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Glam Magazine

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Jorge Palma comemora 25 anos de "Só" com espectáculos especiais em Lisboa e no Porto

Para comemorar 25 anos sobre o lançamento de “”, Jorge Palma vai apresentar-se a solo, ao piano, dia 28 de Novembro, no CCB em Lisboa, e dia 1 de Dezembro, na Casa da Música. Dois espectáculos especiais, onde o músico vai revisitar um dos discos mais importantes da história da música portuguesa.

Jorge Palma_SÓ.jpgO 25º aniversário da edição do meu álbum “Só” – piano e voz captados em simultâneo, composto por 17 canções interpretadas ao vivo em estúdio, como num recital mas sem público – serve de pretexto para estes espectáculos especiais, no mesmo formato, onde espero reencontrar o público que me tem acompanhado”, escreve Jorge Palma para assinalar a comunicação das datas. “” é um espectáculo ímpar, especial e intimista, despido de todos os arranjos, à semelhança dos temas que fazem parte desta obra. Em palco, Jorge Palma, só, ao piano. Nada mais. Um verdadeiro reencontro com a essência do músico.

 

Editado em 1991, pela Polygram, “” é composto pelas mais emblemáticas canções de Jorge Palma que, 25 anos depois, continuam a fazer parte dos alinhamentos dos concertos e do imaginário de várias gerações. “Estrela do Mar”, “Frágil”, “Bairro do Amor”, “Terra dos Sonhos”, “Deixa-me Rir” e “Só” são algumas das canções que nunca deixamos de ouvir. Sem nostalgia, por que são muitos os motivos para festejar, o músico convida os fãs para estes concertos de celebração: “Como sempre, conto com a vossa presença e com o vosso entusiasmo”, conclui Jorge Palma.

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

28 de Novembro 2016

 

Casa da Música (Porto)

1 de Dezembro 2016

Capitão Fausto e Thurston Moore são cabeças de cartaz na 10ª edição do Manta

São 10 anos de Manta, data que merece celebração para um evento que se tornou matéria viva da cidade de Guimarães. Para comemorar esta data redonda, o cartaz não podia ser mais promissor. O Manta está de regresso aos jardins do Centro Cultural Vila Flor e recebe, no dia 2 de setembro, os Capitão Fausto que vêm apresentar o seu mais recente álbum, “Capitão Fausto têm os dias contados”. Este ano, o evento evoca também a memória internacional da Capital Europeia da Cultura ao apostar no regresso do icónico Thurston Moore, no dia 3 de setembro, num concerto com data única no nosso país. A abrir o espetáculo de cada uma das bandas, o Manta contará ainda com atuações de Valter Lobo e Alek Rein, respetivamente.

O Manta é um dos pontos cardeais da programação do Centro Cultural Vila Flor. É com este evento que se abre um novo ciclo, a rentrée da programação. Um momento celebratório e que nos ajuda na difícil despedida do verão, ao trazer a um belíssimo cenário duas grandes bandas.

THE THURSTON MOORE GROUP 1.jpgA 10ª edição do Manta arranca no dia 2 de setembro, sexta-feira, com os Capitão Fausto que sobem ao palco dos jardins do CCVF para apresentar o seu mais recente trabalho. Capitão Fausto são a voz do Portugal contemporâneo. São um dos mais bem-sucedidos projetos do país que, depois de uma primeira erupção no panorama musical, afirmam-se agora de forma irreversível. “Capitão Fausto têm os dias contados”, o terceiro álbum da banda, é um disco sublime que é uma lufada de ar fresco para a cena musical portuguesa. Este álbum, com melodias que são de um pop primoroso que nos fazem viajar para outras décadas, é sinónimo do crescimento e maturidade de um grupo de jovens que dão o passo para a idade adulta.

CAPITÃO FAUSTO 3.jpg

Antes dos Capitão Fausto tomarem as rédeas do palco, o Manta recebe Valter Lobo, que traz aos jardins do CCVF o seu “Mediterrâneo”, um disco concetual em que o cantautor, sem colocar de parte uma melancolia inata, faz uma reaproximação ao calor humano e ao mundo, na busca de um clima mais ameno e apaziguador, despido de materialismos em que os bens essenciais à sobrevivência são a proximidade com o mar e com aqueles de quem gostamos. Músicas bonitas, a simplicidade majestosa do mar a espreitar a cada acorde. O sol, as ruas, o cheiro a verão que carrega a esperança. “Mediterrâneo” é um disco desprovido de excentricidades, a lembrar-nos que as coisas simples da vida são também as melhores.

Valter Lobo 2.jpg

No segundo dia, 3 de setembro, o Manta recebe no seu palco o icónico Thurston Moore, fundador dos Sonic Youth, que regressa a Guimarães para um concerto exclusivo no nosso país, desta vez nos jardins do Centro Cultural Vila Flor. Não há muito que possamos dizer sobre Thurston Moore que ainda não tenha sido dito. Os Sonic Youth, banda da qual foi mentor, permanecem tão relevantes e vitais hoje como sempre foram e Moore mostra que o seu entusiasmo em fazer grandes músicas permanece intacto. Thurston Moore vêm ao Manta acompanhado por um conjunto de músicos inigualável, o The Thurston Moore Group. Na bagagem, estes veteranos do rock trazem o segundo álbum, “Rock’N’Roll Consciousness”. Prevê-se uma noite inesquecível, num cenário deslumbrante e, no palco, uma lenda viva do rock.

Alek Rein_ crédito Vera Marmelo.JPGphoto: Vera Marmelo

 

Antes disso, a noite abre com Alek Rein, nome que começa a ganhar vulto no nosso universo musical e que tem assumido presença nos principais festivais de verão do país. Desde as primeiras gravações caseiras a solo até ao iminente primeiro longa-duração com banda, as canções do músico surgem entre a confissão, o protesto e o sonho, alinhado na tradição do psicadelismo folk anglo-saxónico.

Como já é habitual, o Manta tem entrada livre e convida todas as pessoas a embarcar nesta viagem musical. A 10ª edição do evento promete duas noites únicas, preenchidas de atuações excecionais que perdurarão na memória de todos. Os concertos têm início às 21h30

O Verão dos Fingertips…

O sabor a Verão faz-se sentir e os Fingertips comemoram-no da melhor forma com um novo vídeo… Filmado durante a última digressão que a banda fez em Los Angeles, “Kiss Me” é um verdadeiro hino à paixão e apresenta-se adornado pelo sol dourado da Califórnia.

A música fala-nos do amor à primeira vista e da rebelião que os corações acelerados provocam… É esse efeito que querem apresentar já em Novembro com os conertos agendados em Lisboa e no Porto. Tudo para estar “Out of Control”.

Image1.jpgOs Fingertips passaram os últimos tempos entre composição, ensaios, gravações e actuações ao vivo, nos quatro cantos do mundo. Da lista, fizeram parte Toronto, Reino Unido, Singapura, Austrália, França, Holanda, Alemanha, Japão, Brasil, China e Estados Unidos. Uma verdadeira aventura em que subiram e conquistaram também o palco do Rock in Rio Lisboa e do Shanghai West Bund Music Festival. Mais recentemente, fizeram uma digressão pela Europa, destacando-se a participação na Flux FM, em Berlim.

Da Europa viajaram para Hollywood. Com o entusiasmo e garra que os caracterizam, os Fingertips apresentaram-se nos palcos mais históricos da cidade da 7ª arte, como o Hollywood Roosevelt. Além da Worldwide Radio Summit, conquistaram as plateias da MUSEXPO e do WorldArts.

 

Os Fingertips têm trabalhado com Mark Needham (Imagine Dragons, The Killers, Fleetwood Mac...). Destes trabalhos destacam-se os primeiros singles “Out of Control” e “Kiss Me”, que foram gravados no The Ballroom Studios e no East West Studios, em Los Angeles. Depois de uma verdadeira "volta ao mundo" nos últimos dois anos, os Fingertips vão apresentar as suas novas músicas, ao vivo, em Portugal.

O regresso de TucA com… "Multiversos ou Disco de Artista ou Música de Poeta"

"Multiversos ou Disco de Artista ou Música de Poeta" é o quarto álbum solo do artista Brasileiro Dellani Lima (TucA). É um projeto ainda mais eletrônico, minimalista, íntimo, praticamente solitário. Como a narrativa que permeia as poesias é intimista, dessa vez não há participações especiais nos vocais. Em algumas faixas, Alex Pix (baixo) e Lacerda, Jr (guitarra) complementam as texturas oníricas das canções.

Capa_Multiversos (2016)_TucA.jpgAs letras são críticas ao mundo contemporâneo. Pequenas crônicas, prosas e poemas compõem o álbum, transitando entre o naturalismo do quotidiano e o absurdo poético da ficção científica. Um verdadeiro “faroeste urbano cyberpunk”.

 

Um álbum de tropycalwave cheio de influências musicais, desde as antigas referências do synthpop, da ambient music, do trip hop, do spoken word, da poesia marginal brasileira, do tropicalismo e da vanguarda paulistana, às contemporâneas do cloud rap, do glo-fi e do vaporwave.

Este novo disco estará disponível nas diversas plataformas digitais a partir de 5 de Agosto.

Pop Dell' Arte, Dragão Inkomodo e Galo Cant'às Duas no TRC ZigurFest 2016

O TRC ZigurFest está de regresso para a sexta edição nos dias 1, 2 e 3 de Setembro, com concertos no Teatro Ribeiro Conceição, na Rua da Olaria e noutros espaços emblemáticos da cidade de Lamego. Os primeiros nomes anunciados pela Zigur para a edição de 2016 são Pop Dell' Arte, Dragão Inkomodo e Galo Cant'às Duas. O restante cartaz e informações serão anunciados em breve.

GLAM - Pop.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Verdadeiras lendas vivas, os Pop Dell' Arte surgiram em 1985 e desde então que têm vindo a escrever várias páginas marcantes na história da música nacional. Ajudaram à ascensão da música de dança no início dos anos 90 (José Pedro Moura, DJ habitual no Lux Frágil, é ainda hoje baixista da banda), e à afirmação das edições de música independente durante essa altura (a Ama Romanta de João Peste, vocalista da banda, editou nomes agora icónicos como Mão Morta, Sei Miguel ou Ocaso Épico) e nunca fecharam as portas a colaborações externas ao grupo (músicos como Rafael Toral, General D ou JP Simões deixaram a sua marca nos Pop Dell' Arte). Momentos que ajudaram também a moldar sonoridade da banda, que nunca abandonou a sua faceta mais livre e acabou a experimentar um pouco de tudo. Do lendário "Free Pop" ao mais recente "Contra Mundum" ouve-se de tudo - pós-punk, rock psicadélico, noise, krautrock, house -, num verdadeiro atestado de vitalidade e actualidade de que poucos se podem orgulhar.

No Auditório do Teatro Ribeiro Conceição, os Pop Dell' Arte vêm mostrar de que são feitas as lendas e apresentar pela primeira vez alguns dos temas que farão parte do seu novo disco, sem esquecer os clássicos que nos fazem apaixonar por eles uma e outra vez.

 

O mais jovem elemento da família Zigur estreia-se finalmente em casa. Dono de um corpo de trabalho de fazer corar muitos veteranos, Nuno Vicente é um produtor com uma imaginação aparentemente inesgotável. Movendo-se sem medo por territórios tão distintos como o techno, o hip-hop (nas suas várias facetas), o electro ou o noise, assinou algumas das malhas mais cativantes e refrescantes que ouvimos durante este ano.

Prova disso mesmo é "Da Máquina se faz o Homem ou Vice-Versa", disco de estreia na ZigurArtists e que mostra Dragão Inkomodo no seu esplendor máximo. Com uma narrativa cuidada e meticulosamente construída - quer em palco, quer em disco, Dragão Inkomodo vai presentear o público com um banquete de beats, texturas e melodias criadas a partir de fontes tão diversas como sintetizadores, captações, loops, samples e acima de tudo muita imaginação.

 

Surpreendente duo de Viseu que carrega a (boa) herança da fusão entre o jazz e o rock deixada por Miles Davis e Herbie Hancock e mais tarde apropriada por bandas de outros géneros como os norte-americanos Tortoise ou os seus conterrâneos The Sea and the Cake.

Os Galo Cant'às Duas não escondem as influências bucólicas e telúricas - num exercício já experimentado por Carlos Barretto ou Carlos Bica - traduzidas para este plano através de uma bateria e uma guitarra (ou baixo) ora em constante harmonia, ora em saudável desafio. São uma das maiores supresas do ano e estreiam-se em Lamego no cenário perfeito: o TRC ZigurFest.

A Vida de Estrada dos Diabo na Cruz… ao Vivo em Sever do Vouga…

Os Diabo na Cruz venceram os Portugal Festival Awards 2015, na categoria de melhor atuação ao vivo, este foi o justo reconhecimento dado pelo público a uma banda que se destaca por prestações ao vivo arrebatadoras e que vem assinando um percurso e um repertório únicos no panorama musical e cultural português.

A caminhada que teve como corolário a conquista deste prémio iniciou-se em janeiro de 2015 com uma Tournée por 14 dos principais Teatros portugueses e estendeu-se ao longo do verão por diversos Festivais e Festas populares em mais de 50 concertos de norte a sul do país. O álbum sucessor dos muito aclamados “Virou!” (2009) e “Roque Popular” (2012), é composto por 11 canções peneiradas de 2 anos de trabalho e chama-se “Diabo na Cruz” por representar ao mesmo tempo o lugar singular onde a banda se encontra e a abertura de novos trilhos para o futuro.

diabo.jpgIncapazes de se repetirem, com o novo disco, os Diabo na Cruz prometem continuar a sua caminhada impar no panorama musical português iniciada em 2008, reinventando mais uma vez a musicalidade do país sob um prisma contemporâneo e refletindo sentimentos, aspirações e contratempos de uma geração que se descobre a si mesma no ato de esculpir o amanhã. Com a tour de apresentação do seu terceiro disco, os Diabo na Cruz têm dado provas de ser uma das bandas mais acarinhadas pelo público português, mantendo intacta a sua identidade, enquanto conquistam novos públicos em concertos agregadores e triunfais onde canções icónicas como “Os Loucos Estão Certos”, “Dona Ligeirinha” ou “Luzia”, se juntam aos novos sucessos do grupo “Vida de estrada”, “Ganhar o dia”, “Moça Esquiva” e o novo single “Saias

Paus, Pista, Alek Rein, 800 Gondomar e Pinturas Negras são os novos trunfos do baralho do festival do bosque!

O Indie Music Fest regressa ao Bosque do Choupal, em Baltar, entre 1 e 3 de setembro e tem na manga uma 4ª edição absolutamente luxuosa no que diz respeito à música independente nacional. Depois de a celebração artística independente já ter anunciado o concerto de apresentação do novo album de Octa Push e nomes como Salto, Riding Pânico, Basset Hounds, Galgo ou Savanna, é tempo de se juntarem à festa PAUS, Pista, Alek Rein, 800 Gondomar e Pinturas Negras.

01.pngPAUS….

Hélio Morais, Joaquim Albergaria, Fábio Jevelim e Makoto Yagyu. Estes são os nomes e as caras do vendaval que é PAUS. Recusam a binariedade do mundo e da música e por isso rejeitam que lhes seja atribuído um género. Mas a verdade é que “Mitra” mostra-nos um trabalho mais congregado, mais rítmico, mais clássico e com mais voz. PAUS são comunhão, amizade, liberdade de identidade. Sem querer rotulá-los muito, nós achamos que são uma legenda precoce da música portuguesa

02.pngPista

Nasceram no Barreiro e estão mais fortes do que nunca. Depois de terem lançado o primeiro EP, em 2013, chegam-nos agora aos ouvidos com o disco “Bamboleio” e, portanto, com toneladas de ritmo. Estrondosos no afro-punk e muito competentes no indie-rock, Pista vão fazer história no Bosque do Choupal.

03.pngAlek Rein

Alexandre Rendeiro ou Alek Rein tem feito um caminho cheio de solidez no panorama da música nacional. Não é só a majestosa fusão entre o folk e um rock que tem tanto de clássico como de bizarro; não se trata apenas do seu exímio talento em escrever canções. É muito mais que isso… Alek Rein cheira a protesto, a força e a sonhos psicadélicos. Espera-se uma brilhante apresentação de “Mirror Lane”, mas essencialmente um artista que se confessará perante o público

04.png800 Gondomar

Dizem que os 800 Gondomar são a banda mais perigosa da sua freguesia.

Muito crus e diretos, querem levar a paz e a amizade a todos os corações através do rock’n’roll.

05.pngPinturas Negras

Antes de existir, já as Pinturas Negras eram pensadas como a banda para acabar com todas as bandas.

A sua história escrita passou por diversas fases, de menu de restaurante chinês até obituário de jornal do final do século XIX inglês. A verdade é que a música força as palavras a tomarem a forma de canções de rock quase pesado, dignas de uma "MTV2" de há vinte anos. Portugueses do Porto a cantar em inglês, Pinturas Negras são um projecto de estúdio que salta para palco sem pensar demasiado nas consequências.

 

Os 5 novos indies juntam-se aos já confirmados Octa Push, Salto, Savanna, Galgo, Riding Panico, Basset Hounds, Chibazqui, Ditch Days, GANSO, Whales, Ghost Hunt, Pussywhips, The Walks Granada, Fugly, Indio Kurtz, Wild Apes, Solution, MUAY, Pixel82, Desligado, Trot e Jesse, que estarão no Bosque do Choupal, de 1 a 3 de Setembro

 

Depois de receber pela segunda vez o prémio de Melhor Micro-Festival em Portugal, o Indie Music Fest promete aos festivaleiros mais indie do país muita arte, performances e, acima de tudo, a melhor música portuguesa alternativa da atualidade, para que todos festejem à séria o final do verão.

Celina da Piedade… em concerto na Ficavouga ‘16

Quem já a viu em concerto reconhece-lhe o imenso carisma. Celina da Piedade tem levado o seu acordeão e a sua voz até aos mais diferentes contextos, algures entre as formas e cores tradicionais, em viagens pelas memórias da música de raiz portuguesa e um sentir mais moderno e universalista. Desenha uma música cheia de alma e de personalidade, que, em palco, ganha com a sua formidável presença.

No seu trabalho a solo conta já com dois álbuns, “Em Casa” (Melopeia, 2012) e “O Cante das Ervas” (Melopeia e Jardim da Boa Palavra, 2014).

celina.jpgCelina da Piedade é acordeonista, cantora e compositora. Começou a estudar música aos 5 anos, e pouco tempo depois já atuava em público. Estudou no Conservatório de Setúbal, onde também deu aulas de acordeão. Licenciou-se em Património Cultural e pós-graduou-se em Estudos de Música Popular. Em 1998 conhece a Associação Pé de Xumbo, com quem colabora desde então e da qual é atualmente Presidente Honorária. No ano de 2000 integra o Cinema Ensemble de Rodrigo Leão, com quem ainda trabalha atualmente, tocando em todos os concertos e discos do compositor. A esta partilha acrescentam-se outras: Mayra Andrade (com quem tocou e para quem compôs “Mon Carroussel”), Uxia, Ludovico Einaudi, Gaiteiros de Lisboa, António Chainho, Samuel Úria, entre muitos outros. Participou como artista e compositora em mais de 50 edições discográficas, para além de bandas sonoras para cinema, teatro e dança. Atualmente integra o grande coletivo Tais Quais, fazendo parceria com Vitorino, Tim, Sebastião, Serafim, Jorge Palma, Paulo Ribeiro e João Gil.

Ao longo destes anos participou como instrumentista e formadora em centenas de oficinas em torno da dança e da música tradicional. Dedica-se ativamente ao estudo e divulgação do património musical alentejano, liderando tertúlias semanais de Cante na Casa do Alentejo, em Lisboa. É coautora do livro “Caderno de Danças do Alentejo”, editado pela Associação Pé de Xumbo. Pelo facto de Celina da Piedade cantar o sul como poucos, tem sido convidada a levar a música Alentejana aos mais diversos pontos do globo, destacando-se entre outros, Argélia, Brasil e Espanha.

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