade eléctrica que alguns chamam e apelam rock`n`roll.

Miss Rita empoleirada então em palcos de onde cai, escorrega e patina como verdadeira campeã, vai brilhando com seu olhinho esperto nunca perdendo noção de si, modesta demais quanto ao seu talento, importância e influência; essa noção da sua limitação humana dá-lhe uma dimensão ainda mais fantástica.

Rita Lee, que tanto cantou, ainda nos encanta, com as suas memórias ora hilariantes ora assustadoras numa linguagem neológica em que inventa, por vezes com a colaboração de um fantasminha indesmentível, uma das assombrações que preencheram a sua louca vida louca: lúcida, luxuriante, latina, léxica... Linda."

Festa do Avante… Avanteatro é lugar a não perder!

Nesta 41ª Festa, que se realiza nos dias 1, 2 e 3 de Setembro de 2017 na Atalaia/Amora/Seixal, o teatro não podia deixar de estar presente com peças para todas as idades, de todos os géneros, e para todos os gostos, contando com grupos e artistas de várias regiões do País.

No programa deste ano do Avanteatro assinala-se os cem anos de Romeu Correia (1917-1996) e os cento e cinquenta anos de Raul Brandão (1867-1930), onde será apresentado:

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- De Romeu Correia, “O Cravo Espanhol”, pelo Teatro da Terra, com encenação de Maria João Luís e “Bonecos de Luz”, pela Companhia de Teatro de Almada com encenação de Rodrigo Francisco.

- De Raúl Brandão “Pelos que andam sobre as águas do mar”, produzido pela Galateia e com encenação de Miguel Jesus, a partir da obra Os Pescadores.

 

O Avanteatro contará ainda com espectáculos para a infância e espectáculos de rua e música, entre os quais:

E-nxada”, [Versão de Rua], pela companhia Erva Daninha, com direção artística e concepção plástica de Vasco Gomes e Julieta Guimarães; com adaptação e encenação de António Jorge, a peça “João D”, baseia-se na obra "Amado Monstruo" do espanhol Javier Tomeo; Visões Úteis, apresenta “Trans/missão”, texto e direcção Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins; O Projecto, com a peça “Carripana” [Teatro-Dança], com criação e interpretação João de Brito e Manuela Pedroso; a Companhia de Teatro de Almada, apresenta teatro para infância, “As aventuras de Guinhol”, a partir do texto tradicional francês do século XIX, com encenação e adaptação de Teresa Gafeira; Cegada Grupo de Teatro, traz-nos “D. Quixote de La Mancha”, baseada na obra de Miguel de Cervantes, com encenação de Rui Dionísio; a Casa da Esquina – Associação Cultural, trás a peça “O meu País é o que o mar não quer”, de Ricardo Correia.

 

Mas não há só Teatro, há também Cinema, Poesia, Música, Dança e Bailado. Como sempre, o Avanteatro é um lugar a não perder na Festa todos os anos renovada

“Várias Artes, uma só terra”… Artes e Sons em Glória do Ribatejo

The Poppers, Galgo e Moonshiners são algumas das bandas que vão atuar no Festival Artes e Sons 2017, que se realiza de 23 de junho a 1 de julho em Glória do Ribatejo, concelho de Salvaterra de Magos.

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A estas juntam-se Los Camaias, Puntzkapuntz, Fitacola, Michel William, Lotus Fever, Profjam e os DJ’s El Gadzé, Neurovolt e Xoices, que sobem ao palco no âmbito da XVIII edição do Glória do Rock, que decorre nos dias 30 de junho e 1 de julho, organizado pela Associação Febre Amarela de Glória do Ribatejo.

O Festival Artes e Sons é organizado pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos juntamente com a União de Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho, a Comissão de Festas 2017 em Honra de Nossa Senhora da Glória, a Associação Febre Amarela, O Grupo de Marionetas Subúrbio e a Associação de Teatro Paulo Claro – Rapazes d’Aldeia com o apoio do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo e do Rancho Folclórico “As Janeiras” de Glória do Ribatejo.

Falta um mês!... NOS Summer Opening

Falta um mês! O NOS Summer Opening regressa ao Funchal nos dias 21 e 22 de julho de 2017. Esta será a 5ª edição de um festival urbano que se insere num contexto natural único, com o oceano Atlântico e o Funchal como pano de fundo.

Uma verdadeira festa de tributo ao sol e às boas energias. No anfiteatro do Parque de Santa Catarina ecoam boas vibrações ritmadas pelo Hip-Hop, Reggae, Funk e Soul, no cenário perfeito... a Pérola do Atlântico. No currículo do festival estão nomes como Skye and Ross from Morcheeba, Buraka Som Sistema, Richie Campbell, Natiruts, Dengaz, Gabriel o Pensador, Jazzanova, Da Chick, Carlão, Orelha Negra, entre tantos outros.

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Música e natureza, juntamos aventura e adrenalina para desfrutar intensamente o Melhor Destino Insular do Mundo. Água, Terra, Ar e Fogo, descubra a Madeira com os Packs 4 Elementos. Parapente, Surf Trip, BTT Downhill, Tours de Jeep ou Catamarã para avistamento de cetáceos são algumas das experiências disponíveis para tornar um fim de semana inesquecível.

Para a 5ª Edição, marcada para 21 e 22 de julho, Seu Jorge foi a primeira confirmação que marcará sua estreia ao vivo na Madeira. Uma carreira internacional brilhante que inclui um Grammy Latino e uma legião de fãs que fazem dele um dos artistas brasileiros mais ouvidos e reconhecidos em Portugal. Nelson Freitas é o cabeça de cartaz do 2º dia, o detentor do 1º e 3º video clipes mais vistos em 2016 em Portugal também se estreia na Madeira. Mundo Segundo e Sam the Kid, Bezegol & Rude Bwoy Banda, Dillaz e os Átoa, também eles estreias absolutas na região. Os madeirenses Men On The Couch vão representar a Madeira nesta edição juntamente com o vencedor do concurso "Quem vai abrir o NOS Summer Opening?".

Meo Sudoeste… Cartaz completo apresentado...

A cerca de um mês e meio para a “Tribo” se reunir em torno da Música, foram apresentadas as mais recentes novidades para mais uma vez se cumprir o ritual do verão, fazendo do MEO Sudoeste a casa de férias para milhares de festivaleiros.

Campismo com maiores e melhores áreas de estar, lazer e entretenimento, em que o novo espaço de programação Vila Santa Casa é a grande novidade. Vila Santa Casa é o novo espaço de programação do Festival, com aposta nas artes performativas e na ligação com o espaço natural através da expressão criativa, envolvendo a comunidade local e os festivaleiros.

O Palco Super Bock vai ser ampliado para albergar a Noite de Receção ao Campista, com programação assegurada pela Mega Hits.

A MEO põe a Tecnologia ao serviço da Tribo: Chat Bot M2SW responde a todas as dúvidas dos festivaleiros, 15 hectares de cobertura WiFi, App MEO SW 2017 e Pontos de carregamento de telemóveis

Serviços reforçados como cacifos e bicicletas de aluguer com a Drop.me, PATiO Somersby ocupa o Canal, Cafetaria Bagga garante os melhores pequenos almoços, Car Camping diário disponível em Blueticket.pt e nos locais habituais e CP e XBus permitem compra simultânea de bilhete + transporte

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Os grandes nomes do cartaz do 21º MEO Sudoeste são já conhecidos e compõem o elenco perfeito para celebrar 20 anos do maior Festival do verão. Pelo Palco MEO vão passar grandes estrelas internacionais como o DJ número 1 do mundo, Martin Garrix; a dupla de produtores que tem vindo a dominar as tabelas de vendas à escala mundial, The Chainsmokers; Lil Wayne em estreia em Portugal; o fenómeno da pop, Dua Lipa; um dos nomes mais entusiasmantes do hip hop mundial, Mac Miller; dois dos DJs mais promissores da atualidade, Marshmello e Afrojack; e uma das maiores bandas de funk e soul das últimas décadas, os Jamiroquai.

 

O Palco LG aposta em grandes talentos da nova música nacional, que terá também uma importantíssima presença no Palco MEO. O Palco Moche X Spot leva ao MEO Sudoeste as maiores festas da noite pela mão da equipa do Festival Village, para um reencontro épico com a Tribo do maior Festival de verão.  Durante uma semana, o MEO Sudoeste junta dezenas de milhares de jovens em torno da Música. É a Tribo, que vive, e convive, durante 9 dias no espaço do campismo do Festival, fazendo da Herdade da Casa Branca na Zambujeira do Mar a sua casa. Com a programação no recinto a terminar na noite de sábado, dia 5 de agosto, os festivaleiros terão o dia 6 de agosto para tranquilamente se despedirem da melhor semana de férias de sempre, podendo deixar o campismo que, até às 20h00, terá todas as infra estruturas e serviços em funcionamento.

 

Para os 20 anos de Festival, este espaço foi ampliado, com o nivelamento de uma parte muito significativa da sua área, foi duplicada a área pavimentada das margens do Canal que serve de praia fluvial durante o Festival, foram criadas novas áreas de lazer e de programação, e reforçados os serviços ao público. Na programação do 21º MEO Sudoeste, o campismo foi ainda a área eleita para albergar a grande novidade da programação deste ano, a Vila Santa Casa. A aposta nas artes performativas e na ligação com o espaço natural através da expressão criativa, envolvendo a comunidade local e os festivaleiros. Se na edição passada a dança foi a novidade, com o novo Palco EDP, nesta edição o Festival abre portas às artes performativas e às artes plásticas.

 

Depois de várias edições apostando nos novos talentos da Música nacional, a Santa Casa, enquanto mecenas e impulsionador dos jovens artistas portugueses, aposta agora na inclusão de novas áreas de expressão artística, trazendo para o MEO Sudoeste as artes performativas e o estímulo à ligação criativa com o ambiente natural da Costa Vicentina. Mas a inclusão não passa apenas por trazer outras artes para além da música. A Vila Santa Casa pretende dar, construir e criar memórias de um espaço de partilha em comunidade, através de um espaço onde se promove o cruzamento entre práticas artísticas e inclusão social. Na Vila Santa Casa todos têm lugar, e tanto a comunidade local como os festivaleiros serão chamados a participar e a dar o seu contributo.

 

A programação passará por três vertentes: Performances, Oficinas e Instalações, cujos resultados práticos vão poder ver-se diariamente enquadrados no ambiente do Festival.

Vila Santa Casa – Performances

A procura de espectáculos que coabitem com um espaço não convencional, teve a curadoria de Mónica Talina, que nos trouxe grupos como Erva Daninha e Teatro do Vão.

 

E-NXADA

Co criação: Erva Daninha, Binaural/Nodar

Direção artística e conceção plástica: Vasco Gomes e Julieta Guimarães

Interpretação: Jorge Lix, Rodrigo Matos e Vasco Gomes

Iluminação: Romeu Guimarães

Composição sonora: Luís Costa 

Espetáculo de circo contemporâneo que remete para a ruralidade, a sua desconstrução e imaginário sob um ponto de vista urbano e contemporâneo. Investigação artística através da relação do corpo e do objecto em cruzamento com a instalação plástica, composição sonora e iluminação.

 

COCK

Criação: Teatro do Vão

Encenação e direção plástica: Daniel Gorjão

Interpretação: João Cachola, Luís Garcia, Maria Jorge e Simão Rubim

Tradução: Marco Mendonça

Desenho de luz e direcção técnica: Sara Garrinhas

Demora um tempo até perceber – e na verdade ao perceber é porque o amor já passou e sobreviveu. O amor mata o ego, e então a gente deixa de ser gente para ser. E é pelo amor – combustível corrosivo, destrutivo, voraz, tão doce e letal. E é pelo amor: as guerras, as fugas, connosco e para dentro e para fora de nós: o desejo de estar. E é pelo desejo, que é tão grande e ao mesmo tempo cabe num beijo, que a vida se faz pequena, ridícula, transitória. Vamos voltar à frente: Cock.

 

O Canal180 junta-se à Vila Santa Casa com a curadoria de uma programação artística ligada à cultura urbana e às suas raízes comunitárias, valorizando a formação e o desenvolvimento de experiências artísticas no Festival e a aproximação à sua comunidade.

 

Orquestra Comunitária De Paus e Cordas

Paus, cordas, latas, bidões e umas notas musicais serão o mote para a formação de uma orquestra com o público do MEO Sudoeste e um grupo de Cante Alentejano.

A Orquestra Comunitária é um projecto único que começou pela mão de dois músicos, Pedro Santos e André Nunes.

Sem limite de idade para os participantes, desde veteranos a novatos, todos terão a oportunidade de fazer parte desta orquestra da Tribo MEO Sudoeste.

 

Os Açordas

Formaram-se em 2014, pela mão do músico Marco Vieira, professor e fundador da Escola de Música Tradicional de Odemira.

Este grupo nasce na primeira turma dos alunos da Freguesia de S. Teotónio que, após terminarem uma noite de Janeiras, a comer uma Açorda, decidiram dar este mesmo nome ao seu grupo – Os Açordas. Desde então têm animado as festas e festivais do norte a sul de Portugal, levando consigo o Sudoeste Alentejano nas “Modas” que cantam e tocam, nas violas campaniças, nos cavaquinhos e na viola baixo.

Os Açordas criam uma grande empatia com o público, através da interação que estabelecem, recriando os Bailes “à moda antiga”, com valsas e danças de roda.

 

Diogo Aguiar Studio

Diogo Aguiar Studio é uma entidade multidisciplinar que trabalha os limites da arte e da arquitetura. A parte experimental é focada na conceção de edifícios de pequena escala e intervenções efémeras, oscilando alternadamente entre o contexto privado e o público. Fundada em 2016 e com sede no Porto, o estúdio, que conta com uma equipa internacional e várias parcerias colaborativas, procura despertar emoções em todos os projetos a que está dedicado.

 

Samina

Arquiteto, artista em diversas áreas, desde jovem que João Samina está em contacto com o mundo das artes, principalmente desenho e pintura.

Quando tinha 14 anos, começou a espalhar autocolantes pelas ruas, e discretamente estreou-se no mundo da street art. Durante vários anos, acompanhou o crescimento do movimento, e evoluiu como um artista autodidata. É nesta altura que ele descobre a arte do stencil e em 2010 sentiu-se capaz o suficiente de produzir trabalhos maiores e mais consistentes. Desde aí que SAMINA está em constante procura para novas experiências a cada trabalho que faz, criando uma linguagem própria, usando técnicas de stencil com outros elementos de arte das suas raízes em street art, design gráfico, pintura e arquitectura.

 

Gonçalo Condeixa

“Faz agora vinte anos que a população do Concelho de Odemira viu pela primeira vez as tribos descerem ao Sudoeste até aos nossos prados, praias, e vilas. Hoje já ninguém estranha, pelo contrário é com expectativa que se aguarda o convívio entre as diferentes tribos.” Gonçalo Condeixa, artista plástico bastante ecléctico, tem-se dividido entre a pintura, escultura, ilustração e instalação. Ele próprio músico que atuou numa das primeiras edições do Festival, acabaria por se apaixonar pela Costa Vicentina e acabaria por fazer dela a sua casa. O artista residente em Odemira propõem-se a criar uma instalação no recinto do Festival MEO Sudoeste, em conjunto com os alunos de artes da Escola Secundária de Odemira, Associação de Paralisia Cerebral de Odemira e público do Festival, criando ligações entre tribos, entre comunidades.

 

Para além da Vila Santa Casa, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa continuará a desenvolver no MEO Sudoeste serviços e ações de cariz social e de sensibilização, nomeadamente: Espaço Criança, assegurando a supervisão com animadores e voluntários da instituição que recebem crianças dos 6 aos 12 anos para que se possam divertir, enquanto os pais assistem aos concertos

Camping reservado a alunos de estabelecimentos tutelados pela Santa Casa. Apoio e acompanhamento ao público com mobilidade reduzida, desde a sua chegada até às plataformas reservadas em cada palco. Divulgação da Campanha Mergulho Seguro no Canal do MSW. Ações de sensibilização para o Cancro da Pele e Testes de Alcoolemia

 

Há já várias edições que a Música invade a Herdade da Casa Branca, logo desde o dia de abertura do campismo. Com a aposta nesta área do Festival, a área do Palco Super Bock foi largamente ampliada para receber os milhares de festivaleiros que fazem do MEO Sudoeste a sua casa. O palco será maior e terá uma cenografia especial para oferecer Música logo desde o dia 29 de julho, e receber no dia 1 de agosto a Noite de Receção ao Campista com programação assegurada pela Mega Hits.

 

Cartaz Completo:

29 de julho

Vila Santa Casa (campismo) – Gonçalo Condeixa, Canal180 / Diogo Aguiar Studio,

Os Açordas

Palco Super Bock (campismo) – KRASH, Gin Party Soundsystem

 

30 de julho

Vila Santa Casa (campismo) – Gonçalo Condeixa, Canal180 / Diogo Aguiar Studio,

Os Açordas

Palco Super Bock (campismo) – Half Meter, Afro Brothers

 

31 de julho

Vila Santa Casa (campismo) – Gonçalo Condeixa, Canal180 / Diogo Aguiar Studio,

Os Açordas

Palco Super Bock (campismo) – Noite MEO Music com Paulo Jorge, DJ Kalash

 

1 de agosto

Vila Santa Casa (campismo) – Gonçalo Condeixa, Canal180 / Diogo Aguiar Studio,

Os Açordas

Palco Super Bock (campismo) / Noite de Receção ao Campista by Mega Hits – Overule, DJ Ride, Warm-Up Mega Hits

 

2 de agosto

Palco MEO – The Chainsmokers, Mac Miller, Richie Campbell, Matias Damásio

Palco MOCHE X Spot / Noite Swag On – Liga Knock Out, Piruka, Andrezo, Jêpê,

Hype Myke, A-Gold, Cri$e

Palco LG – Plutonio, Calema

Vila Santa Casa (campismo) – Canal180 / João Samina, Orquestra de Paus e Cordas; Mónica Talina / Erva Saninha; Os Açordas

 

3 de agosto

Palco MEO – DJ Snake, Marshmello, Two Door Cinema Club, Mishlawi

Palco MOCHE X Spot / Noite Glow Party – Liga Knock Out, Malabá, ProfJam,

Leandro 300, Putzgrilla (Favela Rave)

Palco LG – MGDRV, Isaura

Vila Santa Casa (campismo) – Canal180 / João Samina, Orquestra de Paus e Cordas; Mónica Talina / Teatro do Vão; Os Açordas

 

4 de agosto

Palco MEO – Martin Garrix, Lil Wayne, Dua Lipa, Crystal Fighters

Palco MOCHE X Spot / Noite “Legends” – Curadoria Orelha Negra com Kappa Jotta, Think Music Experience, Supa Squad, Wet Bed Gang, Bispo, DJ Stickup, DJ Big, Sensi; Karetus

Palco LG – GROGNation, Valas

Vila Santa Casa (campismo) – Canal180 / João Samina, Orquestra de Paus e Cordas; Os Açordas

 

5 de agosto

Palco MEO – Afrojack, Jamiroquai, Dengaz, April Ivy

Palco MOCHE X Spot: Noite Back to Festival Village – Liga Knock Out, Saídos da Casca, Van Breda, Stereossauro, Dimitri Vangelis & Wyman

Palco LG – Sebastián Yatra, Mika Mendes

Vila Santa Casa (campismo) – Canal180 / João Samina, Orquestra de Paus e Cordas; Os Açordas

 

TAXI de regresso e são presença confirmada no Flower Power Fest Cascais

Os portuenses TAXI estão de regresso e são presença confirmada no Flower Power Fest Cascais. A Banda regressa à estrada e lança o single “Reality Show”! Tocam no sábado, dia 5 de agosto, a encerrar o festival.

A MASTER

Os TAXI, a banda de pop-rock portuguesa vencedora do primeiro Disco de Ouro do Rock Português (1981, com o álbum “TAXI"), volta à estrada com grandes concertos e grandes músicas. Os TAXI apresentam-se com João Grande (voz), Rui Taborda (baixo), Ricardo Cavalera (guitarra) e Hugo Pereira (bateria).

Recorde-se que a banda originária do Porto gravou, até à data, cinco álbuns de originais, entre eles o "Cairo", também disco de ouro, que foi considerado pelo “Jornal Público” um dos melhores discos de sempre da música portuguesa. Os TAXI regressam assim com hits como “Chiclete”, “Cairo”, “Vida de Cão”, “Rosete”, entre outros, que os tornaram uma das bandas mais carismáticas de Portugal.

 

A maior festa de música dos anos 60 a 80, a Flower Power Fest, muda-se para Cascais e promete reunir a 3, 4 e 5 de agosto, na praia de Carcavelos, as mais emblemáticas bandas daquele período mágico do pop/rock.

BEACH BOYS BAND

Com o apoio da Câmara de Cascais, Beach Boys Band (UK) (na foto), Ten Years After (UK) são algumas das icónicas bandas que vão poder transformar Cascais no ambiente Woodstockiano.

Pela praia de Carcavelos vão passar também as melhores bandas-tributo, como os italianos Watch, reconhecidos pelos originais, como a réplica perfeita dos Genesis, e a grande homenagem a uma incontornável personalidade da música pop, recentemente desaparecido: David Bowie. Na voz de David Brighton (USA), David Bowie será recordado num memorável espectáculo Space Oddity, pela primeira vez na Europa, vindo de Los Angeles e considerado como o melhor tributo do mundo.

Incursões nos sons dos Led Zeppellin estarão a cargo dos portugueses LED ON que têm conquistado o público por onde têm passado.

Os holandeses Woodstock Band vão levar o público numa memorável viagem pela música de Santana, Joe Cocker, Jefferson Airplane, Janis Joplin, The Who, Crosby Stills Nash & Young, The Band, Melanie, Creedence Clearwater Revival, Deep Purple, Focus.

INNER CIRCLE 3

O reggae roots estará representado através dos Inner Circle (Jamaica) e dos Big Mountain (USA) e nesta 4ª edição do festival não foi esquecido o disco-sound dos franceses Ottawan.

 

O cartaz ainda não está fechado e o primeiro DJ a juntar-se à festa foi Rui Remix um dos nomes com mais sonantes da old school em Portugal.

 

3 de Agosto 2017: Ten Years After - The Watch - Led On

4 de Agosto 2017: Inner Circle - Big Mountain - Ottawan - Dj Rui Remix

5 de Agosto 2017: TAXI - Beach Boys Band - David Brighton & Space Oddity - Woodstock Band

Galgo + Lotus Fever no Musicbox…

Lotus Fever é um quarteto lisboeta que se movimenta nas malhas do indie-rock. A música de Pedro Zuzarte, Diogo Teixeira de Abreu, Manuel Siqueira e Bernardo Afonso contém uma variedade de influências, num rock detalhado, límpido e conceptual. No final de 2016 a banda editou o aguardado segundo registo de originais “Still Alive for the Growth”, que lhes valeu elogios amplos da crítica e do público.

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A fazer as honras da noite Galgo, banda Lisboeta, cheios de dopping nas guitarras e sintetizadores, assentam os pés no chão com as suas arrancadas espaciais com uma ocasional dose de agressividade.

Depois de concerto cheio no MIL – Lisbon Internacional Music Network com Pensar faz Emagrecer na bagagem.

 

Musicbox (Lisboa)

24 de Junho 2017 | 22.30h

Jay-Jay Johanson… Digressão em Portugal festeja os 20 anos do álbum "Whiskey"

Corria o ano de 1996 quando Jay-Jay Johanson resolveu mostrar a todos um novo lado da sua carreira, lançando aquele que seria um dos seus registos mais icónicos, "Whiskey". A história de "Whiskey" surge em 1994 quando Jay-Jay, músico proveniente do Jazz, ouve uma promo de "Dummy" dos Portishead que havia chegado por correio, naquele dia, à redacção da revista de música POP, onde Johanson trabalhava à noite e aos fins-de-semana para ganhar algum dinheiro extra.

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Após escutar exaustivamente aquele trabalho da banda de Beth Gibbons e companhia, Johanson percebeu que era possível fazer algo com que ele sempre sonhara: misturar um estilo de composição típico do jazz com batidas urbanas, herdadas do hip hop, abrandadas de modo a que conseguisse cantar, como no jazz, por cima das mesmas. Certo dia, já influenciado por este novo registo sonoro, é descoberto pela antiga editora BMG que o convida a gravar alguns temas nos seus estúdios. “It Hurts Me So” e “So Tell The Girls That I Am Back In Town” foram duas delas que tiveram a preciosa ajuda à produção de Magnus Frykberg, o produtor na altura de bandas como os Massive Attack e os próprios Portishead que curiosamente se encontrava em Estocolmo.

No dia imediatamente a seguir à conclusão da mistura da demo, Jay-Jay Johanson apresentou o produto final ao líder da BMG e assinou ali mesmo um acordo para gravar 3 álbuns com a editora. O lançamento de “Whiskey”, em 1996, viria a dar ao artista sueco honras de capa na mítica publicação francesa Les Inrockuptibles. É aqui que Johanson, na 1ª pessoa, assume ter começado “a sério” a sua carreira. É este brilhante trabalho que 21 anos depois será apresentado em 5 cidades portuguesas

Marco Rodrigues regressa com "Fado do Cobarde"

“Fado do Cobarde” é o novo single de Marco Rodrigues e o primeiro a ser retirado do próximo álbum de originais, cuja edição está prevista para setembro. Um fado fresco e uma letra irónica que deu lugar a um videoclipe realizado e concebido por Joana Areal (Ana Moura, Kalaf, entre outros).

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O novo disco sucede a “Fados do Fado”, nomeado para um Grammy Latino na categoria de melhor álbum folk. E, se em “Fados do FadoMarco Rodrigues lançava pela primeira vez um disco sem qualquer tema original, numa homenagem aos homens do fado, neste novo disco traz-nos o oposto. Volta ao Marco Rodrigues de “Tantas Lisboas”, com o qual nos trouxe, por exemplo, o grande sucesso “O Homem do Saldanha” com letra de Boss AC. Volta à produção de Tiago Machado.

Mas dá vários passos em frente. Neste novo disco, ainda sem título, Marco Rodrigues rodeou-se de novos compositores e letristas da música pop nacional.  Traz instrumentos que já tinha utilizado em “Tantas Lisboas” como piano, percussão e bateria, mas dá-lhes mais espaço. Não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.

Alguns dos compositores e autores desta nova geração com que agora gravou são bem surpreendentes uma vez que se estrearam na escrita para fado. Alguns temas não são fados, mas a alma do fado é trazida pela interpretação de Marco Rodrigues.

 

Da lista fazem parte nomes como: Carlão, Diogo Piçarra, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins, Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro), Boss AC, ou os ÁTOA, entre outros. E é precisamente da escrita e composição de Guilherme Alface e João Direitinho dos ÁTOA que sai este primeiro single “Fado do Cobarde”. Convidar uns miúdos de 20 anos para escrever um fado (composição e letra) à partida poderia parecer absurdo, mas a verdade é que o fado não é estranho a João Direitinho, estudante no Conservatório de Évora desde os 6 anos, e que começou a sua atividade profissional aos 16 anos como viola fado na Casa de Fado Maria Severa em Évora, a sua cidade Natal.

 

Marco Rodrigues fez questão de não deixar de fora do seu novo disco o fado tradicional, que ganha nova vida com letras de Luísa Sobral, Capicua e Carlão.