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Glam Magazine

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OUPA!... Cultura em expansão

OUPA! é um projeto de intervenção social e artística criado pela CMP em 2015 e que visa a capacitação e empoderamento de jovens dos bairros sociais.

Nesta segunda edição definiu-se Ramalde como território de ação. Através de uma residência artística de longa duração - seis meses - com contactos diários, são promovidas oficinas de escrita, produção musical, vídeo e performance, estimulando o espírito do it your self e promovendo o sentimento de pertença e de coesão.

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Procura-se criar este espaço aberto à ação e à mudança, que estimule a autonomia artística e a proatividade, no reforço das identidades individuais e na construção de um espírito coletivo. Nesta segunda edição, o OUPA! mantém o apoio e ao Estudo Comunitário OUPA Cerco (legado da residência no Bairro do Cerco, em 2015), concretizando em simultâneo as oficinas em Ramalde. Muito rap, vídeo e atitude é o que se espera deste novo desafio. Resultará desta cooperação uma performance final, conjunta, no Rivoli.

 

Capicua nasceu no Porto, onde aos 15 anos descobre o hip-hop. Socióloga de formação, considera-se rapper militante. Com duas mixtapes, dois álbuns e um disco de remisturas no curriculum, tem somado uma vasta lista de concertos pelo país, conquistando um público diverso e o reconhecimento da crítica. Conhecida pela sua escrita emotiva e politicamente engajada, pela espotaneidade e por uma clara atitude feminista, conta já com uma longa lista de colaborações, conferências, projetos sociais e workshops.

 

Gisela Borges nasceu em 1983 em Santa Maria da Feira. É psicóloga de formação, traça o seu caminho como interventora procurando formas de articular a arte enquanto vetor desbloqueador e potenciador da mudança social. Trabalhou diferentes grupos-alvo com as ferramentas do teatro do oprimido, com o hip-hop, com a escrita criativa, com a fotografia e vídeo. Dedicou a sua tese de mestrado a esta área, tendo já partilhado a sua experiência em seminários, conferências e festivais internacionais.

 

Vasco Mendes nasceu no Porto em 1987. Licenciado em Cinema na Universidade da Beira Interior, desde a sua primeira curta-metragem de curso que o seu trabalho cruza música, ritmo, arquitetura e cinema. Tem criado para além de videoclipes para bandas portuguesas emergentes, documentários, onde o tema principal é a música, a cidade e as pessoas. Para além de Portugal, já filmou em diferentes países como França, Alemanha, Estados Unidos, Polónia , China e Reino Unido.. 

 

Teatro Rivoli (Porto)

17 de Dezembro 2016 | 17.00h

David Fonseca leva “Futuro Eu” a Santa Maria da Feira em 2017…

Publicado em Outubro de 2015, “Futuro Eu” tem como grande novidade o facto de se tratar do primeiro disco integralmente composto em português de David Fonseca, mais um novo desafio artístico que, a avaliar pela forma elogiosa como a crítica especializada se referiu à sua sexta edição discográfica em nome próprio, ultrapassou com distinção. Também ao vivo, “Futuro Eu”, ainda que recente, conquistou o público – as apresentações de estreia nos lotados Centro Cultural de Belém e na Casa da Música realizaram-se perante audiências entusiasmadas e rendidas às novas sonoridades e à abordagem musical aos temas menos recentes. Sempre surpreendente, também ao nível cénico David Fonseca nos traz um conceito completamente inédito, conjugando como poucos dramaticidade com espectacular ou intimismo com energia, sempre numa envolvente plástica cuidada e única.

GLAM - David Fonseca (4).jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

No palco, “Chama-me que eu vou”, “Deixa ser” ou “Hoje eu não sou”, confirmam o génio criativo de David Fonseca que se afirmou com músicas como “Someone that cannot love”, “The 80’s” ou a “Cry 4 Love”, também estas com lugar reservado no alinhamento dos espectáculos de “Futuro Eu”.

Após o concerto à conversa com David Fonseca sobre a sua carreira artística

 

CineTeatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

18 de Fevereiro 2017 | 21.30h

EDPCOOLJAZZ confirma Jamie Cullum na edição de 2017 do festival mais cool

O EDPCOOLJAZZ anuncia a primeira confirmação da edição de 2017: Jamie Cullum regressa aos palcos do festival mais cool, com concerto marcado no dia 29 de julho, no Parque dos Poetas, Estádio Municipal de Oeiras. Ainda recentemente, a organização lançou o Fã pack Fnac GOLD TICKET EDPCOOLJAZZ, disponível em lojas Fnac de Lisboa e em Fnac.pt, um presente ideal para este Natal.

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photo: Sara Silva / Arquivo Glam Magazine

 

Jamie Cullum, o carismático e versátil músico inglês, regressa depois de em 2013, mais uma vez, ter marcado presença no EDPCOOLJAZZ, numa edição muito especial que celebrou o 10º aniversário e o consolidar de uma marca e conceito único de festival que se afirma cada vez mais no panorama musical de Portugal.

Em 2017, o músico inglês traz ao EDPCOOLJAZZ grandes temas dos seus discos mais recentes como “Interlude” e “Momentum”, para além dos já conhecidos “Pointless Nostalgic”, “Twentysomething”, ”Catching Tales” e “The Pursuit”. Uma discografia que o vem consagrando no artista que é hoje e que já vendeu mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo.

De acordo com Karla Campos, organizadora do EDPCOOLJAZZ, “Jamie Cullum é um nome muito querido para todos nós e voltar a recebê-lo é um privilégio que esperamos que seja partilhado por todos os que nos acompanham em cada edição e que fazem com que este festival seja sempre um novo desafio a ser superado”.

Cullum representa uma história de sucesso global de um músico que redefiniu o jazz, ao juntar de uma forma única o jazz com outros géneros como o pop rock, tornando-se uma referência à escala mundial, vencedor de um Grammy, dois Globos de Ouro, dois BRIT Awards, entre outros prémios que fazem dele a maior estrela de jazz do Reino Unido. 

The Field, Xiu Xiu, The Legendary Tigerman, Vessel+Pedro Maia, Phill Niblock, Duquesa…

A programação cultural do creative hub bracarense já é conhecida para os primeiros três meses do ano. Música, filmes-concerto e instalações audiovisuais fazem parte do programa de referência.

2017 já mexe em Braga e arrancará com a força de Vessel + Pedro Maia. Vessel é o pseudónimo de Sebastian Gainsborough, músico natural de Bristol que se encontra na linha da frente de uma inovadora geração de novos produtores de música eletrónica. No gnration, a 14 de janeiro, fará acompanhar-se do realizador português Pedro Maia, com quem colabora. O novo ano marca também o regresso da gnration club night, noite dedicada à música de dança, que teve a sua estreia em março de 2016 e que contou com o conceituado produtor Kode9.

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A 25 de março do novo ano, a segunda edição da gnration club night contará com The Field como nome maior. Alex Willner é uma das caras fortes da editora Kompakt e regressou em 2016 com The Follower. Este último trabalho é visto pela conceituada Resident Advisor como “a melhor criação de The Field até à data”. A club night contará ainda com Photonz, dj e produtor português por detrás de uma das melhores faixas da cena underground do ano passado – a remistura para “Institute of the Overmind” do músico alemão Legowalt -, e Consórcio, coletivo de djs bracarenses que resulta de uma encomenda direta do gnration e teve a sua estreia da edição de 2015 da Noite Branca.

 

O programa do gnration apresenta também um conjunto de filmes-concerto que irão marcar o novo ano. A 8 de fevereiro, os norte-americanos Xiu Xiu trazem a Braga o filme-concerto “Under The Blossoming Cherry Trees”, obra-prima do terror, datada de 1975, do realizador japonês Shinoda Masahiro. O grupo noise-pop avant-garde musica a película nipónica recorrendo a gongos, pratos, sinos, gritos de caça, entre outros objetos sonoros, numa interligação notavelmente bela e única.

 

A 24 de janeiro, o conceituado artista intermedia norte-americano Phill Niblock regressa ao gnration, um ano e alguns meses depois de ter apresentado uma instalação colaborativa com a artista portuguesa Ana Carvalho, desta para dar a conhecer “The Movement of People Working”, conjunto de filmes da sua autoria, musicados ao vivo, que retratam o trabalho na sua forma mais elementar, recorrendo a uma recolha de filmagens de comunidades não industrializadas. Para além do filme-concerto, Niblock dará uma palestra onde apresentará alguns dos seus trabalhos de música e vídeo.

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A 4 de fevereiro, o homem-tigre Paulo Furtado apresenta “How To Become Nothing”, um filme-concerto que parte de um falso-diário, com registo de fotografias, filmes Super 8mm, música e textos. “How To Become Nothing” junta o músico The Legendary Tigerman, a fotógrafa Rita Lino e o realizador Pedro Maia numa road-trip pelo deserto da Califórnia. O road-movie originou também uma exposição fotográfica com o mesmo nome do filme-concerto, que estreará no mesmo dia em Braga e estará patente para visita gratuita até 18 de fevereiro.

A 25 de fevereiro, Nuno Rodrigues, ou Duquesa, apresenta novo material em concerto. O músico de Barcelos levou a cabo uma residência artística no gnration, em março de 2016, que serviu para a composição parcial de um novo trabalho a ser editado em breve.

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A 3 de março, em parceria coprodutiva com o Teatro Maria Matos, Pedro Tudela e Miguel Carvalhais, sob o pseudónimo de @c, levam a cabo a apresentação de um novo espetáculo denominado de “Lâminas”. Este novo espetáculo terá como convidados Angelica V. Salvi (harpa), João Pais Filipe

(percussão) e Ricardo Jacinto (violoncelo). No mesmo dia, os dois artistas portugueses, sob o mesmo pseudónimo, @C, inauguram uma nova instalação em Braga. A/B é uma nova peça, criada para a galeria gnration, e inscreve-se na sequência de trabalho recente como as instalações “Becoming“ (Lisboa) e “6 elementos” (Porto).

Estará patente, com visita gratuita, até 22 de abril.

 

No âmbito do programa colaborativo Scale Travels, programa que aproxima arte e nanotecnologia, levado a cabo entre o gnration e o INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, apresenta Tarik Barri na galeria INL, galeria situada no interior do gnration. O artista audiovisual alemão é conhecido pelo seu trabalho de destaque no que toca às mais realísticas performances visuais ao vivo, colaborando regularmente como nomes como Nicolas Jaar, Thom Yorke (Radiohead) e Monolake. A instalação estará patente de 24 de março a 17 de junho. Cerca de um mês antes, a 25 de fevereiro, Tarik Barri passará pelo gnration para uma palestra onde, durante aproximadamente duas horas, irá partilhar o olhar interno sobre o seu trabalho, demonstrando as possibilidades técnicas disponíveis para construir trabalhos audiovisuais e formas de interagir e improvisar em tempo real.

 

Fotografias: Direitos Reservados

8º Aniversário BranMorrighan com comemorações no Musicbox Lisboa e no Maus Hábitos

Tudo começou há oito anos atrás, a 13 de Dezembro de 2008 quando Sofia Teixeira, de forma totalmente inconsciente, decidiu criar um blogue… De um diário pessoal, o BranMorrighan, cujo nome vai buscar o imaginário da mitologia celta, passou a ser uma referência entre os blogues de literatura e faz agora três anos que integra também o universo dos blogues de música, nunca perdendo o toque pessoal da Sofia. Nos últimos quatro anos tem convidado um ilustrador diferente a caracterizar de alguma maneira o aniversário do blogue e este ano a ilustração ficou a cargo de Mara Mureș, uma jovem de 20 anos, cujo trabalho ganhou nova visibilidade com o video “Gold Morning Days”, dos First Breath After Coma.

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Como estes momentos devem ser partilhados, pelo terceiro ano consecutivo as comemorações estendem-se ao Musicbox Lisboa e ao Maus Hábitos no Porto. No Musicbox a festa acontece a 6 de Janeiro, no Maus Hábitos, Porto, a 3 de Fevereiro.

 

Na terceira festa que organiza no Musicbox, que desde a primeira se tornou uma casa muito querida para Sofia teixeira, o cartaz, fechado há já uns meses, não é, novamente, inocente. A aposta é claramente virada para projectos emergentes, mas também para aqueles que acredita já terem passado essa fase e serem agora uma confirmação.

Serão três participações portuguesas que representam o que de melhor se está a fazer em Portugal: Daily Misconceptions, com a sua electrónica sonhadora e cinematográfica; Mira, Un Lobo! estreia-se em Portugal com este concerto e é dono de uma electrónica mais densa e catártica; e os First Breath After Coma, que misturam post-rock com formato canção e percorrem um espectro sonoro alargado e arrebatador. Estes últimos contarão com a participação do português Noiserv que contribuiu com uma colaboração para o último disco da banda na canção “Umbrae”.

"Wacky Races" é a prenda de Natal dos DItch Days…

"Wacky Races" é a prenda de Natal que o quarteto de Lisboa tem para oferecer aos fãs. "Wacky Races" fala sobre ser criança, ser inocente e ser feliz. Foi composta em 2014, quando Ditch Days ainda servia apenas como nome para agregar as músicas gravadas por José Crespo e Guilherme Correia, e ficou na gaveta desde então.

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Não entrou em “Liquid Springs”, o álbum de estreia dos lisboetas, editado no passado dia 23 de Setembro, mas sempre teve um cantinho especial no coração da banda.

Para terminar o seu primeiro ano de carreira de forma especial, e talvez por a canção lembrar as festividades natalícias do mês de Dezembro, decidiram voltar às origens e gravá-la em casa para a oferecerem aos seus fãs da forma mais natural e pessoal possível. Como complemento, pegaram na câmara e filmaram da maneira mais transparente que conseguiram uma tarde na Feira Popular de Natal. O resultado é um registo que tenta evocar a inocência da infância e as amizades da juventude, que vêm antes das apresentações formais.

Indian Rubber + Eat Bear no Plano B

Os Indian Rubber regressam ao Porto, para divulgar pela primeira vez no Plano B o seu EP "Le Voyage", com lançamento digital em Março de 2016, naquilo que promete ser um concerto a não perder.

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Banda natural de Vila do Conde, formada por Júlio Gonçalo Macedo, Mário Ventura, João Pinho, Hugo Raposo e Tiago Paulino. Fundado em Novembro de 2015, o projecto balança entre o rock psicadélico, surf rock, pop e o indie rock, sem se deixar ditar por nenhum destes rótulos e sempre com ambição de fazer chegar o seu trabalho a todos os que queiram embarcar nesta viagem sonora.

 

A eles juntam-se os Eat Bear, banda formada no início de 2012, baseados na cidade invicta e influenciados pelos movimentos garage e psych-rock. Com um álbum de estreia ("Trust Found", 2013) e um EP ("Grow a Pair", 2015) na bagagem, encontram-se actualmente a preparar o segundo álbum do projecto.

Os Eat Bear passaram por algumas reestruturações ao longo dos anos, sendo este o primeiro concerto novamente em formato trio, após Rafael ter abandonado a formação em 2016.

 

Plano B (Porto)

16 de Dezembro 2016 | 22.00h

Centro Cultural Vila Flor recebe o famoso bailado “O Quebra-Nozes”

Guimarães é invadido pelo espírito natalício com a apresentação do espetáculo “O Quebra-Nozes”, um conto tradicional de Natal que vai encher de magia esta quadra festiva. Este bailado clássico promete encantar o público com uma interpretação da prestigiada companhia Russian Classical Ballet, de Moscovo.

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Baseado no conto “O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos”, de E. T. A. Hoffmann, o espetáculo conta a história de uma menina que sonha com um Príncipe – Quebra-Nozes. Numa feroz batalha contra o Rei dos Ratos, Quebra-Nozes encontra-se em grave perigo. Clarinha, vencendo os seus próprios medos, entra nesta batalha e lança o seu sapatinho aniquilando a terrível criatura e quebrando o feitiço; Quebra-Nozes torna-se num deslumbrante Príncipe. A noite gelada envolve a cidade libertando os Flocos de Neve. Quebra-Nozes conduz Clarinha ao seu reino, o Reino dos Doces, onde a Fada do Açúcar partilha alegria e guloseimas pelas crianças que, como Clarinha, ainda têm a capacidade de sonhar.

 

Este sábado, 17 de dezembro, às 21h30, o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor recebe um espetáculo para desfrutar de um programa inesquecível em família 

Os 100 Melhores Azeites de Portugal… Lua de Papel publica o guia de azeites portugueses

A Lua de Papel (LeYa) anuncia a publicação do livro “Os 100 Melhores Azeites de Portugal”, um guia de referência da autoria do jornalista Edgardo Pacheco. Com fotografia de Jorge Simão e prefácio de José Gouveia, Os 100 Melhores Azeites de Portugal inclui o ABC do Azeite – um verdadeiro curso de iniciação à cultura do azeite –, a selecção dos 100 melhores azeites, a eleição de um top 10 e dicas sobre a utilização dos azeites na cozinha. E porque este precioso ingrediente é para ser desfrutado, o guia apresenta 25 receitas, tendo por base o azeite, criadas por chefs de várias regiões do país, entre os quais Leonel Pereira, Miguel Laffan, Pedro Lemos, Ricardo Costa e Rui Paula, chefs de restaurantes portugueses galardoados com estrelas Michelin.

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Num país cuja História se confunde com o cultivo do azeite, muitos consumidores têm apenas uma vaga ideia sobre esta extraordinária gordura vegetal. Temperam distraidamente a salada ou regam o bacalhau sem pensar duas vezes. Não sabem o que perdem. Porque o mundo dos azeites esconde uma extraordinária riqueza à espera de ser revelada – e usufruída.

 

Tal como nos vinhos, há “castas” (que colhem o nome de cultivares ou variedades); há regiões DOP, há aromas e sabores inconfundíveis. E há, também, todo um saber: de onde vêm, como prová-los, como detectar as notas dominantes, o picante ou o amargo, perceber com que pratos se casam melhor. Quem embarca nessa jornada de descoberta, nunca mais pára. Apreciar o sumo da azeitona é um vício, e dos bons, porque o mercado português está agora “maduro” – temos cada vez mais azeites que rivalizam com os gregos, espanhóis e até italianos.

 

Compreende-se assim o prazer com que Edgardo Pacheco apresenta “Os 100 Melhores Azeites de Portugal” – número redondo a que chegou depois de meses a provar os virgem extra. Oferece-nos as notas de prova de cada um, mas também tudo o resto: o ABC dos azeites é um verdadeiro curso de iniciação à cultura do azeite, que ajudará o leitor a tornar-se, rapidamente, num entendido. E porque o azeite é para ser desfrutado, este guia acaba no seu prato. Vinte e cinco dos melhores chefs a trabalhar em Portugal interpretam as especificidades dos diferentes azeites em receitas arrojadas, que vão do Robalo Marinado ao Gelado de Lima Kaffir, passando pelo Pão de Ló de Azeitona.

 

“Quando conseguimos detectar os aromas e sabores naturais que estavam na polpa das azeitonas, ficamos fascinados. E surpreendidos. Depois, com algum treino, começamos a pensar na utilização gastronómica a dar a cada novo azeite provado. Se sabemos que um vinho da casta Baga é mais acertado para uma chanfana ou que um Alvarinho acompanha bem umas fatias de presunto, percebemos, também, que um azeite virgem extra com um frutado intenso é ideal para temperar um cabrito assado saído do forno ou que um gelado de baunilha ganha vida se lhe metermos uns pingos de um azeite com notas naturais de hortelã, menta, noz ou canela. Se isso vier mesmo a acontecer, significa que apanhámos o vício do azeite. Um vício desafiante, festivo, muito mediterrânico e que, ainda por cima, faz bem à saúde.” Edgardo Pacheco, in “Os 100 Melhores Azeites de Portugal”

 

Licenciado em Comunicação Social, Edgardo Pacheco é jornalista desde 1992. Em 1996 começou a escrever sobre temáticas gourmet, em especial na revista Sábado, a que se dedicou durante sete anos. Dentro da mesma área, escreve actualmente no Correio da Manhã e no Jornal de Negócios e é apresentador do programa de gastronomia Prato da Casa (CM TV). Com pós-graduações em Geografia, Gestão de Projectos Culturais e Marketing de Vinhos, é frequentador regular dos cursos anuais de análise sensorial de azeites do Instituto Superior de Agronomia. Sendo dos poucos jornalistas em Portugal que escreve regularmente sobre azeites, é frequentemente jurado de concursos nacionais de vinhos, queijos e azeites. É autor, juntamente com Fernando Melo, do Guia de Restaurantes de Portugal (2014).

Street Art Lisbon 2… A Arte Urbana de Lisboa

Depois do sucesso do primeiro volume, a ZEST e a GAU reuniram agora as obras de artistas nacionais e internacionais que coloriram a cidade de Lisboa entre 2014 e 2016. Com o mesmo formato prático e leve do primeiro (com as coordenadas GPS das obras e mapa incluído), este é um álbum totalmente ilustrado que presta homenagem aos que continuam a tornar Lisboa num centro de arte urbana de referência mundial.

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Obras de diversas escalas, padrões e cores, auto-retratos ou composições abstratas, em murais ou objetos banais, juntam-se neste suporte físico, possibilitando e convidando o leitor a apreciar as suas preferidas. Um álbum rico sobre o melhor da street art em Lisboa, que nos mostra porque é que esta cidade é considerada uma das maiores e melhores capitais do mundo da street art!

 

Espaço de liberdade criativa dedicado pela Câmara Municipal de Lisboa ao graffiti e à street art, a GAU – Galeria de Arte Urbana tem vindo a afirmar-se como a principal plataforma de atuação do município nestes universos plásticos que hoje se manifestam transversalmente, no espaço público das cidades globalizadas.

Duarte…. 2016 o ano de reconhecimento do fadista

2016, é sem dúvida um ano de reconhecimento para o fadista Duarte. Com muitos espectáculos realizados no  nosso país e várias salas esgotadas em França. Vê ainda o seu disco “ Sem dor nem piedade” ser editado em França através da editora Aztec Music e já pertinho do final do ano o fadista ganha 2 prémios.

“Mais Musica 2016 “ pela Revista Mais Alentejo e o prémio “José Melo" da Associ' Arte – Associação de Comunicação e Artes  que tem como lema a Coragem de Ficar e premeia os artistas e comunicadores que tem a coragem de ficar no Interior, nomeadamente no Alentejo, e daqui fazerem as suas carreiras. Como reconhecimento deste prémio, Duarte recebeu um belo quadro feito pela pintora eborense Elisabete Barradas.

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Duarte nasceu em Évora em 1980 e viveu a sua infância e adolescência na Vila de Arraiolos. Aos sete anos, Duarte iniciou a sua aprendizagem musical e começou a cantar fado. Até 1997 Duarte frequentou a Academia de Música Eborense onde concluiu o 3º ano de Piano, o 2º ano de História da Música, o 4º ano de Guitarra Clássica e o 7º ano de Formação Musical.

 

O seu primeiro trabalho discográfico, de título “Fados Meus”, foi apresentado em 2004 e o seu tema “Dizem que o meu fado é triste”, um poema seu na música do Fado Menor do Porto, integrou a colectânea “Fados do Porto”, inserida na colecção “100 anos do Fado”, organizada pelo jornal “Público”. “Aquelas Coisas da Gente” titulo do seu segundo disco editado em 2009, onde o fadista pretende aliar o fado tradicional a novas sonoridades.

 

“Sem dor nem Piedade”- Fados para uma relação acabada em quatro actos é seu terceiro álbum editado em 2015, assumidamente um disco cinzento. Uma fuga ao “mainstream” que se vive no fado actual. A importância de viver e sentir o lado mais escuro dos dias, não fugindo a este mesmo lado. Um trabalho de contra corrente. Não queremos entreter, mas antes fazer pensar.

Bastille… mais um nome para o MEO Marés Vivas…

Bastille, a banda inglesa de Indie e Rock Alternativo, formada em 2010 e composta por Dan Smith (voz e piano), Kyle Simmons (piano, guitarra e 2ª voz), Will Farquason (baixo e 2ª voz) e Chris “Woody” Wood (bateria e 2ª voz) atua a 14 de Julho no Palco MEO do MEO Marés Vivas.

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A banda alcançou enorme sucesso em 2013 com o single “Pompeii” e desde aí o seu reconhecimento foi sempre aumentando. A palavra Bastille trás à mente Revolução, a mudança e o assalto do velho por um espirito novo. Mas quando Dan Smith deu o nome de Bastille à sua banda, estava apenas a pensar no dia do seu aniversário – 14 de Julho – Dia da Bastilha Francesa.

Os presságios de que Bastille seriam uma grande “marca” estavam lá muito antes do seu álbum de estreia em 2013 – “Bad Blood”. O quarto single “Pompeii” tournou-se um dos hinos alternativos dos últimos anos, vendendo mais de 10 milhões de singles em todo o mundo e tornou-se no nº1 nas rádios americanas em 2014.

Todas as conquistas feitas pela banda foram reconhecidas pelos juízes dos prémios – com nomeações para quatro BRIT AWARDS, uma nomeação para um Grammy e duas nomeações para os AMERICAN MUSIC ASSOCIATION AWARDS e ainda um TEEN CHOICE AWARD nos EUA para melhor canção rock. No ano de 2015 os Bastille escalaram novas alturas e completaram uma tour de verão que incluiu festivais como: Benicassim, Lollapalooza Berlin e ainda um concerto secreto no Gastonbury.

 

Em 2017 regressam a Portugal para um concerto único no MEO Marés Vivas e logo no primeiro dia do festival, a 14 de Julho.