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Glam Magazine

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Um novo Tatanka convida Diego El Gavy!

"É um novo Tatanka que as pessoas ainda não conhecem", começa por nos explicar o cantor. "É um regresso do Tatanka dos primórdios: recuperei muito do reportório do início, canções que escrevi há 10 anos ou mais. E isso teve a ver com uma mudança na minha vida, tive filhos, saí do centro da cidade e hoje vivo com um ritmo mais relaxado que me apeteceu também explorar na música".

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"Ao Trindade, que é um espaço que eu adoro, vou levar canções novas que espelham um lado mais trovadoresco, mais de escritor de canções. Vou apresentá-las num momento sozinho à guitarra e noutro vou ter comigo uma banda, mas com os arranjos sempre a terem essa componente mais despida".

 

Com músicos como Rui Pity, baixista, ou Marco Pombinho, pianista, ao seu lado e algumas surpresas alinhadas, Tatanka promete uma noite singular. "Vou ter alguns convidados, começando num muito especial que é o Diego El Gavy, homem do flamenco e do jazz latino com quem vou interpretar o "Keep On Walkin", tema que mistura o português e o inglês e o castelhano. São muitas línguas, mas eu também sempre acreditei que na música não devem existir fronteiras".

Luísa Sobral… "Luísa" foi hoje editado em Espanha

Luísa Sobral viu hoje o seu mais recente álbum ser editado pela Universal Espanha, como aliás foram todos os discos anteriores. "Luísa" chega assim ao público espanhol, devidamente apresentado por uma das mais prestigiadas cronistas e escritoras espanholas, Elvira Lindo, que lhe dedicou uma página no El País, no passado domingo. "Pequenas histórias interpretadas por esta voz peculiar que não se confunde com nenhuma outra", escreve a autora da famosa saga de Manolito Gafotas.

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Editado o disco, Luísa Sobral regressa a Espanha para o apresentar no próximo dia 24 de julho, no Teatro Real, em Madrid, no âmbito do Universal Music Festival, que reunirá nomes como Sting, Pet Shop Boys, Tom Jones, David Bisbal, Zucchero, Tomatito y Michel Camilo, The Pretenders, entre outros. O concerto de Luísa Sobral insere-se na programação matinal onde também atuarão Jorge Marazu, Fernando Alfaro, Bely Basarte, Juan Habichuela Nieto e Antonio Orozco.

"Luísa" foi editado em Portugal no final do ano passado e tem ocupado, semanalmente, a tabela dos discos mais vendidos nacionalmente, tendo regressado ao top 5 após a redobrada popularidade que lhe trouxe a vitória histórica no Festival da Eurovisão da Canção.

Pássaro Vadio lança o seu primeiro disco… “Caosmos”

O projeto Pássaro Vadio surge em 2015 pelas mãos do músico e compositor Ramiro (voz, guitarra e violão) e conta com Jojô (baixo, guitarra e teclado) e Davi Neves (bateria e percussão). Trata-se de um projeto autoral que não se fecha em um gênero - passeia por ritmos folclóricos da música brasileira, combinado com texturas etéreas do dream-pop e do folk psicodélico. As suas composições misturam sonoridades de tempos e lugares distintos e evocam referências a Caetano Veloso, Devendra Banhart, Tame Impala e Tom Jobim.

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photo: Camila Schenkel

 

Caosmos” é o disco de estreia, com produção de Alê Siqueira, que assinou álbuns para Arnaldo Antunes, Elza Soares, Tom Zé, entre outros. Gravado ao vivo durante uma semana no estúdio da Gargolândia, o disco é um universo de som e ruído por onde o personagem principal vai abrindo uma trilha. Por trás das texturas e camadas das guitarras, sintetizadores e percussão está o cancioneiro popular em sua força e simplicidade. As 10 faixas do disco tratam de temas contemporâneos e são pontuadas por arranjos e melodias originais.

O disco chega a todas as plataformas de streaming e digitais a 2 de junho.

“Em Caosmos, cada música é uma unidade aberta. O personagem principal interage com o caos – massas de som e ruído que, como ondas, nos fazem perdê-lo de vista para depois vê-lo emergir com um novo rosto”, afirma o vocalista Ramiro Macedo.

FMM Sines anuncia programa de concertos da 19.ª edição

O programa de concertos do FMM Sines - Festival Músicas do Mundo 2017 está completo. De 21 a 29 de julho, o concelho de Sines, na Costa Alentejana, é anfitrião de uma festa da música com 56 concertos de 36 países e cinco continentes. O festival, que recebeu o prémio ibérico para festival com melhor programa cultural nos Iberian Festival Awards 2017, divide-se em dois núcleos: Porto Covo e Sines. De 21 a 23 de julho, sexta a domingo, o festival estará sedeado no Largo Marquês de Pombal, em Porto Covo, com uma programação integralmente gratuita. Nos dias 24 e 25 de julho, segunda e terça-feira, o festival transita para a cidade de Sines, com concertos pagos no auditório do Centro de Artes e concertos gratuitos no Pátio das Artes, Largo Poeta Bocage e terreiro do Castelo.

Os dias de maior intensidade do festival, na cidade de Sines, ocorrem entre 26 e 29 de julho, com concertos no palco histórico do Castelo (gratuitos à tarde e pagos à noite) e no palco junto à Praia Vasco da Gama (gratuitos). A iniciar cada um desses quatro dias, haverá música no auditório do Centro de Artes de Sines (concertos pagos).

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O programa de concertos do FMM Sines 2017, o mais extenso de sempre, traz a Portugal alguns dos melhores músicos do continente africano. Estarão presentes o marfinês Tiken Jah Fakoly, a maliana Oumou Sangaré, o camaronês Richard Bona (num projeto com o grupo Mandekan Cubano) e o encontro entre as cantautoras Fatoumata Diawara (Mali) e Hindi Zahra (Marrocos). Orlando Julius, lenda da música nigeriana, regressa ao festival com a orquestra brasileira Bixiga 70, num concerto que é um exclusivo europeu para o FMM Sines. A África do Sul estará representada pelos BCUC, banda do Soweto.

 

A África onde se fala o português também terá um ano em grande. Estarão no FMM Sines três dos maiores músicos de Cabo Verde - Mário Lúcio, Lura e Vasco Martins - e um grande cantautor angolano, Waldemar Bastos.

O rapper Emicida encabeça uma delegação brasileira onde também participam os cantautores Makely Ka e Gustavito e o grupo Metá Metá.

Toda a América Latina estará bem representada nesta edição. Do universo das orquestras, vêm ao festival a chilena Chico Trujillo, a peruana Bareto e a colombiana La Mambanegra. A fusão das músicas latinas com a eletrónica chega pelo equatoriano Mateo Kingman e pelos colombianos Bulldozer e Romperayo. O C4 Trío, da Venezuela, é um expoente da tradição do cuatro.

Ainda nas Américas, de registar a participação de Aurelio, voz do povo garifuna nas Honduras, do projeto porto-riquenho ÌFÉ e de três músicos norte-americanos: o poeta nova-iorquino Saul Williams, a cantautora de raízes haitianas Leyla McCalla e o músico de reggae havaiano Mike Love.

A China volta ao FMM Sines com folk das regiões de Guangxi – Mabang – e da Mongólia Interior - Tulegur. As percussões iranianas chegam nos dedos de Mohammad Reza Mortazavi. Parvathy Baul, da Índia, será a embaixadora da tradição mística baul. Da Ásia, também estão programadas The Barberettes, doo-wop da Coreia do Sul, e A-WA, trio feminino de Israel com raízes na cultura judaica iemenita.

 

Na fronteira entre a Ásia e a Oceania, as ilhas Molucas são a inspiração do grupo de jazz Boi Akih. O jazz é também a matriz dos franceses Thomas de Pourquery & Supersonic e dos galegos Sumrrá.

A Europa terá, como habitual, uma presença fragmentada entre as músicas de raiz tradicional e as fusões com músicos de outros géneros e continentes. Savina Yannatou & Primavera en Salonico traz-nos a música da "Jerusalém dos Balcãs", Tessalónica. A cantora Gaye Su Akyol mostra-nos o lado mais cosmopolita da Turquia. Os Den Sorte Skole são dois produtores dinamarqueses, mas a música que lhes dá vida é de todo o mundo. Ifriqiyya Électrique junta avant rock francês com rituais sufi tunisinos. O MC anglo-nigeriano Afrikan Boy e a banda franco-marroquina N3rdistan são músicos entre África e Europa. Nessi Gomes, cantautora britânica de origem portuguesa, apresenta a sua proposta de folk alternativa a partir da ilha de Guernsey.

 

Espanha terá em Sines dois nomes grandes da sua folk: a galega Mercedes Peón e o duo catalão Maria Arnal i Marcel Bagés.

Portugal estará presente com António Chainho, André Baptista, Cristina Branco, Medeiros / Lucas, Sopa de Pedra, Simply Rockers Sound System e JAE Sessions. Os artistas portugueses estarão também representados em projetos com artistas de outras nacionalidades: José Mucavele / João Afonso (Moçambique / Portugal) Benjamim / Barnaby Keen (Portugal / Reino Unido), Coladera (Brasil / Portugal / Cabo Verde) e Cantos de Cego da Galiza e Portugal. A Orquestra Latinidade, sedeada em Lisboa, junta músicos de vários países de herança latina.

 

LOQ apresenta “ Swing La La” o primeiro single do disco de estreia

Os LOQ são um projeto musical de originais de Daniela Varela e Jorge Marques. Iniciado em 2014, foi no ano de 2016 que a banda atinge maturidade e começam as gravações para o álbum de estreia com lançamento previsto para Setembro de 2017.

As influências musicais presentes nas composições vão desde os blues à música mediterrânica, passando pela América latina e até um pouco de África, sem nunca perder a portugalidade que caracteriza o projeto. O imaginário LOQ encontra inspiração na cultura do século XX, como a música cinematográfica de Ennio Morricone, a literatura de Gabriel Garcia Marques ou a poesia visual de Corto Maltese.

Pinturas Contra Capa

LOQ dá à costa em 2012, vindo de uma ilha longínqua, na mente de Jorge e Daniela. Decidem materializar esta nau com amigos, guitarras e viagens. LOQ fala e desfala, canta e ri-se de si mesmo, diz-se e contradiz-se porque acima de tudo quer liberdade. Continua a contar-nos sobre o seu périplo com “Swing La La”, primeiro single da banda, porque toda a cabra-cega se atira da beira...

A sigla LOQ tem origem no começo do projeto e significa Lunar Orquestra Quântica, nome temporário que foi ficando, mesmo depois de muitas tentativas para o mudar.

 

Jorge Marques começa a estudar música aos sete e é na adolescência que começa a compor, escrever e a tocar em bandas de originais e covers. Participou em projetos como os Flor de Lis (vencedores do Festival da Canção em 2009), Donna Maria, além do trabalho a solo com um álbum editado, “Porque Apetece”.

 

Daniela Varela começa a cantar aos 8 anos com “Os Jovens Cantores de Lisboa”, da Ana Faria e aos dez estreia-se em peças de Filipe Lá Féria. Participou como cantora, compositora e letrista em vários projetos desde essa altura até hoje, como Flor de Lis (vencedores do Festival da Canção em 2009) ou Donna Maria.

Roger Waters… Novo álbum “Is This The Life We Really Want?” editado hoje

Roger Waters, responsável pela força criativa e de composição dos Pink Floyd, anunciou o lançamento do seu primeiro álbum rock em 25 anos, “Is This The Life We Really Want?”. O álbum encontra-se disponível para pré-venda e tem edição agendada a nível mundial para 2 de Junho pela Columbia Records. Adicionalmente, Roger Waters iniciou a sua digressão norte-americana “Us + Them” em Kansas City, Missouri, no dia 26 de Maio. A tour “Us + Them” irá prolongar-se até 28 de Outubro de 2017

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O último álbum de estúdio de Roger Waters, “Amused To Death”, (1992), foi um estudo presciente da cultura popular, explorando a força da televisão na época da primeira guerra do Golfo. O muito aguardado sucessor, “Is This The Life We Really Want?” (2017), é um comentário inflexível sobre o mundo e os tempos incertos e um sucessor natural de álbuns clássicos dos Pink Floyd como “Animals” e “The Wall”.

 

Produzido e misturado por Nigel Godrich (que trabalhou com nomes como Radiohead, Paul McCartney, Beck, U2, "From the Basement"), “Is This The Life We Really Want?“ inclui 12 novas composições musicais e actuações de estúdio de Roger Waters. A edição do álbum físico inclui um LP duplo em vinil de 180 gramas com encarte e um CD com embalagem suave de 4 painéis.

Primavera Sound festival…. Crónicas do 1º dia

Se o Primavera Sound fosse uma corrida de fundo com três etapas igualmente intensas a partir de hoje no Parc del Fòrum, então os dias que antecederam o festival poderiam ser vistos como um aquecimento para a grande prova. Olhando para esse ângulo, Primavera “als Clubs” é o campo de treino perfeito, tanto para o público estabelecer o primeiro contato com o Festival, tanto para as bandas que querem “encher” a agenda de concertos.

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photo: Dani Canto

 

Na passada segunda feira, no Apolo, os The Wave Pictures apresentaram-se mais uma vez no festival, a última passagem da banda já tinha sido no longinquo ano de 2010. Embora viessem apresentar o seu novo disco, "A Season In Hull", o concerto concentrou-se em grande parte no seu trabalho mais conhecido, "Instant Coffee Baby". Não deixaram de lado o melhor do indie/pop britânico, assente no já habitual aceno jovial do seu front-man, com pinceladas de Jonathan Richman, Morrissey e outros anti-heróis românticos da pop britânica perdidos na década de 80 do século XX.

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photo: Dani Canto

 

Na terça-feira, a voz única e ardente de Greg Gonzalez dos estreantes Cigarettes After Sex, reivindicaram a sua paixão por solos de guitarra e permaneceram sempre fieis à sua imagem como herdeiros de uma sonoridade cinematográfica sombria e triste, seguindo as pisadas de um já envolvente dream Pop de Mazzy Star ou dos Galaxie 500. Sem dúvida foram o nome que marcou a terça feira, num local que estava já esgotado horas antes do início do concerto. Uma banda a não perder já no dia 8 no NOS Primavera Sound no Porto.

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photo: Dani Canto

 

E eis que as portas do Parc del Fórum se abrem na passada quarta feira com os Local Natives, quinteto que chega de Los Angeles e que conquistaram um público ávido de energia com generosas doses de funk eletrônico, rock sensual e até mesmo uma ‘cover’ de Kanye West, "Ultralight Beam" foi transformado num grito de indie pop.

No Heineken Hidden Stage, dos 7 concertos programados, Jarvis Cocker e Steve Mackey dos Pulp apresentaram o seu projeto experimental “Dancefloor Meditations”, uma mistura endiabrada de som, palavras, ritmos e luz, sempre com traço irónico do inglês de microfone na mão. Por outro lado os seus congéres Saint Etienne encerraram a noite com um concerto de pop puro e duro do qual se destacou o seu vasto conhecimento enciclopédico do género musical. Pelo meio a dança da estreante Sarah Crackwell, rebuscando influencias retro, deixou a sua passagem pelo festival bem vincada para quem pela primeira vez ‘tocou’ em Barcelona.

Kate Tempest 03 Primavera als Clubs_ Dani Canto

photo: Dani Canto

 

No Apolo, o poeta e rapper britânico Kate Tempest apresentou o seu segundo disco, "Let Them Eat Chaos, uma crónica do estado do mundo apresentado sob uma manta de ritmos sombrios. Paralelamente no palco 2 do Apolo, os já clássicos The Wedding Present provaram que o que é bom não se esquece, e a banda não esqueceu que fazem parte da cultura pop, renovando a sua sonoridade acrescentando algumas pitadas de pós-rock.

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photo: Dani Canto

 

Destaque ainda para o inicio da semana os concertos de Jeremy Jay, a folk eletronica da revelação australiana Gordi e o irreverente pós-punk de Les Sueques bem como o explosivo pós-rock dos Retirada!.

O festival acaba de começar e novas experiências já estão a soar para os próximos dias

 

Reportagem: Vera Costa

Fotografias: Dani canto

The Whole Time ao vivo…

The Whole Time é um coletivo dedicado à arte da improvisação vocal, sediado em Nova Iorque, que apresenta concertos a cappella inteiramente improvisados. Criam temas espontâneos, combinando beatboxing, humor, movimento e rapping em múltiplos idiomas (inglês, espanhol, português e dialetos inventados). Em cada concerto são criadas dinâmicas distintas e imprevisíveis, onde a magia do momento se revela, havendo uma frequente interação com o público.

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Rizumik, vencedor do campeonato americano de beatbox de 2012, que ensina ao lado de Bobby McFerrin no Instituto Omega; Nick Demeris, orador TEDx e artista residente no Carnegie Hall; e Sofia Ribeiro, com nove discos editados e vencedora de vários prémios internacionais de jazz vocal, convidam-nos para uma viagem única de paisagens sonoras e criações surpreendentes.

 

Sala Porta-Jazz (Porto

2 de Junho 2017 | 21.30h

Festival Vaudeville Rendez-Vous revela a sua programação para 2017

O Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous assume-se como o maior e mais importante festival de artes de rua e circo contemporâneo da região norte de Portugal, unindo, desde o ano passado, três Câmaras Municipais do país: Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão. A quarta edição decorre entre os dias 26 e 29 de julho em espaços públicos daquelas três cidades e conta com vários espetáculos nacionais e internacionais de entrada gratuita. Desde 2014, o evento já contou com 395 performers e mais de 20 mil pessoas assistiram aos espetáculos.

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Promovido pelo Teatro da Didascália (cuja sede está localizada em Joane), o Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous trata-se de uma oportunidade rara em Portugal de se poder assistir a espetáculos das mais reputadas companhias de circo, bem como de companhias emergentes do panorama nacional e internacional. É, igualmente, uma oportunidade de dinamizar as zonas do interior do país, de formar novos artistas e novos públicos, através de atividades paralelas, e de dar continuidade ao trabalho que se tem vindo a desenvolver na valorização da criação nacional nas áreas do circo contemporâneo, teatro físico e formas transdisciplinares.

Maria João, José Luís Peixoto e Nuno Côrte Real… Temporada Darcos

Para celebrar os 10 Anos de existência, a Temporada Darcos convidou o escritor José Luís Peixoto, o compositor Nuno Côrte-Real e a cantora Maria João, com o intuito de criarem um ciclo de canções originais, para voz e ensemble. Mais do que um cruzamento entre distintas áreas artísticas e estilísticas, este projeto é um encontro entre autores portugueses que, a partir da sua contemporaneidade individual contribuem para a construção de uma identidade lusófona.

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Buscando nos versos do escritor timbres e sonoridades modernas, mas deixando espaços para a improvisação, técnica tão característica do estilo e carácter da cantora, a nova música composta viajará por territórios distintos como o jazz, a música contemporânea, o tradicional e o clássico. Celebra-se um aniversário importante, é certo, 10 Anos, uma década de música, mas principalmente queremos celebrar o futuro, o que virá. Pois, se a identidade é a nossa maior riqueza, como não fazer tudo para a manter e projetá-la no futuro?

 

2 de Junho 2017 | 21.30h – Teatro Cine Torres Verdas

3 de Junho 2017 | 17.30h – Serralves em Festa (Porto

4 de Junho 2017 | 21.00h – Centro Cultural de Belém (Lisboa)

Fado & The City #22 com Tânia Oleiro

Tânia Oleiro cresceu embalada pelo fado até que aproveitou o balanço e começou a cantar. Já passaram 15 anos de casas, espetáculos e colaborações (Rabih Abou-Kahlil, Rão Kyao e Ricardo Parreira, só na letra “R”).

Em 2016 lançou o primeiro álbum a solo “Terços do Fado”, com 1/3 de beleza matemática. Os outros 2/3? Descubra-os ao vivo.

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Ninguém está preparado para entrar pela primeira vez neste espaço escondido no subsolo do Jardim do Príncipe Real.

Será o cenário de um filme?

Um esconderijo milenar?

O portal para outra dimensão? Todas as respostas estão certas e é também um reservatório de água, originalmente ligado ao Aqueduto das Águas Livres, com 31 pilares a sustentar abóbadas e a magia perfeita para receber concertos.

 

Reservatório da Patriarcal - Praça do Príncipe Real (Lisboa)

2 de Junho 2017 | 19.00h

"Rising Tides"... novo single de Valparaíso com Phoebe Killdeer e Howe Gelb

O porto chileno Valparaíso tem sido um ponto distante e místico para viajantes e marinheiros. O coletivo musical francês Valparaíso simboliza um porto que acolhe artistas que permanecem por um tempo, saem e podem voltar. No entanto, a mentalidades de viajante e de um mundo sem-fronteiras é o que une Valparaíso e seus múltiplos convidados. É a paixão pelo trabalho do fotógrafo Sergio Lorrain, bem como o filme de Joris Ivens e Chris Maker sobre Valparaiso que levou à escolha do nome por parte da banda.

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Rising Tides" é o single de avanço do novo álbum de Valparaíso, coletivo de músicos parisienses que se apresentam pela primeira vez com um disco a ser editado no dia 22 de setembro. "Rising Tides" é o primeiro tema a ser apresentado de “Broken Homeland”, primeiro disco de originais do projeto Valparaíso, que convidou algumas das vozes mais importantes da cena alternativa. Phoebe Killdeer dos Nouvelle Vague e Howe Gelb (antes nos Giant Sand e Calexico) dão a voz e letra a este single de apresentação.

“Broken Homeland” é um disco produzido e misturado pelo reconhecido produtor John Parish (PJ Harvey, Giant Sand, Sparklehorse, Mazgani, entre outros) e conta com vozes e letra de artistas como Shannon Wright, o espanhol Josh Haden, Dominique A, Rosemary Standley dos Moriarty, Marc Huyghens dos Venus e Julia Lanoë dos Mansfield Tya.

 

O novo álbum de Valparaíso será lançado em toda a Europa via Zamora Label a 22 de setembro de 2017. Uma digressão de lançamento está a ser planeada para o outono de 2017, com diferentes convidados.

Quarteto de Cordas de Matosinhos junta-se à festa de Serralves

Serralves volta a estar em festa durante o próximo fim-de-semana e o Quarteto de Cordas de Matosinhos não podia faltar. O agrupamento composto por Vítor Vieira (violino), Juan Carlos Maggiorani (violino), Jorge Alves (viola) e Marco Pereira (violoncelo) marcará presença pelas 17 horas de domingo, 4 de junho, na Galeria Contemporânea, onde interpretará a peça “In illo tempore”, que Eurico Carrapatoso compôs em 2009 por encomenda da Câmara Municipal de Matosinhos.

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Acolhendo a influência e o peso de obras magistrais de compositores como Haydn, Mozart, de Beethoven, Mendelssohn, Zemlinsky, Webern, Debussy, Ravel, Bartók e Ligeti, que produziram algumas das suas obras-primas para quartetos de cordas, Eurico Carrapatoso produziu uma peça com cerca de 25 minutos que procura, nas suas próprias palavras, “cantar a memória daqueles mestres amados”. “Apeteceu-me baixar os braços e desistir em horas más (…). Segui, mas é, o conselho de Ravel, quando lhe perguntaram se esperava pela inspiração para compor. Respondeu então mais ou menos isto: ‘estou todos os dias à mesa de trabalho entre as 9h e o meio-dia. Almoço e regresso ao trabalho entre as 14h e as 19h. Se a inspiração quiser aparecer, sabe perfeitamente onde me encontrar’”, escreveu o compositor no início deste ano.

 

Presença regular nas principais salas de concerto portuguesas, o Quarteto de Cordas de Matosinhos tem por objetivo divulgar a música erudita de grandes compositores internacionais e do património musical português. Criado pela Câmara Municipal de Matosinhos em 2007, é atualmente considerado uma das melhores formações nacionais de música erudita, tendo conquistado em 2014 o Prémio Rising Stars da Organização Europeia de Salas de Concertos. Este galardão permitiu ao agrupamento realizar uma digressão pelos mais importantes palcos europeus, constituindo-se, assim, como uma notável embaixada cultural de Matosinhos nas principais cidades do continente.

 

Festival Beja na Rua inaugura com obra de Vhils

Alexandre Farto, mais conhecido por Vhils, trabalha em arte urbana um pouco por todo o mundo. Nesta segunda edição do Festival Beja na Rua, o grafitter deixará obra sua em Beja - até ao momento a única no Baixo Alentejo. Alexandre Farto aka Vhils, começou a interagir com o espaço urbano através da prática do graffiti no início da década de 2000 e, desde aí, tem sido aclamado como um dos mais inovadores artistas da sua geração. Os seus retratos poéticos e comoventes esculpidos em paredes podem ser vistos a adornar paisagens urbanas em mais de 30 países pelo mundo fora.

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Conhecido pela sua técnica de escultura inovadora, considerada uma das abordagens mais originais da arte urbana dos últimos tempos, Vhils é um ávido experimentalista e tem vindo a desenvolver o seu conceito artístico numa pluralidade de meios, do stencil às explosões pirotécnicas, passando pela modelagem 3D, instalações ou mesmo os videoclipes.

 

A Vhils juntar-se-ão, entre outros, os já anunciados Bordalo II e Add Fuel, igualmente reconhecidos nacional e internacionalmente pela excelência dos seus trabalhos na área da arte urbana.

Exposição “A Lisboa que Teria Sido” lançamento de catálogo

“A Lisboa que Teria Sido”, comissariada por António Miranda e Raquel Henriques da Silva, apresenta cerca de 200 peças de projetos urbanísticos e arquitetónicos que não chegaram a ser concretizados, desde o século XVI até à contemporaneidade, de autores como Francisco de Holanda, Eugénio dos Santos, J. C. Nicolas Forestier, Ventura Terra, Cristino da Silva, Raul Lino, Cottinelli Telmo, Cassiano Branco, Siza Vieira, Manuel Graça Dias e Egas José Vieira, entre outros. 

 

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A exposição, que recebeu vários milhares de visitantes, termina já no próximo dia 18 de junho. No âmbito da exposição, o Museu de Lisboa organizou visitas, atividades para famílias e convidou arquitetos, urbanistas e outros pensadores para várias conversas sobre a cidade.

 

Próximas conversas “A Lisboa que Teria Sido”

 

7 Junho 2017 | 18.30h

- Conservação e restauro do acervo a propósito da exposição: Maria Freitas e Nuno Cardoso (Portugal dos Pequeninos)

 

18 Junho 2017 | 18.30h

- A Avenida Almirante Reis e o Martim Moniz: Hélia Silva, José Martins Barata, Rita Mégre e Tiago Lourenço