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Glam Magazine

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Time Shifter… ao vivo no Terraplana

As Time Shifter apresentam-se ao vivo no próximo Sábado, dia 23 de julho, no Terraplana, no Porto. O concerto terá início pelas 23h e a entrada é gratuita.

Em destaque estarão as canções de “Even Dolls Can Wake Up From Their Porcelain Sleep”, EP de estreia da dupla editado com o selo da Music In My Soul, do qual já foram extraídos os singles “Sailing” e “Crazy”.

time_shifter_flyer2_1024.pngHá quem diga que existe por aí uma caixa que viaja no tempo para te encontrar. Há quem diga que quando a encontras, o tempo pára para te mostrar, que ainda há tempo para te encontrares. É o mote para uma performance multidisciplinar de 40 minutos onde o som, o movimento, a luz, o cenário e as projeções multimédia se conjugam harmoniosamente em busca de uma nova identidade artística. O tempo pára e a caixa de música abre­se... 

O projeto Time Shifter nasceu no Porto em junho de 2014 quando Sónia Vicente e Raquel Devesa decidiram fundir a sua paixão pela música dentro de uma caixa que viaja no tempo. Até que ponto um violoncelo, sons eletrónicos e voz conseguem encontrar­se no espaço­tempo das emoções para criar essa atmosfera musical?

Para além da viagem sonora entre o Trip­hop e o experimental, há uma preocupação constante em exprimir vários ambientes, quer seja com os cenários, quer seja com a teatralização da própria performance em palco

 

Terraplana (Porto)

23 de Julho 2016 | 23.00h

“Game Over”… o novo álbum de CASUAR:

O músico português CASUAR:, antigo membro de bandas como Dazkarieh e Donna Maria, acaba de editar o seu primeiro álbum a solo, “Game Over”, com o selo da Music In My Soul. O registo sucessor do EP homónimo de 2014 já se encontra disponível para escuta nas principais plataformas de streaming e tem como singles de avanço os temas “Fuga” e “Mero Passo”, perfeitos exemplares da indie pop singular e inventiva que nos apresenta neste projecto one man band.

Casuar_Game Over.pngNascido a 30 de Março de 1989 em Castelo Branco, Rui Rodrigues é filho de mãe portuguesa e pai moçambicano. O primeiro contacto que teve com a música foi nos escuteiros, onde aprendeu a tocar guitarra. Mais tarde, ingressou numa escola de música onde aprendeu a tocar guitarra elétrica, bateria e piano, alimentando assim a sua vertente multi-instrumentística.

Na adolescência tocava frequentemente covers de bandas de rock, punk e metal com os amigos. E, uns anos mais tarde, descobriu o mundo da World Music onde aprendeu a tocar percussões africanas, didgeridoo, fujara, gaita-de-fole, entre outros instrumentos tradicionais. Quando acabou a escola, entrou em Biologia na Universidade de Lisboa mas desistiu passados poucos meses para poder seguir a sua verdadeira paixão: a música. Aos 19 anos, deu aulas de música numa escola primária e começou um curso de Produção Musical, que acabaria no ano seguinte. Perto de atingir o final do curso, Rui Rodrigues foi convidado para tocar na sua banda portuguesa favorita, os Dazkarieh. Começava aqui a sua carreira como músico profissional. Para além de experiência musical, foi aqui que despertou para o mercado da música em Portugal ganhando experiência na área do marketing musical.

Com Dazkarieh gravou 3 discos e fez mais de 150 concertos em Portugal e na Europa, em países como Alemanha, Espanha, Áustria, Suiça e Lituânia. Fez parte da formação de bandas de variados estilos como Stereo Parks (Indie/Rock), Pás de Probléme (World Music), mas destaca-se a presença na banda Voodoo Marmalade (Banda de Ukuleles) onde fez cerca de 100 concertos e onde teve a primeira experiência como compositor/produtor musical, compondo, gravando, produzindo e misturando o primeiro disco da banda.

Entre 2014 e 2015 destacam-se as participações como músico nas bandas Donna Maria e D.A.M.A (onde ainda se encontra em funções). Em finais de 2014 os Dazkarieh acabam com o último disco e a última tour, e dá-se o mote para a criação de um novo projeto musical one man band chamado CASUAR:

O primeiro trabalho foi lançado em Outubro de 2014. Trata-se de um EP homónimo com 5 faixas completamente auto-produzidas desde as letras até à gravação, da mistura e masterização ao design da capa. O tema “Monotonia” fez parte da compilação Novos Talentos Fnac 2015, tendo rodado durante esse ano na playlist da Antena 3.

No espaço de um ano fez mais de 30 concertos destacando-se: Toca a Todos (na Praça do Comércio, em direto para a Antena 3), Final do EDP Live Bands'15, NOS Alive'15 e Final do Cambra Fest onde acabou por sair vencedor.

Agora em Julho de 2016 é lançada a edição digital do seu primeiro longa-duração, “Game Over”.

Viagem Medieval celebra 20 edições…

Doze dias, o rei D. Dinis, a rainha D. Isabel. Um reino, um país.

A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria celebra 20 edições. Duas décadas a recuar ao passado, a decalcar episódios históricos, a criar conteúdos, a vestir-se a rigor, a transformar o coração do centro histórico num intenso palco de momentos marcantes da História de Portugal. Vinte edições a afirmar-se como uma marca do território. A envolver a comunidade. A viajar por vários séculos.

viagem2.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

De 27 de julho a 7 de agosto, Santa Maria da Feira volta a retroceder no tempo para recuperar os mais importantes passos de D. Dinis. A relação com a rainha D. Isabel, a traição do irmão, a guerra com o filho herdeiro, a definição de fronteiras. A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria volta a cruzar histórias, a dar brilho ao património. É um projeto cultural. É um projeto turístico. É um projeto da comunidade. É o maior evento de recriação histórica medieval do país e um dos maiores da Europa. 

viagem.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Contexto Histórico… D. Dinis - O Plantador de Naus (Séculos XIII e XIV)

Final do século XIII. D. Dinis é o rei de Portugal. O monarca que abriu caminhos à descoberta de novos mares, de outros mundos. “O plantador de naus” como o batizou o poeta Fernando Pessoa, no seu livro “Mensagem”, ao lembrar os pinhais que el-rei mandou plantar e que, mais tarde, seriam a pele das naus portuguesas que partiram à conquista de outros territórios na época dourada dos Descobrimentos. 

D.Dinis, o rei lavrador, o rei poeta, o rei trovador. Filho mais velho de Afonso III. Rei de Portugal e Algarve de 1279 até 1325, ano da sua morte. Definiu as fronteiras de Portugal no Tratado de Alcanizes. Reforçou a identidade nacional, deu brilho ao conceito de estado-nação. Criou a primeira universidade portuguesa. Casou com Isabel de Aragão que ficaria conhecida como Rainha Santa – a rainha do Milagre das Rosas.

viagem3.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O final do século XIII e o início do século XIV ficam marcados pela longa governação de D. Dinis. É um reinado assente na afirmação do poder régio e nas alianças firmadas com os reinados peninsulares: com o de Aragão ao casar com D. Isabel, e com o de Castela e Leão com a assinaturado Tratado de Alcanizes, em que ratificou o casamento entre os princípes herdeiros e definiu os limites territoriais entre os dois reinos.

Político nato, rei justo e piedoso, perspicaz e inteligente, forte e determinado. Repovoou terras, construiu muralhas e castelos, organizou o exército, criou uma força naval moderna. Nacionalizou as ordens militares, criou a nova Ordem de Cristo. A sua marca perdura no tempo, faz parte da História de Portugal.

Casa da Memória desafia os vimaranenses para a construção de uma maqueta da Fábrica Pátria em LEGO

A Casa da Memória (CDMG), em Guimarães, está a preparar um novo núcleo expositivo dedicado às memórias da antiga Fábrica de Plásticos Pátria, em forma de documentos, imagens e objetos. Com o objetivo de envolver os vimaranenses neste projeto, serão lançados dois desafios: a construção de uma maqueta da Fábrica Pátria em LEGO® e o empréstimo para exposição de peças nela produzidas. A construção da maqueta da fábrica em LEGO® irá decorrer este domingo, dia 24 de julho, às 11h00, às 13h00 e às 15h00. A participação é livre, contudo os lugares são limitados a 30 pessoas por sessão.

Casa_Memoria_Guimaraes.jpgA construção da maqueta contará com o apoio da PLUG Associação Portuguesa de Utilizadores de LEGO®, desafiando, dos mais novos aos mais velhos, a reconstruirem a fábrica usando este material. Porquê em LEGO®? Talvez possa contribuir para um regresso ao passado, às memórias dos momentos de infância dedicados à construção inventiva do nosso imaginário. Por outro lado, o LEGO® representa num sentido literal, o material que a fábrica produzia – o plástico.

 

Para além da construção da maqueta, a CDMG apela a que a comunidade vimaranense contribua com objetos da antiga Fábrica Pátria, talvez esquecidos em velhos baús familiares. Com a ajuda e cooperação de todos, a Casa da Memória tornar-se-á, cada vez mais, num espaço de acolhimento e interpretação das memórias de todos os vimaranenses.

 

Recordamos que a Casa da Memória situa-se no antigo espaço industrial que albergou a Fábrica de Plásticos Pátria, uma indústria vimaranense com tradição na produção de pentes, ganchos, travessões e outros objetos de plástico, tais como pequenos brinquedos. Constituída por um edifício administrativo e por três hangares industriais, dos quais restam dois, a fábrica foi convertida na atual Casa da Memória pelo projeto dos arquitetos Miguel Guedes e Carlos Melo Dias.