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Glam Magazine

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“The Rolling Stones in Mono” chega às lojas no dia 30 de Setembro

A 30 de setembro será lançada em CD, vinil, digital e em formatos de alta resolução a caixa “The Rolling Stones In Mono” (15 CD ou 16 vinis), que compreende o período discográfico que começa em 1964, com o álbum homónimo, e vai até 1969, com “Let It Bleed”. “The Rolling Stones In Mono” reúne todo o trabalho de estúdio da banda durante os anos 1960, sendo que muitos dos temas serão disponibilizados em mono digitalmente pela primeira vez na história. Durante esta época era dado um grande cuidado ao trabalho de misturas em mono, que vendiam muito mais que as versões stereo dos mesmos discos.

TRS_MB_CD_FC.jpgDividida em 14 álbuns, incluindo “Stray Cats”, uma nova coletânea de singles que não entraram em LPs e temas de EPs, “The Rolling Stones In Mono” contém lançamentos chave das discografias da banda nos EUA e Reino Unido. “Stray Cats”, disponível num só CD ou num duplo LP, acaba por unir muitas das pontas soltas desta fase do grupo. Inclui, por exemplo, duas versões do supracitado “Poison Ivy”, o sucesso “Money” (de Barrett Strong, original de 1959), bem como “Fortune Teller”. Outras raridades incluem “Com Le Mie Lacrime”, uma versão de “As Tears Go By” cantada em italiano, “Stoned” (o lado b instrumental de “I Wanna Be Your Man”) e uma nova versão de “I’ve Been Loving You Too Long”, de Otis Redding.

Em 1967 o stereo acabou por se tornar o formato dominante. Daí que muitas das versões mono dos lançamentos dos Stones do final da década sejam extremamente raras e procuradas pelos fãs, sendo que não foram editadas em todo o mundo. Quando a transição do analógico para o digital se inicio nos anos 1980, com o advento do CD, as versões stereo das canções eram, muitas vezes, as únicas que eram reeditadas em novos formatos. Dos 186 temas que se encontram em “The Rolling Stones In Mono”, 58 são editados pela primeira vez em formato digital (CD / download / streaming).

NAO, Taxiwars e La Dame Blanche no Vodafone Mexefest 2016…

Em novembro, a tradição diz-nos que o festival de música com maior reconhecimento alternativo do momento mora na Avenida da Liberdade e dá pelo nome de Vodafone Mexefest. As mais recentes confirmações para a edição deste ano são NAO, TaxiWars e La Dame Blanche.

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NAO é o alter-ego de Neo Jessica Joshua. Com formação em Jazz, começou nos palcos enquanto backing vocals para nomes como Kwabs e Jarvis Cocker. No entanto, depois de um EP que gerou enorme clamor, os anos de 2014 e 2015 colocaram-na nas bocas do mundo. A sua música tem como base o funk, ao qual Neo junta eletrónica e R&B. O disco de estreia, lançado este ano, é fenomenal e confirma este novo valor da música britânica. Chama-se “For All We Know” e terá seguramente vincado protagonismo no Vodafone Mexefest.

Os TaxiWars resultam das mentes criativas do belga Tom Barman, líder dos dEUS, e do saxofonista norte-americano Robin Verheyen. Ao projeto chegaram depois Nicolas Thys e Antoine Pierre, dois brilhantíssimos músicos belgas. O Jazz é a matriz sonora, mas na música dos TaxiWars podem ouvir-se outros géneros com um travo muito cosmopolita e intenso. Com o disco de estreia homónimo lançado no ano passado, 2016 trará “Fever”, bem a tempo de ser apresentado no Vodafone Mexefest.

Filho de peixe sabe nadar. No sangue de Yaite Ramos Rodriguez corre o de Jesus “Aguaje” Ramos, incrível trombonista e diretor artístico dos Buena Vista Social Club. A herdeira de tão consagrado músico cubano é também ela genial. Compõe, canta, toca flauta e percussões, e como La Dame Blanche oferece música que mistura hip hop, cumbia, dancehall e reggae. Traz-nos “2”, segundo disco de originais que conta com a participação de nomes como Babylotion e Emiliano Gomez (El Hijo de la Cumbia, Ego 360), bem como Philippe Cohen-Solal (Gotan Project) na produção e mistura. A descobrir e a não perder no Vodafone Mexefest

 

Asking Alexandria… no Lisboa ao Vivo em 2017

Não há como negar que a primeira década do novo milénio foi especialmente fértil no surgimento de bandas jovens, fortemente apostadas em respirar um novo fôlego no som pesado e em arrastar para o Séc. XXI uma tendência em que muita gente pensa que já foi tudo inventado. Músicos que cresceram a ouvir nu-metal e metalcore, e que acabaram inevitavelmente por descobrir a música extrema; músicos que, motivados pelas novas técnicas de gravação, pelo incremento galopante de proficiência técnica no universo dos instrumentistas adolescentes e também pelas plataformas de promoção e distribuição online, decidiram pôr mãos à obra para conquistar reconhecimento junto das massas. Para conseguirem fazê-lo foram pelo caminho menos óbvio e, ignorando todas as tendências retro tão em voga nos tempos que correm, optaram por perverter o paradigma, à força de fusões estilísticas que muitos juravam improváveis. Pelo caminho, criaram uma nova tendência e revitalizaram todo o movimento com a conquista de uma base de fãs tão núbil quanto fervorosa.

tty.jpgDesta geração pós-MySpace, que é a geração do Facebook, do Twitter, do Tumblr, do Snapchat e de todas as outras redes sociais que lhes permitiram transformar-se num verdadeiro fenómeno de popularidade à escala mundial num curto espaço de tempo, os Asking Alexandria são, sem margem para dúvidas, uma das bandas que mais furor tem provocado nos últimos anos. Com um contagiante e musculado híbrido de metalcore, rock, punk, pop, pós-hardcore e, numa fase inicial de carreira, uma abundância de texturas eletrónicas, ao longo de uma década o quinteto sediado no Reino Unido assinou uma sequência de cinco álbuns irrepreensíveis, que os viram crescer de uma forma exponencial a todos os níveis e que, na prática, resultaram em milhares de álbuns (só do “Reckless & Wild”, de 2011, contabilizam-se já mais de 21,000 unidades vendidas), numa honrosa entrada na tabela da Billboard e em espetáculos esgotados um pouco por todo o lado, tanto na companhia de outros ilustres da nova vaga, entre os quais se contam os Bring Me The Horizon e Motionless In White, como em nome próprio. É precisamente assim que vão chegar por fim ao nosso país, como cabeças-de-cartaz e com um novo álbum, o explosivo “The Black”, na bagagem, para um concerto único a 4 de Março, no Lisboa ao Vivo.

 

Apesar do percurso relativamente curto e de terem conseguido sempre manter a sua identidade intocada, os Asking Alexandria já passaram por mais mudanças de formação do que muitos projetos com o dobro da longevidade, mas o obstáculo com que se depararam há um ano teria facilmente feito atirar a toalha ao chão qualquer outro coletivo menos determinado. De forma inesperada, corria o mês de Janeiro de 2015 quando o grupo liderado pelo guitarrista Ben Bruce se viu privado uma das suas peças fundamentais, quando o vocalista Danny Worsnop abandonou de forma súbita o projeto. Provando mais uma vez – após a total reformulação do grupo em 2008 – que, em alguns casos, ninguém é insubstituível, não pensaram duas vezes antes de seguirem em frente, criando elos ainda mais fortes com a sua já irredutível base de seguidores ao irem buscar o ucraniano Denis Stoff, um assumido fã dos autores de “Stand Up and Scream”, para o lugar deixado vago atrás do micro. O resultado desta nova vida chama-se “The Black”, foi lançado em Março deste ano e vem provar, como se dúvidas restassem, que – quando uma banda se empenha realmente – nada consegue pará-la.

 

Lisboa ao Vivo (Lisboa)

4 de Março 2017 | 20.30h

Orelha Negra com concertos ao vivo em Setembro

Os Orelha Negra confirmam três novas datas de concertos ao vivo, a primeira em Lisboa, depois no Porto e, por fim, na Costa da Caparica. A banda vai ser os cabeça de cartaz na celebração de aniversário de um dos mais icónicos espaços da noite lisboeta: o Copenhagen Bar, já muito familiar a todos os amantes do estilo hip-hop e rap. O espetáculo começa as 23H00 no dia 16 no Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré.

VPC14.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Já no dia 18 os Orelha Negra vão passar pelo Porto no NOS em D'Bandada, uma festa que assenta arraiais em vários espaços do Porto e que já começou pela cidade invicta. A entrada será gratuita e o concerto começa às 00H30 na Praça dos Poveiros.

A 23 de setembro a banda toca na Faculdade para a Ciência e a Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa, na Costa da Caparica, um concerto que está inserido nas celebrações da Semana do Caloiro de 2016 da faculdade.

Zé Miguel Wisnik em Portugal

Zé Miguel Wisnik estará em Portugal para participar do Festival Internacional de Cultura 2016, organizado em parceria pelo grupo editorial LeYa e pela Câmara Municipal de Cascais.

160917_ZMW_PaulaMorelembaum_Estoril.jpgphoto: Cristina Granado

 

Zé Miguel Wisnik e Paula Morelenbaum apresentam a “Aula-showVinicius e Tom: Palavra e Música com uma seleção de canções de Tom Jobim e Vinicius de Moraes e seus parceiros, entremeadas de leituras de alguns poemas e conversas sobre a vida dos autores e vários assuntos relativos à palavra cantada. Da formação do cancioneiro brasileiro ao artesanato de letra e música; das potências transformadoras da bossa-nova ao debate sobre a “morte da canção”, Wisnik e Morelenbaum cantam, tocam e contam a música e a poesia de Tom e Vinicius, situada por eles no contexto da cultura brasileira hoje, emoldurados pelo piano de Wisnik e do violão de um dos jovens talentos da música instrumental brasileira, Gabriel Improta

 

Casino Estoril

17 de Setembro 2016 | 23.00h

 

Debate: “Que forma de conhecimento nos dá a literatura?”

‘O conhecimento é a única moral do romance’. Esta afirmação de Milan Kundera conduz-nos a um conjunto de perguntas: que forma de conhecimento é esse que o romance nos oferece, num mundo cada vez mais especializado? Haverá também uma moral específica para a poesia e para o ensaio? O escritor escreve sobre o que conhece, ou sobre o que desconhece? O que se aprende através da literatura? Haverá uma verdadeira e uma falsa literatura? O que as distingue? O conhecimento tornar- nos-á mais felizes – faz-nos voar para o céu, como escreveu Shakespeare?

O debate conta com a presença dos escritores Afonso Reis Cabral, Gonçalo M. Tavares, Luísa Costa Gomes, Patrícia Reis e Rui Zink.

Moderação: Inês Fonseca Santos.

 

Auditório Maria de Jesus Barroso (Cascais)
18 de Setembro de 2016 | 19.00h

Dillon… no Musicbox

Desde o lançamento, em 2011, de “The Silence Kills”, que esta brasileira radicada na Europa tem gerado atenção dos fãs dos registos mais etéreos e solitários da pop. Sendo certo que o cruzamento entre electrónica, pop e folk não é novidade, a verdade é que Dillon tem construído um repertório de canções que exploram a sensibilidade pop, a solidão e a plasticidade da voz, em registos que assumem genética confessional e assentam em construções esparsas de piano, percussão, ritmos de footwork e harpas.

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Na mesma noite há actuação de Cachupa Psicadélica.

 

Musicbox (Lisboa)

16 de Setembro 2016 | 23.30h

Macbeth… a carnificina de Shakespeare também pode fazer sorrir

Pode aquele que é considerado o drama mais sangrento de William Shakespeare fazer sorrir?

Se dúvidas houver, a resposta vai ser (re)confirmada já na sexta-feira, 16 de setembro, com a versão “inadaptada” de “Macbeth” que a Companhia do Chapitô apresentará no Teatro Municipal de Matosinhos - Constantino Nery.

A peça, que assinala também a abertura de uma nova temporada teatral em Matosinhos, resulta de uma criação coletiva e conta com a encenação de John Mowat e a interpretação de Duarte Grilo, Jorge Cruz e Tiago Viegas. Intrigado com as profecias de três bruxas e persuadido pela sua cruel e ambiciosa esposa, Macbeth, o general do rei Duncan, lança-se numa jornada sangrenta e louca pelo trono da Escócia. Apenas dois personagens sobreviverão à chacina, à qual, nesta versão, não faltarão os kilts e os microfones.

Macbeth (2).jpgphoto: Mario Abreu

 

Baseada em relatos de guerras entre linhagens da nobreza britânica, “Macbeth” constitui um nefasto retrato da ambição e loucura humanas, e uma pérola da economia narrativa de Shakespeare. Confrontada com um drama tão sangrento, a Companhia do Chapitô optou por transformá-la numa comédia, dando primazia, como é sua tradição, à dimensão física da interpretação. Esta versão, na qual três atores dão corpo a todas as personagens, conquistou, refira-se, o Prémio do Público na XXXI Edição do Festival MITCF de Cangas, em Espanha. “Macbeth” reabrirá, assim, a nova temporada de teatro do Teatro Municipal de Matosinhos - Constantino Nery, que também acolherá, a 1 de Outubro, “A Caminhada dos Elefantes”, com encenação de Miguel Fragata e Inês Barahona. A 7 e 8 de outubro chega a Matosinhos “Wonderland”, pelo Teatro de Marionetas do Porto, a partir da obra de Lewis Carrol, e, a 21 de Outubro, “O Feio”, de Marius von Mayenburg, pela Companhia de Teatro de Almada.

 

Teatro Constantino Nery (Matosinhos)

16 de Setembro 2016 | 21.30h

Biffy Clyro de regresso a Portugal…

Biffy Clyro, a banda de rock escocesa, traz a Portugal o novo álbum de estúdio “Ellipsis”, editado no passado dia 8 de Julho de 2016. O trio que fez parte do alinhamento da 10.ª edição do NOS Alive, um dia antes da revelação do disco aos fãs, apresenta dia 27 de janeiro o novo trabalho de estúdio com um concerto em nome próprio, no Coliseu de Lisboa.

p.pngEllipsis”, o sétimo álbum de originais da banda foi produzido por Rich Costey (conhecido por trabalhar com bandas como Muse, Frank Turner, Sigur Rós ou Foster The People), em Los Angeles, e é para muitos considerado o melhor trabalho do grupo. O sucessor de “Opposites” entrou diretamente para o primeiro lugar do top britânico e foi amplamente elogiado pela crítica.

 

A banda composta por Simon Neil, James Johnston e Ben Johnston conta com nove galardões e são atualmente um dos maiores fenómenos do rock britânico.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

27 de janeiro 2017 | 21.00h

Carla Pires apresenta “Aqui” em Oeiras

É já na próxima sexta feira, dia 16, que Carla Pires sobe ao palco do Auditório Municipal Eunice Muñoz em Oeiras, para a abertura do Ciclo Vozes do Fado 2016. Neste concerto a fadista apresentará o seu terceiro trabalho a solo, "Aqui", acompanhada por Bruno Mira na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal na guitarra clássica e André Moreira no baixo acústico.

untitled.jpg"Aqui" tem sido muito bem recebido pela critica internacional e muito recentemente esteve em 1º lugar do Top 200 World do iTunes na Áustria. De recordar  que Carla Pires participou em 9 espectáculos aclamados na Ópera de Graz, entre Março e Abril de 2015, na grande produção de dança contemporânea "Malambo", onde foi acompanhada pelos seus três músicos e pela Filarmónica de Graz.

Carla Pires é uma das vozes do fado com um historial impressionante e um percurso singular de espectáculos no estrangeiro, com mais de 350 concertos efectuados em 21 países de quatro continentes, com passagem por inúmeros festivais e salas emblemáticas e de prestígio.

 

Auditório Municipal Eunice Muñoz (Oeiras)

16 de Setembro 2016

Pedro Alsama lança segundo single…

Depois do lançamento do primeiro single, “Sinking The Pleasure”, chegou a vez das atenções se virarem para “A Wish”, novo single do cantor Pedro Alsama. Com um vasto leque de influências, nomeadamente indie e folk, este tema é o segundo retirado do futuro álbum “Madrugada”, que será editado no final do ano.

Pedro Alsama (2).jpgphoto: Promo

 

Pedro Alsama é um projeto a solo existente desde 2000 – quase 15 anos de histórias musicadas e espalhadas ao longo de mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior. O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente. Na primeira metade do milénio o cantautor assinou uma trilogia de discos a que chamou “The Anti-Music Machine”. “Childhood Stereotype” (2000), o capítulo inicial – obra ambiciosa de 20 temas construídos com guitarra acústica, elétrica, baixo e percussão - nasce do seu fascínio por “Kid A” dos Radiohead.

No segundo tomo, “The Dark Light at the End of the Tunnel It’s Growing” (2004), deixa-se abraçar pelas trevas, em temas que priveligiam a voz e o asbtrato. Com o último “Hard on End” (2009), o título mais descomprometido e ambivalente da trilogia, o músico explora universos díspares que vão desde a pop, jazz e rock até ao experimentalismo.

Em 2015 Pedro Alsama edita um novo registo homónimo, que proporcionou canções como “Health” e “Shine”, num espetro mais derivativo da indie e folk rock. Para o segundo semestre deste ano está escalada a edição de um novo álbum, “Madrugada”, antecedido pelo single “Sinking the Pleasure”.