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Glam Magazine

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The Rolling Stones… O regresso aos blues com novo álbum “Blue & Lonesome”

A 2 de dezembro os Rolling Stones vão lançar “Blue & Lonesome”, primeiro álbum de estúdio da banda em mais de uma década. Gravado em Londres, durante apenas três dias, “Blue & Lonesome” é um regresso do grupo às suas raízes e à paixão que nutrem pelos blues, algo que sempre esteve na alma da música dos Rolling Stones.

Blue & Lonesome” estará disponível em vários formatos. O disco foi produzido por Don Was e os The Glimmer Twins (pseudónimo oficial de Mick Jagger e Keith Richards) e já está disponível em regime de pré-venda no site oficial do grupo: www.rollingstones.com. O álbum foi gravado em dezembro do ano passado, nos British Grove Studios, em Londres, a poucos metros de distância dos pubs e clubes locais onde o grupo começou como uma jovem banda dedicada aos blues.

ioio.pngA abordagem ao álbum foi a de que a gravação devia ser espontânea e tocada ao vivo em estúdio, sem efeitos posteriores. Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Woods juntaram-se aos seus colaboradores de estrada de longa data, Darryl Jones, Chuck Leavell e Matt Clifford, e em dois dos 12 temas contaram com a participação do velho amigo Eric Clapton, que curiosamente se encontrava, na mesma altura, no estúdio ao lado a gravar o seu próprio álbum. Em “Blue & Lonesome” os Rolling Stones prestam tributo à sua fase inicial como uma banda de blues, quando tocavam a música de Jimmy Reed, Willie Dixon, Eddie Taylor, Little Walter e Howlin’ Wolf, artistas cujas canções se encontram neste álbum.

 

Os temas que fazem parte deste disco são: “Just Your Fool”, “Commit A Crime”, “Blue and Lonesome”, “All Of Your Love”, “I Gotta Go”, “Everybody Knows About My Good Thing”, “Ride ‘Em On Down”, “Hate To See You Go”, “Hoo Doo Blues”, “Little Rain”, “Just Like I Treat You” e “I Can’t Quit You Baby”.

 

“O álbum é um manifesto à pureza do amor que o grupo tem por fazer música e os blues são, para os Rolling Stones, o guia de tudo o que eles fazem”, afirma Don Was, coprodutor de “Blue & Lonesome”.

 

O álbum estará disponível em CD, duplo vinil, numa edição deluxe que além do CD inclui um livro de 75 páginas sobre o processo de gravação do disco e vários postais da banda, bem como para download digital

Tim… Será Fado, será Rock? Um Herói no Coliseu do Porto!

Este será um fado especial, não do desencontro, mas do encontro de Tim – figura maior da nossa música – com as gentes do Porto: a 3 de Novembro, o homem que também é vocalista dos Xutos & Pontapés levará até ao Coliseu da Invicta as canções que gravou ao vivo no festival O Sol da Caparica e que já mereceram edição em CD e DVD.

Tim é um dos grandes autores da música popular urbana portuguesa. Através dos Xutos deu inúmeras pérolas ao nosso imaginário coletivo, temas maiores como “Contentores” ou “Remar Remar” que funcionaram como aquela cola que une gerações e faz erguer certas canções à condição de hinos.

GLAM - Tim.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Com projectos como Resistência ou Rio Grande, Tim ajudou a provar que as grandes canções se tornam ainda maiores quando a elas se juntam mais vozes, mais corações, mesmo que se lhes retire o brilho elétrico reduzindo-as à sua alma acústica. Uma grande canção, é uma grande canção!

 

O álbum que Tim gravou n’O Sol da Caparica está cheio dessas grandes canções: de “Por Quem Não Esqueci” a “Lisboa”, de “Último Barco” a “A Estrada”: são temas que falam das grandes questões da vida, das amizades, de partir e chegar, das viagens que todos temos que fazer para nos encontrarmos.

São essas as canções que Tim promete, uma vez mais, celebrar, num concerto singular no Porto, rodeado de grandes músicos: Fred Ferreira, Gabriel Gomes, Moz Carrapa, Fernando Júdice e João Cardoso. Companheiros de aventuras e de estrada, de palcos e de canções. Como todos nós.

 

Coliseu (Porto)

3 de Novembro 2016

 

Manuel Fúria & Náufragos assinam banda-sonora de “O Conto de Inverno” de Shakespeare

Estreia esta Sexta-feira, no Teatro Aveirense, a encenação de Marcos Barbosa de “O Conto de Inverno”, da autoria de William Shakespeare, musicada por Manuel Fúria e os Náufragos. A banda irá interpretar ao vivo a banda-sonora criada para a peça, com alguns elementos a acumularem papéis de representação, nesta produção.

GLAM - Manuel.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Manuel Fúria tem a seu cargo a direcção musical da peça. É a segunda banda-sonora criada a convite do encenador Marcos Barbosa, após terem colaborado noutro projecto em 2014. Após a estreia amanhã em Aveiro, no Teatro Aveirense, a peça estará em cena, de 12 a 15 de Janeiro, em Santiago de Compostela, no Sálon Teatro; a 20 e 21 de Janeiro, no Grande Auditório CCVF, em Guimarães; e a 18 de Fevereiro, no Cine Teatro Avenida, em Castelo Branco. Novas datas serão anunciadas brevemente.

 

“O Conto de Inverno” exibe algum do verso mais complexo da obra de Shakespeare. Pertence à série dos “Romances”, peças inspiradas no folclore intemporal dos contos moralizantes e recua à antiguidade clássica. Com um forte carácter político, aborda o realismo das suas crueldades, apesar de ser reconhecida sobretudo como conto admonitório fantasioso sobre o ciúme e a energia renovadora que a natureza concede a todas as reconciliações.

We Bless This Mess na Casa da Música

We Bless This Mess é um projecto a solo (mas com muitos amigos) de Nélson Graf Reis, tattoo artist & singer-songwriter.
Após o lançamento de uma série de singles e EPs nos últimos anos, We Bless This Mess edita "Volume 1", um álbum que compila temas das suas prévias edições independentes e que será distribuído na Bélgica, Alemanha e outros territrórios.

we.jpgNa Alemanha, We Bless This Mess apresentou um showcase concert ao vivo no âmbito do Reeperbahn Festival, a maior conferência profissional e festival de novos talentos.

 

Café da Casa da Música (Porto)

8 de Outubro 2016 | 22.00h

Jan Garbarek Group no CCB…

Ninguém toca saxofone como Jan Garbarek. O seu estilo tornou-se numa inconfundível imagem de marca e, nos últimos anos, atingiu uma dimensão para além do que é geralmente entendido como jazz. Inúmeros discos lançados, concertos nas mais prestigiadas salas de espetáculos em todo o mundo, a colaboração de vários anos com Keith Jarrett, ou o seu trabalho inédito com o Hilliard Ensemble, tornaram este brilhante saxofonista popular em todos os géneros e fronteiras musicais.

garbarek_05.jpgMuitos críticos criam rótulos e agrupam os artistas em categorias musicais mas Garbarek contornou esta tendência. O seu trabalho passa pelo Jazz, pela Música Clássica e pelas tabelas da Música Pop. É um dos representantes com mais sucesso da ECM, a editora de culto de Munique.

Os seus concertos desenvolvem-se de uma forma profundamente orgânica, criando um vasto conjunto de tensões crescentes. A sua música respira e cria espaço para respirar: é simples e complexa, divertida e séria, introspectiva e excepcionalmente exposta, intensa em vez de sentimental.

 

Nesta digressão, Jan Garbarek será acompanhado por Rainer Brüninghaus, pianista que o acompanha há muitos anos, pelo baixista brasileiro Yuri Daniel e por Trilok Gurtu, conceituado baterista indiano. Em palco, estes músicos oferecem um concerto extraordinário cheio de momentos mágicos e inesquecíveis.

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

11 de Outubro 2016 | 21h00

Aline Frazão lança novo single e vídeo "A Prosa da Situação" a uma semana do novo espectáculo

"A Prosa da Situação" é o novo single de Aline Frazão, que segundo a artista “conta a estória de um Rei, um Reino e uma certa vontade de gritar. Irónica e corrosiva, é certamente a música mais catártica do Insular”.Aline Frazão continua a digressão internacional de “Insular”, com concertos na Europa e em África, mas ultima agora os contornos do espectáculo que apresenta, este mês, em Lisboa, Porto, Coimbra e Ponta Delgada.

alinefrazao.jpegO mais recente álbum será o ponto de partida para estes concertos que incluem também temas inéditos do seu repertório e passam ainda pelos trabalhos anteriores – “Movimento” (2013) e “Clave Bantu” (2011).

O Teatro Tivoli BBVA será a primeira sala a receber o espectáculo, a 14 de Outubro, seguindo-se a Casa da Música, dia 15, o Auditório do Conservatório de Música de Coimbra, dia 27, e o Teatro Micaelense, no dia 29. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

14 de Outubro 2016 | 21.30h

 

Casa da Música / Sala Sugia (Porto)

15 de Outubro 2016 | 21.30h

Álbum "Royal Fado" de Yolanda Soares já à venda…

A cantora Yolanda Soares junta-se à harpista da casa Real de Inglaterra no seu novo disco "Royal Fado" inspirado em Óperas de Amália. Pode-se dizer que este álbum da cantora Yolanda Soares segue as pisadas do seu primeiro “Fado em Concerto” lançado em 2006 pela Universal. Inspira-se novamente em Fados Amalianos (sua grande influência dentro do Fado). Mas numa época muito específica da carreira de Amália, onde o Fado sofreu uma “transformação”, quer com a escolha de autores mais eruditos (como Camões por exemplo) quer pelas melodias mais complexas e elaboradas (principalmente as do compositor  Alain Oulman).

777.jpgNessa época os guitarristas tinham alguma dificuldade em abordar tais fados, e em tom irónico diziam: “... lá vai ela para as óperas...” . Foi exactamente este termo que serviu de inspiração para todo um conceito onde Yolanda Soares recria alguns fados Amalianos dando-lhes o carácter romântico da ópera e acrescentando também sonoridades da World Music (Flamenco, Tango, Oriental etc...). 

 

Reconhece-se na artista uma capacidade de criar, inovar e trazer sempre alguma surpresa nos seus projectos e este não é excepção. Sendo cantora de profissão, ela é também autora, compositora e directora artística da empresa de organização e produção de espectáculos “By the Music” produções. Ou seja, o projecto desta empresa, há 15 anos que são imaginados e criados por ela, e ela própria considera-se muito mais uma artista do que meramente cantora. Não gosta de ser catalogada provando-o por diversas vezes, nos seus projectos, que não se resumem a um estilo musical apenas. Gosta de fusões musicais e artísticas no geral e serve-se da sua base assente na música clássica e no canto lírico para “tocar” outros universos musicais. “Royal Fado” é isso mesmo. Uma inspiração artística e musical que começa no Fado, é envolvido de música clássica e ainda ornamentado com estilos da dita “World Music”. Onde o Fado é Rei inspirando tudo o resto, e onde o povo ascende ao trono com este estilo musical tão representativo de um sentimento. De uma alma. De um País. É por este facto que Yolanda Soares apresenta agora, como single deste CD, e como primeira abordagem deste conceito, um Fado que Carlos Paião fez para Amália intitulado de “ O nosso povo”.

 

Para Yolanda Soares os fados mais arrojados de Amália não são de todo diferentes da ópera, já que na sua essência comportam uma carga emocional, um virtuosismo vocal e uma complexidade melódica que se poderia quase associar a árias de Puccini ou Verdi. A uma época romântica e virtuosa. Não é de todo atrevido dizer que Amália é a nossa Callas do Fado. Yolanda decidiu abordar os Fados de Amália escolhendo a Harpa como instrumento “chave” para esta abordagem, onde pretende unir o Fado a uma linha de época mais romântica e também do universo world music.

 

Neste trabalho Yolanda Soares associa o Fado à nobreza não esquecendo que a monarquia também tem e teve um peso fundamental na estrutura arquitectónica e cultural de Portugal. Na procura de todo este universo, Yolanda Soares decidiu convidar uma artista muito especial. Artista oriunda do País de Gales (ao qual a Harpa está muito associada), a conceituada e ex harpista oficial da casa Real Inglesa Claire Jones, que dá esse toque necessário de romantismo e nobreza, e que juntamente com a nobreza de “toque” da guitarra Portuguesa de Custódio Castelo e os arranjos do percussionista e compositor Chris Marshall cruzam as fronteiras da distância e acrescentam aos Fados Amalianos uma sonoridade única. Ancestral, romântica, mas também  tradicional, universal e moderna.  É um trabalho que passa as fronteiras do tradicional. Vai além de conceitos estanques e abrange universos muito generalizados

Whitney, KING e Joana Barra Vaz no Vodafone Mexefest

O Vodafone Mexefest está aí à porta e o cartaz continua a crescer em diversidade estética e com nomes de diferentes geografias e universos musicais. Hoje anunciam-se mais três convidados: Whitney uma das bandas do momento, o trio feminino KING e a talentosa Joana Barra Vaz.

GLAM - Whitney.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Fazedores de um rock clássico, os Whitney são apaixonados pelo formato analógico. O disco de estreia, “Light Upon the Lake”, tem um tempero retro, mas que não despreza a inclusão de elementos da pop mais atuais. A gravação de “Light Upon the Lake” contou com a colaboração do líder dos Foxygen, Jonathan Rado. Os Whitney, naturais de Chicago, vêm ao Vodafone Mexefest num registo inédito, para apresentar os seus temas de uma forma mais crua e nua, num ressoar acústico.

 

As norte-americanas KING são um trio feminino formado por Paris, Amber Strother e Anita Bias. Produzem os seus temas e têm a capacidade de criar um som único e inovador, reinventando o R&B e a soul com uma pop onírica e levitante. O trio de Los Angeles é um dos mais refrescantes e excitantes projetos da atualidade. Estrearam-se em formato LP em 2016 com “We Are King”, um disco que caiu nas graças de publicações como a Rolling Stone, Pitchfork, NPR, Billboard, The New York Times, SPIN e The FADER. Também já conquistaram o reconhecimento de artistas tão célebres como Erykah Badu, Solange, Nile Rodgers, Sam Sparro, Janelle Monáe ou Questlove.

 

A portuguesa Joana Barra Vaz é uma das mais talentosas escritoras de canções do nosso país. Apresentou este ano “Mergulho em Loba”, o primeiro longa-duração em nome próprio e a continuação da trilogia “f l u m e” iniciada com o EP “Passeio Pelo Trilho” de 2012. Eletrónica e folk em doses imaculadas e numa harmonia perfeita.

 

Já confirmados:

Baio, Bruno Pernadas, Céu, Diamond D & Large Professor, Digable Planets, Elza Soares, Gallant, Howe Gelb, Joana Barra Vaz, Kevin Morby,  KING, La Dame Blanche, Mallu Magalhães, Mike El Nite & Nerve, NAO, Sunflower Bean, Talib Kweli, TaxiWars, The Invisible, Whitney

Beefeater In-Edit … Festival Internacional de documentários Musicais

Beefeater In-Edit é um Festival Internacional de Cinema Documental dedicado exclusivamente à Música. O evento decorre em Barcelona entre 27 de Outubro e 6 de Novembro, e este ano apresenta uma extensão em Madrid entre 3 e 6 de Outubro.

in.jpegO Festival Beefeater In-Edit acaba de anuncia a programação completa e horários para a extensão em Madrid. De 3 a 6 de Novembro vai ser possível assistir a uma selecção de 10 documentários (três filmes por dia), que incluem obras de autores Espanhois e internacionais, bem como um destaque aos 40 anos da “invasão Punk” (com a presença do realizador, David Álvarez), “The Filth & The Fury” e “Rude Boy”. “Ray Range & The Clash”. Este aniversário acontece com a colaboração especial do British Council

 

Eat That Question - Frank Zappa in His Own Words” será o documentário que inaugura o Festival, dia 3 de Novembro.

Completam a programação “Geometría del Esplendor” (com as presenças de José Ramón da Cruz - realizador e Pablo Cerezal - Produtor), “Blur: New World Towers”, “Strike a Pose” (historia dos bailarinos que acompanham Madonna na “Blond Ambition Tour”), “Gimme Danger” (Filme de Jim Jarmusch sobre os The Stooges) e “The Sad And Beautiful World of Sparklehorse”.

Rogério Charraz apresenta novo single e próximos espectáculos…

"Não tenhas medo de... aparecer!" é o mote do espectáculo em que Rogério Charraz apresenta ao vivo as canções do seu mais recente disco. As próximas apresentações serão no dia 22 de Outubro, no Cineteatro Municipal D. João V (Damaia) e no dia 29 de Outubro no Cineteatro João Mota (Sesimbra).

Para além de "Não tenhas medo do escuro", o Cantautor revisita também os seus dois primeiros discos, "A Chave" (2012) e "Espelho" (2014), num novo formato trio que conta com Paulo Loureiro nos teclados e no clarinete e Carlos Lopes no acordeão.

ch.jpgEsta digressão assinala o lançamento do novo single: "Erro no Sistema". É o terceiro tema a ser promovido nas rádios e televisões, e tal como os anteriores conta com uma inspirada letra do jornalista José Fialho Gouveia, que volta a socorrer-se das novas tecnologias para falar de Amor..

 

Cineteatro Municipal D. João V (Damaia)

22 de Outubro 2016

 

Cineteatro João Mota (Sesimbra)

29 de Outubro 2016

Lisboa Design Show… Trends LXD

O LXD é o maior evento de design realizado em Portugal, para as áreas de equipamento/produto (casa e lifestyle), moda (vestuário, joalharia, calçado e outros acessórios), interiores e visual e afirma-se como a única plataforma de excelência para a promoção do design nacional, ao serviço de jovens designers e criadores, instituições de ensino, marcas emergentes e startups.

lxd7_01.jpgAlém da área de exposição, apresenta uma agenda dinâmica ao longo dos cinco dias de evento, com workshops, conferências e desfiles de moda.

 

Desfiles Trends Lxd / 8 Outubro

16h00 | Ana Paula Allen

16h15 | Francisco Braga Da Cruz

16h30 | Liliana Alves – Jewelry

16h45 | New Karma

17h30 | Asha-All Shoes – Adaptable + Piursa Clothing

17h45 | D’ornellas Boots

18h00 | Paula Falcão

18h15 | Quarteirão Das Artes: Gproject(S) + Su Jewerly Design + Fashion Factory

18h45 | Arlãni

19h10 | By Luis Nogueira

19h25 | Capote’s Emotion

19h50 | Carola & Borralho

20h05 | Najha

20h20 | Flora Silva – Felt Connection

20h35 | Made 4 You

20h50 | Sara França

21h15 | Costura Feliz

21h30 | Snug

21h45 | Vestidos De Sonho

 

Organização: Lisboa Design Show

Auditório: Sofalca – Pavilhão 2