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Glam Magazine

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"Black Bottle" dos Bed Legs está agora disponível em todas as boas plataformas digitais

Os Bed Legs anunciam o lançamento digital do seu primeiro álbum intitulado "Black Bottle".Encontra-se agora disponível em todas as boas plataformas e lojas digitais, em seguimento ao lançamento do álbum em formato CD já este ano.

GLAM - Bad Legs.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Depois do lançamento do primeiro EP “Not Bad” em 2014, “Black Bottle” é o nome do álbum de estreia deste projecto de Braga. O que dá a beber? Um rock que enrola e envolve, concentrado em 9 canções, que contam a história de uma noite estranha naquele bar onde entras enganado, mas do qual não queres sair. Pelo raiar do dia, a garrafa cai ao chão, ou quebra-se para fazer frente a alguém numa rixa que não tem pernas para andar e, seja qual for o sentimento, a cama poderia ser o conforto certo para quem, ao acordar, teria um novo tema para uma nova canção

A quinta edição do Infected Fest acontece de 4 a 6 de Novembro no Popular Alvalade

Há Rock em variadas vertentes, há amor, muita qualidade e intensidade musical, bom ambiente, boas energias e zero motivos para ficar em casa.

iii.jpgA festa arranca no dia 4 de Novembro com os jovens To All My Friends. Oriundos de Setúbal, são umas das novas promessas do Pop-Punk feito por cá. Alternando entre Porto e Londres, Nélson Graf Reis regressa a Lisboa com We Bless This Mess. Desta vez em trio, o inspirador músico promete um alinhamento especial para esta noite, com a certeza de que vamos ficar ainda mais felizes no final.

Vindos de Israel, os Not On Tour são uma estreia absoluta em Portugal, numa data única inserida na digressão ibérica da banda de Tel Aviv. Considerados por muitos uma das novas grandes bandas do Punk-Rock europeu, os Not já têm no currículo três discos fantásticos e passagens pelos palcos principais de alguns grandes festivais, como o Groezrock (Bélgica) ou o PunkRock Holiday (Eslovénia), uma digressão no Japão ao lado de Strung Out e várias tours Europeias. Música rápida e melódica, numa combinação perfeita.

A encerrar o primeiro dia vão estar os já míticos Viralata. Com dois discos na bagagem e o terceiro a ser cozinhado, os Punk-Rockers regressam aos concertos na capital em Novembro, com os clássicos “Estamos Juntos”, “Vai Um Copo”, “Ivone” ou “Carocho”, preparados para serem entoados em uníssono.

 

O Sábado, dia 5, começa com uma banda que teve a honra de partilhar o palco com o mestre B.B. King. Os The Ramblers tocam, como eles dizem, “Gipsy Blues”, com concertos sempre quentes e envolventes.

Poli e Mike têm um longo historial de bandas de qualidade (Devil in Me, Sam Alone e Men Eater são disso exemplo). Em 2015 resolvem, e ainda bem, fazer nascer Correia, nome de banda que é também apelido dos dois irmãos. Em curtos meses, a qualidade falou mais alto e já contam com passagens por festivais como o Sonic Blast, o Vagos Metal Fest e o Reverence Valada, além da primeira parte do concerto de Baroness. De regresso a Lisboa estão também os Fitacola. Com 13 anos de actividade, o currículo da banda de Coimbra é invejável e conta com primeiras partes de nomes como Rise Against, Sum41, Anti-Flag ou Mad Caddies, bem como várias digressões nacionais. O alinhamento no Infected Fest vai ser recheado de clássicos.

A encerrar o segundo dia da festa vão estar os Miss Lava. A já preenchida carreira destes rapazes impõe respeito. Três discos, tours pelo Reino Unido, Espanha e Alemanha, actuações em festivais como o Super Bock Super Rock, Rock in Rio, Vagos Open Air, Barroselas Metal Fest, e primeiras partes de artistas como Slash e Fu Manchu são apenas alguns dos exemplos. Com o novo disco “Sonic Debris”, o mais recente trabalho da banda, podemos garantir que as paredes do Popular vão abanar.

 

O último dia do Infected Fest arranca às 16h00 e começa com Hip-Hop. Gaea é o nome de guerra de Miguel Nómada, Vegan Straight Edge, com forte ligação ao movimento Punk-Hardcore. Com dois EP lançados, a mensagem de Gaea tem uma forte veia ideológica, carregada de conceitos revolucionários. Para ouvir, sentir e analisar.

Com membros de For The Glory, Day of the Dead e Twenty Inch Burial, os Somber Rites resultam da fusão de quatro personalidades, quatro gostos diferentes e quatro mentalidades. Quatro amigos a fazer Hardcore.

Os Shape nasceram em 2009, têm dois EP, um álbum lançado, concertos de Norte a Sul e músicas de cortar a respiração, com melodia e peso. Quem já os viu ao vivo sabe bem da intensidade dos seus concertos. Os Push trazem com eles o ainda recente “This Is Cruel, This Is Life”, segundo trabalho de originais. Hardcore new school misturado com o Metal old school que dá uma intensidade e sonoridade próprias à banda. Depois de partilhar palco com nomes como Madball ou Brutality Will Prevail, estão de regresso ao Popular Alvalade.

O encerramento do dia e do festival fica a cargo dos F.P.M. Com um ano forte de concertos, passagens por festivais como o Casainhos Fest, Hell in Sintra ou Mira Fest e um disco poderoso nas ruas, a banda nascida em Alvalade é sinónimo de trabalho árduo e de persistência. A jogar em casa, para cantar “Pelas Ruas”, “Já Estou Farto” ou “Ordem de Despejo” em uníssono e entre família.

Djavan ao vivo… “Vidas para contar”

Um dos mais proclamados compositores da música popular brasileira, Djavan volta a Portugal em Novembro, para apresentação do seu novo álbum Vidas Pra Contar, 23º álbum da sua discografia. Além de canções do novo disco, aclamado pela Imprensa especializada, o repertório do espetáculo inclui também sucessos antigos, "Flor de Lis", "Linha do Equador", "Lilás", "Eu te Devoro", entre muitos outros. Djavan completou 40 anos de carreira em 2015, ano em que também foi agraciado com o Grammy Latino de excelência musical, em homenagem ao conjunto da sua obra.

Image4.jpgDjavan nos palcos portugueses para celebrar e partilhar a música, a 4 de Novembro no Campo Pequeno e a 6 de Novembro no Coliseu Porto..

 

Campo Pequeno (Lisboa)

4 de Novembro 2016 | 21.30h

 

Coliseu (Porto)

6 de Novembro 2016 | 21.30h

OuTonalidades - Circuito Português de Musica ao Vivo 2016

O circuito português de música ao vivo volta a palmilhar o país de lés-a-lés, através de uma alargada rede de espaços abertos à diversidade das músicas que se fazem em território nacional, mas não só. O OuTonalidades prossegue a sua missão de incentivo à circulação da música ao vivo em espaços de café-concerto, bares associativos ou pequenas salas. É reiterado o reconhecimento da iniciativa entre promotores e artistas que, resistindo aos tempos adversos, continuam a fazer do OuTonalidades uma marca anual incontornável da sua intervenção cultural e artística.

O circuito é coordenado pela d’Orfeu Associação Cultural, em colaboração direta com inúmeros parceiros (Municípios, Teatros, Associações), na consolidação de uma grande rede de programação que junta grupos emergentes e reconhecidos, todos de inegável qualidade, para grandes noites de Outono.

noiserv

photo: Paulo Homem de Melo

 

O 20.º OuTonalidades conta ainda com várias extensões, pontes de cooperação internacional e nacional, fruto de parcerias da d’Orfeu, que reinventa continuamente o OuTonalidades, prosseguindo a sua missão de incentivo à circulação da música ao vivo, num trabalho em rede cujas sinergias extravasam o tempo e os espaços do próprio evento.

 

Calendário de Concertos

29 Setembro 2016 - Kátya Teixeira / Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha)

30 Setembro 2016 - Kátya Teixeira / Espaço d'Orfeu (Águeda)

 

1 Outubro 2016 - Kátya Teixeira / Encontros com a Música (Santa Maria da Feira)

1 Outubro 2016 – Celina da Piedade / Encontros com a Música (Santa Maria da Feira)

1 Outubro 2016 - Kaines / Encontros com a Música (Santa Maria da Feira)

1 Outubro 2016 - Peixe / Encontros com a Música (Santa Maria da Feira)

1 Outubro 2016 - Flak / Encontros com a Música (Santa Maria da Feira)

1 Outubro 2016 – Medeiros/Lucas / Centro de Arte (Ovar)

6 Outubro 2016 – Reportório Osório / Parque Aquilino Ribeiro (Viseu)

6 Outubro 2016 – Korrontzi / Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha)

7 Outubro 2016 – Korrontzi / Parque Aquilino Ribeiro (Viseu)

8 Outubro 2016 – Korrontzi / Cine-Forum (Penedono)

14 Outubro 2016 – noiserv / Centro de Arte (Ovar)

15 Outubro 2016 – Cachupa Psicadélica / Casa do Povo de Santo Estêvão (Tavira)

20 Outubro 2016 – Peixe / Museu Júlio Dinis (Ovar)

20 Outubro 2016 – Sebastião Antunes / Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha)

22 Outubro 2016 – A Charanga / Cine-Forum (Penedono)

22 Outubro 2016 – Golden Slumbers / Centro das Artes do Espectáculo (Sever do Vouga)

28 Outubro 2016 – CoMcORdAs / Borriquita de Belém (Santiago de Compostela - Espanha)

28 Outubro 2016 - Fábio Neves / Espaço d'Orfeu (Águeda)

29 Outubro 2016 – CoMcORdAs / Club Clavicémbalo (Lugo - Espanha)

30 Outubro 2016 – CoMcORdAs / Aturuxo (Pontevedra - Espanha)

 

5 Novembro 2016 - Isabel Vinardell & Isabelle Laudenbach / Centro Cultural Raiano (Idanha-a-Nova)

5 Novembro 2016 – noiserv / Casa do Povo de Santo Estêvão (Tavira)

16 Novembro 2016 - Sampladélicos / Cineteatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

17 Novembro 2016 – Celina da Piedade / Museu Júlio Dinis (Ovar)

17 Novembro 2016  - noiserv / Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha)

18 Novembro 2016 – Serushio / Sala Baranda (O Barco de Valdeorras - Espanha)

19 Novembro 2016 – noiserv / Centro das Artes do Espectáculo (Sever do Vouga)

19 Novembro 2016 – Pedro Mestre / Cine-Teatro de Estarreja (Estarreja)

19 Novembro 2016 – Serushio / O Con Do Moucho (Isla de Arosa - Espanha)

20 Novembro 2016 – Serushio / Pub Gatos (A Coruña - Espanha)

30 Novembro 2016 - [Caméra] / Cineteatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

30 Novembro 2016 – Gileno Santana & Tuniko Goulart / Cine-Teatro de Estarreja (Estarreja)

 

2 Dezembro 2016 - [Caméra]/ Espaço d'Orfeu (Águeda)

7 Dezembro 2016 – Uxía & João Gentil / Cine-Teatro de Estarreja (Estarreja)

9 Dezembro 2016 – Kepa Junkera Trío / Casa do Povo de Santo Estêvão (Tavira)

9 Dezembro 2016 – Songbird / Centro de Arte (Ovar)

10 Dezembro 2016 – Kepa Junkera Trío / V Festival Fora do Lugar (Idanha-a-Velha)

11 Dezembro 2016 – Kepa Junkera Trío / Casa da Cultura (Famalicão da Serra)

15 Dezembro 2016 – César Cardoso Quartet / "Bottom Shelf" / Museu Júlio Dinis (Ovar)

"Isto devia ter um nome"… o disco de Bruno Camilo já disponivel

"Isto devia ter um nome" é a expressão inquietante que intitula o segundo álbum de Bruno Camilo, lançado hoje. O novo álbum nasce na fase de término dos concertos do "Turvo"… Bruno Camilo e os seus instrumentos e ainda aquele ambiente cinza.

a2876205036_10.jpgAo escrever as novas canções o músico transportou-se para uma numa atmosfera, um novo lugar. Juntou-se a João Nunes (guitarra), Zito Tavares (baixo) e Paulo Antunes (bateria) para fazerem parte deste novo trabalho, ao sentir a mudança na expressão e harmonia das novas canções.

Este novo lugar, acompanha a transformação interior, o arrumar a casa, num vaguear por uma linguagem mais clara num deixar a luz entrar. No fundo é a história de alguém, como se cada verso fosse por si só uma fotografia, um momento único, quieto e suspenso; E é desses momentos suspensos, invocando a não necessidade de uma definição, esses momentos ímpares, aquém da capacidade da palavra, que é feito “Isto devia ter um nome”.

 

Vodafone Mexefest… Elza Soares, Howe Gelb e Bruno Pernadas

O Festival que mexe com a cidade faz-se da magia da descoberta. Do novo, mas também de personalidades artísticas icónicas em momentos únicos e oportunidades imperdíveis. As confirmações de hoje para o cartaz do Vodafone Mexefest são exemplo exatamente disso: a lendária Elza Soares, um dos melhores escritores de canções da atualidade, Howe Gelb, e o guitarrista português Bruno Pernadas.

 

GLAM - Howe gelb.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

De Tucson, Arizona, um dos mais reconhecidos e importantes nomes dos géneros Americana ou Alt-Country: Howe Gelb. A sua carreira tem uma história de mais de três décadas, inúmeras edições e é feita em nome próprio, mas igualmente com projetos que criou, de onde se destacam os Giant Sand e Op8. Como nota da importância dos Giant Sand, sublinhar que por lá, de forma flutuante, passaram nomes como John Convertino e Joey Burns (Calexico) e músicos convidados como Victoria Williams, Neko Case, Juliana Hatfield, PJ Harvey, Vic Chesnutt, M. Ward, Isobel Campbell, entre outros. Multi-instrumentista e compositor de excelência, Howe Gelb é um dos melhores escritores de canções norte americanos da atualidade.

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Elza Soares, uma personalidade artística única, icónica e incomparável. Aos 79 anos editou o seu primeiro disco de inéditos, “A Mulher do Fim do Mundo”, mas a sua carreira tem uma história de mais de seis décadas. Irreverente, revolucionária, marcou o seu trajeto musical apoiando sempre causas de forma acérrima, como os direitos das mulheres, dos homossexuais, dos negros, entre outras. Ao samba juntou o funk e outros géneros que, no último disco, a descrevem como uma personalidade genial e lendária, continuando a surpreender na música cantada em português. O disco “A Mulher do Fim do Mundo” foi considerado como um dos melhores de 2015 por muitas publicações da especialidade.

bruno.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Bruno Pernadas, guitarrista lisboeta que trabalha a música de uma forma tão académica quanto desatada, estudou Jazz, técnicas de composição e outros conteúdos. Por isso, o lado técnico e, diríamos, científico da sua obra, tem uma marca estruturada e muito precisa. No entanto, quando o ouvimos ao estrear-se em 2014 com “How Can We Be Joyful in a World Full of Knowledge”, percebemos que em Pernadas há a capacidade de dar soltura às notas, arrumando-as ainda assim com organização preocupada – só ele sabe desta harmonia. Este ano editou dois discos: “Those Who Throw Objects at the Crocodiles will be Asked to Retrieve Them” e “Worst Summer Ever”. O registo “Worst Summer Ever” é todo jazz, “Those Who Throw Objects at the Crocodiles will be Asked to Retrieve Them” afirma-se como uma construção genial a ressoar várias sonoridades, soul, jazz, lounge oriental, krautrock, pop, entre outras.

 

Já confirmados:

Baio, Bruno Pernadas, Charles Bradley & His Extraordinaires, Céu, Elza Soares, Howe Gelb, Kevin Morby,  Mallu Magalhães, Sunflower Bean, Talib Kweli,  Diamond D & Large Professor, The Invisible, NAO, La Dame Blanche, TaxiWars, Gallant, Digable Planets, Mike El Nite

OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro

Vai decorrer entre 6 e 9 de Outubro de 2016 mais uma edição do OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro.

AF_O.F-2016_cartaz_A3_WEB.jpgEsta vai ser a programação completa do Festival:

6 de Outubro 2016

seminário / workshop: PETER KEMBER (SONIC BOOM) (Reino Unido)

Oficinas ADDAC SYSTEM (LISBOA) | 15h00

 

6 de Outubro 2016

concertos: AGUSTÍ FERNANDEZ (Espanha)

Pianista nascido em Palma de Maiorca cujas mãos se libertam das convenções do jazz para tocar o desconhecido e o improviso com uma sensibilidade ímpar que o levou a inúmeras colaborações e a compor afincadamente nos domínios do teatro, da dança e do cinema. Com enorme projecção fora da sua terra natal, Agustí Fernandez tem assinado um trabalho duradouro e sempre pertinente ao longo de mais de três décadas, abençoado por encontros  com gente tão ilustre quanto Derek Bailey, Joe Morris, Mats Gustaffson e com alguma regularidade com Evan Parker – tendo inclusivamente gravado com o trio que se encontra também neste Out.fest e em discos a solo onde alinha o movimento irascível de Cecil Taylor com o decoro desafiante da música contemporânea, foi estudante de Iannis Xenakis, numa linguagem plena de urgência e compromisso.

 

concertos: LÊ QUAN NINH (França)

Lê Quan Ninh é um percussionista francês activo enquanto intérprete no plano da música clássica contemporânea, bem como um agente dinâmico no mundo da livre improvisação, em que se estabeleceu como um aclamado solista e muito requisitado colaborador. Graduou-se com distinção no Conservatoire de Versailles e formou em 1986 os Quatuor Hêlios, que até à sua extinção em 2012 interpretou ao vivo e gravou, entre outros compositores, as peças para percussão de John Cage. Atua regularmente em formações que integram a música improvisada acústica e electroacústica com outras disciplinas como a arte performativa, a dança, o cinema experimental ou a fotografia. Tem uma vasta discografia em CD publicada em diversas editoras e lançou em 2014 o livro “Improviser Librement. Abécédaire d’une experience”.

 

concertos: JAMAL MOSS, ORPHY ROBINSON, YAW TEMBÉ & EVAN PARKER (EUA, Reino Unido, Portugal)

Jamal Moss irá actuar no Sábado dia 8 como Hieroglyphic Being, a sua alteridade operante na música electrónica de dança, uma referência consistentemente persistente e influente desde finais da década de 90 principalmente no que são as bases, margens e utopias deste campo cultural. Nesta noite, o norte-americano aceitou o convite do festival para com uma formação portentosa e em estreia absoluta canalizar as suas celebradas incursões pela música tocada e improvisada ao vivo, sob o signo do free jazz e de fusão e da sua devotada relação pessoal com a música e obra de Sun Ra. Com ele estarão Orphy Robinson, vibrafonista e multi-instrumentista britânico de descendência jamaicana, o saxofonista Evan Parker, e Yaw Tembe, trompetista nascido na Suazilândia e radicado em Lisboa há já vários anos.

Velvet be jazz club / Escola de jazz do Barreiro | 21h30

 

7 de Outubro 2016

workshop: LÊ QUAN NINH (França)

Escola de jazz do Barreiro | 10h30 (grupo 1) / 16h00 (grupo 2)

 

7 de Outubro 2016

concertos: SONIC BOOM / EXPERIMENTAL AUDIO RESEARCH (Reino Unido)

Peter “Sonic Boom” Kember é um instigador e um lendário navegador do psicadelismo no campo do rock, desde que formou os indomáveis Spacemen 3 em 1982. Para além dos concertos intensos que sulcaram memórias e personalidades criativas desde então, tem vindo a produzir uma quantidade muito substancial de música que marcou, indelevelmente, a produção sonora independente dos anos 80 em diante. Ao longo de discos notáveis enquanto Spectrum e Experimental Audio Research (E.A.R.), Kember mantém-se permanentemente na procura de novas formas de comunicação da transcendência, explosão metafísica e comunicação cósmica através de som, de ritual e de hipnose. Na última década tem vindo a ser redescoberto pelas gerações mais jovens também por força do seu trabalho de estúdio com Panda Bear em ‘Tomboy’ e ‘Panda Bear Meets The Grim Reaper’ e de produtor em ‘Congratulations’ dos MGMT.

 

concertos: EVAN PARKER, BARRY GUY & PAUL LYTTON (Reino Unido)

Banda essencial da história do jazz e da música improvisada, há mais de três décadas tem vindo a desenhar, com maior ou menor regularidade de edição discográfica ou actividade ao vivo, novas possibilidades de expressão e de forma em música. Três músicos de absoluta eleição, cada um deles uma sumidade no seu instrumento - Evan Parker em saxofone soprano e tenor; Barry Guy no contra-baixo; Paul Lytton na bateria. Em cada álbum e a cada concerto, utilizam a profunda familiaridade que têm enquanto working band, bem como o facto de continuarem desde sempre a buscar simplesmente o novo, o funcional, mas também o metafísico, a melodia, o ritmo, e as possibilidades e -ausêncio de- limites de todos estes campos, e quaisquer outros que entretanto possam vir a inventar. Virtuosos e humanos em igual medida, a única vez que tocaram em Portugal, no Jazz em Agosto de 2001, deram um concerto perfeito, essa coisa quase impossível de ser avistada. Expectativas muito altas para o regresso desta banda-chave da música instintiva.

 

concertos: KLEIN (Reino Unido)

Klein é uma jovem de 19 anos Nigeriana sediada em Londres que lançou em Fevereiro o seu primeiro disco “Only”, disponível no bandcamp e em pens USB estilo bijuteria em forma de coração pela editora Howling Owl. A sua música é vívida, fluída, insubmissa, diferente, de agora, em forma de peças narrativas abstractas e sucintas de fidelidade caseira que compõe por edição e justaposição de elementos sonoros múltiplos e labirínticos, a maioria registados em gravações aleatórias de momentos da sua vida. O produto estético que entrega não esconde o gosto e o gozo pela história recente da música popular urbana e seus modelos femininos afro-americanos e britânicos, mas há uma particular apetência emocional pela cultura nigeriana de música de igreja, da pregação, da congregação, entretanto já processada e transformada pela suas ideias e sensibilidade artística promissoras.

Auditório Municipal Augusto Cabrita | 21h30

 

8 de Outubro 2016

concertos: HIEROGLYPHIC BEING (EUA)

Singularíssimo produtor de música electrónica e de dança, bem como reputado DJ, Jamal Moss é um músico cujo percurso não encontra paralelo nos meios bem amplos onde tem vindo a funcionar de há quase duas décadas para cá. Filho de Chicago, onde entrou pela primeira vez num clube pela mão de Ron Hardy aos 12 anos, cruza informação artística e humana entre o techno, o house, a electrónica abstracta, o ruído, o jazz (e o free, via Sun Ra) com a maior das naturalidades, funcionando tão bem numa pista de dança mais exigente como no museu de arte contemporânea. Também editor, tendo fundador a importante Mathematics Records, apresenta-se no O.F para duas performances - uma no seu registo mais habitual, para um live set na ADAO a 8 de Outubro; e dois dias antes, no Velvet Be Jazz Club, concentrado no seu trabalho de música improvisada mais ligado ao free jazz e ao seu cruzamento com fontes electrónicas. Uma honra absoluta tê-lo pelo Barreiro em estadia alongada, depois de ter feito parte de uma longínqua edição da nossa instalação interactiva ‘Ouvido Raro’.

 

concertos: TROPA MACACA (Portugal)

A Tropa Macaca são André Abel e Joana da Conceição, sediados em Lisboa e publicamente activos há pouco mais de uma década. A sua música é fruto de uma subjectividade de um casal, tendo sido nomeada após concertos ao vivo como ‘real rock’ em Hamburgo, ‘troço do além’ em São Paulo ou cuspida em cima no finado Espaço - Centro de Desastres nos Anjos Contam com discografia publicada em editoras de música criativa como a Ruby Red, Qbico, Siltbreeze e Software, e editaram este Verão o LP “Vida” na londrina The Trilogy Tapes. Composto por 4 ritos com a sua singular densidade e respiração psicodinâmica, é o novo episódio desta música rica em texturas harmónicas e tremor e balanço mediúnico, uma balada techno infinita composta por frases graciosas em guitarra e paisagem aural tocada por um sistema de electrónica original.

 

concertos: ACID MOTHERS TEMPLE (Japão)

Comitiva lendária da longa tradição de rock psicadélico pesado vindo do Japão, esta turma terrorista positivista é comandada pelo guitarrista eléctrico maior Makoto Kawabata. Fundador dos Mainliner, que produziram o clássico para a eternidade ‘Mellow Out’, que redefiniu o que pode ser o rock apontado para o futuro. Com os Acid Mothers Temple, uma das milhentas designações para este grupo, Kawabata e os seus companheiros de viagem têm feito estrada sem parar há já imensos anos, sendo de há bastante tempo a esta parte uma máquina solar e multicolor da festa rock’n’roll direccionado à estratosfera. Pura alegria e vertigem, de uma das bandas mais respeitadas e reverenciadas desta música em qualquer parte do mundo, acrescentando novos capítulos à bíblia que Hendrix escreveu, e que Haino, Fushitsusha ou Les Rallizes Dénudés ajudaram a completar.

 

concertos: ONDNESS (Portugal)

Projecto actualmente mais evidenciado de Bruno Silva, cada vez mais uma das figuras mais estabelecidas, criativas e activas na comunidade de música independente lisboeta. Com Ondness o Bruno tem viajado regularmente pela Europa em digressões regulares, para além de manter uma atarefada agenda de edição discográfica, em vários selos espalhados pelo mundo. Este seu trabalho particularmente concentrado na criação de ambientes, estados de espírito, ecossistemas e paisagismos, utilizando várias fontes electrónicas, sampling e processamento, teve recentemente parte do seu espólio revistado e reorganizado pelo trio de Gabriel Ferrandini, Hernani Faustino e Pedro Sousa, que apresentaram um show na ZDB que evidenciou as valências de narrativa, construção e composição destas peças misteriosas e estranhas que vai erigindo.

 

concertos: MANUEL MOTA (Portugal)

Manuel Mota é um músico versado em guitarra eléctrica e acústica, licenciado em arquitectura e reservado artista visual (desenhos e vídeo). Com trabalho público desde 1989, o músico avança com a sua hermenêutica para a guitarra tocada em ‘fingerstyle’ em finais da década de 90, radicado na afiliação nos blues e no jazz e após anos de pesquisa e afecto pela música da escola minimalista norte-americana. Fez parte da banda de Sei Miguel por vários anos, filiou-se em formações como os Curia e Rodrigo Amado Wire Quartet, e tem mantido um duo com o baterista Afonso Simões. Nos últimos anos, dividindo o seu tempo entre a Ericeira e Bruxelas, têm rareado os seus concertos a solo por cá, não se ressentindo contudo a publicação discográfica no seu selo editorial Headlights, tendo os seus mais recentes títulos em CD “Sete” e “Exodus” sido lançados faz por agora um ano.

 

concertos: FOODMAN (Japão)

食品まつり a.k.a Foodman a.k.a Takahide Higuci é um produtor de música e artista visual vindo de Tokyo. A sua abordagem renascentista à música é possívelmente o toque mais desconcertante do seu trabalho, lidando ativamente com varias formulações sonóras e generos como o techno, house, pop, footwork, musica concreta, percussão eletrónica crua e uma interpretação criativa e selvática da melodia, harmonia e do timbre. A sua atuação no O.F está integrada na sua primeira tour europeia, depois de lançar o seu trabalho em labels como a Digitalis, Good Enuff, Melting Bot ou Orange Milk, a qual lançou o seu último trabalho, "Ez Minzoku".

 

concertos: VAN AYRES (Portugal)

Van Ayres apresta-se a lançar “Sorry Stars”. Após o que se conhecia dos espectáculos a solo por Lisboa e relatos das suas temporadas a centro-norte na Europa, bem como o trabalho já apresentado pelo duo que mantém com Rabu Mazda, o disco de estreia do jovem Rafael é motivo para ter a nossa máxima atenção. Animado por um cio em estar vivo e poder expressar-se criativamente em qualquer que seja a forma que a sua intuição o guia, a sua música tende a reflectir as suas ideias artísticas e experiência de vida - com o seu quê de delirante, não tanto activista ou corporativa. Nota-se que pensa também sobre a sustentabilidade para o seu trabalho quando comparado com os padrões de produto de consumo cultural em voga, sendo que tem a noção das brechas nos estados das coisas, lugares, regras, e que são essas brechas que aproximam práticas estéticas e sociais no tempo em que vive e que tem para viver.

 

concertos: GUME (Portugal)

Gume é um quinteto formado há cerca de um ano e meio em Lisboa por Pedro Monteiro no contrabaixo, Guilherme Parreira na bateria, Miguel Monteiro no saxofone alto, Yaw Tembe no trompete e André David na guitarra eléctrica. O trabalho da banda arquitecta-se em torno de uma ideia de groove, à imagem de proposições no campo do jazz por Miles Davis, Don Cherry, Ornete Coleman ou Steve Coleman, e atribuem à spoken word um lugar importante no seu vocabulário, evocativa do proto-hip hop dos The Last Poets ou da poesia e tecnologia dub de Linton Kwesi Johnson, na forma como a integram.

 

concertos: LES GRACIES (EUA / França)

Les Graciés é o duo constituído pela francesa Gaël Segalen e o norte-americano Afrikan Sciences, que após cerca de 4 anos de trabalho em conjunto lançaram finalmente há cerca de dois meses o seu álbum homónimo na escocesa Firecraker Recordings. A sua música electrónica exploratória aposta na convergência de fontes inusitadas e formas segmentadas, elegantemente complexa mas alicerçada numa poliritmia de cumplicidades, cujo o tempo está à mercê da improvisação e as mutações em tempo real da arquitectura do groove que sempre procuram. A sua actuação no OUT.FEST decorre de uma residência artística prévia de curta-duração no Barreiro, em que irão captar sons na cidade e em particular na Baía do Tejo, recorrendo também com livre acesso ao arquivo do projecto Sons do Arco Ribeirinho Sul.

 

concertos: POLIDO (Portugal)

Após a estreia com 'Side A' via Bandcamp em 2013, João Polido Gomes teve um primeiro momento de maior revelação aquando do lançamento de 'Plethora' com o apoio do colectivo Monster Jinx, tendo desde então dividido a sua base de trabalho entre o Porto e Lisboa. Com a edição este ano de 'Find Meaning When You Lack Autonomy', Polido dá novo passo seguro na afirmação de identidade e, contrariando a ideia do título, de autonomia, numa nuvem de batidas poeirentas e texturas arenosas criadas a partir de field recordings, como que a unir o sampling pontificado por J Dilla com o funk em câmara lenta de Theo Parrish.

ADAO – Associação Desenvolvimento Artes Ofícios | 21h30

 

8 de Outubro 2016

concerto: ANDRÉ GONÇALVES (Portugal)

André Gonçalves é um artista multimédia sediado em Lisboa, também reconhecido como o inventor e impulsionador por detrás da ADDAC System - Instruments for Sonic Expression, uma das mais prestigiadas produtoras de módulos de sintetizador Eurorack a nível internacional. Possui um currículo amplo nos campos da apresentação de instalações sonoras em contextos expositivos e no de concertos e colaborações ao vivo, e encontramos uma discografia marcante ao reunirmos os diversos pseudónimos individuais e formações colectivas em que se projectou. Lançou o desafiante “Musica Eterna” - cujo próprio nome é todo um programa e descreve maravilhosamente a sua electrónica etérea e de grande beleza - no ano passado, um novo disco a solo volvida uma década, disponível exclusivamente numa app desenhada para correr em iOS (iPhone/iPod touch e iPad) ao qual seguiu este ano “Currents & Riptides” na editora Shhpuma.

Convento da Madre de Deus da Verderena | 17h30

 

BRG Collective cruza artes media este fim de semana no Theatro Circo

Este fim-de-semana, o Theatro Circo receberá o primeiro encontro de um importante cruzamento entre várias artes media. Em palco, o BRG Collective #1 juntará artistas de diferentes áreas, oriundos e residentes em Braga, num encontro onde se celebrará a criação em torno da exploração sonora, da imagem e da arte digital. Este colectivo surge no momento em que Braga prepara candidatura a Cidade Criativa da UNESCO para as Media Arts.

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Programa:

30 de Setembro (Sala Principal Theatro Circo):

- Space Colider - concerto audiovisual

- brg05072016 - concerto audiovisual

- Palmer Eldritch - concerto audiovisual

 

1 de Outubro (Sala Principal Theatro Circo):

- All flesh is grass - concerto audiovisual

- Landforms - concerto audiovisual

 

Sexta e Sábado (vários locais Theatro Circo)

- Manuel Correia – Por outro lado a sombra dita a luz / exposição de fotografia e instalação vídeo – Salão Nobre

- Miguel Ogoshi – In transit on television, tuned to a dead channel / instalação - Salão Fumo Piso 0

- Rui Dias - My Jazz Band / instalação - Salão de Fumo

- Instituto Politécnico do Cávado e Ave / projeção de filmes de animação e exposição de trabalhos – Sala 2

 

Lisbon Film Orchestra rende-se aos videojogos

Se no início apenas se ouviam beep-beeps, hoje os videojogos têm bandas sonoras capazes de rivalizar com qualquer hit dos mais famosos músicos do mundo. A par com o desenvolvimento de efeitos cada vez mais especiais, também o cuidado com o som se fez sentir na indústria de videojogos.

Image1.jpgCriado por Tommy Tallarico, multi-premiado compositor para videojogos, Video Games Live é O concerto que reúne os temas dos mais famosos jogos da actualidade. Interpretados pelo coro e orquestra da Lisbon Film Orchestra, com participação especial de Tommy Tallarico na guitarra, e sincronizados com efeitos especiais e sequências de vídeo projectadas, temas de Zelda, Final Fantasy, Kingdom Hearts, Castlevania, World of Warcraft, entre tantos outros, vão desfilar pelo palco do Campo Pequeno.

 

Além dos bilhetes para o espectáculo, estão à venda 30 packs VIP que dão acesso a visita ao backastage antes do concerto, Meet & Greet com Tommy Tallarico, premiado compositor e criador do espectáculo, cartão para download gratuito de Video Games Live: Level 3 album, sticker e pin VGL e uma página da pauta do concerto assinada pelo maestro

Dia 19 de Novembro, vistam-se a rigor para o pre-show cosplay e preparem-se para uma one time life experience com Video Games Live.

 

Campo Pequeno (Lisboa)

19 de Novembro 2016 | 21.30h

Anna Meredith… pela primeira vez em Portugal

Anna Meredith foge dos conceitos tradicionais como gato de água. Em vez de fazer uso de expressões como “dramáticas paisagens montanhosas envoltas por nuvens caóticas”, “viagens e exploração espacial”, “tornados e outros cataclismos climatéricos” prefere como fonte primária de inspiração os “pequenos encantamentos do quotidiano”.

Anna Meredith © Kate Bones.JPGphoto: Kate Bones

 

São precisamente estas finas linhas que permitem a Anna Meredith ligar os diferentes pontos de cada interstício musical. Nas palavras da própria, há um interesse muito maior “em escrever sobre clips do que sobre o amor” e fica horrorizada quando alguém lhe pede para escrever uma sinfonia sobre a guerra. “Prefiro pegar nalguma coisa pequena e escrever a partir daí do que pegar em temas gigantescos e universais”, diz.

Como resultado desta pesquisa criativa, “Varmints” (Moshi Moshi – março de 2016) funciona como uma espécie de “big bang” da imaginação, um disco que explode até à mais ínfima costura – pleno de ideias, intrigante, emocional.

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

10 de Outubro 2016 | 21.00h

Gravações raras dos Queen para a BBC editadas a 4 de Novembro

A ascensão meteórica dos Queen durante os anos 1970 tem sido bastante bem documentada. Desde o gloriosamente ambicioso álbum homónimo de estreia, de 1973, até ao disco que os colocou no patamar dos maiores grupos de sempre, “A Night At the Opera”, de 1975, o grupo percorreu um caminho muito singular, que os tornou numa das bandas mais visionarias, inventivas e carismáticas da sua geração.

Mas existe um outro lado do percurso ascendente dos Queen que se tem mantido em segredo. Entre fevereiro de 1973 e outubro de 1977 a banda gravou seis sessões em exclusivo nos estúdios de rádio da BBC. As 24 gravações que estas sessões produziram incluem versões alternativas do single de estreia da banda, versões inéditas de alguns dos clássicos que se encontram nos álbuns do grupo e até uma versão radicalmente reimaginada de um dos mais conhecidos hinos dos Queen e que até hoje nunca foi editada, nomeadamente de “We Will Rock You”.

Queen-On-Air-6CD-3D-Product-Shot-530.jpgAgora pela primeira vez as seis sessões que os Queen gravaram na BBC serão editadas em conjunto a 4 de novembro, sendo que todas as gravações foram meticulosamente restauradas por Kris Fredriksson, engenheiro de som dos Queen, e masterizadas por Adam Avan, já premiado nos Grammys. “Queen On Air” é o título da coletânea que estará disponível num duplo CD, em triplo LP e numa caixa limitada de 6CD que inclui um CD com gravações ao vivo e três CD com entrevistas feitas na rádio e se tornam essenciais para conhecer profundamente esta fase tão rica do percurso da banda. Esta caixa contém ainda um livreto de 36 páginas.

Queen On Air” é muito mais que um conjunto de gravações raras, é um autêntico retrato do momento em que os Queen se tornaram numa lenda musical.

Graças aos seus álbuns de estúdio e aos seus concertos históricos, o estatuto dos Queen cimentou-se como raros artistas conseguem. Com “Queen On Air” o mundo pode finalmente ouvir e descobrir este lado fascinante do seu legado.

Benshee apresentam o álbum "There's a World Outside That Door" em Outubro…

Os Benshee são de Alenquer e surgiram em 2006. Em 2009 editaram o EP de estreia “Waiting for the Lights”. Em 2016 surge o tão aguardado álbum “There is a World Outside That Door”. São 10 temas rock para ouvir de seguida e que não irão deixar ninguém indiferente.

bbb.jpg“When I’m Gone” é o single de estreia do novo disco que tem data agendada para 7 de Outubro em edição digital.

“O álbum está muito mais rock do que pop, que até aqui marcava mais pontos na nossa  sonoridade. Continuamos numa onda muito "british" com o uso de alguns sons eletrónicos, e os pianos "saltitantes" cheios de efeitos que são já marca do que fazemos continuam presentes.”

 

Os Benshee são constituídos por Diogo Caramujo – Voz, Tiago Caramujo – Guitarra, Hélio Ferreira – Baixo e Paulo Dias - Bateria

Os 250 melhores festivais de música pelos Festival Awards… Há portugueses na lista

O Festival Insights é um projeto que consiste numa publicação online B2B que tem como objetivo principal a comunicação do que ocorre na indústria dos festivais. Embora tradicionalmente inglês e com foco na Europa, esta iniciativa pretende informar sobre todos os festivais ao redor do globo. Criado pelos Festival Awards LTD – os fundadores da prestigiada cerimónia de prémios dos festivais do Reino Unido e da Europa – o Festival Insights disponibiliza, de diferentes formas, toda a informação e as mais recentes notícias sobre esta indústria.

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Durante o mês de setembro, o site publicou um report online com os 250 melhores festivais de música do mundo escolhidos pelos Festival Awards. Este ranking teve como objetivo classificar os festivais consoante o seu tamanho e sucesso comercial. A base de dados utilizada para determinar o ranking foi uma base analisada e estudada pela CGA Strategy durante a época de 2015, que foi por sua vez fundamentada nos seguintes critérios: duração do evento; receita da bilheteira; capacidade e patrocínios.

 

Nesta lista liderada pelos conhecidos Coachella, Glastonbury e Fuji Rock podemos encontrar seis festivais portugueses. Os festivais de terras lusas escolhidos pelos Festival Awards LTD foram o citadino NOS Alive que ocupa o 96º lugar. Mais à frente está o Super Bock Super Rock, que deixou o pó para invandir o Parque das Nações, em 112º. A cultura visionária portuguesa marca presença com o Boom Festival em 114º. O Meo Sudoeste, festival à beira mar com música comercial para massas juvenis, encontra-se em 139º. Quase ao lado deste, surge o festival das coroas de flores e dos curiosos da música mais alternativa, o Nos Primavera Sound em 142º. Vodafone Paredes de Coura, conhecido por ser o habitat natural da música, surge quase no final da lista em 214º.

 

Mais festivais portugueses mereciam certamente estar nesta lista, sendo prejudicados pela dificuldade de comunicação que os próprios têm e no alcançe que o nosso país consegue quando em competição com todos os outros.

 

Fonte: APORFEST

Outonalidades 2016… Kátya Teixeira

Dona de uma voz rara e uma personalidade musical inconfundível, Kátya Teixeira é cantora, compositora, instrumentista e investigadora da cultura popular brasileira.

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Nascida em São Paulo, no seio de uma família de músicos, estreou-se aos 17 anos num festival universitário na sua cidade natal, onde a primeira composição, “Kararaô”, foi premiada. Com quatro discos editados, Kátya Teixeira assina vários projetos culturais de promoção da música popular, tendo recebido, em 2014, o Prémio Brasil Criativo do Ministério da Cultura/Sebrae pelo melhor projeto na categoria Artes e Espetáculos.

 

Cineteatro Alba / Café Concerto (Albergaria-a-Velha)

29 de Setembro 2016 | 22.00h

Placebo celebram 20 anos com nova retrospetiva… “A Place For Us To Dream”

Este ano os Placebo celebram 20 anos de existência com o lançamento de uma nova coletânea de êxitos, “A Place For Us To Dream”, que chegará às lojas a 7 de outubro.

A Place For Us To Dream” inclui vários dos singles que marcaram o percurso de duas décadas do grupo britânico, como “Bruise Pristine”,“Come Home” ou “Teenage Angst”, ou outros que acabaram por definir a carreira da banda, nomeadamente “Nancy Boy”, “Every You Every Me”,“Pure Morning”, “The Bitter End”, ou os mais recentes “Meds”, “For What It’s Worth” e “Too Many Friends”. O álbum inclui ainda o novo single “Jesus’ Son”.

1200x630bf.jpg"A Place For Us To Dream" estará disponível para download no iTunes, sendo que os fãs que a adquirirem no regime de pré-venda recebem gratuitamente o tema “I Know (Version 2008)” e o single “Jesus’ Son”.

 

Os formatos físicos de “A Place For Us To Dream” incluem um livro especial que contém fotografias inéditas da banda, selecionadas por Brian Molko e Stefan Olsdal a partir dos seus arquivos pessoais.

Para coincidir com esta coletânea retrospetiva de 20 anos, os Placebo também vão lançar um novo EP, intitulado “Life’s What You Make It”. O EP inclui o single “Jesus’ Son”, seis gravações inéditas e uma versão do clássico dos Talk Talk Life’s What You Make It”. Todos os temas foram produzidos por Adam Noble, que já tinha trabalhado com a banda no seu aclamado sétimo álbum de estúdio, “Loud Like Love”.

Para assinalar estes 20 anos de vida, os Placebo vão iniciar, em outubro, uma digressão pela Europa que vai passar pela Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia, Rússia, Polónia, Alemanha, República Checa, Croácia, Hungria, Áustria, Itália, Suíça, França, Bélgica, Holanda, Irlanda e Reino Unido.

DNCE anunciam álbum de estreia para 18 de Novembro

OS DNCE, grupo liderado por Joe Jonas (dos Jonas Brothers) são um dos mais recentes fenómenos da música pop e acabam de anunciar o lançamento do álbum de estreia,homónimo, que chegará às lojas a 18 de novembro. O álbum sucede ao EP de estreia, “SWAAY”, lançado em outubro do ano passado, e que colocou o grupo no mapa, muito graças ao grande sucesso “Cake By The Ocean”.

dncealbum.jpgEste verão os DNCE lançaram o single “Toothbrush”, que entrou no top 15 do iTunes nos EUA, tendo também sido incluído na playlist Today’s Top Hits do Spotify, somando mais de 25 milhões de streams em todo o mundo.

Antes de “Toothbrush” o grupo deu-se a conhecer com “Cake By The Ocean”, o multiplatinado single de estreia, lançado no final do ano passado e que rapidamente se tornou numa das canções mais ouvidas do ano, alcançando o  top 10 do iTunes  em mais de dez países e somando  200 milhões de streams, só no Spotify.

 

Este ano o grupo andou em digressão ao lado de Selena Gomez. Os DNCE formaram-se no verão de 2015, liderados por Joe Jonas, que se juntou ao baixista e teclista Cole Whittle (cofundador da banda Semi Precious Weapons), à guitarrista sul-coreana JinJoo (que já andou em digressão com os Jonas Brothers, Carli XCX e CeeLo Green) e ao baterista Jack Lawless, e hoje são um fenómeno pop ao qual ninguém quer escapar.

The Weeknd apresenta… O video de “Starboy”...

The Weeknd acaba de apresentar o seu novo video que é título do seu novo álbum. O sucessor de “Beauty Behind the Madness”, disco que tornou o canadiano numa estrela planetárias e que alcançou os lugares cimeiros dos tops de vendas, tem como título “Starboy”.

starboy.jpgA fotografia desta capa foi tirada por Nabildo Elderkin. No entanto, ainda não foi revelada qual a data de lançamento deste “Starboy”. Apesar da surpresa quanto a este novo projeto, The Weeknd já tinha referido em maio passado numa entrevista à revista Vogue que se encontrava a trabalhar em novas canções para o sucessor de “Beauty Behind the Madness”. 

 

 

Starboy” junta The Weeknd aos franceses Daft Punk