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Glam Magazine

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“Secret show” dos Arcade Fire em Barcelona revela “Everything Now”

Esta tarde, os Arcade Fire deram um “secret show” em Barcelona, onde apresentaram o novo single “Everything Now” que dará nome ao novo álbum da banda canadiana.

O novo disco foi produzido pelos Arcade Fire, Thomas Bangalter e Steve Mackey, com co-produção de Marcus Dravs,  gravado no Boombox Studios in Nova Orleães, Sonovox Studios em Montreal e no Gang Recording Studio em Paris.

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O álbum “Everything Now” já se encontra disponível em pré-venda e o single já pode ser ouvido nas plataformas de streaming.

Este disco dos Arcade Fire será editado em vários formatos: CD e Vinil – vão ser produzidas 20 edições diferentes em termos de “artwork”, em que cada uma terá o nome do disco, em 20 idiomas diferentes, incluindo a portuguesa. Também será produzida uma edição exclusiva e limitada de “Night” em CD e Vinil colorido.

O “secret show” dos Arcade Fire em Barcelona, foi a antecipação do concerto que a banda vai dar, como cabeça de cartaz no Primavera Sound no próximo Sábado, que faz parte de uma longa digressão que vai realizar-se na Europa e na América durante este Verão

Antillectual… O melhor do punk-rock europeu da actualidade de regresso a Portugal

A Infected Records apresenta o regresso a Portugal dos holandeses Antillectual, uma das bandas mais activas e entusiasmantes dentro do actual panorama punk-rock europeu. Nascidos em Nijmegen em 2005 e com um longo historial de digressões que conta com inúmeras passagens pela Europa, América Latina, Estados Unidos, Canadá, Japão e Rússia, a música do trio holandês vai beber às influências do punk-rock dos 90's (nomes como Bad Religion, Rise Against e Propagandhi são mencionados como inspiração pela banda), com consciência social, energia e excelentes canções. Com o recente quinto longa-duração "Engage!" na bagagem, que conta com a participação de Thomas Barnett (Strike Anywhere) e Nathan Gray (BoySetsFire). este regresso a Lisboa promete ser daqueles concertos que ficam na memória e que surpreendem pela positiva.

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A primeira parte está a cargo dos portugueses One Last Call, em fase de promoção de "Awareness", o disco de estreia da banda de Lisboa, e dos Escorraçados, jovem banda de Cascais também com o primeiro trabalho intitulado "Die Trying" ainda bem fresquinho.

 

Popular Alvalade (Lisboa)

6 de Junho 2017 | 21.00h

“Run”… o novo tema dos Foo Fighters

Os nossos corações, mentes e, escusado será dizer, tímpanos, foram completamente surpreendidos esta manhã quando o maior exportador mundial de rock norte-americano “não contaminado”, os Foo Fighters, lançaram de surpresa o tema "Run", uma faixa poderosa para o Verão, igualmente melódica e pesada.

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Um hino hard rock melódico e intemporal que exibe tudo o que tornou os Foo Fighters numa máquina imparável que conquista a estrada e a rádio, "Run" é a primeira nova música dos Foo Fighters desde o lançamento do EP gratuito “Saint Cecilia” para os fãs em finais de 2015.

"Run" é acompanhado de um vídeo que viaja no tempo, realizado por Dave Grohl, no qual versos poderosos e refrões que atingem alturas elevadas são equiparados por uma espectacular actuação da banda de forma nunca antes vista, perante um público inimaginável. Posto isto, o vídeo do tema "Run” é de visualização obrigatória tal como o tema é um clássico instantâneo dos FF, sendo que ambos espreitam de forma arrojada para o futuro da banda mas apoiam-se nos alicerces sólidos do rock dos Foo Fighters.

 

Os Foo Fighters incluem os membros Dave Grohl, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Chris Shiflett, Pat Smear e Rami Jaffee.

Tété Alhinho… mais uma confirmação Misty Fest 2017

A cantora Tété Alhinho carrega na voz uma alma muito própria, desenhada ainda na infância a ouvir as mornas que Bana cantava “nos 15 minutos finais da emissão da rádio Barlavento”, como recorda nas notas de capa de Mornas ao Piano, o belíssimo disco que acaba de lançar.

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Para recuperar essas memórias, Tété recrutou vários músicos (os pianistas Carlos Matos, Ricardo de Deus ou Victor Zamora, por exemplo) que a acompanham em temas sobretudo da sua lavra, com o doce embalo ilhéu a ser recortado por um rigor jazz e uma classe de pendor universalista que ainda assim não mascara a identidade funda destas canções de dor e saudade, de nostalgia e absoluta dignidade.

 

Ao vivo, Tété Alhinho é ainda mais doce e intensa, arrebatadora na força da interpretação de temas que pegam na memória de Cabo Verde para se projetarem num mundo moderno e sofisticado, cheio de alma e de beleza. Todas estas qualidades poderão ser confirmadas nos dias 10 e 11 de Novembro, no Misty Fest, quando Tété subir aos palcos do Teatro Tivoli BBVA (Lisboa) e da Casa da Música (Porto), onde terá como artistas convidados Carmen Souza & Theo Pascal Duo

Rock Fest em Proença-a-Nova com Bizarra Locomotiva, Peste & Sida, The Poppers, Fast Eddie Nelson e Insch

Precursores da música Industrial no nosso país, os Bizarra Locomotiva são hoje a principal referência do género no panorama musical Português.

A sua história remonta a 1993, quando Rui Sidónio (voz) e Armando Teixeira (voz e maquinaria) formam uma banda com vista a participar no Concurso de Musica Moderna da Câmara Municipal de Lisboa, um evento importante, de âmbito nacional, que já havia dado a conhecer grandes talentos.

Em 24 anos de carreira, já somam 6 álbuns de originais e são considerados a referência principal dentro deste género musical, em Portugal. Participaram no festival francês Printemps de Bourges, em 1994, no Festival MEO Sudoeste, ao lado de bandas como Marylin Manson e Blur ou no Super Bock Super Rock a par com Korn e dos Soulfly e em 2015 subiram ao palco do Reverence Festival Valada.

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Oriundo da cidade do Barreiro, Fast Eddie Nelson, começou a escrever, gravar e editar música no início dos anos 90. Tendo integrado projectos como Gasoline, The Sullens, Los Santeros, Big River Johnson e Fast Eddie & the Riverside Monkeys, tem editado os últimos trabalhos em nome individual. Num percurso musical que navega livremente entre os Blues, o Rock, o Folk, o Bluegrass e algum psicadelismo, Fast Eddie Nelson tem editado música proliferamente em edições próprias e em participações em colectâneas nas quais se destacam: Barreiro Rocks – Optimus Discos; 10th Anniversary – Hey Pachuco Recs; 15 Anos de Indiegente – Nuno Calado/Antena 3, Sons of Chaputa – Chaputa Records.

Tem apresentado um pouco por toda a europa o seu som que cruza o Rock, o Mississipi Blues e o Folk e que centra a sua atenção ao regresso a uma existência mais simples e em sintonia com mundo. Tem tocado por toda a Europa sozinho, em formato One Man Band e com banda.

 

Rock'n'Roll não passa de moda, não entra em desuso e muito menos morre. The Poppers são a prova viva disso mesmo. Os The Poppers assumem com orgulho a herança do RocK'n'Roll. Sentem-se bem, sobretudo, a tocar ao vivo, ganhando uma intensidade e vitalidade em palco que só quem já os viu ao vivo pode descrever. São uma banda experiente, provocadora, intensa, cativante e cheia de atitude. Não é raro haver convidados especiais no palco a partilhar com eles canções, ou até membros do público chamados para tocar ou cantar expontâneamente com a banda. Os The Poppers têm tanto de imprevisíveis como de perfeccionistas, sempre com grande qualidade aliada à espontaneidade.

 

Os Peste & Sida foram uma das históricas bandas dos anos 80 da música portuguesa. Formados em 1986, os Peste & Sida são uma das grandes referências da música Rock feita em Portugal na década de 80. A banda está a celebrar os 25 anos de carreira com a edição de um livro com edição da Ulmeiro Editora, “Peste & Sida – 25 anos de Veneno” assinala a já longa carreira da banda lisboeta:

“Assinado por Augusto Figueira e Renato Conteiro, com prefácio de Miguel Cadete, o livro promete ser o retrato fiel do percurso da banda que pôs o país inteiro a cantar o “Sol da Caparica”, através de dezenas de testemunhos e de centenas de imagens, numa escrita leve e directa, bem ao estilo da banda. O livro inclui um CD tributo com várias participações de bandas portuguesas” (nota de imprensa).

Participaram no CD Tributo “25 anos de Veneno” os seguintes projectos:

Xutos & Pontapés; Tara Perdida; Simbiose; Decreto 77; Barafunda Total; Manuel João Viera; Rat Swinger; Galandum Galundaina; Primata Robot; Albert Fish; Zero à Esquerda; Resposta Simples; Winterspring; Asfixia; Boca Doce; Grog; Defying Control; Vira Lata; Gilberts Feed Band

 

Os insch surgem em 2014, pela mão de três amigos de longa data. O compromisso, descomprometido, é “matar essa imensa saudade de tocar”. Da sala de ensaios avistam-se as ondas da Ericeira que rebentam organicamente nas canções dos insch em ecos de Nirvana, Deftones, Nine Inch Nails, Bush ou Incubus.

O caminho é ainda curto mas tão acelerado que fez dos insch "Banda do ano 2015" para a BalconyTV Lisboa, um dos "8 artistas musicais desconhecidos que tem mesmo de conhecer" para a New In Town e ainda presença assídua no top 10 de pedidos dos ouvintes, na SuperFM. O trio da Ericeira (Manel Gomes (baixo), Miguel Rodrigues (bateria) e Tiago Duarte (guitarra e voz) apresenta o álbum de estreia, “Safe Haven”

 

Miguel Araújo apresenta “Giesta” ao vivo no Chiado

Miguel Araújo apresenta o seu mais recente trabalho “Giesta”, num concerto ímpar com a icónica fachada dos Armazéns do Chiado como pano de fundo, no próximo dia 9 de Junho, sexta-feira, pelas 19h. Integrado na programação das festas de Lisboa, o mini-concerto de rua conta com a colaboração dos Armazéns do Chiado e da Fnac. A seguir à actuação será realizada uma sessão de autógrafos no fórum da loja Fnac do Chiado.

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Editado a 19 de Maio, “Giesta” é o terceiro registo de originais de Miguel Araújo que se estreou em 2012 com “Cinco Dias e Meio” e editou dois anos depois “Crónicas da Cidade Grande”; em 2015 editou ainda em “Crónicas da Cidade Grande ao vivo”, em CD e DVD, registo do espectáculo realizado no Coliseu do Porto um ano antes.

 

Neste seu percurso Miguel Araújo afirmou-se como um dos nomes maiores da música portuguesa e como um dos compositores mais respeitados, tendo, além dos temas feitos para os seus discos e para os discos d’ Os Azeitonas, composto (letra e música) para nomes como Ana Moura, António Zambujo e Carminho. O ano passado, Miguel Araújo concretizou a inédita façanha de realizar em conjunto com António Zambujo 28 datas nos Coliseus de Lisboa e Porto.

 

Para este ano Miguel Araújo tem uma extensa digressão, na qual se destacam os espectáculos nos Coliseus de Porto e Lisboa (4 e 11 de Novembro, respectivamente).

O Sol da Caparica trata os mais pequenos como gente grande…

No dia 13 de agosto, o espaço do Parque Urbano da Costa da Caparica transforma-se para receber aqueles que são o futuro, os mais pequenos que, na verdade, são os maiores. A vocação inclusiva, transgeracional e amplamente cultural d'O Sol da Caparica não se reflete apenas num cartaz ambicioso que cruza o imenso oceano que separa (ou une...) o fado do hip hop, o rock da música africana, os mais jovens dos mais velhos: há também um dia inteirinho dedicado aos mais novos.
Um passaporte para aventuras muito divertidas, pinturas e insufláveis, muita animação e música que garantem um dia inesquecível! E ainda por cima há Mão Verde (de Pedro Geraldes e Capicua), há Rita Guerra e o maravilhoso universo da Disney, há a Palavra Cantada e a sua fértil imaginação.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Ecologia, rap e Linda Martini podem parecer palavras colocadas completamente ao calhas à primeira vista, mas Capicua e Pedro Geraldes trataram de descomplicar ao unirem esforços para criarem Mão Verde, projeto que editou um disco em 2016 e que pretende ligar-se diretamente a um público ainda a adaptar-se à vida pós-chucha. Para uma audiência que deve ir dos 3 aos 8 anos, Mão Verde ganha mais dois elementos ao vivo: Francisca Cortesão, que toca baixo e ajuda nas vozes, e António Serginho (percussões e teclado).

 

A carreira de Rita Guerra é um dos mais sérios casos de sucesso no nosso país. São mais de três décadas a pisar palcos e a arrebatar multidões por uma das mais completas artistas portuguesas, intérprete e pianista de exceção, autora, escritora e um livro de sucesso com que muitos leitores portugueses se emocionaram e identificaram. Depois de ter lançado em 2015 o álbum “No Meu Canto – O melhor de Rita Guerra”, disco em que reuniu 19 canções, entre as quais os duetos com Michael Bolton, Ronan Keating, Beto ou Paulo de Carvalho, a cantora prepara-se para um novo espetáculo.

As excecionais qualidades artísticas de Rita Guerra fizeram dela, desde sempre, escolha perfeita da Disney Portugal, para dar voz a alguns dos maiores sucessos de filmes que a todos encantam, pequenos e seus pais. “A Bela e o Monstro” ou o “Cavaleiro Andante”, que cantou com Beto, são ótimos exemplos disso mesmo. Agora, no novo espetáculo, Rita atira-se ao maravilhoso universo da Disney e dá voz a clássicos que encantam sucessivas gerações, trazendo magia para as nossas vidas.

 

A história da Palavra Cantada começou a ser escrita há mais ou menos 20 anos no Brasil por Sandra Peres e Paulo Tati. A ideia foi sempre usar o português como veículo para comunicar com os mais pequenos, respeitando a sua natural inteligência. Essas duas décadas têm sido pautadas por um enorme sucesso e hoje a dupla conta com milhões de seguidores e crianças felizes, razão mais do que justificada para o nascimento de uma versão portuguesa desta Palavra Cantada. Através da música e das palavras, as canções da Palavra Cantada procuram sempre ajudar todos os pais a educar, mas também a desafiar e despertar as suas crianças, tentando abordar de uma forma lúdica, sensível e com humor, temas tão essenciais como a ecologia, a alimentação saudável e a higiene. Aprender a cantar é sempre mais fácil e certamente muito mais divertido. O sucesso por cá replica também o do Brasil: o primeiro CD/DVD, foi lançado a 8 de Julho com entrada direta para o 3º lugar! Está desde então no Top. As canções da Palavra Cantada já se fazem ouvir e ver no Canal Panda, com temas como “Coloridos”, “Lavar as Mãos”, “Caranguejo, o Cravo e a Rosa” a serem já autênticos hinos para pequenos e graúdos.

 

"As Marias"… o novo livro de António Raminhos

António Raminhos, um dos mais reconhecidos humoristas portugueses da atualidade, prepara-se para lançar "As Marias" um manual de parentalidade muito especial. Em cada capítulo, o Dr. Raminhos responde a uma questão de um paciente, e convida o leitor para as consultas através deste livro que tem a chancela Contraponto.

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Aprenda a conceber uma menina, a lidar com raparigas e com a sua mulher. Saiba como mudar fraldas, escolher fantasias baratas para o Carnaval e prendas especiais para o Natal, ou como fazer sexo sem os filhos notarem. Fique a dominar temas como: as festas de aniversário, a hora de dormir, as perguntas inconvenientes, os fins de semana em família, a hora da refeição, a maquilhagem e os namorados das meninas, a idade dos porquês, os piolhos, os livros infantis, os trabalhos de casa e a água do cu lavado.

 

O lançamento de "As Marias" será feito online, no dia 11 de junho numa sessão na página de António Raminhos no Facebook.  Este evento contará com muitos convidados especiais que se vão juntar-se ao Dr. Raminhos, no seu consultório, para o nascimento deste seu novo filho. E como Raminhos é uma personalidade cada vez mais digital, nada faria mais sentido do que transformar o livro em papel numa obra com uma dimensão digital. "As Marias" conta também com uma aplicação digital de realidade aumentada que dá acesso a vídeos exclusivos sempre que o leitor apontar o seu smartphone tablet para uma das muitas ilustrações de Manel Cruz que o livro inclui.

 

Segue-se uma apresentação exclusiva para imprensa no dia 12 de junho - local e hora a confirmar - em que o autor irá apresentar o livro pessoalmente, estando disponível para entrevistas sobre a sua mais recente obra.

Esta sessão exclusiva para media antecede dois eventos de apresentação do livro ao público, com sessão de autógrafos, em Lisboa e no Porto durante o mês de junho.

 

O livro editado pela Contraponto conta com um prefácio da estrela de Hollywood Cobie Smulders (Foi Assim que Aconteceu) e posfácio de Eduardo Sá. Ao percorrer as páginas do livro é possível encontrar várias ilustrações que se encontram associadas a uma aplicação inovadora que permitirá aos leitores acederem a vídeos exclusivos realizados pelo próprio Raminhos e que complementam as histórias do livro de uma forma única.

Festival Lá Fora 2017…

3 dias de música, dança e atividades para toda a família é o que propõe a 4ª edição do Festival Lá Fora. Organizado pela Fundação Eugénio de Almeida, este festival é um dos pontos altos que marca a atividade cultural da Fundação e da cidade de Évora. Entre 15 e 17 de junho, a cidade de Évora é o palco da música e da dança com a Fundação Eugénio de Almeida a abrir as suas portas e a convidar a cidade, o país e o mundo a surpreenderem-se com a programação da 4ª edição do Festival Lá Fora.

Com direção artística de Rui Horta este é já um festival que marca a agenda cultural de Évora e dos eborenses.

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Com David Santos a abrir o festival e as sonoridades de Cais Sodré Funk Connection a fechar o cartaz, na 4ª edição do Festival Lá Fora tocam também os Dead Combo, que atuam na noite de 17 de junho. O Festival Lá Fora nasceu do desejo de dar vida e de convidar à fruição de alguns dos espaços mais emblemáticos da cidade de Évora, tais como o Páteo de São Miguel e o Fórum Eugénio de Almeida, antigo Palácio da Inquisição, animando-os com um festival de artes performativas desafiador e inovador, dedicado ao público de todas as idades.

 

David Santos abre o cartaz 2017 às 21h30 no Páteo de São Miguel. David Santos é um dos nomes incontornáveis da música portuguesa atual. O seu talento é único, e a sua voz inesquecível, revelando uma forma diferente de fazer música em Portugal. O sucesso do seu projecto Noiserv, reservado para sexta-feira, às 18h45, repousa num conjunto inesperado e “inventado” de instrumentos e uma enorme dose de criatividade. Marco Ferreira é uma estrela da dança e hoje um dos mais notáveis talentos coreográficos em Portugal, já com uma intensa presença nos circuitos internacionais. Revelado na 1ª edição do programa “Achas que sabes dançar”, tem presença marcada no dia 16 de junho às 21h30.

 

A noite de sexta-feira fecha com os Melech Mechaya. Melech Mechaya é o nome de um quinteto português de música klezmer, tradicionalmente judaica, com inspirações nas músicas cigana, árabe e dos balcãs. Três anos depois do “Gente Estranha” atingir o 3º lugar no top iTunes de Músicas do Mundo (17º no top geral), o novo disco “Aurora” entrou para o 3º lugar do top geral e 1º lugar do top de Músicas do Mundo no iTunes. Uma atuação que promete fazer vibrar e dançar a audiência.  

 

No terceiro dia, o Festival Lá Fora apresenta um programa para toda a família. Com espetáculos marcados para as 11:30 e as 17:30, Catarina Moura e Pedro Madeira têm preparado um espetáculo que envolve miúdos e graúdos. Um espetáculo simples, belo, feito de músicas, de histórias e muitas surpresas.

 

A programação do dia 17 de junho prossegue com a Conversa com Margarida Lagarto, uma artista que vive e trabalha em Évora há mais de 30 anos. O Fórum Eugénio de Almeida inaugurou recentemente a exposição da sua autoria “A Luz das Sombras”. A conversa desenvolve-se, claro, à volta do silêncio das sombras, da experiência do tempo e da vivência da natureza.

 

Ao final da tarde, Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves apresentam uma performance original em diálogo com a magnífica obra Casa Animal, do coletivo Musa Paradisíaca, que se desenrolará no pátio frontal ao Fórum EA. Dois performers de grande qualidade e sensibilidade num registo intimo e informal.

 

Ao pôr-do-sol, nos jardins do Páteo de São Miguel, somos surpreendidos pela suavidade da voz de Emmy Curl. Nascida em Trás-os-Montes em 1990, Emmy Curl interpela-nos com a sua sonoridade. As suas canções apelam ao mais transcendente e etéreo do Dream Pop.

 

Os Dead Combo são outra das bandas convidadas para o Festival Lá Fora 2017. A banda formada por um alto contrabaixista e um guitarrista de cartola - Pedro Gonçalves e Tó Trips - que atua às 21h30, tornou-se parte imprescindível da história musical portuguesa da última década.

 

A encerrar a 4ª edição do Lá Fora atuam os Cais Sodré Funk Connection. Nascidos no coração do bairro boémio que lhes dá o nome, em Lisboa, os Cais Sodré Funk Connection são apaixonados pelo funk e a soul. A experiência deste grupo de veteranos da música portuguesa, que no seu conjunto reúne elementos dos Cool Hipnoise, Orelha Negra, Mr Lizard, Cacique 97, banda de Sergio Godinho, entre outros, garante a sabedoria necessária à produção do mais contagiante groove. Sem hipótese de não dançar!

 

Rui Horta fez grande parte do seu percurso nos EUA e na Alemanha, sendo um dos mais importantes impulsionadores da criação emergente em Portugal.  O seu trabalho, apresentado regularmente em importantes teatros e festivais em todo o mundo, é considerado uma referência da dança europeia. Em 2000, fundou em Montemor-o-Novo, o Espaço do Tempo, um centro multidisciplinar de experimentação artística. As suas criações estão em companhias tais como o Culberg Ballet, o Grand Ballet de l'Opera de Genéve, a Ópera de Marselha, ou o Netherlands Dance Theatre. Recebeu prémios tais como o Grand Prix de Bagnolet, o Deutsche Produzent Preis, o Prémio Acarte, O Prémio Almada, o grau de Oficial da Ordem do Infante e o grau de Chevalier de l'Ordre des Arts et des Letres. Recentemente a sua criação foi classificada como herança da dança alemã.

 

Ao longo dos anos, a Fundação Eugénio de Almeida tem oferecido uma programação regular de iniciativas em torno da divulgação da arte contemporânea e da música, da promoção do conhecimento, da reflexão e do debate de ideias, e da formação. A preservação e valorização do Património, bem como a qualificação do Voluntariado têm sido áreas preferenciais do trabalho da Fundação ao serviço da comunidade. Cinquenta e quatro anos após a sua criação, a Fundação Eugénio de Almeida dá seguimento à obra do seu Instituidor – Vasco Maria Eugénio de Almeida - constituindo-se como um elemento proactivo de convergência e congregação de esforços para o desenvolvimento da região de Évora.

 

Programa Lá Fora / Festival de Artes Performativas 4ª Edição

 

15 de Junho 2017

21h30 – First Breath After Coma com David Santos (Páteo de São Miguel / palco secundário)

 

16 de Junho 2017

18h45 – Noiserv (Páteo de São Miguel / palco secundário)

21h30 – Marco Ferreira - Dança – Hip Hop (Páteo de São Miguel / palco principal)

23h00 – Melech Mechaya (Páteo de São Miguel / palco principal)

 

17de Junho 2017

11h30 | 17h30 – Catarina Moura e Luís Pedro Madeira (Espetáculo para famílias / Fórum Eugénio de Almeida)

16h30 – Conversa com Margarida Lagarto (Fórum Eugénio de Almeida)

18h30 – Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves / Performance (Fórum Eugénio de Almeida)

19h15 – Emmy Curl (Páteo de São Miguel / jardim)

21h30 – Dead Combo (Páteo de São Miguel / palco principal)

23h00 – Cais Sodré Funk Connection (Páteo de São Miguel / palco principal)

 

Zeca Medeiros confirmado no Festival Ilhas de Bruma 2017

O Festival Ilhas de Bruma anunciou a actuação de Zeca Medeiros que terá lugar em Ponta Delgada no dia 15 de Julho de 2017. O festival que decorrerá na Praia Grande (Ponta Delgada) entre os dias 13 e 15 do mês de Julho, anunciou a participação de Zeca Medeiros. Na divulgação pode ler-se que "faltam palavras que possam definir a imensidão deste homem na cultura Portuguesa. Mais que o músico, o compositor, o realizador, actor e dramaturgo é... o Mestre!  Quem o diz são os outros, os pares, os que se guiam nessa luz do trabalho que fazem em conjunto: Dulce Pontes, Jorge Palma, Rui Veloso, Uxía e tantos, tantos outros.Juntar pois, no mesmo palco, no mesmo dia, estes dois faróis da cultura Portuguesa é uma honra e um privilégio para todos os que os possam ver e ouvir.

Num festival, com este nome e que busca as mais fortes e mais bonitas pontes entre todas as margens da música em Português... Lisboa e Ponta Delgada, o continente e os Açores só podem estar juntos, neste caso, através do génio de Jorge Palma e claro... Zeca Medeiros!

Zeca Medeiros, aquele Abraço e muito obrigado... Por tudo!

'por isso é que eu... Vou' !"

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José Medeiros, músico, compositor, actor e realizador, conhecido também no meio artístico por Zeca Medeiros, nasceu no dia 9 de Dezembro de 1951, em Vila Franca do Campo, na Ilha de São Miguel, Açores. As suas obras ficaram na memória colectiva, puras referências do cinema da nossa televisão pública. Séries como “Mau Tempo no Canal”, “Xailes Negros” ou “Gente Feliz com Lágrimas”. Além de ter sido o realizador dessas obras, também foi da sua alçada a composição das respectivas bandas sonoras. Em alguns casos, dando voz a intérpretes, como Minela, Dulce Pontes ou Susana Coelho. Começou a sua vida pela música, tocando a bordo do paquete de seu nome “Funchal”, quando este, a dada altura, deixou de efectuar as ligações marítimas às ilhas dos Açores e da Madeira, e entrou na era dos cruzeiros.

 

Algum tempo depois, após cumprir o serviço militar, iniciou o seu trabalho para a RTP, entrando para os quadros da estação, em Lisboa, percorrendo um longo trilho de várias aprendizagens, desde as VTPs até Assistente de Realização. A abertura da televisão no arquipélago dos Açores fez com que regressasse às suas terras de origem. Aí, deu início à sua carreira de realizador, que o levou à ribalta e mostrou ao mundo o que se fazia nos Açores, com os fracos recursos que existiam na região, na altura.

 

MK Nocivo apresenta novo single...

No dia em que os mais pequenos são reis, MK Nocivo dá um presente… aos adultos! “Brincadeira de Criança” é um tema com uma forte mensagem e um exemplo perfeito da simbiose entre voz e letra. O rapper brigantino remete-nos para a infância, mas também para a passagem à idade adulta e o quão defraudadas podem ser as nossas expetativas a respeito do que é ser adulto.

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Este single pungente sucede ao disco “Pro Domo - Em Causa Própria”, tendo sido gravado num só take e conta com a participação de diversas crianças. Este tema é acompanhado de um videoclip e está integrado no projeto “Groove On Live Sessions”, do Estúdio Groove On. O interesse de Jorge Rodrigues pelo Hip Hop despertou em 1998, depois de ouvir o clássico "It’s Like That" dos RUN DMC, e a sua primeira paixão foi o graffiti. Mas só em 2004 é que começou a escrever rimas e a produzir.

A vontade de evoluir e aprender era enorme, assim como o sonho de possuir um registo em nome próprio. Ao longo dos anos foi criando faixas soltas, organizando uns concertos e juntando dinheiro para o seu primeiro registo a solo – o "Capítulo Obsceno" que saiu em 2007. O dinheiro obtido com esse trabalho deu para comprar algum material e montar um home studio e, a partir daí, editou várias mixtapes que disponibilizou online para download gratuito. O projeto MK Nocivo nasceu oficialmente em maio de 2004 e o primeiro concerto aconteceu em outubro, no Dia Mundial da Música, no Teatro Municipal de Bragança. Em termos de discografia, conta já com inúmeros trabalhos e colaborações. Além disso, foi vencedor do Rock Rendez Worten 2008 e finalista do concurso de bandas Sumol Summer Fest, em 2014. No ano seguinte sagrou-se vencedor do NOS Live Act, tendo marcado presença no cartaz do festival.

Cartaz Completo do Palco LG no MEO Sudoeste

No ano da celebração dos vinte anos de MEO Sudoeste, a proposta é irresistível: verão, amigos reunidos e o melhor dos novos talentos da música nacional, mas não só. Dar a conhecer novos talentos, com destaque para as promessas da língua lusa, é precisamente a proposta do Palco LG

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Dia 2 de agosto, o Palco LG vai receber o hip hop temperado de R&B proposto pelo luso-moçambicano Plutonio. O encanto da pronúncia africana continua no primeiro dia do Festival com os santomenses Calema, que vão dar a conhecer as suas vozes cristalinas, capazes de criar uma atmosfera positiva, inspirada no sol de São Tomé.

 

Dia 3 de agosto, a irresistível pop eletrónica de Isaura entra em palco. Mas como a diversidade musical é um dos pontos fortes da proposta deste palco, também os MGDRV prometem pôr os milhares de festivaleiros a cantar o seu grande hit: “Tu Não Tens”.

 

Dia 4 de agosto é dia de hip-hop no Palco LG. A poesia cada vez mais madura de Valas fará o público sentir cada palavra pronunciada pelo rapper e produtor português. No mesmo dia, também os GROGNation, revelação do hip hop nacional, vão espalhar a sua irreverência pela Zambujeira do Mar.

 

Com alguma nostalgia já no ar, dia 5 de agosto é o momento ideal para as propostas mais românticas. Entre o zouk e a kizomba, Mika Mendes vai envolver o público com o calor da sua pronúncia. E na mesma toada romântica, o colombiano Sebastián Yatra promete conquistar os corações de todos aqueles que forem fiéis ao Palco LG do MEO Sudeoste.

 

 

Reverence Festival 2017… As Primeiras confirmações!

O Reverence Festival Santarém, que celebra em 2017 o seu quarto aniversário, tem já data marcada para os dias 8 e 9 de Setembro, na idílica zona do Parque da Ribeira de Santarém, localizado nas margens do Rio Tejo. Entre as primeiras confirmações para o cartaz desta edição estão as misteriosas troupes suecas Träd, Gräs Och Stenar e Hills, dois nomes de culto comprovado no efervescente universo da música psicadélica.

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Se a Suécia pode dizer que tem o seu próprio equivalente aos Amon Düül, então temos de falar dos Träd, Gräs Och Stenar. A atuar pela primeira vez em Portugal no palco do Reverence Festival Santarém, este histórico coletivo sueco juntou-se no final dos anos 60 e, entre 1969 e 1972, afirmou-se como uma das mais excitantes propostas musicais saídas da Escandinávia e um dos pioneiros do movimento progg que tomou de assalto o país nesses anos de efervescente criatividade alucinada. Foi nesse período que lançaram álbuns incontornáveis do movimento como “Djungelns Lag”, “Rock för Kropp och Själ” ou “Mors Mors”, antes de cessarem atividades por divergências criativas. Acabam por voltar à vida no início da década de 90 e, desde então, as suas atuações têm sido esporádicas, pelo que é sempre uma experiência única vê-los em palco.

 

Numa cultura obcecada com o conteúdo, a saturação de informação e a exposição contínua, é raro encontrar artistas que cultivem um caminho fora do olhar público. Também a actuar pela primeira vez em Portugal, os Hills estão entre os mais notáveis reclusos contemporâneos do movimento psicadélico, mas para os melómanos à caça de sons entusiasmantes, para os místicos da guitarra e para os visionários do terceiro olho, podem muito bem qualificar-se como um dos maiores mistérios da cultura psych moderna. Oriundos de Gotemburgo, diz-se que são compostos por músicos dos influentes Goat – ou, pelo menos, parte deles a tocar sem máscaras – e, desde a formação do projeto em 2009, têm vindo a construir uma reputação inabalável graças a discos tão aplaudidos como “Master Sleeps”, “Frid”, “Uncollected Sound” ou “Alive At Roadburn”.

 

A nível internacional, está também já confirmada a presença dos Desert Mountain Tribe, Is Bliss, Dr. Space e Quentin Gas & Los Zingaros. 

Referenciada como um dos principais selos de rock psicadélico underground da europa, a reputada editora londrina Fuzz Club irá comemorar o seu 5º aniversário numa parceria com o Reverence, o que trará às margens do Rio Tejo algum do melhor neo-psicadelismo que se faz hoje em dia no planeta. Do lote de bandas que subirão aos palcos instalados no Parque da Ribeira de Santarém constam os The Underground Youth, Throw Down Bones, Nonn, The Gluts E 10000 Russos.  Sempre presente no conceito do festival, está o apoio à cena alternativa nacional sendo que, para a edição de 2017, está garantido um respeitável contingente de bandas emergentes portuguesas, a saber: Löbo, Névoa, Wildnorthe, Conjunto!Evite, Cows Caos, Pás De Problème, Zarco, Asimov & The Hidden Circus, Gossamers, Chinaskee & Os Camponeses, The Melancholic Youth Of Jesus, Cut, Tren Go! Sound System, Royal Bermuda, Two Pirates And A Dead Ship, I Am The Ghost Of Mars, Iguana, Groal e F’rrugem.

 

Nos próximos dias serão anunciados os restantes nomes do cartaz, que prometem fazer desta quarta edição do Reverence Festival Santarém uma enorme celebração do melhor que a música underground tem para oferecer. Este ano, o Reverence conta pela primeira vez, com o apoio da Câmara Municipal de Santarém e das Águas de Santarém, realizando-se num cenário natural fantástico, mantendo a atmosfera descontraída e de exaltação da música alternativa, que caracterizou as edições anteriores.

 

Jimmy P colabora com Wet Bed Gang em “Kill ‘Em All”

“Kill ‘Em All” é o regresso de Jimmy P com um novo tema desde a edição do seu último disco, em Março de 2016. Uma colaboração com Wet Bed Gang, a banda da nova geração do hip-hop português, que tem marcado o último ano e que conta desde cedo com o apoio de Jimmy P.

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Kill ‘Em All” faz parte de “Filhos do Rossi”, o EP de estreia de Wet Bed Gang, disponível a partir de hoje no YouTube e SoundCloud da banda. O vídeo de “Kill ‘Em All” também já se encontra disponível e pode ser visto abaixo.

Jimmy P já se encontra em estúdio a produzir o novo álbum, sucessor de “Essência”, a ser editado em 2018.

Valas no MEO Sudoeste a 4 de Agosto

Valas é inegavelmente um dos nomes mais falados do hip hop nacional no momento e acaba de ser anunciado que a 4 de agosto vai atuar no festival MEO Sudoeste, na Zambujeira do Mar, no palco LG. Valas apresentou-se ao grande público em 2016 com o sucesso “As Coisas”. Recentemente Johnny Valas revelou dois novos singles, produzidos por Lhast, que já tinha produzido “As Coisas”. “Acordar Assim” e “Alma Velha”, este último em parceria com Slow J, somam em conjunto quase 1 milhão de visualizações. Os vídeos destes novos singles foram realizados por Made in Lx.

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Desde que lançou “As Coisas” que os concertos têm sido uma constante de norte a sul do país. Entre algumas das principais datas de Valas destacam-se concertos no Vodafone Mexefest, no Primavera Caparica Surf Fest, e no próximo dia 1 de julho atuará no Sumol Summer Fest.

O rapper foi sempre, desde muito novo, um ávido consumidor de todo o tipo de música mas era no hip hop que se encontrava, que se identificava. Rappers portugueses ou norte-americanos, como Sam The Kid, Boss AC, Halloween, Fuse e VRZ, foram sempre as suas maiores influências.

 

Com o concerto no MEO Sudoeste a 4 de agosto, Valas prepara-se para se afirmar como um dos grandes nomes do hip hop da atualidade.

 

Festival Rádio Faneca 2017 está a chegar…

A pouco mais de 24 horas de começar a quinta edição do Festival Rádio Faneca (2 a 4 de junho), já se sente o alvoroço habitual dos últimos preparativos, no Jardim Henriqueta Maia e nas ruas e becos do Centro Histórico de Ílhavo. Aos poucos, os artistas começam chegar e a ultimar as suas performances. Palcos, iluminação, sistema de som e decoração das ruas começam a ser preparados para três dias de grande agitação cultural. Mas antes disso, já muito “muita água correu” para que aconteça mais uma edição do festival que põe Ílhavo a Transmitir Alegria. Isto porque, desde sempre, trata-se de um evento que tem a particularidade de ter a comunidade como co-produtora, envolvendo artistas e ilhavenses na criação artística conjunta, que tem estreia no Festival Rádio Faneca.

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A famosa “Orquestra da Bida Airada” já iniciou ensaios há cerca de um mês, desta feita com o Farol da Barra a nortear a criação das novas canções. O grupo Onda Amarela e os seus músicos, “recrutados” na comunidade, têm estado a construir mais um espetáculo único, que apresentarão às 17:00 do próximo domingo. O Farol da Barra serviu também de inspiração às “Histórias nos Becos”, que a Amarelo Silvestre tem estado a alinhavar e que poderão ser seguidas nos três dias do Festival.

Além da música, a comunidade dá o seu cunho também na área da dança. “A  Viagem”, da coreógrafa Filipa Francisco, conta com a participação do Grupo Folclórico “O Arrais” na apresentação de um espetáculo de dança tradicional, com laivos de contemporânea.

Nas casas do Centro Histórico de Ílhavo, prepara-se a ementa para o jantar “Casa Aberta”, ao mesmo tempo que se acabam de escrever as “Cartas ao Futuro”, que, por intermédio da artista Maria Gil, serão partilhadas em diversos formatos no sábado, durante o dito jantar.

Na Garagem da Drogaria Vizinhos começa-se a erguer a mítica exposição “Becos de Pés”. Desta vez, os fotógrafos Alexandre Almeida, Augusto Brázio e Nelson D’Aires debruçaram-se no desafio de fotografar o maior número de pessoas possível, como memória daquilo que foi Ílhavo em 2017. Às fotografias de passe, os fotógrafos deram um “disparo” artístico para chegar à exposição que será inaugurada já esta sexta-feira, às 18:00.

 

Em palcos mais ou menos inusitados, não faltarão concertos um pouco por toda a parte. Tranglomango, os ilhavenses Edevez e DJ Roger, Valter Lobo, The Oafs, Mû Mbana, Palankalama, Memória de Peixe, Samuel Úria, Colorau Som Sistema e S. Pedro atuarão no Jardim Henriqueta Maia, nos becos do Centro Histórico de Ílhavo e no Aquário dos Bacalhaus do Museu Marítimo de Ílhavo.

As crianças são sempre bem-vindas à festa. Durante três dias, o Jardim Henriqueta Maia transforma-se num divertido recreio, onde há jogos criativos e muitas brincadeiras. E como prova de que o Festival alcança todas as faixas etárias, em 2017, os seniores ilhavenses assumem um papel ainda mais ativo. Além de terem contribuído para a cenografia do evento, o grupo Maiores Idade tem estado a ensaiar a radionovela “Becos de Amor”, com o apoio de Fernando Giestas e Jonathan Margarido – para ouvir em 103.9 FM e também para ver no estúdio da Rádio Faneca, no Jardim Henriqueta Maia.

Durante três dias, 103.9 será a frequência a sintonizar. Mas o melhor mesmo é ver, ao vivo, Ílhavo a Transmitir Alegria

Isaura estreia-se no Festival MEO Sudoeste

Acaba de ser anunciado o concerto de Isaura, dia 3 de agosto, no palco LG no MEO Sudoeste. É a estreia de Isaura na Zambujeira do Mar e uma oportunidade de ouvir ao vivo algumas músicas novas, incluindo o single que lançou há uma semana, “I Need Ya”.

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I Need Ya” é o primeiro avanço daquele que será o álbum de estreia de Isaura, com data de lançamento agendada para os primeiros meses de 2018. Escrito e composto por Isaura, o tema foi co-produzido pela artista em parceria com Kking Kong (‘Agulha no Palheiro’ de Carlão, ‘Erro’ de Diogo Piçarra, em co-produção com Branko). O vídeo foi realizado e produzido por Liliana Ramires.

Isaura estreou-se em dezembro de 2014 com a música “Useless” e chamou a atenção para uma das revelações nacionais dos últimos anos. Seguiu-se “Change It”, editado pela Universal Music Portugal, ao abrigo da parceria com a plataforma Tradiio. “Change It” reforçou a surpresa, tendo conquistado mais de 170.000 visualizações e antecipado a edição do EP “Serendipity”, em Maio de 2015.

Serendipity” foi acarinhado pelo público e conquistou rapidamente lugar de destaque na plataforma Tradiio, que a levou a apresentar-se ao vivo no Super Bock Super Rock.

“Queres ou Não Queres”… Agir lança single de Verão

Queres ou Não Queres” é o novo e segundo single de AGIR, que fará parte do terceiro álbum do interprete, compositor e produtor. Depois do platinado “Leva-me a Sério”, que resultou em centenas de concertos de Norte a Sul do país, tendo culminado em três memoráveis noites de Coliseus esgotados, AGIR continua a surpreender os fãs com o melhor da música nacional.

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O vídeo já disponível no Youtube de AGIR foi concebido e realizado pelo próprio em parceria com João Saldanha e inspirado nos dias quentes de verão. “Queres ou Não Queres” é o verão num single.

AGIR prepara-se assim para um verão repleto de concertos, onde “Queres ou Não Queres” será, certamente, um dos novos momentos altos e deixa a promessa de muita música nova para 2017.

InArt - Community Arts Festival de 2 a 11 de Junho

O InArt - Community Arts Festival, regressa a Lisboa de 2 a 11 de Junho, com espectáculos, filmes, conversas, workshops e masterclasses, num formato reinventado. O Festival arranca no dia 2 com o seminário InArt - Intersecção de Experiências Práticas e Teóricas na Arte Participativa. Organizado no âmbito do InArt, o Seminário pretende reflectir sobre as diferentes formas de arte e a forma como estas chegam, tocam e transformam as pessoas e as diferentes comunidades. Com a presença de 14 oradores e moderadores nacionais e estrangeiros, o Seminário acontece a 2 de Junho na Fundação Portuguesa das Comunicações e pretende reflectir sobre as diferentes formas de arte e a forma como estas chegam, tocam e transformam as pessoas e as diferentes comunidades.

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De 6 a 11 de Junho, o InArt muda-se para o Teatro São Luiz com um programa que reflecte e destaca o trabalho dos artistas com necessidades especiais que desafiam as ideias convencionais através da narrativa e do conteúdo. Serão 4 espectáculos, duas masterclasses e uma Mostra de Filmes, com a presença dos realizadores para uma conversa com o público no final. Toda a programação pode ser consultada aqui

 

InArt é um festival único a nível nacional. Promove e divulga as artes como forma de trabalho artístico, pedagógico e de integração social. É um evento inovador, inclusivo e acessível que explora novas estratégias de trabalho e interacção das pessoas com deficiência e outras comunidades com menos oportunidades de participação, nas artes performativas, promovendo um intercâmbio criativo a nível internacional. 

 

Beja traja-se a rigor para mais uma edição do Festival Beja Romana

Este ano sob o tema da CONVIVÊNCIA MULTICULTURAL NO CONVENTUS PACENSIS, Beja volta a trajar-se para receber nos dias 2 a 4 de junho de 2017 mais uma edição do Festival Beja Romana.

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A grandeza e imponência de Pax Julia revive-se, durante 3 dias, no Centro Histórico da cidade. Mas, é na Praça da República, local onde se situava o forum romano e onde estão identificados dois templos romanos, um dos quais, o maior e mais monumental descoberto até hoje em território português, que acontece o grande bulício desta recriação.

 

Os mercados faziam parte da vida quotidiana das cidades na época, por isso, poderá encontrar neste mercado romano, mercadores a vender produtos baseados ou inspirados naqueles que existiam na época e experimentar alguns pratos recriados, com base nos alimentos disponíveis naquele período.

Outro dos momentos altos do programa, são os cortejos que percorrem o Centro Histórico numa verdadeira manifestação do esplendor da época romana. Este é um momento aberto à participação de todos os que se pretendam juntar a esta festa