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Glam Magazine

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Bastille lançam "Wild World" a 9 de Setembro

Depois de "Good Grief", a primeira canção que foi conhecida do novo álbum, registar o maior número de streamings de uma música alternativa de sempre na sua primeira semana de lançamento e quase 500.000 visualizações do vídeo em dois dias, a banda inglesa anuncia finalmente a data de lançamento do aguardado "Wild World".

bastille.jpgO segundo disco, sucessor do hit de vendas "Bad Blood", foi escrito por Dan Smith, co-produzido por Mark Crew e gravado no mesmo local do primeiro álbum, em South London. Este registo apresenta 14 músicas que revelam uma banda mais arriscada a trazer para a mesa temas que dão que pensar

Destacam-se os temas "The Currents" que fala sobre celebridades específicas que por serem figuras públicas não conseguem expressar verdadeiramente os seus pensamentos. "Send Them Off!", junta um registo clássico de hip hop à narrativa lírica tão particular dos Bastille, em que se faz referência a Otelo e ao Exorcista. É ainda uma oportunidade para Dan explorar o que pensa sobre a questão de género. Há ainda o bonito tema que deu música ao trailer do álbum da banda, "Two Evils" que tem nuances que fazem lembrar Depeche Mode.

Já "Blame" é a primeira tentativa da banda de brincar com riffs de guitarra tão pesados.

Como forma de promover o disco, os Bastille anunciam ainda a "Wild, Wild World Tour" que passará por 14 salas no Reino Unido, entre outubro e novembro, onde se inclui a O2 Arena. A banda continuará a marcar presença em festivais de verão, sendo que se destaca já a sua prestação triunfante em Glastonbury que o NME destacou como a masterclass de como ter um excelente concerto no festival

The Lemon Lovers ao vivo no Vadia Brewpub…

Os The Lemon Lovers acabam de lançar um novo disco “Watching The Dancers” gravado e misturado em fita analógica.

O processo de gravação do disco, em fita analógica, caracteriza-se por registar o som da fonte sonora como um sinal contínuo no tempo. Um método pouco recorrente e quase abandonado desde a chegada do digital, mas que, para os The Lemon Lovers, aproxima-os exatamente da sua sonoridade. ‘O som que se pretende é um som que remeta para uma sonoridade vintage, típica das décadas de 60 e 70.

lemon lovers.jpgNada assumidamente retro, apenas uma reinterpretação desse espírito por quem vive e ouve música feita em 2016.

A apresentação do novo disco ao vivo, vai acontecer no dia 2 de julho no Vadia BrewPub.

 

Vadia BrewPub (Oliveira de Azeméis)

2 de Julho 2016 | 23.00h

A Roda de Choro de Lisboa em concerto no Lusitano Clube

A Roda de Choro de Lisboa é um quinteto luso-franco-brasileiro que se caracteriza por interpretar temas do "Chorinho" brasileiro de forma única e criativa.

Roda de Choro_2.jpgComo o seu próprio nome indica esta banda é de Lisboa mas tem uma alma sem fronteiras: a sua música energizante revela uma fusão inesgotável de ritmos que vão do Chorinho ao Fandango, do Tango ao Corridinho, da Valsa ao Malhão, do Scottish ao Fado, da Polka ao Vira, havendo sempre espaço para algumas surpresas e apontamentos de humor imprevisíveis!

 

Pode afirmar-se que nos últimos cinco anos a Roda de Choro de Lisboa tem vindo a “refrescar” o Chorinho, este género musical, que com mais de 130 anos de existência, voltou a estar na moda, conquistando terreno e distribuindo boa disposição um pouco por toda a parte…

 

Lusitano Clube (Lisboa)

7 de Julho 2016 | 22.30h

Dança contemporânea no calçadão de Matosinhos

E se uma simples caminhada pelo passeio marginal desenhado por Eduardo Souto de Moura em Matosinhos se transformasse num momento artístico que combina dança, movimento, música, arquitetura e ar livre?

0dontwalkdance.jpg

A intervenção Dont Walk Dance, marcada para o próximo domingo, 3 de julho, juntará os bailarinos do Balleteatro, os b-boys da Momentum Crew e os músicos da Funk You Brass Band, propondo um espetáculo de dança contemporânea que é também um convite à celebração do movimento e uma proposta de fruição alternativa do amplo calçadão de Matosinhos.

A partir de uma ideia da coreógrafa Isabel Barros, Dont Walk Dance propõe-se festejar a própria existência num domingo de sol à beira-mar, incitando o público a desfrutar da marginal de uma forma diferente.

 

O espetáculo conta com a coreografia de Isabel Barros e de Max Oliveira, combinando a linguagem da dança contemporânea com os movimentos alternativos e de forte carga atlética do b-boyng e da break dance.

Cerca de 40 bailarinos participarão nesta intervenção, inspirada também nos epifenómenos das flash-mob e que não deixará de contagiar quem tenha pretendido apenas passear no famoso calçadão de Matosinhos.