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Glam Magazine

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Ciclo "Jazz +351"… Demian Cabaud Quarteto

O Demian Cabaud Quarteto segue uma premissa de Kandinsky: “Não devemos tender à limitação, mas à libertação, pois só a liberdade nos permite acolher o futuro”.

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É com esta perspetiva de reinvenção do jazz que o contrabaixista e compositor de origem argentina, mas residente no Porto há largos anos, convida os músicos Gonçalo Marques, André Fernandes e Jeff Williams a conceber e executar uma visão musical da liberdade em que a improvisação é predominante, percorrendo inesperados caminhos entre os espaços da ordem e do caos, do concreto e do abstrato, do sossego e do desassossego. Como Cabaud promete, trata-se de uma música “fresca, que vive cada momento e nunca se repete”.

Este é mais um passo, e particularmente afirmativo, no sempre insatisfeito desejo de derrubar as falsas divisões, no campo do jazz, entre aquilo que se designa como mainstream e o que se refere como "vanguarda". Na verdade, tradição e inovação têm andado a par na evolução deste género musical: inventar o que vem a seguir com referência no que chegou antes, assim construindo o presente.

 

Culturgest (Lisboa)

9 de Junho 2017 | 21.30h

Gas, Rabih Beaini, Lawrence English, Laurie Spiegel, Beatriz Ferreyra e Sabre no Semibreve 2017

Gas, Rabih Beaini, Lawrence English, Laurie Spiegel, Beatriz Ferreyra e Sabre são as novas confirmações para o programa do festival juntando-se a Deathprod, Valgeir Sigurðsson, Fis e Kyoka.

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No início dos anos 90, influenciado pelo techno, Wolfgang Voigt começou a fazer experiências com um timbale marchando sobre loops de cordas flutuantes, fortemente alienados. Estas faixas elegíacas, a sua ausência de início ou fim, ao mesmo tempo inércia e eternidade, a sua estrutura intoxicante, suave e parcialmente amorfa soavam-lhe como gás em evaporação e, assim, nasceu Gas. O lendário projeto Gas de Wolfgang Voigt será apresentado em formato concerto audiovisual no Semibreve, com especial foco no seu mais recente álbum “Narkopop”.

 

Rabih Beaini é uma voz solitária na música eletrónica. Poucas pessoas compõem espetáculos tão desafiantes e intrigantes como ele, onde dark wave, krautrock, pós-tudo e techno se juntam numa harmonia de hardware assombrado.

 

Lawrence English é um compositor, artista e curador sediado na Austrália. O seu trabalho questiona as relações estabelecidas entre som, harmonia, distorção e estrutura e é esculpido numa complexidade esmagadora que colide com ondas ferozes de baixa vibração. Os seus álbuns mais recentes “Cruel Optimism” e “Wilderness Of Mirrors” são um festim de “densidades e extrema dinâmica” e desenvolvem-se numa “estética de substituição da distorção harmónica”. É a outra metade de HEXA com Jamie Stewart, que colaborou recentemente com David Lynch no projeto Factory Photographs, e colabora regularmente com John Chantler (Holy Family), Liz Harris (Slow Walkers), entre outros.

 

As pioneiras da electrónica Laurie Spiegel e Beatriz Ferreyra também farão parte do programa do festival. Beatriz Ferreyra é uma compositora eletroacústica argentina. Trabalhou na ORTF (Televisão Nacional Francesa), como membro do Groupe de Recherches Musicales (GRM), sob a orientação de Pierre Schaeffer (1963-70), tendo feito contribuições para o seu livro Traité des Objets Musicaux (1966), e participado na realização de Solfège de l’Objet Sonore, também de Pierre Schaeffer (1967). Desde 1975 tem recebido diversos prémios e reconhecimentos. Em 2014 foi eleita Membro Honorário do CIME/ICEM (The International Confederation of Electroacoustic Music). No Festival Semibreve vai manipular um sistema de difusão multicanal. A música da compositora Laurie Spiegel tem origem numa aprendizagem clássica de alaúde pré-clássico e banjo, mas Laurie é também programadora, designer de software, videasta e uma académica frequentemente publicada. É reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho pioneiro com sistemas de música eletrónicos e de computador. No Semibreve Laurie Spiegel apresentará uma instalação com a sua nova composição para a peça video Maya Deren: Prelude to Generating a Dream Palette de Peter Schmideg.

 

Sabre é o duo de Bruno Silva e Carlos Nascimento em rotação sideral pela house e pelo techno conduzido pela visão psych da kösmiche e de algum free jazz mais espiritual.

 

Na edição de 2017 regressa também o EDIGMA SEMIBREVE AWARD. O prémio pretende premiar e estimular a criação artística digital, dando especial atenção a projetos artísticos que recorram à interatividade, ao som e à imagem e conta com supervisão do engagelab da Universidade do Minho. As  candidaturas devem ser feitas através do site do festival até 15 de julho.

 

O Festival Semibreve, organizado pela AUAUFEIOMAU com o apoio da Câmara Municipal de Braga, afirmou-se como um evento incontornável no panorama da música eletrónica nacional e internacional, proporcionando espetáculos de alguns dos artistas mais relevantes da atualidade no domínio da música eletrónica e contribuindo para a divulgação de produção científica no campo das artes digitais.

The Electric Howl lançam o single “Sex Miles”

The Electric Howl é uma banda quente e crua que nasceu em Lisboa em 2014, quando Diogo Espectro (vocalista) e Marco Montenegro (Guitarrista) se conheceram e começaram a compor músicas. Os seus primeiros concertos eram com apenas uma voz, uma guitarra e um timbalão enquanto aguardavam por um baterista, que se juntou à banda no em Dezembro do mesmo ano.

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As suas influências passam por todas as direcções do Rock, desde The Beatles a Sonic Youth, Led Zeppelin, Soundgarden, The Velvet Underground, The Doors, Fugazi, Bob Dylan, Nirvana, entre muitas outras.

Trazem consigo a essência de um rock sujo com uma intensidade elevada e interpretação digna de um espectáculo glamoroso tal Velvet Goldmine. 

Como antecipação do lançamento do EP “Jungle Pop” a sair ainda este ano, apresentam agora o vídeo do primeiro single, “Sex Miles”.

Buika de regresso a Portugal

Descrever Buika como uma artista singular, dona de uma das mais carismáticas vozes da actualidade é apontar apenas o óbvio. Entendê-la como um sinal de um mundo amplo, generoso, de abertura cultural total, de profundas ligações entre pessoas e povos é bem mais interessante.

A singularidade de Buika - dona de uma carreira que se estende no tempo uma boa dúzia de anos e que já rendeu sete maravilhosos discos que receberam todas as distinções, elogios e aplausos que são passíveis de se recolherem na arena internacional do público e da crítica - acaba de render mais um registo extraordinário. Tem por título "Para Mi" e é um EP de cinco incríveis temas onde o flamenco é o tecido que embrulha a extraordinária voz de Buika.

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Essas cinco canções vão certamente ouvir-se no palco do Coliseu dos Recreios de Lisboa onde Buika se apresentará em data única a 29 de Setembro. O público português já se habituou a aplaudir de forma efusiva as apresentações de Buika, mas sabe igualmente que cada data sua é uma preciosa oportunidade de escutar de perto uma artista de dimensão mundial. "Ni Contigo Ni Sin Ti" é um dos temas de destaque deste novo trabalho, uma versão de um clássico maior de Manzanita que é um tesouro do flamenco que Buika reclama numa interpretação arrebatadora. Mas no tema título, "Para Mi", a artista explora uma toada mais baladeira, profundamente romântica e igualmente apaixonante, outra demonstração da incrível elasticidade da sua voz e das suas capacidades interpretativas rigorosas.

 

Do flamenco ao jazz e daí à soul ou à reggae, Buika já percorreu muitos caminhos em 12 anos recheados de sucessos e de rendições absolutas, porque não há outra maneira de nos relacionarmos sem ela, do que aplaudindo-a incondicionalmente. Será, certamente, assim, no Coliseu, no arranque do próximo Outono, a 29 de Setembro.

Placebo criam curta-metragem para versão de “Life’s What You Make It” dos Talk Talk

Depois de recentemente terem celebrado 20 anos de um percurso inigualável em salas esgotadas em Guimarães e no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, os Placebo acabam de revelar o vídeo para o seu mais recente single, uma versão de “Life’s What You Make It”, um tema original dos Talk Talk. O grupo britânico revela assim um filme verdadeiramente deslumbrante, realizado por Sasha Rainbow e rodado em Agbogbloshie, uma antiga zona húmida no coração de Accra, no Gana, que é um dos maiores depósitos de resíduos eletrónicos do mundo. No vídeo, é criado um cenário apocalíptico, onde o lixo e os habitantes desse local vivem no mesmo espaço. “Life’s What You Make”, o tema principal do EP homónimo que os Placebo lançaram no ano passado, lembra-nos imediatamente de todas as razões que nos fizeram apaixonar pelo grupo. Existe muito em comum entre o trabalho dos Talk Talk (que lançaram originalmente o tema em 1986) e os Placebo: ambos mantiveram-se verdadeiros quanto à sua visão artística, mesmo que isso tenha, por vezes, significado seguir um caminho nada fácil. A mensagem da música de retirar o melhor das circunstâncias vai especialmente ao encontro dos desafios que se vivem atualmente

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“Fizemos uma versão de ‘Life’s What You Make It’ dos Talk Talk porque é uma canção dos anos 1980 que ainda gostamos e pensámos se conseguiríamos replicar o sucesso estrondoso de Gwen Stefani e da sua banda com a versão de ‘It’s My Life’. Isso continua por acontecer…", diz Brian Molko

Molko queria algo diferente para o filme que acompanha a canção. Inicialmente tinha um conceito em mente que era largamente inspirado no vídeo original dos Talk Talk, que foi rodado à noite no Wimbledon Common, em Londres. Incluía a banda rodeada pela natureza, que era assim completada por, como o próprio Molko descreve, “pequenas belezas rastejando nas folhas”. Brian imaginou que poderia ser feita uma versão atualizada deste vídeo, no qual "a banda fosse robots tocando instrumentos e que o lixo eletrónico substituísse a natureza.”

 

No entanto, não receberam as respostas mais apropriadas quando lançaram este desafio a criadores. "A única realizadora que veio ter connosco com uma ideia sobre lixo eletrónico foi a Sasha Rainbow. Liguei-lhe e descobri que estava a falar com uma mulher muito corajosa e apaixonada.” O resultado desta parceria já está disponível e é só uma de várias surpresas que os Placebo têm preparadas para 2017.

The Whole Time… Cantora portuguesa e campeão americano de beatbox trazem projeto vocal a Portugal

The Whole Time é um coletivo dedicado à improvisação vocal, sediado em Nova Iorque, constituído por Sofia Ribeiro, cantora portuguesa com nove discos editados e vencedora de vários prémios internacionais de jazz europeus, o americano Nick Demeris, orador TEDx e artista residente no prestigiado Carnegie Hall, e o Português Rizumik, campeão americano de beatbox de 2012, que ensina ao lado de Bobby McFerrin no Instituto Omega, Estados Unidos.

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Dão concertos inteiramente improvisados, e workshops de Circle Singing e de improvisação vocal, onde uma profunda ligação ao momento presente os leva a criar canções espontâneas, com melodias e ritmos dos mais diversos estilos musicais, combinando beatboxing, humor, movimento e rapping em múltiplos idiomas (inglês, espanhol, português e dialetos inventados) com elementos teatrais.

EDP Beach Party com lotação praticamente esgotada….

Foi ontem apresentada à imprensa na Câmara Municipal de Matosinhos a 10ª edição EDP Beach Party, isto quando falta menos de um mês para a maior Beach Party da Europa que acontece a 30 de junho e 1 de Julho. A apresentação contou com a presença do Eng. Luis Montez, administrador da Rádio Nova Era, bem como com a presença de Eduardo Pinheiro, presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Fernando Rocha e Marta Marquês da EDP.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

A Praia do Aterro Norte em Matosinhos volta a reunir um leque único de DJs. Na décima edição, a expectativa é ainda maior e, por isso, o cartaz apresenta dois dos nomes mais requisitados do momento: Martin Garrix, o atual DJ #1 do mundo e ainda Hardwell, entre muitos outros nomes em estreia em Portugal como é o caso de Carnage e Moksi, sem esquecer a presença nacional com Karetus, Kevu, Miss Sheila e Carlos Manaça.

 

O envolvimento da EDP com a área da música tem vindo a ser reforçado, ano após ano, com a presença em diversos festivais de música. A aposta na EDP Beach Party é feita com a certeza de que esta é já uma festa reconhecida em toda a Europa que promove a música eletrónica de qualidade.

Para a marca, é um orgulho participar neste festival e proporcionar estes momentos a milhares de jovens portugueses e não só.

A edição de 2017 caminha a passos largos para esgotar estando previsto um numero diário de 30.000 pessoas na Praia do Aterro Norte, com o numero de visitantes espanhóis cada vez maior. De ano para ano tem sido recorrente o aumento de fãs do evento que chegam da vizinha Galiza.

 

Cartaz completo…

Martin Garrix, Hardwell, Kshmr, Carnage, Bassjackers, Moksi, Matisse & Sadko, Tony Junior, Mat Zo, Miss Sheila, Carlos Manaça, Karetus, Kevu, Kris Kross Amsterdam e Dante Klein.

 

Reportagem e Fotografia: Paulo Homem de Melo

Primavera Sound… Crónicas do 2º dia

O Primavera Sound em Barcelona é daqueles festivais que é como um livro infantil, em que se pode "escolher sua própria aventura". Com um line-up tão (ou demasiado) extenso, o Primavera Sound tem a capacidade de oferecer aos festivaleiros a oportunidade única de aproveitar o mais íntimo que Bon Iver tem para oferecer.

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photo: Eric Pamies

 

Bon Iver que apresentou ontem o seu novo álbum, um álbum de ruptura e de eletrônica. Da intimidade ao metal extremo dos Slayer, a fechar a noite, ou então serpentear entre o rock sempre experimental dos This Is Not This Heat ou a sabedoria da Brasileira Elza Soares, sem dúvida um ícone indiscutível da música mundial, que apresentou um show acima de tudo essencial no Auditori, ou ainda, escolher entre a música eletrônica ambiental de Tycho ou o agressivo metalcore dos veteranos Converge para completar a noite. É assim um dia em Barcelona…

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photo: Eric Pamies

 

Ao mesmo tempo em que anunciaram seu novo álbum, "Everything Now" e, através de uma mensagem na app oficial, minutos antes da sua aparição, os canadianos Arcade Fire inauguraram a principal novidade da edição deste ano do Festival… Inesperada Primavera. Num palco 360º, a banda apresentou algumas das faixas do quinto álbum, ansiosamente aguardado, no qual se encontram ritmos mais dançáveis. Mas a verdadeira prova de fogo da banda é já este sábado…

De Espanha chegavam os frenéticos Kokoshca, oriundos de Pamplona, ​​a compositora e cantora chilena Soledad Vélez bem os heróis nacionais (de Espanha) do ruído-pop Triángulo de Amor Bizarro, eram os representantes da língua castelhana desta quinta-feira.

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photo: Sergio Albert

 

Um dos momentos mais notáveis da noite de ontem foi a estreia em Espanha da sensualidade em palco de Miguel, cada vez mais um dos herdeiros mais convincentes de Prínce.

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photo: Sergio Albert

 

Solange, igualmente um dos nomes mais aguardados da noite, exibiu sua refinada elegância e transformou o palco numa sofisticada discoteca minimalista assente em sonoridades imbatíveis mas com alma.

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photo: Garbine Irizar

 

A fechar a noite o regresso 7 anos depois dos Broken Social Scene com o seu elogio emocional do indie rock. Dez músicos em palco, entre os quais se encontravam Amy Millan (Stars) e Emily Haines (Metric). O metal dos Slayer e o psicadelismos frenético de King Gizzard & The Lizard Wizard, fecharam a noite, estes últimos como era de esperar foram os causadores do mosh da noite

 

O novíssimo Primavera Bits arrancou igualmente esta quinta-feira, duplicando assim a programação eletrônica com um palco exclusivamente dedicado a live-acts, que alternaram desde da EDM intelectual de Marie Davidson para os anos 90 de Bicep.

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photo: Eric Pamies

 

Na mesma linha, mas num dos palcos principais, Aphex Twin superou tudo e todos com uma exibição (tecnológica) fenomenal durante a qual esteve rodeado por uma impressionante variedade de leds e ecrãs.


E como se tudo isso não bastasse, ontem foi o primeiro dia das The Backstage Parties, um ponto de encontro para os artistas e os festivaleiros, que só podem ter acesso se conseguirem um dos "tokens" distribuídos aleatoriamente pelo festival.

 

Reportagem: Vera Costa

Fotografias: Primavera Sound Barcelona

“Curar sem medicamentos” de Tâmara Castelo

Quantas vezes é que, ao primeiro sintoma de febre, se medica uma criança com paracetamol ou ibuprofeno quando há outras soluções tão ou mais eficazes e, ainda por cima, sem efeitos secundários a médio e longo prazo?

 

Por que razão se toma tantos anti-histamínicos sem ter em conta que a alimentação é absolutamente determinante para prevenir as alergias, nomeadamente se tivermos cuidado com os lacticínios e o glúten? Isto já para não falar das infeções urinárias ou das gastroenterites, que acabam por nos levar a um círculo vicioso de tomas de antibióticos quando isso é perfeitamente evitável?

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O pêssego, o pepino, os cogumelos, o cravinho, o tomilho, a cera de abelhas, as infusões das mais diversas plantas, entre centenas de outros produtos, têm propriedades medicinais que nos ajudam a prevenir e resolver numerosos problemas de saúde, como rinite, laringite, otite, vários tipos de tosse, eczema, má circulação, obstipação, enjoos, complicações do foro digestivo, etc., etc., etc...

 

“Há muitas patologias, sobretudo as que podem ser mortais, em que a medicina e a farmacologia convencionais continuam a ser uma opção para mim, seja como profissional, como paciente ou como mãe. É também por isso que sigo à risca o plano nacional de vacinação. Mas há uma série de doenças comuns em que os químicos estão longe de constituir as ferramentas mais indicadas para as combater. Ao longo da minha prática clínica, graças aos meus conhecimentos de Medicina Tradicional Chinesa e Homeopatia, pude comprovar que a maioria dos medicamentos podem ser evitados se optarmos por uma alimentação saudável e se recorremos a soluções cem por cento naturais. É essa experiência que partilho consigo neste livro prático, que poderá consultar para se prevenir, mas também em caso de S.O.S.” Tâmara Castelo

 

Uma edição: A Esfera dos Livros