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Glam Magazine

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Primeiras confirmações Vodafone Paredes de Coura 2017…

Prestes a celebrar 25 anos, o Vodafone Paredes de Coura anuncia as primeiras confirmações. Foals, Benjamin Clementine, Car Seat Headrest e Ty Segall vão passar pela 25ª edição do festival, que se realiza nos dias 16, 17, 18 e 19 de agosto de 2017.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Cantor, compositor e pianista, o autodidata Benjamim Clementine saiu de Inglaterra com menos de 20 anos para vaguear pelas ruas da cidade de Paris, onde acabou a ser descoberto enquanto tocava nos corredores do Metro. “At Least for Now”, o álbum de estreia de 2015, confirmou-o como uma força deslumbrante de uma beleza não convencional. Uma voz majestosa e arrebatadora para ouvir no Vodafone Paredes de Coura.

Também arrebatadora é a perseverança de Will Toledo, o visionário de Car Seat Headrest. Depois de mais de uma dezena de álbuns disponíveis no Bandcamp, e de reunir críticas entusiasmadas na blogosfera musical, Will lançou "Teens Of Style", uma narrativa diferente da grande maioria da música do século XXI.

Liderados pelo incansável Yannis Philippakis, os Foals chegam ao Vodafone Paredes de Coura com “What Went Down”. O sucessor de “Holy Fire” (2013) marcou o retorno emocionante da banda de Oxford e elevou-a a novos picos criativos. Uma poderosa aventura musical para ver ao vivo no anfiteatro natural da Praia Fluvial do Taboão.

Conhecido pela discografia prolífica, Ty Segall já lançou mais de 30 singles, uma dúzia de LPs e inúmeras gravações ao vivo. Depois de, este ano, ter lançado “Emotional Mugger”, um novo álbum de estúdio foi já confirmado para Janeiro de 2017. O single “Orange Color Queen” serve de aperitivo ao concerto do californiano no Vodafone Paredes de Coura.

Calendário Pirelli 2017… Reveladas as primeiras fotografias

A marca Pirelli revelou as primeiras imagens do seu calendário 2017, fotografado por Peter Lindberg. O reconhecido fotógrafo alemão retratou as atrizes Robin Wright, Julianne Moore, Uma Thurman e Nicole Kidman de um modo despojado e natural, dando continuidade à estética do calendário de 2016, fotografado por Annie Leibowitz.

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Peter Lindberg intitulou o trabalho de "Emotional" para enfatizar que a sua ideia era criar um calendário sobre sensibilidade e emoção e não sobre corpos perfeitos. Esta é a terceira vez que o fotógrafo trabalha com a Pirelli, tendo sido responsável pelas edições de 1996 e 2002 do famoso calendário.

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Além das imagens reveladas hoje, o calendário Pirelli 2017 inclui também fotografias de Jessica Chastain, Penelope Cruz, Rooney Mara, Helen Mirren, Lupita Nyong'o, Charlotte Rampling, Lea Seydoux, Alicia Vikander, Kate Winslet, Zhang Ziyi e Anastasia Ignatova. As sessões fotografias decorreram entre maio e junho, em Berlim, Los Angeles, Nova Iorque, Londres e na praia de Le Touquet, França.  

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"O meu objetivo era retratar as mulheres de uma forma diferente e fi-lo convidando atrizes que desempenharam um papel importante na minha vida", explicou Peter Lindbergh. "Como artista, sinto que sou responsável por libertar as mulheres da ideia de eterna juventude e perfeição. O ideal de beleza perfeita promovido pela sociedade é algo que simplesmente não pode ser atingido."

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Old yellow jack + The Miami Flu ao vivo no Porto…

Começaram como quaisquer dois putos de 15 anos, com vontade de fazer barulho. Entre barulho e não barulho, convém completar a banda e aprender a escrever canções. E assim começa a vida pública dos Old Yellow Jack, com quatro demos caseiras que os levaram de Norte a Sul do país, numa tentativa de fazer o tal barulho resultar em cima de um palco, sem terem sequer idade para pegar num carro.

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Depois do primeiro EP, “Magnus”, surgem agora com o seu álbum de estreia “Cut Corners” lançado em Setembro de 2016, onde experimentam agora o indie americano de bandas como Pavement ou Real Estate, com melodias que farão lembrar uma espécie extinta chamada Fleet Foxes. Dadas as influências, poderíamos dizer que se tornaram mais calmos. Erro ingénuo de quem nunca os apanhou ao vivo.

The Miami Flu é a nova banda de Pedro Ledo e Tiago Sales, metade da alma e coração dos Lululemon, que já lançou no mercado dois discos: “The Flying Fortress” (2012) e “Sinharaja

Entramos assim em território minado por algum psicadelismo dos anos 60 e 70, género muito apreciado pela banda e que é inevitável referenciar. Mas a coisa não se fica por aqui no que toca a referências. As muitas horas gastas a jogar videogames retro, tais como Diddy's Kong Quest, Phantasy Star, Chrono Trigger, F-Zero, Killer Instinct, Super Bomber Man, Sonic, Street Fighter, Top Gear ou Super Mario influenciaram o processo criativo com as respetivas bandas sonoras.

 

Plano B (Porto)

2 de Dezembro 2016 | 22.00h

Jorge Palma continua a celebrar "Só" na Casa da Música

Segunda e terça-feira foram noites com lotação esgotada no Grande Auditório do CCB. Em palco, Jorge Palma sozinho, ao piano, reviu as músicas de "", editado há 25 anos. Mas também houve tempo para revisitar temas mais recentes, estrear uma música e interpretar a Sonata nº8 Op.13 (Pathetique) de Beethoven.

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photo: Rita Carmo

 

Dois concertos cheios de emoção onde o músico se sentiu abraçado e acarinhado pelo público que o acompanhou ao longo de duas horas. Hoje e sábado é a vez da Sala Suggia da Casa da Música receber este espectáculo ímpar, especial e intimista, despido de todos os arranjos, à semelhança dos temas que fazem parte de "".

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photo: Rita Carmo 

 

O 25º aniversário da edição do meu álbum “Só” – piano e voz captados em simultâneo, composto por 15 canções interpretadas ao vivo em estúdio, como num recital mas sem público – serve de pretexto para estes espectáculos especiais, no mesmo formato, onde espero reencontrar o público que me tem acompanhado”, descreve Jorge Palma.

 

Editado em 1991, pela Polygram, “Só” foi agora reeditado com um novo formato em CD e também está disponível numa edição especial em vinil. Depois da Casa da Música, no Porto, dias 1 e 3 de Dezembro; Jorge Palma apresenta-se no Convento São Francisco, em Coimbra, dia 6; e no Teatro das Figuras, em Faro, dia 10.

Sofia Vitória apresenta o seu novo álbum "Echoes" em Setúbal…

"Echoes”, o novo álbum da cantora portuguesa Sofia Vitória, é inteiramente dedicado à poesia e prosa escritas em inglês por Fernando Pessoa. As palavras inglesas de Pessoa ganham vida pela mão dos compositores Amélia Muge, António Zambujo, Daniel Bernardes, Edu Mundo, Joana Espadinha, João Hasselberg, João Paulo Esteves da Silva, José Mário Branco, José Peixoto, Luís Figueiredo, Mário Laginha, Paula Sousa e Sofia Vitória.

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O disco, uma co-produção com a Casa Fernando Pessoa, foi apresentado pela primeira vez no dia 13 de Junho, data de nascimento de Pessoa, e conta com a participação dos músicos José Peixoto (guitarra clássica), Luís Figueiredo (teclados e arranjos), Eduardo Raon (harpa e guitarra eléctrica), António Quintino (contrabaixo) e Joel Silva (bateria).

 

A acompanhar Sofia Vitória neste concerto no Fórum Municipal Luísa Todi estarão os músicos Miguel Veras (guitarra clássica), Mário Delgado (guitarra eléctrica), Daniel Bernardes (teclados), Ana Isabel Dias (harpa), António Quintino (contrabaixo) e Joel Silva (bateria).

 

 

Fórum Municipal Luísa Todi (Setubal)

9 de Dezembro 2016 | 21.30h

Festival Temps d’Images anuncia finalistas do LOOPS.LISBOA 2016

O Festival Temps d’Images Lisboa anuncia os finalistas da edição de 2016 do LOOPS.LISBOA, são eles Patrícia Almeida, Pedro Vaz e Tiago Rosa-Rosso Carvalhas, autores dos três vídeos selecionados entre os 135 trabalhos candidatos à competição, que a partir de 7 de dezembro podem ser vistos em exposição no MNAC. No mesmo dia será também revelado o grande vencedor do LOOPS.LISBOA 2016, que recebe um prémio de dois mil euros e cuja seleção está a cargo do júri constituído pela curadora Emília Tavares, o artista americano percursor da vídeo arte Gary Hill e o colecionador Miguel Leal Rios.

 

Finalistas LOOPS.LISBOA 2016:

"Today, I am just a butterfly sending you a sentence” de Patrícia Almeida

“Laje Branca” de Pedro Vaz

“Zootrópio” de Tiago Rosa-Rosso Carvalhas

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O LOOPS.LISBOA é uma competição anual dedicada à imagem em movimento, promovida no âmbito do Festival Temps d’Images Lisboa em parceria com o MNAC. Convida artistas portugueses e estrangeiros, residentes em Portugal, a investigarem o “loop” e a explorarem este mecanismo da imagem através da linguagem do cinema e da vídeo-arte. João Cristovão Leitão foi o vencedor da edição de 2015 com o vídeo “O Retrato de Ulisses”, João Pedro Fonseca e a dupla Francisca Manuel e Elizabete Francisca assinaram os outros dois trabalhos finalistas que estiveram também em exposição na Sala Polivalente do MNAC. Depois de Lisboa a exposição passou por Ponta Delgada no Festival Walk&Talk e por Montemor-o-Velho no Festival Citemor. O período de candidaturas à edição de 2016 decorreu entre os dias 1 de setembro e 17 de novembro e foram submetidos 135 vídeos, mais 18 trabalhos que na edição do ano anterior.

A exposição LOOPS.LISBOA 2016 estará patente no MNAC até ao dia 22 de janeiro de 2017.

 

O festival prossegue até dia 10 de dezembro com mais quatro estreias absolutas, dois espetáculos para descobrir ou rever e dois encontros temáticos:

- Já no dia 1 de dezembro Sara Vaz estreia na Rua das Gaivotas 6 “Merci”, um espetáculo vídeo-instalação onde a criadora cruza dança, teatro e vídeo, numa construção ficcional a partir de materiais autobiográficos, sendo o contexto base uma viagem pela Europa e uma história de amor mal sucedido entre duas personagens.

- No dia 8 Miguel Bonneville inicia a performance “Chérie, Chéri”, que parte do universo do filósofo espanhol Paul B. Preciado e da sua reflexão sobre o(s) lugar(es) do género e da sexualidade dos corpos que não se identificam com a norma. A performance é apresentada em sessões individuais por marcação prévia no clube erótico Mise en Scéne, que no dia 10 abre portas a “Bordel Filosófico”, o encontro que Miguel Bonneville dedica à reflexão sobre as questões de género, sexualidade, raça, classe e identidade e para o qual convidou várias organizações e especialistas, como João Manuel de Oliveira, Isabel Figueiredo e representantes da Rede Ex Aequo, Lóbulo, FemAfro e Panteras Rosa.

- No dia 9 de dezembro no Óculto da Ajuda, apresenta-se em sessão única e estreia absoluta a performance “Mutabilis” de António de Sousa Dias, Paula Pinto e Rita Casaes, resultante da primeira fase de pesquisa de um trabalho onde as flores hermafroditas Hibisco Mutabilis – que abrem pela manhã em branco puro e mudam no mesmo dia tornando-se róseas, passando por um rosa vivo intenso que acaba violáceo nos dias subsequentes – ilustram uma alegoria sobre processos de mudança.

 

O programa do festival culmina nos dias 9 e 10 com a estreia absoluta de “Íris” no Centro Cultural de Belém (CCB), marcando a estreia do coreógrafo Marco da Silva Ferreira em Lisboa, depois de colaborações com Victor Hugo Pontes e Tiago Guedes no Porto, apresentações em Barcelona, Londres, Brasil e França, dos prémios “Jovem criador português 2015” e [re]connaissance em Grenoble, considerada a competição de dança contemporânea mais importante de França. “Íris” reflete sobre o movimento do corpo e das imagens, dança e cinema, e nasce do diálogo entre o coreógrafo e Jorge Jácome, realizador que tem sido presença regular nos festivais IndieLisboa e Curtas e cujo trabalho já foi também apresentado no Palais de Tokyo, em Paris. Depois da estreia no CCB o espetáculo segue para os Palcos Instáveis, no Campo Alegre.

 

Ainda para ver ou rever na 14ª edição do Temps d’Images Lisboa, de 1 a 3 de dezembro “In a Manner of Speaking” de Dinis Machado, às 21h30 no Negócio ZDB, e “Os Serrenos do Caldeirão” de Vera Mantero, com apresentação única no dia 3 de dezembro pelas 18h no Maria Matos Teatro Municipal, seguida por uma conversa com a artista com moderação de Teresa Fradique, antropóloga que na sua prática cruza os instrumentos da investigação etnográfica com a reflexão crítica e a produção de projetos artísticos na área das artes visuais e da performance.