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Glam Magazine

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Piquenique Dançante Sobre a Relva… segunda edição

Porque foi um sonho de tarde de verão, no coração do Porto, num jardim em que a harmonia do verde e o som da Música trouxeram momentos únicos, repete-se este ano o Piquenique Dançante Sobre a Relva.

00.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Numa organização que resulta novamente da parceria entre a Direção Regional da Cultura do Norte e a editora Sister Ray, o jardim da Casa Allen/Casa das Artes acolhe esta edição do Piquenique Dançante Sobre a Relva a 2 de julho, sábado, com horário alargado, este ano entre as 11h00 e as 20h00, contando com sete concertos distribuídos por dois palcos, três sets de djing e entrada livre.

Em palco estarão André Carneiro, Desligado, Grainy Detours, O Incrível Homem Bomba, Palace Mémoire, Plax Vaz & os Kriol’Art e os The Wild Booze, ficando o djing a cargo de Pedro Tenreiro (Antena 3), Alexandra Gonçalves (Rádio Nova) e do coletivo The Boys Next Door

02.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Convida-se ao retomar da tradição do almoço de piquenique em família, ao farnel, ao merendeiro e à marmita, pois pretende-se que o Piquenique Dançante Sobre a Relva seja isso mesmo, com famílias, piqueniques e ambiente de festa, onde a música portuguesa crie a predisposição para fruir deste magnífico jardim Portuense. E, quem não levar cesta de piquenique, ou precisar de a complementar, pode contar que haverá comida e bebida para adquirir no local.

 

Jardins da Casa Allen / Casa das Artes (Porto)

2 de julho de 2016 | 11h00 - 20h00

Joana Barra Vaz lança Suite I do disco "Mergulho em Loba"

Depois de “Tanto Faz” com Selma Uamusse e de “A Demora”, Joana Barra Vaz revela Suite I: “Maré”  “Suspensão” “A Demora” e “Sol Que Aquece (Barbados)”, os primeiros quatro temas do aguardado LP  “Mergulho Em Loba”.

JoanaBarraVaz.JPGHá em “Mergulho Em Loba” três suites que sustentam o disco e onde as canções seguem sem paragem entre elas. Suite I não é excepção convidando-nos, num só fôlego de 12 minutos e 37 segundos, a iniciar esta escuta. “Mergulho Em Loba” chega em Setembro de 2016 e foi gravado no Estúdio Iá por Bernardo Barata, em Alvito por Luís Nunes, na SMUP e Estaminé por Joana Barra Vaz.

Joana Barra Vaz estreou-se em disco em 2012 com o EP f l u me: ‘Passeio Pelo Trilho’, cujo single “Vai” marcou presença na compilação Novos Talentos FNAC’12. Tem colaborado musicalmente com José Joaquim de Castro, Tv Rural, Bernardo Barata e, recentemente, com Ricardo Jacinto em PARQUE. Paralelamente, é realizadora de vídeos e do documentário “Meu Caro Amigo Chico” (2012) e co-fundadora do arquivo web “A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria”.

Noites Bilhete de Identidade… com Paulo Pedro Gonçalves

O nome escolhido para o arranque das noites Bilhete de Identidade é Paulo Pedro Gonçalves, guitarrista e membro fundador de vários projectos seminais da pop portuguesa, destacando-se entre eles; Os Faíscas, Corpo Diplomático, Heróis do Mar, Lx 90 e Ovelha Negra.

ppg.jpgPaulo Pedro Gonçalves estudou música no Canadá. Depois do 25 de Abril mudou se para Lisboa e fundou a primeira banda punk Portuguesa, Os Faiscas e a primeira banda revival Jo Jo Benzovak e os Rebeldes. Ambas as bandas deram concertos lendários em Portugal. Sendo o último os “25 anos do Rock” nos Alunos do Apolo estreia ao vivo dos Xutos e Pontapés.

Membro fundador da banda new wave, Corpo Diplomático que gravou um LP para a editora Nova intitulado “Música Moderna”. Este disco continua a ser um trabalho de culto e uma referência importante do rock Português.

 

Quando o Corpo Diplomático entrou em auto destruição, Paulo Pedro Gonçalves e Pedro Aires Magalhães desenvolvem a ideia e a musica que viria ser os Heróis Do Mar. Para além de campeões de vendas (primeiro disco de platina português “Amor”) e de algum sucesso internacional (Avalon Tour dos Roxy Music) continuam a ser uma banda de grande influência na imaginação poética e musical dos Portugueses.

Depois de 10 anos de estrada e de muitos êxitos os Heróis do Mar decidem acabar. Paulo Pedro Gonçalves funda com Rui Pregal da Cunha e António Pereira (DJ Vibe) um novo projecto, LX90. Assina contrato internacional de artista e Publishing com a BMG America. O disco “1RPM” é editado em 13 países e os LX90 a convite da editora mudam-se para Londres. Em Londres com algumas mudanças de músicos e direcção musical Os LX passam a Kick Out The Jams gravando um único LP “Santo António em Abril”. Os Kick Out The Jams após o suicídio do seu baterista Graham Bryson mudam de nome para Swamp e atingem bastante sucesso no circuito de clubes Londrinos e muito intresse da parte das editoras Inglesas. Mas as diferenças músicais e saudades de Portugal de alguns dos membros fazem com que a banda se separe.

 

Em 1994 a passear no Chiado Paulo tem a ideia para um novo projecto Ovelha Negra. Primeiro projecto de Neo fado Português. Fados originais, escritos por Paulo Pedro Gonçalves. Gravados de uma forma tradicional misturados com loops de electrónica, guitarras eléctricas, baixo, bateria e samples. O musicólogo Americano Mikal Arnold escreveu um livro e ensina um curso de neo-fado/flamenco na Colúmbia University que referencia o projecto Ovelha Negra e o trabalho inovador do seu criador.

Por razões pessoais o Paulo afastou se da música durante 14 anos. Voltou aos palcos Londrinos com uma banda nova D.O.N e gravou um disco novo dos Ovelha NegraIlumina” com músicos Ingleses em 2014.

Neste momento o Paulo Pedro Gonçalves está a gravar novas canções em Inglês para edição em breve. O espectáculo do Musicbox vai ser uma viagem musical através dum vasto repertório com muitos convidados e umá banda de excelentes músicos portugueses e ingleses.

Ao vivo irão acompanhar este músico: Sam Harley (guitarra), Flak (guitarra) e Alex Cortez (baixo), Rita Guerra (voz), Manuel Fúria (voz), Sir Scratch (voz), Tó Trips (guitarra), João F. Gomes (teclados) e Luís Barros (bateria).

 

Musicbox (Lisboa)

23 de Junho 2015 | 22.30h

 

 

FIMUV encerra no dia 24 de Junho com Cuca Roseta

Cuca Roseta é uma das mais marcantes e reconhecidas vozes do Fado da atualidade.

Quis o destino que o seu primeiro disco fosse produzido por um dos mais célebres e aclamados produtores do mundo - Gustavo Santaolalla - detentor de vários Óscares e Grammy's. A entrada no fado e na música não podia ter sido feita de melhor forma. Cuca viria assim a afirmar-se e destacar-se no panorama da canção nacional.

O sucesso foi tanto que viria a ser largamente referida nos media nacionais e internacionais. No mesmo ano, também Cuca Roseta foi a artista de destaque no prestigiado filme de Carlos Saura – “Fados”. E como sobreviver num segundo disco a tanto reconhecimento?

Cuca_0.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Quis Cuca Roseta ir mais longe e fazer algo diferente, mostrando mais do seu “outro lado”, o lado da composição. Assume assim o risco de escrever e assinar a maior parte das letras e músicas em “Raiz”,risco esse que foi tão bem-vindo! A fadista viria a destacar-se através da interpretação de repertório próprio. O risco passou a ser uma afirmação e o talento artístico de Cuca Roseta viria a ser reconhecido para além do seu canto. Com “Raíz” percorre o país e o mundo mostrando a sua voz e toda a sua arte, tendo atuado nos principais palcos nacionais e internacionais. Em Maio deste ano edita “Riû”, com mais um “trunfo na manga”: a produção de um disco pela mão do célebre Nelson Motta, intitulado no Brasil como o “Papa” da música. O talento de Cuca Roseta viria a despertar em Motta a vontade de regressar a estúdio, após um interregno de mais de 10 anos, onde, segundo o próprio, nunca admitiria voltar a gravar.

 

Cuca consegui-o. O talento de Cuca falaria mais alto. Jornalista, compositor, produtor, Nelson Motta produziu e fez carreiras de nomes como Elis Regina, Marisa Monte, Djavan, Gal Costa, Daniela Mercury entre muitos outros. Em “Riû” Cuca Roseta dá mais um importante salto na sua carreira, faz parcerias e canta temas originais de Djavan, Ivan Lins, Jorge Drexler, Sara Tavares, Jorge Palma, Sara Tavares, Pedro Jóia e Mario Pacheco. Em muitos dos temas de “Riû”, Cuca Roseta cruza a sua escrita com grandes compositores, chegando também a cantar um dueto com Djavan. Com “Riû” faz mais de 50 espetáculos nos últimos três meses em Portugal e no mundo e recebe as melhores críticas dos media. E o seu “Riû” não pára de correr. Cuca Roseta é uma artista que na melhor definição da palavra revela um talento, uma voz e uma coragem invulgar. Cuca vê no fado a sua maior paixão e é essa mesma paixão que quer mostrar ao mundo.

Com Cuca Roseta, tudo flui, tudo é encantador e o fado, esse, parecer ter mais vida..

 

Europarque / Auditório (Stª Maria da Feira)

24 de Junho 2016 | 21.30h

"Once Upon a Time in Portugal", excepcional disco de estreia The Michael Lauren All Stars

O baterista norte-americano Michael Lauren junta a realeza do Jazz nacional e apresenta um dos mais aclamados discos de 2016. Depois de carreira cimentada nos Estados Unidos onde tocou com nomes como Chuck Berry, Tom Jones ou Charles Brown, há mais de 10 anos escolhe Portugal como país de residência. Aqui toca com a Orquestra de Jazz de Matosinhos, lecciona e coordena o Departamento de Jazz na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo no Porto e funda a International Drum Academy, em Lisboa.

Michael-Lauren.jpgNo ano passado, movido pela sua paixão pelo processo de composição e pelo prazer de improvisar com os melhores, resolve criar The Michael Lauren All Stars, um colectivo orgânico que, apesar de ter um núcleo consistente, assume as mais variadas formas consoante a ocasião. Para a gravação do disco "Once Upon a Time in Portugal", adopta a forma de septeto composto por alguns dos melhores músicos portugueses: Carlos Barretto (Contrabaixo), Diogo Vida (Piano), Hugo Alves (Trompete), Jeffery Davis (Vibrafone), José Menezes (Saxofone) e Nuno Ferreira (Guitarra).

O resultado é um dos registos mais vibrantes, energéticos, hard swinging, jazz funky, "New York Style" lançados em Portugal. O repertório inclui material original e muitos dos standards de jazz favoritos de Michael Lauren.O avanço dá pelo nome de "Seven Ties Corp".

 

Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo / Café Concerto (Porto)

9 de Julho 2016 | 23.30h

 

 

Jimmy P inicia temporada de festivais com concerto no Sumol Summer Fest

Jimmy P apresenta “Essência”, o novo disco lançado em Abril, nos principais festivais de verão nacionais e o arranque da temporada é já este sábado, 25 de Junho, no Sumol Summer Fest, num concerto especial que vai contar com a presença de Valete e será transmitido em directo pela Mega Hits.

1466511628.pngO reportório destes concertos contará com os dois singles de “Essência” já lançados, “Valer a Pena” e “Não Tás a Ver” - tema da banda sonora da novela da SIC "Rainha das Flores” - mas também com as canções de maior sucesso dos seus dois primeiros álbuns como “On Fire”, “Warrior” ou “Amigos e Amantes”.

Com vídeos que somam mais de 20 milhões de visualizações no YouTube (dos quais se destaca o lyric video de “Entre as estrelas”, composto em parceria com Diogo Piçarra, que apenas em dois meses alcançou mais de 1 milhão de visualizações) e perto de 200 mil seguidores no facebook oficial, Jimmy P decidiu aproveitar o alcance da sua voz para promover uma causa solidária, tornando-se embaixador da campanha de crowdfunding "Educar Píxel a Píxel" que visa angariar fundos para a continuação das obras de requalificação da Escola da Palankinha, no Bairro de Capalanka, em Luanda

A loucura de Anohni transformada em música (Reportagem)

Deu-se a conhecer em 2000 com o disco estreia de Antony and the Johnsons, mas a carreira musical de Antony Hegarty, britânica de nascença, teve inicio logo na sua juventude quando se mudou para os Estados Unidos em 1981.

Anohni surge como uma evolução natural de uma carreira pautada por um estilo muito próprio e sempre baseada na sua música, relevando para segundo plano a sua imagem.  Já em 2006 quando esteve em Portugal pela primeira vez, Antony apresentou-se em palco usando imagens de fundo de mulheres enigmáticas de Nova Iorque. 10 anos depois como Anohni trouxe a noite passada ao Coliseu do Porto a sua forma de ver e estar no mundo através de vídeos, de mulheres, que acompanhavam a sua música em palco.

DSC_0053 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Entre muitos adjetivos capazes de definir este concerto, loucura estaria patente em palco desde o primeiro segundo do espetáculo. Ao longo de 10 longos minutos, a massificação do corpo feminino, levada ao extremo, da luxúria que é deliniada até ao ponto de rutura, patente pela projeção de um vídeo, ao som de mar revolto e sóbrio terminando com a “pelicula” a arder. Um ambiente misterioso, assustador, onde os nossos corações ficam em suspenso e a palpitar acerca do que se vai passar naquela sala...

 

Hopelessness” é o tema que marca o inicio do concerto… um video em que a modelo Naomi interpreta a feminilidade do corpo feminino ao som da mesma musica em que Anohni se questiona “how did i became a virus?”.

Segue-se “4 degrees”, aquela que foi a canção que deu a conhecer Anohni em finais de 2015, com criticas contudentes sobre o nosso comportamento em sociedade.

DSC_0029 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Tolerância, loucura, medos, receios e criticas são temas que refletem as vivências ao longo das últimas décadas por parte de Anohni, todas elas a fazer parte do repertório da artista. Criticas afiadas, onde Obama é um dos visados, passando pelos fundamentalismos religiosos em “Jesus will kill you”, culminado com o morte do planeta em “Why did you separate me from the Earth?”, Anohni consegue com os beats eletrónicos da sua música alertar para um conjunto de problemas inerentes à nossa sociedade como em “Indian Girls".

Mas as suas próprias angustias pessoais também estão ali, levadas ao extremo em “I don’t love you anymore”. Fala da família, do pai em “Violent man”, das suas frustações descritas uma forma pouco clara mas com muito simbolismo como em “Watch me”.

DSC_0058 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Ao longo do concerto é constante a projeção de imagens femininas. O olhar do público recai nessas projeções, misto de beleza e loucura como “In my Dreams”.

Anohni, em palco, passa despercebida, de capa branca, capuz e de burka, ao longo dos 70 minutos do concerto nunca dará a mostrar a sua figura, apenas a sua voz, e que voz, a merecer destaque junto das projeções, numa sala que esta ali para ouvir e não para ver a artista em palco.

Em vídeo, somos confrontados com todo o tipo de imagens femininas, como já referido, Anohni, faz parte desse desfile acabando por se deitar em palco quando a sua forma surge por trás de um palco minimalista mas inquietante.

DSC_0071 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

No final do concerto contagiando a sala com “Drone bomb me” a sabedoria de quem vive em harmonia com a natureza deixa uma mensagem, talvez a mais marcante da noite….

“What is happening to the world?... Everything is upside down…”

Sai de palco como entrou… anónima e discreta.

 

Alinhamento

- Hopelessness

- 4 degrees

- Watch me

- Paradise

- Execution

- Ricochet

- I don’t love you anymore

- Obama

- Violent man

- Why did you separate me from the Earth?

- Jesus will kill you

- Crisis

- Indian Girls

- Marrow

- In my Dreams

- Drone bomb me

 

Reportagem: Sandra Pinho

Fotografias: Paulo Homem de Melo

 

E do Brasil chegam… Graveola e o Lixo Polifônico

A banda favorita da nova vaga brasileira para o famoso promotor e Dj Gilles Peterson está de regresso com um novo disco. “Camaleão Borboleta” é o sexto trabalho da banda de Belo Horizonte e estará disponível nas lojas portuguesas a partir do dia 29 de julho. Mas, neste caso, uma boa notícia nunca vem só: os Graveola e o Lixo Polifônico terminam a digressão europeia de apresentação do disco com um grande concerto no Festival Músicas do Mundo em Sines no dia 22 de julho.

gr.jpgNo atual momento de grande agitação social e política no Brasil, os Graveola são uma das vozes contestatárias mais gritantes, sempre do lado da população brasileira. Uma banda de intervenção que luta por uma sociedade mais justa e plural. Mas esta é apenas uma causa, muitas outras estão no sangue graveola e neste disco, por exemplo, podemos ouvir canções sobre a luta dos índios no Brasil, o poder da internet ou a legalização da marijuana.

 

Mais uma vez a música dos Graveola não se restringe a um género musical e neste disco, que é uma autêntica festa tropical, ouvimos novos ritmos aos quais a banda não hesita em batizar de “alt-pop tropicalia”, “samba rock”, “folk brasileiro”, “maracatu psicadélico”, “funaná xamânico”, “weird salsa”, “schizo-rock-fake-reggae” e “baladas de amor internéticas”. Em “Camaleão Borboleta” a banda mineira contou com a colaboração do conceituado produtor Chico Neves que já trabalhou com Lenine, Skank ou Céu. Foi Chico Neves a moderar este diálogo musical de uma banda que não tem vocalista principal onde todos os elementos têm um papel principal desde a composição à interpretação. E essa moderação, como seria de esperar, foi feita com mestria tal como nos outros trabalhos do produtor.

 

Talismã”, tema single do álbum, os Graveola contam com a participação especial do lendário Samuel Rosa dos Skank que não poupa nas palavras quando soube que iria ser convidado a participar no disco: “Grata surpresa foi a minha ao me deparar com aquele som novo, mas que me remetia a coisas também clássicas, quando escutei o Graveola pela primeira vez, trazido e recém descoberto por meu filho há alguns anos. Grata e feliz surpresa ao ser convidado anos depois por essa mesma banda para cantar com eles na faixa "Talismã" que poderia muito bem ter saído do antológico "Cores e Nomes" de Caetano Veloso, porém repaginado e mais envenenado. Graveola é sem sombra de dúvidas ponta de lança da geração atual da música produzida em BH que tantos bons frutos já produziu.”

 

Datas em Portugal

30 Junho 2016 - Arraial da Mouraria (Lisboa)

16 Julho 2016 - Festival do Intendente (Lisboa)

20 Julho 2016 - Café au Lait (Bodyspace au Lait) (Porto)

22 Julho 2016 - FMM Sines

Museu do Fado cria editora discográfica

Desde a sua inscrição na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO) o Fado regista indiscutivelmente uma dinâmica crescente e uma presença marcante no conjunto da vida cultural portuguesa. Casa-mãe da candidatura o Museu do Fado tem implementado as linhas estratégicas de preservação e promoção do património do Fado.

logo_label_small.jpgNeste contexto, o Museu do Fado apresentou no passado dia 17 de Junho dois projectos cruzando duas dimensões distintas: o Arquivo Sonoro Digital – um projecto inédito de preservação do património histórico fonográfico português - e a editora Museu do Fado Discos - uma label com os olhos postos no terreno e na criação artística contemporânea.

 

A nova editora discográfica proporcionará aos artistas a possibilidade de editar um disco em nome próprio, um cartão-de-visita com o qual se possam afirmar nacional e internacionalmente. Através de uma parceria fundamental com a FNAC - que garante a promoção e distribuição dos discos, vendidos em exclusivo nas lojas FNAC e na loja do Museu do Fado - a nova editora Museu do Fado Discos será uma label:

- Atenta aos novos valores, mas aberta a todas as gerações;

- Apostando em projectos pioneiros, sem deixar de privilegiar a preservação do património fonográfico;

- Promovendo gravações históricas a partir do acervo riquíssimo das colecções do Museu;

- Aberta, sempre que possível, à Universidade trazendo, através do Instituto de Etnomusicologia (FCSH - Universidade Nova de Lisboa) os alunos de pós graduação para acompanharem o processo de gravação, fazendo da nova label um laboratório de ensaio de metodologias e boas práticas de gravação;

Disclosure editam EP “Moog For Love”

Os Disclosure lançaram um novo EP intitulado “Moog For Love”, o qual já se encontra disponível em streaming e para compra em todas as lojas digitais. Passou-se precisamente um ano desde que o duo, já nomeado para os Grammy e Brit Awards, anunciou o lançamento de “Caracal”, o seu segundo álbum de originais. Este trabalho seguiu as pisadas de “Settle”, o disco de estreia que lhes valeu ainda uma nomeação nos Mercury Awards.

disclosure_2.jpgO tema “Boss” serviu de teaser do EP, tendo sido tocado pela primeira vez no festival WILD LIFE, evento criado pelos Disclosure. A música que dá nome ao EP foi oficialmente lançada no programa Beats 1 de Zane Lowe. Com “Moog For Love”, os irmãos Lawrence voltam a reclamar as pistas de dança com ainda mais vitalidade e destreza nos pratos.

 

Os Disclosure vão estar presentes em festivais de verão internacionais, onde se inclui o Other Stage em Glastonbury e Reading & Leeds com os Foals. O duo regressa ainda a Portugal no dia 14 de julho, no Super Bock Super Rock.

Músicos portugueses juntam-se à Zarco para mostrar Porto a turistas

A startup portuguesa Zarco – que está a recrutar profissionais de várias áreas para se tornarem anfitriões locais de turistas que visitam o nosso país ¬– continua a surpreender. Desta vez, a Zarco estabeleceu uma parceria com vários músicos, que irão assim fazer visitas personalizadas no Porto, primeira cidade onde a aplicação foi lançada.

GLAM - Duquesa.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Nuno Rodrigues (vocalista dos Glockenwise e criador do projeto a solo Duquesa), Kinorm (baterista dos Plus Ultra e dos extintos Ornatos Violeta), Zé Roberto (vocalista dos Killimanjaro), Rui Martelo (baixista dos Mesa) e Gon (vocalista dos Plus Ultra e dos extintos Zen) são alguns dos músicos que vão receber os turistas que quiserem conhecer a Invicta de uma perspectiva musical.

Incubada no Vodafone Power Lab, a Zarco – nome inspirado no espírito aventureiro do descobridor português João Gonçalves Zarco – permite que qualquer pessoa seja um guia na sua própria cidade, proporcionando experiências únicas aos viajantes que podem, assim, reservar um parceiro de viagem local, de forma simples e intuitiva, dentro das suas áreas de interesse.

Nos próximos meses, a Zarco vai chegar a Lisboa, Braga, Coimbra e Guimarães contando com a colaboração de dezenas de profissionais de áreas como História, Arquitetura, Arqueologia, Turismo ou Fotografia

Confirmados no Vodafone Paredes de Coura… Best Youth apresentam novo single

Depois de ter sido anunciada a presença dos Best Youth na edição deste ano do Vodafone Paredes de Coura, que decorre entre 17 e 20 de Agosto, a banda apresenta o vídeo de “Fanatic”, o quarto single de “Highway Moon”, o seu álbum de estreia.

Nova imagem (1).jpgO novo vídeo volta a contar com Ed Rocha Gonçalves na realização, ele que assume o papel de compositor e multi-instrumentista do projecto. Já as filmagens e a edição ficaram por conta de João Sousa, colaborador habitual da componente imagética dos Best Youth.

Actualmente a negociar o lançamento internacional de “Highway Moon”, uma edição de autor que chegou a esgotar nas lojas em Portugal, os Best Youth continuam a trilhar o caminho, cada vez mais evidente, da internacionalização, após a passagem do estatuto de grande promessa da música portuguesa, para a confirmação definitiva de uma das mais importantes novas bandas portuguesas, como afirmaram a BBC ou o Les Inrockuptibles.

Highway Moon”, foi considerado o álbum do ano de 2015 pela Glam Magazine

O Verão de David Fonseca…

O Verão é tempo de apresentações ao vivo e, depois de uma bem-sucedida tour de indoors por Portugal, Espanha, Luxemburgo e Noruega, “Futuro Eu” iniciou este mês a sua passagem pelas festas e festivais nacionais, estando neste momento a agenda definida da seguinte forma:

GLAM - David Fonseca (4).jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

25 Junho 2016 - Praça do Município / Vila Real / 22H00

2 Julho 2016 - Feira Mostra do Concelho / Mação / 22H00

16 Julho 2016 - Feira de Caça, Pesca e Lazer / 22H00

30 Julho 2016 - Ficavouga / Sever do Vouga / 22H00

1 Agosto 2016 - Sé – Volta à noite / Viseu / 22H00

6 Agosto 2016 - Festas Gualterianas / Guimarães / 22H00

11 Agosto 2016 - Festival Solda Caparica /Costa da Caparica / 21H00

13 Agosto 2016 - Praça do Município / Seia / 22H00

26 Agosto 2016 - Festival de Vilar de Mouros /23H00

31 Agosto 2016 - Feira da Luz / Montemor-o-Novo / 22H00

 

 

Recentemente, foi disponibilizado nas redes sociais  o resultado da parceria entre David Fonseca e a marca irlandesa “Jameson”, o filme publicitário “Jameson – Sine Metu”.

Filmado no topo do hotel Ritz Four Seasons, em Lisboa, contou com a assinatura da The Hotel, sendo o seu resultado final de grande densidade visual e emocional.

David Fonseca… Nova canção "Ela Gosta de Mim Assim" com Bruno Nogueira no vídeo

David Fonseca estreou, ontem à noite, o vídeo da sua nova canção: “Ela Gosta de Mim Assim”. Com a participação especial de Bruno Nogueira, o vídeo presta tributo à parceria de Paul Simon feita com o actor Chevy Chase no videoclip do tema “You Can Call Me Al”.

O resultado é, no mínimo, inesperado

Nova imagem1.jpg“Em tom claro de homenagem ao vídeo original, entrámos por 1986 adentro e deixámos a câmara a correr, tudo pode acontecer quando se dá carta branca ao Bruno em pleno ambiente anos 80. Espero que se divirtam tanto a vê-lo como nos divertimos a fazê-lo e que o espalhem pelas redes de forma a combater os gatinhos fofos e os dilemas fracturantes do dia dessa coisa chamada internet.”

O tema, “Ela Gosta de Mim Assim”, encabeça o EP digital com o título “Futuro Eu – Outtakes” que, tal como o título prenuncia, reúne temas compostos para “Futuro Eu”, o CD de originais editado no ano passado, e que ficaram de fora do alinhamento inicial do disco, guardados para o Verão de 2016.

A par desta viagem por territórios ritmados e veraneantes com “Ela Gosta de Mim Assim”, o EP “Outtakes” inclui ainda “Diz-lhe que não”, “Déjà Vu” e “Um dia maior” – quatro canções que fecham o ciclo de composições a que David Fonseca se dedicou nos últimos tempos.