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Glam Magazine

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Rolling Stones revelam nova canção… "Ride 'Em On Down"

A uma semana do lançamento de “Blue & Lonesome”, os Rolling Stones revelam uma nova canção deste álbum. “Ride ‘Em On Down” é a terceira canção retirado do disco e já está disponível em vários formatos, inclusivamente em vinil azul de 10”, uma edição limitada a mil cópias do Record Store Day e disponível apenas em lojas de discos independentes.

ioio.pngBlue & Lonesome” é o primeiro álbum de estúdio da banda em mais de uma década e é editado a 2 de Dezembro. Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood e Charlie Watts gravaram “Blue & Lonesome” em apenas três dias em Londres, em dezembro do ano passado.

O álbum foi produzido por Don Was e os The Glimmer Twins (nome da parceria entre Mick Jagger e Keith Richards) e será editado com o selo da Polydor Records. “Ride ‘Em On Down” foi originalmente gravada por Eddie Taylor em 1955.

X Aniversário do Musicbox… J-K

Em “Conto de Espadas”, o segundo longa duração de J-K, cada música esconde uma história maior, como um desenho que tenta resumir um romance de 100 páginas, como uma lâmina guarda vestígios de tudo o que cortou. Escrito nos dois últimos anos, este disco reflecte uma nova dimensão de um dos membros mais antigos do colectivo Monster Jinx.

JK

Os intrumentais são mais densos e obscuros para acompanhar letras que descrevem um constante estado de guerra, declarado contra o mundo, contra alguém ou contra ele próprio.

O trabalho conta com produções de OSEB, NO FUTURE, Roger Plexico, Gobi Bear e Spark.…

 

Musicbox (Lisboa)

2 de Dezembro 2016 | 00.30h

Angélique Kidjo ao vivo na Gulbenkian

Lançado em 2014, o álbum “Eve”, da cantora Angélique Kidjo – autêntica lenda viva da música africana – presta homenagem à sua mãe, mas também a todas as mulheres do seu continente.

angelique2a

Nascida no Benim e há muito reconhecida pela BBC, pelo The Guardian ou pela Forbes como uma das mulheres mais inspiradoras e influentes em África, Kidjo quis celebrar a condição feminina e a capacidade de resistir à dor e à miséria após a sua visita a pequenas povoações do Quénia, num álbum que a revista Uncut adjetivou como “arrojado, visionário e arrepiante”.

 

Gulbenkian / Grande Auditório (Lisboa)

1 de Dezembro 2016 | 21.00h

CORDIS & Cuca Roseta com Quarteto Arabesco no Casino da Figueira

CORDIS piano & guitarra portuguesa nasceu em Coimbra, em 2005, depois de longas e entusiasmantes experiências com o piano de Paulo Figueiredo e a guitarra portuguesa (de Coimbra) de Bruno Costa, mesclando a tradição clássica e jazzística do primeiro com a herança musical do fado de Coimbra do segundo. Em 2008, este projeto é apresentado ao público num primeiro CD, “CORDIS piano & guitarra portuguesa”, com versões de peças de reconhecidos compositores para Guitarra de Coimbra, como Artur e Carlos Paredes.

CORDIS & Cuca Roseta@ Lisboa

A identidade musical e artística, amadurecida por muitos palcos, levou a “CORDIS 2”, CD editado em 2011, integrando, desta vez, diversos músicos convidados que enriqueceram o universo sonoro do CORDIS. 2013 viu nascer um pack triplo com um concerto ao vivo em DVD e os dois primeiros CD’s reeditados. Terminado este ciclo, Paulo Figueiredo e Bruno Costa dedicaram todo o seu tempo, esforço e alma à composição de um conjunto de peças totalmente originais que integram o novo CD “Terceiro”, lançado em finais de 2015, com o registo quente e envolvente de um certo “regresso às origens” do piano e da guitarra portuguesa do CORDIS.

 

A formação instrumental do CORDIS (piano e guitarra portuguesa) tem sido a base para inúmeras experiências artísticas mais alargadas, nomeadamente em concertos com convidados tão diferentes como Cuca Roseta, Ana Sofia Varela, Sofia Vitória, Nuno Silva, Edjam, Orquestra Clássica do Centro, Quarteto Opus Quatro, Quarteto Arabesco, Luís Formiga, Luís Oliveira, Vasco Alves, João Gentil, Inês Santos, Quiné, entre outros …

 

O espectáculo, promovido pelo FoRCOP (Fórum Regional do Centro das Ordens Profissionais), reunirá em palco, uma vez mais, o piano e a guitarra portuguesa do CORDIS e a fantástica voz da Cuca Roseta, fadista com a qual o duo de Coimbra mantem uma relação muito especial. Depois de diversos concertos em conjunto, o CORDIS gravou a peça “Verdes são os campos” no último CD da fadista, “Riu”, tema que marcará, certamente, presença no Casino da Figueira. Nesta viagem pela música do CORDIS, unir-se-ão em palco os fados de Coimbra e de Lisboa, poderão “sentir-se” as guitarras de Artur e Carlos Paredes e a poesia de José Afonso.

A embalar esta viagem estará o magnífico Quarteto Arabesco, quarteto de cordas que tem acompanhado o CORDIS desde a gravação do seu último CD “Terceiro”.

 

Casino da Figueira da Foz

30 de Novembro 2016 | 21.30h

Ghost… “The Popestar Tour 2017” em Portugal

Haverá melhor altura para uma “missa negra” que a reta final da Quaresma, a escassas horas de mais um Domingo da Ressurreição?

Enquanto lá fora, pelo país, se ultimam todos os preparativos para a principal celebração do ano cristão, na Sala Tejo, em Lisboa, os Ghost vão inverter o paradigma litúrgico, numa atuação que promete ficar cravada – a ferro e fogo – na memória da horda de devotos que, em de Novembro de 2015, esgotaram totalmente a lotação do Hard Club e do Paradise Garage, no Porto e em Lisboa, respetivamente. Outra coisa não seria de esperar, de resto.

Ghost - Promo Photo

Apresentados ao mundo como “um ministério de adoração ao Diabo, que – de forma a difundir um evangelho profano – decidiu usar o rock para atingir os seus objetivos”, a banda é, sem dúvida, uma das propostas mais entusiasmantes surgidos no universo da música pesada moderna no Séc. XXI. Seja em estúdio ou ao vivo, onde brilham como ninguém, ao longo dos últimos seis anos os músicos anónimos têm mostrado exatamente como deixar a sua marca ao combinarem de forma cuidadosamente coreografada uma forte componente teatral com a força contagiante de canções que, ao primeiro impacto, ficam coladas ao ouvido. O resultado desta misteriosa alquimia transforma-se numa experiência memorável, que merece ser testemunhada ao vivo e a cores – preferencialmente de negro.

 

Vencedores de um Grammy e a vender o chifrudo às massas desde 2010, não deixa de ser curioso que uma banda com uma mensagem como a dos Ghost tenha conseguido ganhar uma expressão tão significativa junto de um público mais mainstream. Sobretudo quando o modus operandi que adotam parece evitar a todo o custo as armadilhas do mundo virtual em que vivemos hoje. Isto porque são um projeto anónimo a mover-se sorrateiramente numa sociedade obcecada pelas celebridades e cega pelas redes sociais, mas num curto espaço de tempo conseguiram atingir níveis de sucesso com que a maioria dos grupos de rock/metal só pode sonhar e, mantendo-se firmemente envoltos numa nuvem de mistério, cultivaram a excelsa personalidade de subversão e simbolismo que os destaca de toda a competição. Engana-se, no entanto, quem pensar que o sucesso da banda de Linköping se deve única e exclusivamente a um elaborado plano de promoção estratégica e muitíssimo inteligente do fascínio pela intriga e curiosidade que os seis músicos cultivam – e, surpreendentemente, conseguem manter – desde que, há quase uma década, emergiram como uma mancha negra das profundezas.

 

Firmemente apoiados na mestria com que, desde que lançaram a estreia “Opus Eponymous” em 2010, fundem um cenário de horror macabro que vai beber influência ao legado de artistas como Arthur Brown e Alice Cooper com os riffs dos Blue Öyster Cult e Mercyful Fate, a dose certa de psicadelismo e melodias que deixariam os The Beatles e os Abba profundamente orgulhosos, os Ghost conquistaram fiéis dentro e fora do universo do metal. A música, mais refinada em “Infestissumam” e “Meliora”, o segundo e terceiro discos de longa-duração, de 2013 e 2015, respetivamente, afirma-se sem grande dificuldade como algum do mais credível e tecnicamente competente heavy metal de que à memória recente – e, além de um Grammy, tem-lhes valido rasgados elogios de personalidades tão respeitadas e influentes como James Hetfield, Phil Anselmo, Fenriz e Dave Grohl, com quem gravaram inclusivamente o EP “If You Have Ghost”. Entretanto andaram pelo mundo a tocar para plateias totalmente rendidas, ao lado de bandas como os Metallica e Iron Maiden, estabelecendo-se como um verdadeiro bastião de entretenimento e como sinónimo de uma noite bem passada. Já em 2016, o misterioso sexteto sueco editou o muito aplaudido EP “Popestar”, que serve agora de mote ao seu regresso ao nosso país.

ModaLisboa procura novos talentos…

A ModaLisboa continua a apostar na descoberta e promoção de novos talentos da Moda através do SANGUE NOVO, plataforma de apresentação do trabalho de finalistas de cursos superiores em Design de Moda de escolas nacionais e internacionais e jovens designers que estejam iniciar a sua marca. As candidaturas para a próxima edição do SANGUE NOVO decorrem até ao dia 5 de janeiro de 2017.

SangueNovo_Marco17

Procura-se inovação, irreverência, criatividade e novos olhares sobre a moda.

Cada candidato deverá entregar um projeto original, de Homem e/ou Senhora, para o outono/inverno 17/18. O júri do Sangue Novo apurará entre 8 e 10 projetos para serem apresentados no desfile Sangue Novo, que se realizará em março de 2017, na 48ª edição da ModaLisboa – Lisboa Fashion Week.