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Glam Magazine

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Carviçais... O regresso da aldeia do rock!

Tara Perdida, Grandfather´s House, Stereossauro e Ninja Kore Live Band são os últimos nomes apresentados para a edição de 2017 do Carviçais Rock. A locomotiva do rock estaciona na aldeia dia 11 de Agosto e traz com ela energia para dar e vender!

É Tara Perdida na aldeia do rock a 11 de Agosto!

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Um projeto a caminhar a passos largos para o sucesso, marcado por uma viagem entre o rock e o blues, Grandfather´s House convida a uma escuta atenta. Nesta casa mora talento, autenticidade e entrega! Possível comprovar a 12 de Agosto na aldeia do rock!

Stereossauro dispensa apresentações! O bi-campeão mundial de Scratch e turntablism juntamente com Dj Ride, com quem forma a dupla Beatbombers, atua na aldeia do rock a 12 de Agosto! Apresenta-se em palco munido de um giradiscos e de um sampler, manipulados de uma maneira única e muito pessoal, num formato que gosta de apelidar de “Two Hands Band”.

Os míticos Ninja Kore vão voltar a atacar a aldeia, num espetáculo Live! Caracterizados por produzirem um mix de audácia, dando tudo o que tem nas pistas de dança transmitindo uma mensagem energética! Depois de terem marcado presença no ano de 2015, com um espetáculo em live band cativando todo o público presente, os Ninjas estão de volta à aldeia para surpreender!

 

Está assim fechado o Cartaz do palco principal do Carviçais Rock, que vai contar com atuações de The Legendary Tigerman, Blasted Mechanism, Sean Riley & The Slowriders, The Poppers, Tara Perdida, Grandfather´s House, Stereossauro e Ninja Kore.

 

O ano de 2017 marca a 15ª edição do Carviçais Rock, um dos mais antigos Festivais de Verão do nordeste transmontano, que tem datas marcadas para os dias 11 e 12 de Agosto, com um cartaz totalmente nacional e com elevado destaque para o género musical rock/alternativo.

O cartaz do Milhões de Festa aproxima-se do fecho…

É o consumar de dez anos a derreter fronteiras, com o cartaz para a edição de 2017 do Milhões de Festa a caminhar para o seu alinhamento definitivo. Para a décima viajem pelo mundo em Barcelos, África, América Latina, rock, pop, metal, ou música experimental dos quatros cantos do mundo são apenas conceitos que assumem a forma de triângulo durante os dias 20, 21, 22 e 23 de Julho, para os quais já temos festa montada e confirmadas as presenças de Graveyard, The Gaslamp Killer, Powell, Meatbodies, Hieroglyphic Being e tantos outros.

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Para derreter mais fronteiras, e vindas do Reino Unido, as Sacred Paws trazem até às margens do Cávado uma pop de ascendente quente, de harmonias alegres e arranjos típicos de terras mais a sul (também elas mais quentes), boa onda que os conterrâneos Bad Breeding vão contrariar com a sua torrente de punk hardcore bem negra e fedorenta. Partidos de Newcastle, os Blown Out inspiram-se em terra nenhuma para fazer riffs de intenções psicadélicas, encontrando no vazio do espaço coordenadas a que chamam casa.

Cruzando o oceano, Yves Tumor expressa-se em disco com pop delicada, mas prepara-se para explodir ao vivo com uma síntese de electrónica como ponto de partida para performance extravagante, algo que, por outro lado, a sua compatriota e norte-americana Moor Mother consegue através de spoken word cru, a discorrer sobre a condição humana, sobre um tapete noise.

Desafiando limitações artísticas, e a convite da Lovers & Lollypops, os rockers revitalizadores do pós punk Cave Story, o delicado, mas refinado Duquesa e o doce e veranista Ra-Fa-El cruzam linguagens, cancioneiros e formações para um concerto de repertórios partilhados. Já os belgas Cocaine Piss juntam a urgência desmedida do seu punk aos urros do saxofone da dinamarquesa Mette Rasmussen e preparam-se para derreter um palco.

E porque o esbater de fronteiras não se queda em conceitos, trazer para o Milhões de Festa contribuições de outros programadores e festivais: da parte do irmão galego (com quem partilhamos bilhetes) Sinsal vêm o produtor de hip-hop Mweslee e a produtora e intérprete BFlecha; da parte do também minhoto SWR Barroselas Metalfest vêm os decanos da podridão e grinders Vai-Te Foder, os punks mais má onda do país Systemik Viølence e o DJ das guitarras mergulhadas em glamour Nightman; com o cunho Dedos Biónicos e Mundo Quesadilla, que se combinam como Mundo Dedos Quesadilla Biónicos, vêm os galegos Diola e o seu rock sem regras, o camaleão pop de nome Iguana Garcia, os krauters tropicais Galgo e os hooligans mais punk de Londres Italia 90.

Para aquecer mais (e melhor derreter), haverá ainda actuações do eixo Tunísia-França de sonoridades tropicais, industriais e ritualísticas Ifriqiyya Électrique, o rock abrilhantado dos barcelenses RATERE, e as miúdas de pelo na venta BALA com os seus riffs distorcidos.

O Milhões de Festa regressa a Barcelos de 20 a 23 de Julho e já tem confirmados faUSt & GNOD, Sarathy Korwar, Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs, Sex Swing e Pixvae, entre outros…

sPiLL apresentam disco de estreia…

Os sPiLL são uma banda de rock.

O percurso peculiar dos seus membros, alguns deles com carreiras reconhecidas no jazz, outros no rock, outros em ambas, aliado a influências que vão dos QOTSA, PJ Harvey, Radiohead, Deerhoof, a Hendrix e Van Halen, cria o som do grupo.

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A formação de voz, guitarra, teclas, baixo e duas baterias assume a música pelo que é, sem recusar todas as referências que fazem dos músicos que a integram, músicos únicos e plenos de personalidade.

Os sPiLL abrem aqui todo o seu amor pelo rock despretensioso no qual energia, som, e canção são a palavra de ordem.

 

“What Would You Say?” é o título do disco editado em Maio 2017 pela Blitz Records/Sony Music, que vai ser apresentado ao vivo, esta sexta, 2 de junho, no Plano B

Jessie Reyez no 23º Super Bock Super Rock

Canadianos a fazer boa música não é propriamente uma novidade, desde o eterno Leonard Cohen até aos mais recentes e alternativos Caribou ou Grimes. E há mais um nome para acrescentar a esta talentosa lista: Jessie Reyes.

Esta cantora e compositora de Toronto é um dos nomes que vale mesmo a pena seguir este ano de  2017.

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Reyez começou a dar nas vistas em 2016 com o single "Figures", uma canção em que a sua voz cheia de personalidade parece flutuar sobre uma guitarra acústica, criando um tema tão despojado como pungente. A música rapidamente explodiu na internet, com milhares de visualizações no YouTube.

 

Um sucesso que lhe garantiu elogios de grandes nomes como Zane Lowe ou Elton John – e também a possibilidade de gravar o seu primeiro EP, “Kiddo”, editado este ano, um registo inspirado nas suas experiências mais emocionais, sejam tristes ou triunfantes. Uma música que vale por si só, sem precisar de maquilhagem.

“Portalegre” e o regresso do Homem em Catarse...

“Portalegre” é um local de luz, a sul de onde o Tejo é selvagem e porta de entrada de uma região icónica e símbolo primordial do interior e da ruralidade de Portugal, o Alentejo. Paradoxalmente é também a única capital de distrito que não tem uma autoestrada adjacente, resta-lhe o IP2, e as rectas despidas de tudo e repletas de paisagem. Se as discrepâncias face ao litoral turbulento aqui ainda são maiores, sentindo-se ainda mais o nosso interior, Portalegre é também um local sereno, tranquilo onde a vida se vive mais lenta, mas vive-se melhor. Portalegre desta viagem interior, aborda precisamente isso - um casal que larga a cidade no litoral, a correria, a azáfama e decide viver mais calmamente às portas de Portalegre numa casa típica e com espaço para as crianças que aí virão, poderem brincar. Uma mudança de vida, o início de algo, a busca reflexiva de que viver mais, é viver melhor.

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Portalegre é um Porto Alegre. Um porto é sempre bússola de partida e chegada. “um porto quando é alegre, é o certo mesmo longe do mar”. Faz todo o sentido ser o cartão-de-visita da Viagem Interior.

É o início de uma mudança de vida, de uma viagem; e uma viagem, bem ao nosso interior, transforma-nos sempre, dá-nos sempre um sentido àquela ” viagem-mãe” que andamos a ter desde que nascemos. “um porto quando é alegre, é o certo para atracar”.

É Portalegre que marca o regresso do Homem em Catarse

Ricardo Ribeiro… Um artista do mundo!

Ricardo Ribeiro continua a conquistar territórios internacionais e nos próximos meses de verão vai estar em digressão em diversos países. O seu mais recente disco “Hoje é assim, amanhã não sei.”, editado em França no inicio do ano, acaba de conquistar neste mês de Maio o mercado do Reino Unido. O fadista lisboeta tem datas marcadas em Inglaterra, na Rússia, na Noruega, na Áustria, em França e Holanda, além dos vários concertos marcados em território nacional.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

No próximo dia 1 de Junho apresentar-se-á no Kings Place em Londres, a sua estreia em nome próprio na capital inglesa. Ainda este ano Ricardo Ribeiro foi nomeado pela segunda vez consecutiva pela prestigiada revista Songlines para o prémio Best Artist 2017;

 

Para além dos concertos de Fado, Ricardo Ribeiro mostra a sua versatilidade musical: participação especial nos concertos do famoso cantor brasileiro Ivan Lins na Casa da Música e no CCB em maio; em Junho cantará acompanhado pelo génio do violão de 7 cordas Yamandu Costa e ainda fará um concerto totalmente dedicado ao Tango “El gordo Triste”, inserido no ciclo “Fado e outras musicas”

 

1 de junho - Kings Place (Londres)

6 de junho - Moscovo / Rússia

7 de junho - São Petersburgo / Rússia

10 de junho - Festas de Lisboa - Fados & Outras Músicas “El Gordo Triste” (Castelo de São Jorge – Lisboa)

24 de junho - Participação especial no concerto do Yamandu Costa (Teatro da Trindade – Lisboa)

30 de junho - Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha

5 de julho - Førde Festival / Noruega

6 de julho - Førde Festival / Noruega

12 de julho - Tom de Festa - Acert (Tondela)

14 de julho - Theater am Spittelberg (Viena / Aústria)

16 de julho - CookSound Festival (Forcalquier / França)

15 de setembro - Cine Teatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

30 de setembro - Tilburg / Holanda

1 de outubro - Roterdão / Holanda

26 de outubro - Carta Branca / CCB (Lisboa)

Green Week… Festa do Ambiente marca o arranque da semana verde de Guimarães

É já amanhã, quinta-feira, 1 de junho, que arranca o Green Week – festival ambiental que sublinha o trabalho que culmina no processo de candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia. A semana, totalmente dedicada à sustentabilidade ambiental, inicia-se com a promoção da Festa do Ambiente, agendada para 1 de junho, Dia Mundial da Criança. O evento, que visa sensibilizar e consciencializar a população para a sustentabilidade ambiental, tendo presente os objetivos do desenvolvimento sustentável 2030 das Nações Unidas, inicia-se precisamente com uma ação dedicada exclusivamente aos mais novos, que terá lugar no Multiusos de Guimarães, às 10h00. Neste dia, mais de três mil crianças com idades dos 4 aos 9 anos reúnem-se para participar num conjunto de atividades lúdicas e pedagógicas, que irão decorrer entre as 10h00 e as 12h00 e entre as 14h00 e as 16h00.

Os dois momentos fecham com uma atividade musical que terá uma mensagem dedicada ao ambiente.

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Refira-se que este dia conta com a organização dos pelouros da Ação Social, da Educação e do Ambiente do Município, bem como com o apoio de um conjunto de associações. O festival Green Week decorre até 8 de junho, contando com um vasto programa, que se destaca pelas ações de entretenimento, pela atividade física, pela gastronomia e, ainda, pela expressão cultural e artística.

Mônica Salmaso e José Pedro Gil celebram Vinicius e José Afonso

“Estrada Branca” nasceu de um processo de vários meses de partilha de partituras dos dois lados do oceano Atlântico. Em Portugal, José Pedro Gil explorava o mundo de José Afonso, enquanto que, no Brasil, Mônica Salmaso decifrava a obra de Vinicius Moraes. Com 16 anos de distância e ambientes sociopolíticos completamente diferentes, interessava perceber o que poderia unir estes dois compositores aparentemente incompatíveis, mas que viveram sob a égide da mesma língua.  

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O conceito de “Estrada Branca”, espetáculo que conta com Carlos Tê na dramaturgia e tem colaboração de Ricardo Pais, é o de juntar as músicas menos conhecidas do poetinha Vinicius de Moraes e do bicho-cantor José Afonso, extraindo do repertório aquelas melodias que os “fecham” num determinado tempo e espaço: no caso do compositor brasileiro, a bossa-nova; no caso do poeta português, as canções meramente de intervenção. O espetáculo homenageia assim toda a obra de dois dos mais importantes artistas de uma geração, apresentando 25 músicas com novos arranjos e cantado a duas vozes.

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O legado de José Afonso e Vinicius de Moraes tinha já sido explorado em outros projetos dos dois cantores que agora dão voz a Estrada Branca. Em 2015, José Pedro Gil lançava, em conjunto com Emanuel de Andrade, Outro Tempo, José Afonso, um trabalho que contou com a participação de Mônica Salmado e Teco Cardoso. Os artistas brasileiros deixaram o seu contributo em três das músicas do álbum: “Bairro Negro”, “Canção de Embalar” e “Redondo Vocábulo”. Já um ano antes, a cantora brasileira – uma das vozes mais vibrantes da Música Popular Brasileira – tinha arrebatado a Culturgest com o seu concerto de homenagem a Vinicius de Moraes na celebração dos cem anos do seu nascimento.

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No dispositivo cénico de Estrada Branca, desenhado por Manuel Aires Mateus, estão José Pedro Gil e Mônica Salmaso (vozes), acompanhados de um quarteto de cordas (Ana Pereira, Ana Filipa Serrão, Joana Cipriano e Nuno Abreu) e dos três diretores musicais do espetáculo: Nelson Ayres (piano e acordeão), Teco Cardoso (flauta e saxofone) e Emanuel de Andrade (piano). Estrada Branca vai estar ainda em cena no São Luiz Teatro Municipal no sábado, dia 3 de junho, às 21h00.

 

Fotografias: João Tuna

We Buffalo promovem “II”

Os We Buffalo, duo baixo e bateria de rock alternativo seguem a promoção do novo disco "II", arrancando já esta quinta feira, dia 1 de junho, uma mini tour a Sul de Portugal, passando no primeiro dia pelo Popular Alvalade, em Lisboa com a companhia dos Onica​.

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Descendo ao algarve onde começam a dia 2 na Fnac do Algarve Shopping, a 3 no Bafo de Baco com a presença dos Damn Pussies e fecham o certame a 4 de junho na Fnac de Faro.

 

Dois anos de Bazuuca e Warm up do Vira Pop

Noite de celebração no Sé La Vie, dia 3 de Junho, com a festa do 2º aniversário da Bazuuca e o Warm Up do Festival Vira Pop '17. Para esta noite, que promete ser épica, a festa faz-se com dois projectos amigos, Quadra e Claiana. Os Quadra são a nova banda de Braga que já começa a dar que falar. Acabam de editar o seu EP de estreia homónimo, que será apresentado pela primeira vez "em casa" e prometem dar tudo nesta noite tão especial.

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Claiana, o rei das festas, traz à cidade dos Arcebispos o conceito musical sem contornos definidos, girando à volta do Gui Lee e da sua poderosa voz e da sua incrível presença em palco.

Depois dos concertos a festa continua com os anfitriões do evento a passarem as maiores malhões sem confusão, mas com muita animação.

23º Super Bock Super Rock... Amplificador da Arte Urbana

Desde 2015 que o Super Bock Super Rock está de regresso a Lisboa, assumindo um formato urbano de excelência, no Parque das Nações, um dos cenários mais impressionantes, modernos e icónicos da cidade. A música torna-se no contexto privilegiado para a ocupação e vivência deste local urbano de forma única. Uma área na qual a marca Super Bock se afirma há vários anos, a Arte Urbana tem vindo, assim, espontânea e naturalmente, a ocupar um espaço cada vez mais importante no Festival.

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Para 2017 pretende-se potenciar a urbanidade, através da apropriação criativa, interativa e surpreendente do espaço, criando assim um espaço público temporário, para uma experiência urbana única, numa extensão da cidade em Música. Para o efeito, foi criada uma nova identidade visual e várias ações criativas e interativas, sob a chancela da Super Bock, que vão apropriar-se do recinto para uma maior aproximação entre esta expressão artística e o público.

 

Nascido em Lisboa em 1987, Bordalo II diz pertencer a “uma geração extremamente consumista e materialista”. Numa era em que a produção industrial de ‘coisas’ atinge o seu auge, o mesmo acontece com a produção de ‘desperdício’ e objetos não utilizados. “Desperdício” é utilizado pela sua definição abstrata: ‘one man’s trash is another man’s treasure’. Bordalo II cria, recria, reúne e desenvolve ideias com material em fim de vida e procura relacioná-lo com sustentabilidade, ecologia e consciência social.

É assim que, tendo a Música como mote e a convite da Super Bock, Bordalo II criará uma peça icónica de grandes dimensões que ocupará um espaço central no recinto do Super Bock Super Rock.

 

Plataforma cultural baseada em Lisboa, o projeto Underdogs nasceu com o intuito de criar um espaço dentro da cena da arte contemporânea para artistas ligados às novas linguagens da cultura gráfica e visual inspiradas na urbanidade, acolhendo o estabelecimento de parcerias e esforços colaborativos entre criadores, agentes culturais, recintos de exposições e a cidade, contribuindo para uma ligação próxima entre estes e o público. Criada em 2010 e consolidada na sua presente forma desde 2013, o projeto Underdogs assenta em três áreas complementares: uma galeria de arte, uma programação de arte para o público e a produção de edições de arte originais e acessíveis.

A parceria com o Super Bock Super Rock nasceu em 2016 e terá continuidade na 23ª edição, oferecendo aos festivaleiros um workshop livre de iniciação ao graffiti na companhia do artista Gonçalo Mar.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

A parceria com o projeto criativo colaborativo de arte e arquitectura FAHR 021.3 nasceu na edição de 2015, a convite da Super Bock, com o objectivo de criar um enquadramento que torna os concertos dos artistas no Palco Super Bock únicos. Em 2016 esta parceria foi aprofundada e alargada à organização de todo o recinto, com o objetivo de tornar toda a experiência do público ainda mais confortável e potenciando a ligação com o rio Tejo.

Para 2017, estão previstas ações de arte urbana e de apropriação do espaço do recinto do Super Bock Super Rock, tais como “Nenúfares” sobre os espelhos de água no Rossio dos Olivais, que potenciam a qualidade do espaço de estar do recinto, ou a integração das Torres de Sinalética com necessidades de uso do próprio Festival. Pretende-se, acima de tudo, um maior diálogo com os elementos existentes durante todo o Festival.

A FAHR 021.3 conta ainda com o cenário do Palco Super Bock. A recém premiada estrutura de luz que integra o Palco Super Bock, irá beneficiar de uma ampliação. A ideia está lançada e propõe-se uma ampliação sobre o público numa experiência de imersão, aumentando assim, os limites de atuação do palco e potenciando o espetáculo e a música através da luz.

ACE apresenta "Marlon Brando" no Hard Club

Nuno Carneiro A.K.A. Ace é uma lenda do movimento hip hop nacional. Um dos poucos pioneiros que se mantém no activo e membro fundador de uma das bandas com mais história no rap nacional, os Mind da Gap e acaba de lançar "Marlon Brando", novo trabalho de originais que vai apresentar pela primeira vez ao vivo no dia 17 de Junho no seu Porto, no Hard Club 

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Com um currículo invejável, Ace é uma referência como MC para muitos dos seguidores e praticantes deste género musical, tendo sido preponderante no início de carreira de muitos artistas já estabelecidos - da velha à nova escola. Para além dos álbuns lançados com os Mind Da Gap, lançou também um álbum a solo em 2003 (IntensaMente) de onde se retirou um single com bastante sucesso: “Côr de Laranja”, que figurou nas playlists e tops de rádios nacionais.

Ace que sempre habituou o público à sua consistência quer em termos de perícia, como de criatividade e sentido musical está agora de volta com um espetáculo novo na companhia de Presto dos Mind Da Gap e o talentoso DJ Slimcutz, condições reunidas para uma grande noite que juntará os grandes êxitos dos Mind Da Gap com os mais recentes temas de Ace.

Mas a noite não fica por aqui, antes, a aquecer as hostes estarão Akuun no Warm Up e Harold dos Grognation na primeira parte a apresentar o seu "Indiana Jones" na cidade do Porto.

Get The Blessing, Evan Parker, Susana Santos Silva e Slow Is Possible no ciclo Julho é de Jazz

O quarteto jazz britânico Get The Blessing, do qual fazem parte músicos que integram bandas como Portishead e Radiohead, e o saxofonista britânico Evan Parker, mestre do free-jazz, são destaques do programa que leva o melhor do jazz contemporâneo ao pátio exterior do gnration. Pelo terceiro ano consecutivo, o jazz volta ao pátio exterior do gnration. Em julho, o gnration volta a apresentar o ciclo Julho é de Jazz, um programa de música que decorre no mês de julho com alguns dos nomes mais singulares do jazz contemporâneo nacional e internacional.

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Oriundos de Bristol, Inglaterra, os Get The Blessing formaram-se em 2000 e desde então têm vindo a construir uma base de fãs irrepreensível que os seguem pelo seu carácter musical único. Apesar de várias pausas para dedicar tempo a outros projetos paralelos – a mais recente com o baterista Clive Deamer a embarcar em tour com Radiohead – o grupo manteve-se intacto ao longo de dezassete anos, apresentado ainda hoje a sua formação original. Clive Deamer, na bateria, e Jim Barr, no baixo, que integram também os Portishead como músicos de sessão, juntam-se a Jake McMurchie, no saxofone e eletrónica, e Pete Judge, no trompete e eletrónica, para produzir música inteligente e criativa, em balanço com talento e paixão, testemunhando o espírito livre que se encarregam de incorporar.

 

Nascido na mesma cidade que os Get The Blessing, Evan Parker começou a tocar saxofone aos 14 anos de idade. Tendo a improvisação livre como a sua área de maior atividade nas últimas três décadas, Parker encontrou ainda tempo para se dedicar a perseguir outros universos musicais. Noutros contextos, tocou com nomes como Annette Peacock, Scott Walker e a big band de Charlie Watts. Face à tamanha intensidade e qualidade do seu trabalho, a solo ou em colaborações, Parker levou a que uma vasta imprensa de referência o distinguissem com mérito. “Um dos melhores instrumentalistas vivos” refere o The Times, enquanto que o Chicago Reader o coloca como “um dos melhores improvisadores em emsemble”. Já a conceituada revista especializada em música The Wire atribuiu a Parker “a melhor e mais original voz representativa da música da era moderna”.

 

Susana Santos Silva é já um nome de referência do jazz contemporâneo e música improvisada dentro e fora de Portugal. Trompetista, improvisadora e compositora, Susana Santos Silva reúne em Impermanence, projeto que apresentará no gnration, João Pedro Brandão, Hugo Raro e Marcos Cavaleiro, músicos do Porto e seus colaboradores de longa data, todos parte da Associação Porta-Jazz, Torbjörn Zetterberg, contrabaixista sueco com quem tem trabalhado assiduamente nos últimos dois anos, particularmente no seu projeto em duo.

 

Slow Is Possible são seis jovens músicos portugueses que não nasceram no meio jazz: a sua formação é clássica. Talvez esta mesma formação dite a invulgar instrumentação que o sexteto apresenta. São dois os instrumentos melódicos, um saxofone alto e um violoncelo. A secção rítmica compreende dois instrumentos harmónicos, guitarra (também com funções de introdução de ruído elétrico) e piano, associados aos jazzisticamente convencionais contrabaixo e bateria. Slow is Possible é a música de câmara que toca quem ouviu Charles Mingus, John Coltrane, Mr. Bungle e Keiji Haino e resulta tão bom quanto o melhor que se poderia desejar.

 

7 julho 2017

- Evan Parker

- Slow Is Possible

 

8 julho 2017

- workshop de improvisação com Evan Parker (limitado a 20 participantes)

 

14 julho 2017

- Get The Blessing

- Susana Santos Silva

F o q u e apresenta... "Cantautor de Sarjeta" feat. Calígula

Foque… Assim se intitula o projecto a solo de Luís Leitão. Este apresenta-se com um heterónimo para onde canaliza todo o seu trabalho musical. Com projetos como músico (Samsara) e produtor (Caligula) num futuro próximo surge a necessidade de focar tudo numa só coisa.

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Samplando-se a si próprio e colaborando com todo o tipo de artistas, esta a tomar o ano de 2017 de assanto. "Cantautor de Sarjeta" é a sua mais recente criação que conta com a participação de Calígula.

É um projeto que nasce da necessidade de ter independência musical e de largar, não as guitarras nem as baterias convencionais, mas o rock em geral, onde havia estado embrenhado grande parte da sua vida… De espada e pena na mão trabalha a electrónica, as melodias digeríveis e as ausências e presenças excessivas. 

"Quim"... novo single de S. Pedro

Quim” é o single de apresentação do álbum de estreia de S. Pedro, o projeto de Pedro Pode, a mais recente contratação da NorteSul e ex-homem forte dos Doismileoito.

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Este single é um exemplo perfeito do talento lírico e de composição de S. Pedro. Uma história sobre o sonho e a realização pessoal, e sobre o direito a ser feliz. Banda sonora de uma vida… À qual podemos acrescentar mais uma mão cheia de belas canções que nos falam de amores e desamores, de amizade e da vida.

Canções nas quais nos reconhecemos, com letras inteligentes que vão além da espuma dos dias e versos que ficam a ressoar, alguns na ponta da língua. Métrica redonda, recorte clássico e pop diletante onde se busca o essencial.

 

É esta a matéria-prima de “O Fim”, o disco de S. Pedro, com edição prevista para 23 de Junho. Um disco artesanal, feito com tempo, cuidado, atenção aos pormenores e muito carinho. Um conjunto de canções notáveis e delicadas, com histórias e pessoas dentro, com sentido de humor, ironia e massa crítica. 

O Gajo anda por aí…

O Gajo continua a apresentar o seu mais recente álbum "Longe do Chão" ao público português. Este fim de semana tem 3 atuações agendadas para a área da Grande Lisboa.

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Na sexta-feira dia 2 de junho O Gajo vai estar à conversa com o Paulo Piedade na Rádio Acto num programa gravado ao vivo no espaço Largo no Largo do Intendente. O público pode assistir e participar e a viola campaniça também vai marcar presença. Este evento tem o apoio da STRESS.FM.

Dia 3 de junho, pelas 15h00, O Gajo apresenta alguns temas do novo álbum num showcase na FNAC de Oeiras e segue para a SMUP, Soc. Musical União Paredense, para mais um concerto de apresentação do disco "Longe do Chão". O concerto começa pelas 21H30 e a entrada é livre. O concerto é organizado pela Associação "Cultura no Muro" que promove a oferta cultural na Parede, apoiando a criação artístico-cultural e fomentando a consciência social.

Carolina… Novo álbum “enCantado” editado a 2 de Junho…

enCantado”, é o nome do novo álbum de Carolina a ser editado a 02 de Junho. O single de apresentação deste novo trabalho é “Falar De Amor”, da autoria de Carolina Deslandes e Diogo Clemente, produtor deste registo. O ‘enCantamento’ de Carolina com o Fado começou em Trás-Os-Montes enquanto criança, continuou pelo Porto já como adolescente e jovem adulta, e permaneceu em Lisboa, quando rumou do Norte para a capital, com uma mala cheia de sonhos, ficando pelo meio a participação no coro (ópera), o teatro, o conservatório e os musicais “Amália” e “Canção de Lisboa”. Ao convite de Mário Pacheco para cantar no Clube de Fado, respondeu que sim e, desde então, Carolina tem vindo a concretizar sonhos, um dos quais, este novo trabalho: “enCantado”.

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Composto por onze temas, seis inéditos e dois fados tradicionais, com letras inéditas, o álbum “enCantado” fala essencialmente de Amor. Amores, desamores, o amor encantado e desencantado, amores perfeitos e imperfeitos, uns impossíveis de concretizar.

“Falar de Amor” foi a música que mais emocionou Carolina, ao ser-lhe apresentada por Carolina Deslandes e Diogo Clemente, e foi o ponto de partida para as restantes músicas do álbum. Segundo a fadista, “houve um encantamento, uma paixão pela letra e melodia, pela simplicidade da música e palavra directa, sem contornos (…), não tem nada que não se entenda e não se compreenda à primeira”. Conta a história de um amor quase perfeito. A aceitação de um amor não concretizado, sofrido, que acaba em separação porque o ‘gostar’ não é suficiente. A letra fala também do acto de fugir da dor, desprender-se e despedir-se do outro sem rancor.

Mas este “enCantado” apresenta outros dez temas que vagueiam pela temática do amor, como “Coração com Coração”, um original do conjunto António Mafra, que faz parte do imaginário de infância de Carolina. A cantora lembra-se que a ouviu vezes sem conta enquanto criança, pela voz de seu pai, e que hoje esta surge como recordação marcante e emotiva, razão pela qual a quis registar neste álbum.

Em “Traição”, o tom muda e a canção acentua a revolta, a dor do abandono amoroso, a recusa em abrir o coração a mais alguém, e a posterior resignação como consequência. Essa história que acaba e os sentimentos que emergem no momento em que surge um reencontro, é narrada em “Ninguém”.

“Longe daqui” é uma criação de Amália Rodrigues e, nesta interpretação, Carolina canta a existência de um amor que se quer abraçar e ter por perto mas cuja distância obriga à separação. Um amor que se concretiza em pensamento e a saudade do mesmo.

 

A meio da audição de “enCantado”, Carolina apresenta “Vou querer saber de mim”, da autoria de Diogo Clemente, que descreve o amor incondicional e ‘cego’ que nos faz percorrer um caminho que não é o nosso, faz-nos esquecer de nós próprios. “A noite e o dia”, da autoria do compositor e guitarrista Mário Pacheco, regista uma ambiguidade de sentimentos e emoções, tão presentes nas nossas vivências: a tristeza e a alegria, a escuridão e a luz, o choro e o riso, o despertar de uma ilusão.

 

Em “As tranças da Maria”, retrata-se o jogo da sedução da protagonista Maria para com outros homens. Mas a ela, só lhe interessa João, o único que consegue desfazer a trança. É só ele que a consegue desarmar, pedindo-lhe a mão. De seguida, desfila “Gota d’ Água”, tema da autoria do compositor Flávio Gil que, para Carolina, é reminiscente das grandes músicas de Alain Oulman, de José Fontes Rocha, dos poemas de David Mourão Ferreira ou José Luis Gordo. “Saudades de mim” foi escrito pela própria Carolina e, de alguma forma, revisita de um outro prisma a ausência e negligência do ser, entorpecido tantas vezes pelo toque do amor.

 

enCantado” termina com “Segue o teu destino”, uma música da brasileira Sueli Costa, que compôs temas como “Coração Ateu”, que suporta poema intenso de um dos heterónimos de Fernando Pessoa sobre o acto de amar e aceitar o que a vida oferece. Com “Segue o teu destino”, conclui-se que a resposta ao significado da vida está para além dos Deuses.

 

Carolina editou o seu álbum de estreia a 7 de Abril de 2014 e tem feito um percurso de prestígio, actuando em vários festivais e palcos de referência nacional e internacional.

O registo homónimo foi igualmente um dos discos de fado mais aclamados de 2014. Temas como “Um fado Nasce” (de Alberto Janes), “Dança” (um original de de Ricardo Cruz) e “Balada dos Desejos Impossíveis” (melodia original de António Zambujo num poema de Fernando Pinto do Amaral), este último com música de António Zambujo, são apenas algumas das pérolas que fazem parte do primeiro trabalho de Carolina, que contou com a produção do músico e compositor Ricardo Cruz (António Zambujo, Ana Moura).

Gisela João ao vivo com a Orquestra Filarmonia das Beiras

O 35º Festival Música em Leiria apresenta em estreia absoluta, um concerto inédito com a Orquestra Filarmonia das Beiras e a fadista Gisela João. A Orquestra Filarmonia das Beiras, dirigida pelo Maestro António Vassalo Lourenço, acompanha a fadista Gisela João, num programa onde pela primeira vez apresentará temas do novo álbum “Nua” com uma formação orquestral.

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Gisela João, Uma das vozes arrebatadoras do panorama do fado, é já uma figura central e uma das mais importantes intérpretes da música portuguesa da atualidade, tendo já sido laureada com inúmeros prémios, com destaque para os prémios Blitz, Time Out, Expresso e o Globo de Ouro para Melhor Intérprete Nacional. A sua constante presença em palcos nacionais e internacionais, bem como as suas atuações eletrizantes, foram determinantes para ser consagrada entre os demais intérpretes e gigantes da música portuguesa, apresentando um Fado contemporâneo sem desvios nem artifícios, que parte duma formação tradicional e mergulha na sua génese, reencontra a sua autenticidade, questiona os seus excessos e maneirismos, para se tornar por fim, incrivelmente genuíno.

 

Miguel Esteves Cardoso disse: “Amália Rodrigues foi a grande fadista do século XX. (…) Sei e sinto, com a mesma força, que Gisela João é a grande fadista do século XXI.”

 

Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

2 de Junho 2017 | 21.30h

A 1ª edição do MIL arranca esta 5ª feira…

A primeira edição do MIL acontece já esta semana, dias 1 e 2 de Junho. Centenas de profissionais reúnem-se em Lisboa para debater ideias e projectos e realizar encontros de negócios, tendo como enquadramento o mercado dos países de língua portuguesa e a sua produção artística ao nível da música popular contemporânea.

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Da programação do MIL ficam aqui alguns destaques…

 

Debates Políticos

1 de Junho | 15.00h (Câmara Municipal de Lisboa)

Com a presença do Secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, que fará uma introdução ao tema, será discutida a relação da política com a música popular contemporânea. Com a participação de Gunnar Madsen (Presidente da NOMEX – Nordic Music Export Programme), Aurélie Fontaine (coordenadora do Export Office do Luxemburgo), Rui Vieira Nery (Musicólogo), Gustavo Cardoso (Professor e investigador) e Paula Guerra (investigadora / Socióloga).

 

2 de Junho | 15.30h (Câmara Municipal de Lisboa)

Com a presença da Presidente do Conselho de Administração da EGEAC, Joana Gomes Cardoso, do Presidente da Trienal de Arquitectura José Mateus, do Professor e Economista João Seixas, do investigador António Brito Guterres, da Professora e Arquitecta Paula André e com moderação do jornalista Nuno Galopim, debate-se as estratégias culturais das cidades, a sua integração nos circuitos culturais, o retorno do investimento na cultura e o diálogo centro periferia.

 

Conhecer o mercado Brasileiro e pensar o mercado da língua portuguesa

1 de Junho | 15.00h (Fundação Arpad Szenes / Vieira da Silva)

Um painel representativo de profissionais e políticos brasileiros fará a apresentação do seu mercado com recomendações de estratégias de intercâmbio.

 

2 de Junho | 14.00h (Espaço Atmosferas)

Mercado Lusófono 2030: Possibilidades, oportunidades e diferentes maturidades dos mercados nos países de língua oficial portuguesa.

 

Martin Elbourne

2 de Junho | 11.00h (Fundação Arpad Szenes / Vieira da Silva)

Profissional com 40 anos de experiência na indústria musical, é um dos principais programadores do Festival Glastonbury, director criativo to Great Escape, co-fundador do Womad com Peter Gabriel, foi agente dos Smiths e dos New Order e é consultor de diversas instituições políticas e culturais ligadas ao sector musical.

 

A Arte de Programar e de construir uma Banda

1 de Junho | 14.00h (Espaço Atmosferas)

A análise dos factores chave para o sucesso de uma banda estará em debate com a participação de um experiente painel internacional: Clotaire Buche, co-fundador da Junzi Arts, eleito melhor agente europeu em 2016 e representante de vários artistas internacionais, entre eles Woodkid; Allan Mcgowan, editor da IQ Magazine e Clementine Bunel, agente na londrina ATC Live cujo rooster inclui, por exemplo, La Roux, Benjamin Clementine, José James e Bebel Gilberto.

 

2 de Junho | 12.30h (Fundação Arpad Szenes / Vieira da Silva)

A Arte de programar em discussão com Fruzsina Szep, directora Artística do Lollapalooza Berlin; Aziliz Benech do congénere parisiense MaMa Event e ainda Steve Zapp, agente na ITB – International Talent Booking, casa de Editors, Biffy Clyro, Courteeners, entre outros músicos.

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Também no MIL será igualmente abordada a temática dos direitos dos artistas na era digital, a força criativa das editoras independentes, o mercado português e a relação entre artistas e managers.

Terras Sem Sombra… Ensemble do Festival de Lucerna em Sines

A 13.ª edição do Terras sem Sombra prossegue com entusiasmo a sua viagem por cidades e vilas do Alentejo, tendo como próxima etapa Sines.

A terra natal de Vasco da Gama encontra-se sob escrutínio no fim-de-semana de 3 e 4 de Junho e acolhe um programa aliciante, que começa, sábado à tarde, com uma visita ao centro histórico, sob a orientação do historiador de arte José António Falcão e do arquitecto Ricardo Pereira. Património, música e biodiversidade dão assim, mais uma vez, as mãos.

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Tendo o mar por horizonte, o percurso inicia-se, às 14h30, na igreja matriz de São Salvador, que forma um conjunto harmonioso com o castelo quatrocentista. O objectivo é conhecer de maneira informal, a muito antiga história da cidade e os seus valores patrimoniais, mas também descobrir os seus segredos, olhar a costa e a serra, o porto e as unidades industriais, conhecer a realidade piscatória, descobrir os segredos da gastronomia e da doçaria. O alvo principal do périplo, é um espaço habitualmente não aberto ao público: a torre de menagem do castelo, onde nasceu e viveu o almirante. Acessível por corredores tortuosos e misteriosas escadarias ao caminho de ronda, este edifício reserva muitas surpresas e rasga perspectivas sobre o panorama atlântico e a urbe.

 

Às 21h30, regressa-se à igreja matriz, para a actuação do Ensemble ]W[, um agrupamento de músicos de primeira fila da Orquestra do Festival de Lucerna, na Suíça: Lucas Macías, Vicent Alberola, José Vicente Castelló, Higinio Arrué e Nicholas Rimmer. O programa, intitulado As Afinidades Electivas: Mozart & Beethoven, é consagrado a duas famosas obras para sopros – oboé, clarinete, trompa, fagote – e piano, verdadeira raridade na história da música: um quinteto de Wolfgang Amadeus Mozart (Quinteto em Mi bemol maior, Op. 16) e outro de Ludwig van Beethoven (Quinteto em Mi bemol maior, KV. 452). Trazer a Sines os solistas de Lucerna, palco do mais importante festival de música clássica da Europa, constitui um acontecimento para o Alentejo. Sines recebe, assim, o privilégio de uma actuação previsivelmente inesquecível e que já está a despertar, pelo carácter inédito, o interesse do público e da crítica internacionais.

 

Esta jornada culmina domingo, a partir das 10h00, nas imediações da Praia de S. Torpes, com uma acção de salvaguarda da biodiversidade, orientada pela Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha. A fronteira entre o Atlântico e o Mediterrânico – À descoberta dos monges eremitas da Junqueira é o tema para uma deslocação à antiga Provença, um mosteiro de Eremitas da Ordem de São Paulo da Serra de Ossa, habitado entre os séculos XV e XVII, a pouca distância do Atlântico, no limite do Parque Natural do Sudoeste Alentejano. Ainda hoje perduram traços dessa histórica presença, tão próxima como desconhecida, desde a ermida de Nossa Senhora dos Remédios, em ruínas, à fonte santa e às terras outrora cultivadas pelos religiosos. Nas várzeas fertilizadas pela ribeira da Junqueira existem habitats muito favoráveis à flora e à fauna.

 

Aqui, as dunas representam um ambiente de transição por excelência, marcando a fronteira entre as influências marinha e continental. A zona é fértil em sistemas dunares, sobretudo a sul da ribeira da Junqueira, zona com uma ocupação ancestral e, consequentemente, com uma história de modelação do solo em terra arável. Nas imediações de um dos maiores complexos industriais de Portugal, a central termoeléctrica de Sines, iremos à procura dos vestígios do mosteiro de Santa Maria da Junqueira, fundado em 1447. Como viviam e como interagiam os seus monges com o ambiente é o ponto de partida para um percurso de descoberta da biodiversidade local. Pretende-se, no futuro, recuperar e abrir à visitação este aprazível lugar.

 

3 de Junho 2017

Património

14.30h – 17.30h - Visita guiada ao Centro Histórico / Local em destaque - Torre de menagem do castelo de Sines

Ponto de encontro – Igreja Matriz de São Salvador

 

Música

21.30h – “As Afinidades Electivas: Mozart & Beethoven” / ]W[ ENSEMBLE & Nicholas Rimmer

Igreja Matriz de São Salvador

 

4 de Junho 2017

Biodiversidade

10.00h – “A fronteira entre o Atlântico e o Mediterrânico – à descoberta dos monges eremitas da Junqueira” / Partida da Igreja Matriz de São Salvador

 

De entrada livre, o Festival é organizado pela Pedra Angular e prolonga-se até  2 de Julho, realizando-se em Beja a sua última etapa.

"Duetos" de Paulo de Carvalho entra diretamente para o 2.º lugar do top nacional

A 8 de julho, Paulo de Carvalho dá concerto de celebração de 55 anos de carreira e 70 anos de vida na Praça do Município, em Lisboa. Nome incontornável na música portuguesa das últimas décadas, Paulo de Carvalho assinalou os seus 55 anos de carreira com o lançamento de um novo álbum, intitulado “Duetos”, para o qual convidou algumas das vozes mais importantes do panorama nacional. O álbum entrou diretamente para o 2.º lugar do top nacional de vendas.

 

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Estes 55 anos de carreira, e 70 anos de vida, serão celebrados de forma muito especial num concerto a ter lugar na Praça do Município, em Lisboa, no próximo dia 8 de julho.

 

Duetos”, o novo disco de Paulo de Carvalho, reúne várias vozes importantes da música portuguesa de diferentes gerações. Diogo Piçarra é uma das vozes que se ouvem no disco, no single “Flor Sem Tempo”, que é também o tema de abertura. Agir, que é também produtor do álbum, canta com Paulo de Carvalho o tema “O Meu Mundo Inteiro”. Em “Duetos” estão reunidos alguns dos maiores êxitos de Paulo de Carvalho, graças aos quais se afirmou como uma das mais importantes vozes da música nacional nestes últimos 55 anos, aqui partilhadas com vozes de diferentes panoramas musicais, refletindo assim o quão marcante e influente é o seu percurso.

Sumol Summer Fest 2017... DC Summer Games no Skatepark Quiksilver Boardriders

Em 2017, o Skate Park da Boardriders Ericeira será uma zona de paragem obrigatória e um espaço oficial do Sumol Summer Fest. Nos dias 30 de junho e 1 de julho, o parque será palco dos DC Summer Games que prometem levar até à Ericeira, os melhores skaters nacionais.

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Na 6ª feira, dia 30 de junho, a presença dos team riders da DC Shoes vai aquecer o ambiente dos DC Summer Games, com demonstrações de skate. Da equipa de skate da DC Shoes fazem parte alguns dos nomes mais sonantes do skate em Portugal. Tiago Lopes foi Campeão Nacional Profissional com apenas 16 anos e é largamente reconhecido pelas suas manobras “never been done”, que já lhe valeram uma menção internacional do Street League Skateboarding, “The Game Changer” e que o transformaram no campeão de redes sociais.

Gustavo Ribeiro tem apenas 16 anos, mas já conta com 10 em cima de um skate. Começou a andar bem novo e a competir com apenas 6 anos de idade. Já foi campeão nacional nas três categorias que se disputam em Portugal: Iniciados, Amadores e Pró, é o bi-campeão em título e o mais jovem skater português de sempre a alcançar o título na categoria máxima em competição.

A eles, juntam-se também Francisco Lopez, skater com 40 anos de idade e 30 de skate, que foi tri-campeão nacional e que, enquanto veterano, continua a fazer parte do top ten do ranking nacional e Nuno Cardoso, skater do Porto, que é uma referência nacional em manobras de manual, tendo já representado Portugal numa final mundial do Manny Mania em Nova Iorque. Neste dia, realizam-se também os DC Skate Games, com os riders da DC Shoes a ditar as regras destes jogos e a distribuir muitos prémios da marca pelos skaters presentes.

 

Sábado, dia 1 de julho, esperam-se os melhores skaters nacionais para disputar o DC Summer Race, uma corrida de skate onde se premeiam os atletas mais velozes. Se estas corridas, por norma, já prometem momentos bem engraçados, ao juntarmos obstáculos e tarefas inspiradas no espírito do verão. Tudo isto no Skate Park da Boardriders Ericeira, onde a música não pode faltar no palco Quiksilver Boardriders, que este ano se junta ao Sumol Summer Fest.

Toda a programação deste novo espaço acontece a 30 de junho e 1 de julho, a partir das 15h.