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Glam Magazine

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X Aniversário do Musicbox… Samuel Úria

“Samuel Úria é o nome artístico de Samuel Úria. A lenda em torno de si conta que nasceu e cresceu entre uma pequena cidade da Beira Alta e um par de canais públicos de televisão. Talvez devido a essa sobre-exposição televisiva lhe tenham ficado, por estigma, duas distintas marcas julio-isidricas: um considerável nariz e a fanfarronice por ter lançado a carreira musical de um jovem; nome artístico Samuel Úria. Nómada – praticante mas não afecto – Úria viveu nos últimos anos por Coimbra, Leiria, Figueira da Foz ou Évora, cidades que de bom grado lhe acolheram a inspiração. É, contudo, a eterna Tondela natal que lhe está presente na voz e nas canções: o humor castiço, a loquaz despreocupação, os blues campesinos, o grande espaço dos pequenos sítios. Pelos salmos de Samuel Úria andam os trovadores vaqueiros e os lendários crime-fighters do cançonetismo português; andam heroínas de ficção científica a passear por cemitérios índios; anda o Dean Martin sóbrio com a lira do Rei David. A amálgama fica harmoniosa.”

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Com “Carga de Ombro”, o mais recente disco, volta a apresentar ao público um álbum repleto de canções pensadas e estruturadas para tocar quem o ouve. Um disco que afirma Úria como um mestre na rate de “manipular” as palavras, reinventando-as em novos significados. Aqui expressões idiomátias, trocadilhos aliciantes e melodias inspiradoras competem com referências cinematográficas, literárias e até políticas.

É Samuel Úria a dar corda aos sapatos, encostando o ombro a quem o quer ouvir e mostrar como, a cada ano que passa, só sabe crescer…

 

Musicbox (Lisboa)

2 de Dezembro 2016 | 22.30h

X Aniversário do Musicbox… Preoccupations

Quando os quatro membros dos Preoccupations escreveram e gravaram o novo disco estavam muito próximos da instabilidade total. Com o fim de relacionamentos de muitos anos, os 4 elementos da banda decidiram mudar para cidades diferentes. Resolveram mudar o nome da banda, mas ainda não tinham um novo. E a sua dinâmica de construção de canções na estrada destruída.

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Quando entraram em estúdio, a banda não tinha praticamente nada preparado, apenas a ideia de que queriam que este disco fosse uma espécie de marco de segurança no meio da turbulência.

A história parece cumprir-se neste álbum homónimo que recupera as influências do punk dos anos 80 já presentes no primeiro EP, sem que com isso se perca a singularidade e espontaneidade das Preoccupations pode ser ouvido ao vivo, pele primeira vez, no X Aniversário do Musicbox.

 

Musicbox (Lisboa)

1 de Dezembro 2016 | 21.30h

Mayra Andrade conquista Festival Sons em Transito 2016 (Reportagem)

Assistir a um concerto de Mayra Andrade é sem dúvida uma autêntica maratona musical.

De Cabo Verde para o mundo, Mayra sabe como ninguém abranger áreas musicais tão diversas, que passam desde a morna de Cabo Verde ao jazz cantado em Inglês, cruzando as sonoridades francesas de um qualquer cabaret de Paris.

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Dona de uma simpatia única em palco, Mayra não demorou muito tempo a aquecer um Teatro Aveirense, apesar do frio que a própria se queixou que estava em Aveiro.

Ao longo de mais de 80 minutos, a voz doce de Mayra encetou uma viagem com início em África, em Criolo, mas que estendeu os seus caminhos e percursos pelas áreas mais europeias da música de fusão, mas sempre com um pé em África e outro no jazz.

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O tempo leva tudo e todos, servindo de mote para recuperar o seu último disco com o "tempo que vem" cantando em criôlo e português...

Viaja novamente a África reinventa a morna num registo entre o interventivo e o clássico.

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"Rosa vem... Vem viver" Leva o Teatro Aveirense a cantar em uníssono influenciada pelos ritmos do outro lado do atlântico. A viagem prossegue em palco pela “Indie pop” britânica atestando mais uma vez a capacidade única de Mayra em percorrer todos os espectros musicais.

No final regressa as origens numa mescla de criolo e francês, recriando em palco e com a ajuda do público uma verdadeira jam session.

Inevitável, regressa para o encore, com a memória da mãe presente em "meu farol" sob a "lua"

 

Reportagem (texto+fotografias): Paulo Homem de Melo

 

Jibóia encerra ciclo de “Masala” em Lisboa

Percorridos alguns dos palcos mais emblemáticos do país e picados os festivais no verão, “Masala” percorreu Portugal de lés-a-lés e ainda foi em visita para fora um par de vezes. No próximo dia 3 de Dezembro, e ainda com os aromas reunidos no seu mais recente LP frescos e intensos, Jibóia leva-os uma última vez a Lisboa antes da sua próxima troca de pele.

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O concerto acontecerá no Sabotage, no Cais do Sodré, e as entradas custarão 6 euros, sendo que o anfitrião serpenteará entre as suas músicas e servirá de timoneiro para o baterista-prodígio Ricardo Martins, com quem Jibóia colaborou em todo o processo de “Masala”.

 

O mais recente longa-duração de Jibóia, editado em Fevereiro pela Lovers & Lollypops, foi gravado nos Estúdios Sá da Bandeira, no Porto, e produzido por Jonathan Saldanha, aka HHY (líder dos Macumbas e colaborador de John Zorn), revelando a pele mais lânguida e enigmática da cobra.

A 3 de Dezembro, Jibóia vesti-la-á uma última vez antes de trocar para novas escamas.

Joana Guerra apresenta “Cavalos Vapor” em Lisboa

Depois de ter feito as honras de abertura para Julia Kent, Joana Guerra assume o devido protagonismo para oficializar a apresentação de “Cavalos Vapor”, novo álbum recentemente editado pela Revolve.

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Cavalos Vapor” é o explorar de novos trilhos na arte da composição para a violoncelista, que estende a sua escrita às colaborações do violinista Gil Dionísio e do percussionista Alix Sarrouy, numa narrativa entre o galopante e as lamúrias de cordas a rasgar. Neste registo, encontra-se a linguagem erudita, sabida ao detalhe, em confronto com um folclore familiarmente português, com um entendimento estabelecido no tom sorumbático e negro que pautam as suas oito peças. Encontra-se disponível no site da Revolve.

 

O concerto está apontado para a sala lisboeta Damas, e acontece dia 30 de Novembro. A entrada do concerto é gratuita e terá pós-festa garantida pelo DJ Pedro Marques.

Fábia Rebordão no VODAFONE Mexefest

O novo “Eu” de Fábia Rebordão tem lugar na programação do Vodafone Mexefest deste ano: é sábado dia 26 de Novembro às 19h30 no Palácio Foz, em Lisboa. Com a interpretação única de uma das maiores vozes do fado atual, “Falem Agora” é o single de apresentação deste trabalho, que já podemos ouvir em todas as rádios nacionais.

Fabia Rebordao - Eu

Eu” foi produzido por New Max (Expensive Soul), Hugo Novo e Jorge Fernando, e conta com fados originais com a assinatura de nomes como Pedro Silva Martins, Dino D'Santiago, Jorge Fernando, Tozé Brito, Rui Veloso, ou da própria Fábia Rebordão. Custódio Castelo, nome maior da Guitarra Portuguesa, é convidado especial no tema “Alice”, uma composição de Miguel Rebelo com letra de Rui Rocha. Destaque ainda para “Pergunta a Quem Quiseres” uma composição de Alfredo Marceneiro com poema de Mário Rainho.

 

Nas palavras de New Max "Este disco é um glorioso encontro entre a Música Popular Portuguesa e a Soul, de uma forma nunca feita antes. À excelência dos grandes compositores da atualidade junta-se a aveludada voz de Fábia Rebordão para nos presentear com 13 canções de antigamente mas com a atualidade de uma nova geração."

Canções inéditas de Adoniran Barbosa são lançados 34 anos após morte do compositor

“Se Assoprar, Posso Acender de Novo”, cantava Adoniran Barbosa na música “Já Fui Uma Brasa”, lançada no final de sua carreira, quando os ritmos da Jovem Guarda ameaçavam tomar o lugar do samba no cenário musical brasileiro.

E Adoniran estava certo! Sua brasa foi assoprada e acendeu de novo em 2016, quando Cassio Pardini, produtor de cinema e sócio da Latina Estudio, encontrou um legado inédito com partituras nunca antes musicadas do cantor e paulista. O produtor musical Lucas Mayer, do selo DaFne Music, então deu vida à obra, por meio de um mergulho no universo do Adoniran. A partir daí surge o disco e DVD “Se Assoprar, Posso Acender de Novo”, que apesar de utilizar como título o verso de uma música que Adoniran cantava ao final de sua vida, reúne somente canções inéditas. São 14 faixas interpretadas por importantes e ecléticos ícones da música brasileira.

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“Fico muito feliz ao ver, finalmente, gravadas as músicas que estão editadas desde 1990, logo após o Juvenal Fernandes, grande amigo do meu pai, me procurar com muitos papeizinhos rabiscados com a letra inconfundível do Adoniran”, afirma a filha Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa sobre a autenticidade das obras inéditas do pai. "Tinha a expectativa de encontrar apenas uma partitura, mas me surpreendi com essa incrível quantidade de composições. Quando o Lucas as musicou, ficamos encantados e surpresos com a qualidade da obra”, confessa Pardini, que assina a produção do DVD.

 

No dia 25 de novembro, nas comemorações de 100 anos do samba, será lançado a box “Se Assoprar, Posso Acender de Novo” com CD e DVD, pois o pai do samba paulista não poderia ficar de fora dessa homenagem. “O álbum não é apenas um disco de Samba”, afirma Lucas Mayer. Isso por que o intérprete do personagem paulista João Rubinato não era apenas um compositor de Samba. “Suas poesias e crônicas falam de uma São Paulo em constante mudança com uma linguagem muito simples e tocante, que o fez transitar facilmente por diferentes públicos, e a superação é um tema muito recorrente nessas canções”, explica Pardini. O artista encarava sua cidade como algo miscigenado e em tudo enxergava estórias, mesmo das coisas mais simples como sovar uma massa de pizza, ou de uma menina que passava por ele em uma fila da lotação.

Iberian Festival Awards Barcelona ’17… Faltam 6 dias para o fim das candidaturas

Os Iberian Festival Awards terão a sua 2ª edição, em Barcelona, na noite de 16 de março, no mítico MACBA - Museu de Arte Contemporânea. Uma gala com: dois hosts (um de Portugal e outro de Espanha); três atuações musicais ibéricas e uma entrega de prémios que acontecerá no maior auditório do espaço, sendo antecedida por um jantar no luxuoso Restaurante En Ville.

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Festivais de música, marcas, prestadores de serviço e media partners poderão realizar a sua candidatura (até 30 de novembro, 4ªfeira) desde que com ação efetiva na área dos festivais ao longo do ano de 2016, estando a concurso um total de 20 categorias (decididas pelo público ou júri)

Toty Sa’Med abre Festival Sons em Transito 2016 (Reportagem)

A voz e a alma de Toty Sa’Med foram responsáveis pela abertura da edição de 2016 do regressado festival Sons em Trânsito.

A alma de Angola, num registo singelo mas profundo, foi a proposta de Toty Sa’Med. Um verdadeiro trovador com raízes na música negra e popular africana, onde as duas vivências são descritas num ambiente romântico. Amores perdidos e saudosos como o da rua 11 retratam a vida deste jovem cantautor.

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Ao longo de 50 minutos apresenta temas inéditos, sempre com a guitarra de fundo e com a sua voz a dominar uma sala rendida a sua profundeza vocal. Toty Sa’Med traz a terra e a simplicidade Angolana numa cartilha de beijos roubados ao amor.

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Dos inéditos aos clássicos da música tradicional angolana, faz um viagem única pelo continente que o viu nascer. Metódico em palco, tímido e retraído, usa a música para revelar o seu lado mais dinâmico. Traz a palco a canção que resultou do encontro com Sara Tavares e Kalaf. "Sabe a pouco" resulta do encontro de amigos que se juntaram apenas para fazer música, afirma na introdução, e onde o jazz junta os caminhos do folk e do tradicional cruzando outras latitudes. Impulsionado pelos ritmos tropicais recua até as origens do samba em Angola onde o criôlo é dominante no discurso do semba.

Viaja até “Ingombota”, título do seu EP de estreia, bairro de Luanda que o viu crescer ao som de clássicos de “roda” de Rui Mingas.

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Termina em grande com Bonga na alma do seminal “Bonga'72”...
Para ver ou rever esta sexta feira, 25 de Novembro na Sociedade Portuguesa de Geografia, concerto integrado no Festival Vodafone Mexefest.

 

Reportagem (Texto + fotogarfias): Paulo Homem de Melo

Porto de Encontro homenageia Ruy Belo…

No próximo domingo, dia 27 de novembro, às 17:00, o Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett recebe a 50.ª Sessão do Porto de Encontro, marcada pela homenagem ao poeta Ruy Belo.

Esta sessão, que será também palco da apresentação da nova edição de Boca Bilíngue, publicada pela Assírio e Alvim, irá contar com a presença de Teresa Belo, do poeta Fernando Pinto do Amaral e de Fernando Centeio, coautor de “Era uma vez”, o documentário sobre o universo poético de Ruy Belo. As habituais leituras vão ser asseguradas pelo ator e encenador Luis Miguel Cintra.

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Promovido pela Porto Editora desde 2011, este ciclo de conversas reuniu quase 15.000 espectadores em 49 edições realizadas em diversos espaços da cidade, como a Casa da Música, o Teatro Rivoli, a Casa das Artes ou o Teatro Nacional São João.

A 50.ª edição do “Porto de Encontro” conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, do Jornal de Notícias, da Antena 1, das Livrarias Bertrand e da Arcádia.

Vencedores do IX Prémio Atores de Cinema da Fundação GDA

Foram ontem conhecidos os vencedores do IX Prémio Atores de Cinema da Fundação GDA numa cerimónia que teve lugar no Teatro da Trindade ontem 23 de Novembro. O júri, constituído por António Capelo, Miguel Guilherme e Rita Blanco, distinguiu Luísa Cruz com o Prémio de Melhor Atriz Principal pelo seu desempenho como protagonista no segmento “As Lágrimas da Juíza”, integrado no segundo volume do filme “As Mil e Uma Noites”, de Miguel Gomes, e José Pinto, Melhor Ator Secundário, pela sua interpretação em “Capitão Falcão”.

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Segundo António Capelo, em representação do júri, “os actores deveriam receber prémios, todos os dias; os actores são premiados pelos públicos, sempre que estes participam e partilham com eles as suas criações. A Luísa Cruz é, sempre foi, uma actriz intensa, sempre nos brindou com a sua qualidade e o seu olhar sobre as personagens que interpreta acrescenta inquietação ao que nos diz e mostra, acrescenta-nos ensinamento. O José Pinto é, sempre foi para mim, uma referência de atitude ética, e de profundo amor à nossa arte; vê-lo, com esta idade, a continuar a oferecer-nos o seu ansioso olhar é um bem para todos nós.”.

Além do troféu, os vencedores recebem €3.000 e €2.000, valores correspondentes ao Prémio de Melhor Atriz Principal e Prémio de Melhor Ator Secundário, respetivamente.

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Natural de Lisboa, Luísa Cruz, licenciou-se no curso de Formação de Atores da Escola Superior de Teatro e Cinema do Conservatório Nacional de Lisboa. A trabalhar como atriz profissional desde 1985, tem estado ligada tanto a teatro como a cinema e televisão. Em teatro, participou em produções do Teatro da Cornucópia durante dez anos, onde trabalhou com Luís Miguel Cintra, Rui Mendes ou José Wallenstein. Colaborou assiduamente com o Teatro Nacional São João, em várias produções do Teatro Nacional D. Maria II, do Teatro Nacional São Carlos e da Escola Superior de Música de Lisboa. No cinema, já participou em filmes realizados por Fernando Matos Silva, Teresa Villaverde, João Botelho, Jorge Cramez ou Miguel Gomes e, em televisão, tem integrado o elenco de diversas séries e telenovelas, para além de participar em dobragens para séries infantis. Em 2005, juntamente com o pianista Jeff Cohen, lança o CD de fados “Quando Lisboa Anoitece”. Ao longo da sua carreira, tem ganho vários prémios, entre os quais, Prémio de Melhor Jovem Atriz, atribuído pela revista “O Actor”, Prémio Atriz Revelação, pelo semanário “Se7e”, dois Globos de Ouro de Melhor Atriz de Teatro, entre outros.

 

José Pinto nasceu em 1929 e foi fazendo várias aparições em teatro amador e na televisão, em papéis secundários. Após uma longa carreira numa companhia de telecomunicações, reformou-se e passou a dedicar-se a tempo inteiro à representação, estreando-se em filmes de Manoel de Oliveira, João Botelho e Fernando Lopes. O seu papel mais recente foi no filme “Capitão Falcão”, como António de Oliveira Salazar, que lhe valeu agora este prémio.

 

Criado em 2008, o Prémio de Atores de Cinema Fundação GDA visa reconhecer o mérito artístico e a excelência do trabalho de interpretação de atores e atrizes nacionais em longas-metragens de ficção.  Durante a cerimónia de entrega de prémios, foi ainda exibida a curta-metragem, apoiada pela Fundação GDA, “Pedro”, de André Santos e Marco Leão. Com estreia no Festival Curtas Vila do Conde, este ano, o filme tem sido selecionado em diversos festivais nacionais internacionais, como Queer Lisboa, Caminhos do Cinema Português, Festival du Nouveau Cinéma de Mentréal (Canadá), Haifa International Film Festival (Israel), Janela Internacional de Cinema do Recife (Brasil), Asiana International Short Film Festival (Coreia do Sul), AFI Fest (EUA) ou L'Arternativa – Festival Cine Independiente de Barcelona (Espanha).

 

Them Flying Monkeys no Vodafone Mexefest dia 25 de Novembro

Depois de conquistarem o júri do Vodafone Band Scouting, os Them Flying Monkeys ganharam o direito a estar no Vodafone Mexefest onde vão abrir a Estação Vodafone FM, na Estação Ferroviária do Rossio, no dia 25 de Novembro, pelas 20:00. 

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2016 continua a ser de sonho para os Them Flying Monkeys, depois de na semana passada terem lançado o single "Molly" e de no verão terem passado por Festivais como o NOS Alive ou o BBK, o final traz-lhe o festival mais carismático do inverno, o Vodafone Mexefest.

Aliado a isto, estão também nas meias-finais do Festival Termómetro mostrando que o ano ainda não acabou.

“Os dias realistas”… estreia em a 11 de Janeiro

Quando Bambi e João Dias se tornam vizinhos de Tó e Margarida Dias, e lhes invadem o quintal, rapidamente percebem de que têm em comum muito mais que o apelido. As conversas de circunstância misturam-se com revelações mais e menos secretas, a vida de todos os dias dá lugar a reflexões como o casamento, o quotidiano, a vida e a morte.

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Catarina Furtado, João Reis, Manuela Couto e Paulo Pires são os Dias. Dois casais, quatro pessoas, os mesmos dilemas e interrogações. Um texto de Will Eno, escrito e interpretado com o ritmo frenético de um mundo tantas vezes incompreensível.

Uma comédia negra para ver a partir de 11 de Janeiro!

 

Interpretação: Catarina Furtado, João Reis, Manuela Couto, Paulo Pires

Texto: Will Eno

Tradução: Jacinto Lucas Pires

Encenação: Marcos Barbosa

Cenografia: Sara Amado

Figurinos: Alheli Guerrero

Luz: José Álvaro Correia

Assistência Encenação: Patrícia Gonçalves

Produção: UAU

 

Auditório dos Oceanos Casino Lisboa

Estreia 11 Janeiro de 2017

 

Teatro Sá da Bandeira (Porto)

29 Março a 9 Abril de 2017