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Glam Magazine

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Jagwar Ma, Meg Baird e Octa Push no Vodafone Mexefest…

Uma das premissas do Vodafone Mexefest é a diversidade de géneros. Jagwar Ma, Meg Baird e os Octa Push são as mais recentes confirmações e ilustram-na na perfeição.

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Originalmente uma dupla mas, dir-se-ia, efetivamente um trio, os Jagwar Ma chegam de Sydney e são formados por Gabriel Winterfield, Jono Ma e Jack Freeman. Este ano estão de volta com “Every Now & Then”, segundo disco de originais, que já tem como avanços em formato single “O B 1” e “Give Me A Reason”. A receita, estreada com “Howlin’” de 2013, é a mesma e imbatível: canções fortes de rock, psicadelismo e eletrónica. Admirados pelo público e pelos pares, já partilharam palcos com nomes como Foals, The XX ou Tame Impala e, em 2016, marcaram presença em festivais como Glastonbury, Green Man, FYF Los Angeles, Bumbershoot ou Lollapalooza Berlin.

Em Portugal, o lugar que se lhes encaixa na perfeição chama-se Vodafone Mexefest.

Meg Baird é dona de uma voz imaculada. Com Greg Weeks, genial músico de Filadélfia, fundou os Espers e muito recentemente, depois de ter constituído outro coletivo, as The Baird Sisters, integrou os Heron Oblivion, com excelsos membros dos Comets on Fire e Assemble Head. Baterista, cantora e compositora, já colaborou com Will Oldham, Kurt Vile, Sharon Van Etten ou Steve Gunn. A solo lançou três discos lindíssimos de sonoridades folk. Num jeito clássico, muito cristalino, estreou-se em 2007 com “Dear Companion”, quatro anos depois editou “Seasons on Earth”, e no ano passado o incrível “Don’t Weigh Down the Light”, gravado na cidade onde vive, São Francisco. Meg Baird é uma música completa que faz da beleza o elemento protagonista das suas composições.

A música dos Octa Push funde o que de melhor se pode retirar das influências da música lusófona com ligações aos PALOP, com os ritmos mais urbanos da eletrónica. Os irmãos Bruno e Leonardo Guichon fazem música há cerca de dez anos, mas só em 2008 decidiram dar corpo e alma aos Octa Push. “Oito”, o álbum de estreia, chegou em 2013, confirmando o potencial da dupla de Carcavelos/Lisboa como um dos projetos mais criativos e arrojados da música nacional, tendo conquistado o título de álbum do ano para a imprensa especializada. Em 2016, os Octa Push regressam mais fortes do que nunca com novo trabalho de originais. “Língua” é um disco obrigatório, escrito quase inteiramente em português. É uma homenagem à música lusófona, feita nos últimos 40 anos, com a colaboração de convidados tão ilustres e ecléticos como Batida, Maria João, Tó Trips (Dead Combo), João Gomes (Orelha Negra), Cachupa Psicadélica, Cátia Sá (ex-Guta Naki), Ary (Blasted Mechanism), entre outros.

Depois de terem já pisado palcos internacionais, os Octa Push prometem agora conquistar o público do Vodafone Mexefest.

Tim…. um homem também é feito de canções

Quando se apresentou ao vivo no Sol da Caparica em nome próprio e aproveitou a ocasião para gravar as canções que agora se prepara para levar até ao Coliseu do Porto, Tim fê-lo num contexto muito especial. O músico e vocalista subiu ao palco principal do festival durante os três dias da sua duração: no primeiro dia tocou com os companheiros da Resistência, no dia de fecho com a sua banda de sempre, os Xutos e Pontapés, e no dia do meio, pegou numa mão cheia de canções especiais, num punhado de amigos e entregou-se à multidão com o coração cheio.

GLAM - Tim

 photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Para além das minhas canções”, explica Tim, “que era o que as pessoas já esperavam, peguei em alguns temas especiais, como o “Lisboa” dos Tara Perdida. E foi importante. Esse foi um tema que eu cantei algumas vezes com o João Ribas em palco e também o interpretei com o novo vocalista dos Tara Perdida já depois do João desaparecer. Durante algum tempo não fui capaz de me voltar a aproximar dessa canção que tem uma carga emocional muito forte. Gosto muito desse tema e cantá-lo na Caparica representou o fim de um luto”, confessa o músico que se diz ansioso por voltar a interpretar esse tema na Invicta.

 

Há mais histórias nestas canções”, alerta, apontando depois para “A Estrada”: “Esse foi um tema que eu ofereci aos Xutos num CD que gravei em casa e que copiei para oferecer a cada um dos meus companheiros. A canção acabou por nunca sair desse CD. E quando eu andava a juntar material para o concerto do Sol da Caparica lembrei-me dessa canção e resolvi voltar a pegar nela. Resultou tão bem que a usei para abrir o concerto.Porque um concerto também é uma estrada que se percorre e às vezes nem sabemos bem onde nos leva”, confessa o músico.

 

Para já, sabemo-lo bem: estas canções vão levar Tim ao Porto, para um concerto no Coliseu, que tanta história carrega dentro. Vai ser a 3 de Novembro e Tim promete mostrar aquilo de que é feito: de canções.

King Khan & The Shrines… no Musicbox

Os King Khan and the Shrines têm vindo a surpreender as audiências mundias com a sua mistura inusitada de R&B clássico e psicadelismo. Únicos, magistrais e frenéticos, o colectivo está de regresso a Lisboa para aquela que será, muito certamente, mais uma incursão pela realidade paralela que o grupo construiu em mais de 15 anos de actividade.

King_Khan_by_Sash_Stamatovski.jpgphoto: Sash Stamatovski

 

Fazer referências a Andy Warhol, LSD ou Boliwood parece pouco quando olhamos para King Khan, frenético frontman, gestor de topo de uma selecção de extraordinários músicos que toca públicos tão díspares como os do punk rock, free jazz ou soul lovers. E que currículo aqui se junta: Ron Streeter (lendário percussionista de Curtis Mayfiled e Stevie Wonder), Simon Wojan (trompetista de Cloudland Canyon) e os saxofonistas Ben Ra (John Coltrane) e Big Fre Brissaud.

A completar as percussões dos “freak Brothers centro-europeus” (como são conhecidos no mercado, Timm na guitarra, o organista Fredovitch, Jeans Riddiman no baixo e o baterista John Boy Adonis. O palco do Musicbox vai ser pequeno para conter a explosão.

 

Musicbox (Lisboa)

13 de Outubro 2016 | 22.30h

O Sangue Novo da ModaLisboa....

Foi com os 11 talentos do Sangue Novo que teve inicio os desfiles da ModaLisboa Together no Pátio da Galé. Não podia começar da melhor maneira a mais recente edição de Modalisboa juntando num desfile único, abrilhantado pelo projeto musical Fandango, 11 novos talentos que espreitam assim desta forma a janela para a afirmação. Com estéticas e inspirações muito distintas, Carolina Machado, M Hka, Hermione Flynn, João Oliveira, Duarte, Inês Silva, Cátia Moreira, João Barriga, Micaela Sapinho, Daniela Ciolan e Sofiya Malichenko apresentaram as suas propostas para o verão 2017.

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Carolina Machado apresentou “Pure”, uma coleção baseada na obra de Jason Martin. Materiais leves em tons nude a caracterizar a coleção.

 

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M Hka apela ao grito da liberdade inspirando-se na expressão Russa “Svoboda” recuando a um passado recente de revolta e liberdade de uma juventude fechada entre si mesma.

 

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Hermione Flynn apresenta uma coleção conceptual sob o lema “C+B” baseada na falta de conforto e utilidade da moda.

 

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João Oliveira traz um estilo muito próprio que a sua visão permite classificar de Streetwear. “Effeuiller” é a mistura, o cruzamento de linhas e estilos práticos mas extremados.

 

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Duarte, quando a simplicidade se transforma no “Knock Out”, quando os acessórios são o destaque, ou quando a sociedade em que vivemos nos transporta para um “Knock Out” coletivo e sem regras.

 

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Inês Silva, numa narrativa de “Vazio / Empty” explora a essência de uma realidade impossível de classificar.

 

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Cátia Moreira segue um caminho “Path” onde David Boley lhe serve de guia, numa viagem de detalhes e pormenores opostos.

 

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João Barriga, em verdadeiro “Blackout” deixo no ar a questão.. Quem sou eu? As silhuetas oversize sobrepõem-se ao estilo streetware masculino.

 

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Micaela Sapinho, surge como “The Other”. A inspiração de Simone de Beauvoir, o apelo ao sexo, a não censura, são imagem que marcam uma atualidade já com 60 anos, surgida com o “Segundo Sexo

 

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Daniela Ciolan surge numa encruzilhada de “Misconceptions”, a natureza e moda em harmonia com o corpo alheado das peças que usa.

 

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Sofiya Malichenko, estimulada pelas próprias texturas, traz a “Manipulation” numa interligação de texturas, cores, padrões de uma forma versátil e elaborada.

 

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As 11 propostas Sangue Novo, a concurso, foram avaliados pelo júri constituído por Eduarda Abbondanza (Presidente da ModaLisboa), Ricardo Preto (Designer), Sofia Lucas (Diretora novos projetos Revista GQ), Anna Lottersberger (Head of Fashion Cluster na Domus Academy) e Adriano Batista (Editor-in-Chief da Revista Fucking Young).

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João Barriga foi o vencedor do Prémio ModaLisboa, composto por Master Level Certificate in the Fashion Area, um workshop de oito semanas em Milão oferecido pela Domus Academy e uma bolsa de estudo de 5000 euros atribuída pela Vulcano, patrocinador do Sangue Novo nesta edição da Modalisboa.

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O júri do Sangue Novo atribuiu ainda uma menção honrosa a Duarte (by Ana Duarte). A partir da próxima edição da ModaLisboa, a designer passará a apresentar o seu trabalho na plataforma LAB.

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No âmbito da parceria da ModaLisboa com o FashionClash, João Oliveira foi convidado para representar Portugal na próxima edição do reconhecido festival de moda holandês, a decorrer em Maastricht, em junho de 2017.

 

Reportagem: Glam Magazine / fotografias: Paulo Homem de Melo (Glam Magazine / AP)

Madame Luci… Registo de estreia, “Cara”, chega às lojas na primeira metade de 2017

Rock, pop, neo isto, neo aquilo, música de baile... talvez.

Isto é um pouco o que nos espera na música dos Madame Luci mas pouco do que representam. A música é feita para todos, desde o Chiado, ao Urzal. Feita para todos. Para os que celebram, para os zangados, para os que comem em casa ou para os que ajeitam a roupa antes de sair para jantar. Quem não acredita, é porque ainda não caiu no "Embuste", primeiro single do álbum "Cara" que sairá na primavera.

wwwe.jpgMadame Luci nasceu da urgência criativa de Nuno Canina (Os Golpes, The Mighty Terns) e Nuno Lacerda (The Mighty Terns). Com um passado musical completamente díspar, mas ligados por uma forte amizade, foram encontrar na irreverência de João Bicho e na guitarra blues de Hugo Furtado, ambos estreantes, a confirmação de que o rock português continua a ter caminhos bravios por explorar.

"Embuste" chega ainda coberto de sal para anunciar o final do Verão. Trata-se do single de estreia do primeiro EP dos Madame Luci, "Cara", a sair no início de 2017, e mostra o lado celebratório de um trabalho que só ficará completo com "Coroa" - para este reserva-se o direito de se poder cantar as dores.

 

"Imprevisivel" Regressa ao Cinema São Jorge…

"É possível eu prever uma decisão que ainda não tomou?”

Depois de múltiplas sessões esgotadas no Cinema São Jorge e de uma temporada no Auditório do Casino Estoril, “Imprevisível” regressa ao palco que o viu estrear, em 3 sessões exclusivas e recheadas de convidados especiais. Em "Imprevisível", o mentalista interage com o público presente, fazendo experiências psicológicas e testando a sua previsibilidade, com muito humor, jogos psicológicos e leitura de mentes à mistura.

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Uma hora e meia de puro entretenimento, em que João Blümel aposta dinheiro, resolve crimes, estimula a criatividade do público presente e até viaja no tempo! Tudo com a ajuda do público e dum convidado especial em cada espectáculo! Zé Pedro, Fernando Alvim e Manuel João Vieira, terão uma participação muito especial e recheada de surpresas para o grande público.

Não perca esta divertida e ousada viagem de 90 min aos segredos da mente, onde tudo, mas mesmo tudo, pode acontecer!

Jameson Urban Routes… Discos em estreia (Mendrugo)

Uma jornada rumo a Oeste que, tirando partido do vento levante, arrasta consigo os cheiros da Andaluzia, o açúcar dos figos e a aspereza dos cactos, assim se introduz este More Amor, presente inesperado neste Jameson Urban Routes. Destes Mendrugo esperamos uma nova universalidade encontrada no cruzamento dos elementos hispânicos e da folk americana, pelas mão de uma colheita de luxo: Josephine Foster, Victor e José Herrero e Lorena Alvarez..

mendrugo.jpgphoto: Jess Knight

 

Os nossos irmãos ibéricos usam o termo Mendrugopara descrever alguém que tem dificuldade em compreender as coisas, um pedaço de pão duro, portanto. Mas a descrição não poderia estar mais longe da realidade da nova banda de Josephine Foster com os infames irmãos Herrero (Victor e José Luís) e com o artista japonês Taku.

A estreia em Lisboa tem o folk misturado com o sangue andaluz e acontece no âmbito do lançamento do primeiro disco “More Amor”, editado pela muito recomendável Fire Records.

 

Jameson Urban Routes / Musicbox (Lisboa)

29 de Outubro 2016 | 21.00h

Jameson Urban Routes… Discos em estreia (Wild Beasts)

O aguardado sucessor de “Boy King” viu a luz do dia em Agosto deste ano e trouxe, assumidamente, novos limites à pop sensual da banda. Tirando partido das fricções criativas entre Thorpe e Fleming, “Boy King” posiciona o quarteto num universo cada vez mais composto pelas artimanhas electrónicas, ao mesmo tempo que questiona as imagens sociais de masculinidade.

DSC_0371 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Em fase de lançamento de “Boy King”, o aguardado sucessor de “Present Tense”, os Wild Beasts regressam a Lisboa na segunda, dia 24 de Outubro, para mostrar como se desenvolve a dialéctica inconfundível da dupla Hayden Thorpe e Tom Fleming. A apontar o caminho, o single de avanço, “Get My Bang” que claramente posiciona o quarteto num universo cada vez mais composto pelas artimanhas electrónicas.

Produzido por John Congleton (St. Vicent), “Boy King” chegou ao mercado a 5 de Agosto e promete, de acordo com a banda, um olhar sobe a “orgia consumista” que marca a sociedade actual.

 

Jameson Urban Routes / Musicbox (Lisboa)

24 de Outubro 2016 | 21.00h

“Here I Am” o novo single dos Candymoon…

Candymoon é o projecto sonhado e materializado por Célia Ramos, Pedro Leónidas e Alessio Vellotti. Sem obedecer a fronteiras, a música veste influências do Folk, Blues e da música pop moderna.

image001.jpgAcompanhada pelo som maioritariamente acústico da banda, a voz passeia pelos versos com melodias entre o liricismo e o jazz, cantando histórias, algumas reais, outras caricatas ou sonhadoras...

"Storytales", primeiro álbum da banda teve edição digital em 2015.

Depois do single “Mark The Question”, os Candymoon apresentam o 2º single “Here I Am”.

Ela Vaz apresenta… “Eu”

"Eu" é o nome do 1º álbum a solo de Ela Vaz, que será lançado a 21 de Outubro no Teatro Aveirense.

Após vários anos com participações em diversos projetos ligados ao fado e às músicas do mundo, 2016 foi o ano escolhido para dar o passo seguinte, com um álbum de originais com temas de compositores e letrista reconhecidos no panorama musical português. 

GLAM - Ela Vaz

photo: Paulo Homem de Melo

 

Este espetáculo contará com a presença dos convidados especiais, Rão Kyao e Rui Oliveira

 

Teatro Aveirense (Aveiro)

21 de Outubro 2016 | 21.30h

“Pensar Faz Emagrecer” dos Galgo chega ao Norte a 21 e 22 de Outubro

Já está na estrada o disco de estreia dos lisboetas Galgo. O longa duração, gravado nos estúdios HAUS, editado a 23 de Setembro via Sony/ Blitz Records, vai passar pelo Porto e por Braga já em Outubro.

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O concerto na cidade Invicta acontece no Café Au Lait, a 22 de Outubro, e no Sé La Vie em Braga a 21

"Pensar Faz Emagrecer" foi produzido, gravado, misturado e masterizado por Makoto Yagyu e Fábio Jevelim no Haus Studios, com a assistência de Miguel Abelaira.

A edição sai com selo Sony Music e Blitz Records. “Pivot” é o mais recente single que ilustra as aventuras dos Galgo.

Novas edições da Príncipe Discos

A Príncipe lança no próximo dia 28 de Outubro dois novos discos, o primeiro e homónimo EP de DJ Nervoso, um dos pioneiros do Kuduro e Tarraxinha produzida em solo nacional, e “São João Baptista” dos Niagara, o terceiro do trio de Loures na editora.

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2 temas de avanço de cada disco estão desde já em streaming no soundcloud Príncipe Discos

A próxima Noite Príncipe no Musicbox acontece a 21 de Outubro, contando com DJ Nunex (dos Alto Nível Produções), Blacksea Não Maya, DOUM (ao vivo) e DJ Firmeza no alinhamento da festa.

Maroon 5 lançam novo single com Kendrick Lamar… “Don’t Wanna Know”

A multiplatinada banda norte-americana Maroon 5, vencedores de três prémios Grammy, anunciaram o lançamento do novo single, “Don’t Wanna Know”, que conta com a participação do célebre rapper Kendrick Lamar. A canção já está disponível em todas as lojas digitais.

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Os Maroon 5 vão ainda estrear o vídeo de “Don’t Wanna Know” no programa “Today Show,” no canal norte-americano NBC, esta sexta-feira. O novo vídeo da banda é novamente único e inesquecível. Para este vídeo o grupo voltou a juntar-se ao aclamado realizador, produtor e argumentista David Dobkin (“Wedding Crashers”), que já tinha realizado para os Maroon 5 o vídeo do multiplatinado single “Sugar”, que conta com mais de 1,4 mil milhões de visualizações no YouTube, sendo até hoje o vídeo mais visto do grupo.

Don’t Wanna Know” assinala a primeira colaboração oficial com o rapper, vencedor de sete prémios Grammy, Kendrick Lamar e é a prova de mais uma evolução para ambos os artistas. Os Maroon 5 vão interpretar este single pela primeira vez na televisão a 3 de novembro, no programa “Ellen”.

A banda encontra-se de momento em digressão pelos EUA e Canadá.

Aline Frazão estreia novo espectáculo esta 6ª feira

Esta sexta-feira, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, Aline Frazão estreia um novo espectáculo criado ao longo dos últimos meses, entre as viagens da digressão internacional que têm levado a artista a vários palcos da Europa, África e Brasil. No dia seguinte, a 15 de Outubro, atua na Casa da Música, no Porto.

Um espectáculo desenhado ao detalhe, cheio de surpresas, canções inéditas, e um elenco de luxo. À sua formação habitual com Miroca Paris (bateria e percussões), Marco Pombinho (piano acústico e guitarra) e André Moreira (baixo), junta a magia da harpa - instrumento utilizado originalmente na gravação do álbum "Insular", agora em palco - nas mãos de Ana Isabel Dias (Madredeus, Orquestra Metropolitana e Orquestra Sinfónica Portuguesa).

Em Lisboa, é também certa a participação do músico angolano Toty Sa’ Med.

alinefrazao.jpegAntónio Jorge Gonçalves, responsável pela arte gráfica do terceiro álbum da artista angolana, marca presença pela criação de uma série de vídeos baseados nas aguarelas do disco que serão projectados durante concerto. Reconhecido pelo trabalho de ilustração editorial ou cartoon político, na última década as suas performances de desenho digital têm tido repercussão à escala global em virtude do envolvimento com artistas como Bulllet, Kalaf, Filipe Raposo, Micro Audio Waves, Gino Robair, Ellen Fullman, Mário Laginha ou Bernardo Sassetti.

Para a letrista, compositora, guitarrista e cantora, este novo espectáculo “reúne música, poesia, luz, imagem, movimento e, acima de tudo, alma. Da máxima importância para mim, celebrar este disco e revisitar os anteriores com outros olhos, mas com a mesma paixão”.

 

No final de Outubro este espectáculo será apresentado em Coimbra, no Auditório do Conservatório de Música, a 27, e no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, no dia 29.

 

Toty Sa’Med… Lançamento de “Ingombota”

Uma pessoa cruza-se com a música de Toty Sa’med – como todos nos cruzamos com sons que se agarram à pele dos ouvidos: nas redes ou nas ruas, na casa de um amigo ou no telemóvel de um desconhecido, ao regressar da praia… – e depois procura saber mais. É bem provável que se encontre, numa página qualquer para aí perdida, o único retrato que o próprio Toty oferece: “músico”, garante ele. O que é verdade. É música o que ele faz. E é música o que ele é. Isso percebe-se imediatamente ao escutar as seis delicadas peças do EP que se prepara para apresentar. Seis canções que são quase só ar: ar que se solta da garganta e que vibra com as cordas de nylon da sua guitarra. Sol, loucura, doidice, português tropical, melodias de sal e de óleo de palma, que escorregam para dentro da alma sem pedir licença, como deve ser. Como tem que ser.

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Kalaf, que o levou em tempos ao CCB quando para isso recebeu carta branca, chamou-lhe “a mais recente gaivota que sobrevoou os céus de Lisboa”. Devia, certamente, referir-se à liberdade que se solta da voz que canta nas línguas que se estendem de Lisboa até Luanda. Toty canta e toca e ilumina e sorri e neste novo trabalho tem ajuda de Paulo Flores e de Aline Frazão, o que é sintomático. Kalaf disse também que é um jovem músico com alma de cota. Jovem como Aline e parte de uma geração que quer renovar a ideia musical de Angola, pegar nos sembas e torná-los universais, tornando-os ainda mais locais. E cota como o mestre Paulo que é ainda mais do mundo por ser cada vez mais de Angola. É a música que nos oferece os melhores paradoxos, mas em Toty não há confusões nem enigmas – é tudo tão transparente que até cega. Quando se ouve este jovem cota a cantar, com manto eléctrico, o enorme “Namoro” de Viriato Cruz que o Fausto e o Sérgio fizeram nosso, o que o Toty faz é tornar esse pequeno tesouro ainda maior, ainda mais universal, ainda mais de todos, ainda mais de cá e de lá, ainda mais tropical, ainda mais. “Tão rijo e tão doce”. Gaivota cota, humbi humbi, cantor. Músico. Toty Sa’med, para guardar cá dentro. (RMA)

 

Galeria ZDB (Lisboa)

13 de Outubro 2016 | 22.00h

Encontro Internacional de Palhaços de Vila do Conde

De 14 a 16 de Outubro 2016 os palcos vila-condenses voltam a abrir-se a palhaços oriundos de vários países (Portugal, Espanha, Alemanha, Argentina, África do Sul, Bélgica e Brasil), para a 3ª edição do Encontro Internacional de Palhaços de Vila do Conde, que tem como tema central a Poesia do Palhaço. Em destaque nesta edição está a realização da residência artística The Clown is a Poet in Action, com a orientação de Tom Roos (SA/BE).

pla.pngSão vários os espetáculos apresentados este ano, com diferentes estéticas e imaginários: vamos descobrir a importância dos sonhos com a Companhia Bipolar (AR/PT), as dualidades da morte e da vida de Silvia Leblon (BR), as excentricidades do chef gourmet Mica Paprika (PT), os desafios da lei da gravidade dos palhaços-cientistas da Companhia Pacolmo (ES) e os palhaços que queriam ser artistas de circo com o Duo Einfach Riesig (DE).

 

O encontro termina uma vez mais com a gala de solidariedade, onde cada companhia ou artista apresenta um pequeno sketch do seu trabalho, revertendo este ano o valor reunido com a bilheteira para apoio a uma instituição de apoio aos refugiados. Uma atenção especial às escolas e instituições de solidariedade social do concelho de Vila do Conde, que usufruem de condições especiais de acesso aos espetáculos, bem como de um conjunto de apresentações exclusivas pensadas especialmente para os mais novos.

 

O Teatro Municipal de Vila do Conde é novamente o espaço central proposto para acolher o evento. A organização deste encontro é da associação cultural vila-condense NUVEMVOADORA. O III Encontro Internacional de Palhaços conta com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde e da Junta de Freguesia de Vila do Conde.

Acorda à Tarde - Ciclo de Concertos de Cordas

Júlio Resende é um dos mais prestigiados e internacionais pianistas portugueses, ao lado de Mário Laginha ou Bernardo Sassetti. O seu disco “Amália por Júlio Resende” valeu-lhe a classificação Choc Disc 5 Estrelas pela prestigiada revista francesa "Classica", que classifica os melhores músicos e instrumentistas do mundo. Júlio Resende revisita, ao piano, algumas canções do repertório de Amália Rodrigues, como “Casa Portuguesa”, “Barco Negro”, ou “Vou Dar de Beber à Dor” (Casa da Mariquinhas). E vai mais além, arriscando um Dueto (Im)possível com Amália Rodrigues, servindo a voz da diva com o seu piano no tema "Medo".

Ju_lio_Resende-_foto_Pedro_Cla_udio_1_770_9999.jpgphoto: Pedro Claudio

 

Acorda à Tarde” é um ciclo de concertos que vai aquecer o Inverno no Teatro das Figuras. Entre outubro e fevereiro, o Teatro da Vista Alegre acolhe oito concertos dos mais exímios músicos, virtuosos tocadores de cordas e extraordinários cantautores da atualidade. Vão ser concertos envolventes para fazer ressoar as madeiras de um dos teatros mais acolhedores da região. O desafio será trocar o habitual programa de televisão por um concerto real e intimista…. Depois… deixe-se ficar para dois dedos de conversa, acompanhados por chá quente e biscoitos.

 

Teatro da Vista Alegre (Ílhavo)

16 de Outubro 2016 | 16.00h

Contos em Viagem… Macau

O Projecto Contos em Viagem tem como desafio fazer uma viagem literária pelos vários países que escreveram e escrevem poesia, prosa, romance e contos na língua Portuguesa. É objectivo do projecto Contos em Viagem a criação de uma dramaturgia baseada em textos não teatrais e através desse trabalho edificar espectáculos contados a uma só voz (um actor) e com espaço sonoro e música original interpretados ao vivo (um músico). Este espectáculo sobre Macau, especificamente, terá ainda uma bailarina em cena.

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Pretende-se desenvolver um trabalho no âmbito da literatura lusófona, partindo de conteúdos que se prendem com a nossa História e trabalhar na insistência de que a memória e a construção da identidade são um processo permanente, que não pode perder a riqueza e o privilégio de tantos anos de história partilhada. Para quem tem acompanhado o percurso do Teatro Meridional reconhece como uma das suas linhas de trabalho, o enfâse no trabalho dado à língua portuguesa e, através dela, as estórias da nossa história.

 

Prosseguindo o trabalho de pesquisa da língua portuguesa e da sua escrita poética, ficcional e de prosa, propomo-nos dar continuidade ao Projecto Contos em Viagem visitando, neste espectáculo, a literariedade escrita no Oriente por portugueses e macaenses num tempo histórico de grande proximidade espacial e política. Numa viagem com paragens num mapa de lugares da literatura portuguesa, procuramos aproximarmo-nos de uma cultura que deixou memórias escritas e que tem paisagens visuais, sonoras e comportamentais marcadamente diferenciadas, das quais nos iremos aproximar para as comunicar neste espaço de encontro entre palco e plateias.

 

Após 3 espectáculos inscritos neste ciclo, Contos em Viagem - Brasil (2006), Contos em Viagem - Cabo Verde (2007) e Contos em Viagem - Brasil, Novas Rotas (2009), entendemos dirigir-nos a Oriente, pelo desconhecimento que a nossa passagem cultural por MACAU teve, e continua a ter, em termos da produção literária que durante largos anos aí foi escrita e desenvolvida.

 

Teatro Meridional (Lisboa)

12 de Outubro a 6 de Novembro | Quarta a Sábado às 21:30 / Domingo às 17:00

Mike Bramble recupera clássico "Sweet Child O'Mine”…

Mike Bramble é um guitarrista e compositor de Leiria. O músico de Pop/Rock/Blues escreve e produz as suas próprias canções onde descreve cenários reais da vida, apelando à positividade de sentimentos e atitudes.

Estudou em Londres, Inglaterra, e de regresso a casa começa a compôr e a gravar no seu estúdio caseiro, temas que chamaram à atenção através das redes sociais e das web-rádios um pouco por todo o mundo, em especial com o tema "Is It You" com o qual atingiu o 1º. lugar na categoria de Soul no site americano Ourstage.com.

3160597.jpgEm 2012 juntou-se a 3 elementos (João Loureiro – bateria, Hugo Santos – baixo e Mike Gomes - guitarra) mantendo a composição de novos temas e novos arranjos que disponibiliza ao público em formato digital. Em Julho de 2015 é lançado online o EP de estreia "Platonic", e em Fevereiro deste ano surge em formato físico.

 

"Sweet Child O'Mine” é a nova aposta de Mike Bramble incluído no EP “Platonic”. Mike gravou este tema pela vontade de homenagear uma das suas bandas preferidas, com a qual se inspirou a tocar guitarra, por isso interpreta este tema de uma forma tão intima e pessoal

Nobat parte á conquista de Portugal

Depois de arrebatar o público e a crítica brasileira chegou finalmente a vez de Nobat se apresentar ao vivo em Portugal! O músico nativo de Belo Horizonte inicia no final de Outubro uma digressão composta por cinco datas.

LSD” e “Não Sei Dançar”, os dois singles já extraídos do seu novo trabalho discográfico, “O Novato”, são apenas a porta de entrada para a efervescente realidade alternativa da actual cena musical brasileira. As cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e Braga serão o palco para a estreia de Nobat em solo lusitano, tudo através do selo da Music For All.

Nobat_ Flyer Tour Portugal

Nobat, cantor e compositor de Belo Horizonte, inaugurou o seu projeto musical a solo no ano de 2012, com a edição do álbum “Disco Arranhado”. Depois de se apresentar ao vivo em diversas cidades do Brasil (Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro), o músico avançou para uma nova etapa da sua carreira com a edição de “O Novato”, lançado em Novembro último e considerado pela crítica especializada como um dos melhores trabalhos daquele ano.

O Novato” representa não só o “ser um novo para o todo”, aquele a ser revelado e descoberto dentro de um contexto já existente, mas também denuncia uma nova percepção acerca de si mesmo e da sua própria órbita artística e estética. O trabalho tem por proposta principal a mescla entre elementos do indie electrónico experimental cruzados com as possibilidades da música brasileira contemporânea, sendo composto por tópicos minimalistas que contribuem pontualmente para uma música que preenche o silêncio, conceito que desfila pelo imaginário do artista.

Desde então Nobat tem captado a atenção da imprensa nacional como o Jornal O Globo Cultural, Scream & Yell, Revista O Grito! ou Rock In Press - isto depois de ter sido considerado em 2014 pela revista Rolling Stone Brasil como a maior “revelação mineira” daquele ano - e de publicações internacionais como a Beehype, a Sound and Colours Magazine ou o português Bodyspace.

 

26 Outubro 2016 - Café au Lait (Porto) 

27 Outubro 2016 - FNAC Stª Catarina (Porto)

27 Outubro 2016 - CRU Espaço Cultural (Braga)

28 Outubro 2016 - Fábrica Braço de Prata (Lisboa)

29 Outubro 2016 - Titanic Sur Mer (Lisboa)

30 Outubro 2016 - FNAC Alfragide (Lisboa)

30 Outubro 2016 - Pensão Amor (Lisboa)

 

Rita Santos apresenta "Retratos D'Alma"… o álbum de estreia da nova alma fadista

De raízes ribatejanas, Rita Santos cedo se iniciou no universo da música, onde o fado, uma descoberta aos 20 anos por obra do acaso, lhe tinha um lugar reservado. Rita Santos tem conquistado e encantado o mundo do Fado desde 2010 até ao presente, sendo uma voz assídua nas mais prestigiadas Casas de Fado de Lisboa. Em Março de 2016 estreia-se na edição com "Retratos d'Alma" o primeiro trabalho discográfico da fadista, com o selo Música Unida, e o apoio da Rádio Amália. É por isso, com toda a naturalidade que agora engloba o cartaz de aniversário desta rádio, ao lado de nomes, como Helder Moutinho, Piedade Fernandes, Carla Linhares, etnre outros.

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No próximo mês de Novembro, Rita Santos vai levar ao palco do Cine-Teatro D.João V um espectáculo de apresentação de "Retratos d'Alma", a dignificar a sua estreia nas edições discográficas, na editora Música Unida.. Ao longo de hora e meia de espectáculo, Rita vai interpretar todos os temas do álbum, onde pontuam os poemas de Tiago Torres da Silva, José Fernandes Castro, Fernando Campos de Castro, Mário, Rainho, entre outros. O concerto vai incluir tambem fados tradicionais já habituais nos seus espectáculos ao vivo, e algumas surpresas.

 

Cine-Teatro D.João V (Damaia)

13 de Novembro 2016 | 16.00h