Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

A mulher do fim do Mundo... e muito mais....

Chegamos ao último dia do Festival. Depois da enchente de ontem os números previstos para sábado não fugiam muito dos valores de quinta-feira. Um dia que prometia todo o tipo de sonoridades, desde o samba sempre realista de Elza Soares até ao noise de Aphex Twin passando pelo hardcore dos Death Grips.

01.jpg

Uma abertura de portas mais calma que os dias anteriores e um início no Palco Super Bock sem o fôlego dos outros dias. Da Catalunha chegava a voz simpática de Núria Graham. Singela em palco não cativou os pouco presentes junto do Palco Super Bock. Núria apresentou as canções do seu segundo disco “Bird Eyes” já de 2015. Uma simplicidade sonora assente em traços folk norte americanos. Ao longo de 40 minutos teve a oportunidade de mostrar e dar a conhecer as canções do seu disco.

02.jpg

No palco ao lado, a presença Portuguesa do último dia estava entregue aos Evols. Durante alguns anos um dos segredos mais bem guardados do rock indie produzido em Portugal, os Evols mostraram que não se assustam com a destaque que lhes foi dado no palco principal do festival. Algumas canções novas como o mais recente single “Father Death” e outras canções que fazem parte de “II”, o disco editado em 2015.

03.jpg

Ainda os Evols se mantinham em palco já o movimento dos festivaleiros para o Palco Super Bock era notório. Um dos nomes mais badalados nesta edição do Festival subia ao palco pelas 18.30h. Elza Soares, ou a Mulher do Fim do Mundo suscitava curiosidade por parte de muitos e o desejo de ouvir a poesia musicada pura e bruta da mulher que aos 79 anos continua a cantar, mas acima de tudo a questionar a sociedade. “Maria Da Vila Matilde”, “Luz Vermelha” ou o já controverso “Pra Fuder” marcaram um concerto onde a MPB no seu estilo mais alternativo vincou e conquistou um público rendido aos pés de Elza Soares. De aparência frágil mas forte em sentimentos, Elza aproveitou para ‘parabenizar’ Portugal no seu dia (10 de Junho) mas não esquecendo temas tão sensiveis na sociedade como racismos, homofobias ou transfobias, com uma homenagem a Gisberta.

04.jpg

Elza Soares prendia as atenções apenas desviadas para dar um saltinho pelo Palco. para sentir os Wand que vinham de Los Angeles, acabando por passar ao lado do festival, talvez por culpa de Elza Soares que conquistou até os mais reticentes....

05.jpg

Voltávamos ao Palco NOS onde os The Growlers, a banda da Califórnia liderada por Brooks Nielsen, aproveitava o final da tarde para surfar ao longo do seu rock desajustado mas estruturado. Não trazendo nada de novo ao festival, nem à sua própria atuação, os Growlers brindaram o público com temas como “Night Ride” do seu mais recente disco “City Club”, “Going Gets Tuff” ou “Good Name” um original de William Onyeabor. Sem conquistar grandes euforias e cumprindo os objetivos, os Growlers criaram o ambiente mais que ideal para o início da noite.

06.jpg

No Palco ., os Shellac, repetentes pela 6ª vez no Festival, atraíam uma pequena multidão em busca de mais energia e de descargas sonoras, abrindo assim caminho para duas propostas a abrir a noite, Sampha no Palco Super Bock e Mitski no Palco Pitchfork. A nossa escolha recaiu em Mitski, jovem japonesa a viver em Nova Iorque, capaz de conquistar um público indiferente no Palco Pitchfork. Traços indie rock mas com um mescla de folk fazem das canções de Mitski um encanto quase comparável a Angel Olsen. Foi ao som de “Your Best American Girl” do disco de 2016, “Puberty 2”, que Mitski conquistou quem a trocou por Sampha.

07.jpg

Os Death Grips traziam o hardcore ao Palco . enquanto o Palco NOS registava a primeira grande enchente da noite para receber de braços abertos os Metronomy. A Tour 08 conquistava o Festival e o público de todas as idades, que ao som de “Miami Logic”, “16 Beat”, “Love Letters” ou “Reservoir” transformaram mais uma vez o Parque da Cidade numa gigante pista de dança. Pop simples e dançável, aproximando-se do disco, por vezes com guitarras a rasgar o espectro, foi a receita dos Metronomy que de uma forma abrangente trouxeram à memória concertos como o dos The Belle & Sebastian em 2015 e algumas sonoridades muito próximas dos Arcade Fire. Convertidos em grandes estrelas da cena britânica graças a álbuns como "The English Riviera", os Metronomy passaram de projecto pessoal de Joseph Mount a um dos grupos que melhor conseguiu combinar música pop e electrónica e recuperar sons de sintetizador e pinceladas funk para conquistar festivais e pistas de dança.

08.jpg

No Palco Pitchfork ainda houve tempo para espreitar um projeto com uma sonoridade simples mas agradável de se ouvir, Weyes Blood, o projeto da jovem de Santa Mónica Natalie Mering. “Front Row Seat To Earth” foi o disco que trouxe e que merece uma audição mais cuidada.

09.jpg

Saltamos para o encerramento no Palco Super Bock onde o rock selvagem dos Canadianos Japandroids debitava decibeis ao som das canções do disco “Near To The Wild Heart Of Life”. Longe de ser um concerto marcante desta edição, provou que o público que escolhe o NOS Primavera Sound espera encontrar todo o espectro musical no Parque da Cidade.

Aphex Twin surgia como o grande cabeça de cartaz deste último dia do festival. Não se fez de rogado e ocupou o palco principal durante 120 minutos onde o noise experimental da sua música, numa relação de efeitos visuais únicos recorrendo ao que de mais evoluído se pode apresentar. “Untitled 7” abriu a apresentação onde não faltaram projeções relacionadas com Portugal encerrando a noite com “Worldwide Shit”.
Não sendo um conceito que tenha recolhido unanimidade junto do público, foi mais uma vez a prova que o NOS Primavera Sound difunde a música.

10.jpg

Dois destaques finais para o Palco . que apresentou na última noite a energia post-punk dos Norte Americanos The Make-up onde Ian Svenonius fez questão de se envolver com o público que assistia ao concerto. Dos Estados Unidos chegavam igualmente os The Black Angels, desta vez de Austin. Garage Rock e Psicadelismo foram a fórmula perfeita para o encerrar de palco no recanto mais escondido do festival.

 

Chegava assim ao fim a 6ª edição do NOS Primavera Sound, 3 dias únicos de uma vivência musical sem paralelo na cidade do Porto. Uma consolidação de um festival e de uma linha que se tem mantido fiel ao longo de 6 anos apostando em nomes que ao longo do tempo têm emergido na cena musical a nível mundial.

O regresso já esta agendado para 2018 entre os dias 7 e 9 de Junho, 3 dias de energia revigorante mas acima de tudo de muita Primavera... Até lá!!!

 

 

O Primavera é o reflexo do que se faz de melhor na música…

Chegou ao fim a 6ª edição do NOS Primavera Sound. Durante 4 dias a cidade do Porto celebrou a música de uma forma única e com algumas novidades a acontecer nesta edição. O festival invadiu a cidade do Porto na passada quarta-feira com mais de 20 concertos nos clubes mais emblemáticos da invicta, foi uma forma da cidade abraçar os milhares de visitantes que chegam para o Festival.

_PHM8041 (Cópia).jpg

O Parque da cidade recebeu como já é habitual, e desde 2012, três dias únicos de uma vivencia musical sem paralelo na cidade do Porto. Ao 6ª ano, o NOS Primavera Sound consolida a sua posição no calendário dos festivais em Portugal, trazendo quase 90 mil festivaleiros ao Parque da cidade do Porto.

_PHM8039 (Cópia).jpg

Em modo de balanço, a organização divulgou em conferência de imprensa ao final da tarde de sábado, os números de uma edição histórica, pois foram ‘batidos’ todos os recordes do festival. Dia 9, dia em que a instalação musical de Bon Iver tomou conta do recinto, 30.000 pessoas viveram intensamente o projeto musical de Justin Vernom.
Já o dia anterior foi igualmente de celebração. A energia contagiante dos Justice conseguiram trazer mais de 27.000 pessoas ao festival, tornando-se assim a quinta-feira mais ‘concorrida’ das 6 edições.

_PHM8042 (Cópia).jpg

A noite de sábado registou mais uma enchente com números próximos da noite de sexta-feira, com Elza Soares a dar esse mote. Ao longo de 3 dias no parque da cidade mais de 60 nacionalidades diferentes vibraram com o conforto proporcionado pelo festival que apesar de esgotado no dia 9, vai manter a sua capacidade máxima de 30.000 pessoas como assegurou José Barreiro, diretor do Festival.
O Cartaz desta edição foi mais uma vez um risco, que com tranquilidade acabou por se revelar um sucesso. “O Primavera é o reflexo do que se faz de melhor na música…” fez questão igualmente de referir.

O NOS Primavera Sound regressa em 2018 para a sua 7ª edição nos dias 7,8 e 9 de Junho, mais uma vez com o apoio da NOS e da Câmara Municipal do Porto através da Porto Lazer.


Quanto ao cartaz da próxima edição, o mais certo é que como sempre não vai desiludir…



Reportagem e fotografias: Sandra Pinho

30 anos de “Hysteria” dos Def Leppard celebrados com reedição

Ícones lendários do rock’n’roll britânico, os Def Leppard vão celebrar o 30.º aniversário do seu álbum seminal, “Hysteria”, um dos mais bem vendidos e influentes na história recente da música, com o lançamento de “Hysteria (Remastered 2017)”, a 4 de agosto.

Esta edição de aniversário remasterizada estará disponível em vários formatos: “Super Deluxe” – 5CD 2DVD; “Deluxe” – 3CD; “Standard” – 1CD; duplo LP e ainda uma edição limitada em 2LP coloridos.

DefLeppardPackshot.jpg

A reedição revela lados b, temas ao vivo e outros temas extra, como “In the Round In Your Face (Live)”, disponível agora pela primeira vez em CD!

 

“É difícil acreditar que já passaram 30 anos desde o lançamento de ‘Hysteria’… em muitos aspetos, parece mesmo que foi ontem. Por isso, para assinalar este feito, quisemos fazer algo muito especial para os nossos fãs e dar-lhes a versão definitiva do álbum, uma que incorpore todas as memórias e macos históricos que captámos em fita e alguma da loucura que vivemos na estrada. Espero que isto signifique tanto para vocês como para nós” – Joe Elliot

Disco de audição essencial para fãs de todo o mundo, “Hysteria” é, indiscutivelmente, um dos álbuns rock mais celebrados de todos os tempos, tendo vendido mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo. Com mais de 100 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, e dois reputados Diamond Awards nos EUA, os Def Leppard - Joe Elliott (voz), Phil Collen (guitarra), Rick "Sav" Savage (baixo), Vivian Campbell (guitarra) e Rick Allen (bateria) – continuam a ser uma das forças mais importantes da música rock. Ao longo da sua carreira, a banda produziu uma série de álbuns clássicos e inovadores que elevaram a fasquia para as futuras gerações de fãs e artistas. Os concertos espetaculares do grupo e o seu arsenal de êxitos são sinónimo do seu nome, contribuindo para que os Def Leppard sejam considerados uma instituição na indústria da música e dos concertos ao vivo.

Atualmente, a banda encontra-se a dar uma digressão esgotada na América do Norte.

Wait Until Dark lançam "Persona" e tocam no próximo dia 17 de Junho no Sabotage

Os Wait Until Dark são uma espécie diferente da nossa!

Nascem do subsolo e aparecem diante de nós, pela noite, para tentar injectar na raça humana aquilo que tem vindo a ser descuidado: coração e cérebro. Lançaram o primeiro trabalho no dia 10 Fevereiro com apresentação no Cave 45 (Porto) e no Incógnito Bar (Lisboa). Tocam no próximo dia 17 de Junho no Sabotage Rock Club e em breve anunciarão mais datas pelo país.

a4057333555_10.jpg

“Heart x Córtex” é uma projecção virtual de personagens que moldam à sua imagem. Trata-se de um álbum futurista com traços demarcados do rock industrial de Nine Inch Nails misturados com a aposta numa electrónica negra, pesada e enigmática. É um álbum extremamente sensorial complexamente trabalhado e coberto de efeitos a todos os níveis. A essência da banda baseia-se, fundamentalmente, nos focos visual e auditivo, criando ambientes eléctricos e electrizantes capazes de originar faíscas mentais que se tornam mais confortáveis à medida que o desconforto aumenta.

Não se trata aqui de um disco para se ouvir todos os dias, a sua textura densa e aprimorada requer preparação e estados de espíritos adequados, o synthpop com a vertente industrial tem destas manhas! É um disco extenso desenhado por 12 faixas igualmente extensas unitariamente, diria que talvez seja o único ponto negativo deste álbum.

WUD_PR.jpg

Para além dos singles que vão sair em forma de triologia, os Wait Until Dark trazem também singles em forma de prequela. O primeiro é da faixa “Persona” e saiu na passada quinta feira. “Persona” é a personificação de texturas que transpõem o lado mais humano desta espécie. Trata-se do resultado de uma complexidade de ideias que retrata e exprime uma identidade. Esta identidade reside em cada um e no todo enquanto construção e comunhão individual. É entre os diversos pilares da vida e os de um armazém que os Wait Until Dark criam um indivíduo que tanto teme ou repudia como se aproxima e mostra desejo em se aproximar da raça humana. Um estímulo para que todos possam conhecer um pouco da parte humana que, aos poucos, emerge desta espécie e que pode aproximar as pessoas deles e a eles deles próprios.

 

Num cenário de luzes ofuscantes aparecem as silhuetas daqueles que são a personificação de uma possível entidade que nos guia directamente para dentro da mente. A intensidade que transmitem e com que tocam faz com que se fundam num só, uma “Persona” e, sempre no escuro, abrem-nos espaço para nos colocarmos onde precisamos de estar, mesmo que ainda não tenhamos consciência desse local.

 

Palco Comédia do NOS Alive'17 apresenta cartaz completo

O Palco Comédia do NOS Alive’17 está de regresso ao Passeio Marítimo de Algés com um cartaz que reúne alguns dos melhores nomes da comédia atual. Daniel Sloss, Nilton, Salvador Martinha, Aldo Lima, Filomena Cautela, Hugo Sousa, Guilherme Geirinhas, Manos Duarte (Jel e Vasco), Carlos Coutinho Vilhena, Falta de Chá (Guilherme Duarte e Ricardo Cardoso), Manel Cardoso e Guilherme Fonseca são alguns dos nomes que sobem ao palco mais divertido do País.

NOS-Alive-17---Palco-Comedia---lineup.jpg

O dia 6 de julho, dia de arranque do NOS Alive’17, vai receber em palco o britânico Daniel Sloss. O top stand-up comedian atingiu o estrelato logo na adolescência, tendo percorrido os maiores festivais de comédia e alguns dos grandes talk shows norte-americanos (Conan, The Late Late Show with Craig Ferguson). Com diversos espetáculos em nome próprio, Daniel Sloss estreia-se em Portugal com uma participação imperdível no NOS Alive’17. Neste mesmo dia sobe a palco o gigante Aldo Lima. A sua fama é indiscutível, bem como a sua capacidade para fazer rir. Um génio do stand-up que vai garantir momentos únicos no Palco Comédia. Para assegurar um cartaz ainda mais de luxo, o NOS Alive convidou também para dia 6 de julho Guilherme Geirinhas. Um mestre de fazer rir, não só pela presença no coletivo Bumerangue, como pelos seus fortíssimos sketches online que têm conquistado fãs a olhos vistos.

 

E porque rir nunca é demais, a este dia, junta-se a dupla Falta de Chá, composta por Guilherme Duarte e Ricardo Cardoso. O que lhes falta em comportamento sobra em humor. Guilherme e Ricardo investiram forte nos sketches online e o resultado é um país rendido. Se separados já são figuras de culto, em dupla arrasam. As talentosas e irreverentes imitações de Francisco Salema Garção vão também dar o ar da sua graça no Palco Comédia dia 6 de julho. Já a host deste primeiro dia será Melânia Gomes. Uma mulher de humor forte, que conquistou tudo e todos com as suas personagens que satirizam de forma única os costumes.

 

Dia 7 de julho não fica atrás e o cartaz volta a apresentar alguns dos mais fortes nomes da comédia. Nilton não deixa pedra sobre pedra. Com uma já longa carreira no humor fez de tudo um pouco e sempre com resultados impressionantes na rádio, televisão, livros e claro, as clássicas partidas telefónicas. Uma atuação a não perder no NOS Alive’17. Pelo Palco Comédia passa também neste dia Filomena Cautela. A conhecida cara da RTP promete dar um bom tratamento de humor aos festivaleiros. Conhecida pela sua inteligência e espontaneidade, o seu humor imprevisível vai deixar vontade de não desviar a atenção do palco.

 

Um cartaz que promete juntar a nata da comédia atual tem que contar com os Manos Duarte. Os manos são Jel e Vasco, famigerados criadores do programa “Vai Tudo Abaixo” e dos icónicos personagens “Homens da Luta”. Ao vivo, o seu humor não dá tréguas – quando um diz mata o outro diz esfola. Um stand-up act a não perder. Manuel Cardoso, mais uma estrela do coletivo “Bumerangue” que está a dar nas vistas em nome próprio, vai provar dia 7 de julho no NOS Alive’17 porque é um sério talento do humor. Ainda neste mesmo dia Carlos Pereira vai reunir os seus sketches e vídeos conhecidos através do comicalate.com e mostrar o seu humor único e característico. Quem não adora a Bumba na Fofinha? Pois é, a moderar o Palco Comédia no segundo dia do NOS Alive’17 está Mariana Cabral a autora desta fabulosa personagem fictícia.

 

O dia que encerra a 11.ª edição do NOS Alive, 8 de julho, não pode ficar atrás e por isso mesmo o alinhamento volta a arrasar. Salvador Martinha leva até ao Palco Comédia do NOS Alive’17 num show digno da The National Geographic, com todo o rigor científico e cómico possível, uma profunda análise das espécies raras que habitam os festivais de verão. Hugo Sousa, o homem do Porto, seguido de perto pelo país inteiro também pisa o palco neste mesmo dia. São vários os programas televisivos e espetáculos de stand-up como “Frenético” ou “On the Rocks” que fazem dele um humorista a não perder de vista.

 

Também neste dia junta-se ao cartaz do Palco Comédia Carlos Coutinho Vilhena. Celebrizou-se no coletivo Bumerangue e desde aí tem dado cartas com “Bon Vivant”, um conceito que o levou à SIC Radical e também aos palcos num formato stand-up. Guilherme Fonseca, outra das estrelas deste dia, está bem classificado para ser o tipo mais porreiro do Humor em Portugal. Passou pelo Curto Circuito na SIC Radical e colabora frequentemente com o Canal Q em formatos que mostram bem a sua versatilidade como guionista, apresentador e intérprete.

 

Não menos interessante é David Cristina que se junta igualmente ao cartaz deste dia. O humorista tem-se revelado um exímio contador de histórias e observador do quotidiano. É parte integrante dos Planeta Fluffen, uma banda musical cómica, e apresenta “Conta-me tudo”, formato televisivo onde figuras públicas partilham histórias de vida. Como host deste último dia, o Palco Comédia recebe a atriz Soraia Carrega, que fez um vistão no filme “Ruas Rivais”.

 

MeaJazz… 1º Festival de Jazz da Mealhada

A Câmara Municipal da Mealhada promove nos dias 30 de junho e 1 de julho o MeaJazz - 1º Festival de Jazz da Mealhada.

Esta primeira edição traz à Mealhada projetos de diversas nacionalidades.

cartaz_MeaJazz

O cartaz diversificado promete provocar emoções para todos os gostos: Orquestra Jazz de Leiria, El Show de Dodó (Espanha), Jeff Davis Trio (Canadá/Portugal), Andrea Bucko (Eslováquia), The Rite of Trio (Portugal), José Valente (Portugal) e Jazz Pá (Brasil/Portugal).

 

Para o segundo dia do festival está reservada uma grande festa, quando em palco se reunirem mais de 40 músicos.

 

O evento vai acontecer na Quinta da Nora e tem entrada livre.