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Glam Magazine

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“We used to be Africans”... Cacique’97 no Hard Club

Cacique’97, consagrada como a primeira banda de afrobeat nascida em Portugal, sete anos depois da sua estreia com o álbum homónimo, ressurge com “We Used To Be Africans”. Disco imediatamente referenciado pela Rádio Antena 3 e por várias personalidades do mundo da música como um dos melhores álbuns do ano.

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Cacique’97 chegam no dia 2 de Junho ao Hard Club, com força renovada e rodeados de novos ritmos e sonoridades luso-africanas, preparados para mostrar ao Porto que mereceu a pena a espera.

 

Hard Club (Porto)

2 de Junho 2017 | 22.00h

NOS Primavera Sound 2017 leva o Festival à Cidade do Porto…

Decorreu ao final da manhã de hoje a apresentação da 6ª edição do NOS Primavera Sound. O Hard Club foi a sala que acolheu a imprensa para a divulgação das novidades em primeira mão, apresentadas por José Barreiro, director executivo do NOS Primavera Sound, Rita Torres Baptista, diretora de marca e Comunicação da NOS e Nuno Lemos, administrador executivo da Porto Lazer.

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Pelo quarto ano consecutivo o NOS Primavera Sound estende a sua programação ao centro do Porto, assumindo cada vez mais o seu papel na transformação da cidade enquanto um dos mais dinâmicos centros urbanos europeus. No próximo dia 7 de Junho, quarta-feira, a Invicta dá as boas-vindas ao público da sexta edição do festival, com uma programação distribuída por vários espaços da cidade. Tal como o programa que sempre caracteriza o NOS Primavera Sound no Parque da Cidade, esta noite de boas-vindas reflecte a riqueza e diversidade da música actual. O NOS Primavera Sound estreia assim um novo formato com um conjunto de festas no Centro do Porto.

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A programação extra acontece dia 7 de Junho com propostas musicais de diversos quadrantes, a festa de boas-vindas ao público do festival prolonga-se pela noite dentro em vários pontos da cidade como acontece num dos espaços mítico da cidade, o Hard Club, que abre as suas portas para receber na Sala 1 Las Bistecs, Jessy Lanza, Shura e The Black Madonna e, na Sala 2, LINCE, Juana na rap e MVRIA.

O Café Au Lait inicia a sua programação com DJ Lynce e continua com O Gringo Sou Eu e Hugo Capablanca enquanto o Maus Hábitos recebe Brutus, Mueran Humanos, DJ Nuno Lopes e La Flama Banca DJ set. A noite segue em modo electrónico no Plano B com a presença de Surma e Borusiade na Sala Principal, Rui Maia e Moscoman em formato DJ set na Sala Cubo e ainda a actuação de UN0 na Galeria.

No Passos Manuel ganham destaque os ambientes visuais, com performances de Boris Chimp 504 e The Suicide of Western Culture, no Auditório, e DJ Kitten a tomar conta da Pista.

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A entrada em todos os espaços é exclusiva a portadores de passe geral, que devem efectuar a troca por pulseira e cartão de acesso no Hard Club, entre as 15h e as 00h. Não será permitida a entrada em nenhuma das salas sem ter sido efectuada esta troca obrigatória

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Para José Barreiro, direto executivo do NOS Primavera Sound, “o festival veio conquistar um espaço importante no âmbito nacional e isso traduz-se num público que, com o passar das edições, se foi identificando cada vez mais com o NOS Primavera Sound. Isto tudo, para além da oferta musical eclética, é explicado pelas características únicas do recinto, um espaço de uam beleza natural inigualável, com óptimos acessos e trabalhando com o objectivo de proporcionar o máximo de conforto público.” “O balanço dos últimos anos é muito positivo para o festival e também para a cidade que o acolhe”, acrescenta.

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Para Rita Torres Baptista, “O NOS Primavera Sound é um dos principais ativos da NOS no Território da música. É o festival em que a descoberta é o mote que inspira a experiência”

Já para Nuno Lemos, congratula-se pelo facto de “O NOS Primavera Sound voltar a estender a sua programação ao centro do Porto”

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Fotografias e Reportagem: Paulo Homem de Melo

“Elysium & More Unplugged” de Al Di Meola em Portugal

A digressão “Elysium & More Unplugged” foca-se no álbum mais recente de Al Di Meola, “Elysium”, uma abordagem completamente nova para quem conhece uma discografia com mais de duas dezenas de títulos.

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Aqui, o guitarrista virtuoso estende ao limite os processos de reinvenção e fusão de géneros que se tornaram uma marca da sua música nos últimos anos. Uma intensa teia sonora que, segundo o próprio, pretende ligar o passado ao futuro. Para além da sua produção em nome próprio, Al Di Meola participou no supergrupo de fusão Return To Forever, no celebrado trio de guitarras acústicas com John McLaughlin e Paco de Lucia e ainda no trio Rite of Strings com Stanley Clarke e Jean‑Luc Ponty.

Enquanto a sua técnica brilhante lhe deu grande estatuto junto dos aficionados das 6 cordas, a profundidade da sua escrita, a alma e o lirismo da sua música valeram‑lhe a conquista de legiões de admiradores muito para além deste universo.

 

Casa da Música (Porto)

31 de Maio 2017 | 21.30h

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

1 de Junho 2017 | 21.00h

 

 

Jacinta ao vivo no Cine-Teatro de Estarreja

O Cine-Teatro de Estarreja apresenta esta sexta-feira, 2 de junho, Jacinta num Concerto Solidário a favor da Unidade de Cuidados Continuados Dr. Egas Moniz, Avanca, e integrado na Brainweek’17.

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A melhor jovem artista de jazz do continente europeu em 2007, no âmbito da iniciativa “O Melhor da Europa”, transmite uma grande emoção e garra no timbre da sua voz que se define como quente, redonda e possante, sendo complementada com um swing sólido e natural. A primeira artista portuguesa a ser editada na prestigiada Blue Note Records e cujo primeiro disco, “Tribute to Bessie Smith”, detém o record de vendas nacional, tendo sido galardoado com disco de ouro, feito nunca antes conseguido na história do jazz portuguesa. “Convexo” [a música de Zeca Afonso] e Songs of Freedom – hits from the 60s, 70s and 80s (com a prestigiada editora Blue Note) são outros dos trabalhos editados.

Tatanka lança 2 novos singles… “Alfaiate” e “De Alma Despida”

Tatanka, conhecido por ser a voz dos The Black Mamba, lança-se agora num projecto a solo, cantado exclusivamente em português.

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Depois de, em 2016, ter já passado pela Casa do Livro, no Porto, ou pelo Cineteatro Alba e de ter feito parte do cartaz do NOS em D’Bandada e do MEO Marés Vivas, o músico apresenta finalmente dois dos temas que estarão incluídos no seu álbum de estreia: “Alfaiate” e “De Alma Despida”.

Uma “dose dupla” de novidades, em jeito de presente para os fãs que, desde a primeira apresentação a solo, em 2015, anseiam por novas músicas.

Dia 23 de Junho, Tatanka sobe ao palco do Teatro da Trindade, em Lisboa, para apresentar estes e outros temas que farão parte do seu primeiro álbum de originais.

“Atrás do Sol Posto" o single de estreia de Zé Simples

Atrás do Sol Posto" é o primeiro single retirado do álbum de estreia de José Penacho e que tem saída prevista para o segundo semestre de 2017.

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 "Pudera o homem evadir-se num ponto longínquo bem a sul, intersectar horizontes e perder-se num final de tarde, de um vermelho sanguíneo e febril quase consciente do fim”. José Penacho (músico de Marvel Lima e Riding Pânico) toma as planícies bucólicas do Alentejo como sua inspiração naquele que é o seu primeiro trabalho a solo, íntimo e revelador. Num registo cancioneiro, imerge na guitarra primitiva americana de John Fahey, Robbie Basho e Jack Rose, enquanto desperta ressonâncias saudosas de Zeca Afonso e José Mário Branco, nomes que fizeram história no mundo da sua arte e na música portuguesa de intervenção.

A expressão musical faz jus ao seu nome. A simplicidade com que evoca as vivências rurais mais cruas, eleva-o a um nível superior de autenticidade. Os acordes fazem-se sentir como rasgos na alma, tortuosos como os caminhos do seu tempo. Gravado e produzido pelo próprio músico e masterizado por Miguel Vilhena nos estúdios pontiaq, o single "Atrás do Sol Posto" é um cartão de visita a esta viagem por um Alentejo vasto e solitário, e serve como primeira amostra do longa-duração que sairá no final do ano." Sara Lima Castro

"Atrás do Sol Posto" é o primeiro single retirado do álbum de estreia de Zé Simples, projecto a solo de José Penacho e que tem saída prevista para o segundo semestre de 2017.

Há Música no Trindade… Yamandu Costa

No próximo dia 23 de junho começa numa das mais belas salas de Lisboa, um conjunto de concertos pensado para levar ao encontro dos amantes de música alguns dos mais intensos e íntimos concertos em que a voz, a guitarra e o piano concentram paixões e atenções. Há Música no Trindade, no Teatro da Trindade. Um dia depois de Tatanka, a 24 de junho, portanto, subirá ao palco Yamandu Costa, um dos tesouros do Brasil contemporâneo e alguém a quem o classificativo "exótico" acaba por fazer alguma justiça, já que o seu instrumento de eleição é o pouco escutado violão de sete cordas, o que torna esta apresentação ainda mais especial.

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Em 15 anos, desde que começou a editar no arranque deste milénio, Yamandu Costa, que nasceu em 1980, colecionou uma discografia de cerca de duas dezenas de títulos, entre trabalhos de estúdio, gravações ao vivo, DVDs e projectos divididos com outros artistas como Paulo Moura, Dominguinhos ou Hamilton de Holanda. O seu último registo, de 2015, encontra-o em diálogo profundo com a Orquestra do Estado de Mato Grosso para um Concerto de Fronteira. Premiado internacionalmente, este músico nascido no seio de uma família de artistas, que cedo descobriu a obra de gente como Baden Powell ou Tom Jobim, desenvolveu uma linguagem própria no seu instrumento que é reflexo de uma profunda genialidade.

 

A Portugal, Yamandu trará a beleza e magia do seu violão de sete cordas e um variado reportório que navega as ricas águas da bossa nova e do choro, do jazz, do tango e da milonga, do samba ou do baião, tudo linguagens que domina com mãos de mestre e de forma apaixonada num espectáculo inédito a que chamou “Bem-Vindo” e que certamente converterá à sua música todos os que porventura ainda desconheçam este tesouro nacional do Brasil.

Samuel Úria… Uma noite memorável!

Samuel Úria esgotou o Teatro Tivoli BBVA de Lisboa, num concerto memorável. Uma celebração de maioridade enquanto criador, cantor e performer, com banda, coro e convidados em sintonia. Um espectáculo cúmplice e envolvente, com direito a dois encores e uma sala a ovacionar de pé, a bater palmas a compasso, a cantar, a rir, e completamente rendida. Momentos únicos vividos em tempo real, marcados na pele arrepiada e no sorriso rasgado de quem disse presente. E Samuel retribuiu a amizade e generosidade com canções.

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Começou por “dar-se corda” em tom iniciático e espiritual, cobriu uma versão (dos Nirvana) de um original dos Vaselines (“Molly’s Lips”) em desbragado punk rock, cantou para o “aeromoçoBruno Morgado, e continuou “teimoso” até ao fim. Pelo meio, foi anfitrião embevecido dos seus convidados. Primeiro recebeu Miguel Ferreira, teclista dos Clã, que o acompanhou ao longo de todo o concerto. Chegaram então as manas Falcão ou Golden Slumbers, “adoptadas” pelo trovador de patilhas para uma carreira promissora, com direito a três canções, uma delas o já clássico “É preciso que eu diminua”.

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Depois, foi a vez de Manuela Azevedo, com quem revisitou o novo single “Carga de Ombro” Seguiu-se Ana Moura, na reinvenção do fado western spaguetti com castanholas em “Não Arrastes o Meu Caixão”.

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Com Manel Cruz, “O Lenço Enxuto” ficou com uma lágrima bordada e um nó na garganta, desatado a seguir, a plenos pulmões, em “Capitão Romance”, dos Ornatos Violetas. E de repente, alguém sinalizou a mãe de Samuel na plateia com um beijo. O bardo de Tondela reconheceu Márcia e “obrigou-a” a subir ao palco para cantar “Eu Seguro”, “desta vez sem se enganarem...”

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No fim, foi bonito ver toda a gente em palco, ombro a ombro, num agradecimento colectivo.

Obrigado, Samuel!

 

Fotografias: Rita Carmo

"Better Men" o novo video de Duquesa

A imagética dos 80’s cruza-se com a pop delicada do Duquesa no vídeo para "Better Men", realizado por Miguel Filgueiras. Do "Norte Litoral", onde ventos agrestes empurram memórias doces para o cancioneiro de Duquesa, para os anos dourados da pop glamourosa: o novo vídeo do projecto solo de Nuno Rodrigues foca a sua atenção no single "Better Men", retirado do LP de estreia, e sorve inspirações aos platinados e ao glitter, numa ode em duas expressões à era que mais cataliza a veia criadora do minhoto.

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 O vídeo, rodado no Estúdio Plata, no Porto, e com direcção de arte de Ana Rita Sousa, foi realizado por Miguel Filgueiras, autor de "Alto do Minho" e realizador do anterior vídeo de Duquesa, da canção "Norte Litoral".

 

O Duquesa prepara-se para regressar à estrada, tendo paragens já anunciadas para o MIL, em Lisboa, no dia 2 de Junho, e para Londres, a propósito de The Portuguese Conspiracy, a 1 de Julho.

O disco “Norte Litoral” é uma edição conjunta da Lovers & Lollypops, Cultura FNAC e CTL, editado a 6 de Fevereiro.

Anfiteatro da Pedra volta a receber “festão” de aniversário da FUSE Records

A FUSE Records, produtora de música eletrónica nacional prepara-se para celebrar o seu 6º aniversário e convida todos os fãs a juntarem-se à festa, num momento único de comunhão entre natureza e música. O anfiteatro da Pedra, na Tapada da Ajuda, será o local mágico que irá reunir mais de 1000 pessoas, entre as 14h00 e as 00h00, do próximo dia 3 de junho. Um local deslumbrante que ficou na memória de todos os que estiveram presentes na festa de aniversário precedente da produtora, graças às características arquitetónicas do espaço e toda a natureza envolvente.

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Para celebrar o 6º aniversário em grande, a FUSE convida o duo suíço Animal Trainer, com mais de dez anos de experiência e que chega a Portugal pela primeira vez, para mostrar as suas sonoridades Slow Rave, para além do dj alemão Nick Curly, um dos artistas mais acarinhados pelos seguidores da FUSE e da boa música electrónica.

 

Naquela que promete ser uma das melhores festas da FUSE em 2017, não podiam deixar de estar presentes os artistas da produtora – Nox, a dupla The  Slum e a fascinante Analodjica também irão espalhar magia na pista de dança mais surpreendente que será instalada em Lisboa. Outra das grandes novidades para esta tarde e noite de celebração é a presença de Pixel82, projecto do portuense Filipe Galante, o mais recente membro da FUSE Records, que apresenta mais de 15 anos de experiência, como dj e também produtor. 

 

Numa união incomparável com a natureza, o Anfiteatro da Pedra, uma construção tipo anfiteatro romano com mais de 100 anos de história será o palco ideal para a grande festa do 6º aniversário da produtora.

Longe do ruído citadino, mas com muitos BPM’s à mistura, a FUSE Records preparou muitas surpresas para este ano, com uma forte aposta no espetáculo multimédia, especialmente na iluminação. A animação também está garantida em estilo circense e com ofertas diferenciadoras disponíveis para todos os presentes, tais como: pinturas faciais e corporais, cinzeiros ecológicos para ajudar a cuidar da mata da Tapada e ainda carrinhas de street food, para dar resposta à fome que se faça sentir no local da festa, pois com 10h de música, em alguma ocasião se fará sentir!

Festival do Crato 2017 com mais 2 confirmações...

O Festival do Crato vai decorrer na histórica vila alentejana de 23 a 26 de Agosto sendo o dia 21 de Agosto dedicado à habitual Recepção ao Campista.e o dia 22 de Agosto, mais uma novidade na edição deste ano como dia extra. Piruka e Pedro Moutinho são as mais recentes confirmações

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 Piruka é um rapper da nova geração do hip hop. O álbum de estreia "AClara", editado este ano, tem representado um verdadeiro fenómeno de airplay, com quatro singles extraídos, nas principais rádios nacionais e em todas as plataformas digitais, consangrado-o como um dos mais recentes talentos do panorama musical actual.  Já Pedro Moutinho dispensa apresentações. Com uma carreira sólida e um estilo muito próprio, vem ao Crato apresentar o seu último disco "O Fado Em Nós" com um naipe de músicos de luxo que inclui José Manuel Neto (guitarra portuguesa) e Carlos Manuel Proença (viola).

 

Estas são as novas confirmações no cartaz do Festival do Crato 2017, que se juntam a artistas como John Newman, Seu Jorge, Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra, Diogo Piçarra, David Fonseca, Bezegol, Matias Damásio E Mundo Segundo & Sam The Kid, já anunciados. O Festival do Crato volta a apostar num cartaz que integra alguns dos melhores projectos da música nacional e internacional, a Feira de Artesanato e Gastronomia, zona de acampamento, palco After-Hours e muita animação!

 

Mais informações sobre o cartaz serão anunciadas brevemente!

Lhast com single de estreia... “Por pouco”

Lhast apresenta se ao público com o seu primeiro single sobre o seu nome. Para esta primeira história convidou Gson, elemento dos Wet Bed Gang, para apresentar-nos uma narrativa vinda directamente da visão feminina da vida de um artista.

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Conotado por ser produtor de Hip-Hop/R&B, este single de apresentação culmina esses dois mundos com a onda sônica mais contemporânea que se tem vindo a desenvolver nos dias de hoje.

Lhast tem se vindo a estabelecer enquanto produtor¨ produzindo os singles “Do You No Wrong”, “História”, “As Coisas”, “Tarzan”, “Arena”, “Xamã”, entre outros. As colaborações incluem artistas como Richie Campbell, Diogo Piçarra, Regula, Valas, Dillaz, Profjam, e muitos mais.

Rui Taipa com novo single... “Nada”

Rui Taipa é um cantautor nortenho, de Freamunde, com bases folk, indie, funk e rock alternativo. Quem o conhece, a solo, conhece bem a sua vertente folk, de escritor de canções com espaço para o alternativo e um toque de funk, que podemos encontrar no seu primeiro E.P. “Meia Dúzia de Histórias”, editado em 2014, dando início ao seu percurso discográfico.

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Com temas absolutamente distintos uns dos outros, denotando-se grande versatilidade na composição e apenas fazendo uso da guitarra, harmónica, kazoo e voz, Rui Taipa chegou ao mundo como “o novo cantautor Lusitano”. Paciente e trabalhador, nestes últimos anos, Taipa tem vindo a procurar a sua identidade sonora, por esses palcos fora, revelando agora um pouco mais de si. Sem destoar do seu lado cantautor, irá apresentar-se neste novo trabalho com um registo mais a la Feist, Buckley mas, sobretudo, a la Taipa!

berro” será o título do primeiro longa duração, que reflecte a urgência do autor em se fazer ouvir. Com a colaboração de Ricardo Fidalgo no baixo (The Acoustic Foundation), Gonçalo Salta na bateria (The Acoustic Foundation), Nuno Machado na guitarra (The Black Zebra) e Ricardo Sousa (Eden Lewis II) nas teclas, juntamente com alguns convidados para a secção de sopros, há um conjunto de ingredientes que se temperam entre si, numa onda sonora que vai surpreender. "Nada" é o novo single com respectivo videoclipe ilustrativo.

 

Com os irmãos Daniel e Dinis Machado na realização e fotografia e Teotónio de Matos nos efeitos visuais, este vídeo vem acrescentar uma interpretação bem particular à letra da canção, envolvendo-nos num ambiente concerteza diferente daquele que apenas a escuta do tema nos proporciona. Depois de alguns anos de carreira a solo, "Nada" é ao mesmo tempo a estreia de Rui Taipa com formato "banda", e o primeiro avanço do álbum - "berro" - que chega ainda este ano.

Os Quatro e Meia apresentam single “Sentir O Sol”

Os Quatro e Meia adiantam o Verão e apresentam o seu novo single, “Sentir o Sol”, com os primeiros acordes para um despertar da rotina. Nunca sentiram aquela vontade de largar tudo e sair a correr para a rua? Esta música pretende espicaçar essa vontade e acalenta o desejo de liberdade, de sair a correr de braços abertos para a rua, para aproveitar e sentir na pele o melhor desta estação.

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Sentir o Sol” é alegria, contemplação, liberdade e gratidão. É o novo single d’ Os Quatro e Meia e versa sobre o privilégio de gozar os benefícios de viver a 150 milhões de quilómetros da estrela mais generosa que conhecemos.

Sentir o Sol” faz parte do primeiro álbum da banda, com lançamento agendado para 30 de Junho de 2017, intitulado “Pontos nos Is”, com o selo da Sony Music Entertainment.

 

O videoclip de “Sentir o Sol” foi realizado por Pedro Bessa, tem Daniel Santos e Custódio Miguens nos papéis principais e ilustra a vontade irredutível de desfrutar do clima solarengo rodeado de amigos, ao som de música que faz dançar e sorrir

Verão na Casa Super Bock 2017…

O Verão traz uma programação intensa para todos os públicos, abre a Esplanada para múltiplos concertos ao ar livre e recebe inúmeros artistas convidados. Os cânones do repertório abrilhantam a agenda com o Concerto em Sol de Ravel pelas mãos do pianista Alexander Romanovsky, duas sinfonias de Brahms no âmbito da integral que atravessa a programação 2017 ou ainda sinfonias de Haydn e Schubert.

O maestro polaco Antoni Wit leva a Orquestra Sinfónica em digressão imaginária pelo seu país, com música de Lutoslawski e Górecki junto da prestigiada soprano Magdalena Anna Hofmann, e o Quarteto de Cordas de Matosinhos homenageia Guilhermina Suggia tocando o último programa que a célebre violoncelista interpretou com o Quarteto Moreira de Sá.

E já que falamos em Suggia e violoncelo, é nesta altura que chega mais uma edição do Prémio Suggia/Casa da Música, que três violoncelistas disputam numa final ao lado da Orquestra Sinfónica. Mas vale a pena assinalar também o regresso da Maratona de Violoncelistas, que num único dia leva aos vários cantos da Casa uma série de recitais com muitas dezenas de jovens músicos.

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Outros agrupamentos convidados serão a Orquestra de Câmara Portuguesa e a Jovem Orquestra Portuguesa, ambas dirigidas pelo prestigiado percussionista Pedro Carneiro.

A noite de São João vive-se intensamente com um concerto no palco da Esplanada, e as bandas filarmónicas não podiam deixar de marcar uma forte presença com o habitual encontro de bandas no final de Julho. Mas o Verão na Casa não acaba por aqui, dando lugar aos projectos que trazem para a música quem nela pode viver outra vida, seja com o espectáculo Sonópolis ou com a Orquestra Energia Fundação EDP. Traz os concertos de final de ano lectivo das escolas vocacionais de música, a prova final do Concurso Internacional Santa Cecília ou o jazz vanguardista de Annete Peacock, entre inúmeras outras propostas.

 

Em Setembro, não se pode encerrar o Verão na Casa sem uma celebração em grande, na Avenida dos Aliados, com dois concertos que certamente ficarão na memória e incluem uma noite de rock alternativo em que o Remix Ensemble transfigura os temas dos Mão Morta junto da histórica banda de Braga e um programa festivo da Orquestra Sinfónica.

Dengaz completa cartaz do Palco MEO no MEO Sudoeste

O MEO Sudoeste tem reservado ao longo dos anos um lugar de destaque para a música nacional. No ano do vigésimo aniversário não vai ser diferente. Dengaz é o nome que completa o cartaz do Palco MEO, com concerto marcado para dia 5 de agosto, juntando-se assim a Jamiroquai, Afrojack e April Ivy no último dia do festival

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photo: Sergio Magalhães

 

Dengaz começou a dar cartas bem cedo, quando com apenas 14 anos fundou o grupo Dinastia. Logo aí mostrou que o hip hop é o território onde se sente mais à vontade, mas isso nunca o impediu de explorar outros registos. Depois destas aventuras em grupo, decidiu concentrar-se numa carreira a solo e em 2010 editou o seu primeiro álbum: “Skill Respeito & Humildade”. O segundo registo “AHYA” lançado em 2012, foi descarregado mais de 50.000 depois de ser disponibilizado para download gratuito. Temas como “From The Heart” (com Richie Campbell), “Encontrei” (com Agir) ou “Tamojuntos” conquistaram definitivamente os portugueses, rodando com insistência nas maiores rádios.

 

Este excelente airplay reforçou-se ainda mais com o disco “Para Sempre”. Editado no final de 2015, que inclui alguns dos maiores sucessos da música portuguesa dos últimos meses, como “Dizer Que Não” (com Matay) ou “Nada Errado” (com António Zambujo). No final de 2016, Dengaz reeditou 10 temas do álbum numa versão acústica. O single “Para Sempre (Unplugged)” contou com a participação do conceituado artista brasileiro Seu Jorge, na sua primeira colaboração com um artista português. O vídeo foi lançado em novembro de 2016 e já tem mais de 1 milhão de visualizações, estando também em alta rotação nas principais rádios nacionais. Ainda antes do Verão, o artista promete mais música nova.

 

Dengaz está a preparar um concerto especial em termos de alinhamento, para o dia 5 de agosto, no Palco MEO do MEO Sudoeste.

Alexander Search… Rock eletrónico que canta poesia de Fernando Pessoa

Alexander Search é um dos muitos heterónimos ingleses de Fernando Pessoa, e dá agora nome a uma nova banda de rock eletrónico com influências indie-pop, cujas canções têm por base os poemas assinados por este heterónimo Pessoano que passou a adolescência em África do Sul.

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A responsabilidade do projecto, que tem estreia marcada para dia 13 de Julho no Palco EDP do SuperBock SuperRock, é do pianista Júlio Resende, líder da banda e compositor das canções sobre os poemas de Alexander Search. Inspirado pelo universo da heteronímia Pessoana, Júlio Resende envolve o universo da banda numa ficção e assume também ele um heterónimo - Augustus Search - desafio alargado aos restantes elementos do conjunto.

 

Salvador Sobral é Benjamin Cymbra e dá voz às canções da autoria de Resende ou melhor, de Augustus Search. O guitarrista Daniel Neto assume o papel de Marvel K., cabendo a André Nascimento a personagem de Sgt. William Byng na vertente eletrónica. A bateria e percussão ficará a cargo do talentoso baterista de jazz Joel Silva, encarnando o misterioso Mr. Tagus.

 

O single de estreia, “A Day of Sun”, já disponível em todas as plataformas digitais e o lançamento do disco com o mesmo nome, “Alexander Search” está agendado para o mês de Junho. Alexander Search é uma banda que gosta de ousar, impaciente, à procura, sempre à procura, da quintessência. Nunca o conseguiu. Este é o disco de mais uma tentativa falhada.