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Glam Magazine

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Porto vai ter um novo Festival em 2017….

É já em 2017 que o Porto vai receber um novo Festival organizado pela promotora Musica no Coração. O festival traz uma nova vertente ao conceito de Festivais juntando a música à gastronomia. Segundo palavras de Luís Montez à agência Lusa, “O conceito é diferente, é uma coisa muito forte que mistura gastronomia com música. É a tendência”, seguindo exemplos de outros festivais internacionais que agregam essas duas vertentes.

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Em termos musicais e ainda segundo as palavras de Montez, o festival será uma mistura de Cool Jazz com Mexefest com a vertente gourmet. Neste momento decorrem negociações com um patrocinador oficial, daí não se revelar o nome do Festival.

São nichos que nós temos de explorar”, acrescenta Luís Montez, empresário e fundador da promotora Música no Coração, que organiza vários festivais de música como o Meo Sudoeste, Super Bock Super Rock, Vodafone Mexefest, Caixa Alfama e Caixa Ribeira e outros organizados em parceria.

 

The Killers lançam álbum de Natal no iTunes, “Don’t Waste Your Wishes”

Ao longo dos últimos anos, os The Killers têm assinalado a época natalícia com o lançamento de um single de Natal, cujas receitas revertem para apoiar a organização (RED) na luta contra a Sida. Este ano, e para celebrar o 10.º aniversário da (RED), os The Killers acabam de lançar “Don’t Waste Your Wishes”, álbum de Natal que reúne os dez últimos singles de Natal que o grupo lançou, mais uma nova canção.

A nova canção incluída neste “Don’t Waste Your Wishes” é uma revisitação do clássico “I’ll Be Home For Christmas”, interpretado por Brandon Flowers em dueto com Mr. Hansen, que foi professor do cantor na quarta classe e que lhe revelou o verdadeiro significado por trás da canção.

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O álbum já está disponível no iTunes, mesmo a tempo de se começarem a criar as playlists de Natal e se entrar no espírito das festividades! Para maximizar o impacto na luta contra a Sida, os The Killers decidiram doar a totalidade das receitas provenientes da compra deste álbum no iTunes dos EUA para o fundo da organização (RED). O álbum terá ainda uma edição limitada em CD, disponível no site dos The Killers a partir do dia 9 de dezembro. As vendas a nível mundial do CD também vão reverter para o mesmo fundo.

 

Os The Killers criaram um site especial para este novo álbum, onde estão disponíveis todos os vídeos de Natal da banda dos últimos 10 anos, incluindo “Joel the Lump Coal” (que conta com a participação de Jimmy Kimmel no papel de Pai Natal), e a trilogia de singles “Don’t Shoot Me Santa”, “I Feel It In My Bones” e “Dirt Sledding”. Desde 2006 que os The Killers já doaram 11 temas para a (RED) e são a única banda a ter doado uma canção de Natal anualmente ao longo da última década. Com o lançamento deste novo álbum, “Don’t Waste Your Wishes”, os The Killers amealharam mais de 1 milhão para o fundo da (RED) desde o lançamento do primeiro single de Natal.

A graciosidade da música de Amen Dunes chega a Guimarães

O minimalismo sublime aliado à beleza melódica são garantia de um concerto que fará a audiência flutuar pelos mundos mágicos que Amen Dunes nos desenha. A atuação abre com Xander Duell, irmão de Damon, que certamente fará justiça à qualidade artística que corre na família.

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Não existem assim tantas oportunidades de acompanhar o crescimento, passo a passo, de uma carreira musical que desde logo se sabia promissora. No percurso, quase sempre sinuoso, são muitas as tentações e armadilhas artísticas que poderão ditar os mais diversos resultados. No caso específico de Damon McMahon, a depuração pela canção vingou. Poder-se-á especular, e bem, até que ponto o seu passado de experimentador sonoro solitário veio a incutir uma sensibilidade muito própria à sua assinatura composicional. Desarrumar ideias para depois as organizar será uma sugestão demasiado injusta, pois na realidade o universo de Amen Dunes sempre compactuou, com peso e medida, entre a embriaguez do ruído e a devoção aos céus. Essa existência siamesa de gestão harmoniosa, rumo à categoria de beleza sagrada, parece assumir-se como propósito maior. E, por esse motivo, “Love” é um disco absoluto na colheita dos últimos anos, uma espécie de clássico instantâneo.

Contrassinal dos tempos que correm, e até à sua habitual metodologia de first take, cada uma dessas canções mereceu tempo e respiro ao longo de ano e meio de feitura. Pela primeira vez o músico fez-se acompanhar de um conjunto alargado de contribuidores onde se podem encontrar Dave Bryant e Efrim Menuck dos Godspeed You! Black Emperor, o saxofonista Colin Stetson ou o Elias Rønnenfelt dos Iceage , apenas para citar alguns dos mais sonantes.

 

Pelo acréscimo humano, julgar-se-ia um disco sonoramente vigoroso, quase mesmo sumptuoso. A verdade é que estas composições facilmente se poderiam adaptar a uma dimensão orquestral. Porém, a sua natureza é outra, reduzindo ao máximo os elementos à disposição extraindo a essência anímica que interessa. Definitivamente devocional, seduz pela discrição e cativa pela transparência.

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

25 de Novembro 2016 | 22.00h

Norberto Lobo e Julianna Barwick apresentam novos discos no gnration…

Norberto Lobo, umas das figuras principais da música portuguesa do nosso tempo, tem novo álbum de originais. “Muxama”, de seu nome, é o sexto disco de estúdio em nome próprio e o seu segundo lançado no editora suíça Three:Four Records, sucedendo a “Fornalha“ (2014). “Muxama” é o mais fresco capítulo realizado pela expressão artística do Norberto à guitarra, como sempre fruto do seu rico mundo interior, pujante curiosidade pela vida e pelas pessoas - músicos, seus pares, e público, outras pátrias e línguas e culturas - e uma particular inquietude estética perante a linguagem musical que vem oferecendo com as suas seis cordas. Revelando-se o seu álbum 'mais elétrico' até à data, Norberto emprega agora pedais de efeitos e filtros em tempo real para com a sua técnica prodigiosa dar forma às suas ideias musicais, o que confere uma inspirada dimensão prismática à obra produzida, moldando noções de tempo, timbre e frases de maneira brilhante, simultaneamente clássica e póstera. Norberto continua a impulsionar a inovação no seu trabalho com uma subtileza tal que o parece revestir de uma espécie de liberdade fantástica.

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Will”, o terceiro disco de Julianna Barwick, é uma surpreendente reviravolta para a artista experimental atualmente a residir em Brooklyn. Concebido e produzido pela própria em vários locais durante o ano passado, “Will” é um afastar do que vimos em 2013 no disco produzido por Alex Somers, Nepenthe. Se nesse último trabalho víamos conjugadas imagens de suavidade e de espesso nevoeiro a subir montanhas, no mais recente disco temos uma tempestade de fim de tarde, numa colisão catártica de texturas afiadas e macias ao mesmo tempo. “Will” nasce no período mais preenchido da carreira de Barwick após Nepenthe. Em “Will” poderemos ouvir ecos da noite de Lisboa em “Sta. Apolónia” ou Mas Ysa (nome artístico do multi-instrumentista Thomas Arsenault) que empresta riqueza vocal a “Same e “Someway”. O disco conta ainda com colaborações da violoncelista alemã Maarten Vos e do percussionista Jamie Ingalls (Chairlift, Tanlines, Beverly).

 

Norberto Lobo apresenta “Muxama”

gnration / Blackbox (Braga)

25 de Novembro 2016 | 22.30h

 

Julianna Barwick apresenta “Will”

gnration / Blackbox (Braga)

28 de Novembro 2016 | 22.00h

 

Carlos Bica & Azul com Frank Möbus e Jim Black na Culturgest

Vinte anos passados desde a edição de “Azul”, o primeiro disco do trio de Carlos Bica com Frank Möbus e Jim Black, eis que o trio está de regresso, em disco com selo Clean Feed e no palco da Culturgest. Com a solidez de projeto que o tempo transcorrido foi urdindo, mas também com a frescura decorrente de todos os três músicos quererem ir mais longe, não se repetindo nem se contentando com o que já fizeram – e foi, como se pode imaginar, muito. Com os “Azul” de 2016 reconhecemos a identidade da escrita de Bica e do som construído por estes três mestres do jazz do século XXI, mas descobrimos algo mais, entre o que estava já anunciado nos álbuns anteriores e o que não esperávamos de todo…

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photo: Étienne Sievers

 

Um exemplo do primeiro caso é “Silver Dagger”, arranjo de uma velha canção folk norte-americana em que se carrega na vertente blues, com A Lã e a Neve a representar o segundo da melhor maneira, irrompendo por uma malha de rock que a parceria composicional do contrabaixista com João Paulo Esteves da Silva não fazia supor. Quanto ao restante repertório, são muitas as vias percorridas, umas na linha meditativa e lírica que tanto define o "estilo" de Carlos Bica (Na Rama do Alecrim, tema do cante alentejano), outras com um balanço jovial e bem-humorado, como Skeleton Dance, e outras ainda explodindo em frescos de inaudita complexidade, a começar pelo contagiante X.Y.U.

Quando, ao sexto disco, e com tantos concertos de permeio, ainda nos conseguimos surpreender com a música de uma banda, temos motivo para celebração. Vinte anos depois, aí estão os “Azul” de Carlos Bica, melhores do que nunca. Rui Eduardo Pães

 

Culturgest (Lisboa)

25 de Novembro 2016 | 21.30h

“Rule of Thirds” é dança que nasce da fotografia de Henri Cartier-Bresson

A dupla criativa de coreógrafos e bailarinos construiu este espetáculo a partir da obra fotográfica de Henri Cartier-Bresson, pai do fotojornalismo e uma referência na fotografia. A partir da imagem parada, António Cabrita e São Castro (a quem se juntam mais dois bailarinos em palco) desenham uma belíssima coreografia.

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photo: Carlos Pereira

 

O fascinante nesta abordagem criativa, a partir de uma obra fotográfica, não é somente o confronto com o ato de criar a partir de uma imagem, mas também toda a dramaturgia em torno desse corte temporal incapaz de anular por completo a sugestão de movimento. O corpo em pausa. Um foco sobre a beleza formal de um momento, o seu conteúdo expressivo, o acaso objetivo, a compreensão através do olhar. A poética ambígua do visível onde o detalhe do gesto se encontra e é intrínseco ao ato de nos movermos, numa linguagem própria, que nos fala sem uso da palavra.

A peça, cujo título é uma expressão que se refere a uma regra a aplicar na fotografia, é um exemplo sublime de como todas as formas de arte se influenciam entre si. Quase em antagonismo, uma peça de dança que brota da imagem estática. Como, a partir daí, nasce a inspiração para criar movimento. “Rule of Thirds” é uma obra densa e complexa, com uma certa aura de mistério, que nos surge sempre a preto e branco precisamente numa alusão ao estilo fotográfico de Bresson.

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

26 de Novembro 2016 | 22.00h

Jorge Rivotti apresenta “Lisboa a Sete”

O mais recente disco de Jorge Rivotti, “Lisboa a Sete”, consiste numa dedicatória a Lisboa, através de uma viagem acústica, de imagens e memórias vestidas de uma requintada e intensa simplicidade, em torno do “sete”, um número repleto de simbolismos.

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Sábado à noite, um copo de vinho tinto e uma lareira. Eis uma sugestão de “modo de escuta” deste “Lisboa a Sete”, disco intimista, escrito e composto na íntegra por Jorge Rivotti, e quase sempre só com três instrumentos: Voz , Guitarra e Contrabaixo. (Contando ainda com a colaboração de Miguel Gelpi no contrabaixo, assim como a participação de forma pontual de: Pedro Jóia na guitarra clássica e Filipe Simões no vibrafone e percussão).

 

Sete músicas compõem esta obra onde encontramos uma Lisboa de largos, avenidas, uma Baixa de alfaiates, saias de chita, uma Santa Apolónia com saída direta para Paris. Uma Lisboa de sete colinas voltadas para um Tejo, abraçado por um Cristo, e de onde afinal pode partir um Yellow Submarine em vez de um elétrico que suba a Calçada do Combro. Uma Lisboa que no Martim Moniz condensa agora o símbolo de uma tradição antiga de permeabilidade cultural. Novo disco disponível no dia 25 de Novembro

"Scarlett"… Um novo vídeo dos Um Corpo Estranho

"Scarlett" é o segundo single retirado de "Pulso", o mais recente álbum do duo setubalense Um Corpo Estranho e é agora lançado o seu vídeo oficial. Realizado por António Aleixo o vídeo para este tema parte de uma ideia conjunta entre este, a equipa Garagem e Tom and Jelly (responsáveis pela produção) e os próprios elementos dos Um Corpo Estranho, Pedro Franco e João Mota.

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Um vídeo que combina a elegância do vermelho - a cor que encarna este mais recente single da banda -, com elementos mais abstratos. Esta é uma incursão no universo do burlesco presente no imaginário dos anos 20 em que o arquétipo da femme fatal é o catalizador de uma canção que também quer falar de amor.

E se o mais recente album "Pulso" se mostrou ao mundo em plena combustão, pelo primeiro single "Onde Quero Arder", o colectivo extingue agora o elemento de Prometeus.

 

Para este tema é encontrado o habitat ideal para "Scarlett" no elemento de Neptuno, de onde são protagonistas os dois cumplices do duo, mergulhados, literalmente, na metáfora visual de um platonismo grotesco que se deixa seduzir pelos movimentos insinuosos de uma musa aquática, encarnada pela bailarina setubalense Sofia Crispim Rosado.

“Portátil” de Porta dos Fundos está de regresso aos palcos nacionais

Após o sucesso da estreia em Portugal em 2015, "Portátil ", do coletivo brasileiro Porta dos Fundos, está de regresso para nova digressão, desta vez com a participação especial de César Mourão, referência na improvisação em Portugal.

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A tour terá início em Lisboa, dias 14, 15 e 16 de Dezembro, no Teatro Tivoli BBVA. Dia 18 sobem ao palco do TAGV, em Coimbra e, dias 19 e 20  apresentam-se no Porto, no Teatro Sá Da Bandeira. O último espetáculo está agendado para dia 21, em Guimarães, no São Mamede CAE.

"Portátil" é uma peça de teatro de improviso, onde tudo começa com uma entrevista a um membro da plateia. Com base nas suas memórias, o elenco de atores, composto por Gregorio Duvivier, Luís Lobianco, Gustavo Mirange e Cesar Mourão compõe uma história de vida com princípio, meio e fim, com a música de Andres Giraldo a surgir no momento.

 

Assim, cada cidade assiste a uma narrativa sem precedentes, mas sempre com o mesmo resultado: uma barrigada de riso! Um show com o cunho genial da Porta dos Fundos, tão Portátil que o vamos querer transportar connosco por muito tempo.

  

Datas Dezembro:

14 a 16 de Dezembro 2016 - Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

18 de Dezembro 2016 – TAGV (Coimbra)

19 e 20 de Dezembro 2016 - Teatro Sá Da Bandeira (Porto)

21 de Dezembro 2016 - São Mamede CAE (Guimarães)