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Glam Magazine

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2016 chega ao fim no gnration…

Após um programa cultural intenso, 2016 chega ao fim no gnration com os bracarenses Máquina Del Amor a apresentar novo material e Teresa Fabião um espetáculo de dança único.

Máquina del Amor (alta)

Foram 12 meses recheados com os melhores concertos, instalações, workshops e diversas atividades de serviço educativo. 2016 está próximo do fim e ficará na memória por muito tempo, mas ainda há (boas) razões para não virarmos já a página para 2017 (apesar de ter sido revelado os primeiros três meses do novo ano).

 

Na noite de sexta-feira, Teresa Fabião, criadora-intérprete, professora e pesquisadora na área da dança, traz até nós um espetáculo de dança fruto da residência artística que leva a cabo por estes dias no gnration, um trabalho coreográfico que resulta de Guelra, laboratório transdisciplinar de interação e interligação artística que voltamos a apresentar em parceria com a Arte Total. No dia seguinte, sábado, os bracarenses Máquina Del Amor apresentam novas canções após disco de estreia homónimo editado em 2015. Incubados durante esta semana no Trabalho da Casa, ciclo que promove a criação e a apresentação de novos trabalhos por artistas locais, Filipe Palas (Smix Smox Smux), José Figueiredo (Smix Smox Smux e peixe:avião), Ronaldo Fonseca (peixe: avião) e Miguel Macieira (Smix Smox Smux) darão a conhecer o que esta máquina é capaz de produzir em novos sons e encerram um ano de concertos inesquecíveis em Braga.

 

Yaël Naïm em Portugal

Nos dias 27 e 28 de janeiro de 2017, Yaël Naïm visita Portugal oito anos após o seu último espetáculo em terras lusitanas. Será primeiro no Convento de São Francisco em Coimbra e na noite seguinte no Theatro Circo em Braga.

A Yaël Naïm é uma artista especial, camaleónica, com um pé controlador na pop, mas com um horizonte jazzístico muito próprio. Por duas vezes vencedora dos prémios Victoires de la Musiques, os equivalentes aos Grammys americanos e aos Brit Awards britânicos, Yaël Naïm é conotada pelo New York Times como tendo “uma prestigiada carreira artística”.

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Nascida em Paris, filha de imigrantes judeus sefarditas tunisianos, foi em Israel que passou a sua juventude tendo ingressado o exército israelita como solista da Orquestra da Força Aérea (o serviço militar é obrigatório para ambos os sexos em Israel) tendo aos 21 anos se estabelecido novamente em Paris.

Há oito anos precisamente, Steve Jobs escolhia “New Soul” para um comercial da Apple alterando para sempre o curso da carreira de Yaël Naïm, a qual apelidou de “milagre”. No mesmo álbum de “New Soul”, a artista rasga todos os cânones e consegue uma das melhores versões da música “Toxic” da Britney Spears, com mais de trinta milhões de visualizações no Youtube.

Older”, o seu terceiro álbum, composto e produzido com o seu companheiro e músico David Donatien e misturado por Michael Brauer (Coldplay, Grizzly Bear), espelha uma nova fase determinante na sua existência onde a vida, a morte e as transformações que se dão entre estes são evidentes. Num momento de cumplicidade, Yael explica que a morte da sua avó e o nascimento da sua filha foram marcantes e que todo o processo de composição foi feito em dois estúdios diferentes, ambos em sua casa, para que ela e David conseguissem ter o espaço necessários para compor sem que o processo criativo de cada um fosse interrompido.

A faixa “Coward”, do álbum “Older”, com vídeo em exclusivo no site NOWNESS, realizado pelo músico Paul Van Haver mais conhecido pelo nome artístico STROMAE, o primeiro vídeo realizado pelo artista, é uma das músicas mais intensas da sua carreira. Yaël Naïm convidou Stromae para realizar este vídeo após ter lido que “Coward” o fazia chorar.

Um dos álbuns do ano de 2016 abre a programação em janeiro nas salas de espetáculo do Theatro Circo e do Convento São Francisco, em duas datas protagonizadas por Yaël Naïm (piano e voz), David Donatien (bateria) e Daniel Roméo (baixo).

The xx confirmados na 11.ª edição do NOS Alive

O NOS Alive acaba de anunciar mais um nome ao cartaz da 11.ª edição. Os britânicos The xx vão subir ao Palco NOS dia 6 de julho, para apresentar o próximo album, “I See You”, que será lançado no mercado no próximo dia 13 de janeiro.

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I See You” marca uma nova era para o trio londrino, tanto a nível sonoro, como a nível criativo. Ao contrário dos dois trabalhos anteriores, o terceiro disco de estúdio foi produzido com maior espaço temporal, entre março de 2014 e agosto de 2016, em Nova Iorque, Marfa, Reykjavik, Los Angeles, e Londres e é caracterizado por ser o disco da banda mais ousado, claro e ambicioso de sempre. Este registo foi produzido por Jamie Smith, em colaboração com Rodaidh McDonald, conhecido por produções feitas para artistas como Adele, Savages, Daughter, The Horrors, Vampire Weekend, entre outros.

Após quatro anos sem editar um novo registo de originais, a espera dos fãs já era muita. Os dois álbuns anteriores, “xx” (2009) e “Coexist” (2012) conferiram à banda o reconhecimento mundial da crítica e dos fãs, tendo entre si vendido mais de três milhões de cópias. The xx são Romy Madley Croft, guitarra e voz, Oliver Sim, baixo, teclado e voz, e Jamie Smith (Jamie xx), produção, teclas e percursão.

 

O NOS Alive regressa ao Passeio Marítimo de Algés nos dias 6, 7 e 8 de julho de 2017. Os bilhetes encontram-se à venda nos locais habituais. Artistas já confirmados: Alt-J, Depeche Mode, Foo Fighters, Ryan Adams, The Kills, The xx e Warpaint.

 

"Cabe-me agradecer a todos!”… Jorge Palma faz balanço dos concertos de celebração de "Só"

Terminados os concertos de celebração dos 25 anos da edição de "", que se realizaram em Lisboa, Porto, Coimbra e Faro entre 28 de Novembro e 10 de Dezembro, Jorge Palma faz o balanço:

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photo: Paulo Homem de Melo

 

"Dizer que se levou a cabo com sucesso uma série de seis concertos a solo (piano+voz) – ideia que começou a germinar nas cabeças dos meus managers, Tiago Branco e André Sebastião (Bairro da Música), há bastante tempo – é dizer pouco. O que aconteceu desde a primeira noite no CCB até à última no Teatro das Figuras, passando pela Casa da Música e pelo Convento São Francisco, tudo isto num período de 13 dias, superou as expectativas mais optimistas: o público que esgotou a lotação das salas, sempre com um entusiasmo genuíno e contagiante; toda a equipa que funcionou com a precisão de um relógio (quase todos estão habituadíssimos a trabalhar comigo); o material técnico topo de gama, bem como os pianos que utilizei; e eu próprio em boa forma.

Agora, assimilados que vão sendo estes sentimentos e emoções acumulados no decorrer destes eventos especiais, cabe-me agradecer a todos os que neles participaram, aos jornalistas inclusive, respirar fundo e arrancar para as novas aventuras que se avizinham."

 

Para 2017 está prevista a edição de um novo álbum de originais. Quem assistiu aos concertos de "" já teve, inclusive, a oportunidade de ouvir uma das músicas que fará parte do esperado sucessor de "Com Todo o Respeito" (2011).

Adriana Calcanhotto e Arthur Nestrovski juntos em Lisboa, Coimbra e Porto

Adriana Calcanhotto está de regresso a Portugal para uma digressão que passará pela Gulbenkian, em Lisboa, a 3 de Fevereiro, pelo Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra, a 4 de Fevereiro e pela Casa da Música, no Porto, a 5 de Fevereiro. Apresentado originalmente em Dezembro de 2015, o espectáculo “Das Rosas” foi criado pela artista a propósito do encerramento das comemorações do 725º Aniversário da Universidade de Coimbra.

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Com a participação especial de Arthur Nestrovski, no violão, Adriana Calcanhotto viaja pela poesia e música de Portugal e do Brasil, juntando neste alinhamento poemas de Camões, Mário de Sá Carneiro, Fernando Pessoa, Vinicius de Moraes, Dorival Caymmi, Tom Jobim ou Chico Buarque, incluindo ainda uma cantiga de amor de D. Dinis. “Das Rosas”, canção de Caymmi, que intitula o recital, foi parcialmente composta numa visita do músico a Coimbra.

 

Adriana Calcanhotto é embaixadora da Universidade de Coimbra no Brasil desde Dezembro de 2015 e regressa a esta cidade entre Fevereiro e Junho de 2017, como professora convidada da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

 

Fundação Calouste Gulbenkian – Grande Auditório (Lisboa)

3 de Fevereiro 2017 | 21h00

 

Teatro Académico de Gil Vicente (Coimbra)

4 de Fevereiro 2017 | 21h30

 

Casa da Música – Sala Suggia (Porto)

5 de Fevereiro 2017 | 21h30

 

Há noite no Estúdio… com os Calhau Azul

“Se ainda ao menos fosse um nome daqueles em inglês que soasse tão bem como os Levou Zepelim, os Quebrando Abóboras, Floyd Rosa, Pimentas Malaguetas Quentes e Vermelhas, Biscoito que Manca! A mim chamaram-me Calhau!...

Vim a ser criado em mil nove e sete quatro por dois grandessíssimos idiotas, o Agostinho e o Vaz, entre alguns copos, sentido de humor e sentimento de oportunidade. A primeira música que lançaram calhou e foi um estouro, a segunda levou muita gente onde somos especiais, a terceira aconchegou mais de meia dúzia de senhoras solitárias em cama de casada, e a quarta deu cabe de orelhas quando passou na rádio".

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“ Cão Que Morde Não Ladra” é o álbum de estreia. São 11 faixas de puro rock and roll, cantando em português.

 

Teatro Aveirense

15 de Dezembro 2016 | 21.30h

Academik Christmas 2016… É já hoje….

A Alfândega do Porto recebe esta quinta feira, dia 15 de Dezembro, a décima edição do evento Academik Christmas. A maior de sempre! Uma décima edição é sempre especial, o cartaz do evento é forte, distribuído por 3 áreas onde são esperadas cerca de 10.000 pessoas.

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O Academik Christmas surgiu da necessidade de oferecer aos estudantes do universo académico do Porto uma noite diferente para além das habituais Festas Académicas organizadas em discoteca, numa tenda ou no próprio edifício da instituição de ensino superior. Representa, numa só noite, o interlúdio de celebração entre o final do período de aulas, final do Ano, a comemoração do Natal e o período de começo dos exames académicos.

O Academik Christmas conta com um histórico revelador do seu sucesso, com uma adesão de 8.000 (oito mil) estudantes, sendo assim, a seguir às “Noites da Queima”, o evento para o mercado académico do Porto com mais adesão numa mesma noite

 

Alinhamento:

Sala nascente

Virgul

Putzgrilla

Stikup

Tiago Bandeiras & Punani SoundSystem

DJ Thomas

 

Sala poente

Bezebol & Rude Bwoy Banda

Karetus

Abilio Justo

9T2 - Ninetytwo

Angello

 

Salão nobre

Encontro de Tunas (21h)

Francisco Praia

DJ Pedrinho_K

 

Luís Vicente & Marcelo dos Reis na Casa das Artes

Luís Vicente & Marcelo dos Reis colaboram desde 2009, quando "dos Reis" se junta ao já estabelecido duo Vicente/Marjamäki numa digressão que passou por Coimbra, Porto e Viseu. Desde aí que a dupla tem desenvolvido um trabalho notável, de visibilidade e reconhecimento a nível global, quando de jazz e improvisação livre falamos.

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Para além das experiências iniciais de grupos de geometria mais variável, tais como September 5tet, Frame Trio e mais recentemente Crit, tem sido com os projectos Fail Better!, e Chamber 4 que ambos se têm assumido em conjunto, como sendo duas das mais activas e importantes vozes da nova música improvisada europeia, já que ambos os grupos foram, e são, aclamados pela crítica internacional, sendo mesmo considerados grupos revelação na mais importante publicação online sobre o jazz de vanguarda, o  "El Intruso - International Critics Poll", uma votação que engloba jornalistas de dezoito países diferentes.

A estreia no formato duo, já há algum tempo a ser cozinhado, aconteceu nas históricas sessões "Jazz @ Home" na cidade de Paris, e mais recentemente uma tour pelo norte de Portugal.

O resultado é único, de fronteiras esbatidas, sem limitações de estilos ou formas, "frutos" de uma experiência de vida..

 

Casa das Artes / Fundação Bissaya Barreto (Coimbra)

15 de Dezembro 2016 | 21.30h

César Cardoso Quartet "Bottom Shelf"... no Museu

Bottom Shelf” é o mais recente álbum de César Cardoso, saxofonista e compositor que escreveu música original para esta formação e para estes músicos. Esta formação é composta por saxofone, guitarra, contrabaixo e bateria, e conta com o guitarrista Bruno Santos, o contrabaixista Demian Cabaud e o baterista André Sousa Machado.

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Este novo álbum contém 9 músicas e é a recente música composta por César Cardoso para uma formação muito característica no Jazz. A música é complementada por todos para um resultado final único com um som de grupo, com uma dinâmica e interação muito fortes, o que é a essência num grupo de Jazz e em especial neste quarteto.

Com o seu último trabalho editado em 2010, “Half Step”, em que tinha um formação diferente, quinteto, e em que os temas foram mais tradicionais, com esta mudança de formação e de abordagem nas composições, o objectivo foi o de criar um disco de música mais moderna sempre com grande força melódica, o que é uma característica de César Cardoso e imprescindível no Jazz.

 

Museu Júlio Dinis (Ovar)

15 de Dezembro 2016 | 21.30h

Liliana Martins… "Meu Tempo" chega às lojas em formato físico

Meu Tempo” é o título do segundo disco da Liliana Martins, uma viagem no tempo onde a artista passa por um processo de maturação. Composto por alguns temas frescos como uma "Brisa da Manhã" e outros fortes como uma "Tempestade de inverno", este disco conta uma vez mais com a produção e composições de Valter Rolo.

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Houve algumas mudanças, tanto a nível de conceito como de interpretação de Liliana, assim como na produção dos temas, mas mantendo a paixão e inspiração no Fado. As pessoas que participaram neste trabalho trazem o seu cunho pessoal e toda a sua experiência para o tornar mais rico e coeso. Este disco é composto por 11 temas: 4 versões, 4 originais e 3 fados tradicionais com letras novas.

Começando pelas versões, que a artista encarou como desafios, uma delas é “Um tempo que passou” (letra de Chico Buarque e música de Sérgio Godinho). Outra é um clássico do Fado, “Júlia florista” cantado em dueto com a Anabela. Tem ainda um tema popular e muito antigo, do repertório de Amália Rodrigues, "Covilhã cidade neve" e por último um tema da autoria do músico multifacetado Múcio Sá, “Aqui tão perto de ti”.

 

Quanto aos temas originais eles foram compostos por Valter Rolo e Manuel Graça Pereira e tiveram a escrita de Cátia Oliveira e Fernando Gomes dos Santos. O primeiro single intitula-se "Toma conta de mim" e tanto a sua melodia como história têm tudo para entrar no ouvido do público.

 

Em relação aos fados tradicionais, foram escolhidos três: “Santa Luzia”, “Súplica” e “Rosita”. O Fado “Santa Luzia” tem uma letra inédita da autoria de Elsa Laboreiro e os outros têm o cunho de Fernando Gomes dos Santos que foi um dos letristas do 1º disco. Quanto a participações de músicos, temos Valter Rolo nos teclados, Bernardo Couto na guitarra portuguesa, Luís Pontes na viola, Xico Santos no baixo, Vicky Marques na percussão, Múcio Sá nas guitarras e cavaquinho e Lino Guerreiro no saxofone. A captação, edição e mistura dos temas ficou a cargo de João Portela e a gravação foi feita no estúdio Saafran Studio.

David Fonseca… A canção de Natal de 2016 é…. “Have Yourself A Merry Little Christmas”

E a canção de Natal de 2016 para David Fonseca é….

”Have Yourself A Merry Little Christmas”. Todos os anos David Fonseca presenteia o público com uma versão de uma canção de espírito natalício, um hábito já com uma década que nos trouxe temas como “Little Drummer Boy”(2006), “Last Christmas” (2009), “Oh Christmas Tree” (2014) ou, em 2015, “Driving Home For Christmas”.

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Para o presente ano, “Have Yourself A Merry Little Christmas” mereceu uma versão de carácter intimista de voz e piano, num vídeo “one shot” captado pelo próprio David. A canção, criada por Ralph Blane e Hugh Martin, foi originalmente interpretada por Judy Gardland em 1944 e mereceu até à data algumas reinterpretações destacando-se as de Frank Sinatra, Bing Crosby, Ella Fitzgerald, The Pretenders ou, mais recentemente, Sam Smith.

Entretanto, como vem sendo hábito, por esta altura do ano David Fonseca produz para a comunidade “Amazing Cats Club” um CD com gravações nunca publicadas e que são distribuídas em exclusivo e gratuitamente aos membros desta comunidade como prémio pela sua fidelidade. Para edição de 2016, um lote de canções ao vivo em que, para além de temas próprios, se incluem versões, sempre especiais, de David Bowie, Bruce Springsteen ou Elton John, entre outros. A gravação resultou do espectáculo apresentado em Maio passado – “Hit Parade” - em Lisboa e Porto no âmbito do aniversário da Associação CAIS:

 

“Christmas 2016 – Cd Amazing Cats Club

1 - Rocket Man (Elton John)

2 - Two (Ryan Adams)

3 - Futuro Eu (David Fonseca) Let’s Dance (David Bowie)

4 - Once In A Lifetime (Talking Heads)

5 - I’m On Fire (Bruce Springsteen)

6 - Chama-Me Que Eu Vou (David Fonseca)

7 - Hoje Eu Não Sou (David Fonseca) Love Will Tear Us Apart (Joy Division)