Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

Statik Selektah com SlimCutz e dB nos pratos… e Ollgoody’s ao vivo

No universo do rock há uma expressão que identifica uma espécie rara de artistas num mundo onde os egos funcionam muitas vezes como barreira ao reconhecimento dos pares: "musicians' musician" é aquele músico - guitarrista, baixista, etc - que outros músicos aplaudem. Podem não ser os que mais fãs possuem ou cujas carreiras maior impacto registam, mas são aqueles músicos que outros pares identificam como expoentes na sua área, como praticantes das formas mais elevadas da sua arte. Statik Selektah, dj e produtor oriundo de Boston, pertence, pode dizer-se, a essa rara classe.

9999.jpgStatik é um veterano com uma longa carreira que recua mais de uma década e que assenta em todos os passos correctos e necessários: formação técnica séria e sólida no New England Institute of Art onde aprendeu a dominar os segredos do estúdio, mais estudo atento de mestres como Dj Premier ou Funkmaster Flex que inspiraram os seus primeiros passos no hip hop. E depois, a pulso, a construção de uma identidade: primeiro com uma série de mixtapes para as ruas, Spell My Name Right; mais tarde com o estabelecimento da Show Off, a agência e editora com que editou trabalhos de Termanology ou REKS, por exemplo e com que Statik deixou claro que percebia que dominar a arte sem ter um espírito empreendedor não funciona na competitiva América contemporânea.

 

“Spell My Name Right: The Álbum” é a primeira peça de uma discografia própria que já se estende até aos sete álbuns, o mais recente dos quais, Lucky 7, data já de 2015. E nestes sete álbuns são muitos os gigantes que não quiseram deixar de prestar a sua vénia a um dos mestres da arte do beat making: de Kool G Rap, Q-Tip e Talib Kweli, logo no primeiro disco, a Action Bronson, Joey Badass ou Royce da 5'9", no mais recente, passando por uma impressionante lista no meio que inclui nomes como Bun B, Dilated Peoples, Mac Miller, Rapsody, Raekwon, Freddie Gibbs, Sean Price, Black Thought dos Roots, Snoop Dogg ou, entre tantos outros, Ab-Soul. E estamos, obviamente, a falar apenas de Mcs que rimaram em discos de Statik Selektah, o artista. Porque enquanto produtor, o alcance deste nativo de Boston é muito mais vasto e alarga-se a um universo onde se encontram nomes como Eminem, Xzibit, Big Sean, Danny Brown e tantos outros.

Cabeça de uma editora, artista em nome próprio, dj, produtor. A estas óbvias qualidades, Statik Selektah ainda junta a de "radio personality": há cerca de uma década que está ligado à Shady 45, canal de rádio de Eminem na Sirius. Essa ligação ao gigante de Detroit permitiu-lhe aliás produzir em 2014 o notório tema "Detroit Vs Everybody" de Eminem com Royce da 5'9", Big Sean, Danny Brown e outros nomes da cidade de 8 Mile. Os argumentos de Statik não se esgotam aí: Dj oficial da Pro Era, garante da qualidade boom bap em muitas das melhores rimas de Joey Badass, ele tem exibido qualidades de produtor que lhe garantem não apenas a preferência de veteranos, mas também a reverência de jovens leões da nova escola. Não há muita gente na cena hip hop americana que possa dizer isso.

 

E depois há os skills infinitos nas rodas de aço: aperfeiçoados no circuito de mixtapes, postos à prova nos melhores clubes do planeta, dos Estados Unidos ao Japão, e levados até ao limite nas suas emissões regulares de rádio - Statik Selektah sabe como largar o beat certo no momento certo, como reinventar o hit do momento colando um acapella a um inesperado novo beat, como encaixar clássicos eternos no meio das novidades mais quentes. Por tudo isto, a noite de 18 de Julho, no Plano B, poderá mesmo ser das mais quentes do ano. Imperdível, obviamente.

 

Plano B (Porto)

18 Julho 2016

Final do concurso nacional de bandas Reverence Festival…

Este sábado, dia 16 de julho, o Centro Cultural do Cartaxo recebe a final do concurso nacional de bandas promovido pelo Reverence Festival Valada. Duas das seis bandas a concurso vão tocar nos palcos do Festival já em setembro. Das seis bandas em competição e que foram anunciadas no passado dia 16 de junho, em conferência de imprensa no Hard Rock Café, duas delas serão eleitas como vencedoras, uma nacional e outra do distrito de Santarém. Estas irão, depois, ocupar os dois slots disponíveis no cartaz da 3ª edição do Reverence Festival Valada 2016.

re.jpgO júri responsável pela eleição das bandas vencedoras é composto por dois representantes da Antena 3, António Freitas e Nuno Calado; Ana Búzio e João Borislav responsáveis pelo programa Future Echo e Carlos Montês e André Beda responsáveis pelo programa Ruído Alternativo ambos da Tejo FM, rádio local parceira deste concurso. Das inúmeras bandas nacionais e locais que submeteram as suas candidaturas, foram escolhidas seis finalistas, três bandas nacionais e três bandas do distrito de Santarém, estas que se apresentarão no Centro Cultural do Cartaxo já este sábado, dia 16 de julho a partir das 21:00. Os bilhetes para este evento custam 4€ e podem ser adquiridos no local.

 

As bandas a concurso são:

Distrito de Santarém:

Drivingwest (Almeirim)

Ossos D'Ouvido (Benavente)

The Fallen Reign (Cartaxo)

Bandas Nacionais:

Moloch (Lisboa)

The Brooms (Barreiro)

We Buffalo (Lisboa)

 

O Reverence Festival acontece nos dias 8, 9 e 10 de setembro no Parque de Merendas de Valada, Cartaxo, e integra mais de 50 das melhores bandas de rock nacionais e internacionais, incluindo The Sisters of Mercy, The Brian Jonestown Massacre, Killing Joke e The Damned.

WH! apresenta Naturama #06... Flak & Convidados

Na próxima quinta-feira, 14 de Julho, Flak apresenta no Sabotage Club um espectáculo único, entre o jazz e o rock, para o qual conta com uma formação também ela inédita: Rodrigo Amado, no saxofone, João Lencastre, na bateria, Hernâni Faustino, no contrabaixo, e José Vasconcelos Dias, nos teclados.

uuu.jpgVeterano com uma longa carreira ligada a grupos como Rádio Macau ou, mais recentemente, Micro Audio Waves, o guitarrista preparou um concerto especial para a noite que assinala o seu regresso ao Sabotage, depois da festa de lançamento de “Nada Escrito”, em Outubro de 2015.

Afastando-se do formato canção que caracteriza a sua discografia a solo (“Flak”, 1998, e “Nada Escrito”, 2015), traz-nos agora uma «valente dose de improvisação com carga rock».

 

O concerto integra a NATURAMA #06, noite de curadoria entre a WH e o Sabotage Club. Depois do espectáculo, a festa continua com o DJ Nuno do Roque (Nuno Rabino), até às 4h.

 

Sabotage Club (Lisboa)

14 de Julho 2016 | 22.30h

Jazz no parque… Slow is Possible "Hunting Weather” (Portugal) + Red Trio & Raoul Bjorkenheim (Portugal / Finlândia)

Slow is Possible "Hunting Weather” (Portugal)

Grupo-revelação do jazz português, formado por jovens músicos da Beira Interior com atividade, sobretudo, no domínio da música erudita, os Slow is Possible tocam um jazz cinematográfico que, por vezes, nos remete para a escrita de John Zorn destinada ao grande ecrã. Um jazz sem tiques, truques ou vícios que incorpora elementos clássicos, do rock e da música exploratória, sustentado sobre uma rítmica intensa e com melodias que ficam no ouvido. O septeto vai apresentar um projeto especialmente criado para Serralves, com inspiração num poema de Charles Bukowski, "The Genius of the Crowd”. Parte de um tema incluído no seu disco homónimo de estreia, "Chasin’ Bukowski”, para terminar com o inédito "Catchin’ Bukowski”.

1606_redtrio_j2_4735525855762890f16a5a.pngJoão Clemente: guitarra elétrica

Bruno Figueira: saxofone alto

Patrick Ferreira: clarinete

André Pontífice: violoncelo

Nuno Santos Dias: piano elétrico Fender Rhodes

Ricardo Sousa: contrabaixo

Duarte Fonseca: bateria

 

Red Trio & Raoul Bjorkenheim (Portugal / Finlândia)

Um dos mais internacionalmente aclamados projetos portugueses no âmbito do jazz, o Red Trio apresenta-se na sua versão elétrica, substituindo os habituais piano de cauda e contrabaixo por um Fender Rhodes, um MiniMoog, eletrónica e baixo elétrico. Com este formato, o grupo de Rodrigo Pinheiro, Hernâni Faustino e Gabriel Ferrandini ganha uma dimensão mais "groovy” que o aproxima do rock. Essa orientação é acentuada pelo seu convidado, o guitarrista finlandês Raoul Bjorkenheim, conhecido pelo trabalho que desenvolveu com os Krakatau, gravando para a ECM, e com o Scorch Trio (Rune Grammofon), formado com Ingebrigt Haker-Flaten e Paal Nilssen-Love (agora rebatizado apenas como Scorch, com as entradas de Frank Rosaly e Mars Williams). Bjorkenheim sucede-se assim a outros "special guests” do Red Trio, como John Butcher e Nate Wooley, naquele que promete ser o início (é a primeira vez que tocam juntos) de um novo capítulo no seu percurso.

 

Rodrigo Pinheiro: piano eléctrico Fender Rhodes, electrónica

Hernâni Faustino: baixo elétrico

Gabriel Ferrandini: bateria, percussão

Raoul Bjorkenheim: guitarra elétrica

 

Parque de Serralves / Tenis (Porto)

17 de Julho 2016 | 18.00h

Charlie Wilson leva a locomotiva ao EDPCOOLJAZZ (Reportagem)

Pela já longa carreira de Charlie Wilson, sabíamos de antemão que a noite ia ser de ritmos e loucuras desenfreadas em palco. E aquilo que tínhamos previsto aconteceu no arranque da edição de 2016 do Festival  EDPCOOLJAZZ.

Charlie Wilson é um verdadeiro showman em palco, com uma carreira iniciada nos anos 70 ao lado da The Gap Band, Charlie fez-se acompanhar em palco com um grupo de músicos e dançarinas que levaram ao rubro o ambiente, ainda morno e algo tímido, dos jardins do Marques de Pombal, em Oeiras.

DSC_0275 (Cópia).jpg

Rapidamente o ambiente aqueceu, pois Charlie não deu tréguas do inicio ao fim do concerto, curto mas conciso. Uma verdadeira locomotiva musical que acelarava ao ritmo funky e soul do concerto, ou se não tivesse iniciado o espetaculo ao som de “Party Train”, um clássico de 1983 da The Gap Band.

Sempre bem acompanhado em palco, Charlie Wilson fez jus ao seu já clássico reportório e rapidamente percebemos o quanto Wilson influenciou muitos dos atuais artistas de R’n’B que hoje pautam nas tabelas musicais.

DSC_0238 (Cópia).jpgCom um ritmo frenético, praticamente sem pausas entre canções, Charlie Wilson recuperou alguns dos seus, e da The Gap Band clássicos, em forma de medley, com sonoridades próprias e muitos ritmos “emprestados” de outros músicos à mistura. Pelo meio revisitou “Smooth Criminal” de Michael Jackson.

Visualmente falando, Charlie Wilson brindou o público com vários visuais que rapidamente ia mudando ao longo do concerto de uma forma quase impercetivel, ele e o grupo de 4 bailarinas que acompanhavam o artista.

Aos 63 anos, Charlie Wilson mostrou em palco uma energia única, contagiante e acima de tudo exuberante e uma confiança naquilo que quis transmitir junto do público, que de uma forma efusiva recebeu de “braços abertos” a estreia do músico originário de Tulsa. Bem que podemos afirmar “Forever Charlie”…

 

Alinhamento:

- Party Train

- Early in the Morning / Signs

- Beautiful / Birthday Dress

- There goes my baby

- Burn Rubber / Humptin / Uptown

- Last name Wilson

- All I have

- You are

- Outstanding

 

Reportagem e Fotografias: Paulo Homem de Melo

22º Super Bock Super Rock… Destaques dia 14 de Julho... Kurt Vile

É já amanha que arranca a 22ª edição do Festival Super Bock Super Rock.

Um dos destaques para o primeiro dia é o regresso a Portugal de Kurt Vile. Kurt Vile é atualmente um dos grandes nomes do momento da música independente e o seu regresso aos palcos é sempre aguardado com expetativa.

GLAM - Kurt Ville.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Com Adam Granduciel fundou os The War On Drugs, mas com eles viria apenas a participar no título de estreia.

O destino estava traçado para este músico: fazer obras em nome próprio porque a desmesura do seu talento assim o exigia. Com seis discos em carteira, o primeiro editado em 2008, foi com “Wakin on a Pretty Daze” (2013) e “b'lieve I'm goin down...”, o último editado já em 2015, que Kurt Vile atingiu um estatuto de admiração global. Capaz de compor e interpretar de forma única sonoridades rock, folk e do designado género americana, o artista de Filadélfia, inspirado em nomes como Bruce Springsteen, Neil Young, Tom Petty ou John Fahey, tem um carisma e estilo únicos.

Ao vivo faz-se acompanhar pelos The Violators, banda constituída por Jesse Trbovich (baixo, guitarra e saxofone), Rob Laakso (guitarra e baixo) e Kyle Spence (bateria).

 

 

Super Bock Super Rock / Palco EDP

14 de Julho 2016 | 21.10h

22º Super Bock Super Rock… Destaques dia 14 de Julho... The National

É já amanha que arranca a 22ª edição do Festival Super Bock Super Rock. Um dos destaques para o primeiro dia é o regresso dos The National a Portugal. Os The National são, provavelmente, uma das bandas mais amadas do universo musical independente.

GLAM - The National (2).jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

As fronteiras esbatem-se e aquilo que se designava por música alternativa começa a enfraquecer de sentido porque, afinal, não importa assim tanto, e a indústria segue caminhos que estreitam o tamanho do mundo. Um dos exemplos paradigmáticos desta contemporânea constatação são os The National que, de disco em disco, galgaram tamanho, passando de uma banda de minorias para um quase amor unânime.

Liderados por Matt Berninger, os The National são ainda constituídos pelos irmãos Aaron Dessner e Bryce Dessner, Bryan Devendorf e Scott Devendorf. Com 6 discos editados em 15 anos de carreira, são reis da sonoridade de contornos líricos impactantes, com a capacidade de mover os corações de uma cada vez maior legião de fãs.

 

Super Bock Super Rock / Palco Super Bock

14 de Julho 2016 | 22.10h

Kevin Morby regressa em Novembro a Portugal…

Com o seu terceiro disco, “Singing Saw”, Kevin Morby inscreveu definitivamente o seu nome no lugar imaginário onde residem os maiores escritores de canções da actualidade.

Confesso admirador de Portugal e da cidade do Porto, que serviram de inspiração para uma das canções deste novo disco, o músico norte-americano, que fez parte dos Woods e The Babies, tem vindo a construir uma carreira a solo em que presta homenagem aos seus heróis musicais ao mesmo tempo que deixa a sua marca própria e perfeitamente inconfundível.

kevin+morby.jpgKevin Morby apresenta-se em Espinho em formato de banda completa num concerto imperdível.

 

 

Auditório de Espinho

25 de Novembro 2016 | 21.30h

Sons ibéricos dominam a 9ª Edição do Festival Folk Celta

O Festival Folk Celta acaba de divulgar o line-up completo para a sua 9ª Edição a decorrer nos dias 29 e 30 de Julho na Praça Terras da Nóbrega, em Ponte da Barca. Com as margens do Rio Lima e do seu afluente Vade como cenário, o Festival Folk Celta, que é organizado pela Câmara Municipal de Ponte da Barca aposta novamente em dois palcos a funcionar em alternativo – o Palco Terras da Nóbrega e o Palco Bricelta.

Cartaz Festival Folk Celta_Web.jpgNo primeiro dia do festival, o Palco Terras da Nóbrega arranca com os Pet Piper’s Project que estiveram o ano passado no Palco Bricelta, depois de serem selecionados pelo público no Concurso Novos Valores da Folk, e que regressam agora para uma atuação mais extensa. Seguem-se os Galandum Galundaina, uma instituição do património musical e etnográfico das Terras de Miranda que apresentam neste concerto o seu mais recente disco e por fim a reconhecida gaiteira galega Susana Seivane que coleciona colaborações com nomes de peso da folk internacional de que são exemplo o Kepa Junkera ou os Milladoiro que de resto já passaram por Ponte da Barca.

 

A 30 de Julho, sobem ao palco os Talabarte, um trio único, estritamente acústico e baseado na música tradicional. Naturais da Galiza, propõem uma viagem à música popular desta região, com um repertório cheio de referências a ritmos, melodias e composições de outras latitudes espanholas, misturando versões e composições da sua própria autoria. A programação segue com António Zambujo que celebra aqui o seu casamento com a Folk, depois de uma intensa e bem sucedida digressão pelos Coliseus e de ter vencido o Globo de Ouro para Melhor Artista Nacional. A festa termina com os Retimbrar que exploram ritmos, canções e instrumentos tradicionais portugueses com o objectivo maior de perpetuar a herança popular e cultural de todos nós. “Voa Pé” é o título do disco que trazem na bagagem.

 

Depois de apurados os resultados do Concurso Novos Valores da Folk que registou centenas de votações do público através do Facebook, são hoje divulgados também os nomes que compõem o Palco Bricelta. Diretamente do Brasil, chega-nos Lÿra – uma cantora de folk alternativo com 19 anos de carreira que se deixa inspirar pelo rock e pelo gótico, e que inaugura o palco no dia 29 de Julho. Seguem-se os The Oafs, naturais de Viana do Castelo e defensores do indie folk, pop rock e músicas do mundo; e os Virandeira Folk que nos chegam da Galiza com um disco de homenagem às sonoridades celtas de Norte a Sul do Atlântico.

 

A 30 de Julho, a programação do Palco Bricelta abre com os Palankalama – um quarteto dedicado à música instrumental, com composições inspiradas na música tradicional e folk de diversas regiões; à qual se seguem os Drusuna de Guimarães que se auto intitulam percursores do ritual pagan folk numa clara alusão à comunhão com a Terra. A programação deste palco encerra ao som dos experientes Triquel, que com mais de 25 anos de carreira prometem trazer toda a energia do rock celta presente no disco “Sin hacer ná”.

As portas abrem às oito da noite e os concertos têm início pelas 21h30.

Em paralelo, decorre a Feira Alternativa que apresentará uma vez mais cerveja artesanal, licores tradicionais, queijos e enchidos da região, sabonetes artesanais, óleos e unguentos naturais, e ainda uma área de restauração a trabalhar durante todo o horário dos concertos.

 

Dia 29 de Julho

Palco Terras da Nóbrega

22h00 – Pet Piper´s Project

23h05 – Galandum Galundaina

00h30 – Susana Seivane

Palco Bricelta

21h30 – Lÿra

22h45 – The Oafs

00h05 – Virandeira Folk

 

Dia 30 de Julho

Palco Terras da Nóbrega

22h15 – Talabarte

23h30 – António Zambujo

01h05 – Retimbrar

Palco Bricelta

21h30 – Palankalama

23h00 – Drusuna

00h45 – Triquel

 

“Guilty”… o novo single de PJ Harvey

Chama-se “Guilty” e é o novo single de PJ Harvey disponível desde hoje, 13 de Julho, nas plataformas digitais.

O tema foi um dos que ficou de fora do “The Hope Six Demolition Project”. O tema foi gravado em Janeiro de 2016 mas só agora dado a conhecer.

GLAM - PJ Harvey.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Depois da passagem de PJ Harvey na edição de 2016 do Festival NOS Primavera Sound, a artista prepara uma digressão já em Outubro que inclui uma passagem por Portugal a 27 desse mesmo mês.

 

 

“Keep me Singing” é o novo album de Van Morrison…

É já no dia 30 de Setembro que Van Morrison apresenta o 36ª disco da sua carreira. “Keep me Singing” vai ser editado pela Caroline Records. “Keep me Singing” é o regresso ao universo das canções de Morrison. São 12 temas originais e a versão muito própria de Van para a canção “Share Your Love With Me”, um original de Alfred Baggs e Don Robey.

van.jpgO álbum é inteiramente produzido pelo próprio Van Morrison, disco que encerra com um instrumental, “Caledonia Swing”, onde Morrison surge ao piano. Van Morrison apresenta ao vivo este novo trabalho em 7 datas únicas apenas no Reino Unido nos meses de Outubro e Novembro

 

Alinhamento:

Let It Rhyme

Every Time I See A River

Keep Me Singing

Out In The Cold Again

Memory Lane

The Pen Is Mightier Than The Sword

Holy Guardian Angel

Share Your Love With Me

In Tiburon

Look Beyond The Hill

Going Down To Bangor

Too Late

Caledonia Swing

 

 

Meo Marés Vivas 2016… É já amanhã

É já esta quinta feira que o MEO Marés Vivas regressa para mais uma edição. Esta quinta feira Elton John faz as honras da casa. Elton John é um dos artistas mais aclamados e bem sucedidos de todos os tempos. Alcançou 37 discos de ouro e 27 discos de platina, já vendeu mais de 250 milhões de discos em todo o mundo e detém o recorde do single mais vendido de todos os tempos. Ao longo de cinco décadas desde que a sua carreira começou em 1969, Elton já se apresentou em mais de 3500 concertos, em 80 países. A atuação do músico britânico foi antecipada para as 21 horas com o objetivo de proporcionar junto dos seus fãs um concerto memorável.

elton.jpgMas não é só Sir Elton John a marcar presença neste dia inaugural. Com abertura do recinto prevista para as 17 horas, os Killimanjaro inauguram o festival logo pelas 17.30h no palco Santa Casa. O trio de Barcelos – composto actualmente por José Gomes, Joni Dores e Luís Masquete, acaba por se transformar numa missão em criar temas memoráveis, onde o riff é o mestre e senhor, e tocar ao vivo como que a vida dos três magníficos dependesse disso. Ainda no palco Santa Casa, os Glockenwise, igualmente de Barcelos, prosseguem o final de tarde muito “Heat” com mais rock e riffs que prometem levar ao rubro os festivaleiros.

No palco MEO, Foy Vance chega da Irlanda e sobe ao palco pelas 19horas para apresentar o seu disco de estreia baseado na história musical e estética do sul dos EUA.

Kelis, a cantora norte-americana, conhecida pelos sucessos “Bossy” ou “Milkshake” tem a missão de continuar os concertos no palco MEO pelas 19.45h, impondo o seu ritmo frenético.

 

Pelas 21h o aguardado Elton John faz as honras da casa, sendo “interrompido” pelas 23 horas no palco Santa Casa pelos Oupa. Os D.A.M.A. têm a responsabilidade de encerrar a noite no palco MEO quando forem 23.45h.

Pela noite dentro, o espaço Moche Room traz na primeira noite a curadoria de Curly Mess, tranzendo aos pratos os nomes de André Tentúgal, Ed Rocha Gonçalves entre outros com animação até às 4 da madrugada.

 

Em alternativa à música, o palco Caixa promete muita animação e humor, com a presença em palco a partir das 19.20h de João Freitas, seguindo-se as apresentações de Zé Pedro (19.40h), César Mourão (20.10h), Rui Xará (23.30h) e Eduardo Madeira a encerrar a noite pelas 24 horas.

 

 

 

Hoppers, Samba Sem Fronteiras e Marta Ren & The Groovelvets… em concertos no Mar Shopping em Matosinhos

Depois do concerto Pedro Abrunhosa & Comité Caviar convidam Camané, que assinalará, no dia 15 de julho, a inauguração do novo espaço de restauração do MAR Shopping, entretanto ampliado, renovado e com um novo conceito, é a vez de, no dia seguinte, sábado, dia 16 de julho, às 21h30, dos Hoppers tomarem conta do palco instalado neste espaço para oferecer experiências únicas ao público. MAR Shopping Food Experience é o novo conceito que alia lazer e gastronomia e que vai trazer ainda nos dois sábados seguintes, a 23 e a 30 de julho, mais dois concertos de entrada gratuita: Samba Sem Fronteiras e Marta Ren & The Groovelvets.

MAR Shopping Cartaz Programacao.jpgOs Hoppers são Catarina Miranda (Voz), José Soares (Saxofone), Alexandre Dahmen (Piano), João Paulo Rosado (Contrabaixo) e José Marrucho (Bateria). Numa tarde de 1927 depois do voo do Lindberg para Paris, alguns jovens negros improvisavam passos excêntricos numa esquina do salão do Savoy, em Harlem. Ao lado, o famoso bailarino conhecido como Shorty George murmurava: "Look at them kids hoppin' over there. I guess they're doin' the Lindy Hop" [“Vejam aquelas jovens esperanças! Diria que estão a fazer o Lindy Hop”]. Os Hoppers surgem para dar música às centenas de passos, "breaks" e mudanças desta dança originalmente americana. Atuam no próximo sábado, 16 de julho, e será difícil ao público ficar sentado no seu lugar.

 

Do Brasil chega, no dia 23 de julho, a roda de Samba Sem Fronteiras. Formado por brasileiros a residir em Portugal com o objetivo de valorizar a tradição e os bambas desta música popular, o conjunto percorre também temas contemporâneos, afirmando-se, como diria Paulinho da Viola, “sem preconceito, sem mania de passado, sem querer ficar do lado de quem não quer navegar”.

 

No dia 30 de julho, o palco será de Marta Ren & The Groovelvets, de cuja soul, diz o “Público”, é “suja, grande e gorda”. É uma das mais carismáticas vozes da nova música portuguesa. Fundadora dos Sloppy Joe, extinta banda portuense que explorou, como nunca dantes, os ritmos jamaicanos, o Ska, o Reggae e o Dub, Marta Ren fez ainda parte dos Bombazines e do coletivo Movimento antes de se lançar a solo. Depois de ter assinado participações no universo do Hip Hop com os Dealema, Sam the Kid, New Max, NBC e Link, e de ter dado a voz aos Funkalicious, a cantora decidiu investir na sua carreira de cantora Soul, lançando um disco que a crítica considera fenomenal.