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Glam Magazine

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Os Quatro e Meia assinam com a Sony Music Entertainment, Portugal…

Em Maio de 2013, cinco amigos com gosto pela música juntavam-se para uma pequena atuação num Sarau de Gala no TAGV, em Coimbra. Estava assim realizada a primeira reunião d’Os Quatro e Meia. Atualmente com seis elementos, João Cristóvão Rodrigues (violino e bandolim), Mário Ferreira (acordeão e voz), Pedro Figueiredo (percussão), Ricardo Liz Almeida (guitarra e voz), Rui Marques (contrabaixo) e Tiago Nogueira (guitarra e voz), Os Quatro e Meia procuram, de uma forma descontraída e bem-disposta, conferir novos olhares e sonoridades na composição de canções feitas na língua de Camões.

Os Quatro e Meia - foto.jpgComo afirmam os próprios, "todos os dias são dias bons, simplesmente, uns dão mais trabalho para o ser do que outros". Com base nesta ideologia, a banda apropriou-se de uma expressão recorrente do nosso quotidiano, “P'ra Frente é Que É Lisboa”, para criar a sua primeira composição, e assim batizar o seu single de apresentação e a digressão, com início em Setembro deste ano.

Com passagem já confirmada pela Casa da Música, no Porto, a digressão irá percorrer o país, dando a conhecer algumas das músicas que estão a ser concluídas em estúdio e que farão parte do disco de apresentação da banda, assim como os originais que os têm acompanhado ao vivo desde a sua formação, e as versões de grandes músicas portuguesas, com um cunho bastante pessoal e que tanto caraterizam Os Quatro e Meia.

 

Próximos Concertos:

 

Concerto Solidário Via Nova (Vila Real)

30 de Novembro 2016

 

Casa da Música (Porto)

15 e 16 de Dezembro 2016 (Esgotado dia 15)

 

Auditório do Conservatório de Música (Coimbra)

28 de Janeiro 2017

 

Cine-Teatro Estarreja

4 de Fevereiro 2017

 

CC Olga Cadaval (Sintra)

25 de Fevereiro 2017

 

Restart apresenta as “Singularidades” do artista Filipe Ramalho

Da autoria do artista Filipe Ramalho, “Singularidades” é a nova exposição que a Restart – Creative Education vai apresentar entre 14 de novembro e 7 de dezembro. Através de pinturas de retrato, o artista explora a complexidade existencial, extrapolando para a tela as expressões e os traços marcados nos rostos de várias crianças. O artista reflete essas mesmas emoções num espetro de cor, escala e gesto, tornando cada rosto no que por si só já representa arte: singularidade. A mostra tem entrada gratuita e conta com o apoio da Restart.

Filipe Ramalho.jpgAutodidata, inventivo e curioso, o artista divide-se entre a pintura, a street art, a escultura, as artes plásticas, a instalação, a fotografia e o retrato. Com a apresentação deste novo projeto, Singularidades, Filipe Ramalho representa, através da pintura, a singularidade própria de cada rosto que apresenta na tela: brilhantes e inocentes, por vezes também fortes e grotescos em contraposição, mas sempre únicos. Este é o processo criativo que define a sua obra, e que justifica o nome escolhido para a exposição.

 

Com um percurso marcado por várias experiências artísticas, Filipe Ramalho começou em 2001, quando participou na exposição de pintura “À Descoberta da Fundação Eugénio de Almeida”. Logo em 2003, chegou a vez da exposição “Experimenta Design Bienal de Lisboa”, mas é em 2006 que atinge a internacionalização no meio artístico com as exposições “Flashback in Home 50/70” e “Del Pallet al Mobili”, ambas produzidas em Milão. No ano seguinte marcou presença na exposição de artes plásticas “Circuit Portugal”, no Jardim Botânico de Lisboa, no Príncipe Real e, desde então, que tem aperfeiçoado a sua arte.

 

Restart – Creative Education (Lisboa)

14 de novembro a 7 de dezembro

Livro… “Os nossos adolescentes e a droga” de Mário Cordeiro

O pediatra em que os portugueses mais confiam aborda desta vez um tema muito sensível mas que é urgente discutir: os adolescentes e a droga. Partindo de casos clínicos reais, vivências e experiências, Mário Cordeiro convida o leitor a compreender este submundo cada vez mais complexo, através de diversas viagens com toxicodependentes e com pais, educadores e profissionais portugueses e estrangeiros envolvidos nesta problemática.

untitled-1.jpgNuma linguagem prática e direta, que vai ao encontro das dúvidas dos adolescentes, dos pais e educadores, são abordados temas como a cannabis, as drogas sintéticas, a “droga da violação”, o LSD e outros alucinogénios ou o ecstasy, entre outras. As drogas vieram para ficar e vão, nos tempos mais próximos, causar a deterioração da saúde de muitas pessoas, muitas das quais vão morrer por sua causa. Só bem informados, de maneira isenta, verdadeira e rigorosa, poderemos acertar as estratégias individuais e coletivas, de modo a que as escolhas se baseiem em decisões responsáveis, tendo em vista o próprio, os outros e a comunidade em geral.

 

Ao longo das páginas do livro aborda-se ainda o debate sobre a legalização das drogas, as leis europeias e portuguesas ou a questão do álcool. São apresentados factos e protagonistas, e verdade científica, com menção a algumas estratégias e programas que se revelaram eficientes. Para que não restem dúvidas e se discuta abertamente este tema, porque mais vale prevenir do que tratar.

 

Edição: A Esfera dos Livros

Livros… "Viagem ao Cáucaso" de Leonor Janeiro.

“Viagem ao Cáucaso" é o livro da urban sketcher Leonor Janeiro (Urban Sketchers Portugal) sobre a sua viagem de 12 dias a esta impressionante e mística região localizada entre o Mar Negro e o Mar Cáspio.

Image1A.jpgEste é um diário gráfico que nos transporta até às mais deslumbrantes e desconhecidas paisagens da Arménia, Azerbaijão e Geórgia. Os monumentos, praças e jardins, pessoas e sabores locais chegam-nos pelas ilustrações e descrições de quem observou e viveu esta região abrindo-nos o seu caderno de desenho e colocando-nos na sua perspetiva.

Um percurso pessoal e artístico pelo Património da Humanidade de uma das mais interessantes regiões da atualidade.

 

A Urban Sketchers Portugal é uma associação sem fins lucrativos que junta pessoas com a paixão pelo desenho e diário gráfico. Em menos de 10 anos, o movimento Urban Sketchers é já um dos grandes fenómenos de popularidade mundial, com milhares de participantes e núcleos espalhados por centenas de cidades de todo o mundo