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Glam Magazine

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MAGAFEST 2016….

Pelo terceiro ano consecutivo, as MagaSessions transformam-se em MagaFest. Este ano, por um dia, as sessões musicais íntimas e quase pessoais na sala de estar da casa de Inês Magalhães transformam-se numa grande celebração das mesmas, desta feita no cenário do anfiteatro do Jardim do Palácio Sinel de Cordes, casa da Trienal de Arquitectura de Lisboa.

maga.jpgDia 10 de Setembro, das 18h às 02h, são oito os concertos que vão juntar nomes estabelecidos aos novos talentos da música independente nacional, cruzando géneros, todos trespassados pela mesma contemporaneidade.

 

O cartaz deste ano apresenta Tó Trips & João Doce, o guitarrista dos Dead Combo e o baterista dos Wraygunn, a apresentar o seu muito aclamado "Sumba".

A já não precisar de apresentações, Selma Uamusse traz a festa dos seus ritmos quentes num concerto que antecipa o muito aguardado álbum de estreia.

Ainda oportunidade única de ver e ouvir a frescura experiente do Jazz do veterano Carlos Bica na companhia do baterista Jim Black e da guitarra de Frank Möbus. Ainda, o projecto quase-instrumental de Norberto, Manuel e João Lobo, os Norman; A folk delico-doce de Madalena Palmeirim; A tocante e exímia guitarra pop de Alek Rein e a polifonia a capella das canções de raiz tradicional das Sopa de Pedra.

 

Os concertos vão encher o jardim mas mais surpresas estão reservadas para as inúmeras salas do palácio. Anunciados estão os Tra$h Converters e a Abysmo Speed Date.  Por isso, desde 2012, seja onde for, o MAGAFEST é casa!

 

“Casa Pronta” é o novo single de Mallu Magalhães…

“Casa Pronta” é o novo single de Mallu e já se encontra disponível digitalmente. A cantora e compositora paulista Mallu Magalhães, também membro do colectivo Banda do Mar, apresentará a solo e ao vivo em Portugal o espectáculo “Saudade”, em formato voz e violão, que passa pelo Theatro Circo de Braga no dia 16 de Setembro, na décima segunda edição do Festival Para Gente Sentada, a 8 de Outubro no Teatro Aveirense, a 19 de Novembro no Teatro Municipal das Figuras em Faro e a 26 de Novembro no Vodafone Mexefest, em Lisboa.

Mallu - Casa Pronta - capa single - MALLU.jpgSobre o espectáculo “Saudade”, as palavras de Mallu Magalhães: “Misturo duas saudades. A pura saudade da música, do palco e do público, que mora na pele e rege meus planos, que explode ideias e canções. Essa vem com um tanto das memórias dos primeiros shows, cantando inglês e errando as letras, sozinha no palco, com um violão que nunca afinava e uma gaita esganiçada. A outra saudade, aquela que aperta, aquela que é uma ferida que se deixa cicatrizar por cima (mas só por cima), aquela que dói quando, por acaso, alguma coisa ali encosta. É a falta. A falta da família, do entorno, dos amigos e conhecidos. É uma saudade irmã do tempo e prima da coragem. É isso. Aqui vou eu. Vou armada de duas saudades e um violão (que, desta vez, afina)”.

 

 

Lisboa na Rua… Sou do Fado com Gisela João

Sou do Fado celebra as melhores vozes do Fado, no coração da cidade-musa. Lisboa foi imortalizada em temas como Alfama, Senhora do Tejo ou Lisboa Menina e Moça, em centenas de letras que sabemos de cor e cujas melodias trauteamos ao sabor do Tejo e do claro--escuro da calçada portuguesa. A cidade voltará a ser cantada no Largo do Teatro Nacional de S. Carlos, nas vozes de Gisela João, Camané e Carlos do Carmo – três gerações distintas, três estilos singulares.

GLAM - Gisela Joao.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Uma das vozes arrebatadoras do panorama do fado, Gisela João é já uma figura central e uma das mais importantes intérpretes da música portuguesa da atualidade, tendo sido distinguida com inúmeros prémios.

 

Lisboa na Rua apresenta Gisela João

 

Largo de São Carlos (Lisboa)

26 de Agosto 2016 | 21.30h

Outono trás o 1º EP dos The Electric Howl…

Chamam-se The Electric Howl e são uma banda de Lisboa, activa desde Dezembro 2014. O grupo tem no forno o seu primeiro trabalho, para ser degustado já em Setembro deste ano, um EP com 6 músicas, que se intitulará “Jungle Pop”.

the.jpgEntretanto, e como forma de aguçar o apetite, lançou um single de apresentação, “Hangover Overdose”, que conta igualmente com vídeo, como forma de antecipar os sabores deste primeiro esforço da banda.

Em termos de concertos, para já, a banda marcará presença na estreia do IndieotaFestaval, no alinhamento previsto para o dia 10 Setembro (Sábado), mas com outras datas a serem confirmadas em breve.

O single pode ser descarregado aqui

 

Metallica anunciam novo álbum… "Hardwired... To Self-Destruct"

Os Metallica acabam de anunciar que vão lançar o seu 11.º álbum de estúdio, “Hardwired… To Self-Destruct”, a 18 de novembro. Este álbum duplo é o primeiro disco de estúdio do célebre grupo desde o multiplatinado “Death Magnetic”, de 2008. “Hardwired… To Self-Destruct” já está disponível em pré-venda no site oficial da banda, em vários formatos, nomeadamente: CD, vinil, digital, versões “Deluxe” e “Deluxe Deluxe”. O álbum foi produzido por Greg Fidelman, engenheiro de som que fez misturas de “Death Magnetic”.

20160818_193900_7549_939482.jpegphoto: Promo /DR

 

Já passaram mesmo oito anos? Nem parece!”, disse ironicamente Lars Ulrich. “Estamos entusiasmadíssimos em poder partilhar estas novas músicas com todos os nossos amigos. Temos estado rockar no estúdio com o Greg ao longo dos últimos 18 meses, a aquecer de novo os motores criativos. Lançar nova música, enfrentar as pessoas uma vez mais e usufruir de tudo o que vem de fazer o que mais amamos... preparem-se!”

 

Hardwired” é a primeira canção a ser lançada deste novo álbum, tendo sido revelada pela primeira vez durante uma atuação dos Metallica nos seus escritórios, na Bay Area, que foi transmitida na Internet. Fiquem atentos, porque nas próximas semanas vão surgir uma série de novidades a respeito de “Hardwired… To Self-Destruct”. Os Metallica estão de volta!

 

Norah Jones regressa ao piano e às suas raízes em “Day Breaks”

O novo trabalho inclui doze canções (nove originais e três covers de Horace Silver, Duke Ellington e Neil Young) e conta com a participação de nomes essenciais do jazz, como Wayne Shorter, Dr. Lonnie Smith e Brian Blade, seus parceiros na icónica editora Blue Note.

no.jpgÉ como um fechar de ciclo, porque eu regressei às minhas influências iniciais”, explica Norah. “Depois do primeiro disco, eu afastei-me um pouco do piano e sentia-me mais inspirada a escrever para a guitarra. Mas agora voltei e senti-me mesmo bem”.

O single “Carry On” já está disponível, bem como o vídeo, e a imprensa internacional tem elogiado este primeiro avanço, como o Mashable, que lhe chama “um lembrete de que Norah é um dos tesouros especiais da música”. O Boston Globe viu-a no Newport Jazz Festival e fala do regresso de “uma voz honesta, quente, sem auto-tune, alguém que arranjou forma de estar sempre lá quando é precisa”. Jamie Cullum, no seu programa na BBC Radio 2, diz que “é óptimo tê-la de volta – uma voz incrível, um piano incrível, músicos incríveis a acompanhá-la”.

 

A artista, que já passou por Portugal, apresentou-se ao mundo com “Come Away With Me”, em 2002. Vendeu mais de 45 milhões de álbuns desde aí e os seus outros trabalhos de estúdio, como “Feels Like Home” (2004), “Not Too Late” (2007), “The Fall” (2009) e “Little Broken Hearts” (2012) mostraram uma artista sem medo de arriscar e de se desafiar. Os fãs de Norah Jones na Europa vão poder vê-la em Novembro, quando a artista actuar em Itália, Reino Unido e França.

 

Day Breaks” já está disponível em pré-venda digital

Lisboa na Rua, o festival de artes e cultura fora de portas

É já a partir de dia 25 de agosto que as ruas, praças, jardins e recantos de Lisboa serão palco de um festival para todos que inclui música, cinema, teatro, literatura, exposições, instalações e visitas literárias, culminando, no dia 1 de outubro, Dia Mundial da Música.

Organizado pela EGEAC (Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, E.M), e apoiado pelo Turismo de Portugal, o festival estende-se a várias zonas da cidade, mantendo a programação gratuita e de acesso livre.

lisboanarua_joao-fazenda-10.jpg"Lisboa na Rua é um festival que permite a qualquer pessoa assistir de forma totalmente livre e gratuita a espetáculos que normalmente não se passam na rua e não são gratuitos, como a apresentação integral das sinfonias de Beethoven, em quatro concertos ao ar livre. Nesta edição alargámos o festival a zonas como São Domingos de Benfica, Carnide e Lumiar, porque é importante mostrar que a cidade é mais do que o seu centro histórico", frisa a Presidente do Conselho de Administração da EGEAC, Joana Gomes Cardoso.

 

Ao longo dos cinco fins de semana, o festival irá acolher bandas de jazz de várias proveniências, fará soar o fado pelas vozes consagradas de Gisela João, de Camané e de Carlos do Carmo e trará para a rua grandes orquestras como a Gulbenkian e a Metropolitana, esta última apresentará em quatro dias seguidos a integral das sinfonias de Beethoven, algo que só aconteceu em 1973 e nunca na rua. Ainda nas sonoridades, o Jardim da Tapada das Necessidades será transformado para acolher o inédito Lisboa Soa, um festival dedicado à arte sonora, com performances, concertos e debates sobre o ambiente acústico que nos rodeia.

 

Já o grande ecrã irá instalar-se, pela primeira vez, no jardim do Palácio Pimenta do Museu de Lisboa, no Campo Grande. A estreia do ciclo CineCidade irá exibir filmes clássicos e icónicos, como o E.T. ou Os Verdes Anos, em noites mágicas de cinema ao ar livre.

E porque muito se descobre a calcorrear as ruas e esquinas, o Lisboa na Rua lança também passeios literários pela mão de alguns dos escritores e ilustradores que deram corpo e forma ao Guia Ler e Ver Lisboa, com que a EGEAC assinalou os seus 20 anos. Toda a programação pode ser consultada aqui

 

As últimas grandes surpresas da 4ª edição do melhor micro festival sãoooo….

Está fechado o cartaz da quarta edição do Indie Music Fest!

A celebração artística independente apresenta, de novo, um lineup de excelência e exclusivo da música moderna portuguesa e promete fazer justiça ao estatuto de melhor micro-festival de Portugal!

O quarto cartaz do Indie Music Fest ja esta distribuído por dias, e os indies já podem decidir entre a compra do passe-geral para os tres dias com campismo incluído ou do bilhete diário, que se encontra agora a venda a partir de 15 euros, em www.bol.pt e nos locais habituais. Os grandes highlights do cartaz sao PAUS, os concertos de pré-apresentação dos álbuns de You Can’t Win, Charlie Brown e Octa Push, Salto, Pista, Riding Panico, Galgo, Basset Hounds ou Alek Rein, mas o festival do bosque tem para desvendar ao público indie muitos outros projetos musicais fresquinhos!

00.pngA este lineup pertencem também grandes nomes da electrónica underground portuguesa, saídos do bolso das editoras Cubo Records showcase e Terrain Ahead, que serão responsáveis pela curadoria da fábrica electrónica do Bosque Mágico.

01.pngOs irmãos Filipe e João Teixeira são os mentores do projecto UN0 - música electrónica ambiental e de dança, desenvolvida e capturada em performances ao vivo com as suas Drum Machines, Synths, Samplers e Sequenciadores. A sua música tanto nos transporta para uma nocturna praia calcando o veludo das ondas, ora nos atira para o universo húmido e abafado de um club algures entre Berlim ou Detroit. Além deste novo projecto UN0, há já uns anos que actuam como djs (Phillips e Justamine) com uma linha sonora que parte de um house profundo, por vezes passando por um tech planante, e terminando num techno musculado se a pista de dança assim o quiser.

02.pngNum impulso arrebatado, de arranque súbito e constante, Rompante é DJ e produtor em nome próprio desde 2010. A sua narrativa começa na Suíça, mas o desenvolvimento da história tem o Porto como cenário e Detroit, Chicago, Berlim e Londres como banda sonora.

Até 2015, Rompante editou pela Is It Balearic...?, Liebe * Detail, Seven Music Records, Permanent Vacation, Extended Records, Balance Recordings, e estreia-se em breve na Cubo Records. O seu tema "Save me from this chaos", já conta com mais de um milhão de plays no Spotify, numa compilação escolhida por Danny Howells. Responsável pelas noites M.A.D. (Music Addiction Disorder) no Plano B, passou pelo Neopop, Lux e Watergate e é parte integrante da Bloop. Agora, assim de repente, faz parte do roster Match Attack.

03.pngOs GAM, aka Fata Morgana, são dos poucos DJ da sua geração atentos ao que se lhes diz, e a crítica é recebida como poucos a sabem receber. Isso aparece de forma evidente nos seus sets. São crus, duros, violentos, viscerais… São como uma celebração pós-batalha do exército espartano. É techno distópico, selvaticamente industrial, feito de beats saturados, dureza quase guna, decadência quase punk. Há nos seus sets uma tentativa constante de puxar os limites. Limites esses que passam por demolir barreiras “intergenre” e fazer imperar toda a “ambi valentia” que reside nas suas malas de discos.