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Glam Magazine

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OuTonalidades com Pedro Mestre no do Cine-Teatro de Estarreja

A 20ª edição do OuTonalidades chega este sábado ao Café-Concerto do Cine-Teatro de Estarreja!

O primeiro de três concertos, recebe Pedro Mestre, que alia o seu nome à mestria com a guitarra campaniça, que sempre acompanhou os cantes de improviso no Alentejo. O músico chega das extensas planícies com “Campaniça do Despique” na algibeira, em que a tradição e a inovação caminham lado a lado, levando esta identidade cultural e memória coletiva de um povo a atravessar fronteiras.

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OuTonalidades é um circuito português de música ao vivo, coordenado pela d’Orfeu Associação Cultural, a que o Município de Estarreja e o seu Cine-Teatro, sempre se associaram.

Moonspell... 20 anos de “Irreligious”

"Irreligious" é o segundo disco da carreira dos Moonspell e para muitos o ponto de viragem da banda.

Foi o disco que lhes abriu a porta de todo o mundo, com honras de Tops Europeus pela primeira vez. Só na Alemanha vendeu 80.000 discos e foi disco de prata em Portugal, na altura atribuído por vendas acima das dez mil unidades.

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É uma viagem no tempo que os Moonspell propõem aos seus fãs mais queridos: os Portugueses. Irão tocar este álbum por ordem e na integra num concerto exclusivo em Guimarães, numa sala de respeito: o Multiusos, por onde passam os maiores artistas nacionais e internacionais. Para além disso e para
tornarem o evento ainda mais especial tocarão também o seu primeiro álbum ("Wolfheart", que comemora 21 anos este ano) e o seu mais recente disco Extinct (nº1 no Top Português e laureado como disco do ano pela SPA) por ordem e na integra. Em 2017 levam a celebração até ao Campo Pequeno em Lisboa para mais uma noite memorável.

Uma produção para ficar na história da banda e dos seus fãs em Portugal, com convidados especiais, três partes e um alinhamento único que ultrapassará as duas horas de espetáculo com muita emoção, nostalgia e poder.

 

Multiusos (Guimarães)

2 de Dezembro 2016

 

Campo Pequeno (Lisboa)

4 de Fevereiro 2017

Sampladélicos apresentam “Não nos deixeis cair em tradição”

Não nos deixeis cair em tradição, não é obviamente um disco, um cd, é muito mais que isso, é uma obra. Um documento para o futuro, uma posição ética e política, uma encenação construída com os conceitos individuais do que é tradição, ou património, ou mesmo música.

Somos educados para dar nome às coisas e para honrar e aceitar muitos conceitos, sem os interrogar, em quase tudo, na arte, na gastronomia, aquilo a que chamamos muitas vezes de senso comum, está muito presente na nossa sociedade.

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Os Sampladélicos são só dois, não tocam baixo, guitarra e bateria, não criam com sons provenientes de “Softwares” para compor música, criam com coisas vivas, com pessoas, com sons orgânicos, muitos com tendência a desaparecer.

O que fazem são colagens vivas das paisagens sonoras de um país: um búzio na ilha do Pico, um tear em Guimarães, uma viola de arame na Madeira, um amolador no Alentejo, bombos das fanfarras dos Bombeiros, mulheres a dançar fandango e adufeiras, poetas populares, polifonia do Minho e de Lafões, Cante Alentejano e cavaquinhos de Braga, conversas sobre o sistema nacional de saúde e bênção de ovelhas na serra da Estrela. Cada uma das faixas é um mundo próprio, uma criação do possível, uma ficção científica da possibilidade de poder haver sons organizados, a que podemos chamar de música, assim, cheios de cor, de vida, nunca respeitando um tempo certo ou uma métrica, pois é trabalho feito por humanos com máquinas a partir de sons de humanos, é sempre imperfeito, mas extremamente complexo.

É também um sonho, uma hipótese, a de podermos dançar e fruir com as memórias, as memórias da infância, das aldeias, das avós, disso a que chamamos memória colectiva de uma região, de um país. E é sobretudo fazer perguntas, interrogar, espicaçar e “nunca nos deixar cair em tradição”.

 

Sílvio Rosado músico e Tiago Pereira documentarista criam uma performance audiovisual a partir das gravações de práticas musicais ou ambientes sonoros de um determinado local. Construindo por um lado um arquivo vivo de documentos de uma música/sonoridade identitária local, que pode ser consultado e que mantêm a memória viva, e por outro lado a desconstrução desse mesmo arquivo/ memória, permitindo que a comunidade se reveja e se questione e ao mesmo tempo criando um espaço lúdico de fruição onde se pode dançar a memória ou seguir uma história.

 

CineTeatro António Lamoso (Feira)

16 de Novembro 2016 | 21.30h

Fogo Fogo ao vivo no Plano B

Fogo Fogo são uma urgente manifestação de uma cultura que, qual vulcão, está prestes a explodir. Os músicos envolvidos são ultra-experientes, profundos conhecedores dos múltiplos grooves de inspiração africana e atiram-se a funanás coladeiras e a música de baile de festa africana como se 1987 tivesse sido anteontem.

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Neste contexto assumem a mais primordial das missões: fazer dançar sem truques, apenas com energia de bpms carregados, com a bateria e o baixo em permanente derrapagem e os sons inspirados na "gaita" (a concertina) a comandarem a identidade melódica.

Depois de passagens memoráveis pelo Boom Festival e Festival Andanças, o Porto recebe (finalmente) a estreia deste projeto a 19 de Novembro. Por muito frio que se faça sentir, é certo que o palco do Plano B será invadido por uma vaga de calor, difícil de conter.

 

Plano B (Porto)

19 de Novembro 2016 | 23.00h

O que é que Lou Reed, Garcia Lorca e o Flamenco têm em comum?

O Festival de Flamenco de Lisboa apresenta nos dias 25 e 26 de novembro no Teatro da Trindade mais dois espetáculos em que o baile flamenco está em destaque.

O interesse cada vez maior pelo Flamenco, demonstrado por músicos, escolas de dança e aficionados foi o que incentivou a Associação de Flamenco de Lisboa a constituir a companhia Columna Flamenca. Experimentação, intervenção, improvisação, baile, electrónica poderá ser a forma de definir esta companhia cujo o objectivo é um trabalho de revisitação sobre o baile flamenco a “compás”.

Com uma formação aberta de músicos de várias nacionalidades, a sua primeira criação Corpo Sonoro, será estreada no Festival no dia 25 de novembro. É um tríptico intimista de baile flamenco, inspirado no texto “Rayuela” do escritor Júlio Cortazar, nos poemas de Federico Garcia Lorca e no álbum Street Hassle de Lou Reed, gravado em 1978. Em três actos viajaremos pelas bulerias dos corpos que produzem som.

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O Festival Flamenco de Lisboa, termina no dia 26 de novembro, com mais uma estreia em Portugal, desta vez: Manuel Fernández Montoya, “El Carpeta”, da dinastia “Los Farruco” e irmão mais novo de Farruquito. O Flamenco corre-lhe no sangue e na raça mas conseguiu criar o seu espaço com a alma aberta e a sua forma de bailar o Flamenco.

Uma noite onde se apresentará o presente e o futuro do novo baile flamenco.

 

Teatro da Trindade (Lisboa)

25 e 26 de Novembro 2016

Marvel Lima… Banda apresenta registo homónimo ao vivo no Porto

Os Marvel Lima, quinteto oriundo de Beja, é a prova que existe uma aura diferente na região do Alentejo. O seu single de apresentação "Mi Vida", um groove synth-prog-pop-rock, serviu de cartão-de-visita para o primeiro álbum da banda, levando os primeiros concertos a diversos pontos do pais e com "Fever", o seu segundo single embebido em martini, a banda tornou-se uma aposta para o futuro dentro da música alternativa portuguesa.

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Após "Fever", a banda bejense apresenta o seu álbum de estreia na totalidade. Composto por 9 músicas, este trabalho espelha a identidade da banda de forma coesa e cheia de dinamismo, com muito groove à mistura.

Entre vozes, percussões, sintetizadores, guitarras, baixo e bateria, este projecto recria a ambiência distorcida de uma viagem temporal entre os anos originais do rock psicadélico e a música contemporânea de hoje, com um forte tempero mediterrâneo e assumida influência latina. Uma mistura de géneros, onde rock psicadélico, congas e groove são hashtags para o álbum que saiu a 14 de Outubro.

Marcada pela sua criativa secção rítmica e pelas suas texturas sintetizadas influenciadas pelos 70's, Marvel Lima tornou-se uma banda "sui generis" que facilmente nos põe a dançar no deserto ou num moche durante um concerto de YES.  

DJ Overule começa a desvendar o álbum de estreia…

O Melhor Bass DJ 2016 - Hip Hop, R&B, Trap, Dubstep e Drum and Bass (WAV Awards) começa a desvendar o seu álbum de estreia com um single em parceria com Rebecca Garton. “Body Talk” é o primeiro tema a sair dos pratos de DJ Overule que se encontra de momento em estúdio a produzir o seu primeiro álbum com os melhores intérpretes nacionais e internacionais.

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Body Talk” não é propriamente um tema com uma mensagem explícita. A letra escrita e interpretada por Rebecca Garton remete para algo mais espiritual, fala do quanto a linguagem corporal poderá ser também uma grande forma de manifestação de amor. Uma mensagem ilustrada pelo realizador Pedro Lucas.

Overule está “constantemente à procura de artistas que possam eventualmente dar voz” aos seus temas. Com uma base de dados de cantautores e vocalistas resultantes de 2 anos de pesquisa, Overule encontrou em Rebecca Garton a voz para o seu instrumental. Nas palavras do DJ, a escolha da jovem britânica “foi puramente ocasional. Cruzei-me com o SoundCloud dela, gostei do que ouvi, pensei que poderia encaixar bem neste tema e entrei em contacto com o manager dela para a convidar. Eles adoraram o tema e o resultado está à vista.”

Rebecca Garton é uma cantora e compositora britânica acompanhada desde a infância por Oritsé Williams (JLS). Rebecca prepara-se agora para o lançamento do seu projeto de estreia a solo com produtores como SOS (Ariana Grande, French Montana), P2J (Tinie Tempah, Wretch32), ADP, KZ e o premiado Fred Jerkins (Beyoncé, Michael Jackson, Whitney Houston).

Com uma média anual de 150 espetáculos, Overule é possivelmente o DJ mais requisitado em terras lusas, o que faz dele um experiente manipulador de discos, conhecedor de tendências e perspicaz leitor de públicos. Tecnicamente dotado, Overule recorre frequentemente ao turntablism como complemento dos seus espetáculos, mas a sua verdadeira destreza vem da mestria com que cruza os mais variados estilos musicais (Electrónica, Hip Hop, RnB, Reggae, Dancehall, Trap, Twerk, Dubstep, Drum&Bass) com a maior naturalidade nos seus gira-disco

Hootenanny na Culturgest… Ana Popovic

O concerto de abertura do Hootenanny está a cargo de uma banda de origem europeia, o que poderá ser visto com estranheza por quem não esteja a par da carreira de Ana Popovic e do seu lugar no atual mundo dos blues.

Ana nasceu em Belgrado, na antiga Jugoslávia, em 1976, mas há anos que está instalada em Memphis, nos Estados Unidos. A sua carreira como guitarrista e cantora de blues começou no seu país natal e desenvolveu-se de início na Europa para rapidamente se estender aos EUA. Com 24 anos gravou, com a sua banda europeia, em Memphis, o primeiro CD, "Hush!"

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 photo: Mark Goodman

 

Ana toca intensamente por todo o mundo, nas melhores salas e festivais de blues, rock ou jazz, tem recebido inúmeras distinções pela sua carreira e pelos álbuns que gravou, foi capa das revistas americanas de referência dedicadas ao blues ou à guitarra. Nomeada por cinco vezes, em diversas categorias e em diversos anos, para o Blues Music Awards – o mais prestigiante prémio deste género musical, instituído pela The Blues Foundation e que anualmente distingue os melhores do mundo – tem tocado com artistas de topo como Buddy Guy, Lucky Peterson, Tommy Sims, Taj Mahal, John Lee Hooker.

 

Com uma presença em palco incrível, é considerada "uma força irresistível no mundo dos blues contemporâneos".

 

Culturgest (Lisboa)

19 de Novembro 2016 | 21.30h

”Blind by choice”… o single de estreia dos Zuuzaa

Novembro é o mês que marca a estreia do novo projecto sensação da música nacional. Os Zuuzaa revelam “Blind By Choice”, um tema ritmado que mantém viva a alma e a mensagem do bom e velho blues rock, extraído do álbum de estreia, “Mara”. Graças ao selo da Music For All o projecto de Rafael Ribeiro, Inês Carvalho, Mariana Matoso, Rafaela Pereira, Bernardo Jorge e Matt Seybald chega finalmente ao mercado português, sendo esta a mais recente aposta de um extenso leque de artistas, e bandas, com provas dadas em Portugal e no estrangeiro.

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O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “Mara”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.

Rita Redshoes inicia digressão “Her” esta semana com concertos em Lisboa e Porto…

Rita Redshoes inicia este sábado, em Aveiro, a digressão nacional de apresentação de “Her”, com um concerto no Teatro Aveirense. O novo disco será apresentado por todo o país ao longo do próximo ano e já tem espectáculos confirmados em Lisboa e no Porto em Fevereiro, dia 22, na Casa da Música, e dia 23, no Teatro Tivoli BBVA.

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Uma semana após a edição de “Her”, Rita Redshoes parte em digressão para apresentar este trabalho e já tem quase duas dezenas de concertos agendados. Todas as datas podem ser consultadas abaixo e novos espectáculos serão confirmados brevemente. Pela primeira vez, a artista leva para a estrada um quarteto de cordas, com dois violinos, viola e violoncelo, ao qual se juntam Nuno Lucas, no baixo, e Rui Freire, na bateria, dois dos músicos que habitualmente acompanham Rita Redshoes ao vivo.

 

Gravado em Berlim, nos Riverside Studios, “Her” é o quarto LP de Rita Redshoes e tem Victor Van Vugt a liderar a produção – colaborador de Nick Cave, Beth Orton, PJ Harvey ou Depeche Mode. Neste trabalho, Rita estreia-se a cantar na sua língua materna, escrevendo e interpretando três canções em português. Este é ainda o álbum em que toca mais instrumentos: piano, teclados, omnichord e guitarra acústica.

 

Digressão “Her”

19 Novembro 2016 - Teatro Aveirense, Aveiro

26 Novembro 2016 - Casino da Póvoa de Varzim

10 Dezembro 2016 - Cine-Teatro de Alcobaça

23 Dezembro 2016 - Teatro de Vila Real

 

28 Janeiro 2017 - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

4 Fevereiro 2017 - Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima

11 Fevereiro 2017 - Cine Teatro Alba, Abergaria-a-Velha

22 Fevereiro 2017 - Casa da Música, Porto

23 Fevereiro 2017 - Teatro Tivoli BBVA, Lisboa

24 Fevereiro 2017 - Cine-Teatro Louletano, Loulé

3 Março 2017 - Theatro Circo de Braga

11 Março 2017 - Teatro Stephens, Marinha Grande

25 Março 2017 - Cine Teatro Avenida, Castelo Branco

8 Abril 2017 - Cine Teatro António Lamoso, Santa Maria da Feira

20 Maio 2017 - Teatro Municipal, Guarda

27 Maio 2017 - Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

16 Junho 2017 - Teatro das Figuras, Faro

17 Junho 2017 - Centro de Arte, Ovar

23 Setembro 2017 - Cine Teatro, Estarreja

30 Setembro 2017 - Teatro Micaelense, Ponta Delgada (Açores)

Destaque a Portugal no Eurosonic… 3 novos artistas nacionais confirmados

Depois de ter sido já anunciada uma comitiva de 17 nomes portugueses, são agora revelados mais três artistas nacionais que integram o alinhamento do Eurosonic Noorderslag 2017 no ano em que Portugal será o país de destaque / country focus: Moonshiners, The Happy Mess e Dj Firmeza

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Estes artistas juntam-se a Marta Ren, The Gift, Dj Ride, Gisela João, Glockenwise, Memória de Peixe, Neev, :papercutz, We Bless This Mess, Sam Alone & The Gravediggers, Rodrigo Leão, Noiserv, Throes + The Shine, Octa Push, First Breath After Coma, Holy Nothing e Best Youth que integraram as primeiras rondas de anúncios oficiais.

 

A comitiva portuguesa, que conta, até agora, com 20 artistas, foi selecionada pela equipa organizadora do Eurosonic Noorderslag, a partir de mais de 200 candidaturas de projetos nacionais. Este grupo de artistas integra o alinhamento do maior festival profissional de música europeu com presença de mais de 4.000 profissionais da indústria da música mundial.

 

Esta é a missão que reúne mais esforços por parte da plataforma de internacionalização de música portuguesa, WHY Portugal, naquele que é considerado o maior festival europeu de showcases de novos talentos da música.

Lisboa Dance Festival 2017… Hercules & Love Affair e Marcel Dettmann

O alemão Marcel Dettmann e os Hercules & Love Affair são as novas confirmações do Lisboa Dance Festival, depois do anúncio da estreia em Portugal da norte-americana TOKiMONSTA , assim como da presença dos Dekmantel Soundsystem.

Nos próximos dias 10 e 11 de Março acontece a segunda edição do Lisboa Dance Festival, que celebra a cidade com uma programação virada para as tendências mundiais da música electrónica. Mais do que um evento de um só género musical, o Lisboa Dance Festival abre portas para uma visão 360 sobre toda a música electrónica .

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O colectivo de música de dança criado pelo DJ e produtor nova-iorquino Andy Butler prepara-se para editar um novo trabalho no próximo mês de Fevereiro e a apresentação oficial em Portugal vai ser no Lisboa Dance Festival 2017. A paixão de Andy Butler pelo disco e house tem sido central na música dos Hercules & Love Affair, mas a mesma tem-se aproximado cada vez mais do techno. Está dado o mote para aquele que se espera ser um dos momentos altos do festival por uma das bandas que, desde o início da sua formação, é um ícone da música de dança.

 

Elegância. Esse é o denominador comum associado a Marcel Dettman. Nome com forte ligação a palavras-chave icónicas na música de dança como são o caso de Berghain, Berlim e Hard Wax, Dettman é um conhecedor abrangente de vários géneros musicais tendo especializado a sua visão artística no Techno elegante que tem ganho muitos seguidores por todo o mundo. Artista multi-facetado e frequentemente relacionado com outras disciplinas artísticas como a dança e fotografia, Marcel Dettman é das maiores referências na música electrónica.

 

O Lisboa Dance Festival reflecte o lado mais efervescente da música, do desafio da inovação e também de um olhar muito concreto para o que Portugal produz de mais único para oferecer ao mundo. No evento de 2 dias há também espaço para debates, seminários e market.

Liliana Martins estreia vídeo do single “Toma Conta de Mim”…

"Toma conta de mim” é o single de apresentação de “Meu Tempo” (segundo disco) de Liliana Martins. Um tema original, leve mas com uma sonoridade muito rica, que conta uma história de amor dos nossos tempos, interpretada de uma forma simples.

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Liliana Martins escolhe a mágica Quinta da Ribafria (Sintra), para dar vida a cada detalhe desta história, de forma a combinar o tema com as paisagens de Sintra na sua plenitude. Mais uma vez a escrita de Cátia Oliveira se entrelaça na música de Manuel Graça Pereira para criar mais um tema que nos envolve na doce voz de Liliana Martins.

A realização e a concepção deste videoclip ficaram a cargo de João Farinha e João Paulo Fonseca, com uma produção do canal ArteClip.