Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

16ª edição do Festival Musidanças celebra a cultura lusófona

A 16ª edição do Festival Musidanças vai decorrer no próximo sábado dia 10 de Setembro de 2016, entre as 10h e as 22h, no Mercado de Fusão da praça do Martim Moniz, com entrada livre.

O Musidanças idealizado pelo músico angolano Firmino Pascoal, do projecto Lindu Mona, faz 16 anos. Desde 2001 que este festival se dedica anualmente à promoção e divulgação das artes produzidas por artistas dos países de Língua Portuguesa. Com particular enfoque na música e na lusofonia, o festival utiliza a ideia de Lusofonia para obter maior acesso à inserção social, cultural e artística na sociedade portuguesa. Tenta assim legitimar a presença e a contribuição histórica dos migrantes lusófonos, visando um conhecimento mútuo das diferentes comunidades de expressão lusa.

musi.jpgO dia começa com os Toca a Rufar e outros grupos amigos numa arruada de Bombos, grupos de percussão canto e dança, Ranchos Folclóricos da Casa do Povo de Corroios, e prossegue lado a lado com artistas credenciados como Francisco Naia (canto de intervenção); Lindu Mona (tradicional angolano) e Jorge Rosa (fusão da música tradicional angolana de Sofia Rosa numa interpretação contemporânea); Carlos Clara Gomes (folk luso); o rap e o hip hop dos Monte Real, Classic La Familia, ou, Adjoint; a kizomba de Paulo Ney, e DJ’s como +Plus e Bob Figurante. O Musidanças é apoiado pela Câmara Municipal de Lisboa, pelo Mercado de Fusão, pela Cadeira Amarela, Toca a Rufar, Casa do Povo de Corroios, RDS, Cristina Lopes e pela Associação Jungleplanet.

O Musidanças deste ano adopta o lema "Tradição e Urbanidade" e incentiva o debate junto das novas gerações sobre a importância da música tradicional enquanto património cultural. Cada vez mais se assiste a um retorno às músicas de raiz tradicional que tem vindo a ser recuperada tanto pela música pop, rock, ou, electrónica. Estamos perante um fenómeno de apropriação e reinterpretação e um diálogo que se estabelece entre a tradição e a modernidade. Há uma nova geração de músicos e artistas lusófonos que se questiona sobre a história da música no universo das suas origens culturais, e que opera uma transformação e redefinição da música urbana incorporando elementos das músicas do mundo nas suas produções, num ambiente globalizado e cosmopolita.

Recorde-se que o Musidanças tem sido responsável, em edições anteriores, pela apresentação de muitos artistas hoje reconhecidos no panorama nacional e não só, como: Guto Pires, Braima Galissa, Pedro Moreno, FernandoTerra, Lindu Mona, Celina Pereira, Nancy Vieira, Theo Pascal, Sara Tavares, Melo D, Maré Nostrum, Daskarieh, Terrakota, Francisco Naia, Ngoma Makamba, e as revelações de Dama Bete, Aline Frazão e HMB

O Festival Musidanças promete um dia de festa no Martim Moniz com a cultura, a dança e a música lusófonas como cabeças de cartaz

Jorge Palma comemora 25 anos de "Só" ao vivo em Lisboa, Porto, Coimbra e Faro

Depois de Lisboa e do Porto, Jorge Palma anuncia dois novos espectáculos da digressão que comemora 25 anos sobre o lançamento de “”. O Convento São Francisco de Coimbra recebe o cantautor a 6 de Dezembro, e dia 10 é a vez do Teatro das Figuras, em Faro. Recorde-se que a celebração desta efeméride, em que Jorge Palma vai revisitar um dos discos mais importantes da história da música portuguesa, arranca dia 28 de Novembro no CCB, em Lisboa, e passa pela Casa da Música, no Porto, a 1 de Dezembro.

so.jpg“O 25º aniversário da edição do meu álbum “Só” – piano e voz captados em simultâneo, composto por 17 canções interpretadas ao vivo em estúdio, como num recital mas sem público – serve de pretexto para estes espectáculos especiais, no mesmo formato, onde espero reencontrar o público que me tem acompanhado”, descreve Jorge Palma. ” é um espectáculo ímpar, especial e intimista, despido de todos os arranjos, à semelhança dos temas que fazem parte desta obra. Em palco, Jorge Palma, só, ao piano. Nada mais. Um verdadeiro reencontro com a essência do músico.

Editado em 1991, pela Polygram, “” é composto pelas mais emblemáticas canções de Jorge Palma que, 25 anos depois, continuam a fazer parte dos alinhamentos dos concertos e do imaginário de várias gerações. “Estrela do Mar”, “Frágil”, “Bairro do Amor”, “Terra dos Sonhos”, “Deixa-me Rir” e “Só” são algumas das canções que nunca deixamos de ouvir. Sem nostalgia, por que são muitos os motivos para festejar, o músico convida os fãs para estes concertos de celebração: “Como sempre, conto com a vossa presença e com o vosso entusiasmo”, conclui Jorge Palma.

 

28 Novembro 2016 – CCB (Lisboa)

1 Dezembro - Casa da Música (Porto)

6 Dezembro - Convento São Francisco (Coimbra)

10 Dezembro - Teatro das Figuras (Faro)

Rentrée do Ciclo Pássaro com Castello Branco, Chuck Johnson e Derek Gripper

Após o habitual hiato de Verão, o Pássaro anuncia três concertos para os meses de setembro e outubro. O cantautor brasileiro Castello Branco (10 set), o guitarrista norte-americano Chuck Johnson (18 set) e o sul-africano Derek Gripper (16 out), famoso pela sua abordagem à kora na guitarra clássica, apresentarão concertos em locais incomuns e com lotações inferiores a 100 pessoas.

GLAM - Castello Branco.jpg photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Já este sábado, 10 de setembro, o cantautor brasileiro Castello Branco estará a solo e em formato acústico em concerto de final da tarde no jardim do Centro Cultural Regional de Vila Real, um solar datado do séc. XIX, bem no coração da cidade de Vila Real.

Uma semana e um dia mais tarde, a 18 de setembro, domingo, pelo final da tarde, será a vez do guitarrista norte-americano Chuck Johnson pisar pela primeira vez solo português. Enquadrado na cena avant-folk norte-americana, que deu a conhecer ao Mundo nomes como Steve Gunn, Daniel Bachman ou William Tyler, Jonhson solidificou a sua reputação de guitarrista solo com dois aclamados álbuns, sendo considerado como um dos novos guitarristas a serem ouvidos. Atuará na Capela do Espírito Santo, datada do séc.XIV, para apenas 40 pessoas.

Em outubro, a 16, o ciclo Pássaro apresentará outra estreia em solo nacional, o guitarrista sul-africano Derek Gripper. Gripper adaptou as seis cordas da clássica ao vasto e rico repertório africano, de virtuosos instrumentistas como Toumani Diabaté, Ballaké Sissoko e Ali Farka Touré. O feito colocou Gripper no cenário da música ocidental dita erudita. Conquistou público e crítica mundiais. Mais importante ainda, conquistou os próprios músicos malianos, cuja composição adaptou, tendo iniciado 2016 de forma soberda: uma residência artística e alguns concertos no Mali, a convite daquele que é talvez o nome mais respeitado da música maliana, Toumani Diabaté. O local deste concerto será revelado em breve.

Pelo Pássaro passaram já nomes como Weyes Blood, Sean Nicholas Savage, JP Simões, Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips, emmy Curl, Jennifer Castle, Peixe, Josephine Foster, Filho da Mãe e Kimi Djabaté.

Vicente Amigo ao vivo na Feira da dieta mediterrânica de Tavira

Vicente Amigo foi um dos maiores nomes da IV Feira da Dieta Mediterrânica de Tavira, e no passado sábado, dia 3 de setembro, encheu a Praça da República, levando o público ao rubro.

v2.jpgAlém dos momentos altos de guitarra, e que afirmam o espanhol como o expoente da guitarra flamenca, a Praça da República ovacionou de pé e em euforia os momentos protagonizados pelo bailarino que acompanha Vicente Amigo.

v1.jpgForam 90 minutos de espetáculo preenchidos pelos maiores êxitos de Amigo, num concerto deslumbrante que fechou com o tema “Roma”, single do álbum “Tierra”, apresentado nos Coliseus de Lisboa e Porto, em 2013.

v3.jpgEm outubro, o guitarrista prepara-se para editar novo álbum

Pop.1280 no Porto

É com um novo álbum, “Paradise”, e uma nova cassete que os Pop.1280 se fazem à estrada e percorrem a Europa de lés-a-lés. No nosso cantinho, os nova-iorquinos param em Lisboa e Leiria antes de, na sexta-feira dia 16, se apresentarem debaixo do estrado principal do Rivoli, em mais um capítulo do ciclo sobre música psicadélica que a Lovers & Lollypops tem vindo a apresentar ao longo deste ano no Understage.

pop.jpgNa calha, e exclusivamente para a digressão europeia, os Pop.1280 trazem a cassete “Pulse”, gravada durante as sessões que resultariam no mais recente álbum de longa-duração.

A incorporar cada vez mais elementos de música electrónica, os Pop.1280 continuam com um som saturado, onde distorções desafiam melodias a pintar de negro as tendências pop do post-punk.

 

Teatro Municipal Rivoli (Porto)

16 de Setembro 2016 | 23.00h