Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

TNSJ e Clã juntam-se para criar um musical dedicado aos “supernovos”

A relação entre os Clã e o Teatro Nacional São João (TNSJ) é duradoura e teve início com o concerto Barbie Suzie Dolly Polly Pocket na abertura da temporada 2009/2010 da instituição. Passados oito anos, a banda liderada por Manuela Azevedo regressa aos espaços do TNSJ para estrear um musical infanto-juvenil com encenação de Nuno Carinhas e libreto de Regina Guimarães (com quem os Clã já tinham colaborado em Disco Voador). O espetáculo Fã abre o novo ano da programação do TNSJ e está em cena a partir de 5 de janeiro, no Teatro Carlos Alberto (TeCA).  

Fã 1_Fotografia de ensaio ©João Tuna

photo: João Tuna

 

Com canções dos Clã (compostas por Hélder Gonçalves) e a presença da banda ao vivo, brinca com o imaginário do teatro e conta a história de um “fantasputo” que está apaixonado por uma cantora debutante e passa os dias a pregar partidas no teatro. Segundo Regina Guimarães, a ligação deste “fanstasminha” à casa-teatro cristaliza-se em torno da história do fantasma da ópera escrita por Gaston Leroux. Fã é um espetáculo divertido no qual se fala de coisas sérias, uma espécie de aventura para os “supernovos” mas que “não causa urticária nem mortal aborrecimento aos pais, parentes, educadores, vizinhos, padrinhos, madrinhas e demais companheiros”.

Fã 3_Fotografia de ensaio ©João Tuna

photo: João Tuna 

 

conta com as interpretações de João Monteiro, Maria Quintelas e Pedro Frias, sendo que da equipa fazem ainda parte Victor Hugo Pontes (responsável de movimento), Wilma Moutinho (desenho de luz) e Nélson Carvalho (desenho de som).

Para além da encenação, Nuno Carinhas assume também os figurinos e cenografia da nova produção do TNSJ.

O espetáculo está em cena até dia 29 de janeiro, e pode ser visto na quarta e quinta-feira, às 11h00 (exceto dia 5, que a récita está agendada para as 21h00); na sexta-feira, às 21h00; no sábado, às 16h00 e às 21h00; e no domingo, às 16h00. No último dia está prevista uma sessão em Língua Gestual Portuguesa e com Audiodescrição, num esforço que tem sido levado a cabo no sentido de tornar o Teatro acessível a todos os públicos.

Os bilhetes têm um preço de 10 euros para adultos ou cinco euros para crianças, sendo que o espetáculo é destinado a maiores de seis anos.

 

HIM…. Em Portugal

Amem-se de paixão ou odeiem-se de morte, porque são daquelas bandas em relação às quais não parece haver meio-termo, a verdade é que não há como negar o impacto que os HIM, os criadores do love metal, tiveram no cenário da música pesada desde que, em 1997, lançaram o seu disco de estreia. Parece, de facto, incrível que entretanto já se tenham passado duas décadas. A verdade é que, ao longo dos últimos vinte anos, transformaram-se numa das mais bem sucedidas exportações musicais finlandesas, num caso raro de sucesso estratosférico, não só no seu país de origem mas também do outro lado ao Atlântico. Em 2017, o ano em que se comemora o vigésimo aniversário da edição de “Greatest Lovesongs, Vol.666” e após uma demasiado longa ausência dos palcos nacionais, a banda de Helsínquia vai estar por fim de regresso a Portugal para um concerto intimista no Hard Club, no Porto, no dia 17 de Junho.

HIM

Forjadas no início dos anos 90 pelos pioneiros do death doom britânico como Paradise Lost ou My Dying Bride, as melódicas e melancólicas atmosferas do metal gótico sugeriram desde bem cedo um lado mais suave e comercialmente viável para o rock herdeiro dos Black Sabbath, mas foram mantidas sob controlo pelo underground mais sombrio até ao momento em que, do outro lado do Atlântico, Peter Steele e os seus Type O Negative decidiram, de uma vez por todas, arriscar uma estética mais sexy e acessível aos riffs compassados. No entanto, acabaram indubitavelmente por ser os finlandeses HIM a escancarar as proverbiais portas do panteão metálico para todos os sons lustrosos e sensuais que se foram tornando populares durante a viragem do milénio. Apoiados na sua visão muito pessoal, gótica e romântica q.b. do rock que não rejeita as influências de metal ou até mesmo de pop, a banda liderada por Ville Valo construiu um percurso exemplar e um fundo de catálogo repleto de temas icónicos.

Cada geração tem seus ícones e – de Johnny Cash aos Black Sabbath – as últimas décadas têm sido definidas pelos sons que produzem. Os HIM não são uma exceção a esta regra e, desde que se juntaram em 1992, têm vindo a destilar a sua fusão de sons pesados e envolventes, pejados de teclados luxuriantes e melodias orelhudas, para criar uma fermentação sónica excecionalmente potente. Criada por um grupo de adolescentes obcecados não só com os imortais Black Sabbath, mas também com a sagacidade sardónica e pesada dos Type O Negative, a banda cresceu para se transformar num dos ícones nacionais da sua nativa Finlândia – e não se ficou por aí. A sua marca registada, o Heartagram, deixou um selo indelével por todo o globo, graças a uma sequência de lançamentos de qualidade superior e a uma dedicação que os viu a calcorrear o mundo de lés a lés. Hoje, com um total de mais de oito milhões de discos vendidos a nível mundial, “Join Me In Death” a afirmar-se como o single mais vendido por qualquer artista finlandês até à data e a honra de terem sido, efetivamente, a primeira banda finlandesa a conquistar um disco de ouro nos Estados Unidos com “Dark Light”, de 2005, os HIM são uma força como nenhuma outra.

 

Hard Club (Porto)

17 de Junho 2017

“Mistaken Millennial”... o psychpop de Yuko Yuko

Yuko Yuko é um projeto musical holandês de Elias Elgersma, jovem de apenas de 19 com inspirações psychpop assentes em sonoridades dos anos 80.

artworks-000199495782-zvjrtw-t500x500

Em 2012, a música de Elias chama a atenção de alguns blogers no México, o que lhe permitiu lançar 2 EP’s ainda antes de ser conhecido no seu próprio país. “Cutlove”, o seu segundo EP é a chave para a sua divulgação na Holanda e em todo o mundo.

Mistaken Millennial” é o seu novo single, depois de “I’m too Cool” e “Wait For The Apocalypse”, incluídos no seu álbum de estreia, editado em Fevereiro de 2016, “More Than A Facebook Friend” pela Field Mates Records / Purple Noise Record Club.

 

Dream Theater em Portugal… Images, Words & Beyond 25th Anniversary Tour

Três anos após terem deixado a plateia do Coliseu do Porto totalmente rendida à qualidade inequívoca da sua música e à proficiência técnica irrepreensível de um coletivo formado por músicos de exceção, os Dream Theater vão estar de regresso “ao local do crime” no dia 30 de Abril de 2017.

O espetáculo integra-se na rota europeia da digressão Images, Words & Beyond, que celebra o 25º aniversário da edição de “Images and Words”, um dos lançamentos mais icónicos e celebrados de que há memória no espectro do heavy metal progressivo e, sem dúvida, um dos pontos mais inspirados numa carreira que, por esta altura, já ultrapassou a marca do quarto de século de existência – sem que os músicos norte-americanos tenham alguma vez dado mostras de abrandamento criativo.

Dream-Theater

Com início a 30 de Janeiro, em Roma, esta imponente tour europeia vai mostrar o quinteto a interpretar o “Images and Words” na totalidade, assim como uma seleção de alguns dos temas mais aplaudidos de um catálogo amplamente aclamado, mantendo a banda no velho continente até ao final de Abril, com o espetáculo em solo nacional a marcar o final de uma sequência de trinta datas que reúnem todos os condimentos para ficarem marcadas para sempre na memória dos seus seguidores.

 

Editado originalmente a 7 de Julho de 1992, “Images and Words” é o segundo álbum da carreira dos Dream Theater e marcou a estreia do vocalista James LaBrie no coletivo após a promissora estreia três anos antes com “When Dream And Day Unite”. Mostrando desde bem cedo toda a resiliência que sempre os caracterizou, os músicos não se deixaram abater pelo abandono súbito de Charlie Dominici e, após terem feito audições a quase 200 candidatos e assinado um contrato com a multinacional Atco, deram continuidade ao seu percurso com um engenho impressionante. Assinando uma mistura equilibrada de metal e rock progressivo com vocalizações sinceras e letras provocadoras, John Petrucci, John Myung, Mike Portnoy e Kevin Moore mostraram uma habilidade impressionante nos seus respetivos instrumentos, traduzida numa coleção de canções muito fortes e construídas de forma intrincada, que funcionaram como a base perfeita para LaBrie dar azo a toda a sua criatividade, espelhada na impressionante amplitude do seu registo vocal. Da complexidade de “Metropolis, Pt. 1” à épica “Learning To Live”, passando pela emblemática “Pull Me Under” (que, com direito a vídeo-clip e edição em formato single, se transformou no primeiro grande êxito do grupo), “Images and Words” afirmou de vez os Dream Theater como uma proposta musical acima da norma e, um quarto de século depois, continua a manter a sua posição como o álbum mais bem sucedido comercialmente da banda até à data.

 

Ao longo do seu já longo percurso, os Dream Theater conseguiram, de forma muito surpreendente, estabilizar uma síntese sublime de melodias inconfundíveis, instrumentação progressiva e sensação de peso agressivo incomparável no espectro do heavy metal. Graças a uma espantosa alquimia estética e criativa, o nome da banda é hoje sinónimo da força do talento, da habilidade e do poder criativo, assim como do resultado obtido na junção destes três elementos num coletivo de músicos com capacidades extraordinárias. À medida que o mundo vira à sua volta, se desenvolve, se estende e marcha para um destino incerto a nível económico, político e espiritual, o grupo hoje formado por James LaBrie na voz, John Petrucci na guitarra, John Myung no baixo, Jordan Rudess nas teclas e Mike Mangini na bateria não se coíbe de ir remodelando progressivamente o caminho, protagonizando sucessivas reinvenções que lhes permitem manter-se estoicamente como uma das propostas mais inovadoras e influentes da sua geração. Excelsos, três décadas depois de terem dado os primeiros passos, continuam a cultivar e a proteger o seu inabalável estatuto como formadores de opinião e figuras de proa de um estilo em que se pensa que tudo já foi inventado.

 

Coliseu (Porto)

30 de Abril 2017 | 21.30h

Elton John desafia novos cineastas a criar vídeos para “Bennie and the Jets”, “Rocket Man” e “Tiny Dancer”

Para celebrar o 50.º aniversário da parceria entre Elton John e o compositor Bernie Taupin, Elton John, apoiado pelo YouTube, está a dar a pessoas talentosas e criativas ainda desconhecidas a oportunidade de criarem vídeos oficiais para três canções icónicas: “Rocket Man”, “Tiny Dancer” e “Bennie and the Jets”. Como estes temas foram lançados antes da ascensão dos telediscos, esta competição acaba por ser uma oportunidade única para que novos criadores possam mostrar estas músicas como nunca aconteceu até hoje.

Image1

Elton John: The Cut” acaba de ser lançado, sendo que as subscrições serão abertas oficialmente ao público a 9 de janeiro de 2017. Os candidatos podem encontrar detalhes sobre a competição em www.eltonjohn.com/thecut.

Os vídeos que vão a concurso terão de respeitar determinados elementos artísticos para cada tema. O vídeo de “Rocket Man” terá de ser uma animação, o de “Tiny Dancer” terá de ser em live action e o de “Bennie and the Jets” terá de incluir uma coreografia.

Elton John e o seu parceiro de composição Bernie Taupin vão selecionar os três vencedores juntamente com um painel de criadores de YouTube e jurados ligados à indústria discográfica. Os vídeos vencedores vão estrear no YouTube no verão de 2017.

O YouTube vai providenciar aos candidatos que vencerem a competição o material necessário para que possam levar a cabo as suas ideias, desde apoio ao nível do financiamento de produção até à utilização das instalações do YouTube Space. A produção dos vídeos finais será apoiada pela Pulse Films, estúdio de produção responsável pelo filme “Lemonade”, de Beyoncé. O YouTube vai ainda dar um prémio de 10 mil dólares aos criadores vencedores para que eles possam desenvolver projetos no futuro ligados ao vídeo.

Elton John afirma: “Estamos entusiasmados com esta parceria com o YouTube e assim juntar várias gerações de artistas e amantes de música que partilham a mesma paixão por contar uma história. O YouTube é uma tapeçaria rica de criatividade e mal posso esperar por ver a amplitude do talento destas comunidades ligadas à dança, à animação e ao live-action e de como vão aplicar a sua visão a estas canções.”

 

Três criadores do YouTube, cada um com experiência em animação, coreografia e live-action, serão responsáveis por fazer a primeira triagem de candidaturas e apresentar as suas escolhas ao painel final de jurados, que serão revelados a 9 de janeiro de 2017.

A competição termina a 23 de janeiro e está aberta a criadores de todo o mundo com mais de 16 anos, estando sujeita a condições locais. Para descobrir mais sobre “Elton John: The Cut”, apoiado pelo YouTube, e de como entrar no concurso, visite: www.eltonjohn.com/thecut.

ProfJam lança single "Xamã"

A espera terminou… "Xamã" é o novo single de ProfJam e representa o primeiro avanço daquele que vai ser o sucessor de "Mixtakes", a editar em 2017. O vídeo, gravado em Londres e produzido por Gerssis David, já pode ser visto. O single estará disponível dentro da próxima semana nas plataformas digitais.

Image1

Com letra de sua autoria e produção de Lhast (produtor de Richie Campbell, Dillaz, Regula, Valas) e mistura e masterização de Here's Johnny, "Xamã" representa uma afirmação na qual ProfJam assume uma nova posição a nível musical, surgindo tal como um ritual de passagem xamânico para a mudança que pretende alcançar. ProfJam refere: "O Xamã deve sempre procurar enxergar mais além. Novas visões permitirão novos crescimentos e por sua vez novos resultados. Procuro com esta música motivar quem precisa de um caminho e dar um empurrãozinho a quem já o conhece mas precisa de motivação para o percorrer."

ProfJam era ainda miúdo quando decorava as letras de Eminem e Jay-Z sem ainda perceber o seu significado. Hoje já se afirma como um dos nomes a seguir no hip-hop nacional. Foi na Liga Knock Out que começou a dar nas vistas e provou-se com o lançamento da mixtape "The Big Banger Theory", que segundo o próprio, marca o inicio do seu rap. Em Março deste ano lançou o seu último trabalho, "Mixtakes", que é marcado pelo sucesso do single "Queq Queres". O rapper reúne ainda colaborações com artistas como Mike El Nite, com quem tem o clássico "Mambo Nº1". 

 

Ao vivo, ProfJam já atuou em alguns dos maiores palcos nacionais como no Meo Sudoeste, Sumol Summer Fest, Coliseu dos Recreios, entre outros

Coffee Or Not… chegam da Bélgica já em Março de 2017…

Sonoridades únicas, assentes no rock progressivo a lembrar o psicadelismo dos anos 70, com loops a pincelar os seus instrumentais efusivos, é o que Renaud Versteege e Soho Grant trazem a Portugal já em Março de 2017.

14681887_10154076013769010_2556403683413177837_n

Coffee Or Not é o projecto formado na Bélgica, tendo lançado em 2010 o seu álbum de estreia, “Not Alone In Our Mind”. Ao longo destes últimos 6 anos a banda lançou mais 3 discos, entre os quais o mais recente “Everything is falling down” editado em 2016

Para promoção de “Everything is falling down”, Renaud e Grant agendaram uma digressão com 123 concertos repartidos em vários países. A tour teve inicio em Londres no passado dia 1 de Setembro e termina em Setembro de 2017 em Bremem. Pelo meio, Portugal recebe 7 concertos do duo belga, em estreia no nosso país.

 

Os loops de Renaud acompanhado pela voz e teclas de Soho vão fazer-se ouvir nas seguintes datas:

 

4 Março 2017 - SM5O (Aldeia Paio Pires)

8 Março 2017 - Theatro Circo (Braga)

9 Março 2017 - Club Vila Real (Vila Real)

10 Março 2017 - CAE (Portalegre)

11 Março 2017 - CAL (Limiana)

17 Março 2017 - Casa da Cultura (Setúbal)

18 Março 2017 - Sociedade Harmonia Eborense (Évora)

Prata da Casa…. Segunda edição volta a agitar Barcelos

Evento surgiu com objetivo de criar impacto cultural e pauta-se pela entrada livre e contribuição voluntária de todos os envolvidos. Concertos de Leviatã (na foto baixo), Repressão Caótica, Black Smoke of Buddha, Helena Silva (indignu), po+al (em estreia), Zulu+Relax+dj Flip e dj set de ToFu (Tojo Rodrigues, dos Black Bombaim, e Joaquim Durães, da editora e promotora Lovers & Lollypops) distribuem-se por três locais emblemáticos da cultura urbana da cidade.

press

Numa organização conjunta, de cariz independente e de contribuição voluntária, músicos, promotoras, editoras, agentes, press-managers, roadies e técnicos da cidade de Barcelos reúnem esforços para criar impacto cultural e demonstrar a potencialidade das atividades que produzem.

Denominado de Prata da Casa, a iniciativa regressa em 2016 depois da estreia no ano transato e levará a palco artistas de diferentes gerações e de diversos mundos sonoros.

A música, cerne do trabalho de todos os envolvidos, levará estes a encontrarem-se na tarde e noite de 23 de dezembro, uma antecipação da consoada de Natal, para apresentar concertos em três espaços emblemáticos para a cidade: o bar e auditório do Circulo Católico de Operários de Barcelos (CCOB), uma associação centenária com sala para espetáculos, o Bar do Xano, local que testemunha encontros culturais entre várias gerações, e a Pop Cave, uma antiga e pequena loja de artesanato local à qual prestarão homenagem ao falecido dono, Celso Cunha, figura importante na movida cultural barcelense nas décadas de 80 e 90.

PO+AL

No cardápio da Prata da Casa 2016 constam os heavy-rockers psicadélicos Black Smoke of Buddha, o hip-hop de Relax, Zulu e dj Flip, o punk dos Repressão Caótica, o violino de Helena Silva (indignu), o improviso de po+al (na foto acima) (Pedro Oliveira, dos peixe:avião, Dear Telephone, OZO, e Alexandre Soares, dos Três Tristes Tigres, Osso Vaidoso e GNR) e a eletrónica dos Leviatã (Bernardo Barbosa, dos Ermo, e Marco Duarte). A Prata da Casa 2016 encerrará com dj set de ToFu, dupla composta por Tojo Rodrigues, baixista do Black Bombaim, e Joaquim Durães, fundador da editora e promotora Lovers & Lollypops.

 

A Prata da Casa arrancará pelas 17 horas e terminará às 2 da manhã, contabilizando nove horas non-stop de música produzida em Barcelos. Público só saberá espaços onde artistas tocam quando chegarem aos locais.

NOS Primavera Sound 2017… Esta aí o Cartaz da 6ª edição…

O NOS Primavera Sound deu a conhecer o cartaz da sexta edição através de um formato digital inédito e carismático para a sua comunidade de fãs. No Facebook foi lançado um vídeo que, baseado numa personagem que encontra uma garrafa na praia com uma mensagem, foi dando pistas que se cruzaram com vários locais e edifícios emblemáticos da cidade do Porto registados no telemóvel. Estas pistas foram sendo desvendadas, em paralelo noutra rede social, o Instagram. Através de Instagram Stories, foram sendo revelados os nomes de todos os artistas que vão passar pelo Parque da Cidade, no Porto, de 8 a 10 de Junho.

15492494_561253587404227_4741828460211837005_n

Hoje o cartaz da sexta edição do festival é revelado de forma integral e completa e é encabeçado por Bon Iver, que vem apresentar os temas do seu último trabalho “22, a Million”, pelo mago britânico da electrónica menos resignada, Aphex Twin, o alter ego de Richard David James, e pelo duo francês Justice, a estrear o recente “Woman” em Portugal.

O line-up do NOS Primavera Sound 2017 inclui também nomes sonantes da atualidade: o duo Run The Jewels, coroados como um dos projetos mais excitantes do momento do hip-hop, a electrónica do chileno Nicolas Jaar, que traz “Sirens” ao Porto, o som distintamente britânico de Skepta, que traz o seu mais recente trabalho “Konnichiwa”, o R&B americano de Miguel, o pop electrónico de Metronomy, a sonoridade vanguardista de Flying Lotus e a estrela da música de dança mais inovadora que chega do Canadá, Richie Hawtin.

A lista de nomes rutilantes não acaba aqui e pelo Porto vão também passar o soul de Sampha, o soul-rock de The Make-Up, de regresso aos palcos, o folk pop da americana Angel Olsen, a primeira dama da música brasileira Elza Soares, os escoceses Teenage Fanclub, à boleia do seu último álbum, a electrónica com o toque pop de Tycho, a aventura a solo de Hamilton Leithauser (ex The Walkmen), o rock clássico de Whitney ou o regresso do indie rock de Grandaddy.

O festival apresenta-se uma vez mais como um espaço de diversidade com vários alicerces musicais que incluem sonoridades menos habituais. Do extremismo de Death Grips ao soul de Lady Wray, do punk rap britânico do duo Sleaford Mods ao country de Nikki Lane, do indie pop de Jeremy Jay ou Cigarettes After Sex à electrónica de Bicep ou Mano Le Tough, do folk de Mitski, Julien Baker ou Weyes Blood ao pop de Operators e Núria Graham.

As guitarras também terão o seu espaço no Parque da Cidade. O duo Japandroids, com os seus novos temas, os californianos The Growlers, a viver o seu melhor momento, a música psicadélica australiana pela mão de dois dos seus representantes mais importantes: King Gizzard & The Lizard Wizard e Pond, o apocalipse que trazem os Swans, os maestros do psych, The Black Angels, o retorno dos lendários Royal Trux, os embaixadores do pós-hardcore Shellac, o punk de Against Me! e nomes prometedores como Wand e Cymbals Eat Guitars que defendem o lado mais rock do cartaz.

As propostas nacionais são encabeçadas pela união de dois nomes de peso: Rodrigo Leão (Madredeus) com o australiano Scott Matthew, que chegam para apresentar o seu disco em conjunto. Juntam-se a eles o rock inchado de fuzz de Evols, o pós-rock de First Breath After Coma e a música de raízes lusitanas de Samuel Úria.

 

Lia Paris ao vivo na Sagrada Familia…

A cantora e compositora brasileira Lia Paris apresenta pela primeira vez o seu repertório autoral em Lisboa. Conhecida no Brasil pelo seu trabalho musical performativo, Lia trabalha a plasticidade imagética nas suas apresentações multimédia e em vídeo-arte.

15391344_1137406273022544_6987373227640042835_o

Desta vez, acompanhada pelo guitarrista Nilson Dourado, Lia canta as suas músicas indie-pop do seu primeiro disco homónimo e do seu segundo trabalho, o “Lva Vermelha”, em formato acústico.

 

Sagrada Familia (Lisboa)

22 de Dezembro 2016 | 22.00h