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Glam Magazine

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"Contos de Espadas" é o novo disco e livro de J-K

Contos de Espadas”, o segundo álbum e quarto projeto a solo de J-K, rapper e um dos membros mais antigos da família Monster Jinx. Escrito nos últimos 2 anos, em períodos pós-laborais e viagens pendulares, este álbum reflete uma faceta diferente do autor de “Sorriso Parvo”. Os instrumentais ficam mais densos e obscuros para acompanhar letras que descrevem um constante estado de guerra, declarado contra o mundo, contra alguém ou contra ele próprio. Vocês escolhem.

2016 - J-K

O trabalho conta com produções de OSEB, NO FUTURE, Roger Plexico, Gobi Bear e Spark. J-K foi de Lisboa a Guimarães para o Gravar e a capa é da autoria da talentosa ilustradora Sofia Ayuso. Além do álbum, que podem ouvir no Bandcamp e no Spotify, a Monster Jinx lança também um o livro “Contos de Espadas”.

Nesta peça, as letras do álbum de J-K fundem-se com ilustrações de Lord Mantraste, Kruella d'Enfer, Esgar acelerado, Sofia Ayuso, Lobijovem, Lara Luís, Bruno Albuquerque, Laro Lagosta, Min.

A apresentação ao vivo foi a 21 de Outubro, no Porto, durante o Monster Jinx Fest — a celebração que pelo segundo ano consecutivo junta no Maus Hábitos os artistas e amigos do gangue roxo. Ligado ao coletivo Monster Jinx desde 2008, J-K (Jota Kapa) carrega os traços de quem sempre caminhou pelas áreas mais abstractas e alternativas do hip-hop. A sua aventura musical na nave do Monstro Roxo começou em 2009, com o lançamento do EP “Complexo de Inferioridade”. Em 2011, chegou a mixtape Armadura Brilhante e o vídeo para a música “Aperitivos”, um dos momentos que marcaram afirmação da Monster Jinx no panorama musical português.

 

O primeiro álbum de Jorge Simões chega em 2013 com o nome “Sorriso Parvo”. O disco recebeu elogios e críticas positivas por parte do público e da imprensa especializada e as suas músicas foram ouvidas em palcos como o Vodafone Mexefest ou o NOS em D’bandada. Além dos projetos a solo, J-K tem sido parte integrante do caminho que a Monster Jinx tem percorrido, participando nos temas “Venera o Diabo (Faz festas a gatinhos) e Tinto Cão, que hoje são autênticas imagens de marca da crew e editora

Ghost Hunt… novo projecto de Pedro Chau e Pedro Oliveira estreia-se com álbum homónimo

O novo projecto de Pedro Oliveira, ex-Spider, Blarmino, e Pedro Chau, baixista dos The Parkinsons, apresenta finalmente o seu álbum de estreia, conjunto exemplar de temas construídos à volta de sintetizadores e guitarras, exercício estético de acumulação e transfiguração de inúmeras referências musicais.

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photo: Carolina Sepúlveda

 

O single de apresentação, de um dos mais interessantes projectos musicais portugueses dos últimos anos, chama-se "Games" e já tem vídeo disponivel. A banda chega a Lisboa, no dia 7 de Dezembro, para concerto de apresentação no Sabotage, mas pelo caminho ainda passa por Vale de Cambra e Aveiro. O disco é uma edição Lux Records.

 

2 Dezembro 2016 - Associação Vale de Pandora (Vale de Cambra)

3 Dezembro 2016 - Aveiroshima (Aveiro)

7 Dezembro 2016 - Sabotage (Lisboa)

 

Jonny Abbey lança o seu segundo single "Hold On" feat. InFeathers

Está aí o segundo single do álbum de estreia de Jonny Abbey que será lançado em Janeiro. "Hold On", construído em parceria com os bracarenses InFeathers é o sucessor do muito bem sucedido "So Far", tema incluído na colectânea "Novos Talentos FNAC".

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Incluído no seu álbum de estreia, "Unwinding", a ser lançado no início de 2017, "Hold On" foi uma música escrita a pensar numa voz feminina para a interpretar e possui nuances de síntese analógica a envolver uma batida baseada na música electrónica moderna. Retrata a perseverança emocional, num mundo de relações voláteis e na fuga ao quotidiano com escapatória no lifestyle alternativo.

A voz de Joana Jorge de timbre aveludado e o baixo de João Figueiredo, foram a última peça a acrescentar nesta canção escrita por Jonny Abbey e gravada/misturada pelo mesmo nos estúdios O Silo, situados no centro do Porto. A masterização foi feita por Andrés Malta

Ratere ao vivo no Teatro Diogo Bernardes

Depois de um ano a percorrer estradas intergalácticas com o EP “Super Power Satellite”, a máquina Ratere regressa em 2016 com toda a electricidade e apresenta o seu primeiro longa-duração, “POTA”.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

“A exploração sónica dos RATERE neste POTA é uma fantasmagoria sublime do carrossel rockeiro: a mecânica do krautrock mais bruto com a dinâmica de uma electrónica de doutrina analógica (repare-se só na ambiência espacial da segunda parte de Western Noodles); o riff indie-rock (Dinosaur Jr. à espreita) a conduzir a viagem espacial por entre detritos cósmicos de rock psicadélico, pós-rock (de vertente nórdica) e punk-rock abrasivo (Spicy Lagareted Octopus é uma autêntica road trip de circumnavegação intergaláctica); o repetitivismo supremo da guitarra eléctrica feito para o transe infinito comum a todas as linguagens do rock (FAO). POTA é, no fundo, como o recurso estilístico ao título indica, uma viagem exploratória tentacular de um bicho cefalópede de pés na cabeça, sendo aqui a cabeça o pulsar constante que atravessa o disco do princípio ao fim - o baixo-guitarra, o baixo-locomotiva, o baixopropulsor.

Se escutarmos bem esta espécie de bipolaridade dimensional, facilmente compreendemos a estrutura corpórea destes RATERE, as suas metamorfoses (de uma música para a outra e dentro da mesma música), as camuflagens de cor (aquele pós-rock que afinal é indie-rock-instrumental, e por aí fora) e, principalmente, a fórmula que usam para o movimento (absorvendo um mar sonoro de electricidades e expelindo-o com toda a força). Em It Was Nothing temos ainda o ultra-sofisticado atributo mágico do cefalópode: a capacidade de desenhar uma nuvem-fantasma de tinta a partir de si mesmo, neste caso uma nuvem-pop, azul ultramarina, permitindo-lhe escapar com toda a elegância ao aturdido predador retromaníaco”.

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

18 de Novembro 2016 | 21.30h

Tom Brosseau no ciclo de concertos no Convento de Santa Cruz, na Mata do Bussaco

Tom Brosseau é um cantor e compositor natural de North Dakota. A folk com pitadas de country, conciliadas com a simpatia e voz angelical deste contador de histórias, vai encher o Convento de Santa Cruz para um concerto intimista e mágico.

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O seu percurso de colaborações extenso - Sean Watkins, John C Reilly, Hilary Han - revelam a sua influência neste género que cada vez tem vindo a ganhar mais destaque. O segredo é deixar-se ir nas narrativas e na forma como se nos apresentam, por trás de um simples homem, que com uma simples guitarra e a sua simples voz nos poderá levar para fora deste mundo. A sua performance é poderosa e cativante. Tom invade e conquista, mas com doçura. 

 

Convento de Santa Cruz do Buçaco (Mata do Bussaco)

19 Novembro 2016 | 21.30h

Hootenanny na Culturgest… Serushio

O guitarrista Sérgio Silva estudou durante cinco anos na Berklee College of Music, de Boston, uma escola superior de música de fama internacional. De volta ao Porto, sua terra natal, começa a delinear o projeto Serushio (Sérgio em japonês).

Em 2011 encontra o bluesman José Vieira, guitarrista e baterista, e do imediato entendimento entre ambos se concretiza o projeto desejado, gravando o seu primeiro registo, um EP/Demo, “Sights and Scenes. Boggie Song” (2014) é o primeiro trabalho de longa duração do duo e “I'm Not Lost… Just Don't Want To Be Found” (2015), o segundo, uma edição em vinil. Espera-se um novo álbum ainda este ano.

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Serushio, como Catfish Kate, tocam blues do Delta do Mississípi, mas com influência do rock britânico. Em 2014 foi a única banda portuguesa no Canadian Music Week, um enorme festival que se espalha por Toronto. Tem feito longas digressões pelo nosso país, tocando, por exemplo, no Festival Paredes de Coura ou na Festa do Avante! de 2015.

Pela terceira vez o Hootenanny inclui uma banda portuguesa..

 

Culturgest (Lisboa)

23 de Novembro 2016 | 21.30h

Fred Hersch pela primeira vez ao vivo com a Orquestra Jazz de Matosinhos

Considerado um dos mais conceituados pianista e compositor de jazz da sua geração, Fred Hersch estreou-se em Nova Iorque em 1977 e desde então partilhou o palco com grandes lendas do jazz, incluindo Joe Henderson, Stan Getz, Charlie Haden, Art Farmer e Bill Frisell.

Reconhecido pela sua carreira sólida no domínio do jazz enquanto solista, compositor e bandleader, o pianista Fred Hersch estreia-se ao lado da Orquestra Jazz de Matosinhos em dois concertos únicos: dia 2 de Dezembro no Voll-Damm Festival Internacional de Jazz de Barcelona, e dia 4 na Casa da Música no Porto.

Fred Hersch

Ao vivo, vão rever as composições de Fred Hersch com arranjos dos directores da OJM, Pedro Guedes [aluno do pianista no início dos anos 90, nos EUA] e Carlos Azevedo, e do pianista Mike Holober. Exemplos da prodigiosa criatividade do pianista que tem mais de 40 álbuns editados, em diferentes formados: solo, trio – com os parceiros de longa data John Hébert (contrabaixo) e Eric McPherson (bateria) –, pequenas formações e a pouco convencional Pocket Orchestra.

Duas vezes nomeado para o Grammy de Melhor Performance Instrumental de Jazz e uma para o Grammy de Melhor Composição Instrumental, Fred Hersch é uma referência entre os seus pares como, por exemplo, Brad Mehldau que foi seu antigo aluno.

No mundo musical de Fred, muitos dos desenvolvimentos da história do jazz e de toda a história da música se juntam de forma intensamente contemporânea. O seu estilo está muito relacionado com a ideia de individualidade, e tem muito a ver com beleza. Eu não estaria a fazer o que faço se não o tivesse aprendido com Fred, e penso que isso se aplica a bastantes outros músicos”, afirmou ao New York Times.

 

Paralelamente à sua carreira na música, Fred Hersch é um dos principais rostos da luta contra a SIDA nos EUA integrando movimentos que ajudam, informam e educam na prevenção do vírus.

Alt-J… a nova confirmação do NOS Alive’17

Os britânicos Alt-J acabam de confirmar presença na 11.ª edição do NOS Alive. O trio sobe ao palco NOS dia 6 de julho, primeiro dia do festival. A banda junta-se aos já anunciados Foo Fighters, Depeche Mode, The Kills e Warpaint. Nesta nova passagem pelo Festival, Joe Newman, Thom Green e Gus Unger-Hamilton trazem “An Awesome Wave” (2012) e “This Is All Yours” (2014), dois discos que catapultaram a banda para o patamar de uma das mais aclamadas bandas de rock alternativo dos últimos anos.

Alt-J

Em 2012 o grupo foi vencedor de um “British Mercury Prize”, foi nomeado para três Brit Awards, e foi ainda a escolha de álbum do ano pela BBC Radio 6. O disco de estreia “An Awesome Wave” continuou a somar prémios e em 2013 foi vencedor do “Album of the year” na gala Australiana “Ivor Novello Awards”. Já o segundo longa duração contou em 2015 com uma nomeação para um Grammy Award, na categoria “Best Alternative Music Album”.

O NOS Alive regressa ao Passeio Marítimo de Algés nos dias 6, 7 e 8 de julho de 2017.

Mafalda Veiga… Novo vídeo celebra o lançamento de "Praia"

"Olha Como a Vida é Boa" é o novo vídeo de Mafalda Veiga. Trata-se do segundo single do mais recente álbum "Praia" que é lançado amanhã, dia 18 de novembro. Segundo a própria artista, "escrevi a ideia para o vídeo em viagem, entre memórias boas e um dia de sol à minha frente".

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"Praia" conta com uma edição especial que inclui um caderno, idealizado e escrito à mão pela própria Mafalda, com notas, letras de músicas e fotos que acompanharam o processo de criação deste álbum único.

Trata-se de uma oferta exclusiva FNAC já disponível em pré-venda.

Este novo projecto tem o seu lançamento num showcase na Fnac do Colombo amanhã, dia 18 de novembro, pelas 21H30 e num concerto de apresentação no Casino de Lisboa dia 21 de novembro, segunda feira, pelas 22H00. “Praia” já se encontra, também, em pré-venda no iTunes com oferta de download imediato dos singles "Olha como a vida é boa" e "O Meu Amor”.

Scott Bradlee’s Postmodern Jukebox de regresso a Portugal

O coletivo Scott Bradlee’s Postmodern Jukebox está de regresso a Portugal e atua nos Coliseus no mês de Abril de 2017. A banda sobe ao palco do Coliseu de Lisboa dia 11 de abril e no dia seguinte ruma ao norte para um concerto no Coliseu do Porto.

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A banda formada pelo pianista e compositor Scott Bradlee, em 2013, chamou a atenção da crítica e dos fãs graças à sua interpretação inteligente de temas pop de sucesso, adaptados aos estilos Jazz, Ragtime e Swing. A transformação de canções que poderiam ter sido escritas para artistas como Louis Armstrong, Ella Fitzgerald, Judy Garland, ou Nina Simone, como foi o caso de covers de sucesso como “We Can’t Stop”, Miley Cyrus, ou “All About The Bass”, “Creep”, “Royals”, garantiu ao grupo o sucesso  que têm estado a dar provas de ter alcançado.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

11 de Abril 2017 | 21.00h

 

Coliseu (Porto)

12 de Abril 2017 | 21.00h

Hootenanny na Culturgest… Catfish Keith

Catfish Keith nasceu em 1962 em East Chicago, Indiana. Na adolescência começou a tocar guitarra e blues do Delta do Mississípi, o berço desta música, e aos 22 anos saiu o seu primeiro disco a solo. Depois desse gravou mais 14 discos. A música das Caraíbas, por onde viajou com frequência, influenciaram a sua forma de abordar os blues. O seu nome artístico, Catfish (peixe-gato) foi-lhe dado por um companheiro de mergulho, nas Ilhas Virgens, que o apelidava de "Catfish-Swimmin'-Around", e "Catfish-Steel-Guitar-Man".

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Toca guitarra acústica, canta, compõe. Tem uma longa e premiada carreira, com milhares de apresentações em digressões permanentes pelos Estados Unidos, Reino Unido (onde é muito popular) e resto da Europa, sendo presença regular nos mais reputados festivais de música. Atuou, entre outros, com John Lee Hooker, Ray Charles, Robert Cray, Taj Mahal. Foi por duas vezes nomeado para os Blues Music Awards, o mais famoso prémio a que um músico de blues pode aspirar.

 

Ao lado da sua atividade enquanto músico e intérprete dedica-se também ao ensino, através de workshops, master classes e intervenções nas escolas, um pouco por todo o mundo. Já o chamaram "o rei dos blues acústicos". Fiel às raízes desta música, como todos o melhores reinventa-a num estilo muito próprio e inovador de uma rara beleza e vitalidade.

 

Culturgest (Lisboa)

21 de Novembro 2016 | 21.30h

“Mais fácil”… o regresso dos Squeeze Theeze Pleeze

Quem não se lembra do hit single "Ode To A Child (Bea)", que fez furor nas rádios nacionais e pôs o país a cantar Squeeze Theeze Pleeze, ou o "ataque" das bolas brancas e vermelhas "STP" no Festival Paredes de Coura, os poderosos concertos nas Queimas das Fitas, Semanas da Juventude, Festivais de Verão e primeiras partes de artistas internacionais de renome como Morphine, Cranberries, Alanis Morissette entre outros... Sim, isso tudo faz parte do já credenciado percurso musical dos Squeeze Theeze Pleeze!

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14 anos volvidos com mais 3 discos pelo meio, músicas nas principais telenovelas nacionais e um sem número de espetáculos...  2016 marca o regresso dos Squeeze Theeze Pleeze com o EP “Mais Fácil”.

“Mais Fácil” é o single de apresentação e o único tema em português deste novo trabalho de temas inéditos.

 

Chapa Dux apresentam “#OneLove” ao vivo

Chapa Dux surgiu em Sintra, no ano de 2008. A sua musicalidade é eletrizante, centrando-se no Reggae, mas transformando-o devido às diferentes influências dos 7 músicos que integram o grupo.

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É nos espectáculos ao vivo que se vê e sente a raça da banda, que transmite uma energia contagiante através dos seus ritmos vibrantes. Chapa Dux conta com um vasto percurso de apresentações ao vivo e participações em festivais como o SXSW (Texas, USA), Rototom Sunsplash (Espanha), Calpe Festival (Espanha) e, em terras lusas, no Festival Sudoeste, Meo Arena e Musa Cascais, entre outros.

Em 2016 apresentam o seu segundo álbum de originais intitulado “#OneLove”. Um trabalho de todos para todos, com uma mensagem universal de amor que, de uma forma ou de outra, invoca sentimentos comuns a todos, independentemente da idade.

 

Casino Estoril / lounge D

18 de Novembro 2016

Grammy Latinos entregues hoje… Elza Soares nomeada em duas categorias

A cerimónia de entrega dos Grammy Latinos realiza-se hoje na T-Mobile Arena em Las Vegas, nos Estados Unidos, e é com expectativa que se esperam os resultados. Elza Soares está nomeada em duas categorias: Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, para "A Mulher do Fim do Mundo" e Melhor Canção em Língua Portuguesa, para “Maria da Vila Matilde”.

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Na próxima semana, a cantora do milénio viaja para Portugal para três concertos e, na bagagem, esperamos que traga os Grammy Latinos. Dia 24 na Casa da Música; dia 25 no Festival Sons em Trânsito, e dia 26 no Vodafone Mexefest, Elza Soares vai apresentar o seu 34.º trabalho, um álbum apocalíptico, de samba sujo experimental, ondeaborda temas como o racismo, a violência doméstica, transsexualidade e drogas.

Eleito o Melhor Disco de 2015 pela Rolling Stone Brasil, “A Mulher do Fim do Mundo” é o primeiro álbum, em 60 anos de carreira, composto exclusivamente por temas inéditos, escritos para Elza Soares. Do samba ao rock, sem esquecer o rap e a electrónica, este disco é a consagração da cantora de 78 anos. Recorde-se que a digressão europeia de "A Mulher do Fim do Mundo" começou, na semana passada, em Londres, Berlim e Amesterdão. Na próxima semana, é a vez de Portugal.

Aline Frazão regressa a Portugal… após intensa digressão pela Alemanha

No regresso de uma tour que passou por Leipzig, Bayreuth, Munique, Berlim e Bona, Aline Frazão prepara-se para dois concertos especiais. A 25 de Novembro actua em Aveiro no âmbito do Festival Sons em Trânsito ‘16 e no dia seguinte participará no espectáculo de apresentação da reedição do álbum de Alcides Nascimento, no CCB em Lisboa.

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Na mesma noite em que actua Elza Soares, Aline Frazão sobe ao palco no Festival Sons em Trânsito ‘16, no formato voz e guitarra com um alinhamento que percorrerá toda a sua discografia. No espectáculo “Alcides: o álbum 20 anos depois”, a artista dará a voz a um dos temas do disco lançado em 1996, que será agora reinterpretado por vários artistas, dos quais já estão anunciados Ana Firmino, Aline Frazão, Carla Correia, Celina Pereira, Dany Silva, Dead Combo, Dino D’Santiago, Lucibela, Luiz Caracol, Maria Alice, Mário Marta, Rui Veloso, Sara Tavares, Selma Uamusse e Tito Paris.

2016 tem sido um ano de crescimento para Aline Frazão. Desde o lançamento do seu mais recente álbum, “Insular”, no final de 2015, a artista ingressou numa digressão nacional e internacional, com concertos no Brasil, África e Europa. Demonstrando a força da palavra na sua música, Aline Frazão foi convidada a participar em vários eventos de literatura como o FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos), tendo ainda actuado no Theatro Circo, em Braga, na gala do Grande Prémio de Literatura DST, na Fundação José de Saramago, em Lisboa (no evento que assinalou os 6 anos da morte do escritor) e na Festa do Livro da Amadora. Mais recentemente, preparou concertos únicos que passaram por algumas das salas mais emblemáticas do país, como o Tivoli BBVA e a Casa da Música.

 

Livros… Nuno Markl apresenta “Lx80, Lisboa Entra Numa Nova Era”…

O rock em português e o escândalo das Amoreiras. Um anfitrião misterioso, um jornal sem limites e uma nova classe de poder. Nos anos 80, as mulheres tinham o primeiro filho aos 23 anos e gozavam três meses de licença de maternidade. A taxa de analfabetismo era de 18,6, mas entre elas subia para 23 por cento. Existiam 98 bairros da lata, 18 dos quais sem luz. O Tollan afundava-se no Tejo e tornava-se atracção turística e o Chiado arde de madrugada.

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A década que abriu com a morte de Sá Carneiro em Camarate, teve em Kilas, a grande fita, viu as últimas noites europeias com Livramento e as primeiras noites com a novela Vila Faia. Futre está no Sporting e ainda não tem um Porsche amarelo (“Davam-me 30 escudos por dia para um bolo e um copo de leite”), desaparece o Monumental e o Martim Moniz deixa de ser um terreiro. A Lisboa dos anos 80 é uma cidade onde tudo parece possível. E tudo está por fazer.

 

Depois de LX60 – A Vida em Lisboa Nunca Mais Foi a Mesma e de LX70 – Lisboa, do Sonho à Realidade, esta cápsula do tempo revela-nos uma década movida a sonhos, sejam eles entrar no Frágil, na bolsa ou na CEE. São quase uma centena de histórias baseadas em factos e memórias reais. Porque só sabendo quem fomos podemos um dia perceber quem somos. Assim se encerra uma trilogia que percorreu as décadas de 60, 70 e agora 80, em Portugal.

 

Joana Stichini Vilela (n. 1980) é jornalista freelance, com trabalhos publicados tanto em Portugal como no estrangeiro, das revistas Monocle, Up e Time Out aos jornais I e Diário de Notícias. É autora da série de livros LX.

Pedro Fernandes (n. 1976) é designer gráfico, trabalhou em várias publicações portuguesas, como A Capital, jornal I e atualmente o Diário de Notícias, onde é diretor de arte. É co-autor de LX70 – Lisboa do Sonho à Realidade.

 

Livros… “Presentes com um Sabor Especial” de Joana Roque

O Natal está à porta – quer se queira, quer não – e vai sendo tempo de pensar nos presentes, porque aquilo de deixar tudo para as vésperas está fora de moda. Com esta antecedência até se pode dar ao luxo de preparar em sua casa, na sua cozinha, “Presentes com um Sabor Especial” para aqueles que lhe são mais próximos.

Neste novo livro Joana Roque partilha connosco cerca de 50 receitas que costuma preparar para oferecer às pessoas de quem gosta como presentes de Natal (mas também de aniversário e para o Dia do Pai, o Dia da Mãe e outras ocasiões especiais).

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Cada receita apresenta-nos ideias originais e criativas de embrulhos, decorações e etiquetas, que tornam estes presentes ainda mais singulares: as compotas feitas com a fruta do pomar dos avós, a MARMELADA que enche a sua cozinha com um aroma especial, o azeite aromatizado que dá um toque único a qualquer prato, o licor de canela, o preferido do seu pai, as bolachas chupa-chupa, que fazem as delícias das crianças, a mistura de scones, ideal para um lanche de preparação rápida – sem esquecer os seus já famosos cabazes de Natal...

 

Joana Roque nasceu em 1978 e é formada em Turismo pela Escola Superior de Educação de Coimbra. É casada, tem dois filhos e sempre gostou de cozinhar e de comer. Em abril de 2006 criou um blogue de dietas onde os pratos que fazia tinham comentários mais positivos do que as suas tentativas e esforço para perder peso. Portanto, em maio de 2006, surge o blogue As Minhas Receitas, com receitas simples e acessíveis a todos, dos doces aos salgados, do peixe à carne, das entradas aos pratos principais. De segunda a sexta-feira, uma receita por dia, numa dinâmica que se mantém há quase dez anos e num blogue que conta já com mais de 2000 receitas. Em finais de 2008, surge o blogue A Economia Cá de Casa que pretendia ser um complemento ao blogue de receitas, com dicas e sugestões de economia doméstica, mas que rapidamente ganhou um público e vida próprios. Aqui partilham-se conhecimentos transmitidos pela mãe e avó, determinantes para o seu gosto pela cozinha, e que ao mesmo tempo ajudam a rentabilizar e organizar a casa, a vida e o orçamento familiar.

Além disso, há muitas outras sugestões desde os cabazes de Natal, a outras ideias onde o importante é aquilo que podemos fazer com amor e dedicação. Em 2011, editou o seu primeiro livro, “Feito em Casa”, que se encontra na 14ª edição. Em 2012, publicou “Cozinhar, Celebrar e Partilhar” (4ª edição), em 2013, “O Que Faço para Jantar?” (8ª edição), em 2014, “Receitas para Todos os Dias”, e, em 2015, “Família e Amigos à Mesa”.

 

Edição: A Esfera dos Livros

À venda a 18 de Novembro 2016