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Glam Magazine

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Manuel Fúria & Os Náufragos… 7 semanas consecutivas no #1 do top da A3-30 e lançam novo single “Aquele Grande Rio”

É hoje lançado “Aquele Grande Rio”, o novo single do disco de Manuel Fúria & Os Náufragos que tem lançamento previsto para o início de 2017. “20.000 Naves”, o single anterior, mantém-se há 7 semanas consecutivas no primeiro lugar do Índice A3-30 da Antena 3. Em “Aquele Grande Rio”, Manuel Fúria & Os Náufragos levam-nos ainda mais longe na demanda de uma canção com a energia espontânea do rock, perfeita e pura, mas que acaba por se entregar, num assomo de desejo e sem oferecer resistência, à sedução pop, que nos dá vontade de parar tudo o que estamos a fazer e simplesmente dançar. E trautear, uma e outra vez, o refrão que se nos entranha, cada vez mais profundamente, a cada nova escuta. Porque é de (mais) uma grande canção que se trata e que faz deste novo álbum de Manuel Fúria & Os Náufragos um verdadeiro tratado de grandes canções.

Manuel Furia Aquele Grande Rio.jpgManuel Fúria, descreve-se a si próprio como "um artista português, um quase cantor, do mesmo modo que poderíamos qualificar o Padre António Vieira como um quase escritor". Começa a sua actividade como cabeça d'Os Golpes, com quem lançou “Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco” (Amor Fúria, 2009) e “G” (Amor Fúria/Valentim de Carvalho 2010/2011), e da Amor Fúria, Companhia de Discos do Campo Grande, fundada em 2008, uma das grandes responsáveis pelo ressurgimento do pop rock cantado em português. Dessa fase destacam-se canções como “A Marcha dos Golpes” ou “Vá Lá Senhora” que incluiu dueto com Rui Pregal da Cunha dos Heróis do Mar. No contexto da editora produziu discos de bandas como os Velhos ou os Capitães da Areia, sendo o mentor desta última.

O seu percurso mais ou menos a solo, porque na companhia dos Náufragos, conta com a edição d'”As Aventuras do Homem Arranha” (FlorCaveira/Amor Fúria, 2008), “Manuel Fúria Contempla Os Lírios do Campo” (Amor Fúria/Valentim de Carvalho, 2013) e a edição limitada “Quatro Canções e Outros Tantos Lugares Comuns” (Amor Fúria, 2014). Destes discos destacam-se canções como “Canção Para o Meu Pai e Para a Minha Mãe”, “Que Haja Festa Não Sei Onde”, “Os Lírios do Campo”, “Canção Para Casar Contigo” ou “Nossa Senhora da Graça dos Degolados”.

Novo álbum de Shawn Mendes “Illuminate”… chega hoje às lojas

Illuminate” é certamente um dos discos mais aguardados do momento e finalmente os milhares de fãs de Shawn Mendes já podem ouvir as novas canções que tem vindo a compor ao longo do último ano. O álbum já alcançou o 1.º lugar do top do iTunes em mais de 60 países, dos EUA ao Reino Unido, passando pelo Canadá, México, Alemanha, Austrália ou Brasil.

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O disco chega hoje às lojas, depois de várias das suas canções terem sido reveladas em primeira mão pelo próprio Shawn Mendes no Madison Square Garden, em Nova Iorque, concerto que esgotou rapidamente.

A revista Billboard escreveu sobre o recente concerto em Nova Iorque: “Mendes dominou o palco do Madison Square Garden apenas com a sua voz e uma guitarra”. Já a Rolling Stone aponta que em breve Shawn Mendes tornar-se-á uma  estrela pop tão grande quanto os artistas que há alguns anos o jovem interpretava nos vídeos que colocava na Internet.

De “Illuminate” faz parte o single “Treat You Better”, uma canção tocante sobre violência nas relações e que chegou ao 8.º lugar do top Billboard Hot 100. “Ruin”, “Three Empty Words” e “Mercy” são outras canções que foram previamente desvendadas deste tão esperado disco.

O músico regressa a Portugal no próximo ano, para um concerto na MEO Arena, em Lisboa, no dia 10 de maio, sendo que os bilhetes já estão à venda.

Circular Festival de Artes Performativas… João Sousa Cardoso

"Os Pescadores" de João Sousa Cardoso é um trabalho metateatral livremente inspirado na obra homónima de Raúl Brandão. Esta nova criação reflecte sobre as narrativas complexas e os códigos da representação, explorando as noções de masculinidade e de género, de trabalho e de sacrifício, de eros e de economia da morte. Se o mundo é governado pelos senhores e pela palavra, que drama é o dos homens intermitentes que circulam entre o mundo dos vivos e o terror da phisys, organizados num espaço incerto, num tempo flutuante e num imaginário que oscila entre as convenções da tradição e os impulsos da sobrevivência? Num diálogo musculado entre intérpretes e encenador, auscultam-se as formas incertas que nascem da experiência do silêncio, do invisível e do recalcado como a da vida no mar.

IMG_7714.JPG“Os Pescadores” assinala, depois de Teatro Expandido!, o reencontro de João Sousa Cardoso com o actor Ricardo Bueno, e o reencontro com o actor brasileiro Vinicius Massucato que protagonizou Na Selva das Cidades, longa-metragem co-realizada com André Sousa, integralmente rodada em São Paulo, no início deste ano.

O espectáculo tem a sua origem numa residência artística nas Caxinas, em Vila do Conde, em Junho e Setembro, no âmbito de Circular Festival de Artes Performativas.

 

 

Circular Festival de Artes Performativas

Rua da Praia (Vila do Conde)

24 de Setembro 2016 | 22.45h

Circular Festival de Artes Performativas… Volmir Cordeiro

A “rua” é abertura para outra rua. A “rua” inventa línguas, tipos; ela abriga os miseráveis e ela empresta a sua cena aos artistas que a tomam como refúgio. A vagabundagem é uma excelente invenção da rua.

A “rua” inventou a classe, a raça, a angústia, o sangue. Da rua ninguém escapa, todo (o) mundo vai à rua. Ela agrupa os homens, as mulheres, as crianças, as manifestações sórdidas. Ela está aí para nós; e nós acreditamos no tornarmo-nos Nós quando nos juntamos nas ruas. Mentira. A rua selecciona, divide, limita, impede, dita.

RUE_© Marc Domage_2.jpegphoto: Marc Domage

 

A “rua” não é a estrada. A rua não quer o mundo, ela contenta-se com a cidade. E na cidade, milhares de poetas. Os poemas, todos pulverizados. As rugas; as ruas são como rugas de um rosto: as ruas do rosto e as rugas do chão da cidade. Se eu digo que a rua tricota com o Céu, eu não exagero em nada. Eles têm, os dois, essa potência incrível de sentir as coisas, os seres, as matérias pobres. A pôr-se a nu.

Esta Rua, que eu pretendo propor-vos, é aquela que sai à caça imparável dos sonhos que os edifícios nos roubaram.

 

Circular Festival de Artes Performativas

Teatro Municipal de Vila do Conde

24 de Setembro 2016 | 21.30h

Fábia Rebordão edita hoje novo disco… “Eu”

Fábia Rebordão é, unanimemente, considerada uma das vozes de referência do novo fado. “Ee”, o aguardado segundo álbum de originais, é editado hoje,  23 de Setembro de 2016, dia em que a Fábia atua também no Caixa Alfama, em Lisboa.

Fabia Rebordao Eu_Capa.jpgEu” foi produzido por New Max (Expensive Soul), Hugo Novo e Jorge Fernando, e conta com fados originais, com a assinatura de nomes como Pedro Silva Martins, Dino D'Santiago, Jorge Fernando, Tozé Brito, Rui Veloso, ou da própria Fábia Rebordão.

Custódio Castelo, nome maior da Guitarra Portuguesa é convidado especial no tema “Alice”, uma composição de Miguel Rebelo, com letra de Rui Rocha.  Destaque ainda para “Pergunta a Quem Quiseres”, uma composição de Alfredo Marceneiro, com poema de Mário Rainho.

Nas palavras de New Max: "Este disco é um glorioso encontro entre a Música Popular Portuguesa e a Soul, de uma forma nunca feita antes.

À excelência dos grandes compositores da actualidade juntam-se a aveludada voz de Fábia Rebordão, para nos presentear com 13 canções de antigamente mas com a actualidade de uma nova geração."

África Aki + Afro Baile

Um dos aspectos que definem Lisboa na sua peculiaridade, enquanto cidade europeia, está presente há décadas aqui, à beira-Tejo, e numa outra forma, há séculos. Desdenhada por uns, admirada por outros, a cultura africana confere a Lisboa um outro colorido. Os africanos, vindos não só das antigas colónias, mas de todo o continente, de Norte a Sul de África, trouxeram consigo a sua cultura. Quem contacta, mesmo que não profundamente, com este universo, percebe a sua diversidade e da sua riqueza. É um privilégio, para quem vive ou visita Lisboa, contemplar e vivenciar a cidade através desta plataforma.

africaaki

A música é uma peça inegociável deste mundo. É ela que terá o destaque principal nos eventos África Aki. Queremos partilhar com todos o que conhecemos melhor: os sons vindos de África, criados aqui ou lá, na sua diversidade. Cada edição inclui um concerto seguido por uma sessão de DJ. O artista convidado, convidará por sua vez os seus amigos - músicos e cantores e, subindo ao palco com eles, prestará tributo à essência desta cidade: ponto de encontros, convivências, diálogos e influências.

 

Neste primeiro evento do Àfrika Aki, foi convidado o musico, cantor, compositor, moçambicano Costa Neto. Considerado por muitos (amantes da musica de África, e critica) como o mais fiel intérprete da música moçambicana a residir na Europa. Costa Neto, vai se fazer acompanhar por músicos de Cabo Verde, Kalu Ferreira, Moçambique, Nandocas, Guine Bissau, Tony Bat, e também pelos interpretes amigos, João Afonso de Portugal, Otis de Moçambique e Ammy Inja da Guine Bissau.

 

Os Celeste Mariposa, duo que nos tem brindados com, os já famosos Afro Bailes, em que desfilam a musica Palop, de excelente qualidade, gravada em Portugal, como nos seus países, desde os anos 60 ate hoje.

 

B.Leza (Lisboa)

29 de Setembro 2016 | 22.30h

Associação de Artistas Músicos e Editoras Independentes promove workshops no Porto pela primeira vez

No dia 8 de outubro realiza-se o primeiro de quatro workshops promovidos pela AMAEI no Porto, na Casa da Música, Sala de Ensaios 10, pelas 15:00.

O Workshop centra-se no tema “Editar um Disco - da Edição de Autor à criação de uma Editora Independente” e conta com uma apresentação realizada pela AMAEI (orador a confirmar) e com a presença de alguns editores independentes nacionais que irão partilhar a sua experiência na área com todos os presentes.

qqwq.jpgA sessão é aberta ao público e tem o custo de 5€ a pagar no local. Os associados da AMAEI têm acesso gratuito.

Os interessados em participar deste workshop devem reservar lugar por e-mail para ana@amaei.org até ao dia 7 de Outubro às 17h, uma vez que o número de lugares é limitado e dependente de inscrição prévia.

Liliana Martins… “Toma Conta de Mim” é o single de apresentação do seu novo disco

"Meu Tempo” é o nome do novo álbum da fadista Liliana Martins, onde a artista faz uma viagem no tempo, e que será editado brevemente. A produção ficou novamente a cargo de Valter Rolo.

2lgopjwmpc7e.jpgToma Conta de Mim” é o single de avanço do álbum, um tema original composto por Manuel Graça Pereira. A escrita esteve a cargo de Cátia Oliveira.

José Cid encerra digressão ARENAS TOUR

José Cid apresenta o último concerto da ARENAS TOUR, dia 30 de Setembro em Vila Franca de Xira, integrado na comemoração dos 115 anos da Palha Branco.

jose cid.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

As canções de ontem, de hoje e de amanhã, farão parte do alinhamento do espetáculo, numa noite que se quer memorável, juntando-se, assim, aos temas que integram “Menino Prodígio”, o último álbum editado em 2015 e temas novos de “Clube dos Corações Solitários”, o próximo disco de originais de José Cid, com data de edição agendada para o inicio do próximo ano.

Integrada na tournée de verão do compositor de renome, ARENAS TOUR passou por algumas cidades do pais e pautou-se por um ambiente de festa, com convidados especiais e um DJ à medida.

António Zambujo lança disco de tributo a Chico Buarque, “Até Pensei Que Fosse Minha”

António Zambujo está de volta aos discos, com o lançamento de um álbum composto somente por canções de Chico Buarque. “Até Pensei Que Fosse Minha” é o título deste disco muito especial do cantor português e será editado no dia 21 de outubro. Do álbum fazem parte algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como “Cálice”, “Valsinha”, “João e Maria”, “Tanto Mar” ou “Geni e o Zepelim”. Além de homenageado, o próprio Chico Buarque colabora com António Zambujo na sua versão da canção “Joana Francesa”. Participam ainda neste “Até Pensei Que Fosse Minha” a cantora brasileira Roberta Sá, que tem uma participação especial em “Sem Fantasia”, e a fadista Carminho, que canta com Zambujo o tema “O Meu Amor”.

zambujochicoooo.jpgphoto: Promo /DR

 

Recentemente, António Zambujo levantou um pouco do véu deste projeto dedicado a Chico Buarque num concerto no 40.º Festival d’Ile-de-France, muito elogiado pelo jornal francês “Le Monde”. O jornal salientou “o requinte, a elegante sensualidade e a grande classe” com que António Zambujo homenageou Chico.

 

Até Pensei Que Fosse Minha” foi produzido por Ricardo Cruz e Marcello Gonçalves, sendo que este último é ainda responsável pela direção musical e arranjos. A direção de produção ficou a cargo de João Mário Linhares. A capa do disco é da autoria da artista plástica, Adriana Varejão.

Além de colaboradores de longa data como Ricardo Cruz (no contrabaixo) e de Bernardo Couto (na guitarra portuguesa), este novo álbum conta ainda com a participação de músicos como o Trio Madeira Brasil, o próprio Marcello Gonçalves no violão de sete cordas, Sérgio Valdeos e Zé Paulo Becker no violão, Ronaldo do Bandolim no bandolim, João Moreira no trompete, Anat Cohen no clarinete, Paulino Dias na percussão ou Marcelo Cadi no acordeão, entre outros.

 

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O disco foi gravado entre estúdios em Portugal (Atlântico Blue, em Oeiras) e no Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro (nos estúdios Visom e Nas Nuvens).