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Glam Magazine

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Samuel Úria e amigos… ao vivo

Samuel Úria vai levar as suas canções e alguns amigos ao Teatro Tivoli BBVA no próximo dia 27 de Maio. Um ano depois da publicação de “Carga de Ombro”, é altura do “trovador das patilhas” regressar a Lisboa para um concerto de celebração com convidados especiais: Ana Moura, Golden Slumbers, Manuela Azevedo e Miguel Ferreira.

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E a celebração justifica-se! A descoberta de um dos mais emblemáticos discos da música produzida em Portugal prossegue. A imprensa escrita enalteceu-o com referências elogiosas e a inclusão na lista dos melhores do ano. A rádio rendeu-se a “Dou-me Corda” ou “Repressão”, entre outros temas que tocou. A televisão relevou-o, destacando-se o episódio para a série “No Ar”. E, no passado sábado, o mundo da animação premiou-o pela parceria com Pedro Serrazina no vídeo “É preciso que eu diminua”, o último single até à data de “Carga de Ombro”.

No palco do Tivoli, as canções vão ganhar nova vida e o carácter festivo da música de Samuel Úria vai intensificar-se com a partilha ao vivo das colaborações que já aconteceram em disco e em eventos especiais:

Com Ana Moura, o tema “Cantiga da Abrigo”, incluído do álbum “Moura”; Com as Golden Slumbers, através do convite para a interpretação do tema “Para Perto” do último Festival da Canção; Com Miguel Ferreira, músico de excepção, produtor e cúmplice de Samuel em “Carga de Ombro”; Com Manuela Azevedo, a voz dos Clã, com quem Samuel teve oportunidade de colaborar enquanto letrista nos temas “Zeitgeist” e “Canção de Água Doce” do último álbum da banda. Deste flirt musical são expectáveis novidades para breve… Uma coisa fica já garantida: A surpresa fará parte deste espectáculo, do início ao fim. Um “Samuel Úria & Amigos” que seguramente se estenderá a toda a plateia.

 

Bing & Ruth atuam amanhã em Braga e pela primeira vez em Portugal

Em 2006, David Moore deu início a Bing & Ruth como forma de trazer as suas composições para além do universo da academia. Pianista com origem no Kansas, a estudar na New School for Jazz and Contemporary Music, Moore escrevia o tipo de música que gostava de ouvir: música de ensemble minimalista e com uma certa sensibilidade cinematográfica.

Dando seguimento aos heróis minimalistas da New School como John Cage e Steve Reich, as composições de Moore olharam para o passado para estudar a repetição de estilos dos percursores mais proeminentes e procuraram uma forma baseada no sentimento. Depois de uma pequena pausa, aproveitada para outros projetos, Moore regressou a Bing & Ruth em 2010 para editar “City Lake”. Agora com onze membros, a ensemble cresceu ao ponto de tornar as digressões e os ensaios em algo difícil de coordenar. Apesar de todos os contratempos e frustrações, Moore continuava a escrever novo material, mesmo que parecesse que o projeto fosse cair na obscuridade.

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Por esta altura, um contacto com editora experimental RVNG INTL abriu portas para que fosse possível a edição de dois novos discos nos anos seguintes. Um desses álbuns, “Tomorrow Was the Golden Age” (2014), acompanha uma redução de elementos de onze para sete, tornando todos os momentos ainda mais minimais e intensos. O disco trouxe a banda à aclamação internacional, recebendo louros da Pitchfork, The Quietus e Resident Advisor, revitalizando o interesse pela pop meditativa de Philip Gass ou Harold Budd, conseguindo levar a tão chamada “classical music” aos limites. Dois anos mais tarde, No Home of the Mind, o novo disco, com selo da 4AD, encontra Moore a trazer para o piano um sentimento ainda mais pesado. Composto em dezassete pianos na América do Norte e Europa, em inúmeras sessões, digressões e viagens, as peças conduzem as idiossincrasias e respetivas limitações de cada instrumento como inspiração.

 

Com um vasto passado no rock e no jazz, Marco Franco é um nome familiar no imaginário pop português e está encarregue da primeira parte. Autodidata nas teclas, expõe uma tensão minimalista com um universo colorido de notas e de progressões maiores, alegres e cheios de um amor universalizado. “Mudra” é o primeiro álbum a solo no piano e mostra que Marco Franco faz música para quem ouve com o coração

 

Gnration / Blackbox (Braga)

24 de Maio 2017 | 22.00h

Imaginarius apresenta… “Ferida”

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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A FERIDA é um lugar de sombra, oculto, latente, amordaçado. Um latejar contínuo sob a pele, cicatriz por sarar, um profundo poço no espelho. A memória, enquanto espaço fragmentado, contém feridas que o tempo parece não curar, recordações que nos perseguem como fantasmas, que pedem, gritando, que as deixemos emergir e as acolhamos como parte das nossas vidas, para podermos prosseguir. É preciso trazer à luz dos dias a nossa fragilidade, identificar o que nos consome e nos limita. Visar a cura como um ato de amor a si mesmo e aos outros. Curar a memória e libertar a sua carga destrutiva, enfrentar os medos que nos conduzem ao imobilismo, é voltar a encontrar a capacidade de existir de acordo com o próprio ser e a consciência mais profunda.

 

A partir de um conceito inicial de MEMÓRIA, como o eixo temático articulador de um projeto pensado como oportunidade de diálogo entre dois países vizinhos, cinco artistas, portugueses e catalães, um encenador, uma bailarina, uma performer, um acrobata e um clown, coordenados artisticamente por uma encenadora portuguesa, reuniram-se num laboratório de três dias em Tàrrega (Catalunha, Espanha) com o objetivo de se conhecerem, mas essencialmente de traçaren juntos as abordagens ao tema proposto pelos festivais, encontrar uma narrativa comum e desenhar a metodologia criativa, num processo realizado e coordenado à distância, consolidando-se depois em 3 semanas de residência para a sua primeira apresentação ao público e uma última residência em Tàrrega. Neste primeiro encontro, o diálogo surgiu de forma espontânea e sensível, criando um elo íntimo, emocional e raro entre todos os envolvidos. Surgiram “feridas” pessoais, íntimas, memórias invocadas perante o questionamento sobre onde cada um se encontra agora, enquanto indivíduo, e o seu caminho enquanto artista. As “feridas” apareceram como apropriação do conceito que foi estabelecido como ponto de partida. Emergiram depois como título, matéria sensível e espaço simbólico: casa, ilha, isolamento, poço, silêncio, círculo, lugar proibido, esquecimento, farsa, doença, peso, morte e libertação.

 

Os artistas desenvolveram narrativas individuais sobre o tema, debruçando-se num processo criativo baseado essencialmente nas suas próprias histórias pessoais, de profunda densidade emocional e grande generosidade. Estas narrativas cruzar-se-ão nas práticas finais, com o objetivo de criar um corpo único, em residência artística, com todo o grupo reunido. Mais do que nos aspetos formais, procurou-se que os artistas se focassem no processo criativo, desenvolvendo não só um trabalho de investigação e pesquisa, mas identificando a génese da dor, colocando literalmente o “dedo na ferida”.

Um caminho artístico que visa a cicatrização – marca indelével da sua existência – apoiado na crença de que no mais profundo do ser está algo indestrutível, que conserva uma imensa capacidade de regeneração e recomeço.

 

FERIDA

Elenco: Alba Torres [ES] / Catarina Campos [PT] / Quim Giron [ES] / Pau Masaló Llorà [ES] / Rui Paixão [PT]

Direção Artística: Julieta Aurora Santos [PT]

Direção Musical: Tiago Inuit [PT]

Participação: Grupo Coral da Casa da Gaia [PT]

 

Performance Multidisciplinar em Estreia Absoluta / Coprodução FiraTárrega [ES] / [selo apoio à criação Imaginarius] / 45’

 

25 maio | 23h30 | Jardins da Biblioteca Municipal

26 maio | 22h30 | Jardins da Biblioteca Municipal

27 maio | 21h45 | Jardins da Biblioteca Municipal

Novas Quintas… com Luis Severo

Foi debaixo do signo d’ O Cão da Morte que Luís Severo começou um processo de experimentação adolescente enquanto cantautor, tendo vindo a lançar desde 2009 uma montra de registos que concedem ao artista uma identidade única no panorama musical português.

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Em 2015 é o ano em que O Cão da Morte morre de amores pela pop que outrora experimentou e agora consolida, renascendo com o apelido materno seguindo o nome próprio. Produzido pelo próprio, este novo trabalho revela-nos a sua maturidade no ofício da canção e transparece a sua qualidade enquanto letrista e o seu charme na descrição do amor no espaço urbano e suburbano. “Cara d’Anjo” foi gravado no Bairro Alto, numa sala que divide com amigos. Em 2016 uma música de sua autoria, “Alvorada” foi incluída no disco de Cristina Branco. 2017 marca o regresso com o segundo disco intitulado simplesmente “Luis Severo”.

 

Teatro Aveirense

25 de Maio 2017 | 21.30h

Festival Vodafone Paredes de Coura… Alinhamento Diário

O cartaz da 25.ª edição do Vodafone Paredes de Coura continua a crescer com propostas ecléticas que vão levar os mais variados estilos musicais ao anfiteatro natural da praia fluvial do Taboão. Kate Tempest, Bruno Pernadas, Throes + The Shine, Octa Push, Cave Story e Nuno Lopes são as mais recentes confirmações da 25.ª edição do Vodafone Paredes de Coura. O cartaz fica, assim, praticamente fechado e promete fazer desta uma edição histórica.

Por razões alheias à organização, os !!! (Chk Chk Chk) tiveram de cancelar a sua actuação no Vodafone Paredes de Coura 2017 e mais informação sobre a banda que os irá substituir será dada brevemente.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Já é conhecido o alinhamento diário da edição de 2017 do Festival Vodafone Paredes de Coura

 

12 agosto 2017

Festival Sobe à Vila

- The Sunflowers

- Mister Teaser

 

13 agosto 2017

Festival Sobe à Vila

- Nice Weather For Ducks

- Serushio

- DJ Mosca

 

14 agosto 2017

Festival Sobe à Vila

- Stone Dead

- The Twist Connection

- DJ Sininho

 

15 agosto 2017

Festival Sobe à Vila

- Alek Rein

- Conjunto Corona

- DJ Electric Shoes

Programação por dias Vodafone Paredes de Coura 2017.png

 

16 agosto 2017

Palco Vodafone

- Escola do Rock (residência artística promovida pela Câmara de Paredes de Coura)

- The Wedding Present (playing George Best)

- Mão Morta

- Beak>

- Future Islands

- Kate Tempest

 

17 agosto 2017

Palco Vodafone

- You Can't Win, Charlie Brown

- Car Seat Headrest

- King Krule

- At The Drive-In

- Nick Murphy

Palco Vodafone FM

- White Haus

- Sunflower Bean

- Timber Timbre

- Nothing

After-hours

- Jambinai

- Marvin & Guy

Jazz na Relva

- Uma Coisa em Forma de Assim

- Captain Boy

 

18 agosto 2017

Palco Vodafone

- Young Fathers

- Badbadnotgood

- Beach House

Palco Vodafone FM

- Cave Story

- Andy Shauf

- Moon Duo

- Octa Push

After-hours

- Formation

- Red Axes

Jazz na Relva

- El Rupe

- Valter Lobo

 

19 agosto 2017

Palco Vodafone

- Manel Cruz

- Foxygen

- Benjamin Clementine

- Ty Segall

- Foals

Palco Vodafone FM

- Toulouse

- Bruno Pernadas

- Alex Cameron

- HO99O9

After-hours

- Throes + The Shine

- Nuno Lopes

Jazz na Relva

- Paulo Barros

- This Penguin Can Fly

 

Mas há mais novidades. O festival regressa às margens da praia fluvial do Taboão de 16 a 19 de Agosto, numa edição que conta, pela primeira vez, com a Biblioteca Digital Vodafone. Criada em parceira com a editora Leya, a nova ativação de marca da Vodafone alia tecnologia a criação literária e vai disponibilizar, gratuitamente para download, mais de 40 obras onde se encontram autores como António Lobo Antunes, Lídia Jorge, José Luandino Vieira, Manuel Alegre, Maria Teresa Horta, entre outros.


Cada título terá um QRCode associado, para que o leitor consiga descarregar a obra para o seu smartphone, tablet ou e-reader. Os visitantes poderão encontrar várias Bibliotecas Digitais Vodafone distribuídas pela praia fluvial do Taboão e pela vila de Paredes de Coura durante a semana do festival. 

 

Imaginarius apresenta… “Pedaleando Hacia el Cielo”

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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Pedaleando Hacia el Cielo dos belgas Theater TOL, é uma história de amor que antagoniza emoções entre um dia de céu cinzento e os momentos em que anjos dos nossos sonhos voam entre o céu e a terra. Pedalar até ao céu é uma metáfora em torno da união das pessoas, uma declaração de amor traduzida em momentos, emoções, suspiros, palavras e música, numa performance aérea única.

O espetáculo combina imagens cinematográficas com luz, música e dança nos céus, contextualizando um poético mundo de sonho.

 

Teatro Aéreo / Música / Multimédia em Estreia Nacional / 40’

 

26 maio | 23h00 | Casa do Moinho

27 maio | 23h30 | Casa do Moinho

Sara Lawrence confirmada no Festival Med

“Tar Road” é o primeiro single lançado pela cantora e compositora Sara Lawrence e já pode ser ouvido em várias plataformas digitais. O concerto de estreia do projecto decorreu a 13 de Maio, no dia da Cidade de Quarteira. A excelente recepção valeu-lhe a inclusão no alinhamento da 14ª edição do Festival Med em Loulé.

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"Tar Road é o tema que achei que melhor representantava o ínicio deste projecto e do meu caminho!" refere a cantora/compositora que tenciona lançar vários temas no ano corrente, baseados nas suas experiências de vida. Actualmente, Sara está também a trabalhar no videoclipe deste primeiro single, que será apresentado brevemente.

Quanto a Sara Lawrence e ao futuro fica a promessa de que iremos conhecer mais de si ao longo do ano.

Sara Lawrence natural de Quarteira e de influências australianas, com a sua sonoridade única e linguagem expressiva, compondo e cantando sempre a sua realidade. Mistura as raízes do Folk, a sonoridade do Indie e a essência alternativa com a linguagem Pop para trazer o mais real e honesto à música da atualidade. Quando ao vivo, actua com a sua banda os "bullets", composta por André Mendes (teclado), David Vistas (guitarra), Rafael Morgado (baixo) e Francisco Santos (bateria), fazendo uma analogia à maneira como dispara as suas emoções nas suas canções sem medo e com determinação!

Joana Rios apresenta "Fado de Cada Um" na Casa da Música

Joana Rios nasceu em Lisboa na freguesia do Campo Grande e desde muito cedo demonstrou um grande interesse pela música; começou por estudar piano com 9 anos mas a sua paixão foi sempre o canto e por influência familiar teve oportunidade de ouvir desde tenra idade cantoras como Amália Rodrigues, Elis Regina, Ella Fitzgerald ou Maria Callas. Talvez estas influências tão diversas quanto importantes tenham sido decisivas para o seu percurso musical que foi também ele diverso e que se iniciou aos 16 anos como vocalista de uma banda de standards de Jazz e Bossa Nova. Aos 19 anos teve o seu primeiro encontro com o Fado, momento que foi proporcionado por Fernando Maurício e que viria a deixar-lhe uma marca indelével com efeitos na sua carreira anos mais tarde. Joana Rios estudou na Academia de Amadores de Música e no Conservatório Nacional, ingressando posteriormente na escola de Jazz Luís Villas-Boas; aos 19 anos iniciou o curso de Ciências Musicais na Universidade Nova, curso esse interrompido por motivos profissionais e que viria a terminar anos mais tarde.

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Em 2005 Joana Rios edita o seu primeiro disco em nome próprio, disco esse que resultou de uma série de concertos nos quais a cantora fez uma homenagem a uma das suas grandes influências - Ella Fitzgerald; o facto deste disco ter esgotado a sua edição de 2000 cópias, fez com que Joana Rios se lançasse artisticamente, no entanto, os discos que lhe seguiram – “Universos Paralelos” (2007) e “3 Desejos” (2011) - já apontavam para um universo musical bastante distinto desse disco de estreia, sendo estes cantados em português contendo maioritariamente música original composta por Joana Rios.

 

Em 2013 deu-se o encontro entre Joana Rios e o mestre da guitarra portuguesa António Parreira, encontro que reavivou uma memória perdida duma relação antiga de Joana Rios com o Fado. Foi o despertar dessa memória, da importância da palavra e da interpretação do fadista que deram origem a uma dedicação intensa e total nos últimos anos, do qual o seu disco de estreia como fadista “Fado de cada um” editado a 24 de Junho de 2016 é testemunho.

 

Ao longo da sua carreira Joana Rios teve oportunidade de cantar nos mais importantes palcos nacionais, pontuada com actuações fora do país. Com os concertos  “Fado de cada um”, que têm acontecido um pouco por todo o país. Joana Rios pisará o palco da Casa da Música no Porto, dia 27 de Maio às 21h30. A acompanhá-la vão estar os músicos Luis Coelho na guitarra portuguesa e Pedro Pinhal na viola de fado. Em Junho, Joana Rios vai estar na Dinamarca nos próximos dias 2, 3 e 5.

Imaginarius apresenta… “Block”

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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BLOCK é uma aventura cénica que parte de 20 blocos que funcionam como instrumentos de constante construção e desconstrução, capazes de criar uma harmonia de formas, sombras e recantos… num espaço onde a dança e o circo se cruzam.

Uma metáfora centrada na transformação de espaço natural em centros urbanos e na mudança de perspetivas estéticas e arquitetónicas, através da criação de plataformas que simbolicamente se cruzam com corpos, representando barreiras e obstáculos para a nossa repetição do ciclo de sucessos e fracassos. Uma performance multidisciplinar, que une disciplinas acrobáticas com a dança contemporânea numa apropriação única do espaço urbano, transformadora da nossa experiência visual.

 

Circo / Dança em Estreia Nacional pelos Ingleses NoFit State Circus + Motionhouse / 40’

 

26 maio | 17h10 e 22h00 | Praça Gaspar Moreira

27 maio | 18h45 e 23h40 | Praça Gaspar Moreira

Imaginarius apresenta… “EZ SUB” pelo Projeto EZ

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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Num cenário urbano, um estanho submarino navega desorientado. Uma máquina cénica de grande formato, capaz de transportar os transeuntes para uma nova realidade. O Projeto EZ põe a sua experiência cénica ao serviço da inovação e da experiência sensorial, desenvolvendo um novo projeto que transforma o público em ator e performer, no interior de um submarino urbano que dá vida a momentos únicos.

 

Performance / Instalação em estreia absoluta [selo apoio à criação Imaginarius] / 45’

 

25 maio

23h00 | Praça Gaspar Moreira › Biblioteca Municipal

26 maio

16h45 | Igreja Matriz › Rua Dr. Roberto Alves › Praça da República

20h45 | Igreja Matriz › Rossio › Rua dos Descobrimentos › Rua Dr. Vitorino de Sá

23h15 | Praça da República › Rua Dr. Roberto Alves › Igreja Matriz

27 maio

14h45 | Praça da República › Praça Gaspar Moreira › Rua dos Descobrimentos

20h30 | Igreja Matriz › Rua Dr. Roberto Alves > Praça da República

22h50 | Casa do Moinho › Rossio › Igreja Matriz

Imaginarius apresenta… “The Tamarros” pelos Italianos Ambaradan

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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O ritmo avassalador da tarola, o impulso do baixo e a melodia do saxofone são pontos de partida para uma aventura única pelo “Disco Fever”.

De volta aos anos 70, The Tamarros saem à rua com uma energia única, óculos de sol espelhados, penteados característicos e calças com boca-de-sino. Um momento de celebração capaz de transformar a rua num espaço aberto a batidas clássicas, a coreografias e a situações embaraçosas.

 

Música em estreia nacional / 45’

 

26 maio

18h00 | Praça Gaspar Moreira › Praça da República › Igreja Matriz › Casa do Moinho

01h10 | Praça Gaspar Moreira

27 maio

17h30 | Igreja Matriz › Rua Dr. Roberto Alves › Praça da República

01h30 | Praça Gaspar Moreira

 

Júlio Pereira ao vivo…

Júlio Pereira revisita, ao vivo, o seu último disco, Cavaquinho.pt.

Acompanhado por Miguel Veras na guitarra, Sandra Martins no violoncelo e Pedro Dias na guitarra portuguesa, nestes espectáculos o som da pequena viola de quatro cordas alia-se aos seus parentes madeirenses e americanos, numa criação de contemporânea mestiçagem. Em palco, resulta numa diversificada viagem por múltiplas paragens sonoras, que não dispensa, até, um piscar de olho ao fado.

julio pereira.jpgJúlio Pereira prepara-se para editar um novo trabalho, com data de lançamento prevista para o último trimestre de 2017.

 

25 Maio 2017 / 21.30h - Auditório do Conservatório de Música (Coimbra)

27 Maio 2017 / 21.30h - Santo Estêvão / Largo da Igreja (Tavira)

6 Junho 2017 - Teatro da Trindade, Gala CISAC (SPA) (Lisboa)

10 Junho 2017 - Quinta do Torreão (Festival Pão de Portugal) (Albergaria-a-Velha)

25 Junho 2017 / 18.00h – Esporão

"XXV Anos”… O regresso dos Alcoolémia

"XXV Anos” marca o regresso dos Alcoolémia num disco que celebra duas décadas e meia de rock e estrada do grupo de “Não Sei Se Mereço”, e que estará à venda no dia 9 de Junho.

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O grupo lançou o convite a uma série de amigos que admiram, para celebrar e revisitar os seus maiores sucessos. Entre as vozes de músicos já consagrados, e novos valores, os Alcoolémia contam com a participação de António Manuel Ribeiro (UHF), Nelson e Sérgio Rosado (Anjos), Carlos Tavares (Grupo de Baile), Nuno Norte, Zeal (Dr. Estranho Amor), Maria João, Vasco Duarte (Ossos do Oficio), Alfredo Costa (Skills and Bunny Crew) e Tiago Estrela (Rock em Stock). Paulo Borges (GNR) está a cargo das teclas.

 

"XXV Anos" é um álbum de celebração, para os fãs do grupo, e de descoberta para novos públicos. "Não Sei Se Mereço" é um dos temas revisitados, que conta com a participação de Carlos Tavares (Grupo de Baile) e Nuno Norte, um tema para recordar ou descobrir os "XXV Anos" dos Alccolémia.

 

No dia 25 de Maio, os Alcoolémia apresentam-se, ao vivo, em Lisboa no Cinema S. Jorge, pelas 21h00.

Imaginarius apresenta… “Conseqüències” pela Cia Moveo

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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CONSEQÜÈNCIES é um trabalho artístico físico e intenso sobre a verdade dos outros. Onde está visível e oculta a generosidade e a capacidade de sermos nós mesmos?

A Cia. Moveo apresenta um motor individual de esperança, encarando o medo com expectativa no futuro, num espetáculo pleno de fisicalidade e momentos inexplicáveis.

Na sociedade de hoje, conhecemos pessoas, caminhamos e contactamos com elas, mas nunca voltamos a repetir caminhos. Afinal, para onde vamos? Sabes o que isto significa para mim? Consegues compreender as consequências do teu gesto inocente?

 

Dança em estreia absoluta / Vencedor Mais Imaginarius 2016 / 25’

 

25 maio

21h15 | Casa do Moinho

26 maio

16h00 | Casa do Moinho

22h10 | Igreja Matriz

27 maio

15h30 | Casa do Moinho

21h00 | Igreja Matriz

A.M.A. apresentam o single "Faltou-nos Um Beijo"

Faltou-nos Um Beijo” é o terceiro single dos A.M.A.

Os A.M.A. desafiam a criatividade e trabalham para lançar uma música por mês.

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O estilo é viciante e irresistível num universo entre os sintetizadores e as melodias de piano. As letras, retratam essencialmente histórias de amor com as duas vozes em uníssono num timbre único e original. Uma verdadeira viagem pela Eletrónica, Pop, R&B.

Uma aposta forte para qualquer SunSet Festival ou indoor. Dia 2 de Junho em formato digital

Bons Sons 2017… com Concerto "espacial" entre Vénus e Marte

Ele diz que não está velho, que está mais novo do que nunca mas com o dobro da experiência. O nome surpresa do cartaz do BONS SONS é finalmente divulgado e é a cereja no topo do bolo do melhor cartaz da música portuguesa deste Verão. Em 2017, José Cid vai sentar-se aos comandos da nave espacial que aterra em Cem Soldos para o concerto de celebração do álbum icónico da sua carreira, "10.000 anos depois entre Vénus e Marte". Num registo de rock progressivo, pelo qual é menos conhecido do grande público mas que é aclamado por especialistas e melómanos, Cid transporta-nos numa viagem de ficção científica estelar com notas de alucinação psicadélica.

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O álbum lançado em 1978 pela editora Orfeu conta a história de um homem e uma mulher que regressam à Terra após 10.000 anos da autodestruição da humanidade. Viajam através do espaço em direcção ao planeta azul para o repovoar. Na altura não foi imediatamente reconhecida a virtude deste álbum, com vendas a não irem além das 1000 cópias, mas como acontece às obras de génio editadas à frente do seu tempo, foi ganhando o estatuto de álbum de culto tanto em Portugal como além-fronteiras. É este o grande motivo para celebrarmos os quase 40 anos deste álbum com o seu compositor e intérprete original no Festival da Música Portuguesa.

 

"10.000 anos entre Vénus e Marte" não foi nave que se pilotou sozinha. Na gravação, além do versátil músico, talentoso teclista e reverberante vocalista José Cid, juntaram-se Zé Nabo no baixo e na guitarra, que partilhou com Mike Sergeant, enquanto as baquetas da bateria e a percussão estavam nas mãos criativas de Ramon Galarza. A sonoridade astral, muito particular desta obra, deve-se ao instrumento musical Mellotron, uma marca constante no rock progressivo e uma característica comum a outras bandas da época como Pink Floyd, Genesis, King Crimson ou Moody Blues. Este instrumento data de uma era pré-sampling musical e dá ao controlador a possibilidade de reproduzir som gravado numa fita de áudio alterando-lhe o tom e ritmo.

 

O Mellotron empresta também o nome ao Planeta Fantástico, uma das músicas do álbum. O álbum contém ainda os temas "O Último Dia na Terra", "O Caos", "Fuga para o Espaço", o homónimo "10.000 anos depois entre Vénus e Marte" "A partir do Zero", "Memos" e "Vida (Sons do Quotidiano)", este último incluído como faixa bónus no álbum original e já tinha sido editado como EP em 1977. O espectáculo contará ainda com temas que datam da mesma época como "Onde, Quando, Como, Porquê, Cantamos Pessoas Vivas", uma incursão no rock sinfónico que precedeu o álbum, e também "Vozes do Além" cuja gravação contém poemas de Sophia de Mello Breyner e de Natália Correia. Este tema tem sido prometido para um aguardado álbum, com o mesmo nome, em que José Cid estará a trabalhar, empreendendo um regresso a esta estética musical com o tema da reincarnação e da vida após a morte.

 

Fazem ainda parte do cartaz do Bons Sons 2017

Rodrigo Leão, Orelha Negra, Mão Morta tocam Mutantes S21, Capitão Fausto, Samuel Úria, Paulo Bragança, Virgem Suta, Frankie Chavez, Né Ladeiras, Medeiros/Lucas, Glockenwise, Throes +The Shine, Holy Nothing, The Poppers, Thunder & Co, Manuel Fúria e os Náufragos, Señoritas, Octa Push, Whales, Filipe Sambado, Captain Boy, Marco Luz, Surma, LST - Lisboa String Trio, Joana Barra Vaz, Valter Lobo, Sonoscopia, Les Saint Armand, Sampladélicos, Ana Jezabel e António Torres, Lander&Jonas, Carlota Lagido, Band'olim, Lucía Vives + João Raposo, Moços da Vila, Sanct'Irene, SingularLugar, Filipe Valentim, Moçoilas, Rodrigo Affreixo, Puto Anderson, DJ NinOo e K30 (Firma do Txiga), Groove Salvation, Zé Nuno, Sam U, Beatdizorder e Inês Lamim.

Imaginarius apresenta… “AR-TI-FÍ-CIO” de Maria de Melo Falcão e Vítor Fontes

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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A palavra AR-TI-FÍ-CIO não se reduz ao seu significado, desmantelando-se em sílabas que se assumem como peças do jogo. Quatro corpos tentam enganar-se numa procura constante de diálogo através do fingimento, num espaço performativo detonável. Estes corpos evoluem à medida das suas necessidades, constroem-se com as memórias presentes do grupo e embalam numa trajetória de ações planeadas, premeditadas com ênfase no embuste.

O projeto apresenta-se em duas versões: uma diurna, materializada numa instalação permanente

 

Performance / Instalação em estreia absoluta [selo apoio à criação Imaginarius] / 20’

26 maio | 15h10 e 20h30 | Casa do Moinho

27 maio | 17h30 e 20h00 | Casa do Moinho

 

Dança em estreia absoluta [selo apoio à criação Imaginarius] /  40’

25 maio | 22h15 | Praça Gaspar Moreira

26 maio | 00h20 | Praça Gaspar Moreira

27 maio | 00h45 | Praça Gaspar Moreira

Imaginarius apresenta… “Cegos” dos Brasileiros Desvio Coletivo

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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Homens e mulheres, em trajes sociais, cobertos de argila e de olhos vendados, caminham lentamente interferindo poeticamente no fluxo quotidiano da cidade. CEGOS propõe uma reflexão acerca do modo de vida da sociedade contemporânea, pautada pela busca incessante do poder que petrifica as relações humanas em prol do capitalismo.

A interação performativa com os espaços que representam os eixos dominantes da sociedade provoca desconfiança na paisagem urbana. CEGOS é uma performance urbana com caráter de obra aberta que remete para diferentes leituras: a redução da nossa existência à produção industrial e ao consumo, o excesso de trabalho, o aprisionamento e a petrificação da vida, a automatização do quotidiano, a degeneração ética que se alastra no atual estado da sociedade. A proposta visual centra-se na condição exaustiva característica do trabalho corporativo, materializada nos trajes sociais que homens e mulheres utilizam como armadura quotidiana nas cidades de hoje..

 

Intervenção / Performance em Estreia Nacional

 

24 e 25 maio | 18h00 às 22h00 | Workshop de Intervenção Urbana

Acesso ao workshop mediante inscrição prévia, através do e-mail workshops@imaginarius.pt.

 

26 maio | 16h00 | Biblioteca Municipal › Rua Dr. Elísio de Castro › Igreja da Misericórdia › Rua Jornal Correio da Feira › Rua Dr. Vitorino de Sá › Rua dos Descobrimentos › Rossio

 

27 maio | 15h00 | Castelo › Igreja Matriz › Rua Dr. Roberto Alves › Praça da República › Praça Gaspar Moreira › Rua Dr. Elísio de Castro › Igreja da Misericórdia › Rua Jornal Correio da Feira › Rua Dr. Vitorino de Sá › Rua dos Descobrimentos › Rossio

Afrojack no MEO Sudoeste…

A edição que marca os 20 anos de MEO Sudoeste tem o seu desfecho a 5 de agosto e contará para terminar em festa, com Afrojack, um dos nomes mais importantes da música de dança da atualidade, no Palco MEO.

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O holandês Afrojack é indiscutivelmente um dos nomes mais importantes da música de dança da atualidade. Vencedor de um Grammy, tem colaborado com alguns dos maiores nomes da música mundial como Pitbull e Ne-Yo no single “Give Me Everything”, com David Guetta em “Titanium,” e também com Madonna, Chris Brown, Beyoncé e tantos outros. É presença constante no top da Billboard, tendo no currículo atuações nos maiores festivais do mundo, como Coachella, Ultra, Tomorrowland ou Electric Daisy Carnival.

 

Em 2014 editou o seu disco de estreia, “Forget The World”, um registo sobre a importância de nos focarmos naquilo de que realmente gostamos, libertando toda a nossa paixão pela vida e ignorando a negatividade dos outros. Tudo isto, claro, com muita vontade de dançar ao som das batidas house de um dos melhores DJs do mundo.

Está dada a receita de Afrojack para o público do MEO Sudoeste, dia 5 de agosto, no Palco MEO.

Estreia documentário “Astral” e Debate solidário sobre Refugiados

O colectivo Marea Granate Lisboa, em parceria com o Cinema São Jorge/EGEAC, dão a conhecer “Astral”, documentário que estreia em Portugal e aborda o drama dos refugiados que tentam atravessar o Mediterrâneo em busca de um futuro na Europa. Astral, realizado pela equipa do programa de televisão espanhol "Salvados" (Canal La Sexta), dirigida por Jordi Évole, narra o caso da ONG Proactiva Open Arms que transformou um veleiro de luxo, doado pelo empresário italiano Livio Lo Monaco, numa embarcação de resgate, tendo socorrido milhares de pessoas.

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No final da projecção do filme terá lugar um debate que contará com a participação de Mónica Jeanne Frechaut, em representação do Conselho Português para os Refugiados, de Paulo Leão da Go Humanitarian – Grupo de Operações de Intervenção Comunitária, e de Awet Mebrahtu, beneficiário desta associação.

 

Desde que começou, em julho de 2016, a sua missão no Mediterrâneo, em frente à costa da Líbia, os tripulantes voluntários do Astral, médicos e nadadores salvadores, têm socorrido milhares de pessoas. Na primeira acção foram resgatados 1400 migrantes. A equipa do programa televisivo espanhol "Salvados", do Canal La Sexta, dirigida por Jordi Évole 3, embarcou em julho de 2016 no barco para registar o dia-a-dia da tripulação da ONG, nesta imprescindível missão de vigilância e resgate humanitário. Esta é a sua história.

 

Ao longo de uma hora e meia, o documentário mostra a complexa adaptação do navio a embarcação de resgate, a sua tripulação, formada por voluntários de Proactiva Open Arms, e o drama a que se assiste diariamente no Mediterrâneo, de milhares de pessoas que tentam fugir do horror da guerra, dos abusos e da fome. Refugiados, exaustos e explorados por máfias, partilham as experiências que viveram, o horror e a esperança, que lhes deu alento para avançar, de encontrar na Europa um futuro melhor.  Este documentário já foi projetado em mais de 130 salas de cinema em Espanha e em cidades como Paris, Londres, Nova Iorque, Berlim, entre outras, sempre com um fim solidário, arrecadando receitas para a Proativa Open Arms.

A receita da bilheteira será integralmente doada à ONG Proactiva Open Arms.

 

Cinema São Jorge (Lisboa)

23 de Maio 2017 | 20.30h

Um diálogo ibérico em Ferreira do Alentejo com o rio Sado ao fundo…

Espanha é o país convidado do Terras sem Sombra em 2017, facto que abre o Alentejo a uma pioneira apropriação do universo ibérico, permitindo assinalar inúmeras pontes, visíveis e invisíveis, entre os dois lados da fronteira. Como fio condutor desta proposta de Juan Ángel Vela del Campo, o director artístico do festival, divisa-se uma realidade peninsular extremamente rica do ponto de vista musical, em que sobressai a herança lírica comum.

O diálogo Ibérico vai ser aprofundado em Ferreira do Alentejo no próximo sábado, 27 de Maio, às 21h30, na igreja matriz de Nossa Senhora da Assunção, conhecida pelas tradições musicais e pela excelente acústica.. Sobem ao palco dois intérpretes que suscitam enormes aplausos do público e da crítica: a mezzosoprano extremenha Elena Gragera e o pianista catalão Antón Cardo

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O concerto Um Espaço Comum: Aspectos da Tradição Lírica em Portugal e Espanha centra-se nesta herança poético-musical tal como ela foi descoberta (e, de certo modo, reinventada) por grandes compositores dos sécs. XIX e XX, a partir de textos medievais e renascentistas – dos cancioneiros galaico-portugueses a Gil Vicente, Luís de Camões e Sá de Miranda. Estes autores escreveram boa parte das suas obras em castelhano, língua com enorme expressão literária no período quinhentista. Resultou daqui um extraordinário património lírico comum, em termos literários e musicais, que Elena Grajera e Antón Cardó dão a conhecer com mestria, revisitando igualmente peças fundamentais do lied alemão e da chanson francesa que se inspiram em textos de escritores peninsulares daquelas épocas, com realce para as composições de Schumann, Schubert e Gounod.

 

Gragera é uma exímia conhecedora do repertório romântico e contemporâneo e as suas interpretações caracterizam-se pela originalidade, suscitando programas inovadores que conquistam projecção internacional. A cantora, oriunda da Extremadura é uma apaixonada pela música portuguesa, que domina como poucos e tem difundido em palcos de todo o mundo. Antón Cardó, por seu turno, revela-se um pianista de finíssima sensibilidade, formado entre a França, a Polónia e a Rússia, que faz parte do escol dos intérpretes do lied.

 

Um aspecto a sublinhar: os belos textos em castelhano de Gil Vicente, Camões e Sá de Miranda figuram, no catálogo desta edição do Festival, em traduções do poeta alentejano Ruy Ventura. É a primeira vez, pelo menos na época moderna, que este tesouro literário passa a estar disponível no idioma português.

 

A tarde de sábado é consagrada a uma visita ao centro de Ferreira, com início na matriz, às 14h30, sob a orientação do historiador de arte José António Falcão. O percurso tem como principais alvos, depois dessa igreja, a capela do Calvário, de forma circular, que corresponde a uma velha tradição alentejana; a ermida de Nossa Senhora da Conceição, ligada à devoção de um natural da terra que acompanhou Vasco da Gama à Índia; e o Museu de Arte Sacra, na antiga igreja da Misericórdia. Ao longo do périplo, concebido em parceria com o Museu Municipal, serão igualmente observados outros aspectos do património local, com destaque para a arquitectura civil, o urbanismo e as indústrias tradicionais.

 

Na manhã de domingo, 28, realiza-se uma acção de salvaguarda de biodiversidade que levará os voluntários do Terras sem Sombra ao Sado, um rio ilustre, mas ainda desconhecido, cuja presença na opinião pública anda sobretudo ligada à reserva natural do seu estuário. Porém, existe um “outro” rio, ainda cheio de segredos: um rio continental, afastado da influência marinha, mas que possui enorme valor ambiental e constitui um forte elemento identitário para as populações vizinhas.

Ao longo de um percurso de 180 km, desde que nasce na Serra da Vigia, em Ourique, a 230 m de altitude, até ao estuário, junto à cidade de Setúbal, o Sado sofre várias agressões, causadas não só pelas barragens, mas também pelos rejeitados de minas, pela agricultura intensiva, pelos efluentes urbanos e pelos areeiros, entre outros factores. Torna-se necessário, por isso, valorizar o seu conhecimento e sensibilizar para a sua preservação.

 

Esta iniciativa, fruto da colaboração com o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, o Município de Ferreira, a Agência Portuguesa do Ambiente e a Universidade de Évora, visa promover um diagnóstico do curso médio do rio, de modo a inventariar a biodiversidade (particularmente das galerias ribeirinhas) e avaliar a qualidade da água. A aldeia de Santa Margarida do Sado e a sua igreja gótica, enquadrada por notáveis vestígios arqueológicos, vão igualmente reter a atenção dos visitantes.

 

De entrada livre, o Festival Terras sem Sombra prolonga-se até  2 de Julho e segue para Sines e Beja. Um hino ao Alentejo: à beleza dos seus espaços naturais e ao prazer da descoberta dos tesouros artísticos e paisagísticos.

 

Programa Ferreira do Alentejo

27 de Maio 2017

Património

14:30 – 17:30 – Visita guiada ao Centro Histórico / Local em destaque - Capela do Calvário

Ponto de encontro – Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

 

Música

21H30 – Um Espaço Comum: Aspectos da Tradição Lírica em Portugal e Espanha

Local - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

Meio-soprano: Helena Gragera / Piano: Antón Cardó

 

28 de Maio 2017

Biodiversidade - O Sado – diagnóstico de um rio (ainda) desconhecido

10H00 – Partida - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

Guitarra assinada por Chrissie Hynde vai a leilão solidário para apoiar APCL

Chrissie Hynde vem ao EDPCOOLJAZZ e aceitou fazer parte de mais uma iniciativa solidária do evento. Trata-se de um leilão solidário de uma exclusiva guitarra Fender Telecaster assinada pela própria e que inclui também dois bilhetes Plateia VIP para o concerto dos The Pretenders, que será realizado no Parque dos Poetas/Estádio Municipal de Oeiras, no dia 19 de julho. O leilão Solidário é promovido pela Live Experiences e pela EDP e reverterá para a APCL – Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa, Centro Nuno Belmar da Costa, cuja missão é apoiar e proporcionar tranquilidade às pessoas com paralisia cerebral e situações neurológicas afins e suas famílias, através do desenvolvimento máximo das suas capacidades.

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“É com muita satisfação que a EDP é parte ativa desta iniciativa solidária, juntamente com a Live Experiences que permite colaborar com instituições portuguesas de responsabilidade social. Mais do que uma honra, apoiar uma instituição como o Centro Belmar da Costa, é uma prioridade para o grupo, como forma de contribuir para uma sociedade melhor”, comenta Ana Sofia Vinhas, Diretora de Marca da EDP.  "É uma iniciativa que se enquadra na estratégia de Responsabilidade Social do Grupo que tem hoje um forte programa de investimento social em Portugal, através da Fundação EDP. Com um investimento anual de 2,1 milhões de euros, o Programa EDP Solidária é a maior linha privada de investimento social em Portugal e desde 2004 já apoiou 347 projetos em todo o país e estes são números que nos deixam bastante orgulhosos”, acrescenta a Diretora de Marca da EDP.

 

A partir de hoje, 23 de maio, e até dia 30 de junho, o leilão está disponível na esolidar, plataforma de comércio solidário, e os interessados podem participar em Leilão fazendo a sua licitação que tem como valor base 900 euros. O valor máximo licitado até ao término do leilão será do vencedor desta iniciativa. O Modelo da guitarra é uma Fender Classic Series 60's Telecaster – RWBLK com Gig Bag, no valor comercial de 740 euros.

 

Regulamento e Procedimentos do leilão:

- O Leilão tem início no dia 23 de maio até ao dia 30 de junho;

- Cada participante pode licitar mais do que uma vez se pretender cobrir o valor mais alto até à ao último dia do leilão;

- Os participantes têm que estar devidamente identificados e indicar contacto telefónico;

- O vencedor recebe uma declaração da licitação para fins solidários;

- No momento da entrega só é autorizada a presença do vencedor;

- O anúncio do vencedor será feito no dia 1 de julho através da plataforma esolidar;

- A entrega será feita ao vencedor no dia 19 de julho, dia do concerto;

- O vencedor será contactado para formalizar a iniciativa e entrega do bilhete de concerto;

 

O EDPCOOLJAAZZ foi pioneiro nestas iniciativas quando em 2015 lançou o leilão da guitarra autografada por Mark Knopfler, que reverteu 8 mil euros para a CerciOeiras. Agora o EDPCOOLJAZZ volta a levar a cabo outra iniciativa de solidariedade com a colaboração de um artista do Festival, sendo a líder e vocalista da banda The Pretenders que se junta a esta ação solidária.

 

 

Bairrada volta a ganhar Melhor Espumante do Ano

Pelo segundo ano consecutivo, a Bairrada volta a ver um dos seus como o Melhor Espumante do Ano, tendo sido o Quinta do Ortigão Cuvée 2012 a arrecadar o galardão atribuído pela ViniPortugal no âmbito do ‘Concurso Vinhos de Portugal 2017’. Os vencedores foram anunciados na sexta-feira passada, em Arraiolos, e os prémios para a Bairrada não se ficaram por este grande feito: os tintos ‘2221 Terroir Cantanhede 2011’ (Adega Cooperativa de Cantanhede e Caves São João) e ‘Ataíde Semedo Reserva 2015’ (do produtor com o mesmo nome, Ataíde Costa Martins Semedo) foram distinguidos com ‘Grande Medalha de Ouro’; e houve ainda uma ‘Medalha de Ouro’ e quinze ‘Medalha(s) de Prata’, todos ele com a certificação DO Bairrada.

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Segundo Pedro Soares, Presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada, “a prestação da Bairrada tem vindo a afirmar-se nesta e em outras iniciativas que põe à prova (cega) os vinhos e espumantes da região, o que é de louvar e meritório para todos os que dia-a-dia trabalham para atingir resultados cada vez melhores, para os seus vinhos e para o bom nome desta que é uma região vitivinícola de excelência”. 

 

Enquadrar que esta edição do ‘Concurso Vinhos de Portugal’ contou com um painel de 110 especialistas nacionais e internacionais, que avaliou os 1373 vinhos em prova. Foram atribuídas 341 medalhas, 30 das quais na categoria ‘Grande Ouro’, 121 de ‘Ouro’ e 190 de ‘Prata’.

 

Muralhas de Monção ganha "champion" dos troféus no International Wine Challenge 2017

O vinho Muralhas de Monção 2016, da Adega Cooperativa de Monção, ganhou o prémio “Trophy”, de entre os néctares da Região dos Vinhos Verdes, atribuído pelo International Wine Challenge 2017, um dos maiores, mais antigos e prestigiados concursos de vinhos mundiais. Após ter sido distinguido com medalha de ouro naquele concurso internacional, que decorreu em Londres, o Muralhas de Monção 2016 arrebata agora aquele que é considerado o “champion” dos troféus, um prémio atribuído apenas aos vinhos destacados com ouro, de entre aqueles com maior pontuação. O prémio foi anunciado hoje pela organização do certame.

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Recorde-se que a Adega Cooperativa de Monção arrecadou duas medalhas de ouro no International Wine Challenge 2017 (IWC), com os vinhos Muralhas de Monção 2016 e Deu-La-Deu Reserva 2014, uma medalha de prata com o alvarinho Deu-la-Deu 2015 e um prémio recomendado com o branco Adega de Monção 2016.

 

A organização do concurso é conhecida por ter o mais meticuloso processo de avaliação, dividido em duas fases, em que qualquer vinho medalhado é provado em três ocasiões diferentes por, pelo menos, 10 provadores diferentes. Armando Fontainhas, presidente da Adega Cooperativa de Monção, congratula-se com esta distinção e considera que é o resultado “de um trabalho de persistência, determinação e paixão que permite à sub-região de Monção e Melgaço produzir vinhos de elevada qualidade”, adiantando ainda que “é um orgulho ver todo este trabalho reconhecido e premiado mundialmente”.