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Glam Magazine

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Avenged Sevenfold transmitem concerto online em 3D e em 360º

Na noite de quinta-feira, dia 27 de outubro, a multiplatinada banda Avenged Sevenfold vai dar um concerto que será transmitido online em 3D e em 360º. Os fãs da banda em todo o mundo terão oportunidade de assistir ao live stream através da recente plataforma VRTGO VR do Universal Music Group, a cargo da tecnologia avançada da VR LIVE, e experienciar o concerto poderoso dos Avenged Sevenfold como se estivessem na própria sala, numa experiência altamente imersiva. VRTGO está disponível gratuitamente para os sistemas iOS e Android.

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“Estamos constantemente a criar oportunidades para os nossos artistas se relacionarem com os seus fãs de novas e entusiasmantes formas”, diz Michelle Jubelirer, da Capitol Records. “Estamos entusiasmados em trabalhar com os Avenged Sevenfold e a VR LIVE para dar aos seus fãs esta experiência única”.

A VR LIVE fará ainda o streaming do evento para 50 sistemas Samsung Gear VR, que estarão ao dispor de um conjunto de convidados que serão transportados virtualmente para o palco. O concerto será filmado com a câmara Nokia OZO, a primeira câmara VR criada para o efeito e que permitirá a melhor experiência musical.

 

“A realidade virtual está destinada a mudar o panorama dos media, permitindo aos utilizadores não só consumir entretenimento, mas experienciá-lo e a VR LIVE vai continuar a transformar a forma como as pessoas veem e interagem com o mundo à sua volta”, afirma Heiner Lippman, fundador da VR LIVE.

 

Os Avenged Sevenfold lançaram recentemente “The Stage”, uma nova canção coproduzida entre a banda e Joe Barresi (Queens of the Stone Age, Tool), tendo sido acompanhada por um novo vídeo realizado por Chris Hopewell (Radiohead, The Killers), que já soma mais de 6 milhões de visualizações no YouTube. “The Stage” já está disponível nas lojas digitais

Djavan em Portugal… Apresentação do novo disco e com data extra…

Djavan está de regresso aos palcos nacionais, no seguimento da digressão de "Vidas pra Contar", o 23º disco da sua prestigiada carreira, que apresenta dia 4 de Novembro no Campo Pequeno, em Lisboa, dia 6 no Coliseu Porto e dia 7, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Um espetáculo inédito, onde Djavan interpretará canções do seu novo álbum e, também, os grandes sucessos da sua discografia.

Neste disco, nomeado para os Grammy Latinos em quatro categorias, Djavan conta vidas reais, sob o filtro da poesia, do espanto pelo detalhe. Ao todo são, 12 faixas inéditas, onde o músico se revela um compositor maduro. Em "Vidas pra Contar", a atordoante diversidade musical, que confirma a potencialidade criativa de Djavan, é transformada em linguagem musical, pela banda que o acompanha e pelos arranjos do próprio compositor.

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Pode-se dizer que "Vidas pra contar" é um disco seu e dos músicos que o acompanham, o núcleo rítmico composto por piano (e teclados) de Paulo Calasans, baixo de Marcelo Mariano e bateria de Carlos Bala, além de violões e guitarras de João Castilho, do próprio Djavan e os sopros de Jessé Sadoc e Marcelo Martins. Cantor, compositor, letrista, guitarrista e arranjador em todas as faixas, Djavan tem nessa banda de virtuosos a sua voz musical: uma voz que  esbanja estilo, ao mesmo tempo que conversa com toda a tradição da música popular que sua mãe lhe apresentou, ainda na infância.

Nestes 3 grandes concertos, além de canções do novo disco, aclamado pela imprensa especializada, o repertório do espetáculo inclui, também, sucessos mais antigos como: “Flor de Lis”, “Linha do Equador”, “Lilás” ou “Eu te Devoro”, entre muitos outros. Recorde-se que Djavan completou 40 anos de carreira em 2015, ano em que foi agraciado com o Grammy Latino de excelência musical, em homenagem à sua obra.

Misty Fest 2016… Peter Broderick

Membro dos aplaudidos Efterklang e dono de uma carreira a solo de referência no universo da mais avançada música contemporânea, Peter Broderick, músico, compositor, cantor, é um dos mais reverenciados artistas da actualidade no seu campo.

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O novo álbum, que se prepara agora para editar através da importante Erased Tapes, promete elevar ainda mais o seu já considerável estatuto."Partners" é uma colecção de canções que nasceu de uma paixão de Peter Broderick pela obra de um dos mais importantes e celebrados compositores do século XX. John Cage e a peça "In A Landscape" foram os catalisadores para uma reaproximação de Broderick ao piano e essa influência marcou a abordagem a Partners, um conjunto de canções moldadas pelo acaso dos dados.

Peter, como John Cage, foi insuflando acaso e imprevisibilidade nas suas canções deixando decisões de direcção artística à responsabilidade de um rodar de dados. O resultado é uma apaixonante obra para piano e voz que agora será pela primeira vez apresentada no nosso país.

 

Teatro Aveirense (Aveiro)

2 de Novembro 2016 | 21.30h

 

Casa da Música (Porto)

3 de Novembro 2016 | 21.00h

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

4 de Novembro 2016 | 21.00h  

Misty Fest 2016… Selma Uamusse

Selma Uamusse estreia no Misty Fest o primeiro trabalho a solo, um EP que representa tudo o que esta artista é: uma jovem e enérgica intérprete que viveu a adolescência no período do reinado do rock em Portugal, conhecedora do cancioneiro tradicional do jazz e soul, perita no trabalho das suas referências vocais mais preciosas, interprete de ritmos e sonoridades africanas.

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A mistura fina que a Selma nos oferece, neste trabalho é mais do que um mosaico de colagens das aventuras musicais e artísticas que já viveu. A sua versatilidade, poderoso instrumento vocal e genialidade performativa, são a garantia maior para criar mais um momento memorável, no Misty Fest.

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

2 de Novembro 2016 | 21.00h

Misty Fest 2016… Piers Faccini

Há uma razão para Piers Faccini se sentir tão à vontade em Portugal: o cantor que em 2014 lançou o projecto colaborativo "Songs of Times Lost" com Vincent Segal diz-se apaixonado pela ambiguidade cultural das fronteiras, aquele sítio onde por vezes as pessoas sentem pertencer a dois lados ao mesmo tempo, abraçando línguas e sons distintos com a mesma familiaridade. Na nossa história, onde o Brasil e África, a Europa e distantes culturas do Médio Oriente todos representam ou representaram um papel, essa ambiguidade faz todo o sentido.

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Abraçando com idêntico fervor as influências da folk britânica e as tonalidades das dunas do Saara, Piers tem vindo a construir uma intrigante e sólida carreira, que já conta com sete álbuns, tendo a estreia ocorrido em 2004 com "Leave No Trace". Nesse tempo coleccionou colaborações e cruzamentos com artistas tão distintos como Ballake Sissoko, Vincent Segal, Ben Harper, Rokia Traore, Patrick Watson e Ibrahim Maalouf entre outros. Teve igualmente tempo para viajar, para tocar pelo mundo fora. Esteve, por exemplo, presente na primeira edição do Misty Fest. Regressa agora, 6 anos e muitas viagens depois.

 

Ao vivo, Piers tem preferido uma versão despedida do seu som, o que só dá mais força às suas canções, que sobrevivem bem com a sua voz, a guitarra e a bateria de Simone Prattico. Essa será a experiência que Piers Faccini trará a Portugal, inlcuindo canções de toda a sua carreira e do seu mais recente projecto que foi distinguido pela NPR americana como um dos melhores discos de world music do seu ano. A "Songlines" e várias rádios europeias também não têm poupado distinções para premiar a singular música de um artista que em boa hora regressa a um país onde a sua obra faz pleno sentido.

 

Cinema São Jorge (Lisboa)

1 de Novembro 2016 | 21.00h

Guimarães Jazz edita livro e abre com concerto inédito para assinalar os 25 anos do festival

Na edição em que comemora 25 anos de existência, o Guimarães Jazz assinala a data simbólica com a publicação de um livro, intitulado “novembro”, uma síntese da história do Guimarães Jazz, pensado como um exercício de homenagem aos músicos e, acima de tudo, ao público que participou na sua construção, no qual se apresenta uma perspetiva que se pretende factual e objetiva do percurso trilhado pelo festival, desde o momento da sua fundação até ao presente.

L.U.M.E. portrait for promotional use

photo: Rita Carmo

 

Ao cumprir um quarto de século, o Guimarães Jazz imortaliza-se em livro. Porque todas as grandes histórias merecem ficar impressas no tempo, também o Guimarães Jazz gravará o seu percurso através de uma publicação que é, acima de tudo, uma homenagem ao público. Uma retrospetiva destes 25 anos do Guimarães Jazz não poderá ignorar a abrangência, a abertura e o caráter multifacetado dos seus programas, concertos, formações e alinhamentos. Contudo, o Guimarães Jazz é muito mais que um conjunto de números, por mais excecional que seja. Mais do que qualquer outro fator, terá sido a relação de exigência e gratificação mútuas, estabelecida entre o festival e as pessoas, aquilo que mais contribuiu para a definição da sua identidade singular. O livro encontra-se à venda no Centro Cultural Vila Flor.

 

A 25ª edição do Guimarães Jazz tem início marcado para o próximo dia 5 de novembro. Este ano, o festival decidiu acrescentar ao seu programa habitual um concerto inaugural, de caráter festivo, protagonizado pelo LUME (Lisbon Underground Music Ensemble) (na fotografia), a Banda Musical de Pevidém e o BJazz (Convívio Jazz Choir). O LUME, fundado em 2006 pelo compositor e pianista Marco Barroso, constitui um dos mais singulares projetos de jazz nascidos em Portugal nos anos 2000, propondo-se explorar a linguagem jazzística no formato orquestral ou de big band. Este momento de abertura da 25ª edição do festival surgiu do convite dirigido pelo Guimarães Jazz a Marco Barroso para conceber e dirigir um concerto que agregasse, além do LUME, outras formações musicais locais numa grande orquestra. A integração da Banda Musical de Pevidém e do Coro BJazz da Escola de Jazz do Convívio foi uma escolha natural, uma vez que o propósito matricial do projeto seria, além de estabelecer vasos comunicantes entre o festival e a comunidade local, gerar pontos de aproximação e confluência entre grupos com caraterísticas estéticas e musicais muito diferentes.

SF Jazz Collective

Após o espetáculo de abertura, o Guimarães Jazz prossegue para as habituais duas semanas de concertos, entre os dias 10 e 19 de novembro, em que se esperam grandes atuações de alguns dos principais nomes do jazz contemporâneo. No dia 10, quinta-feira, às 22h00, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), o Guimarães Jazz recebe o San Francisco Jazz Collective, um ensemble composto por alguns dos mais reputados músicos do jazz atual, que neste concerto revisitará composições de Miles Davis através de novos arranjos.

Matt Wilson Quartet_direitos reservados

Na noite de sexta-feira, é a vez do quarteto liderado pelo baterista Matt Wilson, que atualmente integra na sua formação talentosos músicos da cena jazzística nova-iorquina: o trompetista Kirk Knuffke, o saxofonista Jeff Lederer e o contrabaixista Chris Lightcap.

Quatro a Zero 3 - credito Isabela Senatore

photo: Isabela Senatore

 

No sábado, o Guimarães Jazz reserva uma dose dupla de concertos. Às 17h00, atua o grupo brasileiro Quatro a Zero, um projeto musical que cruza o choro, uma das músicas tradicionais do Brasil, com outras linguagens e estilos musicais. Às 22h00, o saxofonista de ascendência indiana Rudresh Mahanthappa assume as rédeas do festival para apresentar “Bird Calls”, o seu mais recente projeto que propõe numa revisitação do legado musical de Charlie Parker, uma das mais importantes figuras da história do jazz.

Big Band da ESMAE

A primeira semana de concertos do Guimarães Jazz encerra no domingo, dia 13, novamente com dois concertos. Às 17h00 está marcada a atuação da Big Band e Ensemble de Cordas da ESMAE, sob a direção da compositora e flautista Jamie Baum, num espetáculo que demonstra a importância da componente pedagógica do festival. Segue-se, às 22h00, a apresentação do Projeto Guimarães Jazz / Porta-Jazz, uma parceria que celebra a sua terceira edição. Este ano, o convidado principal é o saxofonista português João Mortágua.

Jamie Baum 4 crédito Vincent Soyez

photo: Vincent Soyez

 

O Guimarães Jazz é retomado no dia 16 de novembro, quarta-feira, para a sua derradeira semana. Nesta noite, o palco pertencerá ao septeto de Jamie Baum – que será também responsável pelas jam sessions e pelas oficinas de jazz – uma formação composta por um conjunto notável de jovens músicos da cena jazzística norte-americana, bem como por três instrumentistas de jazz polacos. Na noite seguinte, os holofotes viram-se para o concerto de Ambrose Akinmusire Quartet, grupo liderado pelo conceituado trompetista norte-americano, responsável por uma injeção de vitalidade e energia no jazz contemporâneo, abrindo os horizontes desta música e aproximando-a de um público tradicionalmente mais próximo da pop, do rock e do hip-hop.

Donny McCaslin 2_crédito Jimmy King

photo: Jimmy King

 

Donny McCaslin sobe ao palco do Guimarães Jazz na noite de 18 de novembro. Veterano do jazz, por três vezes nomeado para os Grammys, o saxofonista trabalhou com David Bowie no seu último álbum, “Blackstar”. O projeto que traz ao festival é precisamente inspirado pela experiência de trabalho com o lendário artista da música pop.

Adam Baldych and Helge Trio

photo: Gregor Hohenberg

 

No dia 19, a 25ª edição do Guimarães Jazz despede-se do público, novamente com duas propostas. Às 17h00, o festival recebe o Adam Bałdych & Helge Lien Trio que vêm apresentar “Bridges”, um álbum emocionalmente intenso e profundamente melódico. Às 22h00, o Guimarães Jazz encerra em apoteose com um concerto da Charlie Haden´s Liberation Music Orchestra, agora assumida pela compositora e pianista Carla Bley, que celebrará não só a memória de Haden, mas também a própria história do jazz e todas as lutas de que esta música foi, e é, estandarte, como a emancipação do homem e a luta pelos seus direitos. Um momento único e de júbilo que dá como terminada a 25ª edição do festival.

À semelhança dos anos anteriores, o Guimarães Jazz apresenta ainda um cartaz de atividades paralelas, que conta com animações musicais que se espalham pela cidade e também as míticas jam sessions que voltam a ter lugar no Convívio Associação Cultural, na primeira semana, e no Café Concerto do CCVF na segunda semana. Ainda no âmbito desta programação, o Grande Auditório do CCVF apresenta, no dia 15, o 2º capítulo do documentário “Uma História de Jazz”, um projeto que pretende contar a história do jazz em Guimarães, preservando assim uma memória que se quer coletiva.

As oficinas de jazz que também caraterizam o festival irão realizar-se nos dias 14, 15, 17 e 18 de novembro e serão lideradas pela flautista Jamie Baum, pelo contrabaixista Zack Lober, pelo baterista Jeff Hirshfield e pelo pianista Luis Perdomo. Os jovens músicos que participarem nestas oficinas terão, assim, a oportunidade de entrar em contacto com extraordinários instrumentistas numa oportunidade rara de convívio com músicos profissionais.

As inscrições para as oficinas de jazz podem ser efetuadas até ao dia 09 de novembro no Centro Cultural Vila Flor ou no site www.ccvf.pt, através do preenchimento do formulário disponível online

 

Todas as fotografias sem créditos / Direitos Reservados

Ana Moura… Reedição de "Moura" prevista para 25 de Novembro

Um ano após a sua edição, "Moura", o 6.º álbum de estúdio de Ana Moura, é reeditado em dois novos formatos: uma edição Super Deluxe em digipack, que junta ao CD de "Moura" um CD e 2 DVDs extra: um DVD com a gravação do concerto deste ano no Coliseu do Porto e um CD com o respectivo áudio. Esta edição especial marca o culminar da digressão de "Moura", que passou pelas maiores salas do país e continua na estrada, e que se encontra registada num segundo DVD com um documentário com cerca de 1 hora, realizado pelo Observador. A equipa deste jornal online seguiu Ana Moura em várias datas da tour, captando momentos inéditos de bastidores, mostrando a artista e todos os intervenientes que a levaram a este ponto da sua carreira. Esta será uma edição limitada.

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O segundo formato, com edição física e digital, é um duplo CD com "Moura" e o CD ao vivo captado no Coliseu do Porto. Os fãs terão a oportunidade de recordar a magia destes concertos, num alinhamento que, para além das novas canções, como "Dia de Folga" ou "Tens os Olhos de Deus", inclui temas como "Valentim", "Leva-me Aos Fados", "Os Búzios" ou o incontornável "Desfado". "Moura" foi já galardoado com o Disco de Dupla Platina e está há 46 semanas consecutivas no TOP 10, disputando muitas vezes os lugares cimeiros com o anterior "Desfado", este há 204 semanas no TOP de vendas e muito perto de chegar às 6 Platinas, reforçando a marca de disco nacional mais vendido da última década.

 

Ana Moura continua a sua digressão "Moura" em vários países: actua no Caixa Alfama em Angola esta semana, seguindo para 5 datas em Espanha em novembro, incluindo o Teatro Nuevo Apolo, em Madrid e o Festival de Fado em Sevilha

LABAQ em Portugal para apresentar "Voa"

LABAQ é Larissa Baq, uma das multi-instrumentistas brasileiras mais destacadas da nova vaga da música brasileira.

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photo: Javier Fuentes

 

O primeiro álbum de LABAQ, “Voa” nasce da experiência de anos a circular pelos principais circuitos da música independente dentro e fora do Brasil. Co-produzido pela própria artista e pelo austríaco Michi Ruzitschka, “voa” tem sido aclamado por crítica e público.

 

6 Novembro 2016 | 17h00 - Fnac Coimbra

9 Novembro 2016 | 22h30 - B.Leza, Lisboa

11 Novembro 2016 | 20h00 - Renovar a Mouraria, Lis

12 Novembro 2016 | 22h30 - Pátio da Casa, Portalegre

13 Novembro 2016 | 15h30 - Fnac AlgarveShopping

13 Novembro 2016 | 18h30 - Fnac Faro

16 Novembro 2016 | 22h00 - Café au Lait, Porto

17 Novembro 2016 | 22h00 - Bartô, Lisboa

18 Novembro 2016 | 21h30 - Gingal Terrasse, Almada

Workshop sobre Direitos de Autor promovido pela Associação de Artistas Músicos e Editoras Independentes

No seguimento do sucesso do primeiro workshop promovido pela AMAEI - Associação de Músicos Artistas e Editoras Independentes no Porto, uma sessão que esgotou em poucos dias, a Associação avança, agora, com uma segunda edição para a qual as inscrições já estão abertas.

"A AMAEI comprovou, no seu último workshop, que há uma enorme procura de informação profissional sobre a indústria musical, nomeadamente no norte do país. Assim, no âmbito do trabalho que a AMAEI tem promovido junto das editoras independentes, descentralizando o acesso à informação, repetimos este workshop no Porto", comenta Ana Figueiredo, coordenadora executiva da AMAEI sobre o sucesso do primeiro workshop que esgotou no Porto.

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No dia 12 de novembro realiza-se o segundo de quatro workshops promovidos pela AMAEI na Casa da Música, Sala de Ensaios 10, pelas 10H00. O Workshop centra-se no tema “Direitos de Autor e Direitos Conexos: o que as editoras e os artistas auto-editados precisam de saber” e conta com uma apresentação realizada por Nuno Saraiva (editor, publisher, consultor, presidente da mesa da assembleia da AMAEI e membro da direção da IMPALA).

 

Nuno Saraiva esclarece que esta será uma "sessão que procurará introduzir o tema de forma acessível e simplificada, para que todos, mesmo aqueles sem formação jurídica, compreendam os direitos envolvidos na atividade fonográfica".

 

Ana Figueiredo justifica a necessidade deste novo workshop AMEI por haver "cada vez mais pessoas interessadas em profissionalizar a sua atividade musical, que querem editar discos, explorar o mercado nacional e internacional, e que o querem fazer de forma informada e organizada. (...) Sentimos que dotar o setor da música independente com ferramentas que apoiem o seu desenvolvimento é determinante para que ele cresça de forma sustentada e conheça os seus direitos”.

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No âmbito do Festival NOVO - Mostra da nova música Portuguesa, também no dia 12 de novembro, o workshop sobre o tema "Direitos de Autor e Direitos Conexos" terá ainda uma sessão agendada para Ovar pelas 18H00. A entrada na sala é gratuita por estar incluída na programação oficial do Festival.

 

Casa da Música / Sala de Ensaios 10 (Porto)

12 Novembro 2016 | 10h00 (2ª Edição)

 

Festival Novo / Casa do Povo (Ovar)

12 Novembro 2016 | 18h00

"Pro Procrastinator" é o novo single de "Marrow" dos You Can't Win, Charlie Brown

Pro Procrastinator”, o segundo single extraído de “Marrow”, mistura guitarras elétricas e falsetes com a preguiça e a inevitável vontade de adiar o que poderia ser feito já. A realização e produção do vídeo estão a cargo do coletivo We Are Plastic Too, colaboradores de longa data dos You Can’t Win, Charlie Brown. A direção de fotografia é de João Souza.

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Marrow” é tudo o que os You Can’t Win, Charlie Brown já antes eram, juntando às ondas de suave melancolia do fim do Verão que sempre percorreram as suas canções uma nova atenção aos sons eléctricos que induzem uns passinhos de dança. As vozes continuam a pairar lá em cima, como que aguentando o céu no sítio de sempre, mas cá em baixo há agora guitarras e teclados com fogo nas ancas, remisturando uma vez mais todas as referências do grupo. Se não desapareceu a tentação de ouvirmos resquícios de melodias chegadas de longe, desde Beatles ou Beach Boys, encontramos desde logo provas no primeiro single, “Above the Wall”, de uma cadência electro-rock que pode ter nos Suuns gente amiga, e evidências em “Linger On” de que os Unknown Mortal Orchestra não se dariam mal como colegas de casa dos Tinariwen (ou, se isso fosse esticar muito a corda, os Vampire Weekend).

A banda encontra-se a apresentar o seu disco em auditórios. O próximo ano arranca da melhor maneira com You Can’t Win, Charlie Brown no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa. A banda acaba de editar “Marrow”, um disco que tem recolhido os maiores elogios da crítica. Depois do concerto de apresentação do novo disco no Lux, a banda lisboeta prepara um concerto muito especial para uma das salas mais importantes da capital.

Trata-se de um regresso ao CCBeat, uma vez que o grupo actuou no mesmo espaço em Janeiro de 2014, aquando do lançamento do oficial do álbum “Diffraction / Refraction”.

 

Próximas datas:

1 Novembro 2016 - Cine-Teatro Louletano (Loulé)

12 Novembro 2016 - Cine-Teatro António Lamoso (Feira)

3 Dezembro 2016 - Centro Cultural de Ílhavo

19 Janeiro 2017 - CCB / Grande auditório (Lisboa)

 

Criatura ao vivo no Teatro da Trindade

Depois de uma enchente épica na abertura do palco do Castelo do Festival Músicas do Mundo Sines 2016, o FMM Sines e a Fundação Inatel convidam agora para o Ciclo Mundos com Criatura, no esplendoroso Teatro Trindade, dia 31 de Outubro.

untitled.jpgO convite para a noite de véspera de feriado que separa as bruxas de todos os santos, coincide com a 3ª vez do bando em Lisboa, exactamente 3 anos após o início da residência em Serpa que viria a dar origem à Criatura, confirmando o alinhamento dos astros para o completar do ciclo das Trindades. Para tal, o bando está a preparar um concerto especial, mais intimista, desta sem a presença do habitual  Grupo Coral e Etnografico da Casa do Povo de Serpa, mais focado na banda, que ameaça até destapar alguns dos novos temas que dão seguimento à "Aurora", o primeiro disco lançado em Fevereiro deste ano.

 

O chamado oficial faz-se com um texto escrito em 1612 numa obra também de seu nome "Aurora", que descreve a Trindade no seu mais profundo significado alquímico:  "Em cada pedaço de madeira, em cada pedra ou fio de erva existem Três coisas (...)

Primeiro, a Energia que gera o Corpo (...),

depois, nesse mesmo Corpo, a Força que constitui o seu próprio Âmago;

e, em terceiro lugar, contém em si uma força, um aroma ou sabor que é o Espírito dessa coisa, do qual ela flui ou dimana." Jacob Böhme, Aurora, 1612

 

Teatro da Trindade (Lisboa)

31 de Outubro 2016 | 21h30

Les Saint Armand… Lançamento de EP no Passos Manuel

Dois músicos profissionais e três actores que definem a sua música como "canção portuguesa" e acústica, cantada a 3 vozes. "Os Les Saint Armand são uma banda do Porto. Têm nome francês, mas cantam em português. Assim celebram a vida. Falam do amor e da vontade. Da razão e da loucura. A sua música tem um carácter próprio já marcado por quase dez anos de existência. Em constante mutação e maturação, preparam-se para lançar o seu single e EP - "Nó". Com este EP vêm dar as boas vindas à nova temporada, apresentando-se com uma nova formação. O baterista Alex Rodriguez-Lázaro e o contrabaixista José Aníbal Beirão juntam-se assim ao trio de vozes e guitarras compostas por André Júlio Teixeira, António Parra e Tiago Correia."

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O EP será disponibilizado no bandcamp do grupo a 5 de Novembro, mas está desde já disponível para pré-compra, com desconto. Inclui sempre uma serigrafia A2, de Inês Gomes Ferreira, enviada para morada, que será solicitada por e-mail após compra online do álbum. A serigrafia (com edição limitada de 25 exemplares) também pode ser adquirida individualmente no dia do concerto.

O​ primeiro videoclipe da banda é realizado por Francisco Lobo, protagonizado por António Durães e com a participação de Mafalda Lencastre. A imagem do álbum é da designer Inês Ferreira. A apresentação acontece no dia 5 de Novembro às 22.00h no Passos Manuel, Porto.

 

“A Bela e o Monstro no Gelo”… este Natal com Carolina Torres, Anabela, Ricardo Trêpa e Diogo Faria

Uma princesa, um monstro, um feitiço. E a história de um amor que ultrapassa barreiras, diferenças e as prisões em que por vezes nos deixamos enclausurar. Mais um conto mágico sobre o gelo é o que propõe o MAR Shopping para este Natal, em mais uma estreia absoluta. Carolina Torres, no papel de Bela, Anabela como Bule, Ricardo Trêpa interpretando o Castiçal e Diogo Faria como Monstro protagonizam o musical para toda a família. Com direção artística de João A. Guimarães, e de Joana Quelhas, a quem caberá ainda a coreografia do espetáculo, música de Artur Guimarães e texto de Ana Queirós, o espetáculo estará em exibição no MAR Shopping entre 25 de novembro e 8 de janeiro.

Cartaz_BMG.jpgA Bela e o Monstro no Gelo” é uma aventura encantada marcada pela constante busca de liberdade. Será a prisão apenas um espaço ou algo que existe dentro do nosso  coração? Duas histórias de mundos diferentes irão cruzar-se numa luta onde só o amor poderá triunfar. Conseguirá a Bela mudar o coração frio do Monstro? Será o Monstro capaz de a libertar da sua própria prisão? Serão eles capazes de superar as suas diferenças?

Um castiçal que fala, uma banheira que ganha vida, uma porta que simplesmente está lá. A magia volta a acontecer, desta vez, num castelo encantado.

 

A cantora e apresentadora Carolina Torres, que se tornou conhecida do grande público após a sua participação no programa de talentos “Ídolos” (SIC, 2009), será Jala Zafirah, uma bela princesa obrigada a casar com alguém que não ama. A sua força e coragem levam-na a fugir do seu reino em busca do verdadeiro amor.

 

Ricardo Trêpa tem já uma longa carreira em cinema, teatro e televisão – acabou de gravar a última temporada de “A Única Mulher” (TVI) – mas o “seu” Henrique IV da Luz (Castiçal), o mestre-de-cerimónias que ilumina a escuridão que reside no castelo, será a sua primeira personagem num musical.

 

O mesmo acontece a Diogo Faria, o temido (ou nem por isso) Monstro. Em tempos o belo príncipe Gustaf de Barbegazi, pedante e convencido, viu um feitiço condená-lo a uma aparência mórbida, o qual só poderá ser desfeito se for amado na sua condição de monstro. Com participações recentes em “Coração D’Ouro” ou “As Poderosas” (ambas na SIC), esta será a primeira vez que o ator canta e patina em cena.

 

Em “A Bela e o Monstro no Gelo” repete-se a parceria entre o MAR Shopping e a produtora AM Live, bem como a equipa artística que tem assinado sucessos como “O Quebra-nozes no Gelo” (2013-2014), “A Branca de Neve no Gelo” (2014-2015) e “A Cinderela no Gelo” (2015-2016). Os irmãos João A. Guimarães e Artur Guimarães voltam, com a coreógrafa Joana Quelhas e a argumentista Ana Queirós, a assinar mais um sucesso musical que, este Natal, promete encantar toda a família.

 

Monda… Uma abordagem contemporânea ao Cante Alentejano

Reconhecido em todo o mundo, o Cante Alentejano é a identidade cultural desta região Portuguesa. Com uma aproximação clara às novas tendências musicais, o projecto Monda criou uma abordagem contemporânea ao Cante Alentejano, misturando a composição tradicional com os novos sons da world music. Monda nasceu da vontade dos seus intervenientes Jorge Roque, Pedro Zagalo e Der Medinas que, com raízes culturais e musicais diversas, têm em comum o Alentejo e a vontade de o cantar e tocar.

Image2.jpgDia 15 de Novembro, o Monda sobem ao placo do Teatro Tivoli BBVA e levam consigo convidados especiais!. Jorge Roque (voz), Pedro Zagalo (piano) e Der Medinas (contrabaixo) são a alma e a voz dos Monda, que estarão acompanhados em palco pela fadista Katia Guerreiro, Rui Veloso e o grupo de cantares de Portel.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

15 de Novembro 2016 | 21.30h

Apresentação do Catálogo geral da Festa da Ilustração…

O Catálogo da Ilustração Portuguesa reúne 327 ilustrações de 77 artistas portugueses, em cerca de 380 páginas, nas quais se podem ainda ler textos da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, do vereador da Cultura, Pedro Pina, e de João Paulo Cotrim, da Abysmo Editora. Os desenhos que compõem o catálogo são todos os que foram selecionados ao concurso “Ilustração Portuguesa”, inserido na Festa da Ilustração de Setúbal 2016, o qual deu origem à exposição com o mesmo nome que esteve patente na Casa da Baía, entre 4 de junho e 3 de julho.

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“É um catálogo que reúne o que de melhor se faz na ilustração em Portugal”, garante José Teófilo Duarte, do atelier DDLX, e que é um dos curadores desta iniciativa. A coletiva de contemporâneos “Ilustração Portuguesa” é uma iniciativa inspirada na mostra homónima que marcou a agenda cultural portuguesa no final dos anos 90 e que procura reunir um conjunto de obras de referência de diferentes áreas da ilustração, desde que aplicadas em meios como imprensa, internet, literatura e exposições.

 

Teófilo Duarte e João Paulo Cotrim, curadores da Festa da Ilustração de Setúbal, o artista Nuno Saraiva e o diretor de arte e investigador Jorge Silva formaram o júri que selecionou os trabalhos finais expostos na mostra que esteve patente na Casa da Baía e que são agora publicados no Catálogo da Ilustração Portuguesa.

 

“É preciso fazer um desenho?” o mote lançado para a Festa da Ilustração de Setúbal, que teve um ano “zero” em 2015 e a primeira edição em 2016, é também o título do Catálogo Geral da Festa da Ilustração de Setúbal, a lançar na mesma sessão de dia 21. Em jeito de capa de desenhos, este catálogo tem encartes de ilustrações de todos os participantes na edição de 2016 do evento, e comporta, à semelhança do Catálogo da Ilustração Portuguesa, textos da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, do vereador da Cultura, Pedro Pina, e de João Paulo Cotrim, da Abysmo Editora.

 

Casa da Imprensa (Lisboa)

28 de Outubro 2016 | 19.00h

Richard Zimler no Porto de Encontro…

No próximo dia 29 de outubro, às 17:00, o auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett recebe o romancista Richard Zimler para a 49.ª Sessão do Porto de Encontro. A conversa é também o pretexto para a apresentação de “Evangelho segundo Lázaro”, o mais recente livro do autor. Publicado no dia 13 de Outubro, o novo livro de Richard Zimler narra aquele que é um dos mais determinantes momentos do Novo Testamento – a ressurreição de Lázaro – e introduz o leitor na tradição  mística judaica e na vida quotidiana da época, contando a relação de amizade que Jesus e Lázaro terão mantido, bem como toda a vida desta última figura.

porto_encontro.jpgEste Porto de Encontro conta ainda com uma participação muito especial de Valter Hugo Mãe, que protagoniza as habituais leituras, e de Hélder Pacheco, que se junta à conversa entre Sérgio Almeida e Richard Zimler.

 

Promovido pela Porto Editora desde 2011, este ciclo de conversas reuniu quase 15.000 espectadores em 48 edições realizadas em diversos espaços da cidade, como a Casa da Música, o Teatro Rivoli, a Casa das Artes ou o Teatro Nacional São João. Esta 49.ª edição do Porto de Encontro conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, do Jornal de Notícias, da Antena 1, das Livrarias Bertrand e da Arcádia

António Zambujo revela novo vídeo para “Injuriado”

Agora que “Até Pensei Que Fosse Minha”, o novo álbum de António Zambujo composto somente por canções de Chico Buarque, já se encontra disponível nas lojas e em todas as plataformas online e digitais, o músico revela o primeiro vídeo retirado deste disco, para a canção “Injuriado”.

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O vídeo foi realizado por André Tentúgal, também ele músico e que já realizou vídeos para artistas como Jorge Palma & Sérgio Godinho, David Fonseca, Diogo Piçarra, entre outros. O Café Buenos Aires, em Lisboa, foi o local escolhido como cenário deste novo vídeo, no qual António Zambujo aparece acompanhado dos seus músicos, nomeadamente Marcello Gonçalves (no violão de 7 cordas), Ricardo Cruz (contrabaixo) e ainda João Moreira, Bernardo Couto e José Miguel Conde.

Do álbum “Até Pensei Que Fosse Minha” fazem parte algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como “Cálice”, “Valsinha”, “Tanto Mar” ou “Geni e o Zepelim”.

O próprio Chico Buarque interpreta com António Zambujo o clássico “Joana Francesa”. Já a fadista Carminho participa no tema “O Meu Amor” e a cantora brasileira Roberta Sá tem uma participação especial na canção “Sem Fantasia”.

Encerramento da Capital da Cultura do Eixo Atlântico

Depois de, nos últimos meses, ter mobilizado quase 850 mil pessoas em Matosinhos, a Capital da Cultura do Eixo Atlântico aproxima-se agora de um final em grande. Os últimos dias da programação arrancam já no sábado, dia 29 de outubro, com o concerto de apresentação do mais recente trabalho discográfico de Cristina Branco, “Menina”, mas, até 5 de novembro, haverá ainda outros motivos para celebrar a cultura em domínios tão distintos como as artes plásticas, o património, a música e a magia.

GLAM - Cristina Branco

photo: Paulo Homem de Melo

 

Menina”, de Cristina Branco, sobe ao palco do Constantino Nery-Teatro Municipal de Matosinhos às 22 horas de sábado para um concerto que promete casa cheia – ou não viesse este disco recheado de temas originais de compositores como Filho da Mãe e Mário Laginha, Peixe e Nuno Prata (Ornatos Violeta), Pedro da Silva Martins e Luís Martins (Deolinda), Jorge Cruz (Diabo na Cruz), Luís Severo (Cão da Morte), Ana Bacalhau (Deolinda) ou Kalaf (Buraka Som Sistema).

A festa encerrar-se-á uma semana depois e no mesmo local, com o espetáculo de magia “Quimera”, do ilusionista Daniel Guedes – “interdito a pessoas sem capacidade de imaginação”.

 

Entre estes dois momentos altos, Matosinhos passará a ter, a 2 de novembro, uma Praça do Eixo Atlântico, situada em Leça da Palmeira, junto à Ponte Móvel, e que conta com uma escultura de Paulo Neves. No dia 5 inauguram-se na Galeria Municipal as exposições de Alfredo Barros e de Ricardo Barros, e no mesmo dia, pelas 10 horas, será mostrada a restaurada Capela da Boa Nova. Também no dia 5, mas pelas 22 horas, o Mercado Municipal de Matosinhos acolherá um concerto que junta João Pedro Pais, os Sangre Ibérico e os Átoa. Nessa ocasião será ainda apresentada a nova identidade visual do mercado.

 

No dia 30 de outubro, destaque ainda para a atuação da Orquestra Jazz de Matosinhos na 32ª edição do Festival de Jazz de Belgrado, na Sérvia. Esta autêntica embaixada cultural de Matosinhos atuará com o pianista João Paulo Esteves da Silva naquele que deve ser o maior concerto de sempre do jazz português nos Balcãs.

 

De referir que, desde o arranque do programa e apenas nos principais 88 eventos, a Capital Europeia da Cultura em Matosinhos registou já um total de 846.419 espectadores/visitantes. As áreas com mais público foram a música (13.200 espectadores, sem contar com os grandes eventos musicais ao ar livre), a dança (9.896 espectadores) e a literatura (7.170 participantes), mas também a abertura da Casa do Design e da Exposição Burilada, e o evento de apresentação internacional Casa da Arquitectura, que juntos somaram 16.090 participantes. Só nos eventos de grande dimensão, entre os quais se incluem as recriações históricas, os concertos à beira-mar e a Beach Party, estiveram 761 mil pessoas.

Corona is in da house… “Cimo de Vila Velvet Cantina”

Depois de dois álbuns editados em 2014 e 2015 (“Lo-Fi Hipster Sheat” e “Lo-Fi Hipster Trip”), o conjunto Corona está de volta com o seu terceiro álbum em 3 anos. A “ópera Hip-Hop Psicadélica/Rock & Roll aditada por molho de francesinha” (como um dia foi apelidada por Álvaro Costa) continua neste capítulo com a narrativa a tomar lugar na tão portuense Rua de Cimo de Vila, reconhecida pelos seus distintos clubes noturnos de diversão.

unspecified.jpgDepois da ascensão e queda narradas nos álbuns anteriores, este terceiro capítulo gira à volta do estabelecimento que o personagem Corona, influenciado pelo seu novo role model (o reconhecido entrepreneur de las vegas Big Daddy Carlos), decide abrir em cimo de vila. Da fusão entre o prestigiado “velvet Margarita cantina” e a rua de cimo de vila nasce o “cimo de vila velvet cantina”, um local que não tem Multibanco mas que lhe pode proporcionar uns bons momentos de lazer na baixa da cidade invicta.

Com as participações de kron silva, alferes m, mike el nite, 4400 og, fred BARRA, Miguel Azevedo (plus ultra) e ainda alvy vegas (alter ego de Álvaro costa) este é um álbum híbrido que navega entre os universos do hip hop e do rock psicadélico. Conta com o selo da meifumado fonogramas e tem edição física em formato cassete vhs, só para maiores de 18 anos…