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Glam Magazine

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Deolinda, Camané e Mário Laginha, Ana Bola e muitos outros sobem ao palco na nova temporada do Cine Teatro de Estarreja

A unidade na diversidade distinguem a programação do último trimestre de 2016 no Cine-teatro de Estarreja. De setembro a dezembro será possível de assistir a mais de 40 eventos que vão do teatro à dança, da música às conversas e palestras, do cinema às oficinas e workshops.  Terminada a temporada 2015/2016, de setembro de 2015 a julho de 2016, com 245 eventos apresentados e mais de 34 mil espectadores, o CTE continua a apostar numa programação cultural transversal, abrangente nas suas diferentes áreas, afirmando a importância do envolvimento e participação da comunidade, tendo sempre no horizonte os princípios de Educação pela Arte e Aprendizagem ao Longo da Vida, preconizados pelo LAC – Laboratório de Aprendizagem Criativa.

GLAM - Deolinda.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Teatro para todos os gostos…. Em setembro, dias 23 e 24, a programação abre com Teatro e um ciclo que se pretende com continuidade: Teatro em Mono! Monólogos, desta vez no feminino. Um texto de Regina Guimarães para a arte de Susana Madeira, numa conversa de cabeleireiro no dia 23 de setembro e, para no dia seguinte, “Ana Bola sem filtro” vem confirmar uma atriz sem medos e sem filtros.

Em novembro (dia 12), o livro “Uma menina está perdida no seu século à procura do seu pai”, de Gonçalo M. Tavares, será o ponto de partida para um projeto pioneiro no nosso país, da companhia Crinabel Teatro, não só pela especificidade do seu elenco, portadores de trissomia 21, como pelas ações artísticas que lhe têm servido de base. E se a programação abre com esta arte cénica, encerra em Dezembro (dia 17) com 1,94 m de talento de Bruno Nogueira, de volta ao stand-up comedy, em nome próprio.

GLAM - Big Band Estarrejaz.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Um trimestre recheado de momentos raros de boa música…. Outubro é também o mês em que o Jazz passa pelo palco do CTE escrito a dourado: ESTARREJAZZ, o festival, na sua 11ª edição, consagra o contrabaixo e os seus executantes: “The Mingus Project”, Carlos Barreto Locomotiv, e a forte armada espanhola com “Trio Pedro Calero” e CMS – Colina, Miralta, Sambeat Trio. As Big Bands também estarão em destaque nesta edição do Estarrejazz. Na abertura, a 6 de outubro, a Big Band e o Coro do Conservatório Música Calouste Gulbenkian de Aveiro, e a encerrar, no dia 15 de outubro, a Big ebulição qualitativa da “Big Band Estarrejazz” vai ser testada por um ícone do contrabaixo, Zé Eduardo, que também dividirá a direção da nossa formação com o seu diretor artístico: Pedro Moreira.

GLAM - Camané 2.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Mas a dourado, e com uma “corzinha de verão”, também se escreve Deolinda, que vem contar “Outras Histórias” num regresso ao palco do CTE com seu mais recente trabalho, a 5 de novembro. A 16 de outubro comemora-se o Dia da Região de Aveiro que este ano será celebrado em Estarreja com um concerto Danças Ocultas & Orquestra Filarmonia das Beiras apresentando dois projetos artísticos da Região e que, quando se juntam em momentos únicos, extravasam a evidente qualidade musical.

Um piano, uma voz… “Fado Revisitado por Camané e Mário Laginha”! E se o piano for tocado por Mário Laginha e a voz for a de Camané, o que chegava para fazer um bom encontro musical, passa a ser argumento bastante para se esperar algo de muito especial. Dia 3 de dezembro, vai marcar este final de ano 2016 no CTE com mais um momento raro! O Café-Concerto tem-se afirmado como um espaço versátil, onde a música tem um lugar privilegiado, mas outros talentos e performances também se mostram aqui. Até ao final de 2016, o ciclo Outonalidades, numa já antiga parceria com a D’orfeu, reafirma o espaço Café-Concerto com Pedro Mestre, Gileno Santana & Toniko Goulart, e Uxia com João Gentil.

 

O encanto da dança contemporânea refina os sentidos com duas peças de criadores de enorme qualidade. A 29 de outubro, o aclamado Paulo Ribeiro traz um diálogo com as imagens, imagens com passado mas futuro incerto: “Ceci n’est pas un film. Dueto para maçã e ovo”. E numa ousada produção, dia 10 de dezembro sobe ao palco “Lastro”, um espetáculo onde os músicos e bailarinos reinventam o seu lugar num espaço de abandono. Nas palavras de Né Barros, “sob um céu vermelho passa-se um mundo real e imaginário; como numa zona de perigo, músicos e bailarinos habitam um espaço teatral que é um espaço de abandono”.

Cerebrar” os sentidos com o LAC… Este trimestre, os amantes da dança e do movimento corporal terão o privilégio de poder trabalhar com os bailarinos e coreógrafos Paulo Ribeiro e Né Barros que orientam workshops de dança enquadrados nas duas peças apresentadas.

Grandes Concertos do Casino Estoril… HMB

Com o novo ciclo de “Grandes Concertos do Casino Estoril”, o Lounge D voltou a esgotar, às quintas-feiras, com um público muito participativo. No próximo dia 1 de setembro será a vez dos HMB subirem ao palco, pelas 23h00, para apresentar os seus principais sucessos. Inspirados nos melhores registos de soul e r’n’b, os HMB estreiam-se no Lounge D, convidando o público a viajar pelos melhores temas do primeiro disco homónimo, lançado em 2012, e pelos sucessos do segundo álbum de originais “Sente”, editado em 2014.

GLAM - HMB.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Com o lançamento do primeiro registo discográfico a banda obteve uma assinalável notoriedade, adquirindo um espaço próprio na cena musical portuguesa. “Dia D” e “Não Me Deixes Partir” conquistaram rapidamente o público. A banda consolidou o seu percurso com “Sente”. As composições “Feeling”, “Talvez” e o divertido “Naptel Xulima” são os cartões-de-visita, que provam que o sucesso do primeiro disco não foi sorte - Os HMB não eram um fenómeno, mas uma certeza.

 

Com um estilo muito próprio, os HMB protagonizaram, este ano, um dueto improvável. Ao soul e r’n’b da banda, juntou-se o fado de Carminho e nasceu “O Amor é Assim”. Trata-se de uma parceria há muito sonhada, mas que só, recentemente, foi concretizada, demonstrando que na Música não há fronteiras.

A entrada é livre.

 

Casino do Estoril (Estoril)

1 de Setembro 2016 | 23.00h

 

NOOJ com novo EP… "Marina"

Os NOOJ, oriundos de Lisboa, editaram recentemente "Marina", aquele que será o EP de estreia desta jovem banda de post­punk português. De entre os arrastados processos de gravação de Old Yellow Jack, surge um projecto paralelo que conta com Miguel Afonso e Skronk de Almeida, e muito barulho à mistura.

NOOJ.jpgphoto: Promo

 

Tendo apresentado o seu primeiro trabalho "Ostras e Champagne" em Fevereiro, apresentam­se agora com o novo single "Guardar Restos Sempre Dá Para Lembrar". Marina” tem data marcada para 4 de Setembro e logo no dia 7 há festa de apresentação no Lounge, em Lisboa.

 

 

 

Festival F com horários…. E mais novidades

O Festival F, que leva à Vila Adentro, zona histórica de Faro, os grandes nomes da cultura lusófona contemporânea, apresenta os horários dos concertos e a sua distribuição pelos 5 palcos, para que o público possa criar o roteiro da sua preferência, antecipadamente.

No F o público poderá, em paralelo à programação musical, visitar 7 áreas temáticas: a zona das Artes Plásticas; o Street Food; os 3 espaços que irão receber as Tertúlias de Literatura, Política e Música; a área de Cinema para visionamento de curtas-metragens; o Artesanato de Autor; a programação de Stand Up Comedy; e para os mais pequenos, o F Infantil, que traz teatro de sombras e actividades de educação ambiental.

fff.pngA programação das Tertúlias fica hoje completa com o anúncio dos temas e convidados das Tertúlias Musicais. Com curadoria e moderação de Álvaro Costa, no dia 2 de Setembro, Joaquim Guerreiro (Director do Teatro das Figuras e coordenador do Festival F), Noiserv e João Carvalho (Director Festival Vodafone Paredes de Coura) debatem o tema "Festivais 3.0 - Novos caminhos para os festivais de música em Portugal"; no dia seguinte, Marta Ren e Da Chick conversam sobre "À procura da internacionalização do pop rock made in Portugal".

 

O último grande festival de Verão, é um evento transversal, dedicado a todos os públicos, com uma programação pensada para as famílias desde a abertura de portas às 18H00 e para os que procuram a animação nocturna, num espaço ao ar livre, com uma oferta de concertos e DJs, que segue madrugada fora.

Com os bilhetes promocionais esgotados, encontram-se à venda os últimos passes e os bilhetes diários.

 

Programação completa aqui

 

Atlanthida ao vivo na Casa da Música...

A história dos Atlantihda é contada por seis músicos e uma cantora. Oriundos dos mais distintos géneros musicais, viajaram pelo mundo da música, absorveram várias influências tanto no fado como na música tradicional e rural. Procuraram as raízes da cultura de um povo com história, absorveram o que de mais genuíno está contido na sua alma e aterraram naquela que é a nova musica urbana portuguesa.

atlantihda1.jpg... aqui, neste território onde o fado entra sem qualquer tipo de protagonismo, agora como uma das suas influências, nasce uma canção genuinamente portuguesa...

 

Voz: Silvana Peres

Guitarra Clássica: João Campos

Viola Braguesa: Miguel Teixeira

Baixo Acústico: José Nogueira

Violoncelo: Mélanie Paula

Bateria: Zagalo

 

Casa da Música (Porto)

2 de Setembro 2016 | 22.00h

Caelum, o novo nome para os ‘space rockers’ Caelum’s Edge

Após 4 anos,um EP e um Álbum, a banda de space rock Caelum’s Edge anunciou hoje a mudança de nome do projeto para Caelum. O anúncio foi feito através de um vídeo divulgado na página de facebook oficial da banda. Neste, os Caelum afirmam que esta mudança foi motivada pela dificuldade que surgia na leitura e pronúncia do seu nome, exibindo alguns erros comuns com que lidaram no passado. “Ok, percebemos a ideia. O nosso nome não é fácil! Mas queremos que o decorem num segundo”, referem.

ca.jpgNo vídeo surgem vários rostos da música nacional como os ÁTOA, Mariana Domingues (ex. concorrente ídolos) e os Like Us, assim como múltiplos fãs da banda com momentos divertidos à mistura. Uma mudança que marca uma nova fase da banda, que promete um novo single já no Outono de 2016.

 

Os Caelum são originários do Barreiro, que venceram a primeira edição do concurso EDP Live Bands. O novo disco “Enigma” foi lançado pela Sony Music Portugal em Janeiro. “O Jogo” é o primeiro single de avanço.

Tiago Silvestre lança novo single… "Não Há Santo Que Me Valha"

Decorria o ano de 2009 quando Tiago Silvestre iniciou o seu percurso musical, como baixista, numa banda de Rock N' Roll de originais… Os Arcanis. Nos anos que se seguiram pertenceu ainda a outros projectos, desta feita como vocalista / guitarrista, tais como Sujeitos a Reboque (banda de covers) e Teddy Picker (banda de tributo a Arctic Monkeys).

No final de 2012, decide abandonar os Arcanis e embarcar numa aventura de um projecto a solo onde pudesse explorar as suas maiores influências, como o Country e o Rock em português.

TiagoSilvestreAoVivo_FNAC.pngDesde o início de 2014 que tem vindo a pisar os seus primeiros palcos a solo, divulgando assim os primeiros temas da sua autoria, tendo até agora disponibilizado o seu primeiro single "Cavaleiros da Távola Redonda" (Maio de 2014) e mais recentemente o seu primeiro álbum "Stª Apolónia" (Maio de 2016).

Lançado a 29 de Agosto de 2016, "Não Há Santo Que Me Valha" é o novo single de Tiago Silvestre. O músico que se encontra actualmente em digressão a divulgar o seu primeiro disco a solo "Stª Apolónia" divulga agora mais este cartão de apresentação do seu album. Escrito e produzido pelo próprio, "Não Há Santo Que Me Valha" foi o primeiro tema gravado em conjunto com a banda que acompanha o músico pela estrada fora. Em Setembro estará presente em Showcases na FNAC.

Os deuses do Olimpo devem estar loucos…

Se isto fosse um filme, poderíamos improvisar o argumento: Zeus & Companhia descem à terra e entre mergulhos na praia de Ipanema observam a maravilhosa Gisele Bündchen brilhar na maior passerelle de toda a sua vida, aquela que pisou na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos na também cidade maravilhosa. E mais espantados ficam com as fatiotas das comitivas olímpicas. É então que têm uma epifania…

"Por que não levar os incríveis designers responsáveis pelos uniformes de diversas seleções em competição nos Jogos para o Olimpo?”, pensam. Avisamos já, caros deuses, que se não é uma missão impossível (não menosprezando os vossos superpoderes, claro está!), será certamente uma tarefa hercúlea. Daremos uma ajudinha, sendo certo que não aceitaremos qualquer acusação de cumplicidade no rapto, ora pois! Afinal, queremos deuses impecavelmente vestidos.

Salsa.jpgphoto: Salsa

 

Comecemos por Cuba... Os fatos formais dos atletas conterrâneos de Fidel Castro tiveram assinatura de Christian Louboutin. Sim, esse mesmo, o designer que criou os famosos sapatos de sola vermelha, aqueles pelos quais qualquer mulher daria um dedo mindinho para adquirir um par. Ao criador juntou-se a Sporty.Henri.com, do ex-jogador de andebol Henri Tai, e a parceria resultou numa coleção  "elegante e fluida nos movimentos”.

 

Atravessemos agora o Atlântico e façamos uma paragem em terras de Sua Majestade, a última anfitriã dos Jogos Olímpicos. Para a representação no Rio a comitiva contou com a designer Stella McCartney, que se associou à Adidas para criar um conjunto de peças que evoca a grandiosidade do Reino Unido. Para a designer há uma peça-chave a destacar: o icónico new coat of arms, que combina a heráldica britânica (aos leões acrescentam-se rosas e tochas olímpicas), com a perseverança da própria criadora, que confessou recentemente à British Vogue que o processo para obter a autorização deste desenho por parte das instituições governamentais foi moroso. Uma verdadeira conquista que antecedeu as medalhas que agora obtiveram.

 

Passando o Canal da Mancha estamos na pátria do meilleur ennemi de l’Angleterre. Certo é que podemos não encontrar crocodilos em França, mas na verdade coube à marca Lacoste (sob a direção criativa do designer português Filipe Oliveira Baptista) vestir os atletas gauleses. Considerando a elegância desportiva característica da marca houve um apontamento inovador que se destacou entre a sobriedade do branco e do azul-marinho: o próprio símbolo da Lacoste – o crocodilo – em formato tricolor, condizente com a bandeira do país. Em menor grau o uso da cor vermelha, ou não fosse ela também uma legítima representante das cores da nação francesa, acrescentando um je ne sais quoi aos já singulares fatos.

 

Rumo a norte, na Escandinávia, a seleção sueca incorporou no vestuário a filosofia sustentável da H&M. A marca tem de resto construído uma sólida afirmação no panorama internacional da indústria da moda, concorrendo diretamente com outro colosso da fast fashion para a pole position, o grupo Inditex. De assinalar ainda que esta não foi a primeira colaboração que uniu o comité olímpico da Suécia e uma das mais famosas marcas suecas a nível mundial: nos Jogos Olímpicos de Inverno 2014, que decorreram em Sochi, a H&M estreou-se ao vestir a comitiva do país.

 

Navegando por outros continentes… Os Deuses continuam atentos? É que pelo andar da carruagem ainda têm milhares de milhas para percorrer. Voltemos às Américas, desta feita em direção à aurora boreal. No Canadá, os irmãos gémeos Dean e Dan Caten, os rostos por detrás da Dsquared2, idealizaram os fatos do grupo olímpico. O inconfundível look streetwear da marca, aliado ao destaque dado ao símbolo nacional do país – a folha de bordo vermelha (se quisermos ser mais rigorosos o termo botânico é folha de ácer) resultam em uniformes despretensiosos, mas simultaneamente distintos: o tão aclamado estilo casual chic.

 

Malas feitas e partindo para oriente, aconselha-se uma vistoria ao guarda-roupa dos sul-coreanos. Não propriamente pelo design – sem qualquer nota de desmérito neste campo, diga-se –, mas devido ao fator inovação a ele associado. Sempre na vanguarda da tecnologia, a Coreia do Sul desenvolveu fatos com tecidos que incorporam um químico que atua como repelente do vírus Zika. Não fosse o diabo (ou o mosquito) tecê-las!

 

Finalmente chegamos à Oceânia, mais precisamente à Austrália. A delegação dos aussies adotou uniformes de imagem futurista concebidos pela Sportscraft. Os fatos não deixaram, contudo, de prestar homenagem aos gloriosos antepassados do estado-membro fundador da Commonwealth. Aliás, tal tributo ficou visualmente expresso nos forros dos casacos que desfilaram na cerimónia de abertura dos Jogos.

 

Seleção portuguesa rende-se à ganga e veste Salsa… Porque não queremos ser acusados de favorecimentos em causa própria, mencionaremos a delegação portuguesa para que os deuses nos ouçam. Podia muito bem ter entrado no estádio do Maracanã a dançar Salsa, já que foi esta a marca nacional responsável pelos trajes que vimos os atletas olímpicos envergar nas cerimónias de abertura e encerramento, e que foram integralmente fabricados em denim. De acordo com o Público Lifestyle, "as peças inspiram-se na tendência patch, com remendos de ganga nas calças, e todas têm ‘emblemas oficiais e decorativos, tais como o coração de Viana em filigrana, a bandeira de Portugal, excertos do hino e a cruz da Ordem de Cristo’”. Sem dúvida, uma verdadeira inspiração para uma nação com alma vencedora.

 

Final do enredo olímpico… Com tão belos exemplares de criatividade e observando a estética apurada dos designers, acreditamos que até ao olhar dos deuses será difícil escolher as nações olímpicas mais fashion. Aliás, fica no ar a pergunta: será a carruagem capaz de regressar ao Olimpo transportando tamanha genialidade? Certamente não seremos nós a fazer a seleção, a Zeus o que é de Zeus. Certo sim, é que as vestes brancas da Grécia antiga têm os dias contados. De outra forma, não tivessem os deuses descido até ao Rio de Janeiro.

(Adaptado)