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Glam Magazine

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“Dogs and Bones”… o novo single dos Lotus Fever

Os Lotus Fever são Pedro Zuzarte, Diogo Teixeira de Abreu, Manuel Siqueira e Bernardo Afonso. O quarteto lisboeta prepara o lançamento do seu segundo álbum, “Still Alive for the Growth”, que será editado a 18 de Novembro, sucessor do tão aclamado "Search For Meaning" (LP, 2014), considerado um dos melhores álbuns nacionais do ano.

lotus.jpgDepois de darem a conhecer o tema “Animal Farm” através de um videoclip animado que ilustra a interpretação da banda do livro clássico de George Orwell – e que foi partilhado pela página de facebook oficial do escritor britânico, os Lotus Fever apresentam agora o 1º single “Dogs And Bones”.

A digressão de apresentação deste novo trabalho vai percorrer todo o país. Estas são primeiras datas da Tour “Still Alive for the Growth”: 

25 de Novembro 2016 – Roquivárius (São Pedro do Sul)

26 de Novembro 2016 - CLUB de Vila Real (Vila Real)

30 de Novembro 2016 - Musicbox (Lisboa)

17 de Dezembro 2016 - Sociedade Harmonia Erborense (Évora) 

“Echoes”… o novo álbum de Sofia Vitória

Fernando Pessoa partiu há 80 anos e as últimas palavras que nos deixou foram escritas em inglês: “I know not what tomorrow will bring”. Este foi o ponto de partida para “Echoes - Fernando Pessoa, English Poetry & Prose”, o novo álbum da cantora portuguesa Sofia Vitória.

sofia.jpgAquele que é o primeiro disco inteiramente dedicado à poesia e prosa em inglês de Fernando Pessoa, conta com os músicos José Peixoto (guitarra clássica), Luís Figueiredo (teclados e arranjos), Eduardo Raon (harpa e guitarra eléctrica), António Quintino (contrabaixo), Joel Silva (bateria) e spoken word de Donovan Bettencourt.

As palavras inglesas de Pessoa ganham vida pelas mãos dos compositores Amélia Muge, António Zambujo, Daniel Bernardes, Edu Mundo, Joana Espadinha, João Hasselberg, João Paulo Esteves da Silva, José Mário Branco, José Peixoto, Luís Figueiredo, Mário Laginha, Paula Sousa e Sofia Vitória.

 

O disco é uma co-produção com a Casa Fernando Pessoa e, após o seu pré-lançamento - a 13 de Junho, celebrando o 128º aniversário do escritor - estará agora disponível a partir de dia 30 de Outubro.

Desidério Lázaro apresenta “Subtractive Colors”

Subtractive Colors” é o lugar de intersecção entre a maturidade do trabalho de composição do líder e saxofonista Desidério Lázaro e o profissionalismo e a riqueza de interpretação de cinco músicos, que a ele se juntam, igualmente estabelecidos no panorama musical português.

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Trata-se de um ensemble pouco usual, formado por 3 sopros, 2 contrabaixos e uma bateria, cujo foco composicional se centra na interação e na improvisação entre os diversos timbres presentes. Os estilos, presentes ao longo das várias composições inéditas, variam entre o jazz, a música clássica e o universo do rock.

A linguagem e a energia da banda sonora de filmes e mesmo de vídeo-jogos serviram como base inspiradora para o processo de escrita, e essa presença faz-se sentir no momento performativo da música, cuja multiplicidade de recursos possibilita a envolvência em diferentes ambientes e premonições de enredo.

 

Salão Brazil (Coimbra)

26 de Outubro 2016 | 22.00h

 

Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco)

27 de Outubro 2016 | 21.30h

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

29 de Outubro 2016 | 21.00h

Ninja Kore lançam novo trabalho discográfico em parceria com artistas japoneses

Ninja Kore é um projecto multi-artístico com os seus pilares na musica electrónica. Seja em formato DJ ou Banda o grupo mascarado é conhecido por trazer aos palcos uma energia contagiante que faz saltar qualquer público. Banda nascida em 2010, são neste momento um dos nomes da música electrónica nacional com mais actuações regulares no estrangeiro.

Nanban Trade Cover.jpg"Nanban Trade", que conta com a colaboração dos artistas japoneses The Game Shop e UNIONS, foi o nome escolhido para este trabalho e não foi ao acaso - é um nome com relevância histórica para ambos os povos, português e japonês. Em japonês é o termo utilizado para identificar o período de trocas comerciais e culturais com os "bárbaros vindos do sul" que se iniciou em 1543 quando os primeiros ocidentais, os portugueses, chegaram ao Japão.

Este novo EP nasce do fortalecer de laços e trocas de experiências entre as três bandas durante a tour asiática que decorreu em Junho deste ano no Japão e Taiwan. Tendo tocado nos mais proeminentes clubs de Tokyo, Nagoya, Osaka e Taipei, a tour teve o seu auge na passagem por um dos maiores festivais de heavy metal em Tokyo, o Scream Out Fest. 

O EP está disponível a partir de 26 de Outubro em todas as plataformas digitais

“Um Inimigo do Povo” traz ao palco do CCVF um exercício de cidadania

Este sábado, Tónan Quito traz ao palco do Centro Cultural Vila Flor a peça “Um Inimigo do Povo”, baseada no texto homónimo de Henrik Ibsen, publicado em 1882. Uma obra de teor político, onde a linha entre ser-se herói ou vilão é demasiado ténue. Um texto de uma atualidade impressionante, que podia ter sido escrito nos dias que correm. No centro da peça, um confronto entre dois irmãos numa história densa cheia de ambiguidades. Tónan Quito propõe-nos um exercício de cidadania.

eer.jpgA peça que chega agora ao CCVF nasce de um dilema. Um médico, Dr. Stockmann, responsável pela estância balnear de uma cidade, descobre que as águas estão contaminadas. Decide então, depois de incentivado pelo diretor do jornal local, tornar essa informação pública. Por efeito do anúncio de tal calamidade, surgem consequências que o médico não previu e que são agora irreversíveis. O irmão do Dr. Stockmann é o Intendente da cidade (o que corresponde ao Presidente da Câmara) que vai apontar-lhe, sob a autoridade do seu cargo, as consequências da defesa de tal assunto, uma vez que uma notícia destas vai prejudicar a economia e, por conseguinte, as pessoas da comunidade. Se, por sua vez, o médico não abdica da denúncia da situação, por outra, também o Intendente não desiste da defesa da estabilidade financeira. Aparentemente estamos perante duas posições opostas sobre um assunto delicado mas a forma como a peça se vai desenrolar desconstrói qualquer leitura mais simplista. O centro da peça acaba por ser esta ambiguidade, este questionamento constante do que é o certo e o errado, a conclusão de que, por vezes temos de mover-nos no cinzento porque nem tudo é preto e branco.

 

Ao longo da peça esbatem-se os contornos entre herói e vilão e questiona-se a solução que favoreça o coletivo. Assim, a questão das águas acaba por ser apenas o ponto de partida para se pensar muito mais longe, refletir sobre como se rege o comportamento em sociedade. Afinal, não só estas personagens são ambíguas, todos temos em nós alguma incoerência.

Pedro Gil, ator que interpreta o Dr. Stockmann, explica o quão desafiante é a interpretação deste texto de Ibsen: “No início, a nossa dúvida era se a peça não seria suficientemente ambígua. Acho que o Ibsen nesse aspeto é bastante ‘sacana’ porque faz parecer que é tudo muito claro. No final, temos um herói trágico. O Ibsen mostra duas posições, e acho que a sacanice é como se dissesse: ‘Vocês estão do lado do doutor que quer defender a verdade, não é? Pois mais à frente na história, vejam onde isto o pode levar.’ Ele não faz o exercício imparcial de mostrar uma perspetiva e depois outra e, de algum modo, perguntar perante qual nos colocamos. Acabamos sempre sem pé. Por isso acho que é bastante pessimista, porque por regra todos preferimos a verdade à mentira ou à hipocrisia, mas o jogo é precisamente a manipulação dessa tendência.”

 

Para Tónan Quito, este texto, além de atual, abrange as questões que o inquietam como ser humano e como agente social: “Nós, como seres sociais, como família; nós e a sociedade; nós e a política. Acho que a escolha recai sobre o que me inquieta e aquilo que acho interessante ver e fazer. Continuar a pensar o quotidiano e os dias de hoje através destes textos que se focam sobre o que é isto de vivermos em sociedade, o que é isto de vivermos juntos? No final desta peça, Stockmann descobre: ‘o homem mais forte é aquele que está mais sozinho’. Não há esperança para uma vida social, para a democracia? Essa é uma grande questão que surge aqui.”

Um Inimigo do Povo” é um retrato da tensão existente entre o indivíduo e o coletivo, entre a verdade individual e a hipocrisia do coletivo, e a escolha que temos que fazer entre uma e outra, por vezes manipulados pela imprensa e pelo poder. Apesar de ser uma peça baseada na argumentação e na palavra, a sensação com que ficamos no fim é que temos de agir.

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

29 de Outubro 2016 | 21.30h

“Acorda”… NBC lança single oficial do disco “Toda a gente pode ser Tudo”

Acorda” é o título da nova música de NBC e também o single oficial de apresentação do seu 3.º disco de originais, “Toda a gente pode ser Tudo”. Timóteo Tiny, com duas décadas de canções e um dos artistas mais consistentes no panorama musical português contemporâneo, despertou a atenção quando no início do mês revelou 'Intro', uma curta-metragem, onde aparece envergando umas ​i​mponentes asas pretas nas costas em sinal de libertação, quando cantava no alto dos seus pulmões "é desta vez que eu salto".

untitled-1.jpgDepois do aclamado “Maturidade” (2008) e de “EPidemida” (2013) chegou o momento de conhecer melhor o conjunto de novas músicas que NBC preparou durante cerca de dois anos. A sonoridade não podia deixar de ser rhythm and blues clássico, um soul maduro, irreverente e desconcertante, revestidos por um drum and bass dos novos tempos. As letras são de um cantor que continua apaixonado pela língua portuguesa.​​ Este é o momento de NBC.

Desde 2014, com o lançamento dos singles “Gratia”, “DOIS” e “Espelho”, que NBC tinha vindo a ​revelar ​os motes para aquele que parece ser o álbum da sua vida. “Toda a gente pode ser Tudo” é, acima de tudo, um livro para ouvir com o coração aberto e com um caminho inteiro pela frente. Como diz o NBC "sejam o que vocês quiserem durante 15 canções". O seu novo disco traz também uma novidade num mundo das editoras independentes: ​a ​sair para o mercado discográfico com o selo Big Bit, nome do famoso estúdio de gravação de álbuns icónicos de hip-hop que se apresenta agora como uma ​editora​ em crescimento.

 

A produção ficou a cargo de NBC, Guilherme Salgueiro, X-Acto, José Semedo, Slow J e DMipe, sediado em Londres. Dino d'Santiago, Sir Scratch, Virgul e José Salgueiro (Resistência e Trovante) formam o leque de artistas convidados. O disco estará disponível nas lojas digitais de todo o mundo a 15 Novembro. No final do mês, a 29 de Novembro, chegam as cópias físicas aos locais habituais. O single “Acorda” pode ser comprado digitalmente já no próximo dia 4 de Novembro com opção de pré-venda de todo o álbum.

Sacapelástica… o projeto do ex Repórter Estrábico Paulo Lopes

A Sacapelástica é o invólucro escolhido para transportar composições e versões instrumentais até aonde as inspirações e vontades levam o autor, também guitarrista dos antigos Repórter Estrábico (Paulo Lopes)

a1724775992_10.jpgDo funk ao punk, do clássico ao pop, do hard rock ao dub, do metal ao etno-qualquer-coisa… , no álbum “Metalol” os 11 temas fundem-se numa miscelânea de géneros saliente numa abordagem muito própria à música, nomeadamente ao Rock.

Não esperemos experimentalismo gratuito e sem objetivo, são canções distintas. O produto é plástico no sentido artístico, estimulante, intrigante, e dançável, todo voltado para o “feel-good”. À energia, ritmo e rock’n’roll das guitarras juntam-se o baixo, a bateria e os samples, numa concretização instrumental que se pode designar de "Rock'n'Sample", sem vocalista, mas com bastante letra e vídeo a ilustrar nos concertos

"Atlas Rise!" dos Metallica lançado no Halloween…

Para celebrar em grande este Halloween, os Metallica vão revelar aos seus milhares de fãs espalhados por todo o mundo, a partir das 19h00 (de Portugal) uma nova canção, “Atlas, Rise!”, aquele que é já o terceiro tema revelado do próximo álbum de estúdio do grupo, intitulado “Hardwired… To Self-Destruct” e que chegará às lojas no próximo dia 18 de novembro. A canção sucede-se a “Hardwired” e “Moth Into Flame”.

20160818_193928_7549_939483.jpegDe forma a ajudar os fãs a entrarem no espírito do Halloween, a partir desta sexta-feira, 28 de outubro, os admiradores dos Metallica de todo o mundo podem visitar algumas lojas de discos independentes e ter a oportunidade de conseguir uma máscara de Halloween de edição limitada de  “Hardwired… To Self-Destruct”. Dentro de cada máscara os fãs encontrarão um código que lhes dará acesso especial a ouvirem esta nova “Atlas, Rise!” 30 minutos antes do lançamento oficial.

 

Hardwired… To Self-Destruct” é o primeiro álbum de estúdio dos Metallica desde o multiplatinado “Death Magnetic”, lançado em 2008. O álbum foi produzido por Greg Fidelman, que já tinha feito as misturas e sido o engenheiro de som de “Death Magnetic”, e já está disponível em regime de pré-venda

Guitarra Flamenca de Javier Conde amanhã no Teatro da Trindade…

O primeiro espectáculo do Festival de Flamenco de Lisboa El flamenco y su vibrante mundo de Javier Conde, realiza-se já amanhã no Teatro da Trindade, pelas 21h30. Javier Conde pertence à nova geração de guitarristas de Flamenco que estão a renovar as formas tradicionais do “toque”. Esta renovação teve início com o grande Paco de Lucía e Javier Conde segue-lhe os passos e continua esta aventura por outros territórios musicais. Começou a actuar com 6 anos e conquistou vários primeiros prémios importantes em Espanha. Tem colaborado com artistas como Andrés Batista, Manolo Sanlúcar, Enrique de Melchior e o cineasta Carlos Saura, e a nível internacional com John Paul Jones (Led Zeppelin) e Eliades Ochoa (Buena Vista Social Club).

175ca6a6-3bbd-49e5-842a-d6fc76ff42f5.jpgCom apenas 28 anos, é um dos guitarristas flamencos de maior proeminência e o seu respeito pelos mestres e o seu próprio “compás” flamenco projectam que venha a ser um dos grandes pilares da guitarra e do flamenco da Extremadura no mundo. Javier Conde em quarteto apresenta uma criação própria, El flamenco y su vibrante mundo onde as três facetas mais representativas da arte flamenca são interpretadas. A “Guitarra flamenca” por Javier Conde e José A. Conde, o “Baile flamenco” por Zaira Santos e o “Cante flamenco” por Paco “El Levita”.

 

Este concerto está inserido na Experimenta Extremadura, um projecto bianual, que pretende despertar o interesse e conhecimento da Extremadura em Portugal, com a realização de diversas iniciativas à qual o Festival Flamenco de Lisboa se associou. O Festival é organizado pela Flamenco Atlântico, associação cultural sem fins lucrativos e contempla mais dois espectáculos

 

Teatro da Trindade (Lisboa)

26 de Outubro 2016 | 21.30h

NOVO… Mostra da Nova Música Portuguesa apresenta….

Nos próximos dias 11 e 12 de Novembro de 2016, Ovar será novamente palco do que há de “NOVO“ na música portuguesa, com workshops, oficinas e propostas musicais de coordenadas e influências tão dispersas e desafiantes quanto soberbamente cativantes. Esta será a 2ª edição do Festival que a Casa do Povo e a Rádio AVfm promovem em parceria com o Anexo 16 Studios e a A.M.A.E.I. - Associação de Músicos Artistas e Editoras Independentes, com o intuito de divulgar, valorizar e sobretudo promover a nova musica Portuguesa.

O objetivo é fazer do Festival um evento de procura e descoberta de projetos musicais imergentes ou bandas que estejam a promover trabalhos novos e mostrá-los não só a público geral mas também a agentes culturais, programadores e imprensa especializada.

k7.jpgUma das bandas presentes nesta segunda edição são os Cassete Pirata. Os Cassete Pirata revelam-se ao público este ano, em percurso e promessa de uma banda que vem para ficar.

Cinco amigos e artistas, Pir, Margarida Campelo, Joana Espadinha, António Quintino e João Pinheiro, com diferentes percursos musicais encontram um caminho para uma casa comum. Uma casa também nossa, à qual nos sentimos regressar depois de uma viagem pela margem das memórias. A banda portuguesa vai buscar as sensações de um crescimento pessoal que nos toca a todos, remetendo-nos para um lugar onde podemos simplesmente desfrutar do prazer de estarmos vivos. “Outra vez” é o single de apresentação

Orquestra Jazz de Matosinhos em Belgrado com João Paulo Esteves da Silva

A Orquestra Jazz de Matosinhos estreia-se na Sérvia, dia 30 de Outubro, ao lado do pianista João Paulo Esteves da Silva. Convidados para encerrar a 32.ª edição do Festival de Jazz de Belgrado, na Dom Omladine, vão apresentar o álbum "Bela Senão Sem", editado em 2013. O projecto que junta o pianista de Lisboa à big band de Matosinhos nasceu de uma encomenda da Casa da Música, que deu origem a novos arranjos - da autoria de Carlos Azevedo, Pedro Guedes e do próprio João Paulo Esteves da Silva -, e a um concerto em 2011. No ano seguinte, tocaram no Festival Guimarães Jazz que, em associação com a editora Tone Of A Pitch, possibilitou a gravação do álbum “Bela Senão Sem”.

Este será, asseguram, o maior concerto de jazz de músicos portugueses alguma vez realizado nos Balcãs, com 20 artistas em palco.

w.jpgEsta viagem a Belgrado vem no seguimento da forte aposta da Orquestra Jazz de Matosinhos na internacionalização da sua música. Recorde-se que 2016 começou com uma viagem a Viena de Áustria onde a big band portuguesa se apresentou na prestigiada Konzerthaus ao lado de Kurt Rosenwinkel. O mesmo com quem fez uma residência de seis dias no mítico clube nova-iorquino Blue Note.

 

Dia 2 de Dezembro, e pelo terceiro ano consecutivo, regressam a Espanha onde se vão apresentar com o pianista Fred Hersch no Voll-Damm Festival Internacional de Jazz de Barcelona. Dois dias depois é a vez da Casa da Música, no Porto, naquele que será o último concerto do ano da Orquestra Jazz de Matosinhos.

Lançamento do livro “Rabo de Peixe - sociedade e forma urbana” de Inês Vieira Rodrigues

A Editora Caleidoscópio apresenta, com o apoio da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), o livro “Rabo de Peixe – sociedade e forma urbana” da autoria de Inês Vieira Rodrigues, no dia 27 de Outubro, às 18:30, na Sala Plana – FAUP. A apresentação do livro será feita pelos Professores Álvaro Domingues, Virgílio Pereira e Alberto Lage e a sessão contará com a presença da autora.

Livro 'Rabo de Peixe - sociedade e forma urbana' d“Rabo de Peixe – sociedade e forma urbana” é o título da dissertação de Mestrado Integrado em Arquitectura da FAUP, apresentada em 2011/2012, sob a orientação do Professor Álvaro Domingues e co-orientação do Professor Alberto Lage, que sai agora em livro, numa edição Caleidoscópio. O livro de Inês Vieira Rodrigues elege como território de análise a vila e freguesia de Rabo de Peixe (São Miguel, Açores). Para a autora “trata-se de um caso ímpar a nível regional e nacional – pelas suas características morfológicas, demográficas e económicas –, que tem sido considerado ‘de risco’ e a sua população “inadequada”, fora dos padrões ditos normais. Ainda hoje, tal como há décadas, ser natural de Rabo de Peixe é alvo de estigma”.

 

De uma forma geral, a autora “questiona as práticas do ramo disciplinar da arquitectura e do urbanismo, nomeadamente a propósito das políticas excessivamente centradas nas infraestruturas, na habitação e no confinamento local – sendo que a zona piscatória, localizada a Norte da freguesia, constitui um caso inegável de insularidade dentro da ilha. O debate sobre o planeamento urbanístico, a nível insular, tem-se revelado manifestamente escasso e Rabo de Peixe é um dos exemplos de carência de discussão e de reflexão. Neste sentido, o pensamento urbano esterilizado (e, consequentemente, estéril) tem necessariamente de ser substituído pela interrogação, pesquisa, precaução e avaliação. A obra apresenta-se nesta linha de pensamento como um contributo para um estudo, necessariamente continuado, a propósito das intervenções urbanísticas como instrumento de política social”.

 

O livro conta com um Prefácio de Álvaro Domingues, Professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) e Investigador no Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo (CEAU-FAUP). Depois do Porto, estão previstas mais duas sessões de apresentação do livro, no dia 5 de Novembro, às 17:00, no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, na ilha de São Miguel, Açores, e a 18 de Novembro, às 21:30, na Casa dos Açores em Lisboa.

 

 

 

 

 

Rita Guerra convida André Sardet, HMB e Paulo de Carvalho

É já no próximo dia 4 de Novembro que Rita Guerra sobe ao palco do Coliseu Lisboa, para celebrar 30 anos de carreira, num espetáculo memorável que apresentará, também, a 12 de Novembro no Multiusos de Guimarães. Acompanhada pela Banda de Música da Força Aérea, pelos seus músicos de sempre e alguns convidados muito especiais, como André Sardet, HMB e Paulo de Carvalho,

Rita Guerra fará uma viagem única pelo seu reportório, reunindo mais de 100 músicos em palco e interpretando êxitos e temas que fazem parte do imaginário de todos nós.

rita.pngDia 4 de Novembro, no Coliseu Lisboa e dia 12 no Multiusos de Guimarães, teremos, certamente, a oportunidade única para testemunhar o carisma inconfundível de Rita Guerra, indubitavelmente, uma das maiores vozes da música nacional e uma das artistas mais acarinhadas pelo público. Rita Guerra começou a cantar aos 16 anos e gravou o primeiro disco aos 23. Foi cantora residente no Casino do Estoril durante mais de 20 anos, representou Portugal na Eurovisão e é dela a voz Portuguesa de algumas das mais bonitas canções da Disney, em filmes como: Aviões, Rei Leão, Pequena Sereia, Tarzan, Hercules, Príncipe do Egito, etc.

 

Gravou centenas de canções, algumas delas com alguns dos seus maiores ídolos como Michael Bolton, Ronan Keating, Paulo de Carvalho e muitos outros. Editou 12 discos e colecionou primeiros lugares no Top e discos de platina. Em 2016, 32 anos passados desde que cantou profissionalmente pela primeira vez, Rita Guerra resolveu fazer um resumo de carreira e editou “No Meu Canto” – O melhor de Rita Guerra, disco que serve de base à nova Tour.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

4 de Novembro 2016

 

Multiusos de Guimarães

12 de Novembro 2016

Nova confirmação Eurosonic 2017… Sam Alone and The Gravediggers

Depois de confirmados 9 nomes portugueses a atuar no Eurosonic Nooderslag 2017, é agora revelado mais um grupo para a lista desta comitiva que irá representar Portugal no country focus de 2017 neste Festival Holandês. A comitiva de artistas, que já conta com 10 nomes da música portuguesa, é composta por: Sam Alone And The Gravediggers, The Gift, DJ Ride, Gisela João, Glockenwise, Marta Ren, Memória De Peixe, Neev, :Papercutz e We Bless This Mess

ere.jpgEstes artistas, selecionados pela equipa de programação do Eurosonic Noorderslag a partir de mais de 200 candidaturas de projetos portugueses, integram o alinhamento de concertos do evento com espetáculos ao vivo direcionados ao público holandês e aos mais de 4.000 profissionais da indústria da música mundial de 11 a 14 de janeiro de 2017. Ao longo das próximas semanas serão anunciadas novas confirmações uma vez que, em ano de country focus, prevê-se que o número de atuações de artistas portugueses no Eurosonic seja bastante significativo, como tem sido adiantado pela plataforma WHY Portugal.

 

A plataforma WHY Portugal é a responsável pela agregação de toda a comitiva portuguesa a ir à Holanda já em janeiro de 2017. Esta que é a maior feira profissional de música europeia que em 2017 destaca a indústria musical portuguesa junto de uma audiência de profissionais que poderá abrir portas para os artistas e profissionais portugueses em vários territórios internacionais.

 

Alguns dos artistas selecionados para participarem do Eurosonic 2017 apresentam-se ao vivo no Musicbox, em Lisboa, nos dias 9 e 10 de novembro. A programação completa deste evento será apresentada ainda esta se

Rita Redshoes… Video de “Life is Huge” realizado por Marco Martins

O videoclip de “Life is Huge”, o primeiro single de “Her”, o novo disco de Rita Redshoes estreou ontem, na SIC e já pode ser visto online…

Esta foi a primeira vez que Marco Martins realizou um vídeo musical. O aclamado realizador português, autor de filmes como “Alice” - vencedor do Globo de Ouro para Melhor Filme em 2006 - ou o mais recente “S. Jorge” – a muito elogiada obra que permitiu ao ator Nuno Lopes receber o Leão de Ouro para Melhor Ator, este ano, em Veneza – gravou um vídeo de grande intensidade estética, criando uma espécie de melodia visual que serve a canção e vice versa, tornando-a ainda mais emocionante. A responsabilidade da coreografia é de Victor Hugo Pontes.

Image2.jpgTambém ontem, no site Observador, ficou disponível o 1.º de sete webisódios que serão divulgados ao longo destas três semanas que antecedem o lançamento do disco. Em pequenos vídeos de cerca de 1 minuto, os fãs vão poder ver pormenores da gravação do disco, assim como depoimentos de todos os intervenientes na gravação do disco.

Her” é o 4.º álbum de Rita Redshoes e chega às lojas a 11 de novembro. O disco pode ser encomendado no iTunes e na loja online da Fnac.