Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

The Lemon Lovers lançam vídeo à boa maneira mexicana…

Para fechar o ano em grande, The Lemon Lovers escolheram o tema “Mexican Way” que agora ganha nova vida num vídeo inteiramente produzido pela banda

Image1

O vídeo para o segundo single do mais recente álbum, “Watching the Dancers”, reflete uma vontade que vinha a aumentar por parte dos The Lemon Lovers, de se aventurarem por caminhos de uma outra paixão, o cinema. Com uma estética particular, o vídeo retrata ‘lutas e amores de forma intensa’ numa recriação do conceito da “novela mexicana” que é explorado por entre ruídos estáticos, plug-ins de 8mm e mortes anunciadas. ‘Não passam de conceitos que são constantemente reinventados, mas que, têm muito mais piada ao serem retratados num imaginário! Trata-se do nosso primeiro vídeo self-made e o imediatismo com que a música foi escrita manteve-se nas escolhas feitas para este vídeo

“Watching The Dancers” é o segundo longa duração da banda que se segue a “Loud, Sexy & Rude” apresentado em mais de 30 palcos, por 9 países, em cerca de 40 dias. Um périplo que chegou ao fim, com uma nova tour europeia de 10 datas na Republica Checa, Eslováquia, Hungria e Polónia durante as duas primeiras semanas do mês de Março deste ano

Sensivelmente Idiota convida Vai Tudo a Baixo, Kiko is Hot e Pedro Figueiredo…

Depois de esgotar a primeira sessão de "Não é Bem um Talk Show" em apenas cinco dias, Diogo Faro a.k.a. Sensivelmente Idiota está de volta ao Rádio-Hotel no próximo dia 1 de Dezembro, feriado, mais uma vez com um cartaz de luxo. Pelas 22:30 entrarão em palco, para além do próprio Diogo, os bem conhecidos Neto e Falâncio que depois de um afastamento prolongado voltam para uma aparição exclusiva de "Vai Tudo Abaixo", Pedro Figueiredo e o entrevistado da noite Kiko is Hot, conhecido ‘youtuber’ nacional.

e674f1fc-61e0-4ec9-980e-9086380867d5

O conceito é vencedor e, depois de em 2015 ter esgotado todas as datas, "Não é Bem um Talk Show" prepara-se para renovar o sucesso em 2016.

Os bilhetes estão à venda em ticketline.pt e nos locais habituais por 8€, passando a 10€ nos dias do evento...

 

Rádio-Hotel (Lisboa)

1 de Dezembro 2016 | 22.30h

Centro Cultural Vila Flor rende-se à música etérea de Weyes Blood

Natalie Mering, que artisticamente se apresenta como Weyes Blood, é um daqueles casos em que as referências do passado se entremeiam com as perceções do presente, criando um surpreendente anacronismo pop. Natalie não será a única operadora do género, porém, dado os últimos trabalhos, “The Innocents” e “Cardamom Times”, granjeou junto do público e da crítica um grande apreço pela sua música. Na bagagem, Weyes Blood traz a Guimarães o mais recente álbum “Front Row Seat to Earth”, um disco que transporta a tradição da folk britânica e norte-americana das décadas de 60 e 70, conseguindo abranger a melhor escola destes dois polos, seja por via do psicadelismo deixado pela geração inglesa ou, já com outro pé no lado oposto do Atlântico, pela flora de Vashti Bunyan, Joni Mitchell ou ainda contemporâneas como Josephine Foster e Angel Olsen.

Weyes-Blood-ESSENTIAL_1

A artista acrescenta, contudo, um apuro nas orquestrações e na imensidão melódica recorrendo para isso a alguma toada ambiental onde o piano e a guitarra (as ferramentas principais de Natalie) ficam momentaneamente de fora. Soa complexo, sem o procurar ser e sem nunca pecar por isso. Cânticos sagrados, por vezes próximos dos madrigais, atmosferas de alvorada e histórias que nunca aconteceram a não ser na cabeça de quem escuta estes ensaios, aglutinam-se no contexto de canção. Foi assim que “The Innocents” galgou preferências, valendo-se do que de mais simples e genuíno pode oferecer. Normalmente essa entrega artística é infalível, seja em que contexto for, e volta a verificar-se uma vez mais neste caso. O tom coral da sua voz revela uma infância desde cedo ligada ao estudo musical, primeiramente académico e depois então moldado pela convivência com algumas das mais importantes constelações do experimentalismo norte-americano como Jackie-o-Motherfucker (onde foi baixista), Axolotl e Nautical Almanac (partilhando estúdios e palcos) ou com esse ícone chamado Ariel Pink.

Weyes-Blood 2

Liricamente assertiva, dispensa eufemismos nas palavras. Aliás, só assim poderia ser perante as formas carnais vincadas que assentam na configuração etérea de Weyes Blood. Um corpo completo sem dúvida, mas nómada no tempo em que vagueia. Graciosamente nómada.

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

3 de Dezembro 2016 | 22.00h

O TREMOR regressa à ilha de São Miguel de 4 a 8 de Abril

A primavera nos Açores, com toda a agitação atmosférica que lhes é única, já é sinónimo de perturbações vindas da litosfera, com o TREMOR a potenciar cultural, turística e economicamente a ilha de São Miguel, de 4 a 8 de Abril de 2017. E como não há abalos sem agitadores, levanta-se o véu sobre a programação para o quarto TREMOR cultural no arquipélago.

A primeira leva de confirmações garante, desde já, as presenças dos inolvidáveis Mão Morta, capítulo essencial, e ainda com muita tinta para correr, do rock alternativo em Portugal, com contribuições dadas na performance, no cinema e, claro, na spoken word que por cá se ouve. Com eles vem, ainda, Norberto Lobo, escolástico auto-didacta da arte de acariciar cordas de guitarra e um dos principais porta-estandartes da forma portuguesa de o fazer.

untitled

Do Reino Unido, numa espécie de eterno anti-Brexit, os Flamingods trazem da diáspora londrina todas as suas maravilhosas texturas e harmonias, tão do mundo quanto nosso, na forma do mais recente “Majesty”, lançado ao longo deste ano.

 

A representação local, por ora, é assegurada pelos decanos Morbid Death, nome charneira da música pesada açoreana e portuguesa, e pelos PMDS, duo que cruza ritmos lentos de electrónica digital com modulação analógica.

André Gonçalves apresenta “Música Eterna” este sábado

André Gonçalves opera em diversas áreas artísticas, nomeadamente nas artes plásticas, música, instalação e performance. Conta no seu curriculum com inúmeras exposições e festivais em mais de 20 países um pouco por todo o mundo. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 2005 e 2009, distinguido com uma Menção Honrosa no FILE Prix Lux 2010, São Paulo e finalista do Celeste Prize 2010, Nova Iorque. O seu trabalho musical, a solo ou em coletivos, está documentado em mais de 15 edições em diversas editoras nacionais e internacionais. Nos últimos anos tem sido mais reconhecido pelo seu trabalho enquanto criador da marca de sintetizadores modulares ADDAC System. O meio das edições discográficas sempre foi condicionado pelos avanços tecnológicos.

AG_VeraMarmelo_small

photo: Vera Marmelo

 

Hoje em dia, os formatos físicos caminham aceleradamente para uma obsolescência enquanto os digitais não param de nos desafiar, andam nos nossos bolsos e a música passou a fazer parte dos nossos dias. Embora estas novas plataformas multiusos (dispositivos iOS e android) sejam em si melhores computadores do que os que teríamos há cinco anos, perpetua-se, no entanto, a tradição de fixar a música a uma timeline, de editá-la com uma composição fixa de determinada duração. “Música Eterna” (2015) é uma edição sem duração e sem formato fixo, é música para, como diria Cesariny, “ir de manhã cedo e voltar muito tarde. Um “álbum” fechado dentro de uma aplicação para iOS que funciona apenas em iPhone/iPad/iPod, e recorre a uma partitura que joga com múltiplos blocos sonoros que vão desfilando com o tempo, encaixando miraculosamente sem nunca nos deixar desamparados pelo aparente jogo de sorte. “Música Eterna” conta com a participação especial de Alex Zhang Hungtai (Dirty Beaches) e Casper Clausen (Efterklang).

 

Gnration / Blackbox (Braga)

3 de Dezembro 2016 | 22.30h

“Castelos do Norte de Portugal” apresentado no Castelo da feira

Castelos do Norte de Portugal” é o guia que a Turismo Porto e Norte de Portugal (TPNP) apresentou esta terça-feira, dia 29 de Novembro em Santa Maria da Feira, no Salão Nobre do Castelo. Dar a conhecer o território Porto e Norte através dos seus aspetos castelos é mais uma ação que a TPNP desenvolve para chamar os visitantes ao território durante todo o ano, combatendo a sazonalidade turística e promovendo uma oferta que divulga os recursos turísticos e incrementa a economia local. São 47 os monumentos aqui representados, distribuídos por 34 municípios de todo o Porto e Norte.

logo_tpnp1

São mais de 170 páginas que procuram despertar a vontade do turista para visitar os castelos do Norte de Portugal: desde praças-fortaleza da fronteira com Espanha; cidades e vilas rodeadas de muralhas medievais; centros históricos dentro de muros de castelos; engenhosas cisternas; canhões nas ameias e torres de menagem com vistas para paisagens naturais…. Mas as sugestões de visita aos 34 municípios e aos 47 monumentos não se ficam por aqui. O Guia avança também com as sugestões de visita a outros locais em cada concelho, prova de iguarias gastronómicas típicas, experiências turísticas diferenciadoras e as principais festividades de cada região - visite, descubra, saboreie, desfrute, conheça, aproveite, sabia que e reza a lenda

 

O nosso desafio é continuar a fazer crescer a estada média do turista na nossa Região. E isto só pode começar a consolidar-se com a oferta turística diferenciadora e distinta. Temos que ter a capacidade de perceber o que o visitante procura e proporcionar-lhe motivos para que prolongue a sua estada. Este Guia vem ao encontro do que defendemos: uma promoção integrada e sustentada do território”, diz o presidente da TPNP, Melchior Moreira.

 

O Castelo de Santa Maria da Feira é considerado como um dos exemplos mais completos da arquitetura medieval portuguesa e é reconhecidamente um dos ex-libris do território. Palco de grandes eventos que são hoje referências mundiais – Viagem Medieval – é um exemplo claro do potencial que os monumentos têm para captar visitantes. Para o presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Emídio Sousa, “esta publicação vem reafirmar o elevado valor histórico e arqueológico do Castelo da Feira, emblemático monumento nacional que o Município pretende valorizar cada vez mais e incluir nas rotas do turismo nacional e internacional”. Para o autarca da Feira, “esta ação de promoção integrada da TPNP vem enriquecer o notável trabalho da Comissão de Vigilância do Castelo, que é assumidamente um caso único de gestão do património do Estado.”

 

Rodrigo Leão e Scott Matthew… confirmado concerto no Cineteatro António Lamoso

Enquadrado na digressão internacional do belíssimo álbum “Life Is Long”, a dupla passará por Santa Maria da Feira. O concerto, marcado para 14 de janeiro, é o primeiro espetáculo anunciado pelo Cineteatro como atividade cultural para 2017.

14910276_1862414723992475_2140641095062481931_n

photo: Paulo Homem de Melo

 

Life Is Long” é a história de uma parceria improvável que provou ser inevitável entre um compositor conhecido pelas suas melodias enlevadas e uma voz que as leva ao patamar superior de magia. Este é um disco de uma beleza discreta mas arrebatadora, como só Rodrigo Leão e Scott Matthew poderiam fazer juntos.

Os bilhetes já estão disponíveis na Loja Interativa de Turismo SMF, na Bilheteira Online e postos de venda aderentes.

 

Cineteatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

14 de Janeiro 2017 | 22.00h

Tundra Fault perdeu-se…

Perdeu-se em sons e batidas e gravações e vozes e conceitos e loops e influências. Ora agredia-nos com o seu techno corrosivo, ora acalmava a batida para um acenar da cabeça, ora submergia-nos num plasma ambiental hipnótico.

6b95c8b2-037e-4f83-b599-a9c6339b3090

Tudo diferente, mas com pontos em comum. Na verdade, tudo fazia sentido, tudo fazia parte da sua evolução. E 2016 foi o ano em que isso foi mais notório. Um EP lançado, que o bodyspace.net apelidou de “melhor EP do ano”, uma residência artística no gnration que culminou numa exploração sonora das ruínas de Braga, e um single que sintetizou toda esta gama sonora por onde tem trabalhado.

 

Tundra Fault encontrou-se. E este concerto especial vai ser prova disso. A não perder, sexta feira, 2 dezembro, 22h30, no Sé La Vie em Braga. A entrada é livre

The Weeknd entra diretamente para o 1.º lugar do iTunes com “Starboy”

Um ano depois de “Beauty Behind the Madness”, The Weeknd está de volta aos álbuns, com “Starboy”, já disponível nas plataformas digitais, tendo entrado diretamente para o 1.º lugar do iTunes de Portugal. Este é já o terceiro disco de estúdio do cantor canadiano e é apresentado pelo single, homónimo, no qual The Weeknd colabora com os Daft Punk.

starboy

Além da dupla francesa, o alinhamento de “Starboy” revela ainda colaborações com a cantora Lana Del Rey e com os rappers Kendrick Lamar e Future. Recentemente, The Weeknd apresentou o single “Starboy” no programa televisivo “Saturday Night Live”, onde também interpretou em primeira mão o tema “False Alarm”, que se encontra no alinhamento do novo álbum.

 

Starboy” sucede a “Beauty Behind the Madness”, um grande sucesso de vendas a nível global, tendo já recebido a marca de tripla platina pelas vendas superiores a três milhões de cópias. Só de um álbum, o cantor alcançou sete platinas com o single “The Hills”, cinco platinas com “Can’t Feel My Face”, duas platinas com “Often” e uma platina com “In the Night” e “Acquainted”. Aquando do seu lançado o disco manteve-se no 1.º lugar do Billboad Top 200 durante três semanas consecutivas.

O novo “Starboy” volta a afirmar The Weeknd como um nome incontornável do r&b contemporâneo.

“Toda a gente pode ser Tudo”.. o regresso de NBC aos discos

"Toda a gente pode ser Tudo” é o 3º disco de NBC. Timóteo Tiny, com duas décadas de canções é um dos artistas mais consistentes no panorama musical português contemporâneo, despertou a atenção quando no início do mês revelou 'Intro', uma curta-metragem, onde aparece envergando umas ​i​mponentes asas pretas nas costas em sinal de libertação, quando cantava no alto dos seus pulmões "é desta vez que eu salto".

NBC-TGPST

Depois do aclamado “Maturidade” em 2008 e de “EPidemida” de 2013, chegou o momento de conhecer melhor o conjunto de novas músicas que NBC preparou durante cerca de dois anos. A sonoridade não podia deixar de ser R'n'b clássico, um soul maduro, irreverente e desconcertante, revestidos por um drum and bass dos novos tempos. As letras como habitualmente, aguçadas e certeiras, são de um cantor que continua apaixonado pela língua portuguesa.​​ Desde 2014, com o lançamento dos singles “Gratia”, “DOIS” e “Espelho”, que NBC tinha vindo a ​revelar ​os motes para aquele que parece ser o álbum da sua vida. “Toda a gente pode ser Tudo” é, acima de tudo, um livro para ouvir com o coração aberto e com um caminho inteiro pela frente. Como diz o NBC "sejam o que vocês quiserem durante 15 canções". O novo disco traz também uma novidade num mundo das editoras independentes: ​a ​sair para o mercado discográfico com o selo Big Bit, nome do famoso estúdio de gravação de álbuns icónicos de hip-hop que se apresenta agora como uma ​editora​ em crescimento.

 

A produção ficou a cargo de NBC, Guilherme Salgueiro, X-Acto, José Semedo, Slow J e DMipe, sediado em Londres. Dino d'Santiago, Sir Scratch, Virgul e José Salgueiro (Resistência e Trovante) formam o leque de artistas convidados. O disco está disponível em formato fisico a partir de hoje, 29 de Novembro, nos locais habituais.

Nasce a rádio SBSR.fm….

Um dos mais importantes festivais portugueses e europeus é agora, também, uma rádio. A partir de hoje, a nova rádio SBSR emite em 90.4 FM em Lisboa, em 91.0 FM no Porto, e em www.sbsr.fm

Dia de arranque com programação especial com artistas portugueses em estúdio

Em 1995 nasce o Super Bock Super Rock. Duas décadas depois e a caminho da 23ª edição, o Festival tornou-se num dos eventos com mais história, credibilidade e reconhecimento em Portugal e além-fronteiras. Camaleónico, inovador e com atitude rock, são muitos os adjetivos desta longa vida protagonizada pelos artistas mais icónicos e os sons emergentes das novas tendências da música. No presente sempre a olhar para o futuro, destacando sempre o lugar especial da música portuguesa.

header(4)

Num mundo digital com uma oferta infinita, é necessário trilhar pistas para saber o que procurar. No FM (90.4 em Lisboa e 91.0 no Porto) e em www.sbsr.fm, a Música é cuidadosamente selecionada, com a produção e realização de uma programação em que os profissionais têm um papel essencial, garantindo ao ouvinte um sentimento de proximidade, interação e humanização. Os animadores e jornalistas são mais do que vozes informadoras de conteúdos, acrescentando, entre cada música, notícias e novidades, notas de destaque e saber adequado. A música nova e os valores mais reconhecidos do mercado português serão protagonistas, com a estética alternativa a ocupar lugar de destaque.

 

Os artistas serão atores-parceiros da rádio que será a sua casa, com um estúdio pronto para receber live performances de artistas portugueses e internacionais. A SBSR.fm não se confinará ao estúdio. Sairá para a rua, promovendo eventos com muitos e novos músicos, com emissões especiais e com um estúdio móvel. Tudo para garantir a presença em momentos significativos em que a música tem papel principal.

 

Papel essencial terá também o digital, aprofundando e amplificando a emissão do FM, com conteúdos exclusivos áudio e vídeo em atualização permanente: emissão em streaming, live performances na rádio SBSR.fm, emissões fora do estúdio, programas de autor disponíveis em podcast, playlists com as escolhas e recomendações dos animadores e artistas, música selecionada para diferentes ocasiões, agenda dos acontecimentos mais relevantes.

 

Como não podia deixar de ser, o dia de arranque dá o pontapé de saída com a presença de artistas portugueses para performances especiais, em estúdio e não só:

9h-10h - estúdio: Alek Rein

10h-11h - estúdio: Filipe Sambado

11h-12h - estúdio: Madrepaz

13h - entrada nº 25 Rua Viriato: Tomás Wallenstein (Capitão Fausto)

14h-15h - estúdio: Lur Lur

15h-16h - estúdio: Golden Slumbers

16h-17h - estúdio: Samuel Úria

17h-18h - estúdio: Maze

18h-19h - estúdio: Jibóia

19h-20h - estúdio: Minta & The Brook Trout

20h-21h - estúdio: Jasmim

21h-22h - estúdio: Diamond Gloss

 

Expensive Soul encerram “Porto Best of 2016” no Rivoli

Expensive Soul é uma banda portuguesa, natural de Leça da Palmeira, com um género de música muito próprio, inspirado pelo R'n'B, soul, funk, 2-step, hip-hop e reggae, que conquistou muitos fãs com as suas prestações ao vivo, letras em português e com a atitude com que se dedicam ao que fazem.

DSC_1339 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O projecto nasceu no final da década de 90, quando New Max e Demo (vocalistas), se juntaram para transformar um sonho em realidade: fazer música. Demo desafiou Max a participar num concurso da Antena 3. O grupo foi um dos vencedores da iniciativa do Projecto Vida da Antena 3 destinada a eleger os 12 melhores temas de hip-hop que tivessem a droga como alvo. Como prémio, foram lá actuar e esta foi a sua estreia ao vivo. Depois deste concerto, os vocalistas acharam que necessitavam de uma banda suporte.

Então, uma banda completa com baixo, bateria, coros, guitarras e teclas ganha forma na Jaguar Band e juntam-se aos vocalistas dos Expensive Soul, fazendo com que fosse o primeiro grupo, em Portugal, de matriz hip-hop, com banda ao vivo. Juntos registaram o seu álbum de estreia –“B.I.”- que foi editado em 2004 e gravado no estúdio caseiro do vocalista e lançado pela sua editora independente, New Max Records. “Eu Não Sei”, um dos temas incluídos em “B.I.”, é até hoje um dos temas mais conhecidos da banda. O disco é o mote para este encontro no Teatro Rivoli, no último Porto Best Of do ano de 2016.

 

Teatro Rivoli (Porto)

10 de Dezembro 2016

António Fonseca apresenta audiolivro de "Os Lusíadas" no Centro Cultural Vila Flor

António Fonseca disse, pela primeira vez, os dez cantos de “Os Lusíadas” em 2012, no âmbito de Guimarães Capital Europeia da Cultura, mas o trabalho de apropriação do texto de Camões para a oralidade começou em 2008. Tem sido um trabalho de esforço físico e mental que António Fonseca descreve quase como uma obsessão diária. Esse trabalho é agora finalmente recompensado com a edição de um audiolivro que António Fonseca apresenta no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor.

Apresenta+º+úo do livro Os Lus+¡adas_cr+®dito Carlos Gomes

photo: Carlos Gomes

 

Os Lusíadas”, como António José Saraiva afirma, “é um livro para ser entoado por recitadores, e não analisado por gramáticos. Por vezes interessa pouco o que ele diz, e vale só a língua sonora que percorre os vários graus da escala, uma palavra que esplende, um som rouco de queixa ou um gesto teatral que se entrevê. Por vezes, também, é um brinco meio irónico com palavras que se repetem ou opõem, como os poetas sempre gostaram de fazer diante dos seus auditores, que só são perfeitos e cabais quando se embebem como crianças no fluir das palavras e nos seus inesperados efeitos”.

 

O ator cumpre, desta forma, uma ambição antiga que o persegue há anos, de dar corpo à obra de Camões ao decorar e declamar o vasto poema épico que é símbolo da nação, da sua história e das suas gentes. Culmina, assim, a entrega total e quase obsessiva de António Fonseca a uma obra que é “realmente muito difícil de ler, mas muito fácil de ouvir”.

 

Centro Cultural Vila Flor / Café Concerto (Guimarães)

2 de Dezembro 2016 | 18.00h