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Glam Magazine

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R.E.M... 25 anos de “Out of Time”

Chegou hoje às lojas a reedição desse álbum seminal que foi “Out of Time”, disco que celebra agora o seu 25.º aniversário e que tornou os R.E.M. num fenómeno à escala mundial.

Out of Time” está disponível em três formatos diferentes. O duplo CD inclui a versão remasterizada do álbum original, além de versões demo de cada tema do álbum, bem como demos de dois lados b e uma canção inédita. A edição em triplo LP inclui versões em vinil remasterizadas do álbum original e as referidas demos. A edição deluxe de “Out of Time” inclui quatro discos, incluindo o álbum remasterizado, demos, gravações do concerto da banda no Mountain Stage, em 1991 (uma raridade para a época, uma vez que a banda não fez digressão para promover “Out of Time”), e um disco Blu-ray com versões áudio de alta resolução e 5.1 Surround Sound de “Out of Time”, todos os telediscos retirados deste álbum, imagens de arquivo em estúdio, atuações exclusivas, e muito mais. Todas estas edições incluem textos escritos por Annie Zaleski com entrevistas aos quatro membros da banda e aos produtores Scott Litt e John Keane.

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As demos, gravadas no John Keane Studio no início dos anos 1990 e que estão disponíveis em todas as versões desta reedição de “Out of Time”, trazem um novo olhar sobre o processo criativo do grupo: desde as primeiras passagens instrumentais a versões de “Losing My Religion” e “Texarkana” com letras diferentes, ou uma versão de “Radio Song” com um momento raro cantado pelo baterista Bill Berry. Enquanto gravava com o grupo era claro para Keane que os R.E.M. estavam “no pico da sua criatividade”.

Em 1991, os R.E.M. já tinham uma base de seguidores forte nos EUA, mas foi “Out of Time” que garantiu à banda um reconhecimento global sem precedentes. Foi o primeiro álbum da banda a liderar os tops de vendas nos EUA e no Reino Unido, vendendo 12 milhões de cópias em todo o mundo e garantido sete nomeações para os prémios Grammy.

Canções clássicas como “Losing My Religion,” “Shiny Happy People,” “Near Wild Heaven” e “Radio Song” quebraram novas barreiras, tanto a nível artístico como comercial. Na altura a revista “Rolling Stone” escreveu: “Esta bem que pode ser a melhor banda de rock’n’roll da América.” Já no início deste ano o site Pitchfork referiu que “este é claramente o disco mais importante [do grupo]”, enquanto a revista “Time” nomeou “Out of Time” um dos melhores 100 álbuns de sempre

Linda Martini… “Bom Partido” é o novo single da banda

“Bom Partido” é o novo single dos Linda Martini, retirado do mais recente álbum “Sirumba”. O tema estreia com um vídeo gravado a propósito do programa No Ar, da Antena 3, com realização de Paulo Prazeres.

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Este tem sido um ano bom para os Linda Martini. “Sirumba”, o 4.º álbum de estúdio da banda entrou diretamente para o 1.º lugar do TOP Nacional de vendas e pisaram pela primeira  vez o palco do Coliseu dos Recreios. Aclamado pela imprensa, com criticas de 5 estrelas no Expresso e 4 estrelas no Público, Time Out, jornal i e Blitz, “Sirumba” é o disco que consagra os Linda Martini como a mais importante banda portuguesa da sua geração, “a melhor banda rock portuguesa da atualidade”.

Dele já foram retirados os singles “Unicórnio de Santa Engrácia”, “Putos Bons” e “Sirumba”. Não tendo sido single de rádio, destaque ainda para o tema “O Dia em que a Música Morreu”, canção que deu origem a uma curta metragem, filmada por Bruno Ferreira, a qual estreou na edição deste ano do Doclisboa.

 

Ainda este ano, os Linda Martini têm marcados concertos em Santa Maria da Feira, a 26 de Novembro e Castelo Branco, a 2 de Dezembro.

Rui Massena sobe aos palcos dos Coliseus em Dezembro

Por esta altura já não é descabido usar o termo "fenómeno" para descrever o que se tem passado com Rui Massena e a sua música: Ensemble, o mais recente projecto deste compositor que se tem igualmente afirmado como pianista, chegou ao primeiro lugar do Top de Vendas nacional, liderou a tabela de vendas da FNAC e motivou salas cheias na Casa da Música e no Centro Cultural de Belém, com o artista a ser premiado no final por entusiásticas ovações. Um feito absolutamente inédito para um registo vindo da área correntemente designada por "Modern Classical".

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Agora Rui Massena prepara-se para subir a fasquia com apresentações que se adivinham históricas no Coliseu dos Recreios a 2 de Dezembro e Coliseu do Porto a 7 do mesmo mês.

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Duas apresentações, acompanhado pela sua orquestra de cordas, em salas icónicas que não costumam receber com frequência este tipo de propostas musicais. Mas o sucesso dos álbuns “Solo” e agora “Ensemble” mais do que justifica estas apostas: os triunfos de palco deste artista de excepção, cuja música parece despertar as mais profundas emoções no seu público, têm sido inequívocos e demonstrado que existe uma ligação muito forte e especial entre esta música e a sua audiência. Será dessa força, dessa ligação singular, que estes dois concertos irão viver, com momentos de beleza absoluta a pontuarem dois concertos que se adivinham imperdíveis.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

2 de Dezembro 2016


Coliseu (Porto)

7 de Dezembro 2016

Capicua estreia novo espetáculo no CCB…

No princípio era a palavra. É fácil de perceber. Tal é o cuidado com que ela é usada, a certeza com que é escolhida. E isto já todos sabemos. Ou não fosse a dimensão literária das suas rimas aquilo que mais a distingue. Sejamos francos, aquilo que a trouxe até aqui.

Mas a sua música, o seu peso num movimento que já ultrapassou, há muito, as suas barreiras geracionais é muito mais do que, só e apenas, a palavra.

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Nos seus dois discos de originais é evidente o seu sentimento de pertença a essa forma particular de entender a música que nos foi trazida pelo Hip Hop. O fascínio pelo poder que um ou dois samples certeiros, acompanhados por um assertivo boom bap, podem ter. É essa força que lhe motiva a palavra, que a conduz em direção à luz ou à sombra, à intervenção ou à confissão, à contemplação ou ao divertimento.

 

Penso até que é esse respeito pela essência original desta música que a levou a escolher apresentar-se, em palco, com uma formação que faz justiça à grande revolução operada por Kool Herc, quando transformou os gira-discos, até aí veículos de consumo, em instrumentos de criação e experimentação. É uma espécie de statement. Mesmo quando desafiada a dar outra vida às suas canções, através de abordagens mais convencionais, com os They’re Heading West ou com Mistah Isaac, volta sempre, orgulhosamente, à casa partida. E fá-lo por amor, não por qualquer tipo de ortodoxia.

 

Uma música que nasceu como nasceu o Hip Hop, pode ser tudo menos dogmática, por muito que o comportamento de algumas das figuras que a alimentam possa denotar o contrário. Só uma mente completamente aberta e uma insaciável vontade de quebrar barreiras poderiam estar na sua génese. E, mais uma vez, é isso que Capicua se propõe fazer, sem que isso signifique desviar-se, um milímetro que seja, das suas convicções.

 

Por isso convidou Sérgio Alves (teclados), Luis Montenegro (baixo, guitarra e sintetizadores) e Ricardo Coelho (bateria) a juntarem-se ao seu núcleo duro, D-One e Virtus nos pratos e nas programações e M7 nos raps. Tentar levar mais longe a sua relação com uma linguagem musical que ama, acrescentando-lhe uma dimensão extra, sem nunca a desvirtuar, será o seu objectivo. Porque se nas suas canções no princípio é a palavra, no Hip Hop é o sample.

 

Conhecendo, tão bem, a sua exigência quase obsessiva, o seu controlador cuidado com o pormenor e forma doentiamente coerente com que constrói o seu discurso, prevejo um concerto daqueles que fazem questão de nos acompanhar, durante muito, muito tempo. Pedro Tenreiro

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

2 de Dezembro 2016 | 21.00h

Sara Tavares confirmada no Vodafone Mexefest…

A cantora portuguesa com ascendência cabo-verdiana está de volta aos discos e aos palcos com o tema “Coisas Bunitas”. É um sussurro delicioso que levanta o véu e nos convida para regressar ao mundo de Sara Tavares, cujo último vislumbre que tivemos foi em 2009 com “Xinti”. Em “Coisas Bunitas”, a Mana Sara (nome por que é conhecida pelos que lhe têm afeto) volta também à produção, onde se sente igualmente confortável. Embora tenha estado sete anos longe do estúdio, Sara Tavares sempre foi aparecendo e partilhando as suas ideias musicais numa série de projetos.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

O novo álbum ainda não tem data marcada, mas fica já claro ao que vem neste “Coisas Bunitas”, nas entrelinhas de cada nota tocada pelo teclado mestiço de João Gomes, a ginga do baixo e guitarra de Manecas Costa e a batida inconfundível do N'Du.

O palco é uma extensão de Sara Tavares. Será um provilégio recebê-la na Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge, no Vodafone Mexefest.

Por motivo de doença, as KING viram-se obrigadas a cancelar os próximos concertos agendados, entre os quais o do Vodafone Mexefest de dia 26 de novembro. O cancelamento deve-se a um problema de ouvidos de Amber Strother, que a impede de atuar e viajar de avião

“Dead Combo e As Cordas da Má Fama” já está disponível em pré-venda

Os Dead Combo estão de volta com um novo disco, um projeto muito especial onde revisitam as suas canções ao lado de Carlos Tony Gomes (violoncelo), Bruno Silva (viola) e Denys Stetsenko (violino), com quem formam os Dead Combo e As Cordas da Má Fama. O disco homónimo chega às lojas no próximo dia 25, mas, entretanto, já está disponível em regime de pré-venda no iTunes.

Quem fizer já a reserva de “Dead Combo e As Cordas da Má Fama” recebe imediatamente e de forma gratuita três canções do alinhamento: “Quando a Alma Não é Pequena”, “A Menina Dança” e “Anadamastor”. Na próxima quarta-feira, dia 23, será revelado o último tema antes do lançamento oficial, “Welcome Simone”, retirado do último álbum de estúdio do duo, “A Bunch of Meninos” (2014).

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Depois do muito aplaudido concerto nas Ruínas do Convento do Carmo, os Dead Combo juntaram-se de novo a estas Cordas da Má Fama em estúdio para revisitar 12 canções do seu passado. “Hirtas e congeladas em discos passados, 12 canções erguem-se aqui desse celestial repouso para atormentar uma ou outra convenção”, escreve o outro Pedro Gonçalves.

Além das canções referidas, “Dead Combo e As Cordas da Má Fama” inclui outros temas marcantes do percurso do grupo como “Putos a Roubar Maçãs” ou “Mr. Eastwood”.

 

Se os temas já viviam de cordas, nesta circunstância juntam-se mais cordas. Não para estrangular a música, mas para fazê-la pairar acima do manto vaporoso que de madrugada cobre a terra sem vida. É esse o contributo maior de Carlos Tony Gomes (violoncelo), Bruno Silva (viola) e Denys Stetsenko (violino), conhecidos entre os finados como As Cordas da Má Fama: trazer de volta as melodias, os entes queridos, de farpela nova e lavanda no corpo”, explica Pedro Gonçalves, copywriter, crítico de música, escriba de assuntos diversos.

“Saudade” de Mallu Magalhães no Teatro das Figuras

A mais simples razão, o mais honesto motivo: saudades.

Movida por esse sentimento, Mallu Magalhães apresenta uma breve e surpreendente digressão, retornando à suas origens, voz e violão. O repertório vai ser diverso e dinâmico. Uma mistura de músicas que Mallu cantava nas suas primeiras aparições, canções do disco “Pitanga” e Banda do Mar, parceria da cantora com Marcelo Camelo e Fred Ferreira.

GLAM - Mallu.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O regresso da cantora aos palcos era esperado apenas para 2017, quando lançará seu quarto disco de originais, mas Mallu não aguentou esperar. Na próxima semana traz as saudades ao Vodafone Mexefest e em Dezembro passagem obrigatória na Casa da Música.

 

Teatro das Figuras (Faro)

19 de Novembro 2016 | 21.30h

Pedro e os Lobos ao vivo…

''Este chão que pisamos'' é o titulo deste novo disco de Pedro e os Lobos, que sublinha um caminho musical esteticamente marcado pela interligação de várias culturas e linhas musicais na busca de uma sonoridade própria. Tendo as guitarras como figura central das suas composições, Pedro Galhoz continua a mostrar neste disco a sua paixão pela mistura de diferentes culturas, pelas bandas sonoras, pelo deserto e pelos clássicos da música americana que convivem aqui em harmonia com a lusofonia na palavra e no sentimento.

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''Este chão que pisamos'' é composto por sete temas originais em que os convidados Adolfo Luxuria Canibal (Mão Morta), Jorge Benvinda (Virgem Suta), Viviane, Joana Machado, Marisa Anunciação e Sónia Oliveira dão voz às palavras de Pedro Galhoz. Para lá das canções com voz, este disco conta ainda com um tema instrumental “ Andaluzia” que pertence à banda sonora da curta metragem “ Luto branco”.

''Este chão que pisamos'' é mais um capitulo numa caminhada musical marcada pela vontade de fazer música entre amigos e consequentemente mostrar o resultado desse trabalho em disco e no palco.

 

Ao vivo, no dia 19 de Novembro, pelas 21h30 no Auditório Municipal, Peso da Régua.

 

Cellos Rock regressa a Barcelos este fim de semana…

Barcelos prepara-se para dois dias de música portuguesa.

Allen Halloween, HHY & The Macumbas e Tó Trips & João Doce encabeçam festival Cellos Rock. Esta sexta e sábado Barcelos receberá o melhor da nova música moderna portuguesa. Allen Halloween, Tó Trips (Dead Combo) & João Doce (Wraygunn), HHY & The Macumbas, PISTA, Alek Rein e Fugly constituem o cartaz da edição de 2016 do festival Cellos Rock.

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Em 2014, o Cellos Rock muda-se para uma nova casa, apresenta um line-up 100% nacional, que aposta no melhor da nova música portuguesa, e esgota as duas noites. Em 2015, nesta nova casa, o feito repete-se e resultam duas das mais belas noites a que a cidade num inverno assistiu. B Fachada, Pega Monstro, Norberto Lobo, Glockenwise, Gala Drop, Sensible Soccers, Sequin e Duquesa são alguns dos nomes que levaram em dois anos mais de um milhar de pessoas ao centenário auditório do Círculo Católico de Operários de Barcelos (CCOB), espaço que voltará a acolher em 2016 o mais antigo festival de música de Barcelos.

 

A 18 de novembro, HHY & The Macumbas, Alek Rein e Fugly sobem ao palco do auditório do CCOB. No dia seguinte, 19 de novembro, sábado, Allen Halloween encabeça a noite que contará com PISTA e Tó Trips & João Doce. Ambas as noites arrancam, pontualmente, pelas 22:30.

Os bilhetes custam 5 euros para 1 dia e 8 euros para todo o festival, e estão à venda no CCOB

Fogo Fogo ao vivo no Plano B…

Fogo Fogo é um projecto de Francisco Rebelo (baixo), João Gomes (teclas), Márcio Silva (bateria) e Danilo Lopes e David Pessoa (vozes/guitarra), que teve início num residência na Casa Independente - Lisboa, onde regularmente tem explodido com incontrolável energia a pista de dança.

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São uma urgente manifestação de uma cultura que, qual vulcão, está prestes a explodir. Os músicos envolvidos são ultra-experientes, profundos conhecedores dos múltiplos grooves de inspiração africana e atiram-se a funanás, coladeiras e a música de baile de festa africana como se 1987 tivesse sido anteontem.

Neste contexto assumem a mais primordial das missões: fazer dançar sem truques, apenas com energia de bpms carregados, com a bateria e o baixo em permanente derrapagem e os sons inspirados na "gaita" (a concertina) a comandarem a identidade melódica.

Depois de passagens memoráveis pelo Festival Andanças (5 Agosto) e Boom Festival (15 Agosto), o Porto recebe (finalmente) a estreia deste projecto a 19 de Novembro. Por muito frio que se faça sentir, é certo que o palco do Plano B será invadido por uma vaga de calor, difícil de conter.

 

Plano B (Porto)

19 de Novembro 2016 | 22.30h

HMB editam novo single… “Peito”

Peito” é o novo single dos HMB, uma balada que sucede ao enorme sucesso que foi “O amor é assim”.

Já não lançávamos uma balada há algum tempo e esta é a altura certa, depois do sucesso que foi o tema com a Carminho. É uma canção que retrata o incómodo de quando nos confrontamos com situações onde não podemos reparar o mal que fizemos e a única coisa que precisamos é de perdão. É um tema sobre amor, mas também sobre desconforto.”

HMB - Peito

Para contar a história de “Peito” os HMB convidaram Diogo Infante: “Já sabíamos que o Diogo gostava muito do nosso som, e como não queríamos fazer um vídeo de performance, mas antes contar uma história, pensámos nele. O facto de termos alguém como o Diogo Infante a interpretar o sentimento da canção para o ecrã faz-nos sentir privilegiados, porque ele é um ator fantástico e conseguiu passar em 3 minutos tudo o que queríamos dizer”.

Peito” é a segunda canção conhecida do novo disco que irá sair no final do mês de Janeiro, o terceiro da carreira dos HMB, e sucede ao homónimo “HMB” (2011) e “Sente” (2014).

Elza Soares e Céu vencem Grammy latinos

Elza Soares, que no próximo dia 26 atua no Vodafone Mexefest, venceu esta madrugada, na T-Mobile Arena, em Las Vegas, nos Estados Unidos, um Grammy latino: Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, para “A Mulher do Fim do Mundo”.

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Céu, que atua no dia 25 de novembro no Cinema São Jorge, em Lisboa, ganhou dois prémios: Grammy latino para Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Português e Melhor Masterização, ambos pelo álbum “Tropix”.

É um privilégio receber no Vodafone Mexefest as duas cantoras premiadas. Dois concertos a não perder!

Capitão Fausto e Moullinex + Da Chick são os artistas confirmados para o Vodafone Cuckoo

As confirmações que faltavam conhecer para a edição deste ano do Vodafone Mexefest aqui estão… Capitão Fausto e Moulinex + Da Chick são os artistas que vão atuar no Vodafone Cuckoo.

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Como um relógio que toca à hora marcada, quando o Vodafone Cuckoo soar anuncia-se a chegada de uma performance exclusiva. A dupla Moullinex + Da Chick ocupa o Vodafone Cuckoo no dia 25 e o quinteto lisboeta Capitão Fausto no dia 26, com os artistas a subirem à varanda do Coliseu dos Recreios duas vezes por cada noite de Festival, às 20h00 e às 22h00. Atuações únicas, pensadas especificamente para o Vodafone Cuckoo e adaptadas ao local inédito onde se realizam. 

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A par do Vodafone Cuckoo, a edição deste ano do Vodafone Mexefest apresenta outras ações especiais: as Vodafone Vozes da Escrita e os Concertos Surpresa Vodafone. A primeira são sessões de leitura onde a palavra ganha destaque na voz de artistas que fazem das palavras rimas, e das rimas canções: Carlão, Mike el Nite, Da Chick e Fuse. Já os Concertos Surpresa Vodafone vão levar a música a toda a gente, mesmo para quem não tem pulseira do festival. Em cada dia de festival realiza-se um espetáculo de que ninguém está à espera, com o nome do artista, o horário e o local a serem revelados apenas no próprio dia.

Os concertos, de artistas consagrados, vão acontecer no eixo Avenida da Liberdade-Rossio.

Kyrios apresentam "Best of”…

Em 1996, quando ainda ninguém em Portugal falava em música contemporânea cristã, nasceu Kyrios. Um projecto que assumia o seu objectivo de fazer canções com uma mensagem positiva, assente nos valores cristãos e na enorme vontade de marcar posição pela qualidade da música e pela irreverência das letras.

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Comemorando 20 anos de música cristã, Kyrios editam em formato digital um “Best Of” com 17 temas.

Temas como “D.E.U.S.”, Só Pelo Teu Sorriso feat. Héber Marques”, “96.2 Vida FM”, “Fazei de Mim 1 Instrumento”… retirados dos álbuns “Um Projecto de Vida, “Filhos de Um Deus Maior” e “LC15,7”, editados em 2016 em formato digital pela Farol Música.

Livro… “Guia de Enoturismo em Portugal” em 2ª edição

Portugal é um país com uma rica e reconhecida tradição vinícola onde o enoturismo tem merecido cada vez mais atenção e investimento. A nova edição do “Guia de Enoturismo em Portugal”, de Maria João de Almeida, apresenta-se atualizada aos dias de hoje, com novos enoturismos e novas mais-valias de espaços.

Este é um guia que informa sobre as melhores adegas para visitar e degustar (onde a hospitalidade do visitante é encarada com o mesmo entusiasmo que a produção das colheitas) e ainda os melhores sítios para comer ou até pernoitar - desde hotéis de luxo e casas rurais a habitações eco-friendly e bungalows. Do Douro (Património da Humanidade para a Unesco) ao Alentejo (eleita pelo jornal USA Today como a “Melhor Região Vinícola do Mundo para se Visitar”) é um livro organizado por regiões que incentiva a ir à descoberta dos melhores enoturismos, com a ajuda dos mapas, coordenadas GPS e contactos incluídos no livro.

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O “Guia do Enoturismo em Portugal” sugere ainda os melhores vinhos a serem provados, revelando-nos as suas estórias e as dos seus produtores, assim como as melhores atividades turísticas.

Um extenso e atualizado guia de viagem, para os amantes do vinho mas também para os iniciados e curiosos que querem aprender mais sobre esta cultura ou, simplesmente, ter uma experiência de turismo diferente das que estão acostumados. Acreditamos que é a sua abrangência e o seu design apelativo e original que o levou a ser considerado como o melhor livro de enoturismo do mundo pelos Gourmand World Cookbook Awards (os óscares da literatura gastronómica).

 

Edição: Zest – Books for Life