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Glam Magazine

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Best Youth no Lux e com data extra na Universidade do Minho

Best Youth celebram o lançamento de "Highway Moon", com um concerto especial no Lux, em Lisboa, a 26 de Janeiro. Entre as surpresas que serão reveladas até à data do espectáculo encontram-se a participação de convidados e o lançamento de um novo single.

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Dia 17 de Dezembro a dupla estará no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho, em Braga. Esta data extra de comemoração do sucesso da “Demo Tapes Tour” deve-se à elevada procura que estes espectáculos, que desconstroem as músicas nas suas diferentes etapas de composição, tiveram ao longo da digressão que percorreu as salas mais intimistas do país.

Em 2017, além do concerto no Lux, já é conhecida a participação dos Best Youth no Eurosonic Noorderslag, em Groningen, na Holanda, reforçando a previsão de um ano profícuo em concertos e novidades.

VALAS conquista 1 milhão de visualizações com o vídeo de “As Coisas”

VALAS é um dos mais entusiasmantes novos valores do hip hop português e depois do sucesso da sua atuação no festival Vodafone Mexefest, agora o rapper prepara-se para se apresentar ao vivo no Figa Club, em Aveiro, e na festa de Passagem de Ano no Pacha de Ofir.

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VALAS tem conquistado milhares de pessoas graças ao single “As Coisas”, um sucesso que já soma, em menos de 1 mês, mais de 1 milhão de visualizações no YouTube. A canção foi produzida por Lhast (produtor do grande hit de Richie Campbell “Do You No Wrong” e com quem já tinha trabalhado no projeto Nébula). O single já atingiu o 2.º lugar do top Viral no Spotify e alcançou o n.º 12 do top do Shazam, estando a criar um grande burburinho nas plataformas digitais.  O tema roda ainda na telenovela da SIC “Amor Maior”.

Relativamente a “As Coisas”, VALAS afirma: “Esta música, a letra, representa uma mudança na minha vida. Deixar para trás coisas menos positivas, alguns maus hábitos, e concentrar-me naquilo que realmente importa. E essa mudança está a acontecer tanto a nível profissional como pessoal.”

 

Para 2017 está previsto o lançamento do álbum de VALAS, sendo os próximos concertos uma oportunidade única para ouvir em primeira mão as muitas novidades que o rapper está a preparar.

Diabo a Sete está de regresso aos discos com “Figura de Gente”

Desde a sua formação, em 2003, Diabo a Sete tem vindo a construir um repertório baseado em temas originais e outros inspirados na música tradicional portuguesa, procurando sempre abordá-los sem preconceitos puristas e conscientes da sua contemporaneidade.

Os novos temas de “Figura de Gente” aprofundam a tarefa de pegar em ritmos, sons e instrumentos associados à tradição e de lhe dar letras, roupagens e desenhos melódicos actuais. O resultado é uma sonoridade de folk moderno, composto na íntegra por temas originais, que salientam a criatividade e originalidade do grupo, com um imaginário particular.

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Neste disco, Diabo a Sete apresenta ainda uma formação renovada, com a integração de Sara Louraço Vidal (voz, harpa celta e percussão), actual vocalista do grupo A Presença das Formigas e anteriormente do grupo galego Luar na Lubre, a juntar-se ao colectivo Celso Bento (flautas, gaita-de-foles, coros), Eduardo Murta (baixo eléctrico), Luísa Correia (guitarra acústica, coros), Miguel Cardina (bateria) e Pedro Damasceno (cavaquinho, bandolim, machinho, coros).

 

Ciclo "Jazz +351” apresenta… João Barradas Trio

Considerado como um dos mais importantes acordeonistas do mundo na atualidade, e levando o seu instrumento para contextos em que habitualmente este não é ouvido, João Barradas tem-se interessado muito particularmente pelo jazz, neste domínio revelando-se mesmo como um improvisador de capacidades fora do vulgar.

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O seu trio com André Rosinha e João Lopes Pereira enraíza-se fortemente na tradição do género, com uma clara preferência pelas formas do bop e do hard bop, mas as composições do jovem músico concedem a esse figurino um elevado grau de imaginação, frescura e até excentricidade, que passa pela introdução de melodias da Europa Central e de um enlevo rítmico que lembra vagamente o tango savant de Astor Piazzolla. O espectro tímbrico da música do grupo amplia-se consideravelmente quando utiliza o acordeão MIDI, ora surgindo, por exemplo, o som de um piano elétrico Fender Rhodes ou determinada peça ganhando uma dimensão orquestral. E se se torna evidente que as abordagens são virtuosísticas, por vezes até raiando o inacreditável, tudo é colocado ao serviço da própria música.

 

Culturgest (Lisboa)

17 de Dezembro 2016 | 21.30h