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Glam Magazine

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Esta a chegar a 12ª edição do AgitÁgueda

Vem aí a 12ª edição do AgitÁgueda!

De 1 a 23 de Julho, o evento oferece 23 dias de intensa programação cultural com muitos espectáculos, animação de rua, DJ’s, performances, tasquinhas, o espaço Agitakids e o já célebre projecto de Arte Urbana, “The Umbrella Sky”, uma instalação artística de milhares de chapéus-de-chuva coloridos que flutuam pelas ruas da cidade.

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Photo: Paulo Homem de Melo

 

O cartaz musical integra algumas das mais consagradas bandas nacionais e internacionais:

1 de Julho 2017 – Resistência

2 de Julho 2017 – Orquestra 12 de Abril com Manuela Azevedo

3 de Julho 2017 - Marta & S.O. + Eu Fúria

4 de Julho 2017 - Sofá Pra 2 & Orfeão de Águeda

6 de Julho 2017 - Hazmat Modine

7 de Julho 2017 - Amor Electro

8 de Julho 2017 - Mishlawi + XEG

9 de Julho 2017 - Conservatório de Música de Águeda + Inês Santos

10 de Julho 2017 - Cão Q’Ladra

13 de Julho 2017 - Lura

14 de Julho 2017 - Ugly Kid Joe

15 de Julho 2017 - Piruka + Anthony B

17 de Julho 2017 - Santa Rita + ClipChic

18 de Julho 2017 - The Music Experience + Pinhão – Acoustic Sessions

19 de Julho 2017 - Norton

20 de Julho 2017 - Kočani Orkestar

21 de Julho 2017 - José Cid

23 de Julho 2017 - Gabriel O Pensador

 

Para além dos espectáculos, onde estarão presentes também projectos locais, o AgitÁgueda inclui uma Área AgitaKids, destinada aos mais jovens, e ainda performances, instalações artísticas, arte urbana, animação de rua, o encontro dos Homens-Estátua, o Carnaval Fora D' Horas, palco com DJ’s e 45 tasquinhas que mostrarão o melhor da gastronomia do concelho.

A entrada é gratuita!

Festival Confluências este fim de semana em Lousada

O Festival Confluências assenta este fim de semana em Lousada na Casa Vila Verde. Desde sempre na posse da mesma família – os Pinto de Mesquita –, e com data de edificação desconhecida, apesar de a existência de uma torre medieval sugerir como provável o século XII ou XIII, a Casa de Vila Verde é já mencionada aquando do reinado de D. Manuel I (1469-1521). A Casa que podemos observar atualmente foi alvo de várias intervenções: no século XV construiu-se a ala este; no século XVII, o corpo central, a escadaria de acesso e a capela; no século XVIII, a casa foi reconstruída e aumentada; e nos inícios do século XX é erguido o volume de três pisos que acompanha o corpo central da casa. Explorando uma área agrícola de cerca de 100 hectares, a Casa de Vila Verde apresenta já uma longa tradição na produção de vinho verde, havendo registo da mesma desde o século XVII, quando era seu proprietário Semião Pinto de Mesquita.

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Programação:

 

17 Junho 2017 (Sábado)

15h15 - Arlequins e Saltimbancos - Programação famílias

- "Ez sapadores" - Projecto Ez

16h00 - Há Música na Quinta - Ciclo de concertos

- Vai e Vem

- Luís Severo

- Primeira Dama

21h45 - Monodonia - Concerto

- Best Youth

 

18 Junho 2017 (Domingo)

15h30 - Allegro - Concerto de grupo local

- Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei”

16h30 - Lendas do Tâmega e Sousa - Espetáculo de marionetas

- "Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado" - Limite Zero

17h30 - Sonatas e Tocatas - Concerto de comunidade

- Terceiro Andamento (Direção artística: Ricardo Baptista e António Serginho / Criação e composição: André Nunes e Pedro Santos com Grupo Coral de Resende, Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar” (Lousada) e Orquestra Típica “Os Cinfanenses”)

We Bless This Mess atua amanhã no Museu FC Porto

O Museu Futebol Clube do Porto, que integra a partir de hoje e até ao final do mês, a programação das festas da Cidade do Porto, apresenta já amanhã o Concerto dos We Bless This Mess, integrado no projeto Discover Gigs, para revelação de bandas emergentes, numa parceria com a plataforma digital Exclusiph. Às 18 horas sobe ao palco do Auditório Fernando Sardoeira Pinto o projecto musical do cantautor Nélson Graf Reis.

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We Bless This Mess é um projeto de Nélson Graf Reis já com um álbum lançado em 2016 e muito terreno conquistado na Europa – Alemanha, Bélgica, França, Reino Unido – através de performances ao vivo e edições de EPs e singles gravados nos anos mais recentes. “Volume 1” é o disco que reúne várias dessas composições folk/indie e revela a dimensão do trabalho de Nélson Graf Reis e amigos que o têm acompanhado na evolução, séria e muito comprometida com a qualidade, de We Bless This Mess. A percorrer um circuito internacional de apresentação de “Volume 1” – que já incluiu, entre outros, o Reeperbahn Festival (Alemanha), a maior reunião internacional de novos talentos, e a Casa da Música (Porto) – o ‘tattoo artist’ e ‘songwriter’ sobe ao palco do “Discover Gigs”.

 

O evento é uma concepção do Museu FC Porto em parceria com a plataforma digital Exclusiph e coloca ainda mais a música e o universo do Dragão na rota cultural da cidade. A revelação de talentos, a descoberta de novas bandas e projetos passam por estes concertos no Auditório Fernando Sardoeira Pinto, que também é palco da criatividade e qualidade emergentes na música portuguesa.       

A eterna saudade da adolescência em “Woolgather” dos Flying Cages

Os Flying Cages ouvem-se com uma eterna saudade da adolescência, com um desejo de querer perpetuar uma altura da vida que não volta mais. “Woolgather” é o segundo álbum do grupo formado em Coimbra, que nos transporta para a alegria da simplicidade festiva da música.

De uma boa aclamação ao primeiro álbum, editado pelo grupo numa “coisa de amigos”, como explicou Bernardo Franco (baixo), decidiram inscrever-se no Vodafone Band Scouting, que os permitiu lançar “Woolgather”. O disco, lançado este ano pela Pontiac, já corre montes e vales enquanto a banda espalha estas músicas ambiciosas por ocupar os ouvidos dos mais saudosos por um indie rock certeiro.

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A Pontiac abraçou-os, numa “identificação e gosto mútuo entre as bandas da editora”, como disse o baixista, o que os levou a um crescimento emergente e bem-estar profissional. A familiaridade criada é um ponto a ressalvar para o grupo, que começou numa garagem a fazer o que gosta.

Para o segundo álbum, a distância devida ao trabalho e ao estudo foi crescendo e o processo criativo alterou-se. “No primeiro álbum, as músicas marcam as nossas reuniões, de quando estávamos sempre juntos, enquanto amadurecíamos musicalmente”, como explicou Zé Costa (voz e guitarra). Mas a vida pregou das suas, os caminhos descruzaram-se, as oportunidades profissionais criaram um distanciamento pontual que fez com que “as músicas fossem filtradas e ouvidas com um cuidado diferente. Foi criada uma espécie de ouvir por camadas por enviarmos o que cada um fazia aos outros que afinou o nosso ouvido e a nossa música.”, referiu.

E a refinação faz-se sentir em “Woolgather”. “Well shaved armpit” serve as honras do álbum, com um riff dançável e memorável que nos transporta para as sonoridades mais primaveris. O selo de apresentação do disco é música para acompanhar numa longa viagem num dia de calor, de vidro aberto. As guitarras ouvem-se com uma aguçada alegria emprenhada nelas.

Tell me where you hide” e “Selfish Hand” surgem por partes, divididas entre diferentes tonalidades e experimentações. Não tentam ser tudo numa música, mas pausam bruscamente, como uma surpresa que ansiamos ter, e seguem como um encontro com tudo o que têm para nos contar. Isto é um dos pontos fortes do grupo, que demarcam fortemente mudanças musicais que se ligam perfeitamente com o mood criado pelas suas letras. O solo e o bridge de “Your friends” é capaz de ficar a ecoar, mesmo depois da música acabar.

Os Flying Cages são peritos em criar ambientes, saltando de riffs indies para sons funky, como acontece em “A new shape” e “Debonair”, mas são sempre criações para não pararmos no mesmo lugar. “Can you tell me”, “Everytime she gets undresses” e “Stereotype of fun” são lentas, perseguem cada passo e cada palavra com atenção, e cada acorde dado suplica para que sintamos.

O baixo brilha realmente em “The Proper Blockers”, onde se sente um pouco de distorção tímida da guitarra de Francisco Frutuoso. Em todo o álbum, a voz de Zé Costa destaca-se na afinação que também se sente ao vivo. Não são músicas para serem levadas levianamente, mas sim com a determinação com que tentam ter a sua própria voz.

Desligando-se a rótulos, os Flying Cages juntam-se “para fazer músicas novas, fazendo sempre tudo o que gostamos no momento. Não tentamos representar nada nem ninguém a não ser nós mesmos”, declarou Bernardo Franco.

A internacionalização não é vista como algo a descartar para a banda de Rui Pedro Martins (bateria), Bernardo Franco (baixo), Francisco Frutuoso (guitarra) e Zé Costa (voz e guitarra). Eles vão percorrendo o seu caminho à sua medida, mas com esperança que este nunca acabe e que possa saltar além-fronteiras. E se ouvissem uma música sua na BBC One? “Íamos logo para os copos”, disseram entre risos.

 

Catarina Nascimento

Dança, Hip Hop e Grafitti também brilham sob o Sol da Caparica

A Show It, os Momentum Crew, a Afrobattle PT e os writers Smile e Robô levam outras artes até ao festival em que a totalidade da cultura portuguesa, em todas as suas vertentes e formas de expressão, se quer representada. O Festival O Sol da Caparica, que acontece entre os próximos dias 10 e 13 de Agosto, não se faz apenas de música e dos espetáculos que acontecem nos palcos. Há outras formas de presentear o público que irá marcar presença no Parque Urbano da Costa da Caparica, um espaço verde, privilegiado para desfrutar da melhor maneira possível de toda a arte que o Festival tem para oferecer.

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A dança é uma das mais imaginativas formas de expressão contemporâneas, com os estilos mais urbanos a concentrarem grande parte das preferências dos mais jovens. Por isso mesmo, O Sol da Caparica desafiou a academia de dança Show It a assinar a curadoria da programação de dança dos três dias do festival. Do Porto virá a Momentum Crew, equipa com títulos mundiais que também passará pelo Palco Dança d’O Sol da Caparica que juntará alguns dos melhores bailarinos e grupos de breakdance, Afro Battle, Kuduru e muito mais a nível nacional e internacional.

Campeões mundiais de Breakdance, depois de vencerem as World Finals crew vs crew na Battle Pro (Marselha) em 2016, os Momentum Crew já conquistaram alguns dos maiores títulos a nível mundial em representação de Portugal. São convidados regulares dos maiores eventos de breakdance em todo o mundo e o seu líder, Max Oliveira, é o responsável por grandes eventos como “Eurobattle” e o recente despique “Porto World Battle”.

Criado e organizado por Blaya, a AfroBattlePT apresenta-se como um evento pioneiro de dança único, uma vez que o seu foco está no Afrohouse e Kuduro. A conexão entre Portugal e Angola é um laço que existe há muito tempo e que, na perspetiva musical, tem-se estreitado cada vez mais.

 

O Hip Hop terá ainda uma forte embaixada musical no cartaz do Festival, com Dealema e Holly Hood a representarem duas gerações de uma história que é rica em rimas e batidas.

 

Os veteranos Dealema somam duas décadas de história e são um dos mais sérios casos de culto no nosso país com Fuse, Mundo Segundo, Expeão, Maze e Dj Guze a revelarem-se como cinco cabeças pensantes que desde o Expresso do Submundo ajudaram a empurrar esta cultura em direção ao século XXI.

Por outro lado, Holly Hood pode ser encarado como o representante de uma nova escola. O Homem da Linha da Azambuja que garante que é “O Dread Que Matou Golias” tem sido um dos mais sérios casos de sucesso nos últimos tempos e promete abalar as estruturas quando subir ao palco como homem do leme do fortíssimo colectivo de talentos que é a etiqueta Superbad.

 

Os writers Smile e Robô irão igualmente marcar presença nos murais d’O Sol da Caparica, mostrando todo o poder cromático das novas formas de expressão da arte urbana com peças que estão a ser cuidadosamente pensadas e preparadas para o evento, incluindo um par de sentidas homenagens que poderão passar pela história da cena musical de Almada e da vida da Costa da Caparica.

Surma no WomenBeing Festival em Portalegre

O WomenBeing é uma plataforma internacional e interseccional, para a celebração e promoção do trabalho desenvolvido por mulheres, nos sectores criativos, empreendimento e investigação, online e através de eventos. Em parceria com outras instituições sem fins lucrativos, desenvolvemos projectos de apoio a meninas e mulheres migrantes e refugiadas.

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Esta será a primeira edição do WomenBeing Festival, um evento de um dia para o lançamento deste projecto em Portugal, que contará com exposições, um festival de cinema, e música.

 

Programa:

17h00 - Inauguração de exposição com trabalhos de Guerra Conde, Marta Nunes e Sónia Tavares

18h00 - Fem Tour Portalegre - Festival Internacional de Cinema

22h00 - Concerto - Surma

00h00 - Dijei Nossa Senhora

 

CAE Portalegre

17 de Junho 2017 | 17.00

 

Concertos ao Entardecer em Faro com Joana Barra Vaz...

"Mergulho em Loba" existe num universo entre o folk e a electrónica. Composto entre 2012 e 2013, o disco é uma viagem sonora com canções que se sobressaltam sem paragens, em suites, convidando o ouvinte a fazer esse percurso e a sentir a urgência de chegar ao fim com uma resposta na pontada língua ou no embalo da dança.

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Gravado nos Estúdios IÁ por Bernardo Barata, em Alvito com o co-produtor Luís Nunes, na Sociedade Musical União Paredense e nas várias casas de Joana Barra Vaz, "Mergulho em Loba" conta com a participação dos músicos David Pires, David Santos, João Gil, Ricardo Jacinto, Ana Nagy, Mário Amândio, Gabriel Correia e ainda Selma Uamusse como voz convidada no tema "Tanto Faz".

Joana Barra Vaz divide o seu tempo entre a realização e a música e, desde o lançamento do EP "Passeio Pelo Trilho" em 2012, apresentou-se ao vivo como "flume" em vários cafés-concerto e pequenas salas do país.

"Mergulho Em Loba", o seu primeiro longa duração, foi editado pela Bi-du-Á em Setembro do ano passado e tem recebido as melhores críticas da imprensa especializada, figurando no topo de várias listas de melhores discos do ano.

 

Joana Barra Vaz apresenta-se a solo na Galeria Arco, em Faro. O ciclo “Concertos ao Entardecer” é promovido pela ArQuente Associação Cultural.

The Killers estão de volta com novo single “The Man”

Os The Killers acabam de anunciar o lançamento do seu novo single, “The Man”, o primeiro tema desvendado do muito aguardado quinto álbum do grupo. O single está disponível para download e streaming em todas as plataformas digitais, depois de ter estreado mundialmente na BBC Radio 1, iHeart Radio e Sirius XM.

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“The Man” é a primeiro tema original que os The Killers revelam desde que em 2012 lançaram o álbum “Battle Born”. Gravado com o produtor Jacknife Lee durante sessões de gravação que ocorreram entre Las Vegas e Los Angeles, a canção é o primeiro single do novo álbum do grupo que está quase concluído, estando-se a tornar o seu disco mais avançado sonicamente. Um LP repleto de grandes coros e hinos que conquistam estádios e que fazem dos The Killers uma das maiores e mais amadas bandas de rock da atualidade.

Reconhecido pela sua mestria em pintar retratos evocativos da vida nas pequenas cidades americanas, o líder Brandon Flowers volta a reforçar essa sua característica em “The Man”. Na canção, Brandon olha para si quando era mais jovem, o “Brandon Flowers” de quando os The Killers se estrearam com “Hot Fuss”, reconciliando-se com o homem que é hoje em dia. Esta é também a canção pop mais viciante da carreira do grupo.

Os The Killers anunciaram uma série de concertos em festivais nos EUA, como Lollapalooza e Voodoo Festival, sendo que o concerto de 8 de julho no Hyde Park, em Londres, esgotou em tempo recorde. O grupo vai ainda atuar durante este verão em grandes festivais pela Europa fora

“Melodrama”… o segundo álbum de Lorde já disponível

É editado hoje o muito aguardado segundo álbum da artista multiplatinada e vencedora de prémios Grammy Lorde, intitulado “Melodrama”. Para celebrar o lançamento, Lorde anunciou a digressão mundial “Melodrama World Tour”. O álbum “Melodrama” já está disponível em todas as plataformas e lojas digitais.

Antes do álbum ter chegado às lojas, Lorde levantou um pouco do véu deste “Melodrama”, tendo revelado quatro novas canções: o single “Green Light”, em março passado, os temas “Liability”, “Sober” e o novo single “Perfect Places”.

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Green Light” tornou-se rapidamente um fenómeno em todo o mundo, tornando-se um dos temas mais partilhados no Facebook e Instagram, sendo que só no Twitter gerou 2 mil milhões de impressões nas primeiras 24 horas. A Rolling Stone elogiou o single de regresso como “um reflexo da emergente chegada à idade adulta”, e a The Fader descreveu o tema como “um verdadeiro hino pop – feito tanto para ouvir nos fones como no club.”

A Pitchfork nomeou “Green Light” e “Perfect Places” como Best New Tracks. A SPIN definiu “Sober” como “a canção mais forte e cool de "Melodrama" até à data”, enquanto a Pitchfork referiu ao mesmo tema como “intoxicante”.

A digressão mundial de promoção a “Melodrama” arranca em setembro em Manchester, sendo que na Europa contará com as primeiras partes de Khalid, e termina só em abril de 2018 em Nashville, nos EUA.

Nos últimos tempos, Lorde tem atuado nalguns dos mais importantes festivais do mundo, com concertos aclamados no Coachella, Governors Ball e mais recentemente no Bonnaroo. Ganhando elogios de fãs e críticos com a UPROXX a escrever que "a sua voz estava impecável, e ela estava cheia de confiança enquanto passeava pelo palco".

Lorde continua a liderar festivais em todo o mundo, incluindo concertos muito aguardados em Glastonbury, Lollapalooza, Outside Lands, Life Is Beautiful e muito mais.

Festival Materiais Diversos em Transações e Transformações

O Festival Materiais Diversos 2017 inspira-se no binómio “Transações/Transformações”, processos sobre os quais pretende refletir junto com o público, os profissionais e os artistas participantes na nona edição, que decorrerá entre os dias 14 a 23 de setembro com atividades alargadas às localidades de Minde, Alcanena e Cartaxo.

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photo: Leonor Fonseca

 

Jovens e consagrados, portugueses e estrangeiros, o festival estima reunir mais de seis dezenas de artistas em cartaz e nas várias rubricas do programa, que arranca a 14 de setembro com “Gatilho da Felicidade” de Ana Borralho & João Galante, integra a apresentação de mais nove Espetáculos, dois destes em estreia absoluta, a Comunidade Artística Emergente com formação alternativa para estudantes de artes oriundos de várias escolas do país, Aulas Diárias a cargo dos artistas convidados e abertas ao público, encontros profissionais e temáticos com conversas, tertúlias e workshops, e as aguardadas Noites Longas consagradas ao convívio e à música numa parceria com o Festival Bons Sons.

186 festivais portugueses já anunciados para 2017…

São já 186 festivais de música portugueses que anunciaram a sua data de ocorrência, localização e primeiros nomes de artistas para preencherem os seus cartazes. Um ano de eleições e melhoria económica deverá trazer um novo recorde a esta área, mas isso não quererá indicar ainda uma área suficientemente maturada, segundo o nosso estudo tipológico dos festivais de música portugueses que será partilhado no último trimestre de 2017.

A grande fatia de festivais concentra-se, este ano, de 15 de junho a 15 de setembro.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

O anúncio da sua ocorrência, novidades ou alinhamento musical vem ao encontro de uma tendência sentida nos últimos anos destes se posicionarem com cada vez maior antecedência de forma a que: mesmo: ganhem destaque pela imprensa; se posicionem em relação aos eventos concorrentes; fidelizem o seu público o mais cedo possível para estes serem também meios de comunicação e levarem os seus pares e redes de amigos; criem um volume de vendas antecipado para maior facilitação negocial com artistas, parceiros e sponsors.

 

Estes anúncios assumiram uma maior proporção: no mês de dezembro, com um record de anúncios de artistas, bilhetes postos à venda e existência de packs especiais de modo a aproveitar a época de compras de Natal, e nos meses de março e abril.

 

Fonte: Aporfest

10 festivais de música este fim-de-semana e mais de metade têm acesso gratuito…

Este será o primeiro de muitos fins-de-semana com pelo menos uma dezena de festivais de música a ocorrer de forma espartilhada pelo país, neste verão. Até aqui tudo bem, mas quando temos em conta que mais de metade destes festivais têm entrada livre e um outro permite o acesso gratuito a parte da sua programação, ficamos a pensar nos efeitos que estas decisões poderão ter e consequências positivas e negativas no imediato e a curto prazo perante a esfera de atuação dos mesmos.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Somos um país com dificuldades económicas, é sabido, mas temos um problema muito mais crónico, eterno até, que é a nossa escala, somos poucos. Basta ver o exemplo do Brasil, com maiores dificuldades económicas mas em que existe espaço para mais arte, apoios, visibilidade mediática e patrocínios precisamente por não ter o nosso problema crónico, são muitos. Somos também um país com gente idealista, altruísta e verdadeiramente lutadora, porque oferecemos muita cultura de acesso livre ao público, quando a sua sustentabilidade nem sempre é o fator primário, facto que pode ser entendido nos municípios mas que em entidades privadas já não tem o mesmo sentido (resolve um problema imediato mas contamina outros no médio e longo prazo).

 

Quem não fica fascinado por ao visitar as nossas cidades poder sempre ter um festival, um concerto e um workshop gratuito? Se noutros países este fator é mais criterioso, apenas perante festas nacionais ou municipais e fatores extraordinários, por cá é algo recorrente e claro que traz vantagens - acesso da cultura à população, nomeadamente a classes mais desfavorecidas economicamente ou geograficamente; possibilidade  de criação musical e oportunidades de emprego e trabalho a empresas de produção, promoção e demais prestadores de serviços. Pelo lado oposto, este ponto: fará com que o valor percepcionado pelo público para aceder a cultura seja diminuto, e apenas se aceite aceder à mesma cultura por um valor justo (quando nos é dada de forma gratuita), criando desigualdades entre eventos, tenham estes financiamento privado/público versus os que dependem em quase exclusividade da sua receita; a concorrência entre entidades seja mais "canibalista".

 

Se nos é dada a possibilidade de ver uma ou mais bandas de forma gratuita, será difícil pagar no futuro para a/s ver/mos novamente, mesmo que seja comunicado um concerto único ou especial. Talvez seja por essa razão que apesar de muitos, são infelizmente reduzidos o número de festivais com rentabilidade sustentada em Portugal. Talvez seja por essa razão também que para nós, enquanto público, é sempre mais fácil dar 3,4,5 euros por uma cerveja do que o mesmo valor por um bilhete ajudando assim a que o ciclo fique novamente prejudicado pela decisão inicial de ter sido dada a possibilidade de um acesso gratuito a todos.

 

Tanto fica por debater nesta problemática mas que se exigem soluções agregativas de futuro! Formamos e educamos o público, algo que demorará anos e gerações, ou agimos de forma integrativa e sem pensar no bem imediato?

 

Texto de Ricardo Bramão

Fonte: Aporfest

NOS Alive’17… Palco NOS Clubbing revela alinhamento par 8 de Julho…

Dia 8 de julho, o Palco NOS Clubbing, ponto de paragem obrigatório do festival para quem gosta de dançar, irá contar com uma programação 100% nacional que reúne alguns dos mais fortes nomes na cena atual de dance music. Trikk, “10COTEXAS” The Discotexas Band (Moullinex, Xinobi, Da Chick), Switchdance, Mike El Nite, Marvel Lima, Mr. Herbert Quain, GPU Panic e Ghost Wavvves, são os nomes que compõem o alinhamento do Palco NOS Clubbing, no último dia do festival. Uma curadoria assinada pela Match Attack.

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photo: Ana Viotti

 

No último dia do festival, o Palco NOS Clubbing encerra com Trikk, mais um dos grandes motivos de orgulho dentro da cena eletrónica portuguesa, ainda que tivesse que vingar lá fora antes de ser falado cá dentro. Com passagem por Londres e agora sediado em Berlim, Trikk é um dos nomes fortes da editora Innervisions, tendo editado o EP “Florista” no final de 2016. Para dar fogo à casa sobe a palco nesta noite Switchdance. Marco Antão é DJ residente no Lux Frágil e traz consigo uma perspetiva única e uma paleta musical diversificada com o objetivo final de desafiar o público. Switchdance revela-se como um dos talentos mais promissores a sair de Portugal em décadas.

 

10Cotexas”, The Discotexas Band é uma das grandes atrações desta noite no Palco NOS Clubbing. O projeto de Moullinex e Xinobi, e mais recentemente de Da Chick, celebra 10 anos de união e prometem uma festa constante, como comemoração. “Family Affair”, o primeiro original da The Discotexas Band, é uma síntese musicada dos 10 anos de Discotexas e que inaugura também a compilação 10cotexas que celebra este aniversário tão importante para Moullinex, Xinobi e Da Chick que conceberam a banda para tocar o catálogo da editora, na velha tradição da Motown e Salsoul.

 

Como representante dos sons mais ligados ao hip hop marca presença nesse dia Mike El Nite. Aliado ao produtor Dwarf, o rapper não se acanha de desenterrar os guilty pleasures portugueses do passado e de voltar a apresentá-los sob uma lente contemporânea. A renúncia do lado formulaico do trap da dupla no álbum, fez com que “O Justiceiro”, o primeiro LP de Mike El Nite, tivesse impacto no panorama do hip hop português. A sonoridade, aliada à habilidade lírica, sempre tingida de um lado interventivo, resultou num dos grandes lançamentos de 2016, aclamado pela crítica e considerado por algumas rádios nacionais como um dos álbuns nacionais do ano.

 

Outra das confirmações para este dia, é o quinteto Marvel Lima, oriundo de Beja, e composto por José Penacho, Diogo Vargas, Luís Estanque, João Romão e Diogo Marques. O álbum de estreia da banda foi lançado no final de 2016 e este espelha a identidade do grupo de forma coesa e cheia de dinamismo, com muito groove à mistura. Entre vozes, percussões, sintetizadores, guitarras, baixo e bateria, este projeto recria a ambiência distorcida de uma viagem temporal entre os anos originais do rock psicadélico e a música contemporânea de hoje, com um forte tempero mediterrâneo e assumida influência latina.

 

Mr. Herbert Quain, nome de palco de Manuel Bogalheiro, junta-se ao cartaz do Palco NOS Clubbing no dia 08 de julho. Uma das mais auspiciosas estreias dos últimos anos, “How I learned to stop worrying and start loving the waiting”, editado em 2012, é um trabalho de resgate notório, em que os primórdios de Hollywood são evocados através da estética granulada e uma minuciosa técnica de sampling e micro- sampling. O responsável por este sucesso, lançou desde então mais um LP em 2014, “Forgetting is a Liability” e apresentou o seu live act em palcos como o LUX Frágil, Musicbox Lisboa, Indústria, Plano B e o RBMA Boiler Room Lisbon.

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Mas há mais para este dia e a aquecer o palco estará Guilherme Tomé Ribeiro, com um live assinado pelo seu nome de palco GPU Panic. O seu primeiro EP, “GPU Panic”, explora texturas eletrónicas num ambiente nostálgico e enigmático, onde, por vezes, a voz ao fundo conduz a música e funde-se com os sintetizadores, basslines e beats que guiam o público ao longo de três curtas viagens. Guilherme marcou presença na edição deste ano da Red Bull Music Academy que decorreu em Montreal, onde estreou na RBMA Radio o primeiro single "Tanger" e atuou pela primeira vez como GPU Panic, numa noite que contou com a presença de nomes como Suzane Cianni, Veronica Vasicka e Kaitlyn Aurelia Smith.

 

Como responsável pela abertura do Palco NOS Clubbing, dia 8 de julho, está Ghost Wavvves, com um live que vai levar o público a viajar ao seu mundo virtual. Desde que descobriu este mundo a escuridão alastrou-se pela região e cada dia traz peculiares novas revelações. Até aqui, com quatro EP’s publicados, diversas colaborações e singles espalhados pela net, as suas aventuras sónicas têm sido uma exploração sem paragens. O seu talento singular fez dele um dos alunos na Red Bull Music Academy Montreal de 2016.

 

Super Bock Super Rock… Palco EDP completo com Akua Naru e Pusha T…

Para os fãs de rimas e batidas, o dia 14 de julho vai ser imperdível, com mais dois nomes que garantem o presente e futuro do hip hop: Pusha T e Akua Naru.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Akua Naru tem sido apontada como um modelo para aquilo que uma mulher pode ser no mundo do hip hop. Vive em Colónia, na Alemanha, mas o seu talento chega a todo o mundo. Influenciada pelo jazz e pelo boom bap, o hip hop de Akua Naru é marcado por uma forte consciência social e política. Estes são elementos que podemos encontrar na estreia “The Journey Aflame”, um início mais do que promissor. Seguindo a mesma linha de qualidade, o segundo disco é editado em 2015. “The Miner’s Canary” comprova as boas indicações dadas no registo de estreia, denunciando influências muito recomendáveis: The Roots, Nina Simone, Jill Scott, Lauryn HIll, entre outros, ecoam no registo poético, político e espiritual de Akua Naru.

 

Terrence Thornton, mais conhecido pelo nome de guerra Pusha T, nasceu no Bronx, Nova Iorque, mas cresceu em Virginia Beach, com o irmão Gene Thornton. E foi precisamente entre irmãos que nasceu a dupla Clipse, em plena década de 90. Formaram, desde cedo, uma estreita relação com os Neptunes, de Pharrell Williams, e embarcaram numa carreira aclamada pela crítica. Apesar do sucesso, os Clipse decidiram acabar para que os irmãos Thorton pudessem seguir a solo.

 

Foi assim que em 2010, Pusha T assinou pela editora de Kanye West, a G.O.O.D. Music – que hoje dirige, sendo responsável pela direcção artística de tantos outros artistas, incluindo o próprio Kanye -, e logo participou na sua obra-prima: “My Beautiful Dark Twisted Fantasy”. Depois de algumas mixtapes, o primeiro disco chegou em 2013. “My Name Is My Name” recebeu a aclamação da crítica e contou com as participações de nomes como Rick Ross, 2 Chainz e Kendrick Lamar. Desde então, multiplicaram-se as colaborações com basicamente todos os nomes de referência do género, dos mais consagrados aos emergentes. O segundo álbum chegou dois anos depois. “King Push – Darkest Before Dawn: The Prelude” é, como o próprio nome indica, o prelúdio de algo maior – esperam-se mais desenvolvimentos neste ano de 2017. Para já, uma certeza: Pusha T tem construído um percurso invejável, alicerçado nas suas rimas cheias de uma boa acidez, palavras prontas a tocar na ferida, mas também a prestar homenagem ao legado de outros grandes nomes da história do hip hop.

Referências para conferir dia 14, no Palco EDP do Super Bock Super Rock.

Luísa Sobral é a última confirmação do Festival Grant's Stand Together

Luísa Sobral junta-se a Ana Sofia Martins, Commedia a la Carte, Diogo Beja, Sam the Kid e Samuel Úria, nas sessões de storyteling, completando assim, o painel de convidados de Joaquim de Almeida, no primeiro dia do Festival Grant's Stand Together, a 23 de Junho no Cinema São Jorge, em Lisboa.

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Dia 24, Benedita Pereira, Leonor Poeiras, Joaquim Sousa Martins, Nuno Markl, Ivo Canelas e Júlio Isidro sobem ao palco da sala Manoel de Oliveira para partilhar “Histórias tão verdadeiras que nem vais acreditar”. Já as “Triple Good Talks” ou conversas mais intimistas entre artistas ficam a cargo de Rita Blanco e Inês Meneses ou Anabela Mota Ribeiro, na companhia de Ana Bacalhau e Isabel Abreu.

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O Festival Grant’s Stand Together integra ainda  as habituais sessões de cinema. Estamos a falar de “Filmes da nossa vida” sob coordenação de Rui Pedro Tendinha, que este ano conta com convidados como Ana Markl e Teresa Tavares, no dia 23 e Nuno Markl com Filipe Homem Fonseca, dia 24. A entrada é livre e limitada à capacidade da sala.

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Dias 1 e 2 de Julho é a vez do Porto receber o festival de histórias reais, no cenário inspirador da Fundação de Serralves, onde poderemos contar convidados como António Pedro Vasconcelos, Álvaro Costa, Capicua, Chef Rui Paula, Filipe Faísca, Eduardo Madeira, Joana Marques, Jorge Corrula, Manuel Serrão, Ricardo Trêpa, Tatanka e Tomás Wallenstein.

 

Tanto em Lisboa como no Porto a programação é complementada com DJ’s que animarão as noites quentes onde não irão faltar os já famosos cocktails Grant’s. A componente solidária do festival mantém-se nesta 6ª edição, com parte das receitas a reverter para a Casa do Artista.

 

A organização e programação está novamente a cargo da H2N Phenomena Makers