Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

Mucho Flow com cartaz fechado…

Depois de três edições, o Mucho Flow regressa em força para mais um sprint musical, dia 8 de Outubro, no CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura de Guimarães.

Mais de 12 horas de música, onde se juntam, agora, à electrónica saturadíssima de Blanck Mass, à pop elaborada de Nite Jewel ou à versão em loop dos Memória de Peixe, o rock em noise dos Bo Ningen, os cancioneiros pop de Captain Boy (na fotografia), Lourenço Crespo e Sallim, passando pela sonorização visual de Radioscope#2 e a pósfesta de sempre de DJ Lynce, num total de 13 nomes que vão definir a nova pop.

GLAM - Captain Boy.jpgDepois de apresentar nomes como Girl Band, Bitchin Bajas, Amen Dunes ou Filho da Mãe & Ricardo Martins, o Mucho Flow regressa última remessa de confirmações que define o evento como uma paragem obrigatória. As actuações têm início às 15h, na rua junto ao CAAA (Rua Padre Augusto Borges de Sá) e continuam a partir das 18h até noite dentro nos dois palcos interiores.

O Mucho Flow volta, assim, a proporcionar, em primeira mão, oportunidades para ouvir os próximos lançamentos de Joana Guerra, Toulouse (ambos a sair pela Revolve), Naked, Nite Jewel, Memória de Peixe ou Bruxas/Cobras, novo projecto de Ricardo Martins e Pedro Lourenço.

 

Cartaz completo:

 

Bo Ningen... Taigen Kawabe, Yuki Tsujii, Kohhei Matsuda e Monchan Monna são os quatro elementos desta banda japonesa formada em Londres que traz a Guimarães o seu poderoso noise rock no ano em que lançaram “Kizetsu No Uta/I Live in Paris”.

 

Sallim... Com uma voz límpida e vigorosa, Sallim (Francisca Salema) partilha a sua procura constante de um lugar certo no mundo, entre letras tenras de vivências e angústias suasm em músicas que evocam viagens de comboio à beira-Tejo. “Isula” - o seu primeiro longa-duração, editado pela Cafetra – é uma obra una e circular de canções cuidadas das quais se fica cúmplice num ápice. A voz é acompanhada pela guitarra e por sons de objectos quotidianos, aos quais se juntam os arranjos de guitarra do músico e amigo Yan-Gant Y-Tan.

 

Captain Boy é o alter-ego de Pedro Ribeiro. É um puto com pés grandes, vagabundo com voz rouca e guitarra que canta histórias que transcendem o tempo. A sonoridade ferrugenta acompanha-o em todas as actuações, remenentodo-nos para um ambiente intimista, como se estivéssemos a bordo de um barco imaginário. Lançado em Abril deste ano, “Tango” é o primeiro single do seu primeiro álbum que será lançado em breve, sucessor do primeiro EP, editado em 2015, e que atingiu o primeiro lugar do top da plataforma Tradiio.

 

Lourenço Crespo. Fazendo parte de projectos como Kimo Ameba, 100 Leio, Éme, Iguanas, desta vez Lourenço Crespo apresenta-se a solo, com muitas qualidades na bagagem. Aprendeu com B Fachada, com quem já tantas vezes trabalhou, aprendeu com as colegas Pega Monstro ou com Éme - a quem ofereceu as linhas de teclado que arquitectam a maior parte do “Último Siso” - e, em “Nove Canções”, tudo parece fácil para ele. Uma actuação que será só dele, mas partilhada com todos nós.

 

Joana Guerra.... Voz e violoncelo. Voz doce em cima do som do violoncelo, desenhando sons leves, frescos, doces e bons, que tanto parecem versões frágeis e acústicas de melodias pop, como arrojadas estruturas de câmara contemporâneas. Com músicas compostas e interpretadas por Joana Guerra, na voz e no violoncelo, o seu álbum de estreia - “Gralha”, editado em 2013 - contou ainda com a participação de Ricardo Ribeiro, nos arranjos para clarinete baixo e de Monsieur Alix Sarrouy e Nuno Moura, autores das letras de dois temas.

 

Radioscope#2 de Jorge Quintela, depois de Radioscope#1, Jorge Quintela traz-nos a sequela do projecto de modulação de vídeo analógico através de frequências audio. Formado em fotografia e audiovisual, Jorge Quintela trabalha em cinema como realizador e director de fotografia, tendo sido premiado em alguns festivais nacionai e internacionais e apresenta, no Mucho Flow, o seu universo paralelo com uma instalação vídeo e uma performance de música experimental.

 

DJ Lynce, Com uma flexibilidade felina em cada set, DJ Lynce (Pedro Santos), membro do colectivo Faca Monstro, tem a missão de encerrar o Mucho Flow 2016, à semelhança do que aconteceu em todas as edições anteriores. Saltitando sabiamente entre o techno, o house, o noise e ritmos quentes, haverá festa até desligarem a electridade, literalmente.

 

Nite Jewel, Projecto a solo de Ramona Gonzalez – volta a Portugal, no âmbito do novo trabalho “Liquid Cool”, lançado em Junho pela Gloroette Records. Depois do muito bem recebido “One Second of Love”, lançado em 2012, o novo disco é composto por nove temas produzidos inteiramente por Nite Jewel, que exploram a solidão num mundo super lotado e desconectado e vêm de Los Angeles até Guimarães para entrarem de uma forma incisiva nos ouvidos e nas mentes de cada um de nós.

 

Memória de Peixe estão de volta com “Himiko Cloud” (com selo Cultural Trend Lisbon), depois de excelentes críticas nacionais e internacionais ao primeiro disco. O novo álbum, a ser lançado em Outubro, é uma viagem cósmica inspirada num espaço remoto e misterioso do cosmos, levada a cabo por Miguel Nicolau (guitarra) e Marco Franco (bateria) e será apresentado em ante-estreia no Mucho Flow.

 

Bruxas/Cobras, o mais recente projecto do músico e designer Ricardo Martins (Adorno, Cangarra, Filho da Mãe, Jibóia) e do músico e ilustrador Pedro Lourenço (Sei Miguel). O tema “Mandrake” desta dupla de bateria e baixo integrou a edição deste ano da compilação “Novos Talentos FNAC” e está a ser preparado um álbum para ser editado ainda este ano.

 

Blanck Mass, projecto a solo de Benjamin John Power dos Fuck Buttons que conta com dois discos editados pela Sacred Bones, mais notoriamente o “Dumb Flesh”, um dos álbuns mais aclamados de 2015.

 

NAKED, trio escocês de pop experimental, com o muito antecipado primeiro longa duração a ser lançado em Setembro foi produzido por Paul Corley (que também trabalhou com Oneohtrix Point Never, Ahnoni e Ben Frost). Estreia absoluta em Portugal.

 

Toulouse... Os putos vimaranenses trazem novamente o seu indie surf ao festival onde deram o primeiro concerto e serão certamente catapultados para o resto do país, com o primeiro álbum a sair Setembro com o selo Revolve.

 

Criado pela Revolve, em 2013, de forma independente, contando agora com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães, pretende celebrar a autenticidade e experimentalismo de culturas e movimentos emergentes no mundo da música, associando-se a bandas e editoras mais estabelecidas ou mais marginais nacionais e internacionais. Amen Dunes, Girl Band, Circuit des Yeux, CAVE, Bitchin' Bajas, Filho da Mãe & Ricardo Martins, são alguns nomes que já passaram pelo festival ao longo das suas edições.

 

A Revolve é uma editora e uma promotora musical criada em 2009 sediada em Guimarães. Focada em promover eventos de música independente, ao longo dos sete anos de existência conta com uma série de iniciativas com um denominador comum: a preocupação pela inovação estética e artística, quer a nível de sonoridades, quer a nível de formato de eventos. Para além do Mucho Flow, são exemplo o Indiesciplinas, Soirée, e Agora Aqui.

 

Os bilhetes, já à venda em ticketea.com, custam 10€.

Os concertos no palco exterior são de acesso gratuito.

 

Tindersticks regressam já em Outubro a Lisboa, Coimbra e Porto…

Após os já anunciados espetáculos em Lisboa, a 26 de Outubro (Teatro Tivoli BBVA), e no Porto a 29 (Casa da Música), os Tindersticks realçam a sua relação especial de longa data com o público português avançando com um concerto em Coimbra, a 27 de Outubro, no Convento São Francisco.

GLAM - Tindersticks.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Com um disco recente altamente elogiado pela crítica, a banda de Stuart A. Staples tem assim três espetáculos agendados em Portugal agora em Outubro. Editado em Janeiro, “The Waiting Room” apresenta-se como um marco na carreira da banda, não só numérico (é o 10ª álbum) mas também musical e criativamente. É o primeiro álbum de estúdio depois do aclamado “The Something Rain” (2012) e é também o mais ambicioso, diverso e elaborado que ouvimos dos Tindersticks nos últimos anos.

 

“The Waiting Room” conta com participações especiais de Jehnny Beth, vocalista das Savages e de Lhasa De Sela - cantora e amiga de Stuart Staples falecida em 2010 - num dueto particularmente tocante. Em duas décadas de existência (o disco estreia é de 1993), os Tindersticks estabeleceram-se definitivamente como mestres da contenção e da poética emoção humana e apresentam neste disco e nestes concertos algumas das melhores canções da sua carreira.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

26 de Outubro 2016 | 21h30

 

Convento São Francisco (Coimbra)

27 de Outubro 2016

 

Casa da Música (Porto)

29 de Outubro 2016 | 21h30

SOJA de regresso a Portugal com novo disco “Live In Virgínia”…

Dos SOJA (Soldiers of Jah Army) tudo já se disse, mas nada soa redundante. São um dos melhores coletivos reggae da atualidade e fazem de cada concerto uma enorme e espetacular celebração. Aos elogios da crítica, junta-se a onda imparável promovida pelos fãs que os acompanham devotamente. Os números não enganam. No facebook são seguidos por 4,5 milhões de pessoas, no YouTube têm mais de 300 milhões de visualizações.

soja.jpgNo próximo dia 3 de novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa, os SOJA trazem um disco fresco e acabado de ser editado. Chama-se “SOJA: Live In Virginia”, e resulta de um concerto realizado em Arlington, no espaço de eleição dos norte-americanos, o Wolf Trap. Todos os clássicos da banda podem ser ouvidos no registo, dos mais antigos aos que incluem o último de originais e nomeado para um Grammy, “Amid The Noise And Haste”. Mais, na rodela vem também um tema inédito chamado “Morning”.

Quem os conhece sabe o que esperar…. comemoração, competência artística e mensagens onde a esperança e a fé no futuro são recorrências cantadas e tocadas num contentamento desmedido. O reportório é vasto cheio de hinos. A banda liderada pelo compositor/vocalista/guitarrista Jacob Hemphill é incrível e ao vivo capaz de uma dedicação e entrega raras.

 

Para se juntar à festa, a dupla lusa Supa Squad. Constituídos por Isaac “Zacky Man” Rosário e Marley Rosário, o par, talentoso e criativo, produz, compõe e canta temas que têm elevado os Supa Squad ao grupo exclusivo e coroado dos melhores do dancehall português e europeu. Ambiciosos, querem fazer-se notar além das fronteiras do velho continente, e singles como “Top General” fazem acreditar nas suas pretensões.

 

Campo Pequeno (Lisboa)

3 de Novembro 2016 | 21.00h

“O tempo é o meu lugar”… Ney Matogrosso atento aos Sinais (Reportagem)

Falar de Ney Matogrosso é falar da história da MPB Brasileira. O cantor natural de Mato Grosso, aos 74 anos, é a prova viva dessa história.

Foi em 2013 que Ney Matogrosso apresentou pela primeira vez o espectáculo “Atento aos Sinais”. Acima de tudo é um espectáculo, aquilo que Ney traz a palco durante 90 minutos, é muito mais que apresentar um conjunto de canções.

ney01.jpgComo um Rei sentado no seu trono espelhado, o cantor transporta toda a sua jovialidade em palco junto de um público que fica rendido às suas canções e sobretudo às suas ‘performances’. Ao longo desses 90 minutos, Ney faz um balanço, por vezes estranho, da sua carreira musical, das suas loucuras, desejos e desaires. Fala da vida e da hipocrisia da mesma, questiona-se sobre o seu futuro e dispensa o discurso politico a que tanto se apegava nos anos 70. Ney vê sua tranquilidade como reflexo da maturidade.

 

A sua música traduz as suas origens, interior do Brasil mas com uma abrangência cultural que se excede para além das fronteiras de Vera Cruz. O Samba, esse sim, esta presente, nem que seja em forma de Blackberry (de Rafael Rocha e Alberto Continentino), mas faz parte da sua viagem musical. Caminha pelo ‘choro’ de cariz mais tradicional, atravessa o psicadelismo em palco, num dèjá vu aos anos 70 do século XX, e alia-se à electrónica, nem que seja para mudar de ‘vestes’ a meio do ‘show’. Peculiar e metódico, cada momento em palco é programado, não descura os detalhes e não perde tempo com discursos de ocasião.

ney03.jpgA sensualidade é a sua imagem de marca. Nem os seus 74 anos parecem atrofiar o seu corpo, o seu culto pelo desejo e a sua própria imagem em “Amor” ou em “Não Consigo”.

Ney canta várias gerações em palco, de Arnaldo Antunes com “Rua da Passagem”, a abrir de forma magistral o espectáculo, passando por Paulinho da Vila em “Roendo as Unhas”, sem esquecer os novos valores da música Brasileira como Criolo em “Freguês da meia noite”, onde o negócio do sexo é trocado pela paixão do amor.

ney02.jpgBem disposto em palco mas parco em palavras, aposta nas canções para transmitir a sua imagem, levando-o a uma curta incursão pela sala em ritmos de samba, levantando um público que ansiava por energia com “Todo mundo o tempo todo”.

Regressa para um encore recuperando um clássico de 1973, “Amor” do grupo Secos & Molhados, mantendo a linha inicial do espectáculo em deixar de parte os grandes sucessos e apostando na sua própria escolha. Encerra com “Beijos de imã”, o único tema de sua co-autoria numa despedida fria mas simbólica.

ney04.jpgFoi assim no Coliseu na noite de Domingo. Amanhã e quarta feira Ney Matogrosso leva o seu “Atento aos Sinais” ao Casino do Estoril.

 

Reportagem: Sandra Pinho

Fotografias: Paulo Homem de Melo

Concerto Solidário APCL - Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa

O concerto solidário que a Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa (APCL) está a organizar no dia 17 de Outubro, no Teatro Armando Cortez, pelas 21h30, tem como principal objectivo dar a conhecer a actividade da instituição e apelar a uma maior participação de todos. Para dar voz a esta causa, juntaram-se os fadistas: Ricardo Ribeiro e Carla Pires, a cantora cabo verdiana Lura, Mafalda Sacchetti, Paula Sá, The Guest e o Grupo de Dança de Moscavide. A apresentação fica a cargo das actrizes Carla Andrino e Sofia Nicholson.

888.jpgEste concerto serve também para assinalar o Dia da Paralisia Cerebral que se celebra a 20 de outubro. Esta data visa desmistificar alguns preconceitos e mostrar à sociedade os problemas e desafios que sofrem diariamente as pessoas com paralisia cerebral, assim como as suas famílias. São seis as palavras que identificam o trabalho da APCL: Reabilita, Ensina, Ocupa, Forma, Apoia e dá um Lar.

 

A APCL ajuda pessoas com paralisia cerebral e suas famílias desde 1960. Surgiu através de um grupo de pais que precisava de assistência para o desenvolvimento das capacidades dos seus filhos, por parte de técnicos especializados, para os desafios que a paralisia cerebral apresenta.

 

Ao longo destes 56 anos de actividade, foram muitas as crianças e adultos que a APCL acompanhou. E trabalha para, continuamente  encontrar soluções à medida das necessidades que vão surgindo. Em Lisboa, iniciou-se com o Centro de Reabilitação, ao qual se seguiu a Escola de Ensino especial, o Centro de Actividades Ocupacionais, o Centro de Formação Profissional, o Apoio Domiciliário e os Lares Residenciais. Mais recentemente foram criadas respostas de Hidroterapia, Hipoterapia, Creche e Residência Autónoma. A APCL acolhe mais de 450 pessoas em 5 Equipamentos situados em Lisboa, Odivelas e Oeiras.

 

A instituição tem apostado na abertura à comunidade através de parcerias a nível local, nomeadamente com grupos de jovens que acompanham as actividades ocupacionais e também com idosos do centro dia que partilham actividades desportivas. Estas ações têm contribuído para uma maior integração social dos utentes, e para uma partilha de recursos e desenvolvimento de actividades conjuntas. O contributo da APCL para melhorar a vida destas famílias é constante, e as respostas aos desafios que surgem tendem a a ser inovadoras mas sempre adequadas a cada caso, com vista ao desenvolvimento das suas capacidades, à concretização de um projecto de vida, e ao pleno exercício da cidadania.

 

Teatro Armando Cortez (Lisboa)

17 de Outubro 2016 | 21.30h

Jorge Palma & Sérgio Godinho… “Juntos” Finalmente (ou enfim) “juntos”

Dois nomes maiores da música reúnem-se em palco para um espetáculo especial concebido em conjunto. Inédito! - Ainda que ao longo das suas carreiras se tenham cruzado inúmeras vezes, nunca o propósito havia sido este: “juntos”.

Juntos, porque se apresentam num espetáculo uno, ainda que idealizado a dois, para ser o melhor de dois… num. Juntam-se as ideias, as viagens e as histórias feitas canções. Junta-os a música, a estrada, os palcos, o público e a vontade de escrever, cada um a seu jeito, cada um com tanto jeito, a liberdade.

juntos_Jorge_Palma_Sergio_Godinho.jpgphoto: Promo /DR

 

Juntam-se também aos músicos - aos que nasceram com a sua música e também aos que com ela cresceram. Juntam-se a Pedro Vidal, Nuno Rafael, João Correia, Sérgio Nascimento, João Cardoso e Nuno Lucas.

 

Fórum Municipal Luisa Todi (Setúbal)

5 de Outubro 2016 | 21.30h

“Confidências“ de Viviane ao vivo em Coimbra…

Viviane apresenta o seu espectáculo “Confidências“ desta vez em Coimbra, no dia 13 de Outubro no Conservatório de Música de Coimbra  integrado nas “Quintas do Conservatório de Música”.

No seu concerto, Viviane convida-nos para uma viagem através das suas memórias pessoais e musicais onde têm encontro marcado canções profundas e sentimentais, e temas alegres e divertidos em que o público é frequentemente convidado a participar.

GLAM - Viviane.jpgphoto: Sergio Magalhães

 

Viviane - voz

Tó Viegas - guitarra portuguesa

João Vitorino - guitarra acústica

Filipe Valentim - teclados

 

Convidados especiais:

João Gentil

Anaquim

 

Conservatório de Música de Coimbra

13 de Outubro 2016 | 22.00h

“A Vida de X”… o regresso de Miguel Ângelo (Quarteto)

Depois de ter lançado em 2013 "Branco” com o carimbo da editora do Porto Porta-jazz, o seu álbum de estreia como líder e compositor, o contrabaixista Miguel Ângelo, apresenta agora em 2016 o seu segundo trabalho "A Vida de X”, novamente com o selo da porta-jazz.

Miguel Ângelo mantem a formação em quarteto com os seus habituais companheiros: João Guimarães, Joaquim Rodrigues e Marcos Cavaleiro.

a4270794983_10.jpgEste seu segundo álbum "A Vida de X ", é constituído por dez composições inspiradas em personagens fictícias ou em histórias imaginárias ou reais a que o quarteto deu vida e espera que cada ouvinte crie a sua própria visão e, desta forma, ganhe uma nova vida.

"A Vida de X " não é uma simples vida, é um emaranhado delas!...

Para além das músicas, o disco contém um livro com uma ilustração por tema. As ilustrações são da autoria de Maria Mónica (faixas 5 e 10), José Rui Coelho (faixas 2, 3, 6 e 9) e Inês Coelho (faixas 1, 4, 7 e 8).

Estarrejazz na sua 11ª edição…

Desde 2005 que o Cine-Teatro de Estarreja acolhe, anualmente, o Estarrejazz – Festival de Jazz de Estarreja. Acontece no início do outono, com um cartaz composto por concertos de grandes músicos contemporâneos. Ao longo de 10 edições o Estarrejazz recebeu nomes como Maria João, Bernardo Sassetti, Mário Laginha, André Fernandes, Nelson Cascais, Carlos Barretto e Carlos Bica, sem esquecer a presença de luxo de Kurt Elling.

Em 2013 o festival lançou a sua própria orquestra. A Big Band Estarrejazz, (na fotografia) resultado dos workshops e masterclasses promovidos durante o festival, reúne jovens músicos e teve a sua estreia na 8º edição. Uma extensão da marca Estarrejazz, mas também uma montra viva da qualidade dos jovens músicos da Região de Aveiro, que tem andado em digressão pelo país.

GLAM - Big Band Estarrejazz.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Em outubro de 2016 celebra-se o 11º Estarrejazz no Cine-Teatro de Estarreja, onde o universo do improviso encontra um novo fôlego e dimensão. Entre 6 a 15 de outubro, o jazz invade o auditório principal do Cine-Teatro de Estarreja para 6 concertos, sempre às 21h30.

 

O contrabaixo será um gigante desta edição, com homenagem a um dos seus maiores embaixadores Charles Mingus pelo The Mingus Project (7 outubro); com o concerto de um dos melhores intérpretes portugueses, o contrabaixista Carlos Barretto, que desta vez pisa o palco estarrejense com Lokomotiv, um dos mais antigos trios do jazz português, com Mário Delgado na guitarra e José Salgueiro na bateria e percussão (13 outubro); e a presença de Zé Eduardo, mais um notável convidado da Big Band Estarrejazz (15 outubro), que no papel de contrabaixista tocou com grandes nomes do jazz internacional, tais como Art Farmer, Kenny Wheeler, Steve Lacy, Harold Land ou Brad Meldhau.

 

O Estarrejazz assume uma forte componente internacional, reforçada com o trio espanhol de Pedro Calero (8 outubro), inconfundível pela exclusividade e o som do órgão hammond, e o CMS – Colina, Miralta, Sambeat Trio (14 outubro) que reúne três dos mais emblemáticos jazzmen no panorama europeu. A edição de 2016 do Estarrejazz abre com a Big Band e Coro do Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian (6 outubro).

 

Programa

- Quinta 6, 21h30 Big Band e Coro do Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian0

- Sexta 7, 21h30 The Mingus Project

- Sábado 8, 21h30 Trio Pedro Calero

- Quinta 13, 21h30 Carlos Barretto - Lokomotiv

- Sexta 14, 21h30 CMS - Colina, Miralta, Sambeat Trio

- Sábado 15, 21h30 Zé Eduardo + Big Band Estarrejazz

 

Lançamento de "Dia 3"… a música de estreia da one-man band… Ana

Ana é a repetição e a inversão…

Ana é a mudança e a evolução…

Em Outubro de 2016 mostra a sua primeira música, “Dia 3”, a 3 de Outubro, onde desafia as potencialidades de uma só guitarra na forma audaz como manipula as dinâmicas acústicas.

ana.jpgO primeiro disco "Abril" será lançado em 2017 pela Planalto Records.

 

"Quente & Frio"… novo single e novo vídeo do projeto Mão Verde de Capicua & Pedro Geraldes

“Mão Verde” é um disco-livro para crianças de Capicua e Pedro Geraldes nascido de um concerto no São Luiz Teatro Municipal e editado agora pela Norte Sul… Como costumamos dizer, é um lisco-divro que, sendo para crianças, não se quer infantil.

maoverde_miguel%20refresco_1.jpgO disco tem música do Pedro e lengalengas da Capicua. O livro tem as letras ilustradas por Maria Herreros e muitas notas didáticas, escritas com a ajuda do agricultor Luís Alves, que ajudam a aprofundar o conteúdo das canções. Ter a mão verde é ter um jeito especial para as plantas. O talento de cuidar e fazer crescer! O mesmo que se celebra nesta dúzia de canções solarengas e delicadas, que nos chamam à atenção para o verde em redor, para as verduras no prato e para o fértil imaginário dos verdes anos.

 

O single que assinala o lançamento chama-se "Quente & Frio" e fala sobre o aquecimento global e a importância das estações do ano. Com ternura, a voz acompanha uma divertida trama de guitarras de inspiração havaiana que culmina num final festivo e dançante! É que o assunto é sério, mas saltitar também é muito importante!

O video que acompanha o tema tem ilustrações de Maria Herreros e animação de Alice Eça Guimarães e foi feito para verdes e maduros que queiram cantar connosco: Cantiga, cantilena, ladainha, lengalenga, libélula, libelinha, crisálida, borboleta!

Porto acolhe concerto dos 35 anos dos históricos Death in June

O inglês Douglas P. vai regressar aos palcos portugueses, desta vez com paragem única no Porto, a 3 de outubro, numa digressão europeia que assinala os 35 anos do histórico e marcante projeto Death in June. Numa noite que promete deixar memórias, no Hard Club, devem soar hinos do neofolk como “But, What Happens When the Symbols Shatter?”, “Fall apart” e “Rose Clouds of Holocaust”. Mas “All Pigs Must Die”, “Little Black Angel” ou “She said Destroy” também não deixarão de ser entoados.

Com a habitual máscara branca e envergando camuflados, Douglas Pearce vai fazer viajar o público entre as sonoridades de um projeto nascido em 1981 como um trio. Ao longo das décadas, DIJ evoluiu ao somar colaborações aqui e ali e a construir uma identidade com bases no pós punk, industrial e no folk acústico.

death.jpgNa longa lista de colaborações está David Tibet, fundador dos Current 93, Boyd Rice, John Murphy (Knifeladder), Albin Julius Martinek (Der Blutharsch), Andreas Ritter (Forseti), o pianista Miro Snejdr. A poesia, as reflexões filosóficas, o esoterismo, a religião e as mitologias germânicas e nórdicas são outras marcas profundas nas músicas feitas pelo carismático e polémico vocalista.

Incontornável no género neofolk, a história do projeto inglês também tem enfrentado críticas pelo uso de referências à simbologia da Alemanha nazi. O trabalho de originais, “The Snow Bunker Tapes”, saiu em 2013, e é por agora o último capítulo gravado de um projeto que passa novamente por Portugal.

A abrir o concerto dos Death in June um dos mais talentosos compositores portugueses da actualidade, falamos de Afonso Dorido aka Homem em Catarse.

 

Hard Club (Porto)

3 de Outubro 2016 | 21.30h

Mariza em concerto exclusivo na Rádio Comercial…

Antes de voltar a pisar os palcos dos Coliseus (9 de novembro no Coliseu do Porto; 11 e 12 de novembro no Coliseu de Lisboa), a Rádio Comercial vai receber a fadista Mariza num concerto exclusivo para alguns ouvintes da estação, no próximo dia 8 de outubro, no auditório da Sampaio e Pina.

mariza.jpgO auditório da Rádio Comercial será o palco deste concerto exclusivo e intimista e os ouvintes da estação podem candidatar-se, a partir de hoje, a um dos 5 lugares disponíveis, com direito a acompanhante, e assistir em direto e in loco, basta para isso responder ao passatempo e convencer de forma criativa que são as pessoas indicadas para estar lá. Este concerto exclusivo também pode ser acompanhado em direto no facebook e site da Rádio Comercial, transmitido com tecnologia 360.

 

O passatempo está disponível no site da Rádio Comercial e os ouvintes podem participar até dia 4 de outubro. Os vencedores serão anunciados dia 7 de outubro.

TAU… em Portugal

São muitos os exemplos de criadores que, ao longo dos tempos, procuraram no deserto a experiência do transcendente e a inspiração para a criação artística. É essa a história dos TAU. Foi depois de uma viagem por Wirikuta, o deserto sagrado dos nativos Wixarika, no Norte do México, que o músico nascido em Dublin e fixado em Berlim Shaun Nunutzi (Dead Skeletons) criou os TAU, juntamente com o multi-instrumentista venezuelano Gerald Pasqualin.

tau.jpgDepois do EP “Wirikuta” (2015), lançam agora o primeiro longa-duração “TAU TAU TAU”, com selo da Fuzz Club Records. É esse disco que vêm apresentar pela primeira vez em Portugal, no Sabotage Club, em Lisboa, no próximo dia 8 de Outubro (sábado).

No dia seguinte, a 9 de Outubro, actuam em Leiria, n'O Nariz, e a 10 de Outubro, em Vila Real, no Club Vila Real.

E também ele tem uma história, no mínimo, curiosa…

As gravações começaram em Berlim precisamente no dia em que David Bowie faleceu. Conta-nos o próprio Shaun Nunutzi:

Though sad, for us it was a very good omen to start that day. There was a silent euphoria in the room, like being at the wake of an old friend with your closest friends. We made an altar for him for the huge inspiration that he was which stayed there until we finished the recording”. Composto por 9 temas, a folk psicadélica de “TAU TAU TAU” conta com a participação de Knox Chandler dos Siouxsie And The Banshees, Earl Harvin dos Tindersticks, Nina Hynes, Miss Kenichi, entre muitos outros..

 

Sabotage Club (Lisboa)

8 de Outubro 2016 | 23.00h

 

O Nariz (Leiria)

9 de Outubro 2016

 

Club Vila Real (Vila Real)

10 de Outubro 2016 | 22.30h

 

 

“Abril” dos Ararur… um laivo de Primavera em pleno Outono

Depois do sucesso estrondoso de “Ela”, os Ararur estão de regresso com o primeiro single do seu novo trabalho. “Abril” é uma majestosa amostra do que encontraremos no seu novo disco, que será editado ainda este ano com o selo da Music For All.  Este novo disco será o sucessor do registo de estreia, editado em 2013, que lhes valeu inúmeros elogios e distinções, em Portugal e um pouco por todo o mundo.

Após a conclusão do curso na Escola Superior de Música de Lisboa, o guitarrista e compositor António Miguel Silva foi aceite na primeira edição das residências artísticas do Músibéria – Centro Internacional de Músicas e Danças no Mundo Ibérico (Serpa), vendo assim o seu CD ser financiado pela União Europeia e pela Câmara de Serpa. Durante os primeiros sete meses de 2013 foram trabalhados os temas e o conceito do grupo a que chamou Ararur.

Ararur_promo.JPGphoto: Promo /DR

 

Para a gravação do CD convidou os seus amigos e antigos colegas de curso: Ângela Maria Santos, cantora com a qual trabalha desde longa data e em quem confia para escrever as letras dos temas, João Capinha nos saxofones, Francisco Brito no contrabaixo e João Rijo na bateria.

A música que criam em conjunto junta melodias com as quais as pessoas se conseguem identificar, letras em português, ambientes e sonoridades da world music e uma liberdade para cada um se exprimir no seu instrumento que nos remete para o jazz e para a música improvisada.

Em 2013 editaram o seu primeiro álbum homónimo, ano em que foram também seleccionados enquanto Jovens Criadores do Ano pelo Clube Português de Artes e Ideias, sendo escolhidos para representar Portugal na VI Bienal de Jovens Criadores da CPLP, em Salvador da Bahia, Brasil. No ano seguinte conquistariam dois prémios no 13th Independent Music Awards, entre eles o de Melhor Álbum de Jazz Vocal, eleito segundo um painel de ilustres figuras ligadas ao mundo do espetáculo e das artes.

Para 2016 preparam a edição de um novo trabalho discográfico a ser lançado com o selo da Music For All.

Daniel Lima estreia-se em Portugal…

O músico brasileiro Daniel Lima vai estrear-se nos palcos portugueses já no decorrer do mês de Outubro!

Depois dos singles “Just Because” e “Last Forever” agora é a vez de escutarmos ao vivo as canções que compõem “Inside My Dreams”, o seu primeiro álbum de longa-duração, que tem o selo da Music For All.

Daniel Lima_ Flyer Showcases

As cinco datas que perfazem esta digressão pelas FNAC lusitanas são uma oportunidade única para confirmar os ecos que nos chegam do Brasil e que colocam Daniel Lima entre os nomes mais promissores do pop/rock brasileiro da actualidade.

 

O músico apresenta-se ao vivo nas seguintes datas e locais:

8 Outubro -  FNAC / Alegro Alfragide

8 Outubro -  FNAC / Oeiras Parque

9 Outubro -  FNAC / Almada Forum

14 Outubro -  FNAC / Vasco da Gama

15 Outubro -  FNAC / Armazéns do Chiado

Jorge Palma comemora 25 anos de "Só" em 5 espectáculos especiais

Jorge Palma anuncia uma data extra para o Centro Cultural de Belém, a 29 de Novembro, passando assim a cinco os espectáculos de comemoração dos 25 anos da edição de "": dias 28 e 29 de Novembro no CCB, em Lisboa; dia 1 de Dezembro na Casa da Música, no Porto; dia 6 no Convento São Francisco, em Coimbra; e dia 10 no Teatro das Figuras, em Faro.

O 25º aniversário da edição do meu álbum “Só” – piano e voz captados em simultâneo, composto por 17 canções interpretadas ao vivo em estúdio, como num recital mas sem público – serve de pretexto para estes espectáculos especiais, no mesmo formato, onde espero reencontrar o público que me tem acompanhado”, descreve Jorge Palma.

so.jpg” é um espectáculo ímpar, especial e intimista, despido de todos os arranjos, à semelhança dos temas que fazem parte desta obra, um dos discos mais importantes da história da música portuguesa.

Em palco, Jorge Palma, só, ao piano. Nada mais. Um verdadeiro reencontro com a essência do músico.

 

Editado em 1991, pela Polygram, “” é composto pelas mais emblemáticas canções de Jorge Palma que, 25 anos depois, continuam a fazer parte dos alinhamentos dos concertos e do imaginário de várias gerações. “Estrela do Mar”, “Frágil”, “Bairro do Amor”, “Terra dos Sonhos”, “Deixa-me Rir” e “Só” são algumas das canções que nunca deixamos de ouvir.

 

Sem nostalgia, por que são muitos os motivos para festejar, o músico convida os fãs para estes concertos de celebração: “Como sempre, conto com a vossa presença e com o vosso entusiasmo”, conclui Jorge Palma.

Em 2017…. Deolinda nos Coliseu

Quatro anos depois, os Deolinda estão de regresso aos Coliseus. Voltam finalmente aos palcos onde foram felizes, às salas que representam um marco histórico no seu percurso e no da música portuguesa. Apresentam "Outras Histórias" e encerram as celebrações de uma década de carreira, com quatro álbuns editados.

foto.jpgA banda chega às mais prestigiadas salas do país no início do próximo ano, após o ter percorrido de norte a sul com "Outras Histórias", numa das mais bem sucedidas digressões nacionais de 2016. São mais de 50 concertos, a maior parte esgotados - onde se incluem os dois espectáculos de apresentação do novo álbum, em Lisboa, no Teatro Tivoli BBVA, e no Porto, na Casa da Música. Em paralelo, os Deolinda vão somando concertos em importantes salas e festivais internacionais.

 

"Outras Histórias" foi lançado em Fevereiro deste ano e ocupou o nº1 do Top Nacional de Vendas durante quatro semanas consecutivas. Atingiu a marca de Ouro e caminha agora para a platina, com três singles lançados: "Corzinha de Verão", "A Velha e o DJ" e "Manta Para Dois". O álbum foi unanimemente elogiado pela crítica, com o Público a escrever: "'Outras Histórias' é um dos melhores álbuns da música popular portuguesa da última década."

 

O concerto no Coliseu dos Recreios acontece dia 28 de Janeiro e no Coliseu do Porto a 4 de Fevereiro. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

 

Dan Costa distinguido nos Global Music Awards

O pianista/compositor Dan Costa foi distinguido com a medalha de prata dos Global Music Awards, pelo seu primeiro álbum de instrumentais “Suite Três Rios". Gravado este ano no Rio de Janeiro, no Brasil, o álbum traz oito composições inéditas e contou com a participação de nomes de peso da música brasileira como Jaques Morelenbaum (violoncelo), Ricardo Silveira (guitarra), Marcelo Martins (sax alto e tenor), Rafael Barata (bateria/pandeiro), Vittor Santos (trombone), Alberto Continentino (baixo), Teco Cardoso (sax barítono), Marcos Suzano (percussão) e Leila Pinheiro (voz).

untitled.jpgO título do disco foi inspirado no “encontro das águas” na Amazónia, marcado pelo encontro do Rio Negro com o Rio Solimões, e faz o paralelo com a história de vida do pianista/compositor. Segundo o próprio, “é um olhar sobre o universo rítmico brasileiro, com ligação ao jazz e à música clássica”, géneros musicais que desde cedo influenciaram a sua formação enquanto músico, autor e compositor. O álbum conta ainda uma outra história. Segundo Dan, este álbum reflecte a sua ligação à natureza.

As suas origens são reflexo da confluência de culturas no contexto europeu, algo que se reflecte na sua abordagem à composição musical.

 

Nascido em Londres, onde morou até aos nove anos, Dan Costa é descendente de pai português e mãe italiana. Passou grande parte da vida em França, onde estudou piano clássico durante seis anos na Academia de Música Rainier III no Sul da França e na Academia International d’Été de Nice, bem como no Aurora Music Star Festival, na Suécia. Conquistou, ainda, um diploma de mérito em “modern music performance” no Sir Paul McCartney’s Liverpool Institute for Performing Arts no Reino Unido. O seu interesse pelas suas raízes latinas manifesta-se através da sua paixão pelo jazz, o que o levou a estudar na ESMAE - Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo, no Porto, onde se graduou em piano jazz e ganhou o prémio do Rotary Club como melhor aluno da escola. Durante este curso, ganhou uma bolsa de estudo na UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas, onde aprofundou os seus estudos sobre música erudita e música popular brasileira.

 

O CD está disponível em várias plataformas, como o iTunes e Amazon, e já alcançou o primeiro lugar nas vendas Jazz no iTunes e o TOP 10 dos mais vendidos no iTunes Portugal.