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Glam Magazine

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Rocky Marsiano inaugura a pista de dança do Theatro Circo

O dia 7 de outubro ficará na memória naquela que será a noite mais quente de outono com a presença do produtor Rocky Marsiano na arena de dança que será preparada no pequeno auditório do Theatro Circo. Às 21h30, sobem ao palco, para além de Rocky, o veterano artista de hip-hop Melo D (voz), Toni (percussão), Irina Leite Velho e Marisa Paulo (bailarinas) e Rodrigo Pereira (VJ).

ROCKY MARSIANO (imagem 1)

Rocky Marsiano não é o eterno lutador de boxe, mas o luso-croata conhecido também por ser o Dj/MC D-Mars, que muitos provavelmente o conhecerão por ter integrado o coletivo histórico de Lisboa – Micro (conhecido também por Microlândia) autores do clássico do hip-hop português “Respeito”, onde juntava nomes como Nelassassin, Sagas e D-Mars.

O percurso de Marsiano já é consideravelmente longo, tendo passado numa fase inicial pelo hip-hop como vimos, mas é com o nome de Rocky Marsiano que o produtor luso-croata produz quatro trabalhos entre os quais se incluem os “The Pyramid Sessions” (2005 e 2015), “Outside the Pyramid” (2009), “Back To The Pyramid” (2010) e “Music For All Seasons” (2013), navegando muito pela funk, jazz e música brasileira.

 

A partir de 2014 um raio estelar africano invade Rocky e é com as edições de “Meu Kamba" (2014) e “Meu Kamba Vol. Dois” (2016) que começa a invadir os melhores e maiores festivais da europa. Residente em Amesterdão, Rocky já percorreu toda a Europa e em Portugal apresentou-se recentemente nos festivais e em clubes como o Lux Frágil, Festival MED e Alive. Estes dois últimos trabalhos exploram as raízes africanas de Angola, Cabo Verde e Moçambique, semeando a pista de dança com musicalidade semba, funaná e timbila.

 

Theatro Circo (Braga)

7 de Outubro 2016 | 21.30h

 

Korn regressam a Portugal em 2017…

Os Korn acabam de anunciar uma digressão europeia que vai passar por Lisboa no dia 15 de março de 2017, com um espetáculo único no Campo Pequeno. É o regresso a Portugal depois do concerto na edição deste ano do Rock in Rio – Lisboa.

A digressão, que terá como mote a apresentação ao vivo do novo disco “The Serenity of Suffering”, conta com os convidados especiais Heaven Shall Burn e Hellyeah. O novo disco dos Korn chega às lojas já no próximo dia 21 de outubro e o primeiro single “Insane”, que já está disponível, mostra a banda em grande forma. Os bilhetes para o espetáculo estão disponíveis para compra a partir de hoje, dia 1 de outubro, nos locais habituais.

DSC_0417 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Pioneiros de um dos estilos musicais mais populares do final dos anos 90 e início dos anos 2000, o Nu-metal, os Korn saíram do underground diretamente para as posições cimeiras dos TOPs mundiais e são hoje a maior referência do género. Em Portugal, os Korn construíram uma consistente base de fãs que os acompanha desde os primeiros discos. “Korn”, “Life is Peachy”, “Follow the Leader” ou “Issues” são alguns dos álbuns da banda californiana que marcaram toda uma geração e serão revisitados no concerto em Lisboa, juntamente com os novos temas.

 

Os Heaven Shall Burn e os Hellyeah acompanham os Korn nesta digressão e fazem deste concerto um verdadeiro clássico para os fãs de metal, dia 15 de março de 2017

 

Campo Pequeno (Lisboa)

15 de Março 2017

Nite Jewel + Migas na ZDB

Como as genuínas, Ramona Gonzalez continua a seduzir, a surpreender e dar-nos insistentemente mais razões para voltar a ela. Para quem se enamorou no já distante ano de 2009 com o seu disco inaugural “Good Evening”, tem sido sido uma relação longa com as necessárias mudanças e transformações. Houve entretanto outros intervenientes no seu percurso, gente talentosa como Dâm-Funk, Julia Holter ou Droop-E – todos eles de galáxias diferentes, e porém nenhum deles realmente alheio ao conceito de pop segundo Nite Jewel. Mas há quase sempre uma pedra no caminho e a sua passagem pela editora Secretly Canadian revelou-se, de acordo com a própria, algo tóxica do ponto de vista criativo. Visões díspares e supostas pressões na viragem de rumo musical levaram-na a produzir o álbum mais comercialmente viável até à data. “One Second Of Love” continha as mesmas raízes electro de outros tempos no entanto, onde antes o  florescia o enigmático por detrás da neblina, passou a existir o concreto iluminado pela luz. Dentro de uma noção de uma passagem linguística, não é uma obra que envergonhe embora tal decisão tenha potencialmente afastado ou aproximado ouvidos.

ni.jpgForam precisos quase quatro anos para emergir então o seu sucessor. Curiosamente, ou nem tanto, “Liquid Cool“ representa um ponto de regresso ao que se poderia agora denominar de raízes. O ritmo das composições volta a diminuir, as melodias recuperam o veludo perdido e a voz de Gonzalez reencontra-se com uma melancolia contemplativa by night. Recorda em muito a magia que nos fez aproximar dela em “Good Evening”. Momentos como “Was That A Sigh” tomam-nos a mão para uma pista de dança esquecida, centrando-se nessa essência absoluta de Nite Jewel: pop de baixa fidelidade, orgulhosamente fora de horas. Durante estes nove retratos de “Liquid Cool”, pisca-se o olho ao italo-disco em câmara lenta e trinca-se a orelha ao R&B de descendência estelar. De certo modo, é um ciclo que se completa, um ouroborus que se revela.

 

Galeria ZDB (Lisboa)

4 de Outubro 2016 | 22.00h

Modalisboa Together apresenta… Workstation

Está a chegar ModaLisboa Together.

Juntos celebra-se os 25 anos de vida e de moda com a imagem de um país que mudou e continua a querer mudar. Em outubro, junta-se os criadores, os produtores e os espetadores. Todos são convidados a ser atores e protagonistas deste evento onde serão apresentadas as coleções para o verão 2017. Mas não só…

Como sempre acontece na ModaLisboa, há muitas histórias que se contam para além do óbvio, muitos intérpretes inesperados que desfilam fora da passerelle, longe do olho comum e da luz natural. É esse blind spot da moda que se regista em Workstation, onde é dada carta branca a três profissionais para através da fotografia sintetizarem aquilo em que se acredita ser a liberdade das artes e do olhar.

untitled.jpgWorkstation será a realidade visual e o filme mudo da ModaLisboa Together, um diário cromático onde Anna Balecho, Carla Pires e Maria Rita serão livres de roubar os pequenos momentos que fazem a memória da moda durar para sempre. Nesse abrir e fechar de olhos já passaram 25 anos.

 

Fotógrafas Convidadas:

Anna Balecho

Tendo concluído a licenciatura em fotografia em 2010, Anna é hoje uma referência no universo da imagem. Com uma estética e olhar muito próprios, é considerada como "alguém a seguir" na nova era de artistas que usam a fotografia como meio para explorar o mundo.

Colaboradora assídua da Vogue Portugal, que a define como Aesthete, tem várias reviews do seu trabalho em publicações como a Dazed and Confused e a revista Mundo da Fotografia, que lhe dedicou um artigo de oito páginas, entre outros. Neste momento divide-se entre o desenvolvimento de projetos artísticos pessoais, a conclusão do Mestrado em Comunicação Estratégica na Universidade Nova e a execução de projetos artísticos comissionados

 

Carla Pires

Formada em Anatomia Patológica, trocou a prática hospitalar pela fotografia de moda. Ao longo dos últimos anos tem colaborado com publicações nacionais e internacionais como a SABER VIVER, DIVO, DIF, PARQ, entre outras. Tem preferência pela luz natural e o retrato é a sua grande paixão. Atualmente, além da fotografia, exerce funções de direção de arte numa agência de publicidade.

 

Maria Rita

Maria Rita nasceu em 1985 e começou a gastar os seus primeiros rolos ainda com 6 anos. Licenciou-se em Design de Moda na Faculdade de Arquitetura de Lisboa, o que despertou o interesse pela fotografia dessa área. Decide então estudar fotografia e foram estes dois cursos que lhe deram a base para o seu trabalho atual. Depois de três anos a trabalhar em high-end retouching em Londres, regressa a Portugal para se dedicar exclusivamente à fotografia, tendo atualmente trabalhos publicados a nível nacional e internacional. À parte do seu trabalho, usa a fotografia essencialmente como uma extensão de memória. Fotografa tudo, procurando não esquecer.

 

ModaLisboa Together / Verão 2017

  1. 7. 8. 9 Outubro 2016

Pátio da Galé / Praça do Município (Lisboa)

 

Apresentação oficial das Coleções dos Criadores Portugueses. Uma organização conjunta da Câmara Municipal de Lisboa e da Associação ModaLisboa

“The Studio Collection”… a nova caixa que reúne a discografia de Sting em vinil, editada hoje

The Studio Collection” inclui os oito álbuns essenciais do percurso do músico na A&M Records.. “The Dream of the Blue Turtles” (1985), “…Nothing Like The Sun” (1987, duplo LP), “The Soul Cages” (1991), “Ten Summoner’s Tales” (1993), “Mercury Falling” (1996), “Brand New Day” (1999, duplo LP), “Sacred Love” (2003, duplo LP) e “The Last Ship” (2013). No caso dos álbuns “Brand New Day” e “Sacred Love”, esta é também a primeira vez que estes são editados em vinil.

Todos os LPs incluídos nesta caixa surgem com o artwork original, sendo que cada um dos álbuns foi remasterizado nos lendários estúdios de Abbey Road, de forma a garantir uma qualidade sonora excecional.

packsting.jpgFazem parte da caixa “The Studio Collection” alguns dos álbuns e das canções mais icónicos de sempre, incluindo vários temas premiados com prémios Grammy. Desde o revelador “The Dream of the Blue Turtles”, lançado em 1985 e no qual Sting se fez acompanhar pelos melhores músicos de jazz americanos da época num disco carregado de mensagens políticas, até ao mais recente “The Last Ship”, de 2013, onde o músico explora temáticas como o regresso às raízes e a autodescoberta no Nordeste de Inglaterra, “The Studio Collection” revela a escrita de canções meticulosa de Sting, a sua forma de contar histórias evocativa e uma inovação contínua que tem cruzado géneros musicais de forma desafiante ao longo de toda a sua carreira.

 

Desde grandes sucessos como “Englishman In New York”, “If I Ever Lose My Faith In You”, “Fields Of Gold”, “Seven Days” ou “Shape of My Heart”, aos temas politicos como “We Work The Black Seam” e “Russians”, passando pelas influências gospel em “Let Your Soul Be Your Pilot” e “Filler Her Up”, às incursões pelas bossa nova de “La Belle Dame Sans Regrets” e “Big Lie Small World”, até ao hip hop francês de “Perfect Love… Gone Wrong” ou à arabesca “Desert Rose”, "The Studio Collection” combina a amplitude e a força de Sting enquanto compositor, cantor e ativista numa série de vinis de alta qualidade.

 

Cada um dos álbuns que integra esta caixa que hoje chega às lojas também estará disponível individualmente. A caixa “The Studio Collection” não é a única novidade que Sting tem reservada para a rentrée, já que a 11 de novembro vai também editar o seu novo álbum de estúdio, intitulado “57th & 9th”.

Reedição do único álbum dos Temple of the Dog chega agora às lojas

Os Temple of the Dog, o supergrupo de Seattle que juntava Chris Cornell, dos Soundgarden, a Jeff Ament, Stone Gossard e Mike McCready, todos membros dos Pearl Jam, e a Matt Cameron (que já tocou bateria tanto com os Soundgarden como com os Pearl Jam) vão reunir-se e dar a sua primeira digressão desde que se formaram em 1990. Para assinalar a data, hoje é reeditado o primeiro e único álbum dos Temple of the Dog, homónimo, lançado originalmente há 25 anos.

Para esta reedição, o álbum foi novamente misturado por Brendan O’Brien. A reedição será disponibilizada em quatro versões, incluindo uma versão Super Deluxe com quatro discos, um duplo LP, uma versão Deluxe com dois CD e uma versão normal de um só CD. A edição em vinil só chegará às lojas a 11 de novembro.

temple-of-dog.jpgJá a reunião da banda vai realizar-se em novembro, tendo o grupo marcado cinco concertos na na Filadélfia, Nova Iorque, São Francisco e Los Angeles. “Queríamos fazer aquilo que nunca tínhamos feito… Dar concertos e perceber como é ser a banda da qual nos afastámos há 25 anos”, diz Chris Cornell a respeito desta pequena digressão.

 

Os Temple of the Dog surgiram das cinzas dos Mother Love Bone, após a morte do seu vocalista, Andrew Wood, um amigo próximo de Cornell. Na altura Gossard, Ament, também da mesma banda, decidiram recrutar McCready para tocar num par de canções que Cornell compôs em tributo a Wood e que viriam a figurar no repertório dos Temple of the DogSay Hello 2 Heaven” e “Reach Down”.

 

Gossard, Ament e McCready estavam também a formar uma nova banda, que ficaria conhecida como Pearl Jam, sendo que na altura Eddie Vedder entrou em estúdio para fazer coros em três canções dos Temple of the Dog, tendo mesmo feito um dueto com Chris Cornell em “Hunger Strike”, que se tornou um sucesso de vendas. Os Temple of the Dog acabaram por dar poucos concertos, maioritariamente em Seattle, entre novembro e dezembro de 1990. Essas atuações acabaram por se tornaram das mais lendárias na história musical de Seattle. Os concertos que se avizinham este ano assinalam a primeira vez que o grupo dá uma digressão, sendo, por isso mesmo, um momento histórico.

 

 “Isto é algo que nunca ninguém viu”, diz Cornell sobre esta reunião. “Quisemos parar e reconhecer de que fizemos isto e prestar uma homenagem a esse trabalho”