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Glam Magazine

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Bezegol junta-se a Rui Veloso e grava o Single “Maria”

Maria” é o novo single de Bezegol, poeta urbano de timbre inconfundível, com Rui Veloso como convidado. Depois de ter apresentado, em 2015, no seu canal de Youtube a “Prequela” do seu quinto álbum de originais, composta por 7 músicas, Bezegol lança novo tema “Maria” tendo Rui Veloso como convidado.

maria.jpgUm encontro de amigos numa história de amor por “Maria” com letra e música criada por Bezegol, músico interventivo mas versátil. Conjuga diferentes sonoridades e até várias temáticas líricas, umas vezes em português outras em inglês, sem discriminação porque a música não tem donos, cor ou nacionalidade, criando temas tão distintos como “Rainha sem Coroa”, “Beat on the Brat”, “Tempo” ou “Era tão Bom”. “Maria” conta com um video gravado em estúdio e encontra-se disponível para venda digital em todo o mundo.

Com quatro trabalhos editados, “Rude Bwoy Stand” (2007), “Rude EP” (2009), “Monstro EP” (2011) e “S.A.C.A.N.A” (2013), Bezegol figura-se numa trilha única rumando por sonoridades pouco exploradas em Portugal, do reggae ao hip-hop passando pela guitarra portuguesa, a voz crua do homem rude criou vida. “Fugir à norma” sem escapar da realidade é um dos lemas de Bezegol que incita à criação artística sem conformismos e com uma mensagem vincada.

NOS em D`Bandada… Regresso ao Porto já no dia 17 de setembro...

O NOS em D`Bandada 2016 regressa já este sábado, 17 de Setembro. Ao longo de 10 horas, a música vai tomar conta da Baixa do Porto, com mais de 50 concertos gratuitos em 14 espaços da cidade, reunindo nomes consagrados e bandas em ascensão. A edição deste ano volta a apostar na música portuguesa e na apresentação dos melhores projetos musicais do país, agregando todos os géneros musicais, ou não fosse esta uma festa de todos e para todos. Nesta que será já a sua sexta edição, o NOS em D`Bandada volta a contar com o apoio da Câmara Municipal do Porto e a ter Henrique Amaro como diretor artístico e programador.

nos2.jpgEntre as muitas novidades deste ano, o destaque maior vai mesmo para o Silo Auto, que se apresentará como o novo espaço musical desta edição, sendo o palco escolhido para um concerto inédito de Miguel Araújo, presença assídua desde a primeira edição. O músico interpretará temas que compôs para o reportório de vários artistas portugueses, como Ana Moura, António Zambujo ou Carminho. A abrir o espaço, a partir das 14 horas, vão atuar dois artistas escolhidos pelo próprio Miguel Araújo: Edu Mundo e Tatanka. O Silo Auto vai receber, ainda, um mercado de música e um espaço de refeição para quem quiser começar esta longa maratona mais cedo.

 

Depois de no ano passado se ter estreado no itinerário do NOS em D`Bandada, o Coliseu do Porto volta a fazer parte da programação em 2016, abrindo agora as suas portas a uma grande festa de música africana, com Selma Uamusse, Kimi Djabaté e Bonga. O DJ Rocky Marsiano assegurará que a música não para na abertura e nos intervalos dos concertos.

Outro dos pontos altos da programação será a grande festa de encerramento, que marcará o regresso do mítico Club Kitten à cidade do Porto. Além de João Vieira, também conhecido como DJ Kitten, outros artistas convidados serão brevemente anunciados, tal como o local da festa.

Um pouco mais acima, a Praça dos Poveiros contará novamente com grandes nomes do hip-hop português, merecendo também destaque a atuação dos Orelha Negra. Keso, Bispo, Corona e Pro'seeds são outros dos nomes confirmados no alinhamento deste espaço.

Por sua vez, e num formato inédito em Portugal, a Praça dos Leões vai transformar-se numa pista de dança, acolhendo dois soundsystems, num frente a frente entre os DJ Simply Rock e Roots Dimension.

Mas as novidades não se ficam por aqui. Em 2016, o Jardim da Cordoaria passa a ser o espaço central da programação infanto-juvenil, com concertos e atividades didáticas logo a partir das 16 horas. Por outro lado, o Passeio das Virtudes volta a fazer parte da programação do NOS em D`Bandada, recebendo a partir das 17 horas a apresentação do novo disco dos You Can't Win, Charlie Brown e ainda os Salto, banda da cidade do Porto cujo último álbum tem precisamente como título "Passeio das Virtudes".

A outra novidade desta edição é que o NOS em D`Bandada será iniciado com uma mostra de cinema documental, em parceria com o Porto/Post/Doc, entre 13 e 16 de setembro, na sala Passos Manuel, com a presença de vários convidados especiais que irão debater sobre fenómenos de transformação da música contemporânea.

O NOS em D`Bandada voltará também a marcar presença, a 17 de setembro, em espaços como o Ateneu, que terá como grande destaque a atuação dos Glockenwise , Café Au Lait, Cave 45, Era uma vez em Paris, Maus Hábitos, Passos Manuel, Plano B e Rua de Cândido dos Reis, onde o DJ de serviço será o ator Nuno Lopes.

 

Aqui fica a lista completa dos artistas: 800 Gondomar, Bispo, Bonga, Cachupa Psicadélica, Cave Story, Chibazqui, Club Kitten, Corona, Correia, Dj Rocky Marsiano, DJs Bodyspace, Edu Mundo, Filho da Mãe, First Breath Afetr Coma, Fugly, Galgo, Ghost Hunt, Gin Party Soundystem, Golden Slumbers, Grutera, Keso, Kimi Djabaté, Landim, Lemon Lovers, Lourenço Crespo, Marvel Lima, Miguel Araújo, Nuno Lopes, Old Yellow Jack, Orelha Negra, Plus Ultra, Príncipe Showcase, Pro'Seeds, Quelle Dead Gazelle, Roots Dimension Soundsystem, S. Pedro, Sallim, Salto, Selma Uamusse, Simply Rockers Soundsystem, Surma, Tatanka, The Dirty Coal Train,The Miami Flu, The Poppers, The Sunflowers, Toulouse, You Can't Win, Charlie Brown.

 

Como sempre, todos os espetáculos são de entrada livre.

 

Linda Martini estreiam curta-metragem no Doclisboa

Os Linda Martini apresentam “O Dia em que a Música Morreu”, uma curta metragem do realizador Bruno Ferreira, concebida de uma ideia original deste com a banda. A ideia teve como ponto de partida a realização de um videoclip para o tema “O Dia Em que a Música Morreu”, um dos mais elogiados pela crítica, editado com “Sirumba”, o mais recente álbum dos Linda Martini.

GLAM . Linda.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

O videoclip depressa passou a um filme documental cuja narrativa se constrói em torno dos mineiros de Aljustrel e da sua relação com o silêncio. Bruno Ferreira propõe um híbrido que nos priva os sentidos e faz com que as palavras que não podemos escutar ressoem contundentes no espaço interpretativo, dilatando as margens do cinema documental e do formato “vídeo clip”.

O filme conta com a participação do “Grupo Coral do Sindicato dos Mineiros de Aljustrel” e da companhia de teatro de marionetas Chilena “Silencio Blanco”.

A ante estreia, integrada no festival Doclisboa, está marcada para o dia 27 de Outubro, às 21h30, na Culturgest, em Lisboa. Trata-se de uma sessão especial dentro da secção Heart Beat e contará com a presença de Bruno Ferreira e dos Linda Martini numa sessão de perguntas e respostas aberta ao público, seguida de uma festa na qual todos os elementos da banda vestem a pele de DJs.

You Can't Win, Charlie Brown… “Marrow” chega em Outubro

Na sempre inatacavelmente científica Wikipédia, cuja fiabilidade quase ultrapassa a certeza de que quando Michael Phelps nada é para decorar o pescoço com ouro (inserir ironia a gosto), marrow é um vegetal parente da courgette, cultivado nas ilhas britânicas, na Holanda e na Nova Zelândia. Diz-se ainda que, mantendo as características de cor e forma da courgette, o legume em causa tem um sabor neutro e é insípido quando cozinhado. Até aqui, apetece rir quando pensamos no nome escolhido pelos You Can’t Win, Charlie Brown (YCWCB) para o seu terceiro álbum. Não poderia ser mais despropositada a relação entre esta acepção da palavra e a música da banda lisboeta. Mas basta insistir um pouco na leitura e descobre-se que esse sabor neutro faz com que a sua utilização gastronómica passe sobretudo por servir de invólucro para recheios de todo o género.

y.jpgE aqui, larga-se o riso e passa-se ao sorriso de reconhecimento. Sim, os YCWCB têm algo disto, de banda cápsula dentro da qual viajam matizes de todo o género, como se no interior de cada canção semeassem e fizessem desabrochar as mais variadas e inesperadas referências. Olhamos para eles e julgamos saber para onde vão, abocanhamos uma canção e julgamos já lhe conhecer o sabor e, afinal, vinga sempre a surpresa, nunca um tema da sua autoria começa como acaba, nunca as certezas vão muito além do primeiro refrão.

É claro que o “Marrow” do título do álbum tanto pode remeter para o dito legume quanto para o nome de solteiro de Ice-T – antes de (Tracy) Marrow se ter casado com o hip hop (mais uma vez, indispensável informação providenciada pela mui solícita Wikipédia). Perguntando aos YCWCB, no entanto, ficamos a saber que “Marrow” vem, enigmaticamente, de medula óssea. E talvez seja com esse enigma que a banda quer jogar. Até porque ao pousarmos o olhar na capa do disco, uma espécie de colorida mancha de Rorschach, aquilo que percebemos é que, aqui, cada um projecta aquilo que quiser e que conseguir. E, de facto, não é pouco aquilo que se consegue projectar na música dos YCWCB.

Recuemos um pouco nessa projecção. Quando, em 2011, a revista francesa “Les Inrockuptibles” salivava sem vergonha diante de “Chromatic”, primeiro álbum do sexteto, atirava ao ar os nomes Fleet Foxes, Bon Iver, Grizzly Bear ou Devendra Banhart para falar da grandiosidade dos arranjos dos rapazes, capazes de montar sobre a simplicidade de uma grande canção folk – resistente ao teste de “se só deixarmos a voz e a guitarra ninguém se vai queixar nem deixar de encontrar aqui fonte suficiente de encantamento” – uma tendência quase barroca de embelezar aquilo que já de si era evidentemente belo.

Essa sempre foi a chave para as canções dos YCWCB: os arranjos não servem para disfarçar lacunas ou para tapar a falta de ideias, mas sim para levar o mais longe possível aquilo que uma simples conjugação de harmonia e melodia promete ser. ”Chromatic” (2011) e “Diffraction/Refraction” (2014) usavam esse dispositivo com uma mestria que sossegava. E sossegava porque se percebia sem esforço a forma como estes seis conseguem olhar para uma melodia e pensá-la quase como um icebergue. Debaixo de cada fio de ideia, descobria-se uma imensidão de outras, harmoniosas, orgânicas, sem ceder ao excesso nem ao medo. Se a música pede cordas, cordas há-de ter; se pede uma segunda parte que em nada se parece com a primeira, pois que assim seja, isso de canções que só se parecem consigo mesmas nem sempre é razão para festejos.

Marrow” é tudo isto que os YCWCB já antes eram, juntando às ondas de suave melancolia do fim do Verão que sempre percorreram as suas canções uma nova atenção aos sons eléctricos que induzem uns passinhos de dança. As vozes continuam a pairar lá em cima, como que aguentando o céu no sítio de sempre, mas cá em baixo há agora guitarras e teclados com fogo nas ancas, remisturando uma vez mais todas as referências do grupo. Se não desapareceu a tentação de ouvirmos resquícios de melodias chegadas de longe, desde Beatles ou Beach Boys, encontramos desde logo provas no primeiro single, “Above the Wall”, de uma cadência electro-rock que pode ter nos Suuns gente amiga, e evidências em “Linger On” de que os Unknown Mortal Orchestra não se dariam mal como colegas de casa dos Tinariwen (ou, se isso fosse esticar muito a corda, os Vampire Weekend).

Pro Procastinator”, segundo single de “Marrow”, lembra a forma como os My Morning Jacket e os Fleet Foxes nos fizeram pensar que a folk pode ser um território agitado, sem leis, fronteiras ou fim à vista. E daí em diante, os YCWCB avançam de surpresa em surpresa, esparsos e atmosféricos em “Mute” ou “In the Light There Is No Sun”, sem deixar de abrigar aqui e ali uma reserva sinfónica; provocadores e dançáveis em “If I Know You, Like You Know I Do”; tão clássicos quanto inquietantes e imprevistos nas canções-mutantes “Joined by the Head” e “Frida (La Blonde)” (a transformação de Frida em Margot, da mulher da Flandres na mulher da Valónia, descrita no “Plat Pays” de Jacques Brel, se sonhada por David Lynch havia de soar mais ou menos a isto). “Bones” fecha a fazer-nos pensar como tudo isto, num dado momento, pode ser tangente ao percurso luminoso de Jeff Buckley.

 

Gravado no estúdio HAUS por Fábio Jevelim, Makoto Yagyu (ambos dos PAUS) e Miguel Abelaira, com mistura de Luís “Benjamim” Nunes e masterização de Alan Douches, Marrow tem edição a 7 de Outubro e espectáculo de lançamento marcado para a discoteca Lux a 13 de Outubro

"O Dia em que o Mar Voltou" de Miguel Guizzas em livro e CD

"O dia em que o mar voltou" é o novo trabalho musical de Miguel Gizzas, banda sonora do seu novo romance com o mesmo título. Um trabalho em que o autor se aproxima de estilos musicais que lhe são mais íntimos, explorando o fado, blues, pop progressivo ou até fusões inesperadas entre o rock e a marcha popular.

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 Um trabalho que retrata as emoções vividas pelos personagens do relato literário sobre o novo terremoto e tsunami que assolarão Lisboa, onde o amor se descobre, no coração de um intenso drama. Sempre à procura de novos caminhos, o autor do primeiro romance musical do mundo traz-nos agora um trabalho pensado para tocar uma terceira arte na mesma obra. O dia em que o mar voltou é um novo romance musical, desta vez estruturado para cinema ou teatro.

A história dramática do dia em que um colossal terremoto e tsunami assolam Lisboa é a base para doze novas músicas, que falam de dor, amor, esperança e superação.

"O dia em que o mar voltou" inclui os QR codes que permitem ouvir as músicas sem sair do livro. Um romance intenso, que se lê e ouve. E que provavelmente se verá. Para que a arte seja cada vez mais completa e tocante.

“Gaia Cósmica” é o novo single dos Octa Push

Gaia  Cósmica” é uma música que fala de pessoas. Pessoas normais, sem privilégios, que trabalham e vivem a sua vida. Tema inspirado em sonoridades que vão do Brasil, a Portugal e Cabo Verde.

Octa_Push_Lingua(BR).jpgGaia Cósmica” é usofonia e conta com colaborações de Cachupa Psicadélica na voz e viola e João Gomes (Orelha Negra, Cais Sodré Funk Connection, Fogo Fogo) nas teclas adicionais.

Num álbum, “Língua” que fala de Liberdade, “Gaia Cósmica” é dedicada a quem a vive. “Língua” foi editado em formato digital, no passado dia 9 de Setembro, e em formato físico, dia 23 de Setembro.

White Haus com novo disco a 30 de Setembro

White Haus, projecto a solo de João Vieira, conhecido também como DJ Kitten e como um dos mentores dos X-Wife, lança 2º álbum de originais a 30 de Setembro. Depois de em 2013 se estrear com um EP homónimo de clara inspiração disco-punk e de, no ano seguinte, ter editado o seu primeira longa-duração, “The White Haus Album”, eis que chega “Modern Dancing”.

e57c955b342b3f4821127.jpgO álbum foi composto em estúdio, trabalhado na sala de ensaio com banda e depois gravado e misturado na Meifumado por Zé Nando Pimenta, “é um disco mais orgânico, menos lo-fi e menos sombrio que o anterior. O disco emana uma energia mais positiva e mais alegre.” O artista considera que “Modern Dancing” é um disco mais festivo que o anterior; e acrescenta: “Mais uma vez são muitas as referências – muitas daquelas que me seguiram durante os quase 20 anos como dj e melómano.”

A diferença maior entre este disco e o anterior é o facto de este ter sido gravado em estúdio com os vários músicos que acompanham João Vieira na estrada (Graciela Coelho, André Simão e Gil Costa.) O artwork é da autoria de "Royal Studio".

Enquanto esperamos pelo fim de setembro, White Haus apresenta o single “Greatest Hits”. Com influências dos primórdios do hip hop e electro de inícios de 80 o tema conta com a participação de André Simão na guitarra, Graciela Coelho nas segundas vozes e Gil Costa na bateria. A voz principal assim como os sintetizadores ficam a cargo de João Vieira. Ouve-se sexual harassment, cybotron, egyptian lover e grandmaster flash mas a identidade de White Haus permanece intacta com os sintetizadores a substituir as linhas de baixo, guitarras à Nile Rodgers, caixas de ritmos, bateria e vozes num estilo vocal mais aproximado de How I Feel, o primeiro single do projecto a solo de João Vieira.

Buganvília – João Afonso e Rogério Pires em concerto no Luso

É já no próximo sábado, dia 17, às 21h45, que o duo Buganvília – João Afonso e Rogério Pires vai marcar presença na programação de Verão do Luso. O concerto terá lugar na Fonte de S. João, pretendendo-se que seja um momento intimista e de partilha musical entre os músicos e o público.

bb.jpgphoto: Fernando Resendes

 

Com uma sonoridade exclusivamente acústica, a voz e guitarra, o duo fará uma retrospectiva pelos 20 anos de carreira do cantautor João Afonso, alternando com alguns temas intemporais do seu tio José Afonso. O concerto será de entrada gratuita.

 

João Afonso . voz e guitarra

Rogério Pires . voz e guitarra

Centro Cultural Vila Flor celebra 11 anos com a irreverência dos The Tiger Lillies

No próximo dia 17 de setembro, às 22h00, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, comemora o seu 11º aniversário com um concerto da mítica banda britânica The Tiger Lillies. É a celebração de 11 anos de uma intensa atividade cultural, marcada num concerto que é uma ode à vida e obra de uma mulher que se tornou lenda. “Madame Piaf” é um sincero tributo ao “Pequeno Pardal” francês, Edith Piaf, num projeto que serve como uma luva à banda que lhe dá corpo.

999.jpgO Centro Cultural Vila Flor apaga onze velas a 17 de setembro. É mais de uma década de dedicação profunda à cultura e a um serviço público de qualidade. A aposta veemente numa programação que se quer de excelência, trabalhando em sinergia com outros agentes culturais. São mais de dez anos a acreditar na criação artística nacional e também na vontade de mostrar projetos que chegam de todo o mundo e que encontram aqui o seu palco. O Centro Cultural Vila Flor vem trilhando um caminho sólido e que é um contributo firme na vida cultural da cidade, da região e do país. Para celebrar esta data, o CCVF apresenta um espetáculo para perdurar na memória. São os míticos The Tiger Lillies que vêm cantar os parabéns.

Os The Tiger Lillies contam com uma carreira de aproximadamente um quarto de século e continuam a ser uma das bandas mais originais e provocadoras, desafiando todos os rótulos e géneros. Com um longo percurso pejado de sucessos e uma marca indelével na história da música britânica, o universo de The Tiger Lillies é negro e peculiar, com momentos que passam pela tristeza profunda, pela beleza imensa ou ainda por um humor controverso. A sua identidade é marcada por uma ironia refinada e performances triunfais que chocam, encantam e divertem. São já incontáveis as atuações que fizeram um pouco por todo o mundo e, no repertório, contam com uma vasta lista de colaborações com vários artistas das mais diversas áreas.

Novo single de Norah Jones já disponível…

Norah Jones acaba de lançar “Flipside”, novo single do seu surpreendente sexto álbum a solo, “Day Breaks”, que chegará às lojas a 7 de outubro pela Blue Note Records. O álbum assinala o regresso às suas raízes musicais e ao piano, sendo a alma gémea de “Come Away With Me”, o seu disco de estreia, com o qual conquistou 9 prémios Grammy. Em “Day Breaks” faz-se acompanhar por nomes emblemáticos da história do jazz, como o saxofonista Wayne Shorter, o organista Dr. Lonnie Smith e o baterista Brian Blade.

norah.jpgFlipside” é claramente a canção com uma componente rítmica mais forte deste álbum, caracterizando-se também pela sua mensagem sociopolítica. O single está disponível em streaming no Spotify e na Apple Music. “Senti-me muito afetada pelas notícias e por tudo o que tem acontecido no mundo e neste país ao longo dos últimos anos. Tem sido tudo muito volátil e estranho”, diz Norah. “Andava a ouvir muito a canção de Les McCann ‘Compared to What’ e acabei por ser muito influenciada por esta canção, não só por ser tão boa, mas por ser muito política e profunda.”

Day Breaks” já se encontra disponível em pré-venda na loja oficial de Norah Jones, no iTunes e na Amazon, sendo que os fãs que fizeram já a sua reserva recebem imediatamente os singles “Flipside” e “Carry On”. Este novo álbum será ainda lançado numa versão em vinil cor-de-laranja de 180 gramas, bem como uma versão “deluxe” em CD com quatro canções gravadas ao vivo. “Norah Jones está no sítio certo quando precisamos dela… uma voz quente e doce, honesta e sem AutoTune”, escreveu o “Boston Globe” numa crítica muito elogiosa do primeiro concerto de Norah Jones no Newport Jazz Festival, durante este verão. Até ao final do ano a cantora continuará em digressão não só pelos EUA e Canadá, mas também pela Europa.