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Glam Magazine

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“Insane”… Novo single e vídeo de Marta Hugon com Samuel Úria

Uma boa canção tem sempre algo de vagamente familiar.

Tentamos exaustivamente perceber onde é já ouvimos aquilo mas sem sucesso, porque na verdade ela acaba de ser escrita.

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O novo tema que Marta Hugon acaba de lançar, saído do seu mais recente disco – “Bittersweet” - é tudo isto e muito mais. É um dueto surpreendente entre a cantora e um Samuel Úria a cantar em inglês num "boy meets girl" irónico e descomprometido, é uma homenagem aos temas com que Marta Hugon e Filipe Melo (autor da música e dos arranjos) cresceram e é "um tema explosivo, com toda a energia funk-jazz-blues-pop" que nos tira literalmente do sério.

"Insane" é música boa, que não liga a rótulos e que nos põe a cantar e a dançar. De preferência, insanamente

Mariano Marovatto antecipa lançamento de disco com "Lampião"

O luso-brasileiro Mariano Marovatto nasceu no dia primeiro de abril de 1982, no Rio de Janeiro e desde 2016 vive em Lisboa. Escritor, cantor e compositor, Marovatto vem despontando como uma das figuras chaves de sua geração no Brasil, tanto na literatura quanto na música. Desde a década passada vem gravando alguns discos importantes da cena brasileira como “Aquele amor nem me fale” (Bolacha, 2010) e “Praia” (Maravilha 8, 2013).

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Parceiro musical de Romulo Fróes (um dos compositores responsáveis pelo renascimento de Elza Soares em “Mulher do Fim do Mundo”), Jonas Sá, Bruno Medina (ex-Los Hermanos), Domenico Lancelotti, entre outros, o Mariano literário não fica atrás: escreveu oito livros, em sua maioria de poemas, o último Vinte e cinco poemas foi escrito em parceria com Francisco Alvim, poeta expoente da contracultura poética brasileira. (Luna Parque, 2015).

Também digno de nota é o livro “As Quatro Estações“ (Cobogó, 2015), um ensaio de Mariano sobre o clássico álbum dos Legião Urbana que tornou-se o best-seller da coleção O Livro do Disco da editora Cobogó. Marovatto está presente nas principais antologias da recente poesia brasileira. Em 2015, foi convidado da FLIP, onde apresentou-se ao lado da poeta e amiga portuguesa Matilde Campilho. Para além da música e da literatura, Mariano atua também como pesquisador e arquivista literário, e foi responsável, entre outros trabalhos, pela organização do acervo do escritor e compositor Cacaso e pela pesquisa de inéditos e estabelecimento de texto do volume Poética de Ana Cristina Cesar. Atualmente está a organizar e editar a primeira tradução de Silence, incontornável livro de John Cage, para o português, a ser publicado em 2017 pela editora Cobogó. Doutor em literatura brasileira pela PUC-Rio, Marovatto foi também apresentador e roteirista do programa musical Segue o som na TV Brasil entre 2009 e 2016.

Selvagem” é o terceiro álbum de canções de Mariano Marovatto, porém nenhuma das canções é sua e sequer possuem uma autoria definida. O repertório em questão foi montado exclusivamente por temas folclóricos brasileiros e portugueses que foram deixados de lado pela linha evolutiva e pela memória musical do grande público nos dois países. As faixas foram escolhidas após extensa pesquisa, etnológica e pessoal, de Mariano pelas recolhas feitas por Michel Giacometti, Fernando Lopes-Graça, Tiago de Oliveira Pinto e Max Peter Baumann, em Portugal, e pela Missão de Pesquisas Folclóricas, de 1938, capitaneadas por Mário de Andrade, então secretário de cultura do governo de São Paulo, pelo nordeste brasileiro.

 

Selvagem” não se trata apenas de um resgate histórico, mas sim de uma atualização “rebelde”, como quer o cantor, levando em consideração a sonoridade e os outros dois participantes do álbum: Pedro Sá, parceiro de Marovatto, um dos guitarristas mais aclamados do Brasil, colaborador assíduo desde os anos 90 de Caetano Veloso, principal responsável pela trilogia Cê, Zii e Zie e Abraçaço – e, diretamente de Tóquio, a artista vocal Ami Yamasaki, uma das principais expoentes da vanguarda sonora do Japão na atualidade.

 

O disco foi lançado no Brasil em julho pela editora Embolacha, com boa e cuidadosa repercussão da imprensa de lá e, naturalmente, ganhou por força própria ouvintes e resenhas mundo afora. Ao longo do processo de gravação do disco, Mariano manteve um diário elucidativo sobre o conceito de “Selvagem”. As frequentes resenhas e aparições de “Selvagem” pelas rádios e blogs mundo afora são frequentemente atualizadas em www.marovatto.org/novidades.

 

Agora, baseado em Lisboa, exercendo sua cidadania portuguesa, Mariano Marovatto lançará o “Selvagem” dia 3 de Fevereiro em Portugal.

Super Nova… Noites Super Bock com Maus Hábitos

Supernova…. A explosão mais potente que ocorre no espaço. Descobri-la é uma raridade, e o seu brilho é superior a 100 bilhões de estrelas da galáxia.

É esta lógica de evento singular que serve de mote à “Super Nova”: ciclo de noites Super Bock com o Maus Hábitos. Explora-se o universo musical emergente para encontrar as novas bandas capazes de ofuscar os palcos de Portugal, juntando-se na mesma sessão valores já afirmados da música nacional.

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Sendo a Super Bock uma marca com uma forte associação ao contexto cultural português, tem apoiado anualmente diferentes manifestações artísticas, sobretudo as que estão mais ligadas à Música. Esta iniciativa, em parceria com o Maus Hábitos, é mais um claro exemplo da aposta da marca na área musical e na concretização de novas experiências para o consumidor.

A primeira noite Super Nova acontece dia 16 de Dezembro, às 22h, e cumpre-se a estrutura delineada para a iniciativa: entrada livre, uma banda cabeça-de-cartaz, duas bandas emergentes e, para dançar até de madrugada, DJsets de alguns dos melhores DJs nacionais.

A abrir a primeira Super Nova, há concerto dos lisboetas Ghost Hunt (22h30) que trazem na bagagem o seu mini-álbum de estreia, lançado a 07/11, e uma sonoridade híbrida onde se aliam guitarras à electrónica. De seguida, espaço para KILLIMANJARO (23h30) e para o melhor do heavyrock barcelense, que prometem fazer estremecer o palco “como búfalos a galope”. A fechar, Black

Bombaim (00h30), também de Barcelos, e embaixadores do rock psicadélico instrumental em Portugal. Desde 2009, tornaram-se numa das novas bandas nacionais com maior notoriedade, com várias digressões europeias e colaborações internacionais no currículo.

Os DJsets serão encabeçados por dois dos maiores nomes da electrónica nacional: Xinobi e Rui Maia. Vindo dos X-Wife e mentor dos Mirror People, Rui Maia (02h00) promete aproximar o discosound dos anos 70 aos sons actuais da música de dança. Xinobi (04h00), fundador com Moullinex da Discotexas (maior editora nacional de música electrónica), fechará a noite e mostrará o porquê de já ter comandado pistas de dança pelo mundo inteiro.

 

As próximas Super Nova, a acontecer em 2017, têm já data marcada: 21 de Janeiro e 17 de Fevereiro. Com line-up ainda por divulgar, é certo que se cumprirá a promessa: o melhor da música portuguesa, num evento que junta a marca nacional com maior ligação ao universo musical a uma das melhores e mais antigas salas de concertos do Porto.

 

 

Dias da Música em Belém 2017…

Os Dias da Música são, sem dúvida, o principal Festival de Música Clássica em Portugal. Este fim de semana de primavera que leva ao CCB dezenas de milhares de pessoas para celebrarem a música, suscita sempre uma grande expectativa entre público e artistas. Com um tema diferente todos os anos, procuram-se lançar pontes entre a música clássica e outros mundos e outros olhares, quebrando-se barreiras, levando a música clássica e os interpretes ainda mais longe. Este ano o mote acabou por ser a relação entre a música e a palavra, sob o título de “As Letras da Música”.

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As Letras da Música”, ou o eterno tema “da música e da palavra”?

Segundo a pianista mas também ensaísta e novelista holandesa Margriet de Moor “Dizem que a criação é demasiado grande para os homens, demasiado grande e demasiado confusa, e que, precisamente por este motivo se inventou a linguagem. Língua, palavras, e no final das palavras a música. Criação de Deus dissolvida numa poção inventada pelo homem”. Esta questão ocupou artistas de todos os tempos. Salieri encontrou uma explicação em “Prima la musica e poi le parole”, portanto, como seria natural para um italiano do século XVIII, a música encima todas as artes mesmo que quando apoiada nas palavras. Questão que o dramaturgo Hugo von Hofmannsthal vai abordar com compositor Richard Strauss em algumas das suas produções mais importantes.

 

Dê-se primazia às palavras ou dê-se primazia à música, a verdade é que quando a música casa com as palavras algo de mágico acontece, como nos provam tantos e tantos compositores desde os trovadores medievais, aos cantautores dos nossos dias. Mas as palavras não aparecem apenas nas obras cantadas. Muitas vezes a música foi beber inspiração às obras intemporais da literatura, levando as palavras consigo sem as pronunciar. Aconteceu assim com quase todos os grandes compositores da história. Mesmo sem palavras, essas, encontram-se presentes em variadíssimas obras como é o caso dos poemas sinfónicos, das fantasias, das inúmeras obras para piano escritas tendo como base monumentos da literatura universal. Mas o contrário também aconteceu. Quantos e quantos escritores não louvaram as musas da música? Quantos e quantos não se juntaram a outros tantos compositores para imortalizarem as suas palavras através da música?

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

28 a 30 de Abril 2017

Moonspell lançam pela primeira vez em vinil o single “Opium“

Os Moonspell lançam pela primeira vez em vinil o seu single “Opium“ através da sua editora Alma Mater Records. “Opium“ é a canção que mais atravessou públicos e quebrou barreiras tendo-se tornado numa espécie de hit e talismã para a banda e seus fãs.

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Guimarães e Lisboa estarão sob o feitiço da Lua com todas estas atividades dos Moonspell que encerram o ano com uma nova Tour Europeia (a sexta desde o lançamento do “Extinct” em 2015) com passagens por França, Espanha, Inglaterra e Holanda.
 
Em 2017 iniciam uma nova tour para comemorar os 25 anos da banda exactamente a 4/2 para em seguida embarcarem para o Continente Americano onde se apresentarão, entre outros, no prestigiado festival Vive Latino juntamente com nomes como Bunbury, Rancid, Brujeria, Justice, The Pretty Reckless, entre outros.

Bicho do Mato com a “A Vingança do Bicho do Mato” ao vivo…

A Vingança do Bicho do Mato” é o primeiro álbum da banda eborense Bicho do Mato, que tem quatro pés: Daniel Catarino (voz, guitarras, baixo, coros, latapau e sonoplastia), Tó Zé Bexiga (viola campaniça, guitarra acústica, teclados e coros), Zé Peps (guitarra acústica, guitarra slide, ukulelé, bandolim e coros) e Daniel Meliço (bateria cocktail), que durante a gravação contaram com a colaboração de Ana Miró (voz e coros) e Pedro Pinto (coros e "trompete de boca").

BICHO DO MATO - RETRATOS PROMOCIONAIS -- Daniel Catarino - voz,

As canções que cantam, são fábulas adaptadas à realidade humana, política, social e cultural da primeira metade da segunda década deste século, em Portugal e no Mundo. E estas fábulas encerram uma moral?

Talvez sim, talvez não… O melhor mesmo é vê-los ao vivo…

 

Cine Incrível Almadense (Almada)

10 de Dezembro 2016 | 22.30h

Caelum já com Video de "One Last Try" disponível…

Já estreou o vídeo "One Last Try" dos Caelum, tema retirado do álbum de estreia "Enigma", editado em Janeiro pela Sony Music Portugal. Um tema que segundo a banda demonstra que "a vida não é simples, mas nunca devemos cruzar os braços e sim tentar sempre mais uma vez". Com um cenário incrível, o novo vídeo dos Caelum foi gravado junto ao Cabo Espichel, em Sesimbra.

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De regresso aos concertos, os Caelum encontram-se a promover temas do seu novo álbum com uma nova digressão intitulada de "Rising Tour".

Os Caelum são os vencedores da primeira edição do EDP Live Bands em 2014. No mesmo ano levaram a sua música de norte a sul em mais de 40 concertos entre Portugal e Espanha, onde se destacam atuações como o festival NOS Alive (2013 e 2014), Hard Club Porto, Rock no Rio Sado.

Em “Enigma”, a banda apresenta temas em português e inglês num disco mais maduro com melodias épicas que retratam viagens interiores, relações humanas e saudade

Ded Rabbit… a irmandade escocesa do indie rock

De Edimburgo chegam-nos os Ded Rabbit, um quarteto de irmãos praticantes do melhor indie rock escocês da atualidade, à medida dos grandes festivais de Verão, que se fazem anunciar entre nós com “Only Dating”. Mergulhados em influências de contemporâneos como The Libertines, The Kooks ou Catfish and the Bottlemen, o clã prepara a edição de um novo EP para o primeiro trimestre de 2017, altura em que embarcarão numa digressão que os levará a Portugal e Espanha, com o selo da Music For All.

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Escócia… região conhecida pela simpatia das suas gentes, pela beleza das suas paisagens e monumentos e, a partir de agora, pelo magnetismo dos Ded Rabbit! É da união, cumplicidade e talento dos irmãos Eugene, Fergus, Donal e Eoin Gaine que nasce uma das bandas mais promissoras da cena indie-rock do Reino Unido. Originalmente de Yorkshire, foi uma mudança para as Terras Altas em pleno ano de 1996 que despoletou aquilo a que hoje chamamos de Ded Rabbit. Devido ao isolamento, e à paixão que todos partilhavam pela música, os quatro irmãos começaram a trabalhar em temas próprios, situação que se manteve inalterada durante uma década. Depois de uma nova mudança, desta vez para Edimburgo, por motivos escolares, não só a união criativa que criaram não acabou como deram um passo em frente: a ida para estúdio.

O trabalho deu frutos e assim nasceu, em 2014, o EP “Wash Away”. No ano seguinte intensificam os trabalhos e surgem os EP’s “Wake Up In A Dream” e “Moving In Slow Motion”, cujo tema “Step Off Your Shoes” foi o single de maior sucesso e reconhecimento.

O ano de 2015 marca o início daquilo que hoje sabemos ser uma parceria muito bem-sucedida. Os Ded Rabbit estabeleceram uma proveitosa relação com os estúdios Rocket Science Studios, de Glasgow, casa que já havia recebido os mundialmente aclamados Bell & Sebastian. Para 2017 está prometido um novo EP bem como uma digressão ibérica.

“Fogo no Mar”… Vencedor do Urso de Ouro, nos filmes das nossas terças…

Esta terça dia 29 na sessão de Os Filmes das Nossas Terças será exibida a longa-metragem “Fogo no mar” de Gianfranco Rossi, vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim. O realizador passou cerca de um ano em Lampedusa, observando a maciça chegada de migrantes - estima-se que, nos últimos 20 anos, tenham desembarcado ali cerca de 400 mil pessoas, dos quais 15 mil pelo menos morreram na tentativa. A sua obra expõe o drama que se vive nesta ilha.

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O filme acompanha Samuele um rapaz de 12 anos que vive numa ilha do mar Mediterrâneo. Como muitos rapazes da sua idade, vai à escola e passa o tempo livre pela ilha a brincar com a sua fisga. À volta de Samuele existe mar e existem homens, mulheres e crianças que tentam atravessá-lo a partir de África em pequenos barcos sem as mínimas condições. A ilha onde Samuele vive é Lampedusa, uma fronteira simbólica da Europa. Os habitantes de Lampedusa testemunham diariamente uma das maiores tragédias humanitárias dos nossos tempos, apesar de estes dois mundos praticamente não se encontrarem.

 

Nesta terça a curta-metragem escolhida é “ Manuel” de Bruno Carnide, que nos levará até São Tomé e Princípe. O filme apresenta Manuel, 71 anos, viúvo, carpinteiro, dono de um lote de café na Roça de Monte Café. Manuel é de sorriso largo e rasgado, com uma fala de poema. Conta uma história única de um país que esqueceu o que era produzir o café.

 

No final da sessão o espaço de tertúlia reunirá a psicóloga Vera Valéro Batista, participante na “Caravana Famílias Como as Nossas” que se dedica ao voluntariado internacional com refugiados e Vania Baldi, italiano e professor na Universidade de Aveiro. Duas visões sobre o filme que vão abrir o espaço de debate sobre o tema dos refugiados. Em dezembro poderá Aida assistir a “Se as Montanhas se afastam” de Jia Zhang-Ke, “Gimme danger” de Jim Jarmusch e “Os Belos Dias De Aranjuez” de Wim Wenders.

 

Os Filmes das Nossas Terças são uma iniciativa Teatro Aveirense, Plano Obrigatório e Câmara Municipal de Aveiro e têm o apoio do ICA e Ministério da Cultura.